Beleza, poringa boys e poringa girls! Tô trazendo essa terceira parte da história. É um amigo da internet, espero que vocês gostem. Se quiserem deixar comentários, pontos, vou ler e agradecer.Parte 1
Parte 2No domingo, ela decidiu dedicar o dia a descansar e se cuidar. Acordou tarde, tomou um café da manhã leve e saiu pra fazer um esporte. Vestindo uma camiseta justa, legging de lycra e boné, com o cabelo preso num rabo de cavalo, começou a correr.
O sol brilhava no céu azul enquanto a respiração dela ficava ofegante a cada passada e o suor começava a formar gotinhas na pele. Hoje ela se sentia bem, em paz consigo mesma, e se concentrou em correr sem pensar em mais nada. Voltou pra casa, tomou um banho e se preparou pra passar o resto do dia sem fazer nada. Vendo filmes românticos que tinha comprado dias antes. Então almoçou, se espreguiçou na sala e passou o resto da tarde assistindo eles.
No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma puta é que segunda também é dia de descanso. Então ela saiu e se dedicou ao hobby favorito... foi fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido apropriado pros encontros dela.
No almoço, voltou pra casa, mas antes passou no chinês pra pedir comida pra viagem. Ela adorava macarrão e arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como todo dia, encontrou Fran esperando no portão a mãe dele chegar do trabalho. Então hoje decidiu convidar ele pra subir no apartamento dela e dividir a comida, já que com as duas porções sobraria. Chamou ele pra almoçar com ela. Pra avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela pra não se alarmar, dizendo que ele estava com ela.
Assim, eles saborearam a comida e de sobremesa comeram duas taças de chocolate, que o garoto adorou.
A mãe dele chegou quando eles estavam terminando. Cumprimentou ela e ficou um tempinho conversando com a Lúcia na sala. Quando disse pro filho que era hora de ir pra casa, ele reclamou e ficou bravo com a ideia. Parecia que queria ficar com a "nova amiga" dele, a Lúcia. Isso fez ela rir, em tão pouco tempo ele já tinha se apegado muito a ela, e a verdade é que ela também se apegou a ele.
Assim que por mais que tentaram, não conseguiram levá-lo pra casa, então a Lúcia disse que não se importava dele ficar com ela, e a mãe dele foi almoçar e deixou os dois sozinhos.
A Lúcia ficou jogando ludo com ele, pelo visto era o jogo favorito dele, e eles jogaram por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, passava a mão no cabelo dele e segurava ele pelos ombros, os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que o Fran ficava olhando o decote dela direto — ela tava com uma camisa branca, com os botões desabotoados, mostrando o canalinho e parte do sutiã branco de renda, e o garoto não tirava os olhos dali.
Aí ela lembrou do que ele contou sobre a monitora dele, como ele comeu ela. E resolveu perguntar se tinha rolado de novo, mas pelo visto não aconteceu mais, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele garoto jovem, tão inocente, sendo possuído por uma puta no parque, se aproveitando dele, e a ideia a deixava perturbada. Tanto que se visualizou naquele exato momento subindo nas pernas dele e enfiando a rola dele ali mesmo no sofá. Teve que afastar os pensamentos pra não continuar se torturando daquele jeito.
Ela tava curiosa pra saber como era o tamanho do garoto, se a monitora tinha feito uma parada dessas com ele, talvez fosse porque o moleque era "bem dotado". Essa ideia também dava um tesão danado, mas claro, ela tinha vergonha de tocar nele e sempre ficava a dúvida se a mãe dele ia descobrir, agora que a considerava uma amiga tão boa.
Enquanto ela tava nesses pensamentos, o Fran disse que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde era. Ele levantou e foi. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiar pra ver se ele realmente tinha uma maravilha de pau, mas ainda tava na dúvida.
Até que se decidiu e, de um pulo, parou na porta do banheiro, que tinha deixado a porta aberta. Ela espiou timidamente e viu o jato saindo da virilha dele, ele estava de lado, concentrado pra não errar o vaso, então nem percebeu que tava sendo vigiado.
Pelo pouco que a Lucía conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, tava mijando e o negócio tava no estado de repouso.
De repente, ele se virou e viu ela, como se tivesse sentido que tava sendo observado, mas longe de se assustar, sorriu pra ela ali mesmo, com o pau na mão e tudo.
— Cê também quer mijar? — perguntou ele, inocente.
— Ah! É que... bom, sim, também bateu uma vontade — ela disse pra disfarçar.
Aí ela entrou natural no banheiro, se aproximando do moleque. Ela era uma puta e era suposto essas coisas não darem vergonha, mas tava muito nervosa, dava pra sentir o pulso acelerado e a respiração ofegante. Então ela viu de perto, ele já tinha terminado.
— Espera, deixa eu te ajudar, Fran — ela falou enquanto se colocava do lado dele, pegou um pouco de papel higiênico, cortou e secou a ponta, dando leves batidinhas na glande.
— Mamãe sempre fala que eu tenho que me secar, senão mancha a cueca — ele explicou.
— Ah, sim, claro, claro! — exclamou Lucía concordando enquanto segurava o pau dele na mão e via como aos poucos começava a crescer e crescer.
Lucía continuava curiosa com aquele moleque, tinha algo nele que a atraía, talvez fosse a inocência dele em tudo. Enfim, ela não sabia por que tava agindo daquele jeito, mas nessa altura já tava toda solta. Começou a masturbar ele bem devagar, fazendo a pele deslizar na mão dela, puxou o prepúcio com cuidado e observou a glande dele.
— Isso dói? — perguntou enquanto fazia.
— Não, suas mãos são muito macias! — exclamou o garoto, que se deixava levar tranquilamente.
Nessa altura, o pau dele já tava no máximo, com certeza era um belo pau, comprido e gordinho, com a glande um pouco mais rosada que o resto da pele e Bem definido. Continuou masturbando ele suavemente, aumentando a velocidade aos poucos, fazendo a glande aparecer e desaparecer com o prepúcio.
Lembrou daquela puta da monitora, que devia ter visto aquela rola boa e decidiu provar. Agora o que passava pela cabeça dela era: "será que ela também teria coragem de provar?"
Mas imediatamente pensou que ela contaria pra mãe dela, pra monitora, pra todo mundo, e essa incerteza a travou. Então, por enquanto, não ia dar pra ele, mas ora, quem disse que não podia brincar um pouco? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".
- Você gosta que eu acaricie ela, Fran? - perguntou, continuando com seus "jogos".
- Ah, sim, eu gosto! Gosto muito! - exclamou o garoto, que ficava parado na frente da privada.
Lucia se colocou atrás dele e, por trás, colou o corpo no dele, abraçando-o forte enquanto continuava com a rola na mão. Então começou a masturbá-lo com mais energia, enquanto com a mão livre acariciava o peito dele, os ombros, e até a bunda e as coxas. Ela realmente parecia pequena atrás daquele rapaz forte, fazendo aquela punheta por trás. Estava muito excitada e nervosa, engolia saliva com dificuldade por causa do estado de tensão sexual naquele momento.
Continuou com as carícias e não demorou muito até o garoto descarregar abundantemente o líquido branco que guardava no cano da arma, espirrando na privada e no vaso por todos os lados.
Com surpresa, Lucia descobriu que Fran estava cambaleando, sem dúvida tonto pelo orgasmo, e teve que segurá-lo, com medo de que aquele trambolho... Desabasse em cima dela! Mas felizmente ele aguentou e se recuperou em segundos.
Quando ele terminou a gozada, Lucia pegou mais papel e limpou delicadamente a glande dele, guardando finalmente o instrumento, já murcho, com certa dificuldade na cueca dele.
- Vai pra sala e me espera, tá? - disse, dando um beijo na bochecha dele. bochecha-. Vou dar uma limpada aqui e fazer um xixi, tá bom?
- Tá bom – respondeu Fran simplesmente, saindo do banheiro.
A verdade é que a gozada foi enorme, com a juventude do garoto e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele tinha uma porrada de porra pra espalhar, e sujou tudo. Lúcia teve que se esforçar e limpar tudo com bastante papel higiênico, depois sentou na privada e começou a se masturbar.
Ela tava com a buceta bem molhada e quente, e ainda tremia de nervoso por causa da situação anterior. Já era, se agora ele contasse pra mãe dela, ela já ia ter que inventar uma desculpa. Pensava enquanto se esfregava com gosto. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha: quando queria e tava excitada como naquele momento, gozava fácil. Então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.
Quando voltou pra sala, Fran tava brincando com as peças do jogo de tabuleiro, como se nada tivesse acontecido. Sentou do lado dele e eles se sorriram.
- Ó Fran, você sabe o que é um segredo?
- Claro, um segredo... – ele disse, sem que Lúcia entendesse direito.
- Bom, olha, às vezes as pessoas fazem coisas que não podem contar pra ninguém, entendeu?
- Pra ninguém? – ele respondeu, estranhando.
- Isso, pra ninguém, nem pra mamãe, tá bom? Ela ia ficar brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entendeu? E você nunca mais poderia me ver – explicou Lúcia.
Ela se sentiu mal por coagir o garoto daquele jeito, mas tinha que tentar, pelo menos. O moleque já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele ainda era o bebezão dela, e isso ela nunca ia entender. Então ela tinha que tentar chantageá-lo um pouco pra evitar que ele saísse contando por aí.
- Tá bom, então vai ser nosso segredo... – disse Fran finalmente, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.
Lúcia devolveu o sorriso e beijou e abraçou ele de novo. Continuaram jogando por mais um tempinho e depois... Acompanhou ele até a casa dela.
6
Ángeles pediu pra ela ficar pra jantar com eles pra agradecer por ter cuidado do Fran aquela tarde. Assim ela tinha conseguido ir no salão enquanto isso. Então, como a Lucía não tinha nada pra fazer, aceitou de boa.
Jantaram os três juntos e o Fran, que tava muito cansado, foi dormir assim que terminou de comer. Depois, Ángeles e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom menino. Chegou um ponto na conversa que a Lucía achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava nem um pouco.
— Pois é, filha, como ele tava cansado essa tarde. Claro, como acorda cedo e trabalha no parque, deve ter se cansado bastante — explicou Ángeles.
— Sim, claro, sem dúvida.
— Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e tá um homenzinho completo. Até já me disse que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, imagina?
— Ele te disse isso! — exclamou Lucía, surpresa.
— Isso mesmo, filha. Me dá uma certa pena, sinceramente, porque com a doença dele, o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é uma necessidade igual comer, ainda mais agora que ele é tão jovem, me dá pena que ele não tenha acesso ao sexo.
Lucía pensou em confessar o que tinha feito aquela tarde, mas essa vontade de contar tudo durou só uns segundos, logo descartou. Em vez disso, pensou que se um dia ele contasse, ela sempre podia usar aquela conversa como desculpa: "é que o menino tava desesperado e a Ángeles, como você me contou que tinha pena dele não transar, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.
— Pô, pois é. Verdade, eles têm dificuldade pra transar — admitiu Lucía.
— Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele tá tomando banho, eu vejo ele lá "todo duro" e, claro, penso se um dia vou ter que contratar uma puta pra fazer um serviço pra ele ou algo assim. É — Ah, sei lá, depois te conto...
— Ai, Anjos, pois não sei! — respondeu Lúcia, ainda mais surpresa.
— Sei que é loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que Deus sabe com quantos caras já esteve... — resmungou finalmente.
— Olha, Anjos, e você não pensou em... bom, não quero que você fique brava comigo, é só uma sugestão.
— Em quê, filha? — perguntou ela, sem entender o que Lúcia queria dizer.
— Bom, então, se você não tá a fim de contratar uma "puta" pra fazer o serviço pro seu filho, acho que talvez se você der uma punheta nele, ele pode aliviar a libido e você não precisa chegar a esse extremo — se atreveu a sugerir Lúcia.
Anjos se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por uns instantes, que pra Lúcia pareceram uma eternidade. Pensou que talvez levasse um tapa por ousar falar uma coisa daquelas, mas no fim não aconteceu.
— Pois é, filha, verdade seja dita, isso também passou pela minha cabeça, mas me daria muita vergonha fazer isso e depois talvez me sentisse culpada por fazer uma coisa assim, sei lá... — confessou finalmente.
— Pô, Anjos, eu entendo, é algo muito pesado, nem sei como tive coragem de te sugerir isso... me perdoa — se desculpou Lúcia.
— Não, filha, não precisa pedir perdão, a verdade é que essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses calores dele passam por conta própria.
— Valeu, Anjos, achei que você fosse ficar brava por eu ter dito uma coisa dessas. O Fran é um rapaz tão bom... Nossa, como tá tarde, bom, preciso ir! — exclamou Lúcia, olhando o relógio de parede da sala.
— Então tá, filha, adorei ter você aqui pra conversar sobre meus problemas — confessou Anjos.
— Eu também adoro ter você como amiga, te ouvir e saber que confia em mim pra contar suas preocupações — respondeu Lúcia.
Elas se levantaram e Anjos a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir, Anjos deu um beija a amiga dela. Lucía ficou meio surpresa, porque não esperava, mas fazer o que, era amiga dela e se sentiu meio lisonjeada com aquela demonstração espontânea de carinho, então resolveu retribuir com um abraço fraternal.
7
No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava uns cereais misturados com cum numa tigela de café da manhã, olhava distraída pela janela daquele dia ensolarado, já era quase meio-dia. Envolvida nos próprios pensamentos, eles se projetavam na mente dela planejando o que faria hoje. Claro que na cabeça dela estava procurar "o garoto dela", ficaria de tocaia assim que o moleque terminasse o trabalho nos jardins e sentasse no portão esperando a mãe. Sim, era isso que faria, cumprimentaria ele e levaria pro apartamento dela pra "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!
Pra matar o tempo, decidiu sair pra correr um pouco, tava a fim de suar e relaxar, e o esporte ajudava nos dois. Então vestiu um top de alcinha bem justinho, e uns shorts igualmente colados na pele, marcando a bundinha empinada e redondinha. Pegou o MP4 e colocou a música favorita antes de começar a correr.
Voltou uma hora depois, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna escorreu pela pele nua dela, refrescando e levando todo o suor. Se ensaboou bem, dando atenção especial pra bucetinha, que lavou com um sabonete íntimo, sem dúvida gostava de cuidar bem da ferramenta de trabalho. Enxaguou com água abundante e saiu pra se secar.
Duas e meia da tarde, tava de tocaia na sacada, examinando a rua. E aconteceu o que sempre acontece nessas situações: "quem espera desespera"; o garoto não aparecia. Finalmente surgiu lá pras três menos dez. Mas, porra! Tava acompanhado, por uma mulher, será que era a puta que comeu ele no parque? Muito provável!
A mulher passava dos quarenta anos, era gorda, bestial o uniforme de trabalho e usava só uma Camiseta regata, porque o calor tava apertando naqueles dias. Mostrando um decote generoso que era o começo de uns peitões grandes e fartos. Ela tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e tava conversando de boa com o Fran.
Porra! A cabeça dela encheu de dúvidas: será que ele vinha pra comer ela ou já tinha comido? Mas onde será que eles iam fazer? Enfim, roendo as unhas, ela esperou enquanto via os dois conversando na portaria da sacada dela, que ficava num lado da fachada principal do prédio. A espera pareceu uma eternidade, mas finalmente ele parecia que ia ficar sozinho, finalmente!
Lucia desceu as escadas rapidão, se aproximou do moleque que tava sentado de costas pra ela na portaria. Quando chegou, sentou do lado dele e pegou ele carinhosamente pelos ombros.
- Oi Fran! Como cê tá, gostosão? - falou impulsivamente, dando dois beijos nas bochechas dele.
- Oi Lucia, bem, tô bem! - respondeu ele, sorrindo com a simpatia de sempre.
- Como foi teu dia? - perguntou ela, passando o braço pelos ombros dele.
- Foi bom, hoje fez calor - confessou ele.
Sem dúvida, o moleque tinha suado no trampo dele nos jardins da cidade, mas Lucia não ligava pra isso; de certa forma, o cheiro dele deixava ela com tesão, e também não era tão forte.
- Ei, que tal subir e tomar um refri?
- Vale, tô com muita sede! - exclamou o garoto.
Subiram no elevador até o terceiro andar, Lucia não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e foram até a porta, Lucia sentiu os nervos passarem pras mãos e mal conseguia acertar a chave certa na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.
- Vai pra sala e senta, vou pegar os refris.
- Vale - o moleque só falou isso.
Lucia serviu as bebidas e colocou umas batatinhas pra petiscar. Rapidinho foi pra sala, porque a mãe dela não demoraria Muito tempo pra chegar... São três e dez! Droga de novo! Será que dava tempo pra um "algo"?
Ela sentou do lado dele e ofereceu um refri Booty, o moleque bebeu de uma vez quase meio copo, enquanto ela falava e falava besteiras, de olho no relógio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do garoto e começou a acariciar, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita bola.
— Então, Fran, você não contou pra sua mãe nosso segredo, contou? — interrogou enquanto o esquentava.
— Claro que não, eu sei guardar segredo! — exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.
— Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje. Cê topa brincar?
— Ah, sim, claro! — exclamou o garoto enquanto olhava a mão da amiga, que já tava abaixando a braguilha dele.
— Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.
Lúcia puxou o pau dele pra fora da calça depois de baixar a braguilha. Já tava meia bomba depois das carícias insinuantes de antes, e em poucos segundos ficou durinho. Lúcia sentia o coração batendo forte, de novo presa do nervosismo e da excitação. Ela bateu uma punheta suave e, quando ele ficou pronto, se ajoelhou na frente do grandão e meteu na boca quente dela.
Ele tava suado e tinha um gostinho de xixi, mas Lúcia tava tão tarada que nem ligou e chupou até o fundo enquanto batia uma punheta nele de leve.
De repente, a campainha do portão tocou! Lúcia pulou de pé, feito uma gata, limpando a boca com as costas da mão. O que fazer? Tavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Fez sinal pra Fran esperar sentado e foi atender.
— Alô? — falou, arrastando a sílaba.
— Lúcia? Sou a Ángeles, o Fran tá com você, né?
— Oi, Ángeles! Sim, ele subiu e tá tomando um refri comigo.
— Ah, tá! É que eu Cheguei e, como não o vi, fiquei me perguntando se ele estava com você. Olha, vou subir pra minha casa e ir esquentando a comida, manda ele pra baixo daqui a alguns minutos, tá bem?
- Ah sim, claro, claro! Tá bom, agora desce - e desligou.
"Dá tempo, dá tempo!", pensou enquanto voltava pra sala. Ao entrar, parou e o observou, pegando a bela pica dele com a mão e balançando como tinha visto ela fazer. Sorriu pra ele e, correndo até seus pés, engoliu ela quase inteira de novo.
Chupava devagar e saboreava o toque suave daquela pica virgem... bom, virgem não de todo, pensou lembrando da gostosa do portão! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia, não tinha tempo suficiente; ia gozar na boca dele e depois se aliviar com mais calma.
Envolvida com aquela doçura na boca, se abstraiu do tempo e do espaço, concentrada em fazer o amante passivo aproveitar. Quando o néctar saiu da ponta, recolheu a língua pro céu da boca e sentiu os jatos quentes de porra debaixo dela, que sabiamente tinha posicionado pra evitar vazamentos pra garganta. Continuou chupando até esvaziar o cara por completo. Nos últimos espasmos de prazer, tirou ele da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava neles, limpando os lábios depois de dobrá-los.
O garoto estava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já recuperasse a calma.
- Então, Fran, você tem que descer pra comer, sua mãe tá esperando. Vamos guardar seu passarinho, gostou hoje?
- Ah, sim, Lucía, você é muito boa comigo! - exclamou o garoto.
- Então já sabe, isso é nosso segredo, não pode contar pra sua mãe ou ela não vai querer que a gente se veja mais, entendeu? - interrogou esperando a confirmação dele.
- Tá bom, combinado, segredo! - e fez o gesto de silêncio nos lábios.
Como não se Ficou de mandar ele sozinho, ainda meio atordoada depois da gozada, desceu com ele. E, sorrindo, apertou a campainha. A amiga abriu enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois tinha acabado de tomar um banho rápido. Lúcia conseguiu ver de relance parte dos peitos dela e percebeu a espessura da sua negra moita de vênus.
— Quer entrar? — perguntou Angeles.
— Ah, não, tô meio cansada e vou deitar um pouco! — se desculpou Lúcia.
— Beleza, desce mais tarde pra merendar se quiser.
— Tá bom, talvez eu desça — disse Lúcia, deixando no ar.
Angeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e se trancou no apartamento. Foi direto pra sala, jogou a calça do moletão longe e tirou também a calcinha de algodão. Sentou numa poltrona relax, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, e se preparou pra se deliciar com todo tipo de carícias e penetrações suaves na sua flor.
Tava escorrendo de tanto melado, e a cada carícia, o suplício do prazer que vinha fazia ela fechar os olhos e lamber os lábios com a ponta da língua. Se contorcia na poltrona a cada roçada dos dedos no clitóris, numa agonia gostosa que levava até o final tão esperado quanto propositalmente atrasado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.
Se contraiu em cima da poltrona, depois se esticou, se tensionando como uma besta prestes a disparar sua flecha mortal, se contraindo de novo enquanto milhares de agulhas perfuravam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente tinha alcançado. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto na mente apareciam visões dela fazendo um boquete no jovem Fran, até ele jorrar abundantemente na boca dela.
Por fim, ficou deitada no sofá, relaxando, e dormiu por um bom tempo. Ao acordar, suada em cima da poltrona, viu que o couro estava molhado bem perto. Da flor dela, a gozada tinha sido brutal e ela relembrou de novo na memória, sentindo os eflúvios do prazer vivido, tão frescos como tinham chegado momentos antes. Sentiu o cheiro da buceta no quarto, o ambiente todo tava carregado de feromônios, dela e do Fran.
Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois cuidaria de limpar o sofá e arejar a sala.
Parte 2No domingo, ela decidiu dedicar o dia a descansar e se cuidar. Acordou tarde, tomou um café da manhã leve e saiu pra fazer um esporte. Vestindo uma camiseta justa, legging de lycra e boné, com o cabelo preso num rabo de cavalo, começou a correr.
O sol brilhava no céu azul enquanto a respiração dela ficava ofegante a cada passada e o suor começava a formar gotinhas na pele. Hoje ela se sentia bem, em paz consigo mesma, e se concentrou em correr sem pensar em mais nada. Voltou pra casa, tomou um banho e se preparou pra passar o resto do dia sem fazer nada. Vendo filmes românticos que tinha comprado dias antes. Então almoçou, se espreguiçou na sala e passou o resto da tarde assistindo eles.
No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma puta é que segunda também é dia de descanso. Então ela saiu e se dedicou ao hobby favorito... foi fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido apropriado pros encontros dela.
No almoço, voltou pra casa, mas antes passou no chinês pra pedir comida pra viagem. Ela adorava macarrão e arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como todo dia, encontrou Fran esperando no portão a mãe dele chegar do trabalho. Então hoje decidiu convidar ele pra subir no apartamento dela e dividir a comida, já que com as duas porções sobraria. Chamou ele pra almoçar com ela. Pra avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela pra não se alarmar, dizendo que ele estava com ela.
Assim, eles saborearam a comida e de sobremesa comeram duas taças de chocolate, que o garoto adorou.
A mãe dele chegou quando eles estavam terminando. Cumprimentou ela e ficou um tempinho conversando com a Lúcia na sala. Quando disse pro filho que era hora de ir pra casa, ele reclamou e ficou bravo com a ideia. Parecia que queria ficar com a "nova amiga" dele, a Lúcia. Isso fez ela rir, em tão pouco tempo ele já tinha se apegado muito a ela, e a verdade é que ela também se apegou a ele.
Assim que por mais que tentaram, não conseguiram levá-lo pra casa, então a Lúcia disse que não se importava dele ficar com ela, e a mãe dele foi almoçar e deixou os dois sozinhos.
A Lúcia ficou jogando ludo com ele, pelo visto era o jogo favorito dele, e eles jogaram por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, passava a mão no cabelo dele e segurava ele pelos ombros, os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que o Fran ficava olhando o decote dela direto — ela tava com uma camisa branca, com os botões desabotoados, mostrando o canalinho e parte do sutiã branco de renda, e o garoto não tirava os olhos dali.
Aí ela lembrou do que ele contou sobre a monitora dele, como ele comeu ela. E resolveu perguntar se tinha rolado de novo, mas pelo visto não aconteceu mais, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele garoto jovem, tão inocente, sendo possuído por uma puta no parque, se aproveitando dele, e a ideia a deixava perturbada. Tanto que se visualizou naquele exato momento subindo nas pernas dele e enfiando a rola dele ali mesmo no sofá. Teve que afastar os pensamentos pra não continuar se torturando daquele jeito.
Ela tava curiosa pra saber como era o tamanho do garoto, se a monitora tinha feito uma parada dessas com ele, talvez fosse porque o moleque era "bem dotado". Essa ideia também dava um tesão danado, mas claro, ela tinha vergonha de tocar nele e sempre ficava a dúvida se a mãe dele ia descobrir, agora que a considerava uma amiga tão boa.
Enquanto ela tava nesses pensamentos, o Fran disse que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde era. Ele levantou e foi. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiar pra ver se ele realmente tinha uma maravilha de pau, mas ainda tava na dúvida.
Até que se decidiu e, de um pulo, parou na porta do banheiro, que tinha deixado a porta aberta. Ela espiou timidamente e viu o jato saindo da virilha dele, ele estava de lado, concentrado pra não errar o vaso, então nem percebeu que tava sendo vigiado.
Pelo pouco que a Lucía conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, tava mijando e o negócio tava no estado de repouso.
De repente, ele se virou e viu ela, como se tivesse sentido que tava sendo observado, mas longe de se assustar, sorriu pra ela ali mesmo, com o pau na mão e tudo.
— Cê também quer mijar? — perguntou ele, inocente.
— Ah! É que... bom, sim, também bateu uma vontade — ela disse pra disfarçar.
Aí ela entrou natural no banheiro, se aproximando do moleque. Ela era uma puta e era suposto essas coisas não darem vergonha, mas tava muito nervosa, dava pra sentir o pulso acelerado e a respiração ofegante. Então ela viu de perto, ele já tinha terminado.
— Espera, deixa eu te ajudar, Fran — ela falou enquanto se colocava do lado dele, pegou um pouco de papel higiênico, cortou e secou a ponta, dando leves batidinhas na glande.
— Mamãe sempre fala que eu tenho que me secar, senão mancha a cueca — ele explicou.
— Ah, sim, claro, claro! — exclamou Lucía concordando enquanto segurava o pau dele na mão e via como aos poucos começava a crescer e crescer.
Lucía continuava curiosa com aquele moleque, tinha algo nele que a atraía, talvez fosse a inocência dele em tudo. Enfim, ela não sabia por que tava agindo daquele jeito, mas nessa altura já tava toda solta. Começou a masturbar ele bem devagar, fazendo a pele deslizar na mão dela, puxou o prepúcio com cuidado e observou a glande dele.
— Isso dói? — perguntou enquanto fazia.
— Não, suas mãos são muito macias! — exclamou o garoto, que se deixava levar tranquilamente.
Nessa altura, o pau dele já tava no máximo, com certeza era um belo pau, comprido e gordinho, com a glande um pouco mais rosada que o resto da pele e Bem definido. Continuou masturbando ele suavemente, aumentando a velocidade aos poucos, fazendo a glande aparecer e desaparecer com o prepúcio.
Lembrou daquela puta da monitora, que devia ter visto aquela rola boa e decidiu provar. Agora o que passava pela cabeça dela era: "será que ela também teria coragem de provar?"
Mas imediatamente pensou que ela contaria pra mãe dela, pra monitora, pra todo mundo, e essa incerteza a travou. Então, por enquanto, não ia dar pra ele, mas ora, quem disse que não podia brincar um pouco? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".
- Você gosta que eu acaricie ela, Fran? - perguntou, continuando com seus "jogos".
- Ah, sim, eu gosto! Gosto muito! - exclamou o garoto, que ficava parado na frente da privada.
Lucia se colocou atrás dele e, por trás, colou o corpo no dele, abraçando-o forte enquanto continuava com a rola na mão. Então começou a masturbá-lo com mais energia, enquanto com a mão livre acariciava o peito dele, os ombros, e até a bunda e as coxas. Ela realmente parecia pequena atrás daquele rapaz forte, fazendo aquela punheta por trás. Estava muito excitada e nervosa, engolia saliva com dificuldade por causa do estado de tensão sexual naquele momento.
Continuou com as carícias e não demorou muito até o garoto descarregar abundantemente o líquido branco que guardava no cano da arma, espirrando na privada e no vaso por todos os lados.
Com surpresa, Lucia descobriu que Fran estava cambaleando, sem dúvida tonto pelo orgasmo, e teve que segurá-lo, com medo de que aquele trambolho... Desabasse em cima dela! Mas felizmente ele aguentou e se recuperou em segundos.
Quando ele terminou a gozada, Lucia pegou mais papel e limpou delicadamente a glande dele, guardando finalmente o instrumento, já murcho, com certa dificuldade na cueca dele.
- Vai pra sala e me espera, tá? - disse, dando um beijo na bochecha dele. bochecha-. Vou dar uma limpada aqui e fazer um xixi, tá bom?
- Tá bom – respondeu Fran simplesmente, saindo do banheiro.
A verdade é que a gozada foi enorme, com a juventude do garoto e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele tinha uma porrada de porra pra espalhar, e sujou tudo. Lúcia teve que se esforçar e limpar tudo com bastante papel higiênico, depois sentou na privada e começou a se masturbar.
Ela tava com a buceta bem molhada e quente, e ainda tremia de nervoso por causa da situação anterior. Já era, se agora ele contasse pra mãe dela, ela já ia ter que inventar uma desculpa. Pensava enquanto se esfregava com gosto. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha: quando queria e tava excitada como naquele momento, gozava fácil. Então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.
Quando voltou pra sala, Fran tava brincando com as peças do jogo de tabuleiro, como se nada tivesse acontecido. Sentou do lado dele e eles se sorriram.
- Ó Fran, você sabe o que é um segredo?
- Claro, um segredo... – ele disse, sem que Lúcia entendesse direito.
- Bom, olha, às vezes as pessoas fazem coisas que não podem contar pra ninguém, entendeu?
- Pra ninguém? – ele respondeu, estranhando.
- Isso, pra ninguém, nem pra mamãe, tá bom? Ela ia ficar brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entendeu? E você nunca mais poderia me ver – explicou Lúcia.
Ela se sentiu mal por coagir o garoto daquele jeito, mas tinha que tentar, pelo menos. O moleque já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele ainda era o bebezão dela, e isso ela nunca ia entender. Então ela tinha que tentar chantageá-lo um pouco pra evitar que ele saísse contando por aí.
- Tá bom, então vai ser nosso segredo... – disse Fran finalmente, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.
Lúcia devolveu o sorriso e beijou e abraçou ele de novo. Continuaram jogando por mais um tempinho e depois... Acompanhou ele até a casa dela.
6
Ángeles pediu pra ela ficar pra jantar com eles pra agradecer por ter cuidado do Fran aquela tarde. Assim ela tinha conseguido ir no salão enquanto isso. Então, como a Lucía não tinha nada pra fazer, aceitou de boa.
Jantaram os três juntos e o Fran, que tava muito cansado, foi dormir assim que terminou de comer. Depois, Ángeles e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom menino. Chegou um ponto na conversa que a Lucía achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava nem um pouco.
— Pois é, filha, como ele tava cansado essa tarde. Claro, como acorda cedo e trabalha no parque, deve ter se cansado bastante — explicou Ángeles.
— Sim, claro, sem dúvida.
— Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e tá um homenzinho completo. Até já me disse que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, imagina?
— Ele te disse isso! — exclamou Lucía, surpresa.
— Isso mesmo, filha. Me dá uma certa pena, sinceramente, porque com a doença dele, o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é uma necessidade igual comer, ainda mais agora que ele é tão jovem, me dá pena que ele não tenha acesso ao sexo.
Lucía pensou em confessar o que tinha feito aquela tarde, mas essa vontade de contar tudo durou só uns segundos, logo descartou. Em vez disso, pensou que se um dia ele contasse, ela sempre podia usar aquela conversa como desculpa: "é que o menino tava desesperado e a Ángeles, como você me contou que tinha pena dele não transar, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.
— Pô, pois é. Verdade, eles têm dificuldade pra transar — admitiu Lucía.
— Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele tá tomando banho, eu vejo ele lá "todo duro" e, claro, penso se um dia vou ter que contratar uma puta pra fazer um serviço pra ele ou algo assim. É — Ah, sei lá, depois te conto...
— Ai, Anjos, pois não sei! — respondeu Lúcia, ainda mais surpresa.
— Sei que é loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que Deus sabe com quantos caras já esteve... — resmungou finalmente.
— Olha, Anjos, e você não pensou em... bom, não quero que você fique brava comigo, é só uma sugestão.
— Em quê, filha? — perguntou ela, sem entender o que Lúcia queria dizer.
— Bom, então, se você não tá a fim de contratar uma "puta" pra fazer o serviço pro seu filho, acho que talvez se você der uma punheta nele, ele pode aliviar a libido e você não precisa chegar a esse extremo — se atreveu a sugerir Lúcia.
Anjos se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por uns instantes, que pra Lúcia pareceram uma eternidade. Pensou que talvez levasse um tapa por ousar falar uma coisa daquelas, mas no fim não aconteceu.
— Pois é, filha, verdade seja dita, isso também passou pela minha cabeça, mas me daria muita vergonha fazer isso e depois talvez me sentisse culpada por fazer uma coisa assim, sei lá... — confessou finalmente.
— Pô, Anjos, eu entendo, é algo muito pesado, nem sei como tive coragem de te sugerir isso... me perdoa — se desculpou Lúcia.
— Não, filha, não precisa pedir perdão, a verdade é que essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses calores dele passam por conta própria.
— Valeu, Anjos, achei que você fosse ficar brava por eu ter dito uma coisa dessas. O Fran é um rapaz tão bom... Nossa, como tá tarde, bom, preciso ir! — exclamou Lúcia, olhando o relógio de parede da sala.
— Então tá, filha, adorei ter você aqui pra conversar sobre meus problemas — confessou Anjos.
— Eu também adoro ter você como amiga, te ouvir e saber que confia em mim pra contar suas preocupações — respondeu Lúcia.
Elas se levantaram e Anjos a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir, Anjos deu um beija a amiga dela. Lucía ficou meio surpresa, porque não esperava, mas fazer o que, era amiga dela e se sentiu meio lisonjeada com aquela demonstração espontânea de carinho, então resolveu retribuir com um abraço fraternal.
7
No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava uns cereais misturados com cum numa tigela de café da manhã, olhava distraída pela janela daquele dia ensolarado, já era quase meio-dia. Envolvida nos próprios pensamentos, eles se projetavam na mente dela planejando o que faria hoje. Claro que na cabeça dela estava procurar "o garoto dela", ficaria de tocaia assim que o moleque terminasse o trabalho nos jardins e sentasse no portão esperando a mãe. Sim, era isso que faria, cumprimentaria ele e levaria pro apartamento dela pra "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!
Pra matar o tempo, decidiu sair pra correr um pouco, tava a fim de suar e relaxar, e o esporte ajudava nos dois. Então vestiu um top de alcinha bem justinho, e uns shorts igualmente colados na pele, marcando a bundinha empinada e redondinha. Pegou o MP4 e colocou a música favorita antes de começar a correr.
Voltou uma hora depois, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna escorreu pela pele nua dela, refrescando e levando todo o suor. Se ensaboou bem, dando atenção especial pra bucetinha, que lavou com um sabonete íntimo, sem dúvida gostava de cuidar bem da ferramenta de trabalho. Enxaguou com água abundante e saiu pra se secar.
Duas e meia da tarde, tava de tocaia na sacada, examinando a rua. E aconteceu o que sempre acontece nessas situações: "quem espera desespera"; o garoto não aparecia. Finalmente surgiu lá pras três menos dez. Mas, porra! Tava acompanhado, por uma mulher, será que era a puta que comeu ele no parque? Muito provável!
A mulher passava dos quarenta anos, era gorda, bestial o uniforme de trabalho e usava só uma Camiseta regata, porque o calor tava apertando naqueles dias. Mostrando um decote generoso que era o começo de uns peitões grandes e fartos. Ela tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e tava conversando de boa com o Fran.
Porra! A cabeça dela encheu de dúvidas: será que ele vinha pra comer ela ou já tinha comido? Mas onde será que eles iam fazer? Enfim, roendo as unhas, ela esperou enquanto via os dois conversando na portaria da sacada dela, que ficava num lado da fachada principal do prédio. A espera pareceu uma eternidade, mas finalmente ele parecia que ia ficar sozinho, finalmente!
Lucia desceu as escadas rapidão, se aproximou do moleque que tava sentado de costas pra ela na portaria. Quando chegou, sentou do lado dele e pegou ele carinhosamente pelos ombros.
- Oi Fran! Como cê tá, gostosão? - falou impulsivamente, dando dois beijos nas bochechas dele.
- Oi Lucia, bem, tô bem! - respondeu ele, sorrindo com a simpatia de sempre.
- Como foi teu dia? - perguntou ela, passando o braço pelos ombros dele.
- Foi bom, hoje fez calor - confessou ele.
Sem dúvida, o moleque tinha suado no trampo dele nos jardins da cidade, mas Lucia não ligava pra isso; de certa forma, o cheiro dele deixava ela com tesão, e também não era tão forte.
- Ei, que tal subir e tomar um refri?
- Vale, tô com muita sede! - exclamou o garoto.
Subiram no elevador até o terceiro andar, Lucia não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e foram até a porta, Lucia sentiu os nervos passarem pras mãos e mal conseguia acertar a chave certa na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.
- Vai pra sala e senta, vou pegar os refris.
- Vale - o moleque só falou isso.
Lucia serviu as bebidas e colocou umas batatinhas pra petiscar. Rapidinho foi pra sala, porque a mãe dela não demoraria Muito tempo pra chegar... São três e dez! Droga de novo! Será que dava tempo pra um "algo"?
Ela sentou do lado dele e ofereceu um refri Booty, o moleque bebeu de uma vez quase meio copo, enquanto ela falava e falava besteiras, de olho no relógio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do garoto e começou a acariciar, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita bola.
— Então, Fran, você não contou pra sua mãe nosso segredo, contou? — interrogou enquanto o esquentava.
— Claro que não, eu sei guardar segredo! — exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.
— Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje. Cê topa brincar?
— Ah, sim, claro! — exclamou o garoto enquanto olhava a mão da amiga, que já tava abaixando a braguilha dele.
— Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.
Lúcia puxou o pau dele pra fora da calça depois de baixar a braguilha. Já tava meia bomba depois das carícias insinuantes de antes, e em poucos segundos ficou durinho. Lúcia sentia o coração batendo forte, de novo presa do nervosismo e da excitação. Ela bateu uma punheta suave e, quando ele ficou pronto, se ajoelhou na frente do grandão e meteu na boca quente dela.
Ele tava suado e tinha um gostinho de xixi, mas Lúcia tava tão tarada que nem ligou e chupou até o fundo enquanto batia uma punheta nele de leve.
De repente, a campainha do portão tocou! Lúcia pulou de pé, feito uma gata, limpando a boca com as costas da mão. O que fazer? Tavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Fez sinal pra Fran esperar sentado e foi atender.
— Alô? — falou, arrastando a sílaba.
— Lúcia? Sou a Ángeles, o Fran tá com você, né?
— Oi, Ángeles! Sim, ele subiu e tá tomando um refri comigo.
— Ah, tá! É que eu Cheguei e, como não o vi, fiquei me perguntando se ele estava com você. Olha, vou subir pra minha casa e ir esquentando a comida, manda ele pra baixo daqui a alguns minutos, tá bem?
- Ah sim, claro, claro! Tá bom, agora desce - e desligou.
"Dá tempo, dá tempo!", pensou enquanto voltava pra sala. Ao entrar, parou e o observou, pegando a bela pica dele com a mão e balançando como tinha visto ela fazer. Sorriu pra ele e, correndo até seus pés, engoliu ela quase inteira de novo.
Chupava devagar e saboreava o toque suave daquela pica virgem... bom, virgem não de todo, pensou lembrando da gostosa do portão! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia, não tinha tempo suficiente; ia gozar na boca dele e depois se aliviar com mais calma.
Envolvida com aquela doçura na boca, se abstraiu do tempo e do espaço, concentrada em fazer o amante passivo aproveitar. Quando o néctar saiu da ponta, recolheu a língua pro céu da boca e sentiu os jatos quentes de porra debaixo dela, que sabiamente tinha posicionado pra evitar vazamentos pra garganta. Continuou chupando até esvaziar o cara por completo. Nos últimos espasmos de prazer, tirou ele da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava neles, limpando os lábios depois de dobrá-los.
O garoto estava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já recuperasse a calma.
- Então, Fran, você tem que descer pra comer, sua mãe tá esperando. Vamos guardar seu passarinho, gostou hoje?
- Ah, sim, Lucía, você é muito boa comigo! - exclamou o garoto.
- Então já sabe, isso é nosso segredo, não pode contar pra sua mãe ou ela não vai querer que a gente se veja mais, entendeu? - interrogou esperando a confirmação dele.
- Tá bom, combinado, segredo! - e fez o gesto de silêncio nos lábios.
Como não se Ficou de mandar ele sozinho, ainda meio atordoada depois da gozada, desceu com ele. E, sorrindo, apertou a campainha. A amiga abriu enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois tinha acabado de tomar um banho rápido. Lúcia conseguiu ver de relance parte dos peitos dela e percebeu a espessura da sua negra moita de vênus.
— Quer entrar? — perguntou Angeles.
— Ah, não, tô meio cansada e vou deitar um pouco! — se desculpou Lúcia.
— Beleza, desce mais tarde pra merendar se quiser.
— Tá bom, talvez eu desça — disse Lúcia, deixando no ar.
Angeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e se trancou no apartamento. Foi direto pra sala, jogou a calça do moletão longe e tirou também a calcinha de algodão. Sentou numa poltrona relax, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, e se preparou pra se deliciar com todo tipo de carícias e penetrações suaves na sua flor.
Tava escorrendo de tanto melado, e a cada carícia, o suplício do prazer que vinha fazia ela fechar os olhos e lamber os lábios com a ponta da língua. Se contorcia na poltrona a cada roçada dos dedos no clitóris, numa agonia gostosa que levava até o final tão esperado quanto propositalmente atrasado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.
Se contraiu em cima da poltrona, depois se esticou, se tensionando como uma besta prestes a disparar sua flecha mortal, se contraindo de novo enquanto milhares de agulhas perfuravam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente tinha alcançado. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto na mente apareciam visões dela fazendo um boquete no jovem Fran, até ele jorrar abundantemente na boca dela.
Por fim, ficou deitada no sofá, relaxando, e dormiu por um bom tempo. Ao acordar, suada em cima da poltrona, viu que o couro estava molhado bem perto. Da flor dela, a gozada tinha sido brutal e ela relembrou de novo na memória, sentindo os eflúvios do prazer vivido, tão frescos como tinham chegado momentos antes. Sentiu o cheiro da buceta no quarto, o ambiente todo tava carregado de feromônios, dela e do Fran.
Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois cuidaria de limpar o sofá e arejar a sala.
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