Sou puta - parte 3

Fala aí, poringa boys, poringa girls! Tô trazendo essa terceira parte da história. É um amigo da internet, espero que vocês gostem. Se quiserem deixar comentários, pontos, vou ler e agradecer de montão.Parte 1
Parte 2No domingo, ela decidiu dedicar o dia a descansar e se cuidar. Acordou tarde, tomou um café da manhã leve e saiu pra fazer um esporte. Vestindo uma camiseta justa, legging de lycra e boné, com o cabelo preso num rabo de cavalo, começou a correr.

O sol brilhava no céu azul enquanto a respiração dela ficava ofegante a cada passada, e o suor começava a formar gotinhas na pele. Hoje ela se sentia bem, em paz consigo mesma, e se concentrou em correr sem pensar em mais nada. Voltou pra casa, tomou um banho e se preparou pra passar o resto do dia sem fazer nada, vendo filmes românticos que tinha comprado dias antes. Então almoçou, se esparramou na sala e passou o resto da tarde assistindo.

No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma puta é que segunda também é dia de descanso. Então ela saiu e se dedicou ao seu hobby favorito... foi fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido apropriado pros seus encontros.

No almoço, voltou pra casa, mas não sem antes passar no chinês pra pedir comida pra viagem. Ela adorava macarrão e arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como todo dia, encontrou Fran esperando no portão a mãe dele chegar do trabalho. Hoje, decidiu convidá-lo pra subir no apartamento dela e dividir a comida, já que com duas porções sobraria. Então chamou ele pra almoçar com ela. Pra avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela, dizendo que ele estava com ela, pra não se preocupar.

Assim, eles saborearam a comida e, de sobremesa, comeram duas taças de chocolate, que o garoto adorou.

A mãe dele chegou quando eles estavam terminando. Ela cumprimentou a Lucía e ficou um tempinho conversando com ela na sala. Quando disse ao filho que era hora de ir pra casa, ele reclamou e ficou bravo com a ideia. Parecia que queria ficar com a "nova amiga" dele, a Lucía. Isso a fez rir — em tão pouco tempo ele já tinha se apegado muito a ela, e a verdade é que ela também se apegou a ele.

Assim por mais que tentassem, não conseguiram levá-lo para casa, então Lúcia disse que não se importava que ele ficasse com ela, e a mãe dele foi almoçar e deixou os dois sozinhos.

Lúcia ficou jogando ludo com ele, aparentemente era o jogo favorito dele, e jogaram por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, acariciava o cabelo dele e o segurava pelos ombros, os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que Fran olhava para o decote dela com frequência; ela estava usando uma camisa branca com os botões desabotoados, mostrando o colo e parte do sutiã branco de renda, e o garoto dedicava olhares intensos para aquilo.

Então ela lembrou do que ele contou sobre a monitora dele, como ele comeu ela. E decidiu perguntar se tinha acontecido de novo, mas aparentemente não rolou de novo, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele jovem garoto, tão inocente, sendo possuído por uma puta no parque, se aproveitando dele, e a ideia a perturbava. A tal ponto que ela se visualizou naquele exato momento subindo nas pernas dele e enfiando a rola dele ali mesmo no sofá. Teve que afastar os pensamentos para não continuar se torturando daquele jeito.

Ela estava curiosa para saber como era o pau do garoto, se a monitora tinha feito uma coisa daquelas com ele, talvez fosse porque o garoto era "bem dotado". Essa ideia também a excitava muito, mas claro, ela tinha vergonha de tocar nele e sempre ficava a incerteza se a mãe dele descobriria, agora que a considerava uma amiga tão boa.

Enquanto estava nos pensamentos dela, Fran disse que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde era. Ele se levantou e foi. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiar para ver se ele realmente tinha uma maravilha de pau, mas ainda estava na dúvida.

Até que se decidiu e, de um pulo, parou ao lado da porta do banheiro, que tinha deixado a porta aberta. Ela espiou timidamente e viu o jato saindo da virilha dele, ele estava de lado, concentrado pra não errar o vaso, então nem percebeu que estava sendo vigiado.

Pelo pouco que Lucía conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, tava mijando e o negócio tava no estado de repouso.

De repente, ele se virou e viu ela, como se tivesse sentido que tava sendo observado, mas longe de se assustar, sorriu pra ela ali mesmo, com o pau na mão e tudo.

— Você também quer mijar? — perguntou ele, inocente.

— Ah! É que... bom, sim, também bateu uma vontade — disse ela pra disfarçar.

Então entrou naturalmente no banheiro, se aproximando do garoto. Ela era uma puta e era pra essas coisas não darem vergonha, mas tava muito nervosa, dava pra sentir o pulso acelerado e a respiração ofegante. Aí viu ele de perto, ele já tinha terminado.

— Espera, deixa eu te ajudar, Fran — disse ela enquanto ficava do lado dele, pegou um pouco de papel higiênico, cortou e secou a ponta, dando leves batidinhas na glande.

— Mamãe sempre fala que eu tenho que me secar, senão mancha a cueca — explicou ele.

— Ah, sim, claro, claro! — exclamou Lucía concordando enquanto segurava o pau dele na mão e via como ele começava a crescer e crescer aos poucos.

Lucía continuava curiosa com aquele garoto, tinha algo nele que a atraía, talvez fosse a inocência dele em tudo. Enfim, ela não sabia por que tava agindo daquele jeito, mas nessa altura já tava toda solta. Começou a masturbar ele bem devagar, fazendo a pele deslizar na mão dela, puxou o prepúcio suavemente e observou a glande dele.

— Isso dói? — perguntou ela enquanto fazia.

— Não, suas mãos são muito macias! — exclamou o garoto, que se deixava levar tranquilamente.

Nessa altura, o pau dele já tava no máximo, era realmente um belo pau, comprido e gordinho, com uma glande um pouco mais rosada que o resto da pele e Bem definido. Continuou batendo uma punheta suavemente, aumentando a velocidade aos poucos, fazendo a cabeça da piroca aparecer e desaparecer com o prepúcio.

Lembrou daquela puta da monitora, que devia ter visto aquela rola boa e decidiu provar. Agora o que passava pela cabeça dela era: "será que ela teria coragem de provar também?"

Mas na mesma hora pensou que ela contaria pra mãe dela, pra monitora, pra todo mundo, e essa incerteza a travou. Então, por enquanto, não ia dar pra ele, mas ora, quem disse que não podia brincar um pouco? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".

- Você gosta que eu acaricie assim, Fran? - perguntou ela, continuando com seus "jogos".

- Ah, sim, eu gosto! Gosto muito! - exclamou o garoto, que ficava parado na frente da privada.

Lucía se colocou atrás dele e, por trás, colou o corpo no dele, abraçando-o forte enquanto continuava com a rola na mão. Então começou a masturbá-lo com mais energia, enquanto com a mão livre acariciava o peito dele, os ombros e até a bunda e as coxas. Ela realmente parecia pequena atrás daquele rapaz forte, fazendo aquela punheta por trás. Estava muito excitada e nervosa, engolindo saliva com dificuldade por causa do tesão naquele momento.

Continuou com as carícias e não demorou muito até o garoto jorrar abundantemente aquele líquido branco que guardava no cano da arma, espirrando na privada e no vaso por todos os lados.

Com surpresa, Lucía percebeu que Fran estava cambaleando, sem dúvida tonto por causa do orgasmo, e teve que segurá-lo, com medo de que aquele trambolho... Desabasse em cima dela! Mas felizmente ele aguentou e se recuperou em segundos.

Quando ele terminou de gozar, Lucía pegou mais papel e limpou delicadamente a cabeça da piroca, guardando finalmente o instrumento, já murchando, com certa dificuldade dentro da cueca dele.

- Vai pra sala e me espera, tá? - disse ela, dando um beijo na bochecha dele. bochecha-. Vou dar uma limpada nisso aqui e fazer um xixi, ok?
- Tá bom - falou simplesmente o Fran, saindo do banheiro.

A verdade é que a gozada foi monstra, com a juventude do moleque e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele tinha uma porrada de porra pra espalhar, e sujou tudo. A Lucía teve que se esforçar e limpar tudo com um monte de papel higiênico, depois sentou na privada e começou a se masturbar.

Ela tava com a buceta bem molhada e quente, e ainda tremendo de nervoso pela situação anterior. Já tava feito, se agora ele contasse pra mãe dela, ela já ia ter que preparar uma desculpa. Pensava enquanto se esfregava a flor com gosto. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha: quando queria e tava excitada igual naquele momento, gozava fácil, então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.

Quando voltou pra sala, o Fran tava brincando com as peças do jogo de tabuleiro, como se nada tivesse acontecido. Sentou do lado dele e eles sorriram um pro outro.

- Ó Fran, cê sabe o que é um segredo?
- Claro, um segredo... - falou ele, sem a Lucía entender direito.
- Bom, olha, às vezes as pessoas fazem coisas que não podem contar pra ninguém, entendeu?
- Pra ninguém? - respondeu ele, estranhando.
- É, pra ninguém, nem pra mamãe, tá? Ela ia ficar brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entendeu? E você nunca mais ia poder me ver - explicou a Lucía.

Ela se sentiu mal por coagir o moleque daquele jeito, mas tinha que tentar pelo menos. O garoto já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele continuava sendo o bebê dela, e isso ela nunca ia entender, então tinha que tentar um chantagem básica pra evitar que ele saísse contando por aí.

- Tá bom, então vai ser nosso segredo... - falou finalmente o Fran, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.

A Lucía devolveu o sorriso e beijou e abraçou ele de novo. Continuaram jogando mais um pouquinho e depois Acompanhou ele até em casa.

6

Ângela pediu pra ela ficar pra jantar com eles, pra agradecer por ter cuidado do Fran aquela tarde. Assim ela tinha conseguido ir no salão enquanto isso. Então, como a Lúcia não tinha nada pra fazer, topou na hora.

Jantaram os três juntos e o Fran, que tava muito cansado, foi dormir assim que terminou de comer. Depois, Ângela e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom garoto. Chegou um ponto na conversa que a Lúcia achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava nem um pouco.

— Pois é, filha, como ele tava cansado essa tarde. Claro, como ele acorda cedo e trabalha no parque, deve ter se cansado bastante — explicou Ângela.

— É, claro, sem dúvida.

— Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e tá um homenzinho completo. Até já me disse que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, imagina?

— Ele te disse isso! — exclamou Lúcia, surpresa.

— Isso mesmo, filha. Me dá uma certa pena, sinceramente, porque com a doença dele o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é uma necessidade igual comer, ainda mais agora que ele é tão jovem, me dói saber que ele não tem acesso ao sexo.

Lúcia pensou em confessar o que tinha feito aquela tarde, mas essa vontade de contar tudo durou só uns segundos, logo descartou. Em vez disso, pensou que se um dia ele contasse, ela sempre podia usar aquela conversa como desculpa: "é que o menino tava desesperado e a Ângela, como você me falou que tinha pena dele não transar, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.

— Pô, pois é. A verdade é que eles têm dificuldade pra transar — admitiu Lúcia.

— Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele tá no banho, eu vejo ele lá "todo duro" e, claro, penso se um dia vou ter que contratar uma puta pra fazer um serviço pra ele ou algo assim. É — Ah, é, depois me conta...

— Ah, Anjos, pois é, não sei! — respondeu Lúcia, ainda mais surpresa.

— Sei que é uma loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que, vai saber, já deu pra quantos caras... — resmungou finalmente.

— Olha, Anjos, e você não pensou em... bom, não quero que fique brava comigo, é só uma sugestão.

— Em quê, filha? — perguntou ela, sem entender o que Lúcia queria dizer.

— Bom, então... se você não tá a fim de contratar uma "puta" pra fazer aquilo com seu filho, acho que talvez, se você der uma punhetinha nele, ele pode aliviar a libido e você não precisa chegar a esse extremo — ousou sugerir Lúcia.

Anjos se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por uns instantes, que pra Lúcia pareceram uma eternidade. Pensou que talvez levasse um tapa por ousar falar uma coisa dessas, mas no fim não aconteceu.

— Bom, filha, verdade seja dita, isso também passou pela minha cabeça, mas me daria muita vergonha fazer isso e depois talvez me sentisse culpada por fazer uma parada dessas, sei lá... — confessou finalmente.

— Pô, Anjos, eu entendo, é uma parada muito pesada, nem sei como tive coragem de te sugerir isso... me perdoa — pediu desculpas Lúcia.

— Não, filha, não precisa pedir perdão, a verdade é que essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses calores dele passam por conta própria.

— Valeu, Anjos, achei que você fosse ficar puta por eu ter falado uma coisa dessas. O Fran é um garoto tão bom... Nossa, como tá tarde, bom, tenho que ir! — exclamou Lúcia, olhando o relógio de parede da sala.

— Então é isso, filha, adorei ter você aqui pra falar dos meus problemas — confessou Anjos.

— Eu também adoro ter você como amiga, te ouvir e saber que confia em mim pra contar suas preocupações — respondeu Lúcia.

Elas se levantaram e Anjos a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir. Anjos deu um beija a amiga dela. Lucía ficou meio surpresa, porque não esperava, mas fazer o quê, era amiga dela e se sentiu até meio lisonjeada com aquela demonstração espontânea de carinho, então resolveu retribuir com um abraço fraterno.

7

No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava uns cereais misturados com leite numa tigela de café da manhã, olhava distraída pela janela daquele dia ensolarado, já era quase meio-dia. Envolvida nos próprios pensamentos, eles se projetavam na mente dela planejando o que faria hoje. Claro que na cabeça dela estava procurar "o gatinho dela", ia ficar de olho assim que o moleque terminasse o trabalho nos jardins e sentasse no portão esperando a mãe. Sim, era isso que ela ia fazer, cumprimentaria ele e levaria pro apartamento dela pra "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!

Pra passar o tempo, decidiu sair pra correr um pouco, tava a fim de suar e relaxar, e o esporte ajudava nos dois. Então vestiu um top de alcinha bem justinho, e uns shorts igualmente colados no corpo, marcando a bundinha empinada e redondinha. Pegou o MP4 e colocou a música favorita antes de começar a corrida.

Voltou uma hora depois, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna escorreu pela pele nua dela, refrescando e levando todo o suor. Se ensaboou bem, dando atenção especial pra bucetinha, que lavou com um sabonete íntimo, sem dúvida gostava de cuidar bem da ferramenta de trabalho. Enxaguou com água abundante e saiu pra se secar.

Duas e meia da tarde, ela já tava de tocaia na sacada, examinando a rua. E aconteceu o que sempre acontece nessas situações: "quem espera desespera"; o menino não aparecia. Finalmente surgiu lá pras três menos dez. Mas, porra! Tava acompanhado, por uma mulher, será que era a puta que comeu ele no parque? Muito provável!

A mulher passava dos quarenta, era gorda, bestial o uniforme de trabalho e usava só uma Camiseta regata porque o calor tava apertando naqueles dias. Mostrando um decote generoso que era o começo de uns peitos grandes e fartos. Ela tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e ia conversando de boa com o Fran.

Porra! A cabeça dela encheu de dúvidas, será que ele vinha pra foder com ela ou já tinha fodido? Mas onde eles iam fazer isso? Enfim, roendo as unhas ela esperou enquanto via os dois conversando na portaria da sacada dela, que ficava num lado da fachada principal do prédio. A espera pareceu uma eternidade, mas finalmente, parecia que ele ia ficar sozinho, finalmente!

Lucia desceu as escadas rapidão, se aproximou do moleque que tava sentado de costas pra ela na portaria. Quando chegou, sentou do lado dele e pegou ele carinhosamente pelos ombros.

- Oi Fran! Como cê tá, gostosão? - falou ela impulsivamente, dando dois beijos nas bochechas dele.

- Oi Lucia, bem, tô bem! - respondeu ele sorrindo com a simpatia de sempre.

- Como foi o teu dia? - perguntou ela enquanto passava o braço pelos ombros dele.

- Foi bom, hoje fez calor - confessou ele.

Sem dúvida, o moleque tinha suado no trampo dele nos jardins da cidade, mas Lucia não ligava pra isso, de certa forma o cheiro dele deixava ela com tesão e também não era tão forte assim.

- Ei, que tal subir e tomar um refri?

- Vale, tô com muita sede! - exclamou o garoto.

Subiram no elevador até o terceiro andar, Lucia não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e foram até a porta, Lucia sentiu os nervos passarem pras mãos e mal conseguia acertar a chave certa na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.

- Vai pra sala e senta, vou pegar os refris.

- Beleza - só disse o moleque.

Lucia serviu as bebidas e colocou umas batatinhas pra petiscar. Rapidão foi pra sala, porque a mãe dela não demoraria Muito tempo pra chegar... Três e dez! Droga de novo! Será que dava tempo pra um "algo"?

Ela sentou do lado dele e ofereceu um refri de Booty, o moleque bebeu de uma vez quase meio copo, enquanto ela falava e falava banalidades, olhando de canto pro relógio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do garoto e começou a acariciar, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita bola.

— Então, Fran, você não contou pra sua mãe nosso segredo, contou? — interrogou enquanto o esquentava.

— Não, claro que não, eu sei guardar segredo! — exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.

— Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje. Cê topa brincar?

— Ah, sim, claro! — exclamou o moleque, enquanto olhava pra mão da amiga que já tava abaixando a braguilha dele.

— Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.

Lucía puxou o pau dele pra fora da calça depois de baixar a braguilha. Já tava meia dura depois das carícias insinuantes de antes, e em poucos segundos chegou na plenitude. Lucía sentia o coração batendo forte, presa do nervosismo de novo e da excitação. Bateu uma punheta suave nele e, quando tava pronto, se ajoelhou na frente do grandalhão e meteu na boca quente dela.

Tava suado e tinha um gostinho de xixi, mas Lucía tava tão tesuda que não ligou e chupou até o fundo enquanto batia uma nele de leve.

De repente, a campainha do portão tocou! Lucía se levantou de um pulo, feito uma gata, limpando a boca com as costas da mão. O que fazer? Tavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Fez sinal pra Fran esperar sentado e foi atender.

— Alô? — falou, arrastando a sílaba.

— Lucía? Sou a Ángeles, o Fran tá com você, né?

— Oi, Ángeles! Sim, ele subiu e tá tomando um refri comigo.

— Ah, beleza! É que eu Cheguei e, como não vi ele, fiquei me perguntando se tava com você. Olha, vou subir pra minha casa e ir esquentando a comida, manda ele pra baixo daqui a alguns minutos, tá bem?

- Ah sim, claro, claro! Tá ótimo, agora desce - e desligou.

"Me dá tempo, me dá tempo!", pensou enquanto voltava pra sala. Ao entrar, parou e observou ele, pegando a bela pica dele com a mão e balançando ela como tinha visto ela fazer. Sorriu pra ele e, correndo pros pés dele, engoliu ela de novo quase inteira.

Chupava devagar e saboreava o toque suave daquela pica virgem... bom, virgem não de todo, pensou lembrando da gostosa do portão! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia, não tinha tempo suficiente, ia descarregar ele na boca e depois se aliviar com mais calma.

Envolvida com aquela doçura na boca, se abstraiu do tempo e do espaço, concentrada em fazer o amante passivo gozar. Quando o néctar saiu da ponta, recolheu a língua pro céu da boca e sentiu os jatos quentes de porra debaixo dela, que sabiamente tinha posicionado pra evitar vazamentos pra garganta. Continuou chupando até esvaziar o cara por completo. Nos últimos espasmos de prazer, tirou ele da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava neles, limpando os lábios depois de dobrá-los.

O garoto tava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já recuperasse a calma.

- Então, Fran, você tem que descer pra comer, sua mãe tá te esperando. Vamos guardar seu passarinho, você gostou hoje?

- Ah, gostei muito, Lucía, você é muito boa comigo! - exclamou o garoto.

- Então já sabe, isso é nosso segredo, não pode contar pra sua mãe ou ela não vai querer que a gente se veja mais, entendeu? - interrogou ele, esperando a confirmação.

- Tá bom, combinado, segredo! - e fez o gesto de silêncio nos lábios.

Como não se Ficou de mandar ele sozinho, ainda meio atordoada depois da gozada, desceu com ele. E, sorrindo, apertou a campainha. A amiga abriu enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois tinha acabado de tomar um banho rápido. Lúcia conseguiu ver de relance parte dos peitos dela e percebeu a espessura da sua negra moita de vênus.

— Quer entrar? — perguntou Angeles.

— Ah, não, tô meio cansada e vou deitar um pouco! — se desculpou Lúcia.

— Beleza, desce mais tarde pra merendar se quiser.

— Tá bom, talvez eu desça — disse Lúcia, deixando no ar.

Angeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e se trancou no apartamento. Foi direto pra sala, jogou a calça do moletão longe e tirou também a calcinha de algodão. Sentou numa poltrona relax, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, e se preparou pra se deliciar com todo tipo de carícia e penetrações suaves na sua flor.

Ela estava escorrendo de tanto mel, e a cada carícia, o suplício do prazer que vinha fazia ela fechar os olhos e umedecer os lábios com a ponta da língua. Se contorcia na poltrona a cada roçada dos dedos no clitóris, numa agonia linda que a levava até o fim tão esperado quanto propositalmente adiado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.

Se contraiu em cima da poltrona, depois se esticou, se tensionando como uma besta prestes a disparar sua flecha mortal, se contraindo de novo enquanto milhares de agulhas perfuravam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente tinha alcançado. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto na mente dela apareciam visões dela mesma fazendo um boquete no jovem Fran, até ele gozar abundantemente na boca dela.

Por fim, ficou deitada no sofá, relaxando, e acabou dormindo por um bom tempo. Quando acordou, suada em cima da poltrona, viu que o couro estava molhado bem perto. Da buceta dela, a gozada tinha sido violenta e ela relembrou tudo de novo na memória, sentindo os eflúvios do prazer que tinha experimentado, tão frescos quanto tinham chegado momentos antes. Sentiu o cheiro da própria xota no quarto, o ambiente todo tava carregado de feromônios, dela e do Fran.

Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois ia cuidar de limpar o sofá e arejar a sala.

2 comentários - Sou puta - parte 3

Excelente relato me encanto lo humana que es!!!! Es una imagen muy bella,gracias por compartir!!!