Era meu aniversário de 25 anos e não tinha nada planejado, só sair naquele sábado à noite pra comemorar, meio na medida, porque no domingo tinha que trampar bem cedo. A gente tinha terminado de jogar um jogo de rugby com meu melhor amigo, Carlos, fomos em casa tomar banho e nos arrumar pra ir na rádio fazer o programa que a gente tinha naquela época.
Antes de sair de casa, Carlos ligou pra namorada dele pra avisar que a gente tava a caminho e que a gente se encontraria depois do programa. Foi nesse momento que a Natália (a namorada do Carlos) falou que ia esperar a gente no quiosque que ficava a meia quadra da rádio.
A questão é que depois do programa, a gente foi buscar a Natália pra ir pra casa jantar e depois sair.
Chegamos…, a Nata tava batendo papo com a Jimena, a jovem vendedora que tava no turno dela. Saudações de praxe e os “feliz aniversário” de sempre pra mim. A gente ficou conversando um pouco pra ver o que ia fazer e combinamos de nos encontrar em casa pra fazer um jantar entre os quatro (SIM…, os quatro).
Acontece que como eu tava sozinho, sem namorada na época, a Nata tinha conseguido convencer a baixinha (Jimena) a se juntar a gente na comemoração, e de quebra ver se rolava algo entre nós dois.
Deixo claro que ninguém além da minha amiga conhecia a Jimena.
Combinamos de ir com o Carlos preparar o jantar enquanto as minas esperavam o substituto chegar no quiosque pra ir. No caminho, a gente ficava imaginando mil e uma coisas do que podia rolar naquela noite.
De uma coisa só a gente tinha certeza: era que o Carlos já dava como certo que ia transar em casa (obviamente com a namorada dele). Da minha parte, eu desejava poder fazer o mesmo, mas tudo ficava na sorte e dependia só de como ia ser o papo com essa mina que eu tinha acabado de conhecer, e do que a Natália podia fazer no papel dela de “cupido” enquanto os minutos passavam até a gente se encontrar.
Eram 10 da noite quando a campainha tocou, já tava quase Tudo pronto. Era a Natalia, sozinha, quem tinha chegado… Tenho que admitir que todas as minhas expectativas foram por água abaixo quando vi ela chegar sem companhia…
Perguntei o que tinha acontecido, se a Jimena tinha desistido ou se a tão esperada substituta não tinha vindo…
— Nããão…, ela já vem — respondeu — foi se trocar e comprar um presentinho pra você, não queria vir de mãos vazias…
— Fica tranquilo… já tá tudo resolvido… — continuou
— Como assim tudo resolvido? O que você disse pra ela? — perguntei
— Nada…, você agradou muito ela e por isso ela vem… só isso… nada mais
A Nata não se dignou a falar mais nada sobre o assunto, mudando a conversa para o que a gente tinha cozinhado e como tinha sido tanto no jogo quanto no programa.
Não passaram nem vinte minutos, e a campainha tocou de novo, era a Jimena…
Ela era pequenininha, não media mais de 1,60. Não posso dizer que era loira, porque tinha uns toques avermelhados no cabelo curto, olhos verdes, pele muito branca, salpicada de um monte de sardas, e enfeitava constantemente o rosto com um sorriso enorme, emoldurado por um par de lábios finos.
Recebi ela com um beijo na bochecha e levei pra sala, onde meus amigos esperavam. Pude perceber que ela tinha um corpo compatível com a altura, pernas bonitas e uma bunda avantajada, que a calça jeans que ela vestia marcava e exibia de um jeito bem peculiar. Os peitos dela eram pequenos, mas durinhos, com um par de mamilos que apareciam através da blusa de linha branca.
Ela tinha me comprado uma garrafa de vinho de presente. Agradeci pelo mimo, de novo com um beijo. Notei que ela estava meio desconfortável, tensa…, porque não nos conhecia, mas com muito tato (coisa que às vezes me falta), consegui que ela fosse relaxando aos poucos. Quando fomos pra sala de jantar, a timidez dela já tinha ido embora.
Jantamos entre conversas e risadas, frases de duplo sentido e piadas de putaria, como se fôssemos amigos de infância.
Descobrimos que ela tinha 18 anos, que era de Capital Federal, que fazia vários anos que Tava na cidade, por causa do trampo da mãe dela. Moravam as duas sozinhas, já que o pai tinha morrido. Tava terminando o ensino médio. Tava sem namorado fazia um tempão. E fazia uns meses que tava trabalhando na banca de jornal.
Tive que responder um monte de perguntas sobre mim e minha vida amorosa, coisa que eu já imaginava que podia rolar (acho que era mais pra confirmar o que a Nata tinha contado do que por curiosidade mesmo).
Na hora do café, voltamos pra sala. Quase sem planejar, sentamos juntos num dos sofás. Já tinha quebrado outra barreira, a gente tava se roçando de leve em algumas partes do corpo. O Carlos, vendo a situação, começou a zoar e “encher o saco”, falando que a gente combinava demais como casal. A Natalia também não ficou atrás e ficava insistindo pra gente se beijar. O telefone tocou, a gente ficou em silêncio e eu atendi. Era a Mariela, uma mina que eu tava tentando “pegar” uns dias antes e que prometi ligar de volta (promessa que não cumpri).
Ela queria me ver, naquela noite… Falei que tava ocupado, mas pouco se importou, dei umas explicações tudo na frente da Jimena, que me olhava meio confusa e sem graça.
Claro que minha convidada perguntou quem era e o que tinha rolado, aí “pintei” de contar com todos os detalhes o que aconteceu.
Quando a gente percebeu, tava sozinho na sala. A gente se distraiu tanto com a conversa, que nem notamos que o Carlos e a Nata já tinham ido pro quarto. A gente ficou em silêncio, tentando escutar alguma coisa, uma puta bobagem, mas a curiosidade tava matando… Nada… por enquanto!!!
A gente se olhou e caiu na risada junto, era uma total idiotice o que a gente tava fazendo.
O telefone tocou de novo, era a Mariela de novo, insistindo pra me ver. Falei que não podia porque tava com alguém… Pra que eu falei isso???
Ela começou a gritar que eu era um filho da p…, que tinha usado ela e todas essas coisas que se falam quando o despeito aparece. Tentei Acalmar ela com sorte nenhuma. Jimena já tinha se levantado e ficado do meu lado, ouvindo tudo. Do outro lado, não paravam de me xingar, eu já não sabia mais o que fazer; se eu desligasse, ela ia ficar me ligando toda hora, eu não teria paz. A baixinha pegou o telefone e começou a falar. Eu fui pro banheiro, a natureza tava me chamando; quando voltei, ela me passou o telefone fazendo sinal de que já estava tudo resolvido e que ela tava mais calma. E era verdade, tudo tinha se acalmado; ela me pediu desculpas por tudo que tinha me dito, prometeu me ligar de novo outra hora e desligou. Fiquei perplexo, não entendi porra nenhuma… Olhei pra Jimena buscando uma explicação, e ela só sorria…
— O que você disse pra ela se acalmar? — perguntei
— Nada de mais… só que eu era sua prima de Buenos Aires e que tava conhecendo o Sul, e umas outras besteiras que não vêm ao caso — respondeu
Agradeci e me aproximei pra dar um beijo nela, retribuindo o favor. Ela foi direta, nem hesitou um segundo… enquanto eu me aproximava, ela segurou meu rosto e colou os lábios com força nos meus. A língua dela percorreu toda a minha boca com vontade. Mordeu de leve meus lábios quando tentou se afastar e partiu pra cima de novo, mas dessa vez começando a me despir. Tirou minha camiseta e começou a beijar meu peito. Tirei o suéter dela e vi que os mamilos estavam bem durinhos; arranquei o sutiã, deixando à mostra um belo par de peitos. Sem parar de me olhar, ela abriu minha calça e continuou me beijando, e eu respondi quase que num frenesi. Mais de um já deve imaginar que nessa altura eu tava muito excitada, meu pau tava pedindo pra ser notado aos berros. Avancei nos peitos dela, lambia e beijava como se fosse a primeira vez, minhas mãos brincaram um pouco neles e depois foram atrás da bunda dela… Depois de um tempo, que pareceu uma eternidade, consegui abrir e começar a descer a calça dela. Me ajoelhei, beijando a barriga dela, pra poder tirar o jeans e as botas que ela tava usando. Tinha comecei a gemer com o jogo da minha língua na pele dela. Ela puxava meu cabelo, tava excitadíssima…
Passei minha língua pela virilha dela sem nem roçar a buceta, senti o primeiro espasmo dela, na hora que a calcinha começou a molhar.
Achei que era hora de levar ela pro quarto, então levantei ela e, com meu rosto colado nos peitos dela, fui pra lá.
Devagarzinho fui deitando ela na cama, ela acendeu o abajur, sentou na beirada, baixou minha calça e cueca de uma vez só e ficou olhando.
Meu pau praticamente ficou na frente do rosto dela, ela não fez nem tentou fazer nada, essa atitude não me chamou a atenção, porque imaginei que ela tava deixando eu tomar a iniciativa.
Olhei pra ela, as bochechas estavam rosadas, denunciando o nível de excitação, já que a pele dela era extremamente branca. Por algum motivo, isso me excitava, nunca tinha estado com alguém com essa pele.
Peguei ela pelos ombros e puxei pra perto de mim, queria que ela sentisse o roçar do meu membro quente na barriga dela. Nem preciso dizer que não só tínhamos uma diferença de idade evidente, mas também uma diferença de altura de mais de 20 cm.
Tive que me abaixar um pouco pra beijar ela de novo, quando senti o segundo espasmo vindo dela.
Acariciei a bunda dela e comecei a tirar a calcinha, que nessa altura já tava toda molhada com os sucos dela.
Ela não parava de tremer a cada toque dos meus dedos. Acho que só de tirar o último pedaço de roupa que restava fez ela se molhar de novo.
Não vou negar que isso me chamou a atenção, e até quase perguntei sobre isso, mas tratei como algo natural nela. Essa situação fazia eu também ficar excitado pra caralho. Totalmente nus, abracei ela e beijei fundo. Levantei ela pra ficar confortável e ela respondeu enlaçando minha cintura com as pernas.
Ela tava muito molhada, escorregava… Tive que segurar a bunda dura dela pra ela parar de deslizar.
Devagar nos deitamos na cama e foi como se uma fúria A interna reprimida finalmente encontrou sua via de escape. Começou a gemer desesperadamente, se contorcia de prazer a cada roçar dos nossos corpos, cravou as unhas nas minhas costas suavemente, me beijava e mordia sem controle.
Da minha parte, eu tinha me entregado ao jogo dela, não deixei parte do seu corpinho branco sem morder, lamber ou tocar… Só ignorei a buceta molhada dela, pra qual eu guardava minha maior atenção…
Uma nova explosão dos seus fluidos veio quando lambi pela primeira vez a vulva dela…
Embora houvesse uma certa resistência da parte dela, não conseguia parar meu avanço, cada vez mais intenso.
Minha língua percorreu ternamente toda a buceta dela, sugando até a última gota do seu caldo quente e salgado. Isso me deixava ainda mais excitado e, por consequência, minha vontade de penetrar aquele “buraquinho” era quase incontrolável.
Tentei deslizar um dedo, mas ela me impediu quase na hora. Com uma careta de susto no rosto, sentou na cama, se afastando de mim.
— O que foi, Jime…? — perguntei.
— Não fica bravo, mas tô com medo…
— Por quê? O que houve? Fiz algo que você não gostou?
— Não, Marce, é tudo muito lindo, muito gostoso, mas… — fez uma pausa breve.
— Sou virgem…
— Ehhh…!!!! Como assim você é virgem…??? — perguntei incrédulo.
— Pedi pra você não ficar bravo… Sim, sou virgem e quero transar com você, mas tenho medo de doer muito…
Na real, eu não tava bravo, só perplexo, era a última coisa que esperava ouvir naquele momento. Claro que várias vezes, só por ser homem, eu tinha imaginado, sonhado, idealizado, fantasiado, etc., uma situação como essa. Mas reconheço, até hoje, que na hora só dois pensamentos passaram pela minha cabeça. Ou eu parava tudo ali, incompleto, deixando a Jimena ser desvirginada por alguém que realmente gostasse dela ou tivesse um sentimento genuíno, ou continuava, levado pela excitação, com esse encontro casual que não deixava dúvidas de que seria só isso, um momento de sexo e nada mais. mas...??
Todo um dilema...
Talvez os vestígios de excitação e medo no rosto dela fizeram com que eu me abrisse e dissesse o que estava rolando comigo.
- Obrigado por me contar, outro teria me mandado pastar – ela disse
- Eu não sou "outro"... sou assim, não me calo, e é por isso que agora não sei mais o que dizer ou fazer – respondi.
Imagino que foi minha confissão que abriu o caminho, porque ela me olhou por um tempo, se aproximou, me abraçou e me beijou como se nada tivesse acontecido.
- Quero que você seja o primeiro – ela sussurrou no meu ouvido.
- Não importa o que aconteça depois, quero você dentro de mim, agora... – continuou.
Olhei pra ela e comecei a beijar e lamber os peitos dela. Minhas mãos percorriam o corpo dela com suavidade... belisquei ternamente os mamilos dela enquanto minha língua brincava no umbigo dela.
A resposta era provocante, excitante... ela ofegava fundo, isso me esquentava...
Cheguei no clitóris dela, tava bem durinho, a cada roçada da minha língua ou lábios, vinha um espasmo... um atrás do outro...
Meu dedo anelar entrou bem devagar na buceta dela, com todo cuidado pra não machucar... Era tudo muito instintivo; mesmo querendo possuir ela, também queria que fosse da forma mais maravilhosa... pelo menos, tentava ser uma lembrança gostosa pro futuro.
Devo ter estimulado ela por uns vinte minutos, tentando fazer ela aproveitar ao máximo, o que consegui fácil...
- Chupa minha rola – ordenei
Ela pegou meu pau, e começou a lamber, buscando com os olhos minha aprovação. Era óbvio que não tinha muita prática nisso. Pouco me importei quando com os dentes ela me fez doer. Tinha uma certa falta de jeito nos movimentos dela, mas naquela altura, eu "perdoava" qualquer coisa. A libido fez das suas e apesar de tudo tive que pedir pra ela parar um instante porque tava quase gozando.
Pra me reacomodar e "esfriar" um pouco, virei ela de costas e sem parar de brincar com meus dedos no clitóris e na buceta dela, comecei a lamber a bunda dura e branca dela...
A buceta dela tava muito molhada, meus dedos se deslizavam com muita facilidade.
Ela contraía os glúteos, impedindo que eu pudesse lamber o cu dela. Deixei que ela fosse se soltando sozinha até se oferecer por completo… chupei aquele buraco desejado, lubrifiquei pra que meu dedo, que tinha abandonado a buceta dela, começasse seu trabalho…
O dedo foi entrando quase de milímetro em milímetro, mas não houve nenhuma reclamação da parte da Jime,
depois de um tempo já eram dois dedos, enquanto minha boca percorria as costas, o pescoço, as orelhas… Bahhh, TUDO…!!!
Deitei ela no meio da cama, e não precisei pedir mais nada. Ela abriu as pernas e me ofereceu o tesouro dela, nunca antes violado.
Comecei a penetrar ela bem devagar, meus movimentos eram bem suaves no começo, depois foram aumentando de intensidade. Nesse ponto, o "feito estava consumado", e os lençóis eram o reflexo do que tinha acontecido. Uma grande mancha rosada coroava o centro da cama, uma mistura do sangue dela e dos sucos que não paravam de jorrar.
Não quis deixar ela saber, só me deitei de lado e acomodei ela em cima de mim, queria que ela, com a inocência perdida e a falta de prática, engolisse todo o meu pau e me levasse ao clímax. E foi o que ela fez. Ela me "cavalgou" do jeito que quis, atrapalhadamente talvez, mas também de um jeito delicioso, e eu curti quando uma explosão de gozo inundou os peitos dela.
Ela não disse nada, se levantou e foi no banheiro se limpar. Eu, enquanto isso, observava cada movimento dela, deitado na cama com meu pau já mole.
Ela voltou e começou a limpar meu pau, quase com devoção, e depois começou a acariciar ele, quase brincando.
Eu estava absorto olhando pra ela… nenhum dos dois disse uma palavra, só trocávamos olhares…
Depois de um tempo, como era de se esperar e imaginar, estávamos fazendo de novo. Eu um pouco mais relaxado e calmo, ela com a mesma intensidade do começo.
Tinha na Jimena uma tal curtição do prazer recém-descoberto que ela me pediu pra penetrar ela no cu, coisa que fiz sem nenhum receio, gozando de novo na bunda dela.
De manhã, depois de um breve Mas o sono reparador, voltamos à ativa e fomos interrompidos pelo Carlos… Ele tinha que ir trabalhar… Aceleramos o processo e foi tão maravilhoso quanto o resto da noite. Nos vestimos e eu acompanhei ela até a casa dela. Dá pra acreditar que desde aquele dia nunca mais a vi…!!! Pois é, nunca mais consegui encontrá-la… fui no quiosque e ela já não trabalhava mais… passei na casa e bati na porta como quem se enganou de casa e nada… ninguém saiu… Com o tempo, a Natália me contou que ficou sabendo que a mãe da Jimena tinha ficado muito brava com o horário que ela chegou naquele dia, tinha batido nela com força e mandado ela pra Buenos Aires com uma parente… Tudo ficou só numa história bonita e numa lembrança gostosa de aniversário.
Antes de sair de casa, Carlos ligou pra namorada dele pra avisar que a gente tava a caminho e que a gente se encontraria depois do programa. Foi nesse momento que a Natália (a namorada do Carlos) falou que ia esperar a gente no quiosque que ficava a meia quadra da rádio.
A questão é que depois do programa, a gente foi buscar a Natália pra ir pra casa jantar e depois sair.
Chegamos…, a Nata tava batendo papo com a Jimena, a jovem vendedora que tava no turno dela. Saudações de praxe e os “feliz aniversário” de sempre pra mim. A gente ficou conversando um pouco pra ver o que ia fazer e combinamos de nos encontrar em casa pra fazer um jantar entre os quatro (SIM…, os quatro).
Acontece que como eu tava sozinho, sem namorada na época, a Nata tinha conseguido convencer a baixinha (Jimena) a se juntar a gente na comemoração, e de quebra ver se rolava algo entre nós dois.
Deixo claro que ninguém além da minha amiga conhecia a Jimena.
Combinamos de ir com o Carlos preparar o jantar enquanto as minas esperavam o substituto chegar no quiosque pra ir. No caminho, a gente ficava imaginando mil e uma coisas do que podia rolar naquela noite.
De uma coisa só a gente tinha certeza: era que o Carlos já dava como certo que ia transar em casa (obviamente com a namorada dele). Da minha parte, eu desejava poder fazer o mesmo, mas tudo ficava na sorte e dependia só de como ia ser o papo com essa mina que eu tinha acabado de conhecer, e do que a Natália podia fazer no papel dela de “cupido” enquanto os minutos passavam até a gente se encontrar.
Eram 10 da noite quando a campainha tocou, já tava quase Tudo pronto. Era a Natalia, sozinha, quem tinha chegado… Tenho que admitir que todas as minhas expectativas foram por água abaixo quando vi ela chegar sem companhia…
Perguntei o que tinha acontecido, se a Jimena tinha desistido ou se a tão esperada substituta não tinha vindo…
— Nããão…, ela já vem — respondeu — foi se trocar e comprar um presentinho pra você, não queria vir de mãos vazias…
— Fica tranquilo… já tá tudo resolvido… — continuou
— Como assim tudo resolvido? O que você disse pra ela? — perguntei
— Nada…, você agradou muito ela e por isso ela vem… só isso… nada mais
A Nata não se dignou a falar mais nada sobre o assunto, mudando a conversa para o que a gente tinha cozinhado e como tinha sido tanto no jogo quanto no programa.
Não passaram nem vinte minutos, e a campainha tocou de novo, era a Jimena…
Ela era pequenininha, não media mais de 1,60. Não posso dizer que era loira, porque tinha uns toques avermelhados no cabelo curto, olhos verdes, pele muito branca, salpicada de um monte de sardas, e enfeitava constantemente o rosto com um sorriso enorme, emoldurado por um par de lábios finos.
Recebi ela com um beijo na bochecha e levei pra sala, onde meus amigos esperavam. Pude perceber que ela tinha um corpo compatível com a altura, pernas bonitas e uma bunda avantajada, que a calça jeans que ela vestia marcava e exibia de um jeito bem peculiar. Os peitos dela eram pequenos, mas durinhos, com um par de mamilos que apareciam através da blusa de linha branca.
Ela tinha me comprado uma garrafa de vinho de presente. Agradeci pelo mimo, de novo com um beijo. Notei que ela estava meio desconfortável, tensa…, porque não nos conhecia, mas com muito tato (coisa que às vezes me falta), consegui que ela fosse relaxando aos poucos. Quando fomos pra sala de jantar, a timidez dela já tinha ido embora.
Jantamos entre conversas e risadas, frases de duplo sentido e piadas de putaria, como se fôssemos amigos de infância.
Descobrimos que ela tinha 18 anos, que era de Capital Federal, que fazia vários anos que Tava na cidade, por causa do trampo da mãe dela. Moravam as duas sozinhas, já que o pai tinha morrido. Tava terminando o ensino médio. Tava sem namorado fazia um tempão. E fazia uns meses que tava trabalhando na banca de jornal.
Tive que responder um monte de perguntas sobre mim e minha vida amorosa, coisa que eu já imaginava que podia rolar (acho que era mais pra confirmar o que a Nata tinha contado do que por curiosidade mesmo).
Na hora do café, voltamos pra sala. Quase sem planejar, sentamos juntos num dos sofás. Já tinha quebrado outra barreira, a gente tava se roçando de leve em algumas partes do corpo. O Carlos, vendo a situação, começou a zoar e “encher o saco”, falando que a gente combinava demais como casal. A Natalia também não ficou atrás e ficava insistindo pra gente se beijar. O telefone tocou, a gente ficou em silêncio e eu atendi. Era a Mariela, uma mina que eu tava tentando “pegar” uns dias antes e que prometi ligar de volta (promessa que não cumpri).
Ela queria me ver, naquela noite… Falei que tava ocupado, mas pouco se importou, dei umas explicações tudo na frente da Jimena, que me olhava meio confusa e sem graça.
Claro que minha convidada perguntou quem era e o que tinha rolado, aí “pintei” de contar com todos os detalhes o que aconteceu.
Quando a gente percebeu, tava sozinho na sala. A gente se distraiu tanto com a conversa, que nem notamos que o Carlos e a Nata já tinham ido pro quarto. A gente ficou em silêncio, tentando escutar alguma coisa, uma puta bobagem, mas a curiosidade tava matando… Nada… por enquanto!!!
A gente se olhou e caiu na risada junto, era uma total idiotice o que a gente tava fazendo.
O telefone tocou de novo, era a Mariela de novo, insistindo pra me ver. Falei que não podia porque tava com alguém… Pra que eu falei isso???
Ela começou a gritar que eu era um filho da p…, que tinha usado ela e todas essas coisas que se falam quando o despeito aparece. Tentei Acalmar ela com sorte nenhuma. Jimena já tinha se levantado e ficado do meu lado, ouvindo tudo. Do outro lado, não paravam de me xingar, eu já não sabia mais o que fazer; se eu desligasse, ela ia ficar me ligando toda hora, eu não teria paz. A baixinha pegou o telefone e começou a falar. Eu fui pro banheiro, a natureza tava me chamando; quando voltei, ela me passou o telefone fazendo sinal de que já estava tudo resolvido e que ela tava mais calma. E era verdade, tudo tinha se acalmado; ela me pediu desculpas por tudo que tinha me dito, prometeu me ligar de novo outra hora e desligou. Fiquei perplexo, não entendi porra nenhuma… Olhei pra Jimena buscando uma explicação, e ela só sorria…
— O que você disse pra ela se acalmar? — perguntei
— Nada de mais… só que eu era sua prima de Buenos Aires e que tava conhecendo o Sul, e umas outras besteiras que não vêm ao caso — respondeu
Agradeci e me aproximei pra dar um beijo nela, retribuindo o favor. Ela foi direta, nem hesitou um segundo… enquanto eu me aproximava, ela segurou meu rosto e colou os lábios com força nos meus. A língua dela percorreu toda a minha boca com vontade. Mordeu de leve meus lábios quando tentou se afastar e partiu pra cima de novo, mas dessa vez começando a me despir. Tirou minha camiseta e começou a beijar meu peito. Tirei o suéter dela e vi que os mamilos estavam bem durinhos; arranquei o sutiã, deixando à mostra um belo par de peitos. Sem parar de me olhar, ela abriu minha calça e continuou me beijando, e eu respondi quase que num frenesi. Mais de um já deve imaginar que nessa altura eu tava muito excitada, meu pau tava pedindo pra ser notado aos berros. Avancei nos peitos dela, lambia e beijava como se fosse a primeira vez, minhas mãos brincaram um pouco neles e depois foram atrás da bunda dela… Depois de um tempo, que pareceu uma eternidade, consegui abrir e começar a descer a calça dela. Me ajoelhei, beijando a barriga dela, pra poder tirar o jeans e as botas que ela tava usando. Tinha comecei a gemer com o jogo da minha língua na pele dela. Ela puxava meu cabelo, tava excitadíssima…
Passei minha língua pela virilha dela sem nem roçar a buceta, senti o primeiro espasmo dela, na hora que a calcinha começou a molhar.
Achei que era hora de levar ela pro quarto, então levantei ela e, com meu rosto colado nos peitos dela, fui pra lá.
Devagarzinho fui deitando ela na cama, ela acendeu o abajur, sentou na beirada, baixou minha calça e cueca de uma vez só e ficou olhando.
Meu pau praticamente ficou na frente do rosto dela, ela não fez nem tentou fazer nada, essa atitude não me chamou a atenção, porque imaginei que ela tava deixando eu tomar a iniciativa.
Olhei pra ela, as bochechas estavam rosadas, denunciando o nível de excitação, já que a pele dela era extremamente branca. Por algum motivo, isso me excitava, nunca tinha estado com alguém com essa pele.
Peguei ela pelos ombros e puxei pra perto de mim, queria que ela sentisse o roçar do meu membro quente na barriga dela. Nem preciso dizer que não só tínhamos uma diferença de idade evidente, mas também uma diferença de altura de mais de 20 cm.
Tive que me abaixar um pouco pra beijar ela de novo, quando senti o segundo espasmo vindo dela.
Acariciei a bunda dela e comecei a tirar a calcinha, que nessa altura já tava toda molhada com os sucos dela.
Ela não parava de tremer a cada toque dos meus dedos. Acho que só de tirar o último pedaço de roupa que restava fez ela se molhar de novo.
Não vou negar que isso me chamou a atenção, e até quase perguntei sobre isso, mas tratei como algo natural nela. Essa situação fazia eu também ficar excitado pra caralho. Totalmente nus, abracei ela e beijei fundo. Levantei ela pra ficar confortável e ela respondeu enlaçando minha cintura com as pernas.
Ela tava muito molhada, escorregava… Tive que segurar a bunda dura dela pra ela parar de deslizar.
Devagar nos deitamos na cama e foi como se uma fúria A interna reprimida finalmente encontrou sua via de escape. Começou a gemer desesperadamente, se contorcia de prazer a cada roçar dos nossos corpos, cravou as unhas nas minhas costas suavemente, me beijava e mordia sem controle.
Da minha parte, eu tinha me entregado ao jogo dela, não deixei parte do seu corpinho branco sem morder, lamber ou tocar… Só ignorei a buceta molhada dela, pra qual eu guardava minha maior atenção…
Uma nova explosão dos seus fluidos veio quando lambi pela primeira vez a vulva dela…
Embora houvesse uma certa resistência da parte dela, não conseguia parar meu avanço, cada vez mais intenso.
Minha língua percorreu ternamente toda a buceta dela, sugando até a última gota do seu caldo quente e salgado. Isso me deixava ainda mais excitado e, por consequência, minha vontade de penetrar aquele “buraquinho” era quase incontrolável.
Tentei deslizar um dedo, mas ela me impediu quase na hora. Com uma careta de susto no rosto, sentou na cama, se afastando de mim.
— O que foi, Jime…? — perguntei.
— Não fica bravo, mas tô com medo…
— Por quê? O que houve? Fiz algo que você não gostou?
— Não, Marce, é tudo muito lindo, muito gostoso, mas… — fez uma pausa breve.
— Sou virgem…
— Ehhh…!!!! Como assim você é virgem…??? — perguntei incrédulo.
— Pedi pra você não ficar bravo… Sim, sou virgem e quero transar com você, mas tenho medo de doer muito…
Na real, eu não tava bravo, só perplexo, era a última coisa que esperava ouvir naquele momento. Claro que várias vezes, só por ser homem, eu tinha imaginado, sonhado, idealizado, fantasiado, etc., uma situação como essa. Mas reconheço, até hoje, que na hora só dois pensamentos passaram pela minha cabeça. Ou eu parava tudo ali, incompleto, deixando a Jimena ser desvirginada por alguém que realmente gostasse dela ou tivesse um sentimento genuíno, ou continuava, levado pela excitação, com esse encontro casual que não deixava dúvidas de que seria só isso, um momento de sexo e nada mais. mas...??
Todo um dilema...
Talvez os vestígios de excitação e medo no rosto dela fizeram com que eu me abrisse e dissesse o que estava rolando comigo.
- Obrigado por me contar, outro teria me mandado pastar – ela disse
- Eu não sou "outro"... sou assim, não me calo, e é por isso que agora não sei mais o que dizer ou fazer – respondi.
Imagino que foi minha confissão que abriu o caminho, porque ela me olhou por um tempo, se aproximou, me abraçou e me beijou como se nada tivesse acontecido.
- Quero que você seja o primeiro – ela sussurrou no meu ouvido.
- Não importa o que aconteça depois, quero você dentro de mim, agora... – continuou.
Olhei pra ela e comecei a beijar e lamber os peitos dela. Minhas mãos percorriam o corpo dela com suavidade... belisquei ternamente os mamilos dela enquanto minha língua brincava no umbigo dela.
A resposta era provocante, excitante... ela ofegava fundo, isso me esquentava...
Cheguei no clitóris dela, tava bem durinho, a cada roçada da minha língua ou lábios, vinha um espasmo... um atrás do outro...
Meu dedo anelar entrou bem devagar na buceta dela, com todo cuidado pra não machucar... Era tudo muito instintivo; mesmo querendo possuir ela, também queria que fosse da forma mais maravilhosa... pelo menos, tentava ser uma lembrança gostosa pro futuro.
Devo ter estimulado ela por uns vinte minutos, tentando fazer ela aproveitar ao máximo, o que consegui fácil...
- Chupa minha rola – ordenei
Ela pegou meu pau, e começou a lamber, buscando com os olhos minha aprovação. Era óbvio que não tinha muita prática nisso. Pouco me importei quando com os dentes ela me fez doer. Tinha uma certa falta de jeito nos movimentos dela, mas naquela altura, eu "perdoava" qualquer coisa. A libido fez das suas e apesar de tudo tive que pedir pra ela parar um instante porque tava quase gozando.
Pra me reacomodar e "esfriar" um pouco, virei ela de costas e sem parar de brincar com meus dedos no clitóris e na buceta dela, comecei a lamber a bunda dura e branca dela...
A buceta dela tava muito molhada, meus dedos se deslizavam com muita facilidade.
Ela contraía os glúteos, impedindo que eu pudesse lamber o cu dela. Deixei que ela fosse se soltando sozinha até se oferecer por completo… chupei aquele buraco desejado, lubrifiquei pra que meu dedo, que tinha abandonado a buceta dela, começasse seu trabalho…
O dedo foi entrando quase de milímetro em milímetro, mas não houve nenhuma reclamação da parte da Jime,
depois de um tempo já eram dois dedos, enquanto minha boca percorria as costas, o pescoço, as orelhas… Bahhh, TUDO…!!!
Deitei ela no meio da cama, e não precisei pedir mais nada. Ela abriu as pernas e me ofereceu o tesouro dela, nunca antes violado.
Comecei a penetrar ela bem devagar, meus movimentos eram bem suaves no começo, depois foram aumentando de intensidade. Nesse ponto, o "feito estava consumado", e os lençóis eram o reflexo do que tinha acontecido. Uma grande mancha rosada coroava o centro da cama, uma mistura do sangue dela e dos sucos que não paravam de jorrar.
Não quis deixar ela saber, só me deitei de lado e acomodei ela em cima de mim, queria que ela, com a inocência perdida e a falta de prática, engolisse todo o meu pau e me levasse ao clímax. E foi o que ela fez. Ela me "cavalgou" do jeito que quis, atrapalhadamente talvez, mas também de um jeito delicioso, e eu curti quando uma explosão de gozo inundou os peitos dela.
Ela não disse nada, se levantou e foi no banheiro se limpar. Eu, enquanto isso, observava cada movimento dela, deitado na cama com meu pau já mole.
Ela voltou e começou a limpar meu pau, quase com devoção, e depois começou a acariciar ele, quase brincando.
Eu estava absorto olhando pra ela… nenhum dos dois disse uma palavra, só trocávamos olhares…
Depois de um tempo, como era de se esperar e imaginar, estávamos fazendo de novo. Eu um pouco mais relaxado e calmo, ela com a mesma intensidade do começo.
Tinha na Jimena uma tal curtição do prazer recém-descoberto que ela me pediu pra penetrar ela no cu, coisa que fiz sem nenhum receio, gozando de novo na bunda dela.
De manhã, depois de um breve Mas o sono reparador, voltamos à ativa e fomos interrompidos pelo Carlos… Ele tinha que ir trabalhar… Aceleramos o processo e foi tão maravilhoso quanto o resto da noite. Nos vestimos e eu acompanhei ela até a casa dela. Dá pra acreditar que desde aquele dia nunca mais a vi…!!! Pois é, nunca mais consegui encontrá-la… fui no quiosque e ela já não trabalhava mais… passei na casa e bati na porta como quem se enganou de casa e nada… ninguém saiu… Com o tempo, a Natália me contou que ficou sabendo que a mãe da Jimena tinha ficado muito brava com o horário que ela chegou naquele dia, tinha batido nela com força e mandado ela pra Buenos Aires com uma parente… Tudo ficou só numa história bonita e numa lembrança gostosa de aniversário.
5 comentários - Jimena e meu aniversário de 25
ojala un dia la vuelvas a ver 😉 😉 😉
saludos y gracias x la invitacion
Marchan antitos!!
Muy agradecidos por haber tomado, con buena onda y predisposición, la sugerencia que te hicimos.
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
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