Uns anos atrás, eu tinha uma amiga com benefícios (transar sem compromisso de nenhum tipo).
No último fim de semana, a gente saiu e ela me contou que estava com dores nas costas e tomou um relaxante muscular. Depois de um pouco de álcool, como sempre, acabamos na minha cama. Como de costume, ela fala um pouco da vida, do trabalho e, depois de desabafar um pouco, começa o sexo.
Mas dessa vez parecia diferente: depois de uns 20 minutos, ela começou a ficar mais lenta, até que se virou de lado e eu a penetrava por trás. Aí percebi que ela tinha apagado por causa do relaxante muscular e do álcool.
Então pensei em parar. Parei, me deitei ao lado dela, e ela continuava na mesma posição. Aí não consegui resistir e decidi tentar penetrá-la de novo. Ajeitei meu corpo atrás dela, um pouco mais pra baixo para encaixar direito. Separei com muito cuidado as nádegas dela e os lábios da buceta, só o suficiente para poder penetrá-la. Então enfiei bem devagar, mas só uns centímetros.
Quando vi que ela não reagia, penetrei completamente e fiquei parado, esperando pra ver o que acontecia. Não aconteceu nada, então comecei a me mover bem devagar, bombando aquela buceta gostosa, quente e molhada, sem que ela dissesse uma palavra.
Depois de uns dois minutos, quando já tava ficando bom, ela se mexeu um pouco pra se ajeitar. Tirei o pau na hora, fiquei parado, mas ela continuava dormindo do mesmo jeito. Mas não conseguia penetrá-la de novo, então decidi enfiar meus dedos entre as nádegas dela pra achar um ângulo melhor.
Quando toquei o cu dela com meus dedos, ele se contraiu, apertando suavemente meu dedo. Pensei que seria demais, mas não consegui tirar o dedo (a gente já tinha feito sexo anal outras vezes, mas bem raramente). Molhei o dedo com saliva e consegui enfiar uma falange sem que ela se incomodasse. Mas não dava pra enfiar mais que isso. Aí lembrei que junto com as camisinhas vinha um sachê pequeno de lubrificante. Levantei pelado pra pegar minha jaqueta. Onde estava a caixa e peguei o lubrificante, coloquei um pouco no meu dedo e lubrifiquei o cu dela umas duas vezes até conseguir enfiar o dedo inteiro suavemente. Passei o resto no meu pau e, com cuidado, afastei as nádegas dela.
Aí, devagar, coloquei a ponta do pau e fui empurrando lentamente até penetrar uns centímetros e esperei a reação dela.
Nada.
Depois, penetrei até a metade e continuou igual. Comecei a bombear aquele cu quente e gostoso com cuidado, enquanto separava as nádegas dela com uma mão e tentava não fazer muito barulho ao respirar, ouvindo qualquer sinal de que ela acordasse.
Então peguei meu celular sem acender a luz, enquanto iluminava com o dela, e tirei umas fotos. Porque não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Tirei o pau, coloquei a camisinha e, momentos depois, comecei a sentir a pressão e não aguentei mais: gozei dentro do cu dela.
Mas não tirei o pau até um tempo depois para sentir o calor do cu dela.
Cansado, limpei os restos de lubrificante nela, tirei a camisinha e me deitei ao lado dela.
Na manhã seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, conversamos e ela não mencionou nada, nem sentiu nada estranho. Acho que aquele relaxante muscular ajudou a tornar tudo mais fácil e ela não teve nenhuma consequência no dia seguinte.
Não sei o que vai rolar na próxima vez, mas...
Conto essa história pra vocês, que não me conhecem e talvez nunca vão me conhecer, pra que alguém saiba disso, já que eu jamais vou contar pessoalmente pra ninguém. Não tem rostos nas fotos, nem nomes. Nem lugares. Preciso contar pra perceber que foi real.
Não sei se fiz certo ou errado — julguem vocês.
No último fim de semana, a gente saiu e ela me contou que estava com dores nas costas e tomou um relaxante muscular. Depois de um pouco de álcool, como sempre, acabamos na minha cama. Como de costume, ela fala um pouco da vida, do trabalho e, depois de desabafar um pouco, começa o sexo.
Mas dessa vez parecia diferente: depois de uns 20 minutos, ela começou a ficar mais lenta, até que se virou de lado e eu a penetrava por trás. Aí percebi que ela tinha apagado por causa do relaxante muscular e do álcool.
Então pensei em parar. Parei, me deitei ao lado dela, e ela continuava na mesma posição. Aí não consegui resistir e decidi tentar penetrá-la de novo. Ajeitei meu corpo atrás dela, um pouco mais pra baixo para encaixar direito. Separei com muito cuidado as nádegas dela e os lábios da buceta, só o suficiente para poder penetrá-la. Então enfiei bem devagar, mas só uns centímetros.
Quando vi que ela não reagia, penetrei completamente e fiquei parado, esperando pra ver o que acontecia. Não aconteceu nada, então comecei a me mover bem devagar, bombando aquela buceta gostosa, quente e molhada, sem que ela dissesse uma palavra.
Depois de uns dois minutos, quando já tava ficando bom, ela se mexeu um pouco pra se ajeitar. Tirei o pau na hora, fiquei parado, mas ela continuava dormindo do mesmo jeito. Mas não conseguia penetrá-la de novo, então decidi enfiar meus dedos entre as nádegas dela pra achar um ângulo melhor.
Quando toquei o cu dela com meus dedos, ele se contraiu, apertando suavemente meu dedo. Pensei que seria demais, mas não consegui tirar o dedo (a gente já tinha feito sexo anal outras vezes, mas bem raramente). Molhei o dedo com saliva e consegui enfiar uma falange sem que ela se incomodasse. Mas não dava pra enfiar mais que isso. Aí lembrei que junto com as camisinhas vinha um sachê pequeno de lubrificante. Levantei pelado pra pegar minha jaqueta. Onde estava a caixa e peguei o lubrificante, coloquei um pouco no meu dedo e lubrifiquei o cu dela umas duas vezes até conseguir enfiar o dedo inteiro suavemente. Passei o resto no meu pau e, com cuidado, afastei as nádegas dela.
Aí, devagar, coloquei a ponta do pau e fui empurrando lentamente até penetrar uns centímetros e esperei a reação dela.
Nada.
Depois, penetrei até a metade e continuou igual. Comecei a bombear aquele cu quente e gostoso com cuidado, enquanto separava as nádegas dela com uma mão e tentava não fazer muito barulho ao respirar, ouvindo qualquer sinal de que ela acordasse.
Então peguei meu celular sem acender a luz, enquanto iluminava com o dela, e tirei umas fotos. Porque não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Tirei o pau, coloquei a camisinha e, momentos depois, comecei a sentir a pressão e não aguentei mais: gozei dentro do cu dela.
Mas não tirei o pau até um tempo depois para sentir o calor do cu dela.
Cansado, limpei os restos de lubrificante nela, tirei a camisinha e me deitei ao lado dela.
Na manhã seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, conversamos e ela não mencionou nada, nem sentiu nada estranho. Acho que aquele relaxante muscular ajudou a tornar tudo mais fácil e ela não teve nenhuma consequência no dia seguinte.
Não sei o que vai rolar na próxima vez, mas...
Conto essa história pra vocês, que não me conhecem e talvez nunca vão me conhecer, pra que alguém saiba disso, já que eu jamais vou contar pessoalmente pra ninguém. Não tem rostos nas fotos, nem nomes. Nem lugares. Preciso contar pra perceber que foi real.
Não sei se fiz certo ou errado — julguem vocês.
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