Quero compartilhar essa história, não sei se já foi publicada e também não é minha, mas a verdade é que me deixa louca!!!!! e queria dividir isso.Minha namorada me traiu com meu amigo (humilhada analmente)
Essa é minha primeira história e, pelo especial que isso é, preferi contar pra vocês uma história 99% real que aconteceu comigo há alguns anos. Os fatos, datas e lugares são reais, mas os nomes não. O fato que vou contar foi num sábado, 22 de setembro de 2004.
A gente era um grupo de amigos/as que ia religiosamente dançar todo sábado. O grupo era formado por: Carla (minha namorada na época, a gente tava junto há 3 anos), ela tinha 24 anos naquela época. Ela era muito bonita de rosto (parecia bastante com a atriz Cody Lane), olhos castanhos grandes, cabelo liso preto, media 1,65m de altura, não tinha muito peito, não era uma tábua, mas também não dava pra sair por aí orgulhoso falando que tinha uma namorada peituda, era magra, boca carnuda e com uma bunda perfeita (era meu orgulho). Nas vezes que a gente foi de férias pra Mar del Plata, eu notava como os caras grudavam os olhos na raba dela, metade pela curva perfeita que aqueles glúteos desenhavam e metade porque Carla sabia que esse era o ponto forte dela e tirava vantagem usando biquínis meio pequenos.
Não me incomodava que olhassem pra ela, já que eles só podiam observar e bater uma punheta à noite pensando nela, e eu, na mesma noite, podia comer ela de boa por todos eles. O problema é que nunca consegui comer ela direito porque ela usava a desculpa típica de "medo de doer"... a gente tinha tentado algumas vezes, mas por ansiedade ela não lubrificava bem o buraco ou, com pressa, eu tentava meter de uma vez, causando uma dor suficiente pra ela não deixar eu tentar de novo no futuro. Mesmo assim, eu me contentava com aqueles boquetes fodas que ela fazia, embora também não gostasse de engolir a porra, mas ainda assim a gente transava bem.
No grupo também estavam Emilio e Florencia, eles eram um casal há 2 anos, Emilio era meu melhor amigo e Florencia era amiga íntima da Carla (se conheciam desde o jardim de infância). infantes), o resto do grupo era formado pelo Patrício, Juliano e Verônica. Todos os caras do grupo tínhamos 25 anos e fizemos o ensino médio inteiro juntos.
Patrício, meu amigo e também melhor amigo do Emílio, era grandalhão, media quase 1,90, fazia artes marciais, ia direto na academia, não era um fisiculturista, mas tinha os músculos definidos. Ele era de pele branca, cabelo preto bem curto, e geralmente usava barba por fazer de uma semana, aquele visual de "mauzão" que atraía as mulheres. A principal virtude que o Patrício tinha (além do físico) era que ele era muito chegado com as minas, tinha um papo bom pra pegar mulher... mas nem precisava muito, era bonitão e isso já bastava pra ele pegar quase uma mina por sábado e levar pra casa dele. Era o pegador do grupo e as garotas sabiam disso porque quase sempre ele saía da balada bem acompanhado. Morava sozinho há mais de um ano.
Era um cara gente boa na vida social, mas na intimidade era o mais pervertido e degenerado. Muitas vezes a gente se reunia, os caras, na casa dele e ele mostrava os acessórios que usava com as minas que ele pegava e acabavam na cama com ele... algemas, cremes lubrificantes, consolos de vários tamanhos, vendas, etc... mas a gente não ia só pra ver essas tranqueiras que ele tinha, a gente ia porque esse degenerado filmava as relações sexuais dele com uma câmera escondida que tinha no quarto. Lá a gente podia ver na televisão o quão perverso ele era, e também via as humilhações que as minas que transavam com ele sofriam, e curiosamente a maioria delas aceitava tudo de boa (deve ser difícil bancar a santinha quando tão te metendo uma pica de quase 21 cm, como o próprio Patrício dizia ter).
Lembro de um dos vídeos que me deu "graça". O Patrício tinha conhecido na academia uma gostosa que tinha começado a ir fazia umas duas semanas... meio cheinha, 19 anos, loira com cachos, nariz empinado, peitão bom. tetas. No vídeo, dá pra ver ele destruindo analmente a gordinha que tava de quatro, enquanto ela soltava gritos de dor, mas ao mesmo tempo berrava com voz rouca, quase implorando pra ele continuar arrebentando a bunda dela, enquanto o par de tetas balançava no ritmo da foda que ele tava dando. Juro que quando vi o vídeo, pensei que a pobre garota ia ter que ser levada às pressas pro hospital pra costurar o cu dela, porque raramente vi uma gostosa ser tão selvagemente comida por trás.
No meio da sodomização, o Patrício fala pra gostosa esperar, que já voltava, daí pouco depois ele aparece de novo no quarto com uma maçã, manda a gordinha morder a maçã e segurar na boca, enquanto ele continuava o serviço dele. A gostosa fez cara de estranha, mas aceitou o pedido, enfiou a maçã na boca e ele seguiu com a foda desgraçada. Depois de alguns minutos, ele goza dentro dela (tava de camisinha) e quando tira a pica, fala pra loira: "Ahhh... que prazer me dá arrebentar o cu de umas porcas que nem você, gorda de cu arrombado."
A loira se trocou em 2 minutos e foi embora soltando uma enxurrada de xingamentos... assim era o Patrício, uma pessoa normal, mas na intimidade ele soltava o "Mr. Hyde sexual" dele, adorava comer umas gostosas e humilhar elas... ele curtia isso. Esse segredo só nós homens do grupo sabíamos, nunca contamos pras mulheres com medo de acharem que ele era um doente e excluírem ele. Todo mundo se dava bem com todo mundo e a gente queria que a harmonia do grupo continuasse do mesmo jeito.
Bom, depois de apresentar os "personagens", continuo com a história. Chegou o sábado (22/9). A gente se encontrou num bar da área de Villa Pueyrredon, Capital Federal. No grupo, a gente bebia pra caralho, dançava com as nossas minas, com as minas dos outros sempre na moral e no respeito, se divertia e continuava bebendo. O Patrício falou pra mim e pro Emílio que tava há uma semana sem relacionamentos e que também nunca tinha se masturbado e que, se hoje comesse uma gostosa, ia dar um belo jato de porra. No decorrer da noite, comecei a me sentir mal, não tinha comido nada e o álcool me bateu forte e rápido, me sentia muito mal, então juntei o grupo e avisei que ia embora. Carla insistiu em me acompanhar até em casa, eu disse que não, que ela ficasse, porque durante a semana, entre o trabalho e a faculdade, o único momento de curtir um pouco de diversão todos juntos era no sábado. Falei pra ela ficar e que alguém depois levasse ela pra casa. Todo mundo já estava bêbado, mas o mais arruinado era eu... então me despedi.
No domingo, acordei à tarde com uma ressaca que mal me aguentava em pé. Liguei pra minha namorada pra saber como ela tinha ficado, mas o telefone tocava e ninguém atendia... mesma sorte quando liguei pela 2ª, 3ª e 4ª vez... já no fim da noite consegui falar com ela no telefone, notei a voz meio estranha, distante, cansada e com uma risada nervosa... perguntei o que estava acontecendo e ela disse que não era nada. Não dei muita importância... Durante aquela semana toda, ela parecia meio perdida, fria... No sábado seguinte, fomos todos dançar de novo e me chamou a atenção como Carla e Patricio mal se falavam... Florencia não dirigia a palavra pra Patricio... mas não dei muita bola pra isso e foi um sábado como qualquer outro. Mas a mesma sensação me pegou nos sábados seguintes... Até que eu não encontrava a Carla em casa nos horários em que ela geralmente estava, ela só dizia que tinha saído pra fazer "um trabalho da faculdade"... Comecei a achar que Carla estava me traindo, até perguntei um par de vezes, mas ela negava veementemente, mas o tratamento dela comigo tinha mudado.
Cada dia que passava, eu me sentia pior emocionalmente, precisava falar com alguém, então liguei pro Emilio porque precisava desabafar. Quando contei como me sentia, junto com como estava começando tratar a Carla e ver que o grupo já não era mais o mesmo desde aquela vez que fui embora antes, Emilio se quebrou e me contou a verdade que eu não queria enxergar. Ele me disse que Carla estava dando pra cima do Patricio. Emilio ainda comentou que Patricio mostrou uns vídeos deles dois transando… naquela hora minha alma se partiu em dois, não cabia na minha cabeça a quantidade de atrocidades que a Carla tinha sofrido… ingênuo que sou, perguntei se o Patricio (viciado em cu) tinha feito alguma coisa com a raba da minha mina (ela não curtia por ali) e o movimento da cabeça dele foi um "sim" enquanto fechava os olhos. Parti pra cima do Emilio, xinguei ele como nunca, perguntando por que não tinha me avisado antes. Ele só conseguiu dizer que há semanas não achava um jeito de me contar.
Naquele momento, o tesão doentio tomou conta de mim e pedi pra ele me contar como foi que aconteceu e o que ele viu nos vídeos… depois que ele me contou como aquilo começou (Patricio contou como conseguiu levar ela pra cama) e descreveu com todos os detalhes o primeiro vídeo, fui pra casa da Florencia pra ela confirmar ou desmentir o que Emilio tinha me dito. Eu sabia que a Carla contava tudo pra ela, já que eram amigas íntimas… quando cheguei na casa da Florencia, falei que já sabia de tudo e mandei ela contar tudo que a Carla tinha dito. Ela desabou no choro e pediu desculpas, disse que falou umas 10 vezes com a Carla pra ela terminar aquela relação, mas minha namorada não tinha a menor intenção de parar. O relato da Florencia era praticamente igual ao que o Emilio me contou e viu.
O que aconteceu naquele dia quando fui embora do rolê foi o seguinte: O grupo ficou mais um tempão, continuaram dançando, bebendo. Patricio aproveitou que minha mina tava sozinha e dançaram mais colados do que de costume. Emilio percebeu esse detalhe e começou a dançar com a Carla pra ela não cair nas garras do tarado do Patricio, que tava sob efeito de droga. do álcool. Quando saíram, Patrício se adiantou e disse pra Carla que daria uma carona até a casa dela. Emílio se meteu no meio, falou que ele e Florença iam levar ela, mas Carla cortou ele na hora e disse pro Emílio: “ah, para com isso, Pato se ofereceu educadamente pra me levar, além do mais vocês já estão em muitos no carro, já que vão todos pro mesmo lado. Eu vou com ele, até porque fica no caminho”. Emílio insistiu um pouco mais, mas a sorte já estava lançada, minha namorada foi embora com o Patrício. Foram até o carro, que estava a umas quadras dali, e partiram. Poucas quadras depois, Patrício estaciona numa rua escura, dizendo que tinha bebido demais e que precisava descansar uns minutos pra clarear a mente.
Nessa hora, Patrício fica olhando fixamente pra Carla, e ela, entre risadas, pergunta: “O que você tá olhando tanto, Pato?... Tô te agradando?”… E ele responde: “Sim, Carli, você tá demais… hoje você tá pra acabar com o crime”… Depois de falar isso, Patrício caiu na risada, dando a entender pra Carla que tava falando meio na brincadeira… mas meio a sério também. Carla, por causa do efeito do álcool, não conseguiu ficar de boca fechada e jogou gasolina na fogueira, respondendo: “Bom, você também tá de matar, tem um corpo bonito… não vem de humilde agora”.
Patrício percebeu na hora que Carla tava com a guarda baixa por causa de tudo que tinha bebido, e disse: “Que sortudo seu namorado de ter você, você é tão gostosa… quem me dera ter a sorte que ele tem”. Carla ficou séria e perguntou: “Pato, você tá tentando me pegar?”… Ele respondeu: “Me fala que você não me acha gostoso e não encho mais o saco”. Ela tava sem nenhuma inibição, então respondeu com 100% de sinceridade: “Sim, você é lindo, mas eu tenho namorado”. Patrício rebateu: “Bom, se a gente fizesse alguma coisa, ele não precisaria saber, né?”. Carla, ainda mais séria, disse: “Sim, mas ficaria na minha consciência, como vou olhar na cara dele depois?”
Patrício, nem lerdo nem preguiçoso, rebateu: “Carlinha, depois que você faz, a culpa desaparece… você não sabe como Tô doido por você há um tempão", Carla fica muda e Patricio continua com sua "arte da conquista" dizendo: "Você não sabe como me excita, Carla, tem um rabo impressionante e uma boca que nesse momento tô fazendo um esforço sobre-humano pra não te beijar", Carla só consegue responder: "É, Pato, mas não acho que seja..." Minha namorada não terminou a frase e Patricio já tava dando o beijo mais profundo que Carla já tinha recebido, as línguas deles brincavam... Carla tava se entregando.
Num mínimo ato de resistência, Carla afasta Patricio e fala: "Patricio, a gente bebeu muito, vai dar merda, além disso não quero que você pense que sou uma qualquer, você já me comeu de beijo e se eu continuar assim a gente vai acabar fazendo besteira". Patricio, que já imaginava Carla com uma bandeira enfiada no cu escrito "dada", diz: "Se entrega aos seus impulsos, não pensa... só sente, não faz o que deve fazer... faz o que você realmente tem vontade de fazer... e eu sei do que você tem vontade, dá pra ver nesse olhar safado... além disso, vi você olhando pro meu volume várias vezes". Na sequência, Patricio pegou ela pelos cabelos por trás e começou a beijar ela de novo, igual antes, mas agora Carla não resistiu mais, pelo contrário, ela também tava louca pelos beijos dele, já que minha namorada também agarrou a nuca dele, puxando a cabeça dele pra língua dele entrar mais fundo na boca dela...
Se beijaram apaixonadamente por uns minutos, meu amigo com a mão esquerda acariciava o pescoço dela e foi descendo devagar até o peito direito, começou a massagear com vontade, Carla só continuava comendo a boca do Patricio e começou a suspirar como se tivesse excitada. Patricio enfiou a mão por baixo da regata preta da Carla e começou a brincar com o bico do peito dela, minha namorada começou a ficar doida. Carla acariciava o peito dele e continuava comendo a boca dele, já tinha desabotoado quase toda a camisa dele. Patricio passou o braço direito por... atrás da nuca de Carla e com essa mão continuou brincando com os peitos dela enquanto com a mão esquerda desabotoou o jeans apertado que ela usava, abaixou o zíper e enfiou a mão dentro da calcinha rosa dela, apalpando a buceta molhada de Carla, até enfiou o dedo o mais fundo que pôde enquanto ela acompanhava a cena agora com gemidos de tesão. Patrício levantou a regata dela e fez um festim com os peitinhos da minha namorada, chupou, passou a língua, mordeu os seios e sugou os mamilos dela…
Depois de um tempo fazendo esse jogo preliminar, Patrício se acomodou no encosto da poltrona dele e inclinou pra trás o máximo que pôde, ficando quase deitado, desabotoou a calça e puxou o pauzão pra fora. Carla arregalou os olhos como “dois de ouro”, nunca tinha estado tão perto de um pau tão grande, só conseguiu dizer “Papai!... esse pau todo é seu?”, Patrício respondeu “…e isso que ainda não tô duro, vem cá, Carla, se comporta como uma boa puta e chupa ele, com esses lábios você deve fazer mágica”. Mal terminou de falar, com a mão esquerda puxou a pele do pau pra trás pra mostrar a cabeça da rola e com a mão direita pegou minha namorada pelos cabelos e guiou ela direto pro pau dele. Carla deu um beijo na cabeça, olhou pro Patrício, sorriu, mas ele não gostava de esperar na hora de um boquete e disse num tom imperativo: “Vai, puta, menos teatro e mais pau” e enfiou o pau na boca da minha namorada mais da metade, ela deu uma pequena ânsia, mas não tentou sair.
Minha namorada começou a chupar o pau do meu amigo com vontade, tava como desenfreada, chupava com gosto, enfiava o mais fundo que podia e ficava ali uns instantes enquanto passava a língua por todos os lados do pau. A cabeça da minha namorada subia e descia numa velocidade frenética devorando o orgulho do Patrício, ele acompanhava os movimentos com a mão na nuca dela enquanto dizia entre Gemidos: "Vai, vai... assim... chupa, chupa, chupa... vai! Que boquinha de chupar pica que tu tem, eu não me enganei, sempre falei que essa boca era de chupar pica". Depois pegou ela pelos cabelos, mandou a Carla abrir bem a boca e o Patricio começou a mexer o quadril pra frente e pra trás, enfiando a pica na boca dela... sim, ele tava comendo ela pela boca e ela adorava.
Ela fazia estalos e a saliva escorria pelo canto dos lábios. Patricio afundou a cabeça dela de novo na pica dele e depois segurou a base da pica e começou a mexer de um lado pro outro na boca dela, com a cabeça da pica fazendo pressão nas bochechas da minha namorada por dentro. Patricio tirava a pica da boca dela e esfregava na cara da minha namorada... batia com a pica como se fosse um porrete nas bochechas, na boca, no queixo e até fazia pressão com a cabeça da pica num dos buracos do nariz da minha namorada enquanto dizia: "Cheira a pica, sente o cheiro de macho, puta"... Carla afastou as mãos dele e ela mesma pegou a pica pra continuar chupando. Enquanto ela chupava, Patricio falava: "Vamos ver... fala com a pica dentro da boca, 'como eu gosto de chupar pica'" e ela repetia "cooooomooo euuuu goooostooo deee chuuuupaaaar piiiiicaaa".
Patricio sentiu que já era suficiente boquete pra estar no carro, e perguntou pra minha namorada se ela queria ir pro apartamento dele. Ela tava morrendo de vontade de ser comida, então aceitou na hora, e foram pra lá... no caminho de umas 20 quadras, Carla continuou chupando a pica dele enquanto Patricio dirigia, sem se importar se passavam por avenidas pouco movimentadas por causa do horário ou se paravam em algum semáforo.
Entraram e entre beijos e apalpadelas ele levou ela pro quarto dele. Carla não sabia com que tipo de pessoa ela estava prestes a ser comida e muito menos sabia o "segredo" da câmera escondida... Quando chegaram no quarto, Carla perguntou onde ficava o banheiro. Patricio ela disse onde era e aproveitou a ausência dele pra focar e ligar a câmera. Patricio tirou a camiseta, os tênis e as meias, só tava com a calça desabotoada… em poucos minutos entra a Carla com a regata preta e a tanga rosa vestidas, e na mão ela tinha o jeans e as sandálias.
Patricio ficou na frente dela, pegou as coisas que ela tinha na mão e jogou pro lado, enquanto dizia: “Hoje você vai saber o que é transar de verdade, puta, hoje eu te parto no meio, vou meter essa pica tão fundo que vai sair pela sua garganta… hoje vou fazer você se sentir uma puta barata”. Eu nunca tinha xingado a Carla com medo dela levar a mal… como eu tava errado, ela percebeu naquele dia que ficava excitada quando falavam obscenidades pra ela, então respondeu: “Vai, filho da puta, me parte no meio, me come bem comida, me faz tua com essa pica que você tem”.
Patricio pegou ela pelos cabelos de novo e fez ela se ajoelhar pra ficar com a carinha a centímetros da braguilha dele, ele abaixou a calça e a cueca, deixando o pau duro pronto pra levar mais uma mamada inesquecível que minha namorada tava morrendo de vontade de dar, não perdeu nem um segundo e já colocou ele na boca, ela olhava pra ele enquanto chupava e Patricio tava com uma mão na cintura e a outra segurando a cabeça dela acompanhando os movimentos da Carla. Patricio fala: “Carla, com essa mamada que você tá me dando, você lubrifica tão bem a minha pica que quando eu meter no seu cu nem vai ter resistência”, Carla parou o que tava fazendo pra dizer: “Não, Pato, no cu não… eu não gosto”.
Patricio rebate: “Fica tranquila, puta, que eu vou te iniciar no sexo anal como deve ser, você vai ver que vai acabar gostando e vai vir bater na minha porta pra eu arrebentar seu cu”, Carla falou: “Nem sonha, você tá doidão… eu por ali não faço”. Patricio responde: “Você Experimenta meu serviço completo e depois fala… Isso sim, para de falar igual um papagaio agora e se dedica a chupar minha pica, você não serve pra falar, você serve pra chupar pica… que cheiro de pica deve ter sua boca, vagabunda”. O Patrício tinha na parede um espelho de 2 metros por 2 metros que usava pra se ver enquanto comia a vítima da vez. Ele mandou a Carla se olhar no espelho pra ver como tava chupando a pica dele.
Assim ficaram um tempão até que o Patrício falou pra minha namorada “vagabunda, implora pra eu te dar uma bela de uma fodida”, a Carla tirou a pica da boca, olhou pra ele e disse com voz de mocinha “Pato, por favor, eu te peço, me fode bem fodida”, o Patrício agarrou ela e empurrou ela de costas na cama, falou. “Pica quer, pica tem” e se jogou em cima dela, sem camisinha, puxou a calcinha fio dental pro lado, meteu de uma vez na buceta molhada dela, minha namorada deu um grito, mas na hora abraçou o Patrício com as pernas, ele começou com um movimento violento de quadril enfiando toda a vara dentro da buceta dela.
A Carla gemia igual um bicho e dava gritos, ela demorou só uns dois minutos pra ter o primeiro orgasmo. O Patrício não diminuiu o ritmo e continuou na mesma posição seguindo com a fodida que tava dando pra vagabunda da minha namorada, um tempo depois ela goza de novo. O Patrício deitou de costas e colocou a Carla em cima dele, o Patrício falou: “Vem, vagabunda, monta nessa pica”, a Carla começou a pular com as mãos no peito dele, enfiando toda a pica dentro dela… dando um gemido mais que notório chegou ao 3º orgasmo em menos de 15 minutos, o Patrício continuou deitado de costas, mas mandou a Carla virar de costas pra ele, olhando pro espelho.
Ela continuou nessa posição montando a pica grossa do Patrício, ele segurava ela pela cintura e acompanhava o movimento, a Carla curtia igual uma verdadeira vagabunda no cio e assim chegou ao 4º orgasmo em menos de meia hora (eu não sabia que era multiorgásmica, pelo menos nunca consegui fazer ela gozar tantas vezes). Carla pediu uma pausa, estava exausta e com as pernas tremendo, mas ele estava mais do que excitado, ainda não tinha gozado e tinha a porra de vários dias acumulada, e a última coisa que queria era descansar.
Ele mandou Carla ficar de quatro e começou a comer ela de quatro, puxando ela pelo cabelo enquanto metia. Minha namorada começava a perder a voz de tanto gritar, ela só dizia: "Me come, me come, me come... assim, assim, assim... isso, isso, isso, isso, isso, ahhhh, ahhhhh, ahhhhh... aaaaaaahhh... você é um deus na cama, filho da puta, que boa foda". Essa frase inflou o ego do Patricio e aumentou ainda mais a violência com que ele estava comendo Carla, provocando nela um novo orgasmo. Ele continuou, lambeu o dedo indicador e começou a enfiar no cu da minha namorada enquanto continuava comendo ela. Ela virou a cabeça e olhou fixamente para ele, mas não disse absolutamente nada. Ele, enquanto metia e tirava a pica, fazia o mesmo com o dedo, enfiando cada vez mais fundo. Depois de um tempo, enfiou dois dedos.
Carla chegou a um novo orgasmo, e assim continuaram até ele enfiar três dedos. Patricio podia ver pelo espelho como na cara de Carla se misturavam expressões de dor e prazer, mas ela em nenhum momento mandou ele parar... Quando Patricio disse: "O que foi, puta, não era que você não gostava de enfiar coisas no cu?", Carla gozou mais uma vez. Ela caiu de barriga no colchão, estava banhada em suor e totalmente satisfeita, dava para ver no sorriso safado no rosto dela. Nunca tinham comido ela tanto e tão bem.
Patricio só tinha na cabeça arrebentar o cu da minha namorada, então tira a regata e a calcinha dela e diz: "Agora vem a parte boa, você vai ver que vai gostar disso..." Ele procura na gaveta do criado-mudo e tira três consolos, um pequeno, um médio e outro de porte maior, embora não tão grande quanto a pica dele. Passa lubrificante no consolo Pequeno, com bastante lubrificante, e diz pra Carla ficar de quatro e levantar mais a raba. Patrício dá uma boa chupada de cu, mete a língua dentro do buraco meio dilatado da minha mina e, com a outra mão, enfia 3 dedos no cuzinho dela. Ficou um tempão nisso, entre bater uma pra minha namorada e comer ela com a língua, até que ela teve outro orgasmo. Carla fala pro Patrício que nunca na vida tinha gozado tantas vezes.
Patrício pega o pote de lubrificante e, com os dedos, não economiza na quantidade que enfia dentro do cu da minha mina e nos arredores. Pega um consolador pequeno e diz: “Relaxa, putinha, que isso é só o começo. Hoje você sai daqui com o cu bem arrombado.” E começou a enfiar o consolador devagar, bem devagar. Ela reclama um pouco, falando: “Devagar… assim… assim… devagar… aiii… siiiim… assim.” Patrício tirava e enfiava o consolador pequeno, e de vez em quando olhava como o cu que eu nunca consegui em 3 anos de tentativas ia se dilatando. Ficou um tempão com o primeiro, e aí passou pro segundo consolador, um pouco maior que o primeiro. Passou bem lubrificado e começou a fazer o mesmo trabalho. Minha mina mordia e apertava os lençóis com força enquanto mantinha a raba empinada, que os consoladores iam dilatando cada vez mais.
Quando Patrício terminou de usar o segundo consolador, ele abre as nádegas da minha namorada e fala: “Epa!… Isso já tá tomando forma… posso dizer que já tem o cu aberto, mas falta… se sente uma putinha?” Carla responde: “Sinto que arde e sinto ele aberto.” Patrício fala com um tom seguro: “Quer parar por aqui?” Mas Carla não fala nada, e como o silêncio dá consentimento, ele pega o terceiro consolador, que devia ter uns 15 cm de comprimento por 3 cm de diâmetro, e enfia também. Ficou um tempão fazendo a mesma coisa que com os outros dois: enfiava, tirava, enfiava, tirava… abria as nádegas e contemplava como o cu ficava aberto. ass da minha namorada. O Patrício fala pra Carla: “espera aí que já volto”, daí volta pro quarto com um espanador de cabo curto e uma vassoura de chão.
Carla olha surpresa e fala: “Vai me fazer limpar?”, Patrício retruca: “Já usou espanador alguma vez?” e ela responde: “Não, em casa quem limpa é minha mãe”. Patrício fala: “Então pra que eu trouxe? Enfia o espanador no teu ass, sua burra” e ela, de quatro, enfia o espanador no cu, na sequência ele mete a cock dura na pussy e começa a foder ela violentamente, ela gritava e gemia com a cock enfiada na pussy e o espanador no cu. Patrício fala pra Carla: “Olha no espelho, olha como eu te fuck e como tu tá com o espanador no cu, parece um pavão, eu nunca comi um pavão”, ela via no espelho o reflexo que ele mostrava, uma imagem patética, humilhante, mas que enchia ela de tesão mesmo depois de gozar tantas vezes.
Patrício fala: “Enquanto eu te fuck, imita um pavão, sua puta”, ela começou a fazer sons imitando um pavão e Patrício, segurando ela pelas cadeiras, continuava fodendo ela... depois de um tempo, ele tira a cock e o espanador do cu dela e pega a vassoura e fala: “Teu namorado fala que tu é uma bruxa quando vocês brigam, vamos ver, bruxa, voa com essa vassoura”, Carla, entre risadas nervosas, fala que não sabe voar de vassoura e Patrício responde: “Então vamos dar um uso melhor pra ela” e enfiou o cabo da vassoura primeiro na pussy e depois no cu. O pervertido do meu amigo fala de novo pra ela olhar no espelho pra ver como ela era fodida até por uma vassoura. Depois fala: “Viu? Te foderam meus dedos, 3 consolos, um espanador e uma vassoura, mas o teu namorado idiota nunca... agora finge que é o Pinóquio metendo em ti, sua vadia”.
Dava pra ver na cara dela que minha namorada tava adorando mais uma humilhação, Patrício tira a vassoura e se posiciona. na frente dela e segurando a pica dura, enfia na boca dela e diz: "Tá afim de eu arrebentar teu cu agora?" Ela tira a pica da boca e responde: "Sim, faz o que quiser comigo." Ele diz: "Então, me implora pra arrebentar teu cu." Ela responde: "Arrebenta meu cu, por favor." Patricio fala: "Mmmmm... sei não... e se eu não quiser?" se fazendo de difícil. Ela se irrita e reclama: "Se você não arrebentar meu cu, vou embora daqui e vou fazer arrebentar na rua com o primeiro que passar." Patricio dá uma gargalhada e diz: "Ok, vou te descoser, puta, mas quero que você se olhe no espelho e se veja pedindo pra eu arrebentar teu rabo." Carla se olha no espelho, ela nunca imaginou que pediria uma coisa dessas, mas foi o que aconteceu quando disse, se olhando no espelho ainda na posição de quatro: "Quero que você meta no meu cu, me come bem gostoso sem piedade."
Patricio ao ouvir essas palavras, lubrificou a pica que estava dura como pedra, pegou Carla, colocou uma algema em cada pulso e prendeu ela nas grades da cama, se posicionou atrás dela, abriu as nádegas e disse: "Como vou aproveitar essa foda, esse cu perfeito é meu e vou usar." Pegou a pica com a mão, colocou a cabeça na porta do buraco do cu e começou a enfiar o membro aos poucos. Carla mordia o travesseiro pra não gritar. Quando enfiou a metade, começou a bombar, segurando ela pelos quadris, começou com um ritmo lento que rapidamente ficou mais rápido. Minha namorada estava sendo sodomizada pelo meu amigo e ela, apesar da dor, estava gostando, porque empinava ainda mais o cu pra ficar mais confortável pro Patricio conseguir arrebentar com mais facilidade.
Patricio continuava dando uma boa foda e já estava enfiando mais de ¾ da pica dentro do cu dilatado da minha namorada. Ela gemia, se contorcia, apertava os dentes, mas todos esses sintomas não combinavam com as frases que a puta da Carla Ela dizia: “Arrebenta meu cu, vai, vai, assim, assim, mais, mais, quero mais, mais fundo, por favor... aiii… aiii, me come gostosoooo!” Já o Patrício respondia: “Toma, toma, toma, putinha, putinha!, no cu, olha… olha como eu arrebento teu cu, viu que você ia acabar me implorando pra arrebentar?… cê gosta da pica no cu, hein?... quem diria”.
Patrício continuava sodomizando a Carla cada vez com mais violência e mais fundo, ela só conseguia continuar amarrada e gemer, gritar e implorar pra ele arrebentar ainda mais... Depois de um bom tempo, Patrício tira o pau do cu da minha namorada e abre ele, a bunda da Carla tava vermelha igual a de um mandril, bem irritada e, acima de tudo, com uma dilatação monstruosa. Patrício comenta: “Isso sim que eu chamo de um cu arrombado...” Ele tira as algemas dela e manda ela se colocar de frente pra onde tinha uma estante (era ali que o Patrício escondia a câmera, ele queria focar na cara da Carla enquanto continuava desflorando o cu dela), fica atrás dela de cócoras e, segurando o cabelo dela pra levantar a cara, enfia de novo até o fundo. Continuou dando uma surra de foda monumental e ainda fala pra Carla: “Putinha, faz de conta que cê tá num filme pornô, faz de conta que tão filmando a gente, põe cara de puta satisfeita”, Carla responde: “Sim, tanto faz, o cu já nem sinto mais…”
Patrício manda minha namorada se virar de novo pro espelho pra ver como o amigo do namorado tava comendo ela, ela obedece e fica excitada com a imagem. Patrício, com uma mão, começa a massagear o clitóris dela, provocando um orgasmo em poucos minutos. As bolas do meu amigo batiam nas nádegas perfeitas do cu arrombado da minha namorada. Inacreditavelmente, ele tava com o pau todo dentro dela. Ficaram assim por mais um tempo até que Patrício chega perto do ouvido da minha namorada e avisa: “Daqui a alguns segundos vem a cereja do bolo”, mal termina de falar e minha namorada sente uns jatos fortes e quentes dentro do cu. O Patricio tinha descarregado uma semana de porra nos intestinos dela. Minha namorada se sentia humilhada, cansada, dolorida, mas super excitada com os jatos fervendo de porra do meu amigo.
O Patricio deixou enfiado nela por mais um tempo, já sem aquele movimento frenético de quadril, até que tirou o pau semi-duro do cu dilatado dela, junto com o pau caindo nos lençóis um monte de porra que vinha de dentro do cu da Carla. O degenerado do Patricio perguntou como ela tava sentindo o cu e ela respondeu: "Tô sentindo muito aberto, tá fervendo, tá melado e pulsando"... (pelo que o Emilio me contou que viu o primeiro vídeo, o resultado dessa enfiada foi terrível, deixou o cu dela mais que aberto).
O Patricio falou pra minha namorada se trocar rápido que ele tava cansado, ela andando com dificuldade e as pernas meio abertas pegou as coisas dela e se trocou, foram até a porta e ela pergunta: "Você me leva até em casa?", o Patricio com a diplomacia pós-sexo dele disse: "Nem fudendo, volta por conta própria, eu não te trouxe na marra aqui, você veio porque quis pica, agora vaza que tô cansado", ela irritada fala enquanto abria o portão da rua: "Você é um idiota, não é capaz de me levar, pra que merda eu vim", o Patricio responde, "Tchau, pavãozinha, adorei te foder, vagabunda, se ver uma vassoura manda um abraço", minha namorada foi embora mastigando raiva baixinho pelo tratamento que recebeu dele, mas parece que não incomodou tanto porque 3 dias depois ela ligou pra ele e disse que queria falar com ele, o Patricio falou pra ela ir pra lá que ele esperava, em menos de uma hora já tava tocando a campainha da rua e quando abriu a porta, tava minha namorada do outro lado e a primeira coisa que ela disse foi: "Meu cu e eu sentimos muito a sua falta esses dias e queríamos passar pra te dar um oi".
Foi assim a história, o Emilio me disse que viu uns 4 ou 5 vídeos dela se submetendo às coisas mais aberrantes que alguém pudesse imaginar. Patricio conseguiu em poucos dias o que eu não consegui em 3 anos... arrombou a buceta dela em toda oportunidade que teve e também foi o primeiro a fazer ela engolir um baita jato de porra quente, como dá pra ver em outro vídeo. Sem falar de outras coisas que ela também passou.
Espero que vocês gostem.
Um beijo,
Gaby
Essa é minha primeira história e, pelo especial que isso é, preferi contar pra vocês uma história 99% real que aconteceu comigo há alguns anos. Os fatos, datas e lugares são reais, mas os nomes não. O fato que vou contar foi num sábado, 22 de setembro de 2004.
A gente era um grupo de amigos/as que ia religiosamente dançar todo sábado. O grupo era formado por: Carla (minha namorada na época, a gente tava junto há 3 anos), ela tinha 24 anos naquela época. Ela era muito bonita de rosto (parecia bastante com a atriz Cody Lane), olhos castanhos grandes, cabelo liso preto, media 1,65m de altura, não tinha muito peito, não era uma tábua, mas também não dava pra sair por aí orgulhoso falando que tinha uma namorada peituda, era magra, boca carnuda e com uma bunda perfeita (era meu orgulho). Nas vezes que a gente foi de férias pra Mar del Plata, eu notava como os caras grudavam os olhos na raba dela, metade pela curva perfeita que aqueles glúteos desenhavam e metade porque Carla sabia que esse era o ponto forte dela e tirava vantagem usando biquínis meio pequenos.
Não me incomodava que olhassem pra ela, já que eles só podiam observar e bater uma punheta à noite pensando nela, e eu, na mesma noite, podia comer ela de boa por todos eles. O problema é que nunca consegui comer ela direito porque ela usava a desculpa típica de "medo de doer"... a gente tinha tentado algumas vezes, mas por ansiedade ela não lubrificava bem o buraco ou, com pressa, eu tentava meter de uma vez, causando uma dor suficiente pra ela não deixar eu tentar de novo no futuro. Mesmo assim, eu me contentava com aqueles boquetes fodas que ela fazia, embora também não gostasse de engolir a porra, mas ainda assim a gente transava bem.
No grupo também estavam Emilio e Florencia, eles eram um casal há 2 anos, Emilio era meu melhor amigo e Florencia era amiga íntima da Carla (se conheciam desde o jardim de infância). infantes), o resto do grupo era formado pelo Patrício, Juliano e Verônica. Todos os caras do grupo tínhamos 25 anos e fizemos o ensino médio inteiro juntos.
Patrício, meu amigo e também melhor amigo do Emílio, era grandalhão, media quase 1,90, fazia artes marciais, ia direto na academia, não era um fisiculturista, mas tinha os músculos definidos. Ele era de pele branca, cabelo preto bem curto, e geralmente usava barba por fazer de uma semana, aquele visual de "mauzão" que atraía as mulheres. A principal virtude que o Patrício tinha (além do físico) era que ele era muito chegado com as minas, tinha um papo bom pra pegar mulher... mas nem precisava muito, era bonitão e isso já bastava pra ele pegar quase uma mina por sábado e levar pra casa dele. Era o pegador do grupo e as garotas sabiam disso porque quase sempre ele saía da balada bem acompanhado. Morava sozinho há mais de um ano.
Era um cara gente boa na vida social, mas na intimidade era o mais pervertido e degenerado. Muitas vezes a gente se reunia, os caras, na casa dele e ele mostrava os acessórios que usava com as minas que ele pegava e acabavam na cama com ele... algemas, cremes lubrificantes, consolos de vários tamanhos, vendas, etc... mas a gente não ia só pra ver essas tranqueiras que ele tinha, a gente ia porque esse degenerado filmava as relações sexuais dele com uma câmera escondida que tinha no quarto. Lá a gente podia ver na televisão o quão perverso ele era, e também via as humilhações que as minas que transavam com ele sofriam, e curiosamente a maioria delas aceitava tudo de boa (deve ser difícil bancar a santinha quando tão te metendo uma pica de quase 21 cm, como o próprio Patrício dizia ter).
Lembro de um dos vídeos que me deu "graça". O Patrício tinha conhecido na academia uma gostosa que tinha começado a ir fazia umas duas semanas... meio cheinha, 19 anos, loira com cachos, nariz empinado, peitão bom. tetas. No vídeo, dá pra ver ele destruindo analmente a gordinha que tava de quatro, enquanto ela soltava gritos de dor, mas ao mesmo tempo berrava com voz rouca, quase implorando pra ele continuar arrebentando a bunda dela, enquanto o par de tetas balançava no ritmo da foda que ele tava dando. Juro que quando vi o vídeo, pensei que a pobre garota ia ter que ser levada às pressas pro hospital pra costurar o cu dela, porque raramente vi uma gostosa ser tão selvagemente comida por trás.
No meio da sodomização, o Patrício fala pra gostosa esperar, que já voltava, daí pouco depois ele aparece de novo no quarto com uma maçã, manda a gordinha morder a maçã e segurar na boca, enquanto ele continuava o serviço dele. A gostosa fez cara de estranha, mas aceitou o pedido, enfiou a maçã na boca e ele seguiu com a foda desgraçada. Depois de alguns minutos, ele goza dentro dela (tava de camisinha) e quando tira a pica, fala pra loira: "Ahhh... que prazer me dá arrebentar o cu de umas porcas que nem você, gorda de cu arrombado."
A loira se trocou em 2 minutos e foi embora soltando uma enxurrada de xingamentos... assim era o Patrício, uma pessoa normal, mas na intimidade ele soltava o "Mr. Hyde sexual" dele, adorava comer umas gostosas e humilhar elas... ele curtia isso. Esse segredo só nós homens do grupo sabíamos, nunca contamos pras mulheres com medo de acharem que ele era um doente e excluírem ele. Todo mundo se dava bem com todo mundo e a gente queria que a harmonia do grupo continuasse do mesmo jeito.
Bom, depois de apresentar os "personagens", continuo com a história. Chegou o sábado (22/9). A gente se encontrou num bar da área de Villa Pueyrredon, Capital Federal. No grupo, a gente bebia pra caralho, dançava com as nossas minas, com as minas dos outros sempre na moral e no respeito, se divertia e continuava bebendo. O Patrício falou pra mim e pro Emílio que tava há uma semana sem relacionamentos e que também nunca tinha se masturbado e que, se hoje comesse uma gostosa, ia dar um belo jato de porra. No decorrer da noite, comecei a me sentir mal, não tinha comido nada e o álcool me bateu forte e rápido, me sentia muito mal, então juntei o grupo e avisei que ia embora. Carla insistiu em me acompanhar até em casa, eu disse que não, que ela ficasse, porque durante a semana, entre o trabalho e a faculdade, o único momento de curtir um pouco de diversão todos juntos era no sábado. Falei pra ela ficar e que alguém depois levasse ela pra casa. Todo mundo já estava bêbado, mas o mais arruinado era eu... então me despedi.
No domingo, acordei à tarde com uma ressaca que mal me aguentava em pé. Liguei pra minha namorada pra saber como ela tinha ficado, mas o telefone tocava e ninguém atendia... mesma sorte quando liguei pela 2ª, 3ª e 4ª vez... já no fim da noite consegui falar com ela no telefone, notei a voz meio estranha, distante, cansada e com uma risada nervosa... perguntei o que estava acontecendo e ela disse que não era nada. Não dei muita importância... Durante aquela semana toda, ela parecia meio perdida, fria... No sábado seguinte, fomos todos dançar de novo e me chamou a atenção como Carla e Patricio mal se falavam... Florencia não dirigia a palavra pra Patricio... mas não dei muita bola pra isso e foi um sábado como qualquer outro. Mas a mesma sensação me pegou nos sábados seguintes... Até que eu não encontrava a Carla em casa nos horários em que ela geralmente estava, ela só dizia que tinha saído pra fazer "um trabalho da faculdade"... Comecei a achar que Carla estava me traindo, até perguntei um par de vezes, mas ela negava veementemente, mas o tratamento dela comigo tinha mudado.
Cada dia que passava, eu me sentia pior emocionalmente, precisava falar com alguém, então liguei pro Emilio porque precisava desabafar. Quando contei como me sentia, junto com como estava começando tratar a Carla e ver que o grupo já não era mais o mesmo desde aquela vez que fui embora antes, Emilio se quebrou e me contou a verdade que eu não queria enxergar. Ele me disse que Carla estava dando pra cima do Patricio. Emilio ainda comentou que Patricio mostrou uns vídeos deles dois transando… naquela hora minha alma se partiu em dois, não cabia na minha cabeça a quantidade de atrocidades que a Carla tinha sofrido… ingênuo que sou, perguntei se o Patricio (viciado em cu) tinha feito alguma coisa com a raba da minha mina (ela não curtia por ali) e o movimento da cabeça dele foi um "sim" enquanto fechava os olhos. Parti pra cima do Emilio, xinguei ele como nunca, perguntando por que não tinha me avisado antes. Ele só conseguiu dizer que há semanas não achava um jeito de me contar.
Naquele momento, o tesão doentio tomou conta de mim e pedi pra ele me contar como foi que aconteceu e o que ele viu nos vídeos… depois que ele me contou como aquilo começou (Patricio contou como conseguiu levar ela pra cama) e descreveu com todos os detalhes o primeiro vídeo, fui pra casa da Florencia pra ela confirmar ou desmentir o que Emilio tinha me dito. Eu sabia que a Carla contava tudo pra ela, já que eram amigas íntimas… quando cheguei na casa da Florencia, falei que já sabia de tudo e mandei ela contar tudo que a Carla tinha dito. Ela desabou no choro e pediu desculpas, disse que falou umas 10 vezes com a Carla pra ela terminar aquela relação, mas minha namorada não tinha a menor intenção de parar. O relato da Florencia era praticamente igual ao que o Emilio me contou e viu.
O que aconteceu naquele dia quando fui embora do rolê foi o seguinte: O grupo ficou mais um tempão, continuaram dançando, bebendo. Patricio aproveitou que minha mina tava sozinha e dançaram mais colados do que de costume. Emilio percebeu esse detalhe e começou a dançar com a Carla pra ela não cair nas garras do tarado do Patricio, que tava sob efeito de droga. do álcool. Quando saíram, Patrício se adiantou e disse pra Carla que daria uma carona até a casa dela. Emílio se meteu no meio, falou que ele e Florença iam levar ela, mas Carla cortou ele na hora e disse pro Emílio: “ah, para com isso, Pato se ofereceu educadamente pra me levar, além do mais vocês já estão em muitos no carro, já que vão todos pro mesmo lado. Eu vou com ele, até porque fica no caminho”. Emílio insistiu um pouco mais, mas a sorte já estava lançada, minha namorada foi embora com o Patrício. Foram até o carro, que estava a umas quadras dali, e partiram. Poucas quadras depois, Patrício estaciona numa rua escura, dizendo que tinha bebido demais e que precisava descansar uns minutos pra clarear a mente.
Nessa hora, Patrício fica olhando fixamente pra Carla, e ela, entre risadas, pergunta: “O que você tá olhando tanto, Pato?... Tô te agradando?”… E ele responde: “Sim, Carli, você tá demais… hoje você tá pra acabar com o crime”… Depois de falar isso, Patrício caiu na risada, dando a entender pra Carla que tava falando meio na brincadeira… mas meio a sério também. Carla, por causa do efeito do álcool, não conseguiu ficar de boca fechada e jogou gasolina na fogueira, respondendo: “Bom, você também tá de matar, tem um corpo bonito… não vem de humilde agora”.
Patrício percebeu na hora que Carla tava com a guarda baixa por causa de tudo que tinha bebido, e disse: “Que sortudo seu namorado de ter você, você é tão gostosa… quem me dera ter a sorte que ele tem”. Carla ficou séria e perguntou: “Pato, você tá tentando me pegar?”… Ele respondeu: “Me fala que você não me acha gostoso e não encho mais o saco”. Ela tava sem nenhuma inibição, então respondeu com 100% de sinceridade: “Sim, você é lindo, mas eu tenho namorado”. Patrício rebateu: “Bom, se a gente fizesse alguma coisa, ele não precisaria saber, né?”. Carla, ainda mais séria, disse: “Sim, mas ficaria na minha consciência, como vou olhar na cara dele depois?”
Patrício, nem lerdo nem preguiçoso, rebateu: “Carlinha, depois que você faz, a culpa desaparece… você não sabe como Tô doido por você há um tempão", Carla fica muda e Patricio continua com sua "arte da conquista" dizendo: "Você não sabe como me excita, Carla, tem um rabo impressionante e uma boca que nesse momento tô fazendo um esforço sobre-humano pra não te beijar", Carla só consegue responder: "É, Pato, mas não acho que seja..." Minha namorada não terminou a frase e Patricio já tava dando o beijo mais profundo que Carla já tinha recebido, as línguas deles brincavam... Carla tava se entregando.
Num mínimo ato de resistência, Carla afasta Patricio e fala: "Patricio, a gente bebeu muito, vai dar merda, além disso não quero que você pense que sou uma qualquer, você já me comeu de beijo e se eu continuar assim a gente vai acabar fazendo besteira". Patricio, que já imaginava Carla com uma bandeira enfiada no cu escrito "dada", diz: "Se entrega aos seus impulsos, não pensa... só sente, não faz o que deve fazer... faz o que você realmente tem vontade de fazer... e eu sei do que você tem vontade, dá pra ver nesse olhar safado... além disso, vi você olhando pro meu volume várias vezes". Na sequência, Patricio pegou ela pelos cabelos por trás e começou a beijar ela de novo, igual antes, mas agora Carla não resistiu mais, pelo contrário, ela também tava louca pelos beijos dele, já que minha namorada também agarrou a nuca dele, puxando a cabeça dele pra língua dele entrar mais fundo na boca dela...
Se beijaram apaixonadamente por uns minutos, meu amigo com a mão esquerda acariciava o pescoço dela e foi descendo devagar até o peito direito, começou a massagear com vontade, Carla só continuava comendo a boca do Patricio e começou a suspirar como se tivesse excitada. Patricio enfiou a mão por baixo da regata preta da Carla e começou a brincar com o bico do peito dela, minha namorada começou a ficar doida. Carla acariciava o peito dele e continuava comendo a boca dele, já tinha desabotoado quase toda a camisa dele. Patricio passou o braço direito por... atrás da nuca de Carla e com essa mão continuou brincando com os peitos dela enquanto com a mão esquerda desabotoou o jeans apertado que ela usava, abaixou o zíper e enfiou a mão dentro da calcinha rosa dela, apalpando a buceta molhada de Carla, até enfiou o dedo o mais fundo que pôde enquanto ela acompanhava a cena agora com gemidos de tesão. Patrício levantou a regata dela e fez um festim com os peitinhos da minha namorada, chupou, passou a língua, mordeu os seios e sugou os mamilos dela…
Depois de um tempo fazendo esse jogo preliminar, Patrício se acomodou no encosto da poltrona dele e inclinou pra trás o máximo que pôde, ficando quase deitado, desabotoou a calça e puxou o pauzão pra fora. Carla arregalou os olhos como “dois de ouro”, nunca tinha estado tão perto de um pau tão grande, só conseguiu dizer “Papai!... esse pau todo é seu?”, Patrício respondeu “…e isso que ainda não tô duro, vem cá, Carla, se comporta como uma boa puta e chupa ele, com esses lábios você deve fazer mágica”. Mal terminou de falar, com a mão esquerda puxou a pele do pau pra trás pra mostrar a cabeça da rola e com a mão direita pegou minha namorada pelos cabelos e guiou ela direto pro pau dele. Carla deu um beijo na cabeça, olhou pro Patrício, sorriu, mas ele não gostava de esperar na hora de um boquete e disse num tom imperativo: “Vai, puta, menos teatro e mais pau” e enfiou o pau na boca da minha namorada mais da metade, ela deu uma pequena ânsia, mas não tentou sair.
Minha namorada começou a chupar o pau do meu amigo com vontade, tava como desenfreada, chupava com gosto, enfiava o mais fundo que podia e ficava ali uns instantes enquanto passava a língua por todos os lados do pau. A cabeça da minha namorada subia e descia numa velocidade frenética devorando o orgulho do Patrício, ele acompanhava os movimentos com a mão na nuca dela enquanto dizia entre Gemidos: "Vai, vai... assim... chupa, chupa, chupa... vai! Que boquinha de chupar pica que tu tem, eu não me enganei, sempre falei que essa boca era de chupar pica". Depois pegou ela pelos cabelos, mandou a Carla abrir bem a boca e o Patricio começou a mexer o quadril pra frente e pra trás, enfiando a pica na boca dela... sim, ele tava comendo ela pela boca e ela adorava.
Ela fazia estalos e a saliva escorria pelo canto dos lábios. Patricio afundou a cabeça dela de novo na pica dele e depois segurou a base da pica e começou a mexer de um lado pro outro na boca dela, com a cabeça da pica fazendo pressão nas bochechas da minha namorada por dentro. Patricio tirava a pica da boca dela e esfregava na cara da minha namorada... batia com a pica como se fosse um porrete nas bochechas, na boca, no queixo e até fazia pressão com a cabeça da pica num dos buracos do nariz da minha namorada enquanto dizia: "Cheira a pica, sente o cheiro de macho, puta"... Carla afastou as mãos dele e ela mesma pegou a pica pra continuar chupando. Enquanto ela chupava, Patricio falava: "Vamos ver... fala com a pica dentro da boca, 'como eu gosto de chupar pica'" e ela repetia "cooooomooo euuuu goooostooo deee chuuuupaaaar piiiiicaaa".
Patricio sentiu que já era suficiente boquete pra estar no carro, e perguntou pra minha namorada se ela queria ir pro apartamento dele. Ela tava morrendo de vontade de ser comida, então aceitou na hora, e foram pra lá... no caminho de umas 20 quadras, Carla continuou chupando a pica dele enquanto Patricio dirigia, sem se importar se passavam por avenidas pouco movimentadas por causa do horário ou se paravam em algum semáforo.
Entraram e entre beijos e apalpadelas ele levou ela pro quarto dele. Carla não sabia com que tipo de pessoa ela estava prestes a ser comida e muito menos sabia o "segredo" da câmera escondida... Quando chegaram no quarto, Carla perguntou onde ficava o banheiro. Patricio ela disse onde era e aproveitou a ausência dele pra focar e ligar a câmera. Patricio tirou a camiseta, os tênis e as meias, só tava com a calça desabotoada… em poucos minutos entra a Carla com a regata preta e a tanga rosa vestidas, e na mão ela tinha o jeans e as sandálias.
Patricio ficou na frente dela, pegou as coisas que ela tinha na mão e jogou pro lado, enquanto dizia: “Hoje você vai saber o que é transar de verdade, puta, hoje eu te parto no meio, vou meter essa pica tão fundo que vai sair pela sua garganta… hoje vou fazer você se sentir uma puta barata”. Eu nunca tinha xingado a Carla com medo dela levar a mal… como eu tava errado, ela percebeu naquele dia que ficava excitada quando falavam obscenidades pra ela, então respondeu: “Vai, filho da puta, me parte no meio, me come bem comida, me faz tua com essa pica que você tem”.
Patricio pegou ela pelos cabelos de novo e fez ela se ajoelhar pra ficar com a carinha a centímetros da braguilha dele, ele abaixou a calça e a cueca, deixando o pau duro pronto pra levar mais uma mamada inesquecível que minha namorada tava morrendo de vontade de dar, não perdeu nem um segundo e já colocou ele na boca, ela olhava pra ele enquanto chupava e Patricio tava com uma mão na cintura e a outra segurando a cabeça dela acompanhando os movimentos da Carla. Patricio fala: “Carla, com essa mamada que você tá me dando, você lubrifica tão bem a minha pica que quando eu meter no seu cu nem vai ter resistência”, Carla parou o que tava fazendo pra dizer: “Não, Pato, no cu não… eu não gosto”.
Patricio rebate: “Fica tranquila, puta, que eu vou te iniciar no sexo anal como deve ser, você vai ver que vai acabar gostando e vai vir bater na minha porta pra eu arrebentar seu cu”, Carla falou: “Nem sonha, você tá doidão… eu por ali não faço”. Patricio responde: “Você Experimenta meu serviço completo e depois fala… Isso sim, para de falar igual um papagaio agora e se dedica a chupar minha pica, você não serve pra falar, você serve pra chupar pica… que cheiro de pica deve ter sua boca, vagabunda”. O Patrício tinha na parede um espelho de 2 metros por 2 metros que usava pra se ver enquanto comia a vítima da vez. Ele mandou a Carla se olhar no espelho pra ver como tava chupando a pica dele.
Assim ficaram um tempão até que o Patrício falou pra minha namorada “vagabunda, implora pra eu te dar uma bela de uma fodida”, a Carla tirou a pica da boca, olhou pra ele e disse com voz de mocinha “Pato, por favor, eu te peço, me fode bem fodida”, o Patrício agarrou ela e empurrou ela de costas na cama, falou. “Pica quer, pica tem” e se jogou em cima dela, sem camisinha, puxou a calcinha fio dental pro lado, meteu de uma vez na buceta molhada dela, minha namorada deu um grito, mas na hora abraçou o Patrício com as pernas, ele começou com um movimento violento de quadril enfiando toda a vara dentro da buceta dela.
A Carla gemia igual um bicho e dava gritos, ela demorou só uns dois minutos pra ter o primeiro orgasmo. O Patrício não diminuiu o ritmo e continuou na mesma posição seguindo com a fodida que tava dando pra vagabunda da minha namorada, um tempo depois ela goza de novo. O Patrício deitou de costas e colocou a Carla em cima dele, o Patrício falou: “Vem, vagabunda, monta nessa pica”, a Carla começou a pular com as mãos no peito dele, enfiando toda a pica dentro dela… dando um gemido mais que notório chegou ao 3º orgasmo em menos de 15 minutos, o Patrício continuou deitado de costas, mas mandou a Carla virar de costas pra ele, olhando pro espelho.
Ela continuou nessa posição montando a pica grossa do Patrício, ele segurava ela pela cintura e acompanhava o movimento, a Carla curtia igual uma verdadeira vagabunda no cio e assim chegou ao 4º orgasmo em menos de meia hora (eu não sabia que era multiorgásmica, pelo menos nunca consegui fazer ela gozar tantas vezes). Carla pediu uma pausa, estava exausta e com as pernas tremendo, mas ele estava mais do que excitado, ainda não tinha gozado e tinha a porra de vários dias acumulada, e a última coisa que queria era descansar.
Ele mandou Carla ficar de quatro e começou a comer ela de quatro, puxando ela pelo cabelo enquanto metia. Minha namorada começava a perder a voz de tanto gritar, ela só dizia: "Me come, me come, me come... assim, assim, assim... isso, isso, isso, isso, isso, ahhhh, ahhhhh, ahhhhh... aaaaaaahhh... você é um deus na cama, filho da puta, que boa foda". Essa frase inflou o ego do Patricio e aumentou ainda mais a violência com que ele estava comendo Carla, provocando nela um novo orgasmo. Ele continuou, lambeu o dedo indicador e começou a enfiar no cu da minha namorada enquanto continuava comendo ela. Ela virou a cabeça e olhou fixamente para ele, mas não disse absolutamente nada. Ele, enquanto metia e tirava a pica, fazia o mesmo com o dedo, enfiando cada vez mais fundo. Depois de um tempo, enfiou dois dedos.
Carla chegou a um novo orgasmo, e assim continuaram até ele enfiar três dedos. Patricio podia ver pelo espelho como na cara de Carla se misturavam expressões de dor e prazer, mas ela em nenhum momento mandou ele parar... Quando Patricio disse: "O que foi, puta, não era que você não gostava de enfiar coisas no cu?", Carla gozou mais uma vez. Ela caiu de barriga no colchão, estava banhada em suor e totalmente satisfeita, dava para ver no sorriso safado no rosto dela. Nunca tinham comido ela tanto e tão bem.
Patricio só tinha na cabeça arrebentar o cu da minha namorada, então tira a regata e a calcinha dela e diz: "Agora vem a parte boa, você vai ver que vai gostar disso..." Ele procura na gaveta do criado-mudo e tira três consolos, um pequeno, um médio e outro de porte maior, embora não tão grande quanto a pica dele. Passa lubrificante no consolo Pequeno, com bastante lubrificante, e diz pra Carla ficar de quatro e levantar mais a raba. Patrício dá uma boa chupada de cu, mete a língua dentro do buraco meio dilatado da minha mina e, com a outra mão, enfia 3 dedos no cuzinho dela. Ficou um tempão nisso, entre bater uma pra minha namorada e comer ela com a língua, até que ela teve outro orgasmo. Carla fala pro Patrício que nunca na vida tinha gozado tantas vezes.
Patrício pega o pote de lubrificante e, com os dedos, não economiza na quantidade que enfia dentro do cu da minha mina e nos arredores. Pega um consolador pequeno e diz: “Relaxa, putinha, que isso é só o começo. Hoje você sai daqui com o cu bem arrombado.” E começou a enfiar o consolador devagar, bem devagar. Ela reclama um pouco, falando: “Devagar… assim… assim… devagar… aiii… siiiim… assim.” Patrício tirava e enfiava o consolador pequeno, e de vez em quando olhava como o cu que eu nunca consegui em 3 anos de tentativas ia se dilatando. Ficou um tempão com o primeiro, e aí passou pro segundo consolador, um pouco maior que o primeiro. Passou bem lubrificado e começou a fazer o mesmo trabalho. Minha mina mordia e apertava os lençóis com força enquanto mantinha a raba empinada, que os consoladores iam dilatando cada vez mais.
Quando Patrício terminou de usar o segundo consolador, ele abre as nádegas da minha namorada e fala: “Epa!… Isso já tá tomando forma… posso dizer que já tem o cu aberto, mas falta… se sente uma putinha?” Carla responde: “Sinto que arde e sinto ele aberto.” Patrício fala com um tom seguro: “Quer parar por aqui?” Mas Carla não fala nada, e como o silêncio dá consentimento, ele pega o terceiro consolador, que devia ter uns 15 cm de comprimento por 3 cm de diâmetro, e enfia também. Ficou um tempão fazendo a mesma coisa que com os outros dois: enfiava, tirava, enfiava, tirava… abria as nádegas e contemplava como o cu ficava aberto. ass da minha namorada. O Patrício fala pra Carla: “espera aí que já volto”, daí volta pro quarto com um espanador de cabo curto e uma vassoura de chão.
Carla olha surpresa e fala: “Vai me fazer limpar?”, Patrício retruca: “Já usou espanador alguma vez?” e ela responde: “Não, em casa quem limpa é minha mãe”. Patrício fala: “Então pra que eu trouxe? Enfia o espanador no teu ass, sua burra” e ela, de quatro, enfia o espanador no cu, na sequência ele mete a cock dura na pussy e começa a foder ela violentamente, ela gritava e gemia com a cock enfiada na pussy e o espanador no cu. Patrício fala pra Carla: “Olha no espelho, olha como eu te fuck e como tu tá com o espanador no cu, parece um pavão, eu nunca comi um pavão”, ela via no espelho o reflexo que ele mostrava, uma imagem patética, humilhante, mas que enchia ela de tesão mesmo depois de gozar tantas vezes.
Patrício fala: “Enquanto eu te fuck, imita um pavão, sua puta”, ela começou a fazer sons imitando um pavão e Patrício, segurando ela pelas cadeiras, continuava fodendo ela... depois de um tempo, ele tira a cock e o espanador do cu dela e pega a vassoura e fala: “Teu namorado fala que tu é uma bruxa quando vocês brigam, vamos ver, bruxa, voa com essa vassoura”, Carla, entre risadas nervosas, fala que não sabe voar de vassoura e Patrício responde: “Então vamos dar um uso melhor pra ela” e enfiou o cabo da vassoura primeiro na pussy e depois no cu. O pervertido do meu amigo fala de novo pra ela olhar no espelho pra ver como ela era fodida até por uma vassoura. Depois fala: “Viu? Te foderam meus dedos, 3 consolos, um espanador e uma vassoura, mas o teu namorado idiota nunca... agora finge que é o Pinóquio metendo em ti, sua vadia”.
Dava pra ver na cara dela que minha namorada tava adorando mais uma humilhação, Patrício tira a vassoura e se posiciona. na frente dela e segurando a pica dura, enfia na boca dela e diz: "Tá afim de eu arrebentar teu cu agora?" Ela tira a pica da boca e responde: "Sim, faz o que quiser comigo." Ele diz: "Então, me implora pra arrebentar teu cu." Ela responde: "Arrebenta meu cu, por favor." Patricio fala: "Mmmmm... sei não... e se eu não quiser?" se fazendo de difícil. Ela se irrita e reclama: "Se você não arrebentar meu cu, vou embora daqui e vou fazer arrebentar na rua com o primeiro que passar." Patricio dá uma gargalhada e diz: "Ok, vou te descoser, puta, mas quero que você se olhe no espelho e se veja pedindo pra eu arrebentar teu rabo." Carla se olha no espelho, ela nunca imaginou que pediria uma coisa dessas, mas foi o que aconteceu quando disse, se olhando no espelho ainda na posição de quatro: "Quero que você meta no meu cu, me come bem gostoso sem piedade."
Patricio ao ouvir essas palavras, lubrificou a pica que estava dura como pedra, pegou Carla, colocou uma algema em cada pulso e prendeu ela nas grades da cama, se posicionou atrás dela, abriu as nádegas e disse: "Como vou aproveitar essa foda, esse cu perfeito é meu e vou usar." Pegou a pica com a mão, colocou a cabeça na porta do buraco do cu e começou a enfiar o membro aos poucos. Carla mordia o travesseiro pra não gritar. Quando enfiou a metade, começou a bombar, segurando ela pelos quadris, começou com um ritmo lento que rapidamente ficou mais rápido. Minha namorada estava sendo sodomizada pelo meu amigo e ela, apesar da dor, estava gostando, porque empinava ainda mais o cu pra ficar mais confortável pro Patricio conseguir arrebentar com mais facilidade.
Patricio continuava dando uma boa foda e já estava enfiando mais de ¾ da pica dentro do cu dilatado da minha namorada. Ela gemia, se contorcia, apertava os dentes, mas todos esses sintomas não combinavam com as frases que a puta da Carla Ela dizia: “Arrebenta meu cu, vai, vai, assim, assim, mais, mais, quero mais, mais fundo, por favor... aiii… aiii, me come gostosoooo!” Já o Patrício respondia: “Toma, toma, toma, putinha, putinha!, no cu, olha… olha como eu arrebento teu cu, viu que você ia acabar me implorando pra arrebentar?… cê gosta da pica no cu, hein?... quem diria”.
Patrício continuava sodomizando a Carla cada vez com mais violência e mais fundo, ela só conseguia continuar amarrada e gemer, gritar e implorar pra ele arrebentar ainda mais... Depois de um bom tempo, Patrício tira o pau do cu da minha namorada e abre ele, a bunda da Carla tava vermelha igual a de um mandril, bem irritada e, acima de tudo, com uma dilatação monstruosa. Patrício comenta: “Isso sim que eu chamo de um cu arrombado...” Ele tira as algemas dela e manda ela se colocar de frente pra onde tinha uma estante (era ali que o Patrício escondia a câmera, ele queria focar na cara da Carla enquanto continuava desflorando o cu dela), fica atrás dela de cócoras e, segurando o cabelo dela pra levantar a cara, enfia de novo até o fundo. Continuou dando uma surra de foda monumental e ainda fala pra Carla: “Putinha, faz de conta que cê tá num filme pornô, faz de conta que tão filmando a gente, põe cara de puta satisfeita”, Carla responde: “Sim, tanto faz, o cu já nem sinto mais…”
Patrício manda minha namorada se virar de novo pro espelho pra ver como o amigo do namorado tava comendo ela, ela obedece e fica excitada com a imagem. Patrício, com uma mão, começa a massagear o clitóris dela, provocando um orgasmo em poucos minutos. As bolas do meu amigo batiam nas nádegas perfeitas do cu arrombado da minha namorada. Inacreditavelmente, ele tava com o pau todo dentro dela. Ficaram assim por mais um tempo até que Patrício chega perto do ouvido da minha namorada e avisa: “Daqui a alguns segundos vem a cereja do bolo”, mal termina de falar e minha namorada sente uns jatos fortes e quentes dentro do cu. O Patricio tinha descarregado uma semana de porra nos intestinos dela. Minha namorada se sentia humilhada, cansada, dolorida, mas super excitada com os jatos fervendo de porra do meu amigo.
O Patricio deixou enfiado nela por mais um tempo, já sem aquele movimento frenético de quadril, até que tirou o pau semi-duro do cu dilatado dela, junto com o pau caindo nos lençóis um monte de porra que vinha de dentro do cu da Carla. O degenerado do Patricio perguntou como ela tava sentindo o cu e ela respondeu: "Tô sentindo muito aberto, tá fervendo, tá melado e pulsando"... (pelo que o Emilio me contou que viu o primeiro vídeo, o resultado dessa enfiada foi terrível, deixou o cu dela mais que aberto).
O Patricio falou pra minha namorada se trocar rápido que ele tava cansado, ela andando com dificuldade e as pernas meio abertas pegou as coisas dela e se trocou, foram até a porta e ela pergunta: "Você me leva até em casa?", o Patricio com a diplomacia pós-sexo dele disse: "Nem fudendo, volta por conta própria, eu não te trouxe na marra aqui, você veio porque quis pica, agora vaza que tô cansado", ela irritada fala enquanto abria o portão da rua: "Você é um idiota, não é capaz de me levar, pra que merda eu vim", o Patricio responde, "Tchau, pavãozinha, adorei te foder, vagabunda, se ver uma vassoura manda um abraço", minha namorada foi embora mastigando raiva baixinho pelo tratamento que recebeu dele, mas parece que não incomodou tanto porque 3 dias depois ela ligou pra ele e disse que queria falar com ele, o Patricio falou pra ela ir pra lá que ele esperava, em menos de uma hora já tava tocando a campainha da rua e quando abriu a porta, tava minha namorada do outro lado e a primeira coisa que ela disse foi: "Meu cu e eu sentimos muito a sua falta esses dias e queríamos passar pra te dar um oi".
Foi assim a história, o Emilio me disse que viu uns 4 ou 5 vídeos dela se submetendo às coisas mais aberrantes que alguém pudesse imaginar. Patricio conseguiu em poucos dias o que eu não consegui em 3 anos... arrombou a buceta dela em toda oportunidade que teve e também foi o primeiro a fazer ela engolir um baita jato de porra quente, como dá pra ver em outro vídeo. Sem falar de outras coisas que ela também passou.
Espero que vocês gostem.
Um beijo,
Gaby
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53 comentários - Novinha Humilhada
Le dedique una
Ja, ja! A patricio le imagino con bigotes de malo y atando a la Carla a las vias del tren!
Y que pasó entre uds...? no la viste nunca mas..? podrías hacer una segunda parte con ese tema... un abrazo.
gaby200432@hotmail.com