Bom, pessoal lindo, leiam e aproveitem!A noite estava furiosa, uma tempestade de nível catastrófico desabava sobre Mar del Plata, que só conseguia se alagar e esconder seu povo sob toldos precários de lona surrada. Corremos até o cibercafé de mãos dadas, desviando de gente e poças com igual infortúnio. Rocío chegou encharcada e, ao sacudir o cabelo, molhou os outros. Sentamos na frente de um computador perto da janela.
O garçom se aproximou solícito, e não pude deixar de notar o olhar que ele deu pra Ro, ela também percebeu. Ele anotou o pedido e foi embora, espiando minha mulher pelos espelhos nas paredes do bar. Entramos na web pra baixar nossos e-mails.
Mas alguma coisa tinha se soltado na minha gatinha. Vários movimentos estranhos, olhares de soslaio, uma certa tensão nas mãos dela sobre o teclado...
Ela foi pro banheiro, que ficava no fundo do bar, um salão comprido e estreito no começo de uma galeria. Parou no balcão pra perguntar ao garçom onde era o toalete e, quando se virou, ele deu uma olhada certeira na bunda dela, gloriosa, por sinal.
Eu via tudo por um dos espelhos, sem me virar.
Ela demorou uns cinco minutos e, quando saiu pela porta, o garçom a parou com um papelzinho que tentou entregar. Ela recusou com um sorriso e apontou com o queixo pra onde eu estava. Caminhou até nossa mesa e perguntei o que tava rolando, por que aquele sorriso.
— O cara quis me passar o telefone dele.
— E o que você disse?
— Que se ele quisesse, e você topasse, a gente fazia um menage, senão, não tava interessada.
Tenho que admitir que fiquei atordoado. Apesar de termos falado umas duas vezes sobre isso, nunca tínhamos chegado a um acordo pra botar em prática.
— Você não tem dúvida nenhuma?
— Não, você tá comigo, e eu te amo.
— E por que você decidiu agora?
— Porque ele disse que tem uma pica enorme e dura. E essa é sua fantasia...
— E o que a gente faz?
— Pede a conta, deixa o endereço do apartamento anotado pra ele e pergunta a que horas ele sai.
Foi isso. fizemos, e fomos nos preparar. A cara do garçom, chamado Adrián, era indescritível. Tenho certeza absoluta de que ele, assim como eu, nunca tinha vivido algo assim. No depósito ao lado do barzinho, compramos duas garrafas de vinho tinto pra "criar coragem".
Rocío estava estranha, entre excitada e assustada ao mesmo tempo, toda a coragem que ela tinha tido pra encarar a situação agora vinha à tona em forma de dúvidas e mistérios.
A gente tomou banho em silêncio, que não era tenso, mas cheio de expectativa. Ela vestiu um conjunto de lingerie preta que ficava fantástico nela. Eu fiquei de shorts e camiseta.
Colocamos uma música e nos jogamos no sofá pra esperar.
Adrián chegou na hora exata que a gente tinha combinado, desci pra abrir a porta e o encontrei, também ele, hesitante e nervoso. Subimos no elevador quase sem falar nem nos olhar. Reconheço que a situação já não me agradava e me assustava. Meus reflexos de antigamente me fizeram, com licença, revistá-lo pra garantir que não estivesse armado nem nas roupas nem na bolsinha de mão, ele topou sem problemas e disse que não tinha pensado nisso, mas achou justo. Me perguntou se a gente tinha experiência, respondi com a verdade. Ele só sorriu e disse que também não.
Quando entramos, Ro tinha apagado a maioria das luzes, colocado taças na mesinha de centro da sala e a música do The Cure tocava num volume médio. Ela deu um passo à frente e cumprimentou Adrián com um beijo na bochecha. Fez um gesto com a mão pra gente sentar e perguntou se queríamos vinho ou outra coisa. O vinho venceu a votação e ela foi pra cozinha, de onde voltou com a garrafa destampada. Serviu as três taças e propôs um brinde pela noite. A gente fez. Lá fora, parecia que o céu ia desabar sobre a gente como um teto ferido, com os trovões e raios que explodiam dos dois lados do apartamento.
— Bom... já que ninguém fala nem faz nada... — disse Rocío de repente e começou a movendo-se lentamente na nossa frente, fazendo um strip-tease suave e delicado, harmonioso e de bom gosto como tudo que ela gosta. Devo admitir que por um momento, minha mente esqueceu que tinha outro senhor na sala, e meu pau saiu do descanso pra assumir posição de combate.
Quando terminou de se despir, sentou entre nós e começou a acariciar nosso peito e entrepernas, enquanto me beijava na boca. Sorriu olhando pro Adrián e disse:
- Nada de beijo na boca e só usamos nossos preservativos.
Ele só concordou, e eu ali percebi de novo que ele tava lá. Ro se ajoelhou na frente dele e começou a beijar o peito dele, o pescoço, a barriga, enquanto abria a camisa dele. Eu fiquei atrás dela e acariciava e beijava as costas dela, os ombros e a bunda. Ela desabotoou e começou a puxar a calça jeans dele pra baixo, enquanto eu espiada pelo lado. Quando ela puxou a calça e a cueca, apareceu um pau enorme e mole, de cor marrom escuro e com uma cabeça redonda.
Rocío me olhou de canto e sorriu de leve, pegou ele com a mão habilidosa dela, a esquerda, e enfiou tudo que conseguiu na boca, enquanto com a direita pegou minha mão e segurou firme. Sem soltar, sentei de novo no sofá e fiquei olhando ela. Tava linda, com aquele pauzão entrando e saindo da boca dela e a língua pequena aparecendo por baixo, pra se esconder de novo.
O pau do Adrián já tava duro e o rosto dele era o oposto, a arte suprema do boquete que a Ro tem, tinha relaxado ele num oceano de sensações. Ela chupava e chupava fazendo barulhinhos, e eu não conseguia parar de olhar a cena, tava curtindo pra caralho.
Ela se levantou esticando as pernas e, sem tirar o pau da boca, começou a levantar nosso parceiro, até que ela ficou de joelhos e ele de pé. Pegou minha mão e me colocou onde ele tava. Colocou um preservativo nos lábios dela e protegeu o convidado. Montou em cima de mim, deixando a buceta dela livre. para ser penetrada por Adrián, que a investiu devagar, consciente do tamanho dele. Rocío agora me chupava, distraída, e eu não conseguia parar de olhar pro garanhão que a penetrava com certeza e eficiência. Tanto e tão bem que veio o primeiro orgasmo da minha lady.
Senti no meu pau, um grito abafado.
Depois Rocío se endireitou e me empurrou pela nuca em direção ao clitóris dela, meus lábios ficaram a milímetros dessa porra de cock que bombeava e não parava. Várias vezes minha língua e o pau do Adrián se chocaram, mas a gente tava num frenesi. Ela gozou de novo. Senti aquele mar de prazer escorrer pela minha língua, e já não lembrava de nada, tudo era branco, tudo era prazer, tudo era bom.
A situação quem comandava era a Rocío e tava tudo certo. Só queria o prazer e a felicidade dela. Ela sentou o Adrián no sofá e montou no pau dele, fazendo ele desaparecer na buceta dela. Depois me puxou pelas costas e apontou pro cu dela, me pedindo pra penetrar por ali, e eu fiz, devagar, bem devagar. Ela ficou semi-inclinada entre nós dois, e uivava de prazer. Nossos paus se roçavam no balanço. E veio uma onda de orgasmo da minha dama, que caiu pra frente, depois o Adrián gozou e eu por último, no cu da minha amada. Ficamos assim por vários minutos, não sei se cinco ou cinquenta. Sem falar, completamente exaustos os três.
Ro se levantou, me beijou na boca e foi pro quarto.
Nós ficamos pelados no sofá, olhando pro nada.
Quando ela voltou, os três tomamos vinho pelados, sentados em posição de índio e conversando amigavelmente. Não se mencionou nada do que a gente tinha acabado de fazer. Passou um tempo entre o vinho e a conversa, até que Rocío se levantou, pegou o Adrián com estilo e colocou ele em pé na frente do sofá, começou a lamber a cock dele devagar, bem lento, saboreando a maravilha. Masturbava ele suavemente com a mão, acariciava o peito e as nádegas dele com a outra.
Chupou ele por uns trinta minutos, aproveitou cada milímetro daquela cock até decorar ela de Memória. Ela tava agachada com os joelhos abertos e dava pra ver gotinhas do êxtase dela caindo no chão. Quase não se tocava.
Ouvi umas risadas ao longe e vi uns caras numa sacada do prédio do outro lado do quarteirão. Eu tava muito excitado, mas ver que a chupada de pau da minha amada tinha plateia me deixou ainda mais tesudo.
Percebi que a Ro tinha visto eles, mas continuou como se nada tivesse acontecendo. Resolvi deixar a janela aberta.
O Adrián começou a soltar uns gritos fantasmagóricos e segurou a cabeça da Rocío com as duas mãos, enfiou o pau inteiro na boca dela e gozou sem paixão. A Ro se afastou depois de um minuto, os lábios dela cheios de porra. Ela tava sorrindo.
Ela foi pro banheiro, enquanto o Adrián desabou no sofá, o pau dele mole sem jeito, curvado pra baixo, grosso, marrom, vencido e vencedor.
A Roci voltou vestida.
— A gente vai se ver de novo? — foi a pergunta dele.
— Nunca mais — respondeu ela sem me dar tempo. Isso é estreia e despedida — completou sem hesitar.
Ele foi no banheiro e saiu vestido, deu um beijo nela e saiu comigo, que fui acompanhar ele lá embaixo.
Quando subi de novo, ela tava me esperando na cama, pelada e sorrindo, a gente transou como possessos e dormimos abraçados.
O garçom se aproximou solícito, e não pude deixar de notar o olhar que ele deu pra Ro, ela também percebeu. Ele anotou o pedido e foi embora, espiando minha mulher pelos espelhos nas paredes do bar. Entramos na web pra baixar nossos e-mails.
Mas alguma coisa tinha se soltado na minha gatinha. Vários movimentos estranhos, olhares de soslaio, uma certa tensão nas mãos dela sobre o teclado...
Ela foi pro banheiro, que ficava no fundo do bar, um salão comprido e estreito no começo de uma galeria. Parou no balcão pra perguntar ao garçom onde era o toalete e, quando se virou, ele deu uma olhada certeira na bunda dela, gloriosa, por sinal.
Eu via tudo por um dos espelhos, sem me virar.
Ela demorou uns cinco minutos e, quando saiu pela porta, o garçom a parou com um papelzinho que tentou entregar. Ela recusou com um sorriso e apontou com o queixo pra onde eu estava. Caminhou até nossa mesa e perguntei o que tava rolando, por que aquele sorriso.
— O cara quis me passar o telefone dele.
— E o que você disse?
— Que se ele quisesse, e você topasse, a gente fazia um menage, senão, não tava interessada.
Tenho que admitir que fiquei atordoado. Apesar de termos falado umas duas vezes sobre isso, nunca tínhamos chegado a um acordo pra botar em prática.
— Você não tem dúvida nenhuma?
— Não, você tá comigo, e eu te amo.
— E por que você decidiu agora?
— Porque ele disse que tem uma pica enorme e dura. E essa é sua fantasia...
— E o que a gente faz?
— Pede a conta, deixa o endereço do apartamento anotado pra ele e pergunta a que horas ele sai.
Foi isso. fizemos, e fomos nos preparar. A cara do garçom, chamado Adrián, era indescritível. Tenho certeza absoluta de que ele, assim como eu, nunca tinha vivido algo assim. No depósito ao lado do barzinho, compramos duas garrafas de vinho tinto pra "criar coragem".
Rocío estava estranha, entre excitada e assustada ao mesmo tempo, toda a coragem que ela tinha tido pra encarar a situação agora vinha à tona em forma de dúvidas e mistérios.
A gente tomou banho em silêncio, que não era tenso, mas cheio de expectativa. Ela vestiu um conjunto de lingerie preta que ficava fantástico nela. Eu fiquei de shorts e camiseta.
Colocamos uma música e nos jogamos no sofá pra esperar.
Adrián chegou na hora exata que a gente tinha combinado, desci pra abrir a porta e o encontrei, também ele, hesitante e nervoso. Subimos no elevador quase sem falar nem nos olhar. Reconheço que a situação já não me agradava e me assustava. Meus reflexos de antigamente me fizeram, com licença, revistá-lo pra garantir que não estivesse armado nem nas roupas nem na bolsinha de mão, ele topou sem problemas e disse que não tinha pensado nisso, mas achou justo. Me perguntou se a gente tinha experiência, respondi com a verdade. Ele só sorriu e disse que também não.
Quando entramos, Ro tinha apagado a maioria das luzes, colocado taças na mesinha de centro da sala e a música do The Cure tocava num volume médio. Ela deu um passo à frente e cumprimentou Adrián com um beijo na bochecha. Fez um gesto com a mão pra gente sentar e perguntou se queríamos vinho ou outra coisa. O vinho venceu a votação e ela foi pra cozinha, de onde voltou com a garrafa destampada. Serviu as três taças e propôs um brinde pela noite. A gente fez. Lá fora, parecia que o céu ia desabar sobre a gente como um teto ferido, com os trovões e raios que explodiam dos dois lados do apartamento.
— Bom... já que ninguém fala nem faz nada... — disse Rocío de repente e começou a movendo-se lentamente na nossa frente, fazendo um strip-tease suave e delicado, harmonioso e de bom gosto como tudo que ela gosta. Devo admitir que por um momento, minha mente esqueceu que tinha outro senhor na sala, e meu pau saiu do descanso pra assumir posição de combate.
Quando terminou de se despir, sentou entre nós e começou a acariciar nosso peito e entrepernas, enquanto me beijava na boca. Sorriu olhando pro Adrián e disse:
- Nada de beijo na boca e só usamos nossos preservativos.
Ele só concordou, e eu ali percebi de novo que ele tava lá. Ro se ajoelhou na frente dele e começou a beijar o peito dele, o pescoço, a barriga, enquanto abria a camisa dele. Eu fiquei atrás dela e acariciava e beijava as costas dela, os ombros e a bunda. Ela desabotoou e começou a puxar a calça jeans dele pra baixo, enquanto eu espiada pelo lado. Quando ela puxou a calça e a cueca, apareceu um pau enorme e mole, de cor marrom escuro e com uma cabeça redonda.
Rocío me olhou de canto e sorriu de leve, pegou ele com a mão habilidosa dela, a esquerda, e enfiou tudo que conseguiu na boca, enquanto com a direita pegou minha mão e segurou firme. Sem soltar, sentei de novo no sofá e fiquei olhando ela. Tava linda, com aquele pauzão entrando e saindo da boca dela e a língua pequena aparecendo por baixo, pra se esconder de novo.
O pau do Adrián já tava duro e o rosto dele era o oposto, a arte suprema do boquete que a Ro tem, tinha relaxado ele num oceano de sensações. Ela chupava e chupava fazendo barulhinhos, e eu não conseguia parar de olhar a cena, tava curtindo pra caralho.
Ela se levantou esticando as pernas e, sem tirar o pau da boca, começou a levantar nosso parceiro, até que ela ficou de joelhos e ele de pé. Pegou minha mão e me colocou onde ele tava. Colocou um preservativo nos lábios dela e protegeu o convidado. Montou em cima de mim, deixando a buceta dela livre. para ser penetrada por Adrián, que a investiu devagar, consciente do tamanho dele. Rocío agora me chupava, distraída, e eu não conseguia parar de olhar pro garanhão que a penetrava com certeza e eficiência. Tanto e tão bem que veio o primeiro orgasmo da minha lady.
Senti no meu pau, um grito abafado.
Depois Rocío se endireitou e me empurrou pela nuca em direção ao clitóris dela, meus lábios ficaram a milímetros dessa porra de cock que bombeava e não parava. Várias vezes minha língua e o pau do Adrián se chocaram, mas a gente tava num frenesi. Ela gozou de novo. Senti aquele mar de prazer escorrer pela minha língua, e já não lembrava de nada, tudo era branco, tudo era prazer, tudo era bom.
A situação quem comandava era a Rocío e tava tudo certo. Só queria o prazer e a felicidade dela. Ela sentou o Adrián no sofá e montou no pau dele, fazendo ele desaparecer na buceta dela. Depois me puxou pelas costas e apontou pro cu dela, me pedindo pra penetrar por ali, e eu fiz, devagar, bem devagar. Ela ficou semi-inclinada entre nós dois, e uivava de prazer. Nossos paus se roçavam no balanço. E veio uma onda de orgasmo da minha dama, que caiu pra frente, depois o Adrián gozou e eu por último, no cu da minha amada. Ficamos assim por vários minutos, não sei se cinco ou cinquenta. Sem falar, completamente exaustos os três.
Ro se levantou, me beijou na boca e foi pro quarto.
Nós ficamos pelados no sofá, olhando pro nada.
Quando ela voltou, os três tomamos vinho pelados, sentados em posição de índio e conversando amigavelmente. Não se mencionou nada do que a gente tinha acabado de fazer. Passou um tempo entre o vinho e a conversa, até que Rocío se levantou, pegou o Adrián com estilo e colocou ele em pé na frente do sofá, começou a lamber a cock dele devagar, bem lento, saboreando a maravilha. Masturbava ele suavemente com a mão, acariciava o peito e as nádegas dele com a outra.
Chupou ele por uns trinta minutos, aproveitou cada milímetro daquela cock até decorar ela de Memória. Ela tava agachada com os joelhos abertos e dava pra ver gotinhas do êxtase dela caindo no chão. Quase não se tocava.
Ouvi umas risadas ao longe e vi uns caras numa sacada do prédio do outro lado do quarteirão. Eu tava muito excitado, mas ver que a chupada de pau da minha amada tinha plateia me deixou ainda mais tesudo.
Percebi que a Ro tinha visto eles, mas continuou como se nada tivesse acontecendo. Resolvi deixar a janela aberta.
O Adrián começou a soltar uns gritos fantasmagóricos e segurou a cabeça da Rocío com as duas mãos, enfiou o pau inteiro na boca dela e gozou sem paixão. A Ro se afastou depois de um minuto, os lábios dela cheios de porra. Ela tava sorrindo.
Ela foi pro banheiro, enquanto o Adrián desabou no sofá, o pau dele mole sem jeito, curvado pra baixo, grosso, marrom, vencido e vencedor.
A Roci voltou vestida.
— A gente vai se ver de novo? — foi a pergunta dele.
— Nunca mais — respondeu ela sem me dar tempo. Isso é estreia e despedida — completou sem hesitar.
Ele foi no banheiro e saiu vestido, deu um beijo nela e saiu comigo, que fui acompanhar ele lá embaixo.
Quando subi de novo, ela tava me esperando na cama, pelada e sorrindo, a gente transou como possessos e dormimos abraçados.
5 comentários - Mar bravo e buceta molhada
que barbaro excelente relato mi amigo te felicito!!!!!
Besos, Lau.
Excelente relato amigo @dr_lemon!!! Seguí compartiendo más para la comunidad