Sou um cara com muita sorte
Pelo tipo de trabalho que faço, me relaciono com pessoas de todas as idades. Trabalho na rua pra uma empresa de serviços e já conhecia a Rocio há um tempinho. O jeito como tratei ela fez com que ganhasse a confiança dela. Via ela com bastante frequência, muito frequência nas últimas semanas. Via ela geralmente quando voltava da faculdade. Rocio tava cursando o primeiro ano de medicina, um curso que eu, quem vos fala, tinha começado e, depois de 4 anos, decidi largar. Bom, isso é outra história e não é hora de contar. E foi por isso que começamos a ter intimidade, trocando informações. Contei que ela tinha 19 anos, mas enfim, era uma garota bonita, embora não demais. Talvez o que mais a embelezava era o sorriso, aquela alegria que brilhava nela mesmo estando bem longe, e os gestos dela, que a deixavam ainda mais atraente. Não era de corpo voluptuoso, mas tinha pernas muito bonitas, magra de corpo e seios pequenos. Mas toda ela com uma saia jeans mini que caía maravilhosamente bem, na metade da coxa e talvez um pouquinho mais acima, e meias vermelhas até os joelhos, blusa branca que marcava perfeitamente os seios, aberta até mostrar o sutiã. Resumindo, uma garota normal, bonita sem ser chamativa (alguém vai dizer: exceto pelas meias, e é verdade).
Na semana seguinte, ela veio com um problema: uma prova que não tinha passado e que teria que recuperar. Tava angustiada porque nunca tinha passado por isso e sentia que tinha decepcionado a família. Naquele dia, ela começou a chorar, se encostou no meu ombro e eu, sinceramente, entendi ela. Ficou um tempão assim, eu abraçando ela, e então me ofereci pra ajudar, já que eu tinha passado naquela matéria há muito tempo e não seria problema orientar ela. Ela me agradeceu e me deu um beijo carinhoso na bochecha. Isso sim mexeu comigo, mas fui esquecendo com o passar do dia. No dia seguinte, vi ela chegar toda alegre, como Ela sempre me dizia que se sentia bem porque eu tinha oferecido ajuda, e que não esquecia como eu abracei ela e escutei. Ela se abraçou em mim de novo, e quando tentei me afastar, ela me apertou mais forte. Decidi esperar alguns minutos, e ela disse baixinho que estava ansiosa para o dia seguinte, pra gente começar as aulas de reforço. Naquele instante, ela se virou de costas pra mim, pegou meus braços e os colocou em volta dela... Foi aí que senti algo diferente pela primeira vez: a bunda dela colada em mim, aquela bundinha macia e firme ao mesmo tempo, que eu sentia fácil através da calça fina que eu tava usando, e daquele vestido que ela vestia, o calor da pele dela grudando em mim. Imagina se a gente não tivesse na rua, acho que eu teria levantado o vestido dela e metido na hora. Enfim, tentei não mostrar o quanto eu tava excitado, mas meu pau endureceu e ela sentiu. "Upa", ela disse, "parece que alguém tá gostando disso. Melhor eu deixar você continuar trabalhando, amanhã a gente conversa." "É, com certeza, deve estar lendo alguma coisa", eu respondi. Mas era inevitável, meu pau demorou um tempão pra amolecer, ainda mais quando vi ela indo embora. E de novo, lenta mas inexoravelmente, ele endureceu. Ela se virou e só falou: "Amanhã a gente se vê." Imagina que naquele dia eu passei pensando nela, em como a gente transaria, onde faria — no tapete, em cima da mesa, no sofá — e cada vez que pensava, meu pau endurecia. Passei grande parte da noite assim, e de manhã e parte da tarde esperando o expediente acabar. Às 16h05, eu tava tocando a campainha na casa dela. Ela abriu a porta, me deu um beijo bem perto dos lábios, e eu me desculpei por estar meio suado, e que infelizmente tava longe de casa pra tomar um banho. "Não tem problema", ela disse, "a gente começa a revisão, e enquanto eu vou lendo, se quiser, pode tomar um banho." Agradeci, e foi assim: apontei os pontos que considerava mais importantes pra ela ler e fui pro banheiro. Terminei de me lavar, saí e fui até ela. Tô de boa e vejo ela lendo, mas não com a mesma roupa que me recebeu. Ela tinha vestido uma minissaia e uma camisola transparente, e dava pra ver os bicos dos peitos porque não tava de sutiã. "Vem, senta aqui que te conto o que li." Os olhos dela cravaram em mim enquanto explicava o que tinha revisado. Baixei o olhar e vi que ela abria e fechava as pernas, e notei que tava de calcinha branca, e pelo tecido quase transparente dava pra ver uma coisa escura que, obviamente, eram os pelos dela. "Bom, professor, eu fui bem?", ela perguntou. "Sim, perfeito", respondi. Aí ela bateu palmas e riu, chegou perto e me beijou na boca, dizendo: "Esse é meu prêmio." Então se levantou, ficou de frente pra mim, pegou na minha mão e me puxou pra levantar, e eu aceitei. Me abraçou igual naquela primeira vez, quando buscava consolo, ficou um tempão assim e disse: "Valeu."
E se virou, também como da outra vez, e passou pela minha pica que já tava começando a endurecer. Ela sentiu e virou levemente a cabeça de lado, como se fosse me olhar, mas sem completar o movimento. A janela, com a vista da rua, serviu de apoio pra ela não falar nada. Continuou colada em mim, mexendo o quadril pra trás de leve, de um jeito sutil, mas pressionando contra meu volume já inevitavelmente duro. Eu também pressionei contra ela, sentindo como ela se encaixava na divisão entre as nádegas dela…
O tempo passou assim, e eu já não aguentava mais. Comecei a me mexer, e ela também. Eu tinha aqueles peitos lindos nas minhas mãos, à minha disposição. Passei a mão direita pro lado dela, tocando a coxa dela por cima da saia, e meus dedos procuraram a borda. Levantei um pouco e senti a frescura da pele macia e fria. Acariciei com cuidado, e subi mais a mão, passando por trás dela, agora esfregando a bunda dela. Ajeitei meu pau pra que ela me sentisse mais. Um gemido me disse que eu devia continuar… Abaixei minha calça e, com a pica na mão, esfreguei as nádegas dela. Enfiei por dentro da calcinha dela e, finalmente, pele com pele, consegui encontrar a linha que divide as duas nádegas, já mais apressado, eu puxei a calcinha dela pra baixo e ela me ajudou a tirar completamente, enfiei meu pau entre as nádegas dela e ela apertou pra trás, então já com o sangue quente, peguei um pouco de saliva da minha boca e passei na cabeça do meu pau, de novo peguei saliva e passei no buraquinho dela, e então apoiei meu pau entre as nádegas dela e com as mãos abri elas, pra ficar mais perto do cuzinho dela, devo dizer que tudo isso demorou pra caralho, mas a gente tava curtindo pra cacete, a ponta do meu pau finalmente encontrou o cu dela, e quando apertei fui entrando devagarzinho, era ainda mais excitante ver no espelho da direita como ela se apoiava com as mãos no sofá, inclinada e eu atrás, com a minissaia dela levantada mostrando as coxas e um pouco das nádegas, e as meias que deixavam ela linda, eu continuei me esforçando pra penetrar ela e ela empurrando pra trás, até que consegui enfiar a cabeça e ela gemeu alto e gritou "você tá rasgando meu cu, filho da puta", fiquei um tempo parado assim, e ela de vez em quando franzia a testa e forçava, pouco depois comecei a empurrar e puxar, meter e tirar, só a cabeça, me movendo cada vez mais e mais, sentindo aquele cuzinho abrindo aos poucos, e então ela empurrou muito forte e senti a dor no meu pau, tinha enfiado de uma vez até a metade, meu pau ardia e ela continuava empurrando e bombando, batendo as nádegas dela nas minhas bolas, aquele cu que não era grande mas muito bonito e definido, e se mexia freneticamente sem parar e eu já não sentia mais dor, e comecei a empurrar com mais força, a bater naquelas nádegas sem piedade, ela gritava "você me rasgou, filho da puta, vai, enche agora, não para e me enche", e eu continuei na brutalidade, assim, vai, vai, me enche que eu vou gozar, dizendo isso saiu da garganta dela um gemido de prazer como nunca tinha ouvido até aquele momento, e continuei bombando e depois de um bom tempo senti que algo vinha de dentro de mim e enchi os intestinos dela com meu esperma, foi delicioso isso, e meu O pau entrava e saía sem piedade, e eu deixei por mais um tempo até que ele ficou mole e pude tirar de dentro dela… precisei limpá-la muito pouco, quase tudo ficou lá dentro. Ela vestiu a calcinha, ajeitou a saia e disse "te amo", me deu um beijo na bochecha como sempre e falou pra eu voltar na semana seguinte…. Agora é só esperar, supostamente amanhã é o dia e tomara que eu não me meta em encrenca… enfim, acho que fui um cara sortudo, mas já conto o que rolar amanhã….. é só por enquanto. Boa sorte pra todos, até mais……
Pelo tipo de trabalho que faço, me relaciono com pessoas de todas as idades. Trabalho na rua pra uma empresa de serviços e já conhecia a Rocio há um tempinho. O jeito como tratei ela fez com que ganhasse a confiança dela. Via ela com bastante frequência, muito frequência nas últimas semanas. Via ela geralmente quando voltava da faculdade. Rocio tava cursando o primeiro ano de medicina, um curso que eu, quem vos fala, tinha começado e, depois de 4 anos, decidi largar. Bom, isso é outra história e não é hora de contar. E foi por isso que começamos a ter intimidade, trocando informações. Contei que ela tinha 19 anos, mas enfim, era uma garota bonita, embora não demais. Talvez o que mais a embelezava era o sorriso, aquela alegria que brilhava nela mesmo estando bem longe, e os gestos dela, que a deixavam ainda mais atraente. Não era de corpo voluptuoso, mas tinha pernas muito bonitas, magra de corpo e seios pequenos. Mas toda ela com uma saia jeans mini que caía maravilhosamente bem, na metade da coxa e talvez um pouquinho mais acima, e meias vermelhas até os joelhos, blusa branca que marcava perfeitamente os seios, aberta até mostrar o sutiã. Resumindo, uma garota normal, bonita sem ser chamativa (alguém vai dizer: exceto pelas meias, e é verdade).
Na semana seguinte, ela veio com um problema: uma prova que não tinha passado e que teria que recuperar. Tava angustiada porque nunca tinha passado por isso e sentia que tinha decepcionado a família. Naquele dia, ela começou a chorar, se encostou no meu ombro e eu, sinceramente, entendi ela. Ficou um tempão assim, eu abraçando ela, e então me ofereci pra ajudar, já que eu tinha passado naquela matéria há muito tempo e não seria problema orientar ela. Ela me agradeceu e me deu um beijo carinhoso na bochecha. Isso sim mexeu comigo, mas fui esquecendo com o passar do dia. No dia seguinte, vi ela chegar toda alegre, como Ela sempre me dizia que se sentia bem porque eu tinha oferecido ajuda, e que não esquecia como eu abracei ela e escutei. Ela se abraçou em mim de novo, e quando tentei me afastar, ela me apertou mais forte. Decidi esperar alguns minutos, e ela disse baixinho que estava ansiosa para o dia seguinte, pra gente começar as aulas de reforço. Naquele instante, ela se virou de costas pra mim, pegou meus braços e os colocou em volta dela... Foi aí que senti algo diferente pela primeira vez: a bunda dela colada em mim, aquela bundinha macia e firme ao mesmo tempo, que eu sentia fácil através da calça fina que eu tava usando, e daquele vestido que ela vestia, o calor da pele dela grudando em mim. Imagina se a gente não tivesse na rua, acho que eu teria levantado o vestido dela e metido na hora. Enfim, tentei não mostrar o quanto eu tava excitado, mas meu pau endureceu e ela sentiu. "Upa", ela disse, "parece que alguém tá gostando disso. Melhor eu deixar você continuar trabalhando, amanhã a gente conversa." "É, com certeza, deve estar lendo alguma coisa", eu respondi. Mas era inevitável, meu pau demorou um tempão pra amolecer, ainda mais quando vi ela indo embora. E de novo, lenta mas inexoravelmente, ele endureceu. Ela se virou e só falou: "Amanhã a gente se vê." Imagina que naquele dia eu passei pensando nela, em como a gente transaria, onde faria — no tapete, em cima da mesa, no sofá — e cada vez que pensava, meu pau endurecia. Passei grande parte da noite assim, e de manhã e parte da tarde esperando o expediente acabar. Às 16h05, eu tava tocando a campainha na casa dela. Ela abriu a porta, me deu um beijo bem perto dos lábios, e eu me desculpei por estar meio suado, e que infelizmente tava longe de casa pra tomar um banho. "Não tem problema", ela disse, "a gente começa a revisão, e enquanto eu vou lendo, se quiser, pode tomar um banho." Agradeci, e foi assim: apontei os pontos que considerava mais importantes pra ela ler e fui pro banheiro. Terminei de me lavar, saí e fui até ela. Tô de boa e vejo ela lendo, mas não com a mesma roupa que me recebeu. Ela tinha vestido uma minissaia e uma camisola transparente, e dava pra ver os bicos dos peitos porque não tava de sutiã. "Vem, senta aqui que te conto o que li." Os olhos dela cravaram em mim enquanto explicava o que tinha revisado. Baixei o olhar e vi que ela abria e fechava as pernas, e notei que tava de calcinha branca, e pelo tecido quase transparente dava pra ver uma coisa escura que, obviamente, eram os pelos dela. "Bom, professor, eu fui bem?", ela perguntou. "Sim, perfeito", respondi. Aí ela bateu palmas e riu, chegou perto e me beijou na boca, dizendo: "Esse é meu prêmio." Então se levantou, ficou de frente pra mim, pegou na minha mão e me puxou pra levantar, e eu aceitei. Me abraçou igual naquela primeira vez, quando buscava consolo, ficou um tempão assim e disse: "Valeu."
E se virou, também como da outra vez, e passou pela minha pica que já tava começando a endurecer. Ela sentiu e virou levemente a cabeça de lado, como se fosse me olhar, mas sem completar o movimento. A janela, com a vista da rua, serviu de apoio pra ela não falar nada. Continuou colada em mim, mexendo o quadril pra trás de leve, de um jeito sutil, mas pressionando contra meu volume já inevitavelmente duro. Eu também pressionei contra ela, sentindo como ela se encaixava na divisão entre as nádegas dela…
O tempo passou assim, e eu já não aguentava mais. Comecei a me mexer, e ela também. Eu tinha aqueles peitos lindos nas minhas mãos, à minha disposição. Passei a mão direita pro lado dela, tocando a coxa dela por cima da saia, e meus dedos procuraram a borda. Levantei um pouco e senti a frescura da pele macia e fria. Acariciei com cuidado, e subi mais a mão, passando por trás dela, agora esfregando a bunda dela. Ajeitei meu pau pra que ela me sentisse mais. Um gemido me disse que eu devia continuar… Abaixei minha calça e, com a pica na mão, esfreguei as nádegas dela. Enfiei por dentro da calcinha dela e, finalmente, pele com pele, consegui encontrar a linha que divide as duas nádegas, já mais apressado, eu puxei a calcinha dela pra baixo e ela me ajudou a tirar completamente, enfiei meu pau entre as nádegas dela e ela apertou pra trás, então já com o sangue quente, peguei um pouco de saliva da minha boca e passei na cabeça do meu pau, de novo peguei saliva e passei no buraquinho dela, e então apoiei meu pau entre as nádegas dela e com as mãos abri elas, pra ficar mais perto do cuzinho dela, devo dizer que tudo isso demorou pra caralho, mas a gente tava curtindo pra cacete, a ponta do meu pau finalmente encontrou o cu dela, e quando apertei fui entrando devagarzinho, era ainda mais excitante ver no espelho da direita como ela se apoiava com as mãos no sofá, inclinada e eu atrás, com a minissaia dela levantada mostrando as coxas e um pouco das nádegas, e as meias que deixavam ela linda, eu continuei me esforçando pra penetrar ela e ela empurrando pra trás, até que consegui enfiar a cabeça e ela gemeu alto e gritou "você tá rasgando meu cu, filho da puta", fiquei um tempo parado assim, e ela de vez em quando franzia a testa e forçava, pouco depois comecei a empurrar e puxar, meter e tirar, só a cabeça, me movendo cada vez mais e mais, sentindo aquele cuzinho abrindo aos poucos, e então ela empurrou muito forte e senti a dor no meu pau, tinha enfiado de uma vez até a metade, meu pau ardia e ela continuava empurrando e bombando, batendo as nádegas dela nas minhas bolas, aquele cu que não era grande mas muito bonito e definido, e se mexia freneticamente sem parar e eu já não sentia mais dor, e comecei a empurrar com mais força, a bater naquelas nádegas sem piedade, ela gritava "você me rasgou, filho da puta, vai, enche agora, não para e me enche", e eu continuei na brutalidade, assim, vai, vai, me enche que eu vou gozar, dizendo isso saiu da garganta dela um gemido de prazer como nunca tinha ouvido até aquele momento, e continuei bombando e depois de um bom tempo senti que algo vinha de dentro de mim e enchi os intestinos dela com meu esperma, foi delicioso isso, e meu O pau entrava e saía sem piedade, e eu deixei por mais um tempo até que ele ficou mole e pude tirar de dentro dela… precisei limpá-la muito pouco, quase tudo ficou lá dentro. Ela vestiu a calcinha, ajeitou a saia e disse "te amo", me deu um beijo na bochecha como sempre e falou pra eu voltar na semana seguinte…. Agora é só esperar, supostamente amanhã é o dia e tomara que eu não me meta em encrenca… enfim, acho que fui um cara sortudo, mas já conto o que rolar amanhã….. é só por enquanto. Boa sorte pra todos, até mais……
4 comentários - Adoro dar uma mão