đ đââïž đ€€ A pedido dos leitores (desculpa pela demora, mas nĂŁo tava dando conta de tudo), vou contar de novo as aventuras com minha cunhada. (VĂȘ "cunhada tarada partes 1, 2 e 3" pra entender a histĂłria)
Depois do sexo, a gente tava os dois exaustos, comemos, vimos TV e estudamos atĂ© umas 2 da manhĂŁ, quando meu celular tocou avisando que minha namorada tava chegando em casa. Parecia que tudo voltava ao normal. Ale (minha namorada) ficou um tempĂŁo fazendo mate pra gente enquanto estudĂĄvamos. Umas 4 da manhĂŁ decidimos parar e dormir um pouco pra recuperar as energias. Depois de um tempĂŁo de enrolação e por insistĂȘncia da Fabi, dormimos juntos com Ale na cama, deixando o sofĂĄ pra Fabi. Ela vestiu o pijaminha dela (daqueles de algodĂŁo, com calça e camiseta), pegou um lençol e se acomodou no sofĂĄ.
Mal me deitei e percebi que Ale tava com vontade. Uns beijos no pescoço, umas carĂcias, e jĂĄ tava de novo na batalha. Na minha cabeça, o tesĂŁo de saber que Fabi podia ouvir a gente. Ale parecia solta, atĂ© deixou eu chupar ela um pouco, coisa que nunca faz. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela mordia os lĂĄbios pra nĂŁo fazer barulho, mas eu queria fazer ela gemer, usava minha lĂngua e minhas mĂŁos pra dar prazer. Tava de pau duro, mesmo jĂĄ tendo lutado um bom tempo. Me ajeitei e, com muita calma, penetrei ela. Dava pra ouvir no meu ouvido, quase sussurrando:
"Mais, assim, assim..."
Eu tentava não falar nada, tinha mil imagens na cabeça. Não conseguia parar de lembrar que um tempo antes tinha fodido a irmã no mesmo lugar. Senti que ela tava perto de gozar e acelerei o ritmo pra gozar junto. Depois disso, apaguei e dormi umas 2 horas direto.
Acordei e me vesti tentando nĂŁo fazer barulho. SaĂ do quarto e fui pra sala. Fabi tava acordada, ainda de pijama.
"Como vocĂȘ comeu minha irmĂŁzinha ontem Ă noite, hein? VocĂȘ Ă© insaciĂĄvel, vagabundo." â Ela disse com um meio sorriso.
"O quĂȘ, deu pra ouvir?" â Perguntei. Perguntei me fazendo de otĂĄrio
Parecia que eu tinha elas do lado, porra
E aĂ, deu vontade de brincar?
Um pouco, eu me tocava pensando que era eu quem tava na cama
Isso me desmontou porque eu achava que era sĂł sexo e nada mais, e a Ășltima coisa que eu queria era que minha cunhada se apaixonasse por mim
Imagino que nĂŁo vai me deixar na mĂŁo antes da prova â Ela disse num sussurro e veio pra cima de mim
Eu tava meio grogue entre o sono e, tenho que admitir, com um cagaço de que a Ale acordasse. Quando a Fabi começou a me acariciar, fui esquentando cada vez mais. Tirei de uma vez a calça do pijama e a calcinha fio dental dela, ela tentava nĂŁo fazer barulho mas tava muito tesuda e escapava uns gemidinhos. Passei a mĂŁo na buceta dela e tava toda molhada. Ela baixou minha calça atĂ© o tornozelo e começou a me chupar bem de leve. Minha pica tava cansada, mas com um estĂmulo daquele ficou dura que nem pedra de novo. Ela tava louca, me sentou numa cadeira e literalmente começou a me montar, porque era isso, eu era tipo um objeto. Ela subiu em mim e começou a cavalgar, aumentando a intensidade aos poucos. Eu sentia ela cravar meu pau atĂ© o fundo e mexer a pĂ©lvis pra esfregar o clitĂłris dela em mim. Tentava acompanhar os movimentos dela com os meus, deixando a cavalgada mais gostosa, mas era ela quem ditava o ritmo e no mĂĄximo eu era um acompanhante
A situação me dominava porque era puro tesão proibido. A Fabiana tava com uma cara de puta do caralho. Chupei os peitos dela com gosto até sentir ela gozar. Pra abafar o gemido, a desgraçada me deu uma mordida no ombro
Mais calma, a Fabi pediu a roupa pra se vestir. Passei pra ela e ela foi pro banheiro
A Ale apareceu na sala com cara de sono
E minha irmĂŁ?
TĂĄ se trocando â Falei
Vou preparar o cafĂ©, ou vocĂȘs jĂĄ vĂŁo?
DĂĄ tempo pra um cafezinho â Falei olhando a hora
A Ale foi pra cozinha e a Fabi saiu do banheiro
Que cara Ă© essa, irmĂŁzinha? Teve guerra ontem Ă noite? Fabi disse, me olhando de canto
Ale ficou vermelha e Fabi caiu na risada
Quando ficamos sozinhos, Fabiana soltou pra mim:
â Filho da puta, devolve minha calcinha
â NĂŁo, ela Ă© minha refĂ©m atĂ© eu ter meu orgasmo, nĂŁo pode me deixar assim tĂŁo tesudo
â TĂĄ bom, depois a gente faz o que vocĂȘ quiser, mas nĂŁo posso ir pra faculdade pelada
â Vai ter que cruzar as pernas pra nĂŁo aparecer e pronto â falei rindo
Ale trouxe os cafĂ©s e depois de tomar quase em pĂ©, saĂmos pra faculdade
Chegamos e sentamos, Fabi na frente e eu atrĂĄs. A prova foi bem tranquila, e na verdade passei o tempo todo sussurrando coisas no ouvido da Fabi e pensando no que Ăamos fazer depois
Entregamos a prova quase juntos, na faculdade não tinha quase ninguém, jå que quem terminava ia embora pra puta que pariu ou no måximo ficava na porta. Quando passåvamos pela porta do banheiro num corredor praticamente vazio, decidi o que queria fazer
â Vem â falei, entrando no banheiro
â Paaara, o que vocĂȘ quer fazer? â ela disse, meio intrigada
â Vem â insisti
â Assim te devolvo a calcinha
â VocĂȘ Ă© louco, nĂŁo vou entrar no banheiro dos homens, e se alguĂ©m nos vĂȘ?
Tampei a boca dela com um beijo e entramos no banheiro. Minhas mĂŁos nĂŁo se aguentavam de vontade de acariciar ela, levei ela meio empurrando atĂ© um dos cubĂculos com vaso
AtĂ© que era legal, mas meio desconfortĂĄvel, mas o tesĂŁo falou mais alto. Abri o zĂper e meu pau saiu pronto pra briga
Ela se ajoelhou e começou a chupar como uma expert, a verdade Ă© que ela jĂĄ sabia como eu gostava e botava muita vontade. Passava a lĂngua na cabeça, engolia tudo enquanto acariciava minhas bolas. Nisso, entrou e saiu gente do banheiro, mas ela continuava concentrada no que fazia. Eu sentia que ia gozar, entĂŁo parei, tirando o pau da boca dela. Ela ficou de joelhos
â Vem, aqui â falei, fazendo ela levantar
Levantei a saia dela e rocei só um pouco a buceta dela, dava pra ver que tinha tido ação hå pouco, mas ainda estava molhadinha. Fabi Deu um beijo enquanto a tocava
Agora, o que vocĂȘ vai fazer comigo? â Sussurrei com voz de puta total
Vira e se apoia aĂ â Falei sorrindo com cara de tarado
Ela entendeu e obedeceu sem reclamar, usando o vaso como apoio, se inclinou e colocou a bunda empinada
Me agachei atrĂĄs dela e comecei a lamber a rabeta, passava a lĂngua no meio e dava pequenas mordidas nas nĂĄdegas, abri as bandas e comecei a comer o cu dela com a lĂngua primeiro, enquanto ela começava a se masturbar. Comecei a trabalhar com meu indicador no cu dela, depois alternei com o mĂ©dio e por Ășltimo o anelar, aĂ meti dois dedos de uma vez enquanto com a outra mĂŁo acariciava o clitĂłris dela, ela se esforçava pra nĂŁo gritar de prazer.
Me acomodei atrĂĄs e enfiei a cabeça, nessa altura jĂĄ nĂŁo se ouvia barulho nenhum, pra ser sincero nem tava ligando, centĂmetro por centĂmetro foi entrando tudo na bunda dela, quando minhas bolas encostaram nas nĂĄdegas dela, ela relaxou e comecei a bombar firme, ela nos meus dedos que acariciavam a buceta dela juntou os dela, acelerei o ritmo sentindo que a gozada vinha, nĂŁo consegui me segurar mais e gozei no fundo do intestino dela, terminei quase caĂdo em cima dela, sentia como se tivesse corrido uma maratona, quando tirei, ela pediu pra deixar ela sozinha com o vaso
Saà com o pau durasso, sorte que não tinha ninguém no banheiro, fiquei de vigia na porta, ainda tinha algum aluno perdido mas a faculdade tava quase vazia, assoviei e ela saiu andando igual pato.
Como vocĂȘ arrombou meu cu, vagabundo
NĂŁo gostou? NĂŁo encosto mais â Falei olhando sĂ©rio pra ela
Adorei, de agora em diante vocĂȘ tem exclusividade â Ela disse rindo
Nisso a gente vĂȘ a Yanina (amiga da Fabi) aparecer
Tavam aqui, procurei vocĂȘs pela faculdade inteira, onde se meteram
Eu tava no banheiro â Disse Fabi
E vocĂȘ tambĂ©m, Marquitos? â Falou Yani divertida
Eu comecei a rir, pensando que ela tinha razĂŁo
Nada, encontrei um maluco e fiquei Falando merda na porta.
Ah, olha vocĂȘ, nĂŁo te vi. Pensei que tinham ido sem mim.
NĂŁo, imagina. Como a gente ia esquecer de vocĂȘ?
Eii, nĂŁo se faz de gostosa com meu cunhado, hein, senĂŁo conto pra minha irmĂŁ â disse Fabi enquanto a gente ia pro carro.
Fabi, que isso, por que vocĂȘ tĂĄ andando assim? Parece que te arrebentaram a buceta â disse Yani.
Foi tĂŁo mal assim na prova? â falei rindo.
Cala a boca, idiota â disse Fabi.
Espero que tenham gostado e prometo continuar escrevendo, o que acontece Ă© que os acontecimentos continuam rolando e eu nĂŁo consigo escrever.
Depois do sexo, a gente tava os dois exaustos, comemos, vimos TV e estudamos atĂ© umas 2 da manhĂŁ, quando meu celular tocou avisando que minha namorada tava chegando em casa. Parecia que tudo voltava ao normal. Ale (minha namorada) ficou um tempĂŁo fazendo mate pra gente enquanto estudĂĄvamos. Umas 4 da manhĂŁ decidimos parar e dormir um pouco pra recuperar as energias. Depois de um tempĂŁo de enrolação e por insistĂȘncia da Fabi, dormimos juntos com Ale na cama, deixando o sofĂĄ pra Fabi. Ela vestiu o pijaminha dela (daqueles de algodĂŁo, com calça e camiseta), pegou um lençol e se acomodou no sofĂĄ.
Mal me deitei e percebi que Ale tava com vontade. Uns beijos no pescoço, umas carĂcias, e jĂĄ tava de novo na batalha. Na minha cabeça, o tesĂŁo de saber que Fabi podia ouvir a gente. Ale parecia solta, atĂ© deixou eu chupar ela um pouco, coisa que nunca faz. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela mordia os lĂĄbios pra nĂŁo fazer barulho, mas eu queria fazer ela gemer, usava minha lĂngua e minhas mĂŁos pra dar prazer. Tava de pau duro, mesmo jĂĄ tendo lutado um bom tempo. Me ajeitei e, com muita calma, penetrei ela. Dava pra ouvir no meu ouvido, quase sussurrando:
"Mais, assim, assim..."
Eu tentava não falar nada, tinha mil imagens na cabeça. Não conseguia parar de lembrar que um tempo antes tinha fodido a irmã no mesmo lugar. Senti que ela tava perto de gozar e acelerei o ritmo pra gozar junto. Depois disso, apaguei e dormi umas 2 horas direto.
Acordei e me vesti tentando nĂŁo fazer barulho. SaĂ do quarto e fui pra sala. Fabi tava acordada, ainda de pijama.
"Como vocĂȘ comeu minha irmĂŁzinha ontem Ă noite, hein? VocĂȘ Ă© insaciĂĄvel, vagabundo." â Ela disse com um meio sorriso.
"O quĂȘ, deu pra ouvir?" â Perguntei. Perguntei me fazendo de otĂĄrio
Parecia que eu tinha elas do lado, porra
E aĂ, deu vontade de brincar?
Um pouco, eu me tocava pensando que era eu quem tava na cama
Isso me desmontou porque eu achava que era sĂł sexo e nada mais, e a Ășltima coisa que eu queria era que minha cunhada se apaixonasse por mim
Imagino que nĂŁo vai me deixar na mĂŁo antes da prova â Ela disse num sussurro e veio pra cima de mim
Eu tava meio grogue entre o sono e, tenho que admitir, com um cagaço de que a Ale acordasse. Quando a Fabi começou a me acariciar, fui esquentando cada vez mais. Tirei de uma vez a calça do pijama e a calcinha fio dental dela, ela tentava nĂŁo fazer barulho mas tava muito tesuda e escapava uns gemidinhos. Passei a mĂŁo na buceta dela e tava toda molhada. Ela baixou minha calça atĂ© o tornozelo e começou a me chupar bem de leve. Minha pica tava cansada, mas com um estĂmulo daquele ficou dura que nem pedra de novo. Ela tava louca, me sentou numa cadeira e literalmente começou a me montar, porque era isso, eu era tipo um objeto. Ela subiu em mim e começou a cavalgar, aumentando a intensidade aos poucos. Eu sentia ela cravar meu pau atĂ© o fundo e mexer a pĂ©lvis pra esfregar o clitĂłris dela em mim. Tentava acompanhar os movimentos dela com os meus, deixando a cavalgada mais gostosa, mas era ela quem ditava o ritmo e no mĂĄximo eu era um acompanhante
A situação me dominava porque era puro tesão proibido. A Fabiana tava com uma cara de puta do caralho. Chupei os peitos dela com gosto até sentir ela gozar. Pra abafar o gemido, a desgraçada me deu uma mordida no ombro
Mais calma, a Fabi pediu a roupa pra se vestir. Passei pra ela e ela foi pro banheiro
A Ale apareceu na sala com cara de sono
E minha irmĂŁ?
TĂĄ se trocando â Falei
Vou preparar o cafĂ©, ou vocĂȘs jĂĄ vĂŁo?
DĂĄ tempo pra um cafezinho â Falei olhando a hora
A Ale foi pra cozinha e a Fabi saiu do banheiro
Que cara Ă© essa, irmĂŁzinha? Teve guerra ontem Ă noite? Fabi disse, me olhando de canto
Ale ficou vermelha e Fabi caiu na risada
Quando ficamos sozinhos, Fabiana soltou pra mim:
â Filho da puta, devolve minha calcinha
â NĂŁo, ela Ă© minha refĂ©m atĂ© eu ter meu orgasmo, nĂŁo pode me deixar assim tĂŁo tesudo
â TĂĄ bom, depois a gente faz o que vocĂȘ quiser, mas nĂŁo posso ir pra faculdade pelada
â Vai ter que cruzar as pernas pra nĂŁo aparecer e pronto â falei rindo
Ale trouxe os cafĂ©s e depois de tomar quase em pĂ©, saĂmos pra faculdade
Chegamos e sentamos, Fabi na frente e eu atrĂĄs. A prova foi bem tranquila, e na verdade passei o tempo todo sussurrando coisas no ouvido da Fabi e pensando no que Ăamos fazer depois
Entregamos a prova quase juntos, na faculdade não tinha quase ninguém, jå que quem terminava ia embora pra puta que pariu ou no måximo ficava na porta. Quando passåvamos pela porta do banheiro num corredor praticamente vazio, decidi o que queria fazer
â Vem â falei, entrando no banheiro
â Paaara, o que vocĂȘ quer fazer? â ela disse, meio intrigada
â Vem â insisti
â Assim te devolvo a calcinha
â VocĂȘ Ă© louco, nĂŁo vou entrar no banheiro dos homens, e se alguĂ©m nos vĂȘ?
Tampei a boca dela com um beijo e entramos no banheiro. Minhas mĂŁos nĂŁo se aguentavam de vontade de acariciar ela, levei ela meio empurrando atĂ© um dos cubĂculos com vaso
AtĂ© que era legal, mas meio desconfortĂĄvel, mas o tesĂŁo falou mais alto. Abri o zĂper e meu pau saiu pronto pra briga
Ela se ajoelhou e começou a chupar como uma expert, a verdade Ă© que ela jĂĄ sabia como eu gostava e botava muita vontade. Passava a lĂngua na cabeça, engolia tudo enquanto acariciava minhas bolas. Nisso, entrou e saiu gente do banheiro, mas ela continuava concentrada no que fazia. Eu sentia que ia gozar, entĂŁo parei, tirando o pau da boca dela. Ela ficou de joelhos
â Vem, aqui â falei, fazendo ela levantar
Levantei a saia dela e rocei só um pouco a buceta dela, dava pra ver que tinha tido ação hå pouco, mas ainda estava molhadinha. Fabi Deu um beijo enquanto a tocava
Agora, o que vocĂȘ vai fazer comigo? â Sussurrei com voz de puta total
Vira e se apoia aĂ â Falei sorrindo com cara de tarado
Ela entendeu e obedeceu sem reclamar, usando o vaso como apoio, se inclinou e colocou a bunda empinada
Me agachei atrĂĄs dela e comecei a lamber a rabeta, passava a lĂngua no meio e dava pequenas mordidas nas nĂĄdegas, abri as bandas e comecei a comer o cu dela com a lĂngua primeiro, enquanto ela começava a se masturbar. Comecei a trabalhar com meu indicador no cu dela, depois alternei com o mĂ©dio e por Ășltimo o anelar, aĂ meti dois dedos de uma vez enquanto com a outra mĂŁo acariciava o clitĂłris dela, ela se esforçava pra nĂŁo gritar de prazer.
Me acomodei atrĂĄs e enfiei a cabeça, nessa altura jĂĄ nĂŁo se ouvia barulho nenhum, pra ser sincero nem tava ligando, centĂmetro por centĂmetro foi entrando tudo na bunda dela, quando minhas bolas encostaram nas nĂĄdegas dela, ela relaxou e comecei a bombar firme, ela nos meus dedos que acariciavam a buceta dela juntou os dela, acelerei o ritmo sentindo que a gozada vinha, nĂŁo consegui me segurar mais e gozei no fundo do intestino dela, terminei quase caĂdo em cima dela, sentia como se tivesse corrido uma maratona, quando tirei, ela pediu pra deixar ela sozinha com o vaso
Saà com o pau durasso, sorte que não tinha ninguém no banheiro, fiquei de vigia na porta, ainda tinha algum aluno perdido mas a faculdade tava quase vazia, assoviei e ela saiu andando igual pato.
Como vocĂȘ arrombou meu cu, vagabundo
NĂŁo gostou? NĂŁo encosto mais â Falei olhando sĂ©rio pra ela
Adorei, de agora em diante vocĂȘ tem exclusividade â Ela disse rindo
Nisso a gente vĂȘ a Yanina (amiga da Fabi) aparecer
Tavam aqui, procurei vocĂȘs pela faculdade inteira, onde se meteram
Eu tava no banheiro â Disse Fabi
E vocĂȘ tambĂ©m, Marquitos? â Falou Yani divertida
Eu comecei a rir, pensando que ela tinha razĂŁo
Nada, encontrei um maluco e fiquei Falando merda na porta.
Ah, olha vocĂȘ, nĂŁo te vi. Pensei que tinham ido sem mim.
NĂŁo, imagina. Como a gente ia esquecer de vocĂȘ?
Eii, nĂŁo se faz de gostosa com meu cunhado, hein, senĂŁo conto pra minha irmĂŁ â disse Fabi enquanto a gente ia pro carro.
Fabi, que isso, por que vocĂȘ tĂĄ andando assim? Parece que te arrebentaram a buceta â disse Yani.
Foi tĂŁo mal assim na prova? â falei rindo.
Cala a boca, idiota â disse Fabi.
Espero que tenham gostado e prometo continuar escrevendo, o que acontece Ă© que os acontecimentos continuam rolando e eu nĂŁo consigo escrever.
15 comentĂĄrios - Cunhada Viciosa Parte 4 :P :twisted:
excelente!!!!! me encanto espero mas y te dejo +5 para incentivar
ahora flaco no te agarran remordimientos đââïž đââïž đââïž đââïž
MIL GRACIAS DE NUEVO! 8ME QUEDĂ CON TODA LA CALENTURA ENSIMA!) đ€€ đł đł đł