A história continua e está começando a ficar mais interessante, acho.A festa seguiu normal, ou melhor, o que restava dela. Débora tinha continuado bebendo e estava bem bêbada. Na saída, caiu sentada no carro, já estava amanhecendo. Quando nos afastamos um pouco do lugar, parei o carro por um instante, abri o vestido dela e tirei os peitos pra fora do sutiã. Fui dirigindo assim, enquanto com a mão direita massageava a buceta dela lenta e pausadamente. Que tesão, me sentia um adolescente. As ruas estavam bem desertas. Eu olhava pra Débora, que tinha cara de puta mais do que nunca. Pensava comigo: porca suja... você se deixou apalpar. E olhava os peitos dela, cheios de marcas. Quando nos aproximamos de casa, só fechei o vestido, deixando os peitos dela pra fora do sutiã.
O porteiro já estava limpando o prédio. Cheguei perto dele e pedi se podia me ajudar a carregar a Débora, que estava muito bêbada. "Eu não estou muito melhor", falei, mesmo não sendo verdade. Tiramos ela do carro. Débora se agarrou no pescoço do Carlos, os peitos dela se apertavam contra ele. Ele a pegou pela cintura e a acompanhou até o elevador. Entramos os três. Débora apoiava a cabeça no peito do Carlos. Desci primeiro do elevador pra abrir a porta do apartamento. Carlos entrou com a Débora e a levou até a cama, deitou ela e disse que já estava. Senti uma onda de perversão crescer e falei que estava muito mal, precisava vomitar. Já que ele era tão gentil e de confiança, perguntei se não podia tirar o vestido da Débora. Saí como se estivesse apressado pra vomitar no banheiro, fiquei do lado da porta. Carlos pareceu hesitar por um minuto, olhou pra porta e desabotoou o vestido... os peitos da Débora apareceram por cima do sutiã... Carlos olhou instintivamente pra porta e começou a acariciá-los... acariciou com suavidade e até se permitiu beijá-los... Vi que ele vinha em direção à porta e me enfiei no banheiro.
"Tá tudo bem?", ele perguntou. Fingi que estava pior do que realmente estava e falei que daqui a pouco. Saí e fechei a porta do banheiro. Carlos voltou pro quarto e começou a chupar os peitos da Débora… ele continuava olhando pra porta e com a mão esquerda puxou a calcinha fio dental pro lado e começou a massagear a pussy dela… achei que já era suficiente e fiz barulho como se estivesse me aproximando… Carlos guardou os peitos da Débora dentro do sutiã e eu entrei no quarto, Carlos me disse que já estava pronta… me sorriu de um jeito perverso… dei 20 pesos de gorjeta… ele agradeceu e saiu do apartamento. Me despi rápido, coloquei uma camisinha e montei na Débora, a pussy dela estava fervendo, comecei a bombar devagar e ritmado enquanto xingava ela sem parar na minha cabeça. Coloquei os peitos dela de volta no sutiã e chupei eles delicadamente, enquanto olhava as marcas que o cara da festa tinha deixado. Débora meio que acordou e teve um orgasmo seguido de outros bem profundos. Saí de dentro dela e fui no banheiro me refrescar. Quando voltei pro quarto, ela dormia profundamente, virei ela de lado e comecei a brincar com minha língua na bunda dela, enfiei um dedo dentro e senti o esfíncter dela fechar na hora em volta do meu dedo… que tesão, tirei a camisinha e me posicionei pra penetrar ela pelo cu, assim que encostei a glande na porta do cu dela, senti que se eu penetrasse ia gozar na hora, fiquei puto por não poder arrebentar aquele cu. Coloquei ela de barriga pra cima de novo e bati uma punheta em cima dos peitos dela, enchi eles de porra que espalhei bem uniforme, e caindo do lado dela, dormi profundamente. No dia seguinte acordei e estava sozinho na cama, minhas mãos estavam amarradas nas grades da cama, a corda cortava minha circulação, me assustei pensando que poderiam ter entrado ladrões. Bem na hora, Débora veio pro quarto, estava de calcinha e sutiã brancos e salto alto, nem olhou pra mim. Chamei ela e ela veio no quarto. O que o tarado quer?... gostou de ver sua mulher sendo apalpada na festa…? não conseguia responder, Senti meu pau duro e minha garganta seca.
Gostou das marcas que deixaram nas minhas tetas…? Que chupada… e como me apoiei nele… isso sim era um pau duro…
Ela se acomodou entre minhas pernas, meu pau estava como há tempos não ficava. Débora começou a chupar meu cu, nunca tinha feito isso, enquanto enfiava só a ponta de um dedo e brincava com ele no meu cu… que sensação estranha… que tesão eu sentia… Parou de chupar meu cu e continuou brincando com o dedinho, começou a me bater uma punheta com a outra mão enquanto me dizia…
Depois que chupou bem minhas tetas… tirou o pau pra fora da calça… ali mesmo… no meio da festa…!! Disse exagerando a voz de puta. – e me fez bater uma punheta nele assim… como agora eu bato uma pra você…, encheu minha mão de porra e levou até minha boca pra eu chupar…
Gozei igual um animal, Débora continuava brincando com o dedinho no meu cu enquanto apertava meu pau contra minha barriga. Me deixou assim, todo sujo, e rindo saiu do quarto.
Dorme mais um pouco… ela me disse, e ouvi a risada dela na sala.
O porteiro já estava limpando o prédio. Cheguei perto dele e pedi se podia me ajudar a carregar a Débora, que estava muito bêbada. "Eu não estou muito melhor", falei, mesmo não sendo verdade. Tiramos ela do carro. Débora se agarrou no pescoço do Carlos, os peitos dela se apertavam contra ele. Ele a pegou pela cintura e a acompanhou até o elevador. Entramos os três. Débora apoiava a cabeça no peito do Carlos. Desci primeiro do elevador pra abrir a porta do apartamento. Carlos entrou com a Débora e a levou até a cama, deitou ela e disse que já estava. Senti uma onda de perversão crescer e falei que estava muito mal, precisava vomitar. Já que ele era tão gentil e de confiança, perguntei se não podia tirar o vestido da Débora. Saí como se estivesse apressado pra vomitar no banheiro, fiquei do lado da porta. Carlos pareceu hesitar por um minuto, olhou pra porta e desabotoou o vestido... os peitos da Débora apareceram por cima do sutiã... Carlos olhou instintivamente pra porta e começou a acariciá-los... acariciou com suavidade e até se permitiu beijá-los... Vi que ele vinha em direção à porta e me enfiei no banheiro.
"Tá tudo bem?", ele perguntou. Fingi que estava pior do que realmente estava e falei que daqui a pouco. Saí e fechei a porta do banheiro. Carlos voltou pro quarto e começou a chupar os peitos da Débora… ele continuava olhando pra porta e com a mão esquerda puxou a calcinha fio dental pro lado e começou a massagear a pussy dela… achei que já era suficiente e fiz barulho como se estivesse me aproximando… Carlos guardou os peitos da Débora dentro do sutiã e eu entrei no quarto, Carlos me disse que já estava pronta… me sorriu de um jeito perverso… dei 20 pesos de gorjeta… ele agradeceu e saiu do apartamento. Me despi rápido, coloquei uma camisinha e montei na Débora, a pussy dela estava fervendo, comecei a bombar devagar e ritmado enquanto xingava ela sem parar na minha cabeça. Coloquei os peitos dela de volta no sutiã e chupei eles delicadamente, enquanto olhava as marcas que o cara da festa tinha deixado. Débora meio que acordou e teve um orgasmo seguido de outros bem profundos. Saí de dentro dela e fui no banheiro me refrescar. Quando voltei pro quarto, ela dormia profundamente, virei ela de lado e comecei a brincar com minha língua na bunda dela, enfiei um dedo dentro e senti o esfíncter dela fechar na hora em volta do meu dedo… que tesão, tirei a camisinha e me posicionei pra penetrar ela pelo cu, assim que encostei a glande na porta do cu dela, senti que se eu penetrasse ia gozar na hora, fiquei puto por não poder arrebentar aquele cu. Coloquei ela de barriga pra cima de novo e bati uma punheta em cima dos peitos dela, enchi eles de porra que espalhei bem uniforme, e caindo do lado dela, dormi profundamente. No dia seguinte acordei e estava sozinho na cama, minhas mãos estavam amarradas nas grades da cama, a corda cortava minha circulação, me assustei pensando que poderiam ter entrado ladrões. Bem na hora, Débora veio pro quarto, estava de calcinha e sutiã brancos e salto alto, nem olhou pra mim. Chamei ela e ela veio no quarto. O que o tarado quer?... gostou de ver sua mulher sendo apalpada na festa…? não conseguia responder, Senti meu pau duro e minha garganta seca.
Gostou das marcas que deixaram nas minhas tetas…? Que chupada… e como me apoiei nele… isso sim era um pau duro…
Ela se acomodou entre minhas pernas, meu pau estava como há tempos não ficava. Débora começou a chupar meu cu, nunca tinha feito isso, enquanto enfiava só a ponta de um dedo e brincava com ele no meu cu… que sensação estranha… que tesão eu sentia… Parou de chupar meu cu e continuou brincando com o dedinho, começou a me bater uma punheta com a outra mão enquanto me dizia…
Depois que chupou bem minhas tetas… tirou o pau pra fora da calça… ali mesmo… no meio da festa…!! Disse exagerando a voz de puta. – e me fez bater uma punheta nele assim… como agora eu bato uma pra você…, encheu minha mão de porra e levou até minha boca pra eu chupar…
Gozei igual um animal, Débora continuava brincando com o dedinho no meu cu enquanto apertava meu pau contra minha barriga. Me deixou assim, todo sujo, e rindo saiu do quarto.
Dorme mais um pouco… ela me disse, e ouvi a risada dela na sala.
6 comentários - Debora y yo camino a la perversión 2
ESTO ES GENIAL......... NO LO PUEDO CREER!!!!
MAÑANA VUELVO CON PUNTOS Y ESCRIBI RAPIDITO QUE QUIERO MAS MAAAAAAAASSSSSSSSSS ESTA SUPER BUENO EL RELATO 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
me gusto mucho!!!
besitos!!!
Besos, Lau.