Noite de solteiro

Local: casa de fim de semana
Horário: noite, óbvio
Convidados: amigos de sempre, amigas N/N

Fim de semana prolongado, primeira sexta de solteiro (adeus a um relacionamento promissor). Me ligam pra confirmar presença, como trabalho de noite, não sabiam se iam me contar pra janta e tal ou se iam me chamar pra comprar a bebida. Isso não importa de verdade.
Chego tarde, tipo umas 3 da manhã.
Ao entrar nessa casa do caralho, vejo que a festa de verdade era no parque, melhor dizendo, no deck ao lado da piscina. Preparo um drink do jeito que eu gosto, e também sirvo uma taça de champanhe.
Desço as escadas e encontro duas venezuelanas dançando de um jeito bem provocante. Uma me encara fixo (olhar fixo me seduz pra caralho), então convido ela com a taça de champanhe. Ela aceita agradecida, se apresenta e apresenta a amiga.
Ela (vamos chamar de Maria) vestia um vestido branco justíssimo, que quase se pintava no corpo magro dela. A amiga (suponhamos Júlia, nunca fui bom pra lembrar nomes) usava uma saia longa, preta, e um corset que não sei descrever, só posso acrescentar no relato que era bem chamativo sobre os peitos dela, de tamanho grande e bem bronzeados.
Maria me convida pra dançar, aceito, contra minha vontade, porque não sou um bom dançarino. Entre drink e voltas, conversa vai e vem, uma mão que acaricia as costas dela. Outra que, atrevida, roça a bunda dela. Ela ria, a amiga olhava pra gente e de vez em quando sussurrava algo no ouvido dela.
Imagina o seguinte: um lugar lindo, bem iluminado de noite, com uma piscina também iluminada, e com gente pelada dentro dela, dançando sem controle. Ali estava eu, do lado da piscina, com uma mulher gostosa, de pele morena, olhos claros, que gosta do meu jeito de dançar e me pede mais bebida.
Nem lento nem preguiçoso, apareço com uma garrafa de champanhe aberta.
Ela me encara bem nos olhos bem na hora que eu tava olhando o decote dela. Não eram uns peitos muito grandes. Eram do tamanho certo. Graças a Deus não Eram operados.
Seguimos dançando, o roçar dos nossos corpos atingia uma temperatura que eu nunca tinha sentido antes.
O pescoço dela, por um segundo livre do cabelo macio e perfumado, me deixou beijá-lo com toda confiança. Ouvi ela suspirar. Derreti.
Os beijos já não bastavam. Abracei ela com força. Olhei fixo nos olhos dela. Peguei na mão dela e ela me acompanhou pra dentro de casa.
Sem falar nada, andamos pela casa, rindo. Achamos um quarto com uma janelona que dava vista pra festa. Inesquecível.
Voltando pra ela. Vestido branco, bem justinho. Cabelo castanho claro. Pele morena, bem bronzeada. Corpo magro, mas com uns peitos que se destacavam na silhueta. Altura, igual a minha. As pernas dela eram lindas, como esculpidas.
Mais beijos. E as mãos acompanhavam a respiração. Comecei pegando ela pelo pescoço, beijando embaixo da orelha dela. Ela passava os dedos finos no meu cabelo e respirava pesado.
Não precisava beijar ela na boca. Segui pelo peito dela. Abaixei o zíper do vestido e percebi que ela não tava de calcinha. Nessa altura, já não aguentava mais de tesão. Não acreditei.
O vestido caiu nos meus pés. Ela tava completamente pelada. Olhei o corpo inteiro dela. Nunca tinha tido uma mulher assim antes.
Peguei nas mãos dela e apoiei na minha cabeça, só pra ver se ela queria um boquete.
Toda depilada. Minha língua dançava na buceta dela. Os sucos dela me deliciavam. Ela gritava de prazer. Minhas mãos, primeiro no peito dela, depois uma conhecendo as curvas da raba linda dela, se perderam.
Nisso tudo, ela contra a parede, eu de joelhos.
Levantei ela, pegando pela bunda, e levei pra cama. Sentei ela na borda e continuei bebendo os sucos dela.
Virei ela, e comecei a lamber as bandas daquela raba enorme e doce. Não me segurei, enfiei devagar, como quem pede licença, um dedo no cu dela. Como ela não falou nada, meti.
Ela de bruços, meu pau no dela, minha mão direita segurando ela pela ombro, e um dedo, depois dois, da minha mão esquerda, entrando e saindo do cu dela.
Mudei de posição. Ela já tava muito molhada, mais do que eu gosto, mas era tão gostosa que não liguei.
Sentei na cama, e ainda de costas pra mim, meti na bunda dela. Eu meio sentado, penetrando ela. As costas dela no meu peito. Os beijos foram dos melhores que já recebi na vida.
Meu pau dentro dela, minhas mãos se revezavam no clitóris suculento e quente dela e nos peitos dela.
Era só prazer, puro prazer. Não conseguia abrir os olhos.
Chegou a hora, de tanto tocar nela, ela começa a tremer, sinto ela mais molhada. A respiração dela tava fora de controle. Ela grita bem alto e crava as unhas nas minhas coxas, tentando me ter mais dentro dela.
De repente, sinto que ela prende a respiração, e aí sinto o corpo inteiro dela. Ela grita sem vergonha.
Não aguentei mais, gozei dentro dela. Foi uma experiência única sentir como o corpo dela se contrai num orgasmo longo e inesquecível.
Abraço ela com cuidado e deito ela. Os olhos dela me olhavam como se não me vissem, foi um olhar estranho, como se ela não focasse a visão.
Eu, apaixonado pelo sorriso carismático dela, beijo ela como namorado de primeira viagem, sem jeito e inseguro. Me encheu a alma ver o sorriso dela.
Dormimos juntos, e infelizmente, acordei sozinho. Ainda não lembro o nome dela.

Agradeço pelo tempo de vocês.
Desejo o melhor sexo pra vocês.

P.S.: É a história mais triste que já vivi.
P.S.2: Aceito todas as mensagens privadas e os comentários.

6 comentários - Noite de solteiro

relato
que lindo!!! te quedaste con ganas de mas...buen relato amigo 😉
Caliente la venezolana !!!
Olvidarte el nombre es imperdonable !!!
Buen relato !!!

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

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