Una noche de amor

Antes de mais nada, quero dizer que espero que vocês curtam meu relato e que tô começando nessa arte, então adoraria que fossem sinceros e me dissessem se eu realmente sirvo pra isso ou se é melhor eu deixar pra lá e continuar minha carreira na gastronomia!!
Bom, espero os comentários de vocês e, sem mais delongas, vou deixar vocês com meu relato!!

Devo dizer que sou uma garota de 1,68m de altura, cabelo castanho claro, pele clara, olhos claros grandes e bem expressivos, lábios um pouco grossos, daqueles que dá vontade de morder. Os peitos não são muito grandes, 99 cm, mas são redondinhos, com uns mamilos pequeninos e escuros. Cintura de 67 cm, pernas longas mas um pouco grossas, embora bem torneadas, coroadas por um quadril de 98 cm com umas nádegas bem empinadas, redondinhas e duras. E acho que é isso que sou!! E essa história aconteceu comigo!!

Era uma segunda-feira à tarde e eu tinha acabado de sair da minha aula de culinária. Me sentia cheia, meio irritada, não podia ter tido um dia pior, mas não dava mais pra fazer nada. Uns amigos iam tomar alguma coisa e, numa tentativa de melhorar meu dia, resolvi aceitar o convite generoso deles. Então fomos todos juntos pro bar.

Um lugar pequeno e bem tranquilo, onde dava pra ouvir uma música relaxante. Começamos a beber e o tempo foi passando entre piadas e uma conversa agradável, onde dava pra perceber claramente que um dos meus colegas tava me jogando indiretas. As horas foram passando e os amigos foram indo embora aos poucos, até que só restamos eu e o Ernesto no lugar cheio.

— Bom, tá ficando tarde e eu moro longe, então é melhor eu ir me retirando — falei, com um pouco de tristeza, porque queria ficar mais tempo. Era a primeira vez que ficávamos sozinhos e a conversa dele era tão gostosa, mas o caminho que eu tinha que percorrer ainda era longo e a noite pode virar contra você.

— Espera, não vai embora, fica mais um pouco — ele disse, enquanto eu me levantava.

— Sério, eu preciso... Adoraria, mas é que... - segurou minha mão
- Mas é que nada, senta. Eu te acompanho até sua casa mais tarde, ou melhor ainda, você fica na minha. Ou vai me dizer que tem medo pela sua segurança estando do meu lado? - e como se fosse exatamente o que eu esperava ouvir, eu cedi e sentei de novo, mas dessa vez ao lado dele.

A conversa continuou com uns olhares e umas indiretas, as carícias e os elogios também não demoraram a aparecer, e eu, que sou uma mulher sensível, aqueles roçares leves da mão dele no meu rosto e nos meus braços me faziam sentir mais do que deveria. Imediatamente tentei afastar essa ideia, sabia que Ernesto era só um amigo e que ele não queria nada além disso comigo, além do mais, desde que o conheci, há uns 4 ou 5 meses, sempre tivemos um tipo de jogo parecido onde nunca rolava nada além.

- hahaha, isso é verdade, mas sabe, o tempo voa quando a companhia é boa, e agora realmente está muito tarde e eu me sinto meio mal para te acompanhar até sua casa, então por que você não fica na minha?
- Sabia que devia ter ido embora quando ainda era cedo - falei com um pouco de desconfiança
- Bah, nada disso, não pensa mal, é só que eu não tinha reparado na hora - disse enquanto pegava minha mão
- Mmmmm, minha mãe vai se preocupar se eu não chegar
- Sem problemas, liga pra ela e fala que está comigo...
- hahaha, você é louco se acha que assim ela vai deixar de se preocupar
- Então me passa o telefone que eu falo pra ela que não vi a hora, que é perigoso, que você pode ficar na minha e que eu vou cuidar de você
- Não me convenceu e não acho que ela vai acreditar nas suas boas intenções, mas tá bom

Meia hora depois, estávamos a caminho da casa do Ernesto, eu ainda não tinha entendido direito como ele conseguiu tanta confiança da minha mãe. Conhecia ela há quase vinte anos e nunca tinha confiado tanto em mim, e se não fosse porque eu tinha cumprimentado minha mãe antes de passar o telefone, teria duvidado se era realmente ela. que estava do outro lado.

a gente tinha parado num mercadinho 24 horas pra comprar umas cervejas, prontos pra continuar a festa na casa dele. chegamos, sentamos e ficamos bebendo e conversando — não sei dizer quanto tempo a gente ficou ali, porque o tempo realmente voava com ele. eu tava meio tonta, então deitei no colo dele e ele começou a brincar com meu cabelo, passando os dedos pela minha nuca.

ele pegou minha mão direita e começou a mordiscar meus dedos devagar, foi subindo pelo meu braço inteiro até chegar no meu ombro. minha pele se arrepiou e eu não consegui segurar um tremor.
— te incomoda? — ele perguntou, como quem não quer nada.
— não, claro que não, é que eu não esperava.
— aaa, então já que não te incomoda, posso continuar, né?
— bem...
— bem o quê? — ele disse enquanto aproximava a boca da minha nuca.

eu podia sentir o calor da respiração dele, os lábios roçando meu pescoço, a língua brincando e os dentes tentando prender um pedaço da minha pele pra fazer sofrer, enquanto a mão esquerda dele entrava por baixo da minha blusa e se apossava, calma mas firme, de um dos meus peitos. devagar, virei meu rosto pra encontrar o dele e sentir os lábios dele nos meus — queria aproveitar a boca dele e poder brincar com a língua. foi um pouco difícil acompanhar o ritmo lento dele.

peguei o rosto dele com minhas mãos e comecei a passar elas devagar pelo cabelo dele, pelas maçãs do rosto, pelo pescoço, e ao mesmo tempo ele fez o mesmo com o meu rosto, parou pra seguir o contorno dos meus lábios, e eu os prendi e chupei, tentando mostrar o que estava por vir.

me acomodei no colo dele e desci minhas mãos pelo peito dele pra tirar aquela camisa que atrapalhava minha vontade de continuar conhecendo o corpo dele com meus dedos.

devagar, ele desabotoou os botões da minha blusa pra deixar à mostra meu sutiã rosa.
— que branca!! mas que cor bonita — ele exclamou quando tirou minha blusa.
— não é pra tanto — falei, meio sem graça.
— lembra que sempre te falei que você me parecia totalmente sexy? Pois não me enganei em nada. Você não é só linda, é tão sensual!! — e ele voltou a beijar meus lábios com um beijo interminável enquanto as mãos dele percorriam minhas costas e tentavam desabotoar meu sutiã. Quando conseguiu, deslizou ele suavemente pelos meus braços até tirá-lo.

E, como um menino pequeno, se atirou num dos meus peitos enquanto com a mão apertava o outro. Vê-lo me excitava, e tocá-lo me fazia imaginar o prazer que ele sentiria no momento em que me fizesse sua. Ele pegou meus peitos na concha das mãos, aproximou os lábios dos meus mamilos e os beliscou bem antes de mordê-los. Meu corpo tinha tantas emoções guardadas que não encontrou jeito melhor de deixá-las sair do que com um gemido suave, o que o motivou a continuar com sua tarefa árdua e desceu beijando minha barriga.

Ele desabotoou minha calça enquanto me olhava fixo nos olhos, como me desafiando a pará-lo, deixou à mostra minha calcinha já molhada e deslizou minha calça suavemente pelas minhas pernas, beijou meus pés e lentamente foi subindo, deixando um pequeno rastro de saliva, lambeu e mordeu minhas coxas, e com as mãos abriu levemente meus lábios e começou a preparar o terreno que momentos depois sua boca ocuparia.

Ele deixou meu clitóris à mostra e passou a língua com tanto cuidado e tato que eu juraria que aquele botão era dele. Ele se dedicava ao meu prazer como se aquilo fosse o único objetivo que tinha, chupava, beijava, friccionava como se disso dependesse a vida dele.

Meu corpo não aguentava mais, minhas costas se arquearam, meu corpo se tensionou e comecei a sentir um arrepio que subia da ponta dos meus dedos dos pés e descia da minha cabeça, se concentrando na minha buceta, produzindo espasmos de prazer que já não arrancavam gemidos da minha boca, mas sim gritos da minha garganta. Eu precisava morder alguma coisa ou acordaria todo mundo a um quilômetro ao redor, e a única coisa que consegui fazer foi virar o rosto e morder com força meu ombro. Ele continuou me dando um leve massagem nas partes onde meu orgasmo não tinha deixado sensibilidade demais, e enquanto me olhava com uma cara entre divertida, safada e triunfante, me beijou, me mostrando assim meu gostinho requintado e doce de mulher, um sabor que existia só porque ele estava do meu lado.

Assim que me recuperei, me levantei e tirei a calça dele, fazendo do mesmo jeito que ele tinha feito. Beijei cada parte do corpo dele e passei minhas mãos de forma brincalhona sobre a cueca dele, até que decidi que já era hora de libertar o corpo dele da única peça que me atrapalhava pra realizar a tarefa que eu tanto queria fazer há alguns meses.

Coloquei uma mão no pau dele enquanto com a outra dava um leve massagem nas bolas dele. Tava com tanta vontade de meter ele na minha boca e poder saborear, mas não queria parecer muito ansiosa, então continuei por mais uns momentos com o massagem suave que tava fazendo, até que peguei ele com firmeza e fui descendo meu rosto devagar, mas sem perder o olhar dele. Passei primeiro minha língua de leve na cabecinha dele, sentindo ele tremer, depois percorri ele todo de comprido e largo com minha língua, desci um pouco mais e meti as bolinhas dele na minha boca, fazendo ele suspirar. Chupei de leve, desejando que aquele momento nunca acabasse. Subi um pouco e passei minha língua de novo na cabecinha dele, mas dessa vez mantendo ela presa pelos meus lábios, suave mas firme, fui descendo até chegar no ponto onde sentia que ia me engasgar. Continuei mais um pouco subindo e descendo, chupando e acariciando o pau dele, até que ele pediu pra eu parar.

Então me levantei, peguei o pau dele e rocei na entrada da minha buceta, até que ele empurrou de leve pra me deixar enfiada. Meus gemidos de prazer não demoraram, e ele pegou minhas cadeiras pra manipular o movimento do jeito que queria, enquanto eu beijava ele carinhosamente. Num momento, ele me virou, me deixando deitada de lado, e se colocou atrás de mim. Levantei uma das minhas pernas. e enquanto me penetrava, com uma mão brincava com um dos meus peitos e com a outra massageava meu clitóris. não consegui me segurar e veio o que foi meu segundo orgasmo, eu tava muito sensível, então ele parou um momento enquanto eu descia pra brincar mais um pouco com minha língua na glande dele, nos ovos dele, até que senti como ele inchava mais do que já tava e como o esperma quente dele começava a jorrar. não fui rápida o suficiente e, mesmo sem parar em nenhum momento, meu rosto acabou com um pouco dos fluidos dele, que limpei com meus dedos e levei à boca. a gente se deitou e esperou a respiração voltar ao normal, trocando uma massagem leve nos ombros e mais uns beijos até que finalmente dormimos com um sorriso tão verdadeiro que chegava a doer.

na manhã seguinte, a gente levantou e tomou banho junto, e o que rolou aqui já é outra história que talvez eu conte depois!!!

8 comentários - Una noche de amor

zagoro
IMPRESIONANTE, muy bueno, te dejo 10 con una recomendacion, cuida la ortografia 😉 asi siempre el texto se vera bonito
muy bueno el relato, un consejo de onda para vos: escribí tus post en word y aplica autocorrección, siempre ayuda por si se te pasó algún error, podés ver mi último trabajo y verás que queda mejor así, en cuanto al desarrollo fue cautivante, lograste despertar mis sentidos con el relato, y lo de que querés saber si sirves, nunca pienses eso porque lo que hacés es bueno, aunque de todas maneras en la vida y en todo lo que hagas encontrarás gente a la que le gusta y otros que no, pero ninguna opinión debe ser impedimento para tu libertad, en resúmen si te gusta escribir... escribe y si lo compartes con la comunidad verás que a muchos de nosotros les gusta, mucha suerte, piú avanti y avisa si quieres por mp cuando hagas otro post
Si, muy buen relato me gusto, segui subiendo vas bien, gracias por compartir. 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
a muchas personas no les gusta leer,pero no es mi caso, disfrute tanto el relato que hasta se me hizo muy cortito y quisiera agradecerte por tu gran aporte,y si es lo tuyo me impresionaste deberias escribir una novela, nunca preguntes si sirves para esto la gente no siempre es muy sincera, si a ti te gusta esto hazlo, disfrutalo que siempre cuando haces algo con amor y con ganas todo sale perfecto sigue asi para seguir disfrutando esto que tanto nos gusta ¡¡¡Leer!!! 😉 😉 😉
Una noche de amor
Las oraciones son un poco largas; y sin mayúsculas es difícil leer...
De todas formas, es lindo relato 🙂
Que bonito es lo bonito!
eh leido varios de tus post y estan de lujo, ya soy tu fan!!!