Uns dias atrás, no trampo como vendedor num mercadinho, tava sozinho como sempre, já que sou o único que pega o turno da tarde até a noite. Passando as horas desde que entrei no serviço, as vendas bem baixas por causa do frio, comecei a pensar em fechar mais cedo pra chegar em casa e cair na cama. Tinha passado uma noite bem ruim escrevendo 100 páginas do meu livro, dormi lá pras 3 da manhã pra terminar essa quantidade de folhas.
Já eram 7 da noite, faltava uma hora pra sair e ir pra casa descansar, isso que eu pensava enquanto o povo passava, comprava e ia pros seus cantos. Nisso, terminando de atender um senhor e cobrar ele, nem reparei que tinha entrado uma mina, que depois eu descobri quem era. Quando levantei o olhar, vi de quem se tratava: uma das minhas ex-namoradas, a mais selvagem e perversa que já conheci. Com ela fiz minha primeira transa num parque às 3 da manhã, isso depois eu conto em detalhes. Ela se chama Luz, uma morena de corpo desejável e, acima de tudo, um rostinho de anjo lindo (mudei o nome pra proteger a privacidade dela). Ela foi o relacionamento mais longo e excitante que já tive.
Ao me ver, ela se surpreendeu e sorriu com aqueles lábios carnudos e delicados, enquanto começava a movê-los devagar pra formar as palavras que sairiam da boca dela.
L: — Oi, Okami, como cê tá? Faz tempo que não te vejo.
O: — Luz, tô bem, aqui trabalhando. Senti muito a sua falta.
L: — Eu também, meu bem. Então, me conta, como vai o seu livro?
O: — Bem, meio intenso e polêmico como sempre. Cê tá com pressa?
L: — Não, já ia pra casa. Esqueci de te falar, agora moro sozinha, tenho um apartamento só pra mim. Me diz: que horas cê sai do trampo?
O: — Daqui a meia hora eu saio. Cê me espera enquanto eu fecho e faço as contas?
L: — Bom, tudo bem, mas se você for pro meu apê comigo hoje, isso não é pergunta, é ordem. Entendeu?
O: — Me lembra as ordens que você me dava... antes... mudei... já não sou mais aquele que obedece todas. Ordens... quem dá as ordens sou eu.
L: — Isso vou ter que conferir por mim mesma.
Nisso o tempo passou, eu fiz o que tinha que fazer pra fechar o negócio. Quando terminamos, a gente se preparou pra caminhar o trajeto do escritório até o apartamento dela, o que deu uns 10 minutos.
Ao chegar, entramos no apartamento, um lugar espaçoso e bem aconchegante, talvez porque não tinha muita coisa e tudo estava numa organização muito engenhosa...
Continua...
(A segunda parte vai ter a ação de verdade, por questão de tempo não consigo concluir bem essa parte. Esperem a próxima e vão saber das coisas mais bizarras e excitantes que posso relatar.)
Já eram 7 da noite, faltava uma hora pra sair e ir pra casa descansar, isso que eu pensava enquanto o povo passava, comprava e ia pros seus cantos. Nisso, terminando de atender um senhor e cobrar ele, nem reparei que tinha entrado uma mina, que depois eu descobri quem era. Quando levantei o olhar, vi de quem se tratava: uma das minhas ex-namoradas, a mais selvagem e perversa que já conheci. Com ela fiz minha primeira transa num parque às 3 da manhã, isso depois eu conto em detalhes. Ela se chama Luz, uma morena de corpo desejável e, acima de tudo, um rostinho de anjo lindo (mudei o nome pra proteger a privacidade dela). Ela foi o relacionamento mais longo e excitante que já tive.
Ao me ver, ela se surpreendeu e sorriu com aqueles lábios carnudos e delicados, enquanto começava a movê-los devagar pra formar as palavras que sairiam da boca dela.
L: — Oi, Okami, como cê tá? Faz tempo que não te vejo.
O: — Luz, tô bem, aqui trabalhando. Senti muito a sua falta.
L: — Eu também, meu bem. Então, me conta, como vai o seu livro?
O: — Bem, meio intenso e polêmico como sempre. Cê tá com pressa?
L: — Não, já ia pra casa. Esqueci de te falar, agora moro sozinha, tenho um apartamento só pra mim. Me diz: que horas cê sai do trampo?
O: — Daqui a meia hora eu saio. Cê me espera enquanto eu fecho e faço as contas?
L: — Bom, tudo bem, mas se você for pro meu apê comigo hoje, isso não é pergunta, é ordem. Entendeu?
O: — Me lembra as ordens que você me dava... antes... mudei... já não sou mais aquele que obedece todas. Ordens... quem dá as ordens sou eu.
L: — Isso vou ter que conferir por mim mesma.
Nisso o tempo passou, eu fiz o que tinha que fazer pra fechar o negócio. Quando terminamos, a gente se preparou pra caminhar o trajeto do escritório até o apartamento dela, o que deu uns 10 minutos.
Ao chegar, entramos no apartamento, um lugar espaçoso e bem aconchegante, talvez porque não tinha muita coisa e tudo estava numa organização muito engenhosa...
Continua...
(A segunda parte vai ter a ação de verdade, por questão de tempo não consigo concluir bem essa parte. Esperem a próxima e vão saber das coisas mais bizarras e excitantes que posso relatar.)
1 comentários - Um encontro casual... (parte I)