Quando eu tinha catorze anos, fui numa festa de formatura do sétimo ano junto com um amigo e a namorada dele, naquela ideia de todo cara babaca de conhecer alguma mina.
Pra minha desgraça, nessa festa só tinha pais que foram buscar o boletim dos filhos e, quando começou a tal dança, não tinha com quem dançar. Aí chamei minha vizinha, mãe de quatro filhos, mas com um corpo gostoso pra caralho.
Como todo sonso, dancei um tempo com a senhora e não falei nada, nem passou pela minha cabeça dar em cima dela. Quando a dança acabou, fui pra casa e pronto. Dias depois, começaram a me ligar e dizer que gostavam de mim e tal. Comecei a viajar na maionese, pensando "tomara que seja fulana ou cicrana" por causa das minas que eu conhecia. E ainda por cima não queria me dizer o nome, aí começou a brincadeira de adivinhar quem era. Isso se prolongou por uns meses, sempre conversando sem saber com quem. Comecei a falar as mais gostosas, nada; as mais ou menos, também nada; fui até as mais feias, e nada também. Isso me deixava louco, não saber nem o nome da pessoa. Criei mil histórias na cabeça imaginando minhas amigas. Tava naquela fase de tesão, então tinha porra pra alimentar um exército de mulher, haha 😃
Um dia ela me fala o nome e eu fiquei pasmo. Nem ideia de quem era. Nunca tinha ouvido aquele nome esquisito. Aí ela disse: "Lembra daquele dia, tal e tal?" E era minha vizinha, com quem eu tinha dançado um tempo atrás. Ela falou: "Vem aqui em casa", e eu saí na hora, claro. Todo de pau duro, saí andando meio de lado com a pica dura, haja, pra ninguém perceber, embora naquele momento eu nem ligasse. Quando cheguei na casa dela, um dos filhos também tava chegando. Ela me chamou pra jogar videogame, aqueles aparelhos de fita de antigamente. Jogamos Super Mario Bros um pouco, e não sei pra onde ela foi. Fiquei jogando sozinho, mas assim que ela saiu, meio cagado de medo, mas bem tarado, fui conversar com a mãe dela. Ela me disse, toda séria: "Me ajuda a tirar uns livros do carro" (uma lata-velha mais velha que a injustiça, que depois servia de hotel pra gente — era um Renault 6, uma renoleta, em outras palavras). Bom, eu tava tão tarado que, quando a senhora falou "ah", já tava em cima dela, passando a mão e querendo arrancar a roupa. Como não era muito experiente, fiz um monte de coisa errada, mas pelo que os caras falavam, as gatinhas geralmente gostavam que eu fosse beber água 😃 haha. Bom, a parada é que comecei a chupar tudo que encontrava pelo caminho. A maioria não me agradava, mas com a tesão que eu tava, não ligava pra nada. Fiquei um tempão nos peitos dela, espremi como laranjas, tirei todo o suco, entrei igual porco no milho haha. Minha pika parecia que ia explodir, e eu não queria começar assim porque ia terminar muito rápido. Sabia, pelas mil e quinhentas punhetas anteriores que tinha batido, que quando vem, vem haha 😃. Então alongava e demorava, isso fazia ela ficar ainda mais excitada. E ainda estávamos no chão da garagem, e a qualquer momento podia chegar alguém, mas isso não importava. Quando cansei de chupar tudo, o que levou um bom tempo, e ela já tava pedindo, me empolguei um pouco e enrolei pra caralho. É inútil, igual criança com brinquedo novo haha. Lembro até agora que, quando penetrei e fui bem devagar pra tesão que ela tava, ela foi — como diz o brasileiro — se foi, tremendo toda, e isso me deixou louco. Não sei se era pelo tempo que ela não transava ou o quê, mas senti tão bem, uma atrás da outra, as vezes que ela gozou: foram três vezes. Até aí nem sabia que as gatinhas terminavam assim, mas de todas as vezes posteriores que ficamos, nunca mais senti ela gozar, e também não sei por quê. Fazia quase um ano que o marido dela tava em outro país por um intercâmbio. Como era engenheiro, sei lá em quê, não conseguia um bom trampo na minha cidade, então foi por um ano. E bom, aquela mãe tava desesperada por um pedaço de carne. A parada é que a primeira vez minha... Foi incrível e durou pra caralho, foi a parte mais gostosa, talvez pelo medo do cara voltar ou de algum dos outros filhos dele entrar. Mas quando acabou, nós dois ficamos detonados no chão frio da garagem, que era de cerâmica.
É meu primeiro post, na real não sei se vai agradar alguém, espero que sim. Com o tempo, se eu fizer outro, conto das minhas aventuras pelas oito províncias argentinas onde morei. 😃
Pra minha desgraça, nessa festa só tinha pais que foram buscar o boletim dos filhos e, quando começou a tal dança, não tinha com quem dançar. Aí chamei minha vizinha, mãe de quatro filhos, mas com um corpo gostoso pra caralho.
Como todo sonso, dancei um tempo com a senhora e não falei nada, nem passou pela minha cabeça dar em cima dela. Quando a dança acabou, fui pra casa e pronto. Dias depois, começaram a me ligar e dizer que gostavam de mim e tal. Comecei a viajar na maionese, pensando "tomara que seja fulana ou cicrana" por causa das minas que eu conhecia. E ainda por cima não queria me dizer o nome, aí começou a brincadeira de adivinhar quem era. Isso se prolongou por uns meses, sempre conversando sem saber com quem. Comecei a falar as mais gostosas, nada; as mais ou menos, também nada; fui até as mais feias, e nada também. Isso me deixava louco, não saber nem o nome da pessoa. Criei mil histórias na cabeça imaginando minhas amigas. Tava naquela fase de tesão, então tinha porra pra alimentar um exército de mulher, haha 😃
Um dia ela me fala o nome e eu fiquei pasmo. Nem ideia de quem era. Nunca tinha ouvido aquele nome esquisito. Aí ela disse: "Lembra daquele dia, tal e tal?" E era minha vizinha, com quem eu tinha dançado um tempo atrás. Ela falou: "Vem aqui em casa", e eu saí na hora, claro. Todo de pau duro, saí andando meio de lado com a pica dura, haja, pra ninguém perceber, embora naquele momento eu nem ligasse. Quando cheguei na casa dela, um dos filhos também tava chegando. Ela me chamou pra jogar videogame, aqueles aparelhos de fita de antigamente. Jogamos Super Mario Bros um pouco, e não sei pra onde ela foi. Fiquei jogando sozinho, mas assim que ela saiu, meio cagado de medo, mas bem tarado, fui conversar com a mãe dela. Ela me disse, toda séria: "Me ajuda a tirar uns livros do carro" (uma lata-velha mais velha que a injustiça, que depois servia de hotel pra gente — era um Renault 6, uma renoleta, em outras palavras). Bom, eu tava tão tarado que, quando a senhora falou "ah", já tava em cima dela, passando a mão e querendo arrancar a roupa. Como não era muito experiente, fiz um monte de coisa errada, mas pelo que os caras falavam, as gatinhas geralmente gostavam que eu fosse beber água 😃 haha. Bom, a parada é que comecei a chupar tudo que encontrava pelo caminho. A maioria não me agradava, mas com a tesão que eu tava, não ligava pra nada. Fiquei um tempão nos peitos dela, espremi como laranjas, tirei todo o suco, entrei igual porco no milho haha. Minha pika parecia que ia explodir, e eu não queria começar assim porque ia terminar muito rápido. Sabia, pelas mil e quinhentas punhetas anteriores que tinha batido, que quando vem, vem haha 😃. Então alongava e demorava, isso fazia ela ficar ainda mais excitada. E ainda estávamos no chão da garagem, e a qualquer momento podia chegar alguém, mas isso não importava. Quando cansei de chupar tudo, o que levou um bom tempo, e ela já tava pedindo, me empolguei um pouco e enrolei pra caralho. É inútil, igual criança com brinquedo novo haha. Lembro até agora que, quando penetrei e fui bem devagar pra tesão que ela tava, ela foi — como diz o brasileiro — se foi, tremendo toda, e isso me deixou louco. Não sei se era pelo tempo que ela não transava ou o quê, mas senti tão bem, uma atrás da outra, as vezes que ela gozou: foram três vezes. Até aí nem sabia que as gatinhas terminavam assim, mas de todas as vezes posteriores que ficamos, nunca mais senti ela gozar, e também não sei por quê. Fazia quase um ano que o marido dela tava em outro país por um intercâmbio. Como era engenheiro, sei lá em quê, não conseguia um bom trampo na minha cidade, então foi por um ano. E bom, aquela mãe tava desesperada por um pedaço de carne. A parada é que a primeira vez minha... Foi incrível e durou pra caralho, foi a parte mais gostosa, talvez pelo medo do cara voltar ou de algum dos outros filhos dele entrar. Mas quando acabou, nós dois ficamos detonados no chão frio da garagem, que era de cerâmica.
É meu primeiro post, na real não sei se vai agradar alguém, espero que sim. Com o tempo, se eu fizer outro, conto das minhas aventuras pelas oito províncias argentinas onde morei. 😃
2 comentários - Mastigando a mulher do meu vizinho