Tudo aconteceu na segunda-feira da semana passada, quando em Buenos Aires caiu o mundo com a chuva. A gente tava na casa de uns amigos e, enquanto conversava e via a chuva cair a cântaros, como eu morava a poucas quadras, esperei dar uma trégua pra ir pra casa com a minha mina. Saímos assim que a tempestade deu uma parada. Ao sair e andar duas quadras, demos de cara com a surpresa: a rua e a calçada estavam alagadas... a água batia no nosso tornozelo. A gente corria pra chegar rápido, porque a chuva tinha começado de novo. Tava a meia quadra do prédio quando um ônibus passou e nos encharcou com uma onda enorme. Depois entramos no prédio e nos sentimos protegidos, e nos olhamos frente a frente. Foi um segundo, nos devoramos com o olhar. Aquela molhada deixava ela linda, o cabelo todo úmido e bagunçado, o rímel escorrido e a pele fria. A camisa branca molhada mostrava os pezinhos dela durinhos de frio. A gente se olhou e se beijou até o elevador. A gente se jogava violentamente de um lado pro outro nos corredores do prédio. Chegamos no elevador e, como deu, apertamos o terceiro andar. A viagem curta no elevador, abrimos e entramos aos empurrões no apartamento. Entramos, fechamos a porta — nem sei com quê — e desabamos no chão.
Ali no chão, eu sentia a pele dela úmida, fria, tremendo. Os pezinhos dela durinhos, eretos, e comecei a massagear devagar, a beijar com calor. Uma das minhas mãos começou a acariciar as perninhas frias dela, sentia os relevos da pele arrepiada, mas quando cheguei na entreperna, senti umidade também, mas essa era quente. Passei minha mão devagar por ali e comecei a ouvir gemidos leves. A gente continuava se beijando no chão. E minhas mãos tomaram de assalto o corpo frio dela, que ia esquentando a cada roçada do nosso corpo. Eu desgrudei minha boca da dela e comecei a chupar o pescoço inteiro, deixei umas marcas. Fui descendo até os peitos dela, arranquei o sutiãzinho e comecei a chupar os pezinhos dela, agora mornos. mas eretos, minha língua saboreava, e ela curtia com gemidos leves, minha mão entrou na calcinha fio dental dela duplamente molhada, e comecei a penetrar a buceta dela, com dois dedinhos os gemidos dela aumentavam a cada entra e sai dos meus dedos na bucetinha quente e gostosa dela, meu pau queria explodir, ela com a mão acariciava ele por cima da calça, ela num instante goza e eu sinto os líquidos dela escorrendo entre meus dedos, e a respiração dela acelera... eu me mexi e abri bem as pernas dela, levantei levemente a saia dela, e arranquei a calcinha fio dental também, tava descontrolado, ela não dizia nada, tão possuída de luxúria quanto eu, me abaixei e beijei, saboreei, lambi, chupei, cada centímetro da pussy deliciosa dela, não conseguia parar de provar essas pernas lindas também, ela entre gemidos, diz -quero.... mmm. teu.. pau..- ao ouvir isso, parei de lamber, e abri o máximo que pude as pernas dela, desafivelei a calça, e tirei meu pau duro, molhado, mas pulsando de vontade de entrar na minha mina, de sentir a bucetinha dela roçando nesse entra e sai, eu simplesmente penetrei ela de uma vez, e comecei a me mexer, os gritos e gemidos dela preenchiam o silêncio anterior, tava comendo ela, toda molhada, depois de caminhar sobre a água da chuva... na rua, ver ela assim molhada era excitante e com ela aconteceu o mesmo, continuamos transando nessa posição por um bom tempo, senti ela gozar mais uma vez... ao sentir a buceta dela apertar meu pau com força... Tirei meu pau da boceta dela e mostrei na cara dela, ela com uma mão pegou, bateu uma um pouquinho e colocou só a cabeça na boca e lambeu terrivelmente... ao sentir a língua dela subir e descer pela minha glande, foi inevitável não gozar e soltei todo o leite na boca dela. Eu me deitei e fiquei de barriga pra cima uns segundos e simplesmente ouvi -amorzinho, já cansou? eu quero muito mais- eu respondi -eu também, mas você não quer fazer algo pra mim, você também?-.... ela se aproximou e...
CONTINUA...
Ali no chão, eu sentia a pele dela úmida, fria, tremendo. Os pezinhos dela durinhos, eretos, e comecei a massagear devagar, a beijar com calor. Uma das minhas mãos começou a acariciar as perninhas frias dela, sentia os relevos da pele arrepiada, mas quando cheguei na entreperna, senti umidade também, mas essa era quente. Passei minha mão devagar por ali e comecei a ouvir gemidos leves. A gente continuava se beijando no chão. E minhas mãos tomaram de assalto o corpo frio dela, que ia esquentando a cada roçada do nosso corpo. Eu desgrudei minha boca da dela e comecei a chupar o pescoço inteiro, deixei umas marcas. Fui descendo até os peitos dela, arranquei o sutiãzinho e comecei a chupar os pezinhos dela, agora mornos. mas eretos, minha língua saboreava, e ela curtia com gemidos leves, minha mão entrou na calcinha fio dental dela duplamente molhada, e comecei a penetrar a buceta dela, com dois dedinhos os gemidos dela aumentavam a cada entra e sai dos meus dedos na bucetinha quente e gostosa dela, meu pau queria explodir, ela com a mão acariciava ele por cima da calça, ela num instante goza e eu sinto os líquidos dela escorrendo entre meus dedos, e a respiração dela acelera... eu me mexi e abri bem as pernas dela, levantei levemente a saia dela, e arranquei a calcinha fio dental também, tava descontrolado, ela não dizia nada, tão possuída de luxúria quanto eu, me abaixei e beijei, saboreei, lambi, chupei, cada centímetro da pussy deliciosa dela, não conseguia parar de provar essas pernas lindas também, ela entre gemidos, diz -quero.... mmm. teu.. pau..- ao ouvir isso, parei de lamber, e abri o máximo que pude as pernas dela, desafivelei a calça, e tirei meu pau duro, molhado, mas pulsando de vontade de entrar na minha mina, de sentir a bucetinha dela roçando nesse entra e sai, eu simplesmente penetrei ela de uma vez, e comecei a me mexer, os gritos e gemidos dela preenchiam o silêncio anterior, tava comendo ela, toda molhada, depois de caminhar sobre a água da chuva... na rua, ver ela assim molhada era excitante e com ela aconteceu o mesmo, continuamos transando nessa posição por um bom tempo, senti ela gozar mais uma vez... ao sentir a buceta dela apertar meu pau com força... Tirei meu pau da boceta dela e mostrei na cara dela, ela com uma mão pegou, bateu uma um pouquinho e colocou só a cabeça na boca e lambeu terrivelmente... ao sentir a língua dela subir e descer pela minha glande, foi inevitável não gozar e soltei todo o leite na boca dela. Eu me deitei e fiquei de barriga pra cima uns segundos e simplesmente ouvi -amorzinho, já cansou? eu quero muito mais- eu respondi -eu também, mas você não quer fazer algo pra mim, você também?-.... ela se aproximou e...
CONTINUA...
5 comentários - Andando sobre a Água
excelente pabloooo!!! quiero la continuacion porque nos dejas asi maldito 😀 😀 😀 😀
+10 en este en el que viene nada de castigo por dejarme asi 😉