Mauro, a mãe e a irmã (2)

Quer ler a primeira parte?http://www.poringa.net/posts/relatos/1445140/Mauro,su-madre-y-su-hermana.html

Mauro, a mãe dele e a irmã dele.

A iniciaçãoMirtha tinha voltado pra casa da mãe depois de um casamento fracassado que deixou ela desiludida com os homens e com um filho de 6 meses. A mãe dela, Laura, recebeu ela de braços abertos e foi a ajuda que a moça precisava num momento tão infeliz da vida dela. Ela não aguentou dois anos de maus-tratos e decidiu que era melhor seguir a vida sozinha, com o filhinho dela. Aos 20 anos, carregava nos ombros um casamento fracassado e a responsabilidade de alimentar e educar a filha, mas a mãe deu o acolhimento que ela precisava, ajudando a cuidar da bebê enquanto Mirtha ia trabalhar. A solidão atual era melhor do que a vida de porrada, maus-tratos e humilhação que foi o casamento dela.

Tudo corria tranquilo na casa da mãe, mas o clima virou uma tempestade de repente com as brigas entre os pais, que no fim levaram o pai a ir embora, deixando a mãe na mesma situação da filha: sozinha e sem marido. Felizmente, nessa época, Mauro veio passar as férias de inverno dele, e a presença dele ajudou a aliviar o clima de tristeza que reinava em casa. Os irmãos passavam tardes inteiras juntos, como nunca antes, já que tinham quatro anos de diferença entre eles. Até aquele ano, os irmãos eram meio distantes, porque a diferença de idade que antes separava eles de jeito irremediável por diferenças de todo tipo, agora começava a sumir por causa da maturidade dos dois. A situação da Mirtha pareceu ser o elemento catalisador que facilitou a aproximação, e a comunicação entre os dois irmãos ficou cada vez mais íntima, sem nenhum dos dois imaginar até que ponto.

A beleza da Mirtha não passou despercebida pro Mauro, e os encontros dos irmãos pra ele começaram a ser momentos pra espiar as pernas dela, os peitos dela e soltar a imaginação com situações eróticas onde os dois eram protagonistas, o que no fim terminava em masturbações solitárias no banheiro ou no quarto dele, dedicadas à sua linda irmã. Pra ele, tudo na vida se resumia a sexo e tudo girava em torno de como satisfazer os apetites enormes que o dominavam, e a irmã parecia um alvo lógico, sem se importar com o laço familiar. O fato dela ser separada, sem parceiro, fazia ele pensar que era uma mulher disposta a transar, o que aguçava a imaginação dele com cenas que ele achava que podia rolar com ela, que invariavelmente terminavam em jorros de porra que ele soltava no fim das punhetas que batia pensando na irmã.

Pra Mirtha, por outro lado, a presença do irmão começou a mudar do confidente que era no começo pro homem que estava do lado dela e que claramente a queria. Ela já tinha percebido isso mais de uma vez. Até o susto inicial quando ouviu ele se masturbando no banheiro gemendo o nome dela baixinho, deu lugar à curiosidade e ao desejo insatisfeito, fazendo com que ela também se imaginasse transando com o irmão, o que a levou a usar a mão pra se satisfazer na solidão do quarto dela.

Era óbvio que as suposições do Mauro não estavam erradas, já que a irmã se sentia carente de um homem, o corpo dela pedia, e ele era o único por perto que podia saciar os desejos insatisfeitos do corpo dela.

O desejo já tava instalado na mente da Mirtha, que tinha certeza de que era ela quem tinha que tomar a iniciativa, dada a inexperiência do irmão.

Uma tarde especialmente quente, ela foi até o quarto do irmão com a desculpa de pedir uma revista, mas com a intenção firme de que ele a possuísse. A mãe tinha saído pra tarde toda e o garoto dormia tranquilamente. E ela queria o irmão, naquele momento, porque o corpo dela já não aguentava mais de tesão e precisava se satisfazer de qualquer jeito.

Ela encontrou ele dormindo na cama. cama e ela o acordou. Ele se sentou rápido, como se adivinhasse que algo importante estava prestes a acontecer. Mirtha também se sentou, de frente para ele. Cruzou as pernas, mas tomou cuidado para não mostrar nada por enquanto. A conversa girou em torno de assuntos familiares banais, até que ela decidiu pegar o touro pelos chifres.

— Desde quando você se masturba?

— Por que você diz isso? Eu não faço isso.

— Não mente pra mim, já te peguei várias vezes, no banheiro.

— Não...

— E também no seu quarto.

— Mas...

— E você usa meus biquínis que deixo pra lavar.

— É que...

O garoto estava à beira das lágrimas, então ela resolveu dar confiança pra evitar que seus planos fossem por água abaixo.

— Não seja bobo, não estou te xingando. Só estou perguntando por curiosidade.

— Bem...

— Vai, não seja chato, me diz quando você começou a se masturbar.

— ... desde que cheguei de férias.

— Antes não?

— Você não estava.

— Mas você não fica excitado com outras garotas?

— Não se comparam a você.

— Obrigada, maninho.

— É que é a verdade.

— E no que você pensa quando está fazendo isso?

— Em você.

— Sim, eu sei. Mas o que você imagina fazendo comigo?

— Bem, penso nas suas pernas, nas suas coxas.

— Você gosta delas?

Enquanto perguntava, Mirtha abriu lentamente as pernas, mostrando ao irmãozinho suas coxas e, no final delas, um biquíni branco, cujo tecido cobria o pacote da sua buceta.

— Sim... Você é uma gostosa.

— E no que mais você pensa?

— Na sua coisinha, quando cheiro seu biquíni.

— Você gosta de cheirá-lo?

— É que imagino o cheiro da sua coisinha.

— Mmmmm.

Sem dizer uma palavra, Mirtha esticou as pernas, tirou o biquíni e o passou para o irmão.

— Toma, cheira ele.

— Mmmmm. Gostoso.

— Isso te excita?

— Muito, muito.

— Então, faz isso na minha frente.

Mauro hesitou por uns instantes, mas a situação era evidente demais pra ignorar, então ele se decidiu, abriu a braguilha e tirou a ferramenta, que começou a massagear com força. A presença da irmã, o biquíni que ela tinha passado, foi demais pra imaginação infantil dele e acabou mais cedo do que ele queria.

Cê é muito bruto, irmão

Desculpa...

Tem jeitos mais delicados de fazer, mais gostoso

Mmmmm

Deixa eu te ensinar

E Mirtha pegou a ferramenta do irmão e começou a massagear devagar, sem tirar os olhos dele. Mauro tava hipnotizado com o trabalho da irmãzinha, que mexia os dedos com cuidado, pra cima e pra baixo no pedaço de carne dele, que pulsava de tesão. Ela aproximou a boca da cabeça da rola que segurava e abriu os lábios como se fosse engolir, mas não fez. Foi uma amostra do que pretendia fazer depois. Mas já foi o bastante pro pobre do Mauro, que gozou de novo, dessa vez na mão da irmã mais velha.

Viu a diferença?

Cê tem razão, foi muito melhor

Agora me diz, já fez isso alguma vez?

Não, nunca.

Gostaria de fazer?

Claro

O problema é que você goza muito rápido

Mas eu consigo me segurar

Vou te botar à prova. Se passar, a gente faz junto

Pronto, o que você quiser

Você vai beijar minha bucetinha e me fazer gozar, mas sem gozar você



Ela abriu as pernas, deixando exposto pra visão do irmãozinho o espetáculo lindo da moita de pelos e da buceta entre as coxas gostosas. O irmão se jogou desesperado entre as pernas de Mirtha e começou a chupar e beijar a boceta da irmãzinha, que ela mexia com maestria, segurando a cabeça de Mauro pra guiar os movimentos. O moleque se agarrou nos glúteos dela e começou a bombar no túnel do amor, até que ela sentiu uma corrente de energia subir pelo corpo e vazar num jorro de suco vaginal, que inundou a boca de Mauro, que surpreso só conseguiu tentar engolir o que dava.

Mirtha ficou mais que satisfeita com o trabalho do irmão e decidiu que era hora de provar a ferramenta dele, então Ele fez sinal pra ela subir em cima dele e, com a mão, agarrou o pedaço de carne, guiando até a entrada da gruta do amor dela, que ainda gotejava o fluido que o irmãozinho tinha provocado.

Por favor, não goza muito cedo

Vou me segurar o máximo que der

É que eu tava com tanta vontade de sentir uma rola dentro, que quero aproveitar muito

Ele colocou a rola na entrada e, instintivamente, o irmão empurrou até alojar completamente. A garota começou a se mexer desesperada, abraçada no irmão, que se movia devagar, segurando a vontade pra ela aproveitar ao máximo, chegando a pensar em outra coisa, pra não focar no que tava fazendo, de modo que pudesse atrasar a chegada do momento feliz do orgasmo final. Ela se soltou completamente e, levantando as pernas nas costas do irmão, começou a galopar ele com desespero, entre gritos de tesão e prazer.

Sim, meu bem, sim

Toma, minha linda, toma

Você é tão gostoso, meu bem

Você gosta?

Siiiiim, tava com tanta vontade de você. Me come, me come.

Toma, minha linda, toma

Você come gostoso, meu bem. Me come

Sim, minha linda gostosa, sim

Mete mais, mete mais, meu bem gostoso.

Você sente, minha linda?

Sim, gostoso, meu bem. Aghhhhhhhhhhhh

Mirtha perdeu toda a compostura, levantou as pernas e, no meio de gemidos, gozou de forma estrepitosa, com gritos altos que denunciavam o estado de agitação que o irmão tinha causado. Mauro tava feliz porque conseguiu fazer ela gozar antes dele, então continuou se movendo com mais calma, tentando aproveitar cada metida e tirada. A irmã se recuperou depois e, encantada, viu que o irmãozinho continuava metendo e tirando a rola de dentro dela, então se prontificou gostosa a acompanhar.

Quer continuar?

Sim, minha linda

Assim, meu amor, assim. Devagar.

Você sente como entra e sai?

É uma delícia, minha linda

Você gosta do jeito que eu faço?

Você faz gostoso, amor. Você come muito gostoso

Você gosta como eu te fodo? Você?

Siiiiii. Você fode gostoso pra caralho.

Eu adoro te foder, irmãzinha.

Sim, irmãozinho, me fode muito.

Sou seu irmão que te fode, irmãzinha.

Sim, irmãozinho. E eu sou sua putinha.

Sim, putinha gostosa. Minha irmãzinha puta.

Sim, sua puta. Sua puta fogosa.

Sim, puta fogosa. Minha irmãzinha fogosa. Minha puta.

Aghhhhhhhhhhhhhhhhh

Mirtha não aguentou mais o tesão que a linguagem obscena que estavam usando causava nela e novamente deu ao irmão uma gozada, tão intensa quanto a primeira, com as pernas para o alto e gritos descontrolados que denunciavam o nível de prazer que sentira nos braços do irmão que, completamente satisfeito com o que tinha conseguido com a irmãzinha, sentiu que seu momento chegara e seus movimentos se tornaram convulsos, desesperados, em busca do orgasmo tão desejado.

Irmãzinha, agora é minha vez.

Sim, meu bem, goza dentro da sua irmãzinha, a puta.

Sim, minha puta, se mexe enquanto eu te como mais.

Você gosta de como sua puta fogosa se mexe?

Sim, puta fogosa, puta, gostosa. Ayyyyyyyyyyy

Aghhhhhhhhhhhhh

E os dois ficaram estirados na cama, suados, abraçados e fundidos num beijo apaixonado.

Depois de um tempo, já com a respiração normalizada, os irmãos se olharam, se deram um beijo e desceram para a cozinha esperar a mãe, que não demoraria a voltar.

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Terminada a confissão, Mauro olhou para a mãe que, com os olhos vidrados de excitação pelo que o filho contara, queria saber mais.

Mas essa não foi a única vez que fizeram isso, imagino.

Não, mãe, isso foi só o começo.

E ainda fazem?

E com quem mais você espera que a Mirtha se satisfaça, se não comigo?

Você tem razão. Ela está na mesma situação que eu.

Correto. E eu sou o homem certo para ajudar vocês duas.

O que você me contou me deixou muito excitada.

Bom, é fácil resolver isso, não acha?

Mmmmm, e pelo visto sua ferramenta já está pronta de novo. Mami, pra você eu sempre vou estar pronto.

Mauro colocou a mãe de quatro e abriu as pernas dela, posicionando-se atrás com a ferramenta na entrada da buceta materna. Agarrou os peitos de Laura e empurrou, até que as bolas dele batessem contra a bunda dela. E começaram um movimento de vai e vem onde os dois colocavam toda a força.

Você é uma delícia, mami.

Continua, filhinho, continua. Mais.

Toma, mami, toma.

Adoro como você me come, love.

Você é tão gostosa, mami. Tão gostosa.

E você também, meu filho. Me come, me come.

Você gosta de palavras pesadas também?

Sim, love. Também sou sua putinha.

Minha putinha, minha putinha gostosa.

Siiiiiiii, aghhhhhhhhhhh.

Laura gozou enquanto Mauro continuava bombando dentro dela, agarrado nos peitos dela, que ele apertava entre as mãos enquanto metia e tirava o pau da buceta materna, enquanto a bunda da mãe se mexia descontrolada, pra trás e pra frente, como se procurasse e fugisse do pedaço de carne que implacável terminava alojado no túnel que o recebia com prazer. Quando terminaram, no meio de gritos de pura excitação, Mauro ficou deitado sobre o corpo da mãe, com o pau ainda enterrado nela.

Aquela noite foi intensa e longa pra mãe e filho, mas os dois sabiam que tinha algo que precisavam resolver: a situação com a Mirtha. E foi a Laura quem sugeriu ao Mauro a possibilidade de dividi-lo entre as duas, depois que o filho pediu pra ela chupar o pau dele, o que ela fez com muito prazer, se dedicando a dar o melhor boquete que já deu na vida.

Mas a proposta da Laura implicava que a Mirtha descobrisse o que rolava entre mãe e filho e aceitasse. E isso podia abrir uma frente inédita nos relacionamentos deles, o que Mauro sacou na hora. E enquanto pedia pra mãe sentar em cima dele e se deixar cair sobre a ferramenta, que tava desafiadora, ele imaginava as possibilidades de um trio de mãe e seus dois filhos.

Enquanto se agarrava nos peitos maternos que Subiam e desciam enquanto a buceta da Laura afundava no pau do filho pra depois aparecer de novo, em movimentos que ficavam cada vez mais descontrolados. Mauro pensou que não seria difícil fazer a mãe aceitar participar dos seus planos. Do que ele não tinha certeza era da reação da irmã, mas se ele se virasse bem, como vinha fazendo até agora, acreditava que tudo poderia rolar do jeito que ele queria.

Quando terminaram e resolveram descansar pelo resto da noite, Mauro propôs pra mãe que no domingo ele ficasse a sós com a Mirtha pra explicar tudo. Ela topou na hora, toda feliz, sem imaginar os planos que o filho-amante tinha preparado pra ela.Continua...

7 comentários - Mauro, a mãe e a irmã (2)

ubiii
che va a ver o hay tercera parte?
porque megustarin muho los dos post 🤤 🤤
buen relato.. esperemos las siguientes partes 😃 😀
guau loco este pibe no repara en nada de que se las coje a las dos y ahora quiere un trio con la ¿madre y la hermana? de no creer ahi van mis diez puntitos y muy bueno el relato 🙂 😉 😛 😃 🙎‍♂️ 🆒 😀 😳 🤤 🙂