Como Desvirgaram uma Gostosa[buenisimo][Relato Erótico][/bu

Espero que vocês gostem!!!!!!!!!!! xD!!!!!!!!!!!!!!

Abraços!!!!!!!!! 😉 😉 😉 😉



Olá, pessoal! Meu nome é Ana Karen e esse é o meu primeiro relato, onde vou contar como perdi minha virgindade há 20 dias. Vou começar falando um pouco de mim: tenho 15 anos, sou morena, olhos cor de mel, 1,65m, cabelo preto e dizem que tenho um rostinho de anjo. Sobre meu corpo, sei que é espetacular — não pensem que sou convencida ou algo assim, é que na minha idade já sou bem desenvolvida. Tenho uma bunda bem redonda e empinada, linda, e meus peitos são de tamanho médio, pernas bonitas, quadril largo e uma cinturinha de pilão. Por isso, na escola, os caras vivem me enchendo o saco e me paquerando, mas não dou muita bola porque tenho namorado há 11 meses e não sou puta nem nada do tipo. Além disso, tô muito feliz com meu relacionamento, a gente se dá super bem. Eu e ele somos extrovertidos e curtimos a companhia um do outro. Claro que, em questão de sexo, nunca fiz nada com ele nem com ninguém, porque na minha família meus pais são bem rígidos e sempre me ensinaram bons valores. Sempre me disseram que a gente devia chegar virgem ao casamento e que só devia ter um homem na vida, sexualmente falando. Meu namorado sabia disso e nunca me pressionou nem propôs nada.

Na prepa 7 de Guadalajara, como de costume, tenho um grupo de amigas com quem ando pra cima e pra baixo: a Andrea e a Mônica. A Andrea tem a mesma idade que eu, 15 anos, e também é muito gostosa. Ela é branca, olhos castanhos, cabelo comprido e preto, rostinho bonito, um pouco mais alta que eu, uns 1,70m. É magra, corpo bonito, mas tem menos bunda que eu. Ela não tem namorado porque os pais dela são muito chatos e não deixam ela nem sair na esquina. Logicamente, ela também era virgem há 20 dias, antes do que vou contar. Como eu disse, minha outra amiga é a Mônica, que é a menos bonita das Três, já que ela é meio gordinha, mas tem um rostinho bonito. Também é a mais velha, tem quase 17 anos, é branca, loira e meio baixinha. Ela é, digamos assim, a mais avançada do grupo. Troca de namorado direto e com a maioria já transou, pelo menos uns quatro que eu saiba. Ou seja, ela é a experiente, a que conta as coisas e os detalhes, a única que fala sobre sexo, especialmente pra Andrea, que adora ouvir as experiências dela. Além disso, Mónica é quem arruma os esquemas pra Andrea pegar uns caras da sala. Foi por causa dela que, pelo menos naquela época, eu soube o que era beijar um homem.

E chegou a sexta-feira. Fizemos uma viagem da escola e, bem cedo, pegamos um ônibus que nos levou pra um resort a umas 3 horas de distância, pra ficar lá até domingo. Chegamos lá pelas 10 da manhã. O resort era muito bonito e espaçoso, tinha duas alas de quartos em cada ponta. Numa delas colocaram todos os homens e na outra as mulheres, por razões óbvias. Os quartos também eram espetaculares, com acomodação múltipla. Ficamos nós três: Mónica, Andrea e eu. Os quartos tinham uma cama de casal, onde Mónica e Andrea se instalaram, e uma de solteiro, onde eu fiquei. Tinha TV, aquecimento e o banheiro era sensacional, amplo, com uma banheira. No geral, tudo de luxo.

Depois de nos arrumarmos, saímos pra conhecer o lugar e explorar as instalações. E, como sempre, Mónica já foi atrás de ver que tipo de gostoso tinha por ali. Ficou encantada com os seguranças do local. Dizia que eles tinham um corpão e que o uniforme caía muito bem, especialmente um, um negão forte de uns 23 anos. E, como sempre, ela, toda atirada, se aproximou dele e puxou conversa. Começamos a perguntar sobre o lugar, e Mónica começou a dar em cima, fazer olhinhos e tal. Depois de um tempo, Carlos — era assim que o segurança se chamava — disse pra Mónica que à noite iam levar o grupo pra balada, que estavam arrumando ela. e que ele saía do turno às 6 da tarde, que se eu quisesse podia ficar pra dançar um pouco e que também, se quisesse, chamava mais dois colegas guardas pra ficar e dançar com a gente. Mônica, como era de se esperar, aceitou na hora, sem nem olhar pra gente.

A gente, depois de se despedir do Carlos, reclamou pra ela, mas já não tinha mais o que fazer. O resto da tarde passamos fazendo atividades de integração com o grupo. Quando terminou, mandaram a gente descansar um pouco e se arrumar porque iam nos levar pra discoteca do centro de lazer, coisa que a gente já sabia. Lá estavam Mônica e Andréa se arrumando. Mônica não parava de falar do Carlos, que ia rebolar até o chão, e ficava dizendo pra Andréa aproveitar e se divertir com os colegas dele, que desse um jeito de curtir porque o pai dela não tava por ali fiscalizando. Comigo ela não falava nada porque sabe que eu não curto essas coisas. Terminamos de nos arrumar: Andréa e Mônica de vestido, e eu fui de calça e blusa. Aí fomos pra discoteca.

Chegamos e na entrada estava o Carlos com os dois colegas. Mônica cumprimentou ele na hora, e ele nos apresentou pros amigos. O primeiro se chamava Alberto, tinha uns 21 anos, era alto, branco, cabelo preto, traços finos e corpo bonito. O segundo era Gustavo, mais velho que todos, uns 27 anos, era negro, mais alto que o Carlos e bem fortão. Entramos na disco e pegamos uma mesa lá no fundo. Deram uns avisos rápidos pelo microfone, apagaram as luzes e colocaram a música. Eu fiquei mais na minha, enquanto Mônica e Carlos conversavam e riam pra caralho. Do outro lado, Andréa batia um papo solto com Alberto e Gustavo.

Como eu disse, eu fiquei mais na minha. Pediram uma garrafa de aguardente e refrigerante, e começaram a sair pra dançar. Mônica e Carlos, e Andréa e Alberto não perdiam uma música. Eu, mais ou menos, puxava conversa com o Gustavo, o negro mais velho e saía pra dançar uma ou outra música com ele, a noite foi mais ou menos na mesma vibe, Mônica e Andrea recebiam uma ou outra dose, eu não, porque não gosto. Lá pela meia-noite, Mônica já tava se beijando com Carlos enquanto Andrea e Alberto dançavam bem coladinhos, num dos discos saímos pra dançar os três casais e comecei a perceber como minhas duas amigas deixavam os caras passarem a mão, deixavam roçar na bunda e nos peitos disfarçadamente, isso não me surpreendeu na Mônica, mas na Andrea me surpreendeu sim. Gustavo, que dançava comigo, também notou e tentou fazer o mesmo, mas eu me fiz respeitar e mantive distância. Eles continuaram assim, dançando bem agarradinhos, até que lá pela 1 da madrugada acenderam as luzes e anunciaram que era hora de ir pros quartos.

Começamos a sair da discoteca acompanhadas por eles, que nos disseram pra ir por um caminho alternativo, e claro, o motivo era que por ali não tinha ninguém, coisa que minhas amigas e seus parceiros aproveitaram pra se beijar, especialmente eles pra meio que passar a mão na bunda e nos peitos das minhas amigas. Eu, enquanto isso, fingia que não via e ia na frente com o Gustavo, que tava calminho porque eu não dava chance pra nada. Finalmente chegamos na entrada da ala dos quartos, onde nos despedimos e fomos pro quarto dormir, mas antes disso, cheguei perto da Andrea e falei que estranhei o comportamento dela e que ela não se deixasse influenciar pela Mônica, porque ela não era assim.

No sábado, acordamos lá pelas 10 da manhã, e isso porque bateram na porta. Saímos, tomamos café da manhã e fizemos dinâmicas de integração com o grupo e os professores. De vez em quando, cruzávamos com os seguranças da noite anterior e, claro, Mônica e Andrea ficavam de risadinhas pra lá e pra cá, olhares e tal, eu cumprimentava eles normal. À tarde, continuamos na mesma, jantamos e, como na noite anterior, nos reuniram pra missa, depois disseram que podíamos ir pros Quartos pra descansar, Mônica e Andrea foram embora na hora. Eu, por minha vez, fiquei pra arrumar e organizar tudo, só pensando na hora de ir pro quarto, porque o dia tinha sido bem pesado. Demorei uns 30 minutos.
Quando terminei, fui pros dormitórios. Ao entrar, fiquei puta da vida porque minhas amigas estavam lá com Carlos, Alberto e Gustavo. Na hora, falei que era o fim da picada, que elas sabiam o problema que a gente podia arrumar se fosse pega com homem no quarto. Aí Carlos respondeu pra eu me acalmar, que eles só estavam conversando e tomando umas cervejas, que ninguém tinha visto eles entrarem e que ele já tinha falado com os colegas que estavam de plantão. Disse pra eu não brigar com minhas amigas, que foi por isso e só por isso que elas deixaram eles entrar. Eu falei que, de qualquer jeito, não concordava e que esperava que eles fossem embora rápido, porque eu tava muito cansada e queria deitar. Assim que terminei de falar, me tranquei no banheiro e fui tomar um banho de banheira pra relaxar e passar o tempo enquanto eles iam embora. Tava tão cansada que meus olhos fechavam lá dentro.
Depois de um tempo, notei que já tinham apagado a luz, então deduzi que os "visitantes" já tinham ido embora. Saí da banheira, me enxuguei, vesti minha calcinha fio dental, me enrolei na toalha e fui sair do banheiro pra pegar meu pijama. Como eu disse, o quarto tava escuro, então fui até o interruptor pra acender a luz.
A luz acendeu, e a cena que eu vi naquele momento, acho que vai me marcar pra vida toda. Me deixou parada, imóvel, estupefata, como se estivesse hipnotizada, olhando aquela imagem que minha mente não conseguia processar…
Na cama de solteiro estavam Mônica, Carlos e o mais velho, Gustavo, completamente nus. Mônica sentada em cima do Carlos, enfiada numa rola impressionantemente grande, que nem cabia inteira, e chupando outro pau, o do Gustavo, que brilhava inteiro — acho que era até maior. grande que a tranca em que estava sentada, media uns 25 cm, era contrastante, até estranho ver aqueles três corpos: um branco, o da minha amiga, e dois negros, brilhando de suor.
E pra completar o quadro, na outra cama dupla estava Alberto sentado na beirada, totalmente nu, e aos pés dele minha amiga Andrea, só de tanguinha, ajoelhada entre as pernas dele chupando a rola, que embora não fosse igual à dos amigos negros dele, parecia grande. Eu continuava ali, imóvel, vendo a cena e observando a cara de prazer que todo mundo no quarto tinha, tanto que nem ligaram pra minha presença nem pra luz.

Eu estava parada, olhando, enrolada na minha toalha, sem fazer nada, imóvel, só observando. De repente, Gustavo, o negro mais velho, tirou a vara da boca da Mônica, deixando um fio de saliva escorrendo, ficou me olhando um instante, percebendo meu nervosismo, e eu fiquei encarando aquele pênis enorme, longo... longuíssimo e grosso, preto, nunca tinha visto um, muito menos daquele tamanho. Ele começou a vir na minha direção, com a tranca apontada pra mim, passando a mão na saliva da minha amiga nela, me olhando de cima a baixo, me rodeou e ficou atrás, acho que vendo como minhas nádegas empinadas marcavam na toalha. Eu não me mexi nada o tempo todo, continuei fixa olhando a cena, vendo a Mônica trocando de posição com o Carlos, como ele já metia a rola toda nela sem problema nenhum, vendo a Andrea já sem a tanguinha, o Alberto deitado com ela na cama, com a cara enfiada entre as pernas dela, chupando a buceta virgem dela, ela se remexia de tesão e soltava uns gemidinhos que mostravam o prazer que tava sentindo. Tenho que admitir que, apesar de mim mesma, nessa altura eu já respirava ofegante, sentia minha buceta molhada e fervendo, e ouvia um zumbido nos meus ouvidos que não me deixava mexer nem pensar.

Tanto que nem tinha percebido que Alberto me abraçava por trás, esfregando a verga dele nas minhas costas, massageando meus peitos, meus... Nádegas e minha bucetinha virgem por cima da toalha, enquanto ele tentava desatar o nó que eu tinha em cima dos meus peitos pra toalha cair, que era a última barreira entre o corpo corpulento dele, preto, o pau enorme dele e o meu, coisa que eu não consegui segurar por muito tempo, deixando à vista de todos meus encantos juvenis, agora direto nas mãos daquele preto que me apertava as costas. Eu não fiz nada, continuei imóvel, sem dizer uma palavra, me deixando apalpar inteira, menos agora que coloquei toda minha atenção vendo como Alberto se levantava apontando o pau dele pra buceta virgem da minha amiga Andrea. Começou a esfregar ele de cima pra baixo na rachinha dela, no meio dos gemidinhos dela, começou a penetrar um pouco de primeira, e depois de um único empurrão enfiou tudo de uma vez. Andrea deu um gritinho que abafou com as mãos, enquanto Alberto começou a bombar devagar, mas sempre metendo até o fundo, até que minha amiga começou a gemer, já não de dor, mas de prazer, a se mexer no ritmo dele e a pedir mais velocidade nas investidas.

Nessa altura, Gustavo tinha passado pra minha frente, tava ajoelhado, com uma mão mantinha minha calcinha fio dental puxada pra poder dar linguadas na minha bucetinha. Eu, já resignada, facilitava o trabalho abrindo o máximo que podia minhas pernas pra não cair, apoiando minhas mãos na cabeça dele e ao mesmo tempo afundando ela mais e mais na minha bucetinha, buscando que a língua dele entrasse o mais fundo possível, mexendo minha cintura no ritmo dele e soltando gemidinhos provocados pelo prazer que aquele preto ali embaixo tava me dando e pela excitação que gerava em mim ver minhas amigas cavalgando em cima daqueles homens num ritmo desenfreado. De repente, Gustavo se levantou, me carregou fácil nos braços dele, eu não resisti, só queria aproveitar como elas tavam aproveitando naquele instante. Ele me levou até a cama de casal e me depositou do lado da minha amiga Andrea e começou a tirar minha calcinha fio dental, que era a única coisa que eu vestia. Eu não só me... Deixei, e mais ainda, mal terminaram de rolar pelos meus tornozelos, eu abri minhas pernas o máximo que pude, como sinal de entrega e resignação. Ele se levantou completamente e começou a andar de joelhos em cima da cama em direção às minhas pernas abertas.

Foi aí que lembrei que aquele preto tinha a maior rola de todos no quarto, uns 25 centímetros, e que a Mónica nem conseguia botar na boca de tão grossa que era. Isso me deu um calafrio, uma mistura de medo e tesão. Assim que ele parou no meio das minhas pernas, abri a boca para falar as primeiras palavras desde que saí do banheiro. Disse que eu era virgem, que não fosse me rasgar. Ele só arregalou mais os olhos, mostrou um meio sorriso e começou a esfregar a pica enorme na minha rachinha, que mal estava começando a ter uns pelinhos. Esfregava de cima pra baixo. Eu levantei a cabeça pra ver o que tava rolando lá embaixo. Ele parou um momento, centralizou e começou a empurrar devagar. Algo travou o caminho. Ele ergueu o olhar, me encarou e investiu com tudo. Senti como se um ferro gigante e quente me partisse ao meio. Soltei um grito que mal consegui abafar. Ele, sem me dar descanso, investiu de novo com força. Me fez gritar de novo, doeu na alma. Senti ele tão fundo que pensei que ia desmaiar ali. Me levantei um pouco, apoiando o corpo com uma mão atrás e a outra coloquei na barriga dele pra segurar. Olhei pra minha bucetinha e ele só tinha enfiado até a metade. Então falei pra ele parar, que não entrava mais, que fizesse só até ali. Aí ele começou a meter e tirar devagar a metade da pica.

Eu controlava ele com a mão na barriga. Depois de um tempo, comecei a sentir prazer. Me sentia cheia, completamente tomada, e não conseguia parar de gemer e mexer a cintura no ritmo das investidas dele, que cada vez ficavam mais rápidas. Então tirei a mão da barriga dele, me deitei e fechei os olhos, me concentrando só no gostoso. O prazer que aquele monstro dentro de mim me dava... ele enfiava e tirava rápido, e a cada investida eu sentia uma dorzinha lá no fundo, mas não se comparava ao prazer que ele me proporcionava. Eu mexia minha bunda como uma louca, minha cara fechada balançava de um lado pro outro, enquanto minhas mãos apertavam o lençol da cama. Era inacreditável o que eu sentia.

Abri meus olhos, olhei pro lado e vi que a Andrea tava de quatro, de olhos fechados, sendo penetrada. Aí olhei pro outro lado e vi os corpos abraçados, imóveis e suados da Mônica e do Carlos, que pareciam exaustos. Eles só ficavam olhando o show que a gente tava dando na outra cama. Aí, aos poucos, fui sentindo o pau dele entrar mais e mais fundo em mim, olhei pra baixo e notei que, incrivelmente, a cada investida do Gustavo, o pau dele sumia completamente dentro da minha bucetinha, até bater as bolas dele na minha bunda, fazendo aquele som de "poc, poc, poc"... Parecia impossível que aquele instrumento gigantesco coubesse tudo dentro de mim.

De repente, o negão que tava me comendo me abraçou e me virou, fazendo eu ficar por cima dele. Eu comecei a subir e descer, enfiando até o fundo, aumentando o ritmo, e via como ele olhava o próprio pau penetrar tão fundo em mim, não dava pra acreditar. E ele me dava todo o prazer que podia. Fechei meus olhos e levantei a cabeça, sentindo meu cabelo roçar nas minhas costas, experimentando de repente o primeiro orgasmo da minha vida, algo que quase me fez desmaiar de prazer. No meio do meu transe gostoso, ouvi a voz da Mônica dizendo que ia tomar um banho, e escutei ela abrir e fechar a porta. Abri os olhos pra ver o que o Carlos tinha feito. Ele tava sentado na outra cama, me olhando fixo e batendo uma pro pau preto dele. Eu não liguei, fechei os olhos de novo e continuei cavalgando o outro negão que tava debaixo de mim.

Fiquei assim por um tempo, concentrada só no prazer, só no prazer, até que um movimento quebrou meu estado. Abri meus olhos e virei meu olhar, e era Carlos que vinha em nossa direção exibindo sua enorme pica preta de novo dura. Ele olhou pro rosto do negro que estava debaixo de mim e disse: "Essa gostosa tem a bunda mais linda e empinada que já vi na minha vida, essa oportunidade não dá pra deixar passar. Além disso, você me deve, fui eu que te apresentei ela." Gustavo só sorriu, acho que em sinal de aprovação.

Então ele se posicionou aos pés do amigo, bem atrás de mim, me empurrou um pouco pelas costas, me forçando a ficar quase de quatro. Começou a apertar minhas nádegas e beijá-las enquanto eu continuava subindo e descendo. Isso me dava ainda mais prazer, embora me fizesse sentir como uma puta com dois homens aproveitando de mim ao mesmo tempo. Mesmo assim, não fiz nada e continuei gemendo de tão tesuda que tava. Ele começou a enfiar um dedo babado no meu cu, devagar, fazendo círculos. Isso me enlouquecia e me fazia soltar um gemido a cada movimento.

Levantei a cabeça pra trás e vi de relance aquele outro negro com a vara dele dura trabalhando no meu cu. Também vi que Andrea e Alberto tinham passado pra outra cama e estavam descansando, só observando atentamente o espetáculo. Isso me excitava também — não me perguntem por quê, porque não sei. Aos poucos, Carlos foi enfiando dois e depois três dedos no meu cu, dilatando ao máximo. Já sabia o que vinha pela frente.

Tinha ouvido falar sobre sexo anal e dupla penetração pela boca da Mônica, e a ideia me dava terror e ao mesmo tempo uma excitação enorme. Então Carlos tirou os dedos do meu cu pra colocar a cabeça daquele instrumento enorme, começando a empurrar com investidas pequenas e não muito fortes. Assim como antes, eu sentia muita dor, que me fazia soltar pequenos gritos, mas aguentava sabendo que logo a dor passaria pra dar lugar ao prazer. Carlos continuou com as investidas por um tempo, tentando fazer aquela tranca enorme entrar completamente no meu cu que até pouco tempo era virgem. Aí ele começou a aumentar a velocidade. As investidas deles começaram e eu ouvi aquele som característico de antes, puc, puc, puc… sinal indiscutível de que ele já tinha enfiado a rola toda no meu cu e que as bolas dele estavam batendo na minha buceta ou na pica do amigo dele que ainda estava dentro. Senti meu corpo se acostumando por dentro com aqueles dois instrumentos estranhos, separados só pelas minhas paredes internas. Me sentia preenchida nos dois buracos, enquanto eles me comiam com toda a força, destruindo meus tesouros virgens anteriores. Aquilo me enlouqueceu, me fez gemer mais forte, experimentando meu segundo orgasmo, que foi um pouco mais longo.

De repente, os dois negros se olharam, fizeram um sinal. Então Carlos tirou a pica do meu cu e Gustavo me fez sinal para eu desmontar da dele também. Obedeci e comecei a subir pra ela sair. Aquela pica que parecia não ter fim — precisei ficar de pé pra ela sair toda. Aí olhei pra ele, parada na cama de pernas abertas, e ele me fez sinal pra eu virar de costas. Virei e olhei pra ver o que ele queria. Ele estava com o olhar fixo na minha bunda. Fez sinal pra eu sentar de novo naquela rola enorme, de costas pra ele. Obedeci e comecei a descer, pegando o instrumento dele e direcionando pra minha bucetinha, que a essa altura já era um bucetão. Mas ele me corrigiu, pegou o pau dele e colocou na entrada do meu cu já dilatado. Continuei descendo, com muito medo, porque sabia que a pica dele era maior que a do Carlos e eu tava tendo dificuldade pra fazer entrar. Só a cabeça do pau dele já me dilatava ao máximo, e comecei a chorar um pouco de dor.

Até que, no meio dos meus movimentos, escorreguei e caí sentada em cima dela. Aí sim senti uma dor tão intensa que me rasgava por dentro. Comecei a chorar que nem uma criança, mas isso pareceu excitar eles ainda mais. Então me joguei pra trás, apoiando as mãos na cama, pra poder começar a subir e descer. Isso fez com que, aos poucos, a dor fosse diminuindo.

Carlos aproveitou minha posição se aproximando de mim de frente e me reclinando um pouco mais pra meter o pau dele na minha bucetinha, começando de novo um vai e vem muito mais forte e rápido, eu pedia pra eles pararem, que não tão rápido, mas parecia que eu tava dizendo o contrário, porque me davam mais forte, sem se importar com minhas lágrimas e gemidos que os excitavam ainda mais, e isso não sei por que me fez subir ao céu, me fez gemir como uma louca, provocando um terceiro orgasmo ao sentir um líquido fervente preenchendo as profundezas do meu cu. Assim que meus espasmos pararam, eu disse pro Carlos que não gozasse dentro, que não queria engravidar, e ele respondeu que tudo bem, mas só se eu engolisse então.

Eu baixei o olhar e concordei com a cabeça, então ele tirou o pau e apontou pro meu rosto, colocando na minha boca. Eu abri, e ele disse pra eu chupar, senão não gozaria. Eu falei que não sabia como, e então ele me pegou pelo cabelo e meteu na minha boca, e atrapalhada, com minha inexperiência, comecei a chupar e a passar a mãozinha nele. Ele respondeu com umas estocadas leves até minha garganta, no único buraco que ainda era virgem. De repente, o pau dele começou a dar pulinhos na minha garganta, e eu não sabia o que tava rolando, até que comecei a sentir o sêmen dele me sufocando, sem outra opção a não ser engolir o mais rápido possível, mas era tanto que saía que espirrou no meu rosto, escorrendo pela boca, nariz e cabelo.

Carlos deixou ali dentro por um momento, depois tirou e se afastou de mim. Eu fiquei olhando pro teto, descansando ali, ainda sentada no pau mole do Gustavo que descansava dentro do meu cu, exausta. Suspirei pela última vez e me levantei, observando a cara de espanto das minhas amigas e do Alberto sentados na outra cama. Aquelas caras me fizeram refletir e lembrar que um tempo atrás eu era a que olhava espantada a cena, e como resultado dos acontecimentos, eu tinha virado a estrela final. Aqueles olhares me Me envergonhavam, me faziam voltar a mim do meu transe provocado pela luxúria e excitação, me fazendo pensar nos meus atos. Eu só consegui correr para o banheiro e me trancar lá dentro.
Lá dentro, sentei no vaso e comecei a chorar, tomando consciência do que tinha feito, de como tinha decepcionado pessoas que me amavam e confiavam em mim: meu pai, minha mãe e meu namorado, meu pobre namorado que sempre me respeitou e compreendeu. A essa tristeza se somava o fato de que me sentia machucada por dentro, minha bucetinha e meu cu ardiam muito. Fiquei lá sentada, chorando e meditando. Enquanto estava lá, ouvi Alberto e aquele par de negros se despedindo e indo embora — não sabia se sentia raiva, pena, desejo ou gratidão por eles. Continuei por mais dez minutos no banheiro, tempo em que minhas amigas apagaram a luz e se deitaram. Tomei coragem, procurei meu pijama no escuro e me deitei sem dizer uma palavra. Fiquei só pensando por alguns minutos, até que, num ataque de raiva e desespero, falei com Mônica, recriminando-a pelo flerte, pelas brincadeiras e por como tudo tinha terminado. Ela respondeu calmamente: "Mas olha quem fala, justo a que deixou dar por todos os lados." Não respondi nada, só me virei para o canto e continuei pensando. Não por muito tempo, porque estava exausta, me sentia como se tivesse levado uma surra. Adormeci.

No dia seguinte, nos acordaram. Eu não trocava palavra com elas, em parte por raiva, em parte por vergonha. Nem olhava para elas, mantinha a cabeça baixa, andava com dificuldade porque todas as minhas partes íntimas doíam. Lá fora, nas quadras, e ao passar pelos seguranças, os mesmos da noite anterior, só esperava que fôssemos embora rápido e que eu chegasse em casa. O dia pareceu eterno, mas finalmente o ônibus saiu e, ao chegar no ponto perto da minha casa, mal disse tchau.

E foi isso, essa é a minha história. Espero que não me julguem, nem me recriminem. Então, pelo que eu vi, espero que cheguem na mesma conclusão que me consola: que tudo rolou por causa da luxúria e da excitação do que eu vi e senti, que era mais forte do que eu e impossível não vacilar.



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sexo


ASSIM COMO TAMBÉM É IMPOSSÍVEL

CONTER ESSAS COISAS
AMIGOS
DE
P!


suruba

29 comentários - Como Desvirgaram uma Gostosa[buenisimo][Relato Erótico][/bu

jajaja muy bueno si no es tuyo cita la fuente amigo,hermoso relato muy caliente 🤤 🤤
Yermon
🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
Escribir un comentario... 🤤 🤤 🤤 🤤 excelente
No lo creo pero me conformo solo con fantasear las vergas de esos negros dentro mio . Muy buen relato!
Besos
Velu ❤️ ❤️ ❤️
no te preocupes, fue algo inevitable, tu crees que si tu novio hubiera tenido la misma oportunidad no lo hubiera aprovechado, claro que despues viene la culpa, pero quien te quita lo cogida y la disfrutada y luego de penes tan suculentos, aparte hay que aprovechar, claro con responsabilidad, relajateeeeeeeeee. gracias por compartir tu historia. 😉 😉 😉
muy bueno tu relato me llevo un ratito largo acompañada por un cafe para leerlo gracias por compartir
HooW grax por compartir tu relato con la comunidad,

y no te preucupes solo te dejazte llevar por el deseo

y lo que dice maripoxxxa es verdad, tu novio se hubiera dejado llevar por el momento independientemente por la relacion que haya tenido en el monento.

y mira nada como 3 orgasmos en una misma noche k perdiste tu virginidad.

Te envidiaron tus amigas.

jeje

cuidate
pero ni es tuyo el relato es de anakaren1...no seas asi....deberian castigarte y kitar los puntos q te hayan dado......por cierto muy buen relato!!!! jajaja
Bastante malo, pero bueno, para ser un relato de una persona común pasa.
Igual me imagino que nadie se comió que eso lo escribió una chica de 15 años
... una chica de 15 años lo hubiera escrito mejor.
sos una putita.. y ya no eras virgen seguro.
swan28
hehe muy parecido a mi primera vez hehe
Jaja que buen relato que abusa desvirgada y rapida yo a mi novia no le puedo desvirgar el ana porque no se deja y en sima soy medio sado y medio como que eso me retrae
No me creo la historia, pero estuvo buena leerla. Una pregunta: la letra "h" no la conecés, no? (Es broma, gracias por tu aporte)
genial relato, gracias por compartirlo con la comunidad, una cosa que quizas sea vergonzosa pero al final de cuentas genial, la vida solo es una y tener ese tipo de experiencias hacen q nuestras estadia sea mas picante e interesante
A carajo, me estas usurpando..... ese relato lo escribi yo.. 🙂 .... pero esta bien, Solo me disgusta un poco que cambiaste el nombre Eso le sucedio a Carolina y fue en colombia, tambien cambiaste Algunos pequeños detalles como que era ayudante del padre...... bueno igual te cuento que me emociono mucho volver a encotrar mi relato, Lo habia perdido, si ninguna razon me lo borraron de todorelatos.com Que es donde escribo y no tenia copia,.... y pues gracias a este lo voy a volver a poner....... asi que gracias