Insaciável Edna (Diário de Eda 2)

Fala, raça! A gostosa da poringa girl agora traz essa parte do diário da Edna que me deixou de boca aberta, porque ela acabou sendo mais puta do que eu imaginava.

Essa mina é boa pra fuder e muito fogosa, por sinal... agora entendi!!!! Olha só como ela se diverte com o bichinho dela... não é à toa que ela ama tanto ele!!
Navegando na net, sem querer tinha visto uns sites pornô onde mulheres são montadas pelos seus cachorros; no primeiro dia fiquei meio encabulada vendo aquelas imagens, mesmo parecendo que elas estavam gostando; a tarde inteira essas imagens ficaram rodando na minha cabeça.

No segundo dia, já de volta em casa, tava guardando o carro quando vi um par de cachorros no maior auê, enquanto meu cachorro chiava, rosnava e latia com uma puta ansiedade do outro lado da cerca. No fim, o cachorro nem ligou pra mim. O tesão do sexo com animais tava mexendo com minha mente, então fiquei navegando um pouco, achando uns sites onde já pude ver vídeos que me deram uma sensação estranha e aguçaram mais minha curiosidade.

Umas meia hora depois, saí pra dar comida pro Dogger (meu cachorro, um pastor belga) e vi que os cachorros da rua ainda tavam engatados, e só passou pela minha cabeça o que a putinha devia estar sentindo depois de tanto tempo com a pica enfiada.

Continuei navegando, vendo vários vídeos e lendo histórias e supostos relatos; antes de dormir, saí pra dar água pro cachorro. Como sempre, ele sentou esperando a água, e irresistivelmente vi que entre as patas dele tinha uma pica comprida com um botão meio inchado, e na ponta aparecia a cabecinha rosada e molhada.

Fui dormir e tive uns sonhos meio molhados, onde eu tocava a pica enorme de um cavalo, nadava entre golfinhos que enroscavam a pica nas minhas pernas, roçavam minha racha e meu cu, um porco que chupava minha perereca e um cachorro que deslizava a pica entre minhas nádegas. Acordei me sentindo meio perturbada.

A ideia ficou rodando na minha cabeça o dia inteiro, calculando possibilidades, então quando cheguei em casa, chamei o Dogger, fiz um carinho nele e desci a mão até a pica dele pra acariciar, e depois de várias passadas de mão, eu tinha na minha mão um baita botão duro e inchado. Dogger ficou inquieto, soltei ele, ele se levantou e pulava todo animado, se esfregando e me empurrando, então entrei em casa.

Depois de um Rapidamente me despi, só mantendo minha calcinha fio dental… nessa hora eu tava com um leve tremor e tesão, embora também tivesse receio e um pouco de medo… fiquei de quatro, abri um pouco a porta e chamei o dogger, ele veio na hora e encontrou minha bunda bem empinada, começou a cheirar e lamber as nádegas… a língua quente dele deslizava deliciosamente enquanto ele enfiava o nariz e bufava sentindo o cheiro da minha buceta, essa sensação era tão gostosa que puxei a calcinha pro lado pra deixar a pussy à mostra…. Dogger intensificou as lambidas tão gostosas que arrepiou minha pele, minha pussy começou a ficar melada, dogger saboreava meus sucos, lambia meu cu, deslizava a língua enorme entre minhas nádegas… puta merda, fiquei com muito tesão… dogger choramingava baixinho e arranhava a porta querendo entrar, mas a abertura da porta não deixava, dogger na desesperação me deu um arranhão na bunda que ardeu e eu parei a ação, deixando o pobre cachorro mais tarado do que eu, porque me toquei que meu cachorro só montou uma puta no ano e meio de vida dele e isso foi uns 8 meses atrás.

Entrei no quarto, passei óleo de bebê nas mãos e comecei a me esfregar enquanto fantasiava com a possibilidade do dogger me montar.

No dia seguinte voltei do trabalho meio cansada e cheia de estresse, descansei um pouco… me senti com tesão e a ideia voltou a rondar minha cabeça. Cedendo um pouco à putaria, repeti a façanha do dia anterior, só que agora tava vestindo uma mini saia, então só levantei ela e tirei a calcinha… as lambidas do dogger foram sensacionais, arrepiaram minha pele, ele enfiava a língua na minha buceta e eu me arrepiava… o nervosismo me venceu e eu levantei, deixando o dogger de novo todo excitado.

Mais tarde saí pra dar comida pro dogger e qual não foi minha surpresa, quando saí, dogger começou a brincar comigo, soltava latidos curtos, pulando e empurrando que quase me fez cair, tentei voltar pra casa mas ele me fechou o caminho com a insistência dele, dei a volta pra entrar A garagem, e quando o filho da puta viu que eu virei as costas, ele se levantou, me empurrando com as patas dianteiras e apoiando todo o peso dele na minha cintura, conseguindo me derrubar no chão…. Antes de cair, dei um passo grande, fazendo a minha mini saia subir quase até a metade da bunda… Imediatamente, o Dogger subiu em cima, apertando com força meus quadris com as patas dianteiras, se esfregando com investidas desesperadas onde o pau quente e úmido dele roçava minha bunda, a entreperna, deu uma roçada na minha buceta, senti a pontinha do pau dele molhada e realmente quente esfregando meu cu, meu corpo ficou todo arrepiado…. Entre empurrões, risadas e tal…. Finalmente consegui me soltar e me levantei… pensei um pouco e com determinação decidi fazer aquilo, então falei: Dogger, é o seu grande dia.

Levei o cachorro para o quarto, entrei no banheiro para me despir enquanto o Dogger chorava desesperado. Saí e o Dogger estava sentado com o pau duro e a ponta de fora, me deitei no chão e, sem nem me dar tempo, o Dogger se jogou, abrindo minhas pernas, lambeu minha buceta com ânsia selvagem, sem descanso e sem desperdiçar nenhuma gota dos meus sucos.

O nervosismo dessa situação que era totalmente nova para mim, a emoção e a satisfação que as lambidas dele me provocavam arrancaram uns pequenos gemidos que aos poucos foram aumentando… senti que enlouquecia até que, sem resistir mais, explodi num orgasmo suculento do qual meu Dogger saboreou todo o líquido.

Afastei ele para me levantar… já de pé, sentia um pouco de medo de pensar que o Dogger enfiasse o botãozão dele em mim, então só me inclinei um pouco, imediatamente o Dogger tentou subir e começaram as investidas tentando me foder. O pau dele roçou minha entreperna, me inclinei um pouco mais e finalmente o pau dele começou a sulcar a carne molhada da minha buceta quente… o Dogger empurrava querendo meter tudo, mas minha posição não permitia… continuamos assim por uns minutos até o Dogger se cansar; minha buceta A buceta ficou muito quente, minhas pernas tremiam, o dogger enfiou o nariz entre minhas pernas e voltou ao ataque, me inclinei de novo pra continuar sentindo aquela yummy cock.

Depois de tanta picada, fiquei realmente molhada; já com a buceta inundada de umidade, senti que minhas pernas não aguentavam… a luxúria e a necessidade de cock me fizeram entender que estava pronta pra cock dele. Desabei na beira da cama, ficando de quatro, com a buceta completamente exposta pra receber ele.

Ele afundou um pouco o nariz, deu uma última lambida, enquanto de baixo eu observava o pinto dele completamente à mostra, vermelho, duro e pingando os sucos dele, eu tava queimando de tesão e nervosa, implorando em silêncio pra ele me montar e me comer.

Instintivamente, ele subiu em cima de mim; puxando minha cintura, começou a se mexer.
A cock dele, molhada e quente, deslizava desesperada de uma nádega pra outra, depois entre as pernas, como se não se encaixasse… enquanto isso, minha buceta pulsava quente e meu cu se contraía… por momentos, ele se alinhava no meu cu, deslizando a vergota quente deliciosamente na minha butt, de repente, em questão de segundos, se encaixou enquanto empurrava, sulcando minha buceta, assim que o pinto dele sentiu meu sexo quente, ele me empurrou selvagemente com estocadas muito fortes, me apertando ainda mais com as patas dianteiras, avançou sem piedade contra mim, cada vez com mais força até que, de uma só vez, enterrou todo o pinto nas minhas entranhas, arrancando de mim um barulho entre gemido e gritinho.

As investidas se intensificaram, me fazendo sentir a força animal de um macho no cio, me sentindo completamente descontrolada, sem freio; meu pulso tava aceleradíssimo e o coração batia forte no meu peito enquanto eu curtia como uma puta as pancadas enormes do dogger, soltando todo tipo de gritos e gemidos, enquanto o dogger, entre ofegos e pequenos grunhidos no meu pescoço, parecia me dizer o quanto tava aproveitando.

Ser montada por um cachorro era a loucura mais intensa que eu já tinha vivido até aquele momento, as investidas rápidas, violentas e prazerosas pareciam não ter fim; a pica enorme dele estava fazendo estragos na minha buceta, a carne animal entrava e saía de mim me enchendo de prazer.

Dogger continuava me comendo sem descanso, eu pedia mais como se ele me entendesse, de repente o pau incandescente dele cresceu subitamente dentro de mim, dilatando cada vez mais, dogger investia brutalmente, eu sentia minha buceta amplamente esticada, cheia de carne, com um nó duríssimo e enorme que me fez torcer, não sei se de dor ou prazer.

Logo explodiu dentro de mim um orgasmo dos mais intensos, durante o qual dogger expeliu abundantemente a grande quantidade de porra acumulada por 8 longos meses.

Senti minha buceta cheia até explodir com a pica enorme dele e seus sucos abundantes, dando os últimos empurrões ele parou de me montar… nessa altura eu já estava bem enfiada, não conseguia nem me mexer, estávamos totalmente abotoados… dogger tentou virar, mas eu não deixei, segurando a pata dianteira dele, porque ficar de costas um para o outro teria tornado a separação imediata bem difícil e dolorosa, seria muito doloroso para mim e eu queria continuar aproveitando aquela pica; estava morrendo de vontade de saber como é ficar enfiada, bem abotoada e sem poder se mexer por meia hora por causa do tremendo nó que a pica dele tem dentro de mim.

Passaram longos e cansativos minutos em que dogger se mexia querendo se soltar de mim, me dando puxões fortes que pareciam que iam estourar minha bunda enquanto o nó dele continuava duro.

Finalmente o inchaço foi diminuindo até que o botão conseguiu sair, deixando minha buceta aberta, permitindo que escorresse a porra abundante de dogger.

Eu me levantei para tomar banho e ao andar minha buceta destilava os sucos de dogger e escorriam pelas minhas pernas.

Tomei banho e me preparei para dormir, cansada, extasiada, ainda perturbada pela nova experiência, não sei por quanto tempo mais Hare… espero que seja o mínimo, mas agora que eu e o Dogger nos conhecemos melhor, acho que vai ser mais fácil.

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