Bom, é um relato sobre o que vocês leem no título. Me cadastrei nessa página pra poder contar a história, porque foi algo que a gente não pode calar, mas ao mesmo tempo não posso contar pra ninguém sem medo das consequências. Por isso, decidi compartilhar com vocês. O que vou contar agora é verdade, aconteceu comigo há quase 2 semanas e tô morrendo de vontade de contar, então aqui vai!
Esse ano me formei no ensino médio. Sempre fui bem tranquilo, nunca curti festas, não bebo e não fumo. Tenho um grupo de amigos que bebem, mas com moderação, e as loucuras que fazem quando bebem são bem inocentes, até ridículas, alguns diriam. Então, com esse grupo de amigos, a gente tava decidindo o que faria no último dia de aula. Queríamos ir almoçar no McDonald's e depois ir pra casa de um amigo ver uns filmes e passar a noite lá. Nada fora do normal, bem triste considerando que era o último dia de aula... Mas fazer o quê, não esperava mais. Meu melhor amigo queria sair com a namorada, então decidiu não participar do plano. Mas ela, quando ele perguntou o que ia fazer, disse que ia com a melhor amiga pra um lugar fora da capital dormir na casa da família dela, então não ia poder sair com ele. Meu amigo, frustrado, decidiu não fazer nada naquele dia pra fazer a namorada se sentir culpada (bem idiota, na minha opinião ¬¬).
Na escola, o pessoal que vive de festa em festa e acorda bêbado na casa de desconhecidos tava organizando uma festa na casa de um cara que mora num dos bairros mais ricos da capital, com uma casa bem grande, e os pais dele não iam estar em casa, então era a melhor oportunidade pra afogar os nervosismos deles com doses letais de álcool. O bom é que todo mundo tava convidado.
Bom, chegou o último dia de aula. Saí com meus amigos pro restaurante combinado, comemos, e decidimos ir pra casa do Freddy (o cara da casa grande cheia de...). (de bêbados) pra ver o que tava rolando e cumprimentar o pessoal.
A gente foi pra lá e quando chegou, as portas estavam escancaradas e na sala tinha uma quantidade industrial de bebida barata, o suficiente pra entorpecer uma legião inteira de adolescentes sem escrúpulos, que era exatamente o que tinha acontecido. Na sala ao lado, tinha um grupo de pessoas conversando nos sofás, mas o que realmente chamou minha atenção foi a pista de dança improvisada, onde estavam todas as minas mais cobiçadas da turma, as garotas mais putinhas do colégio, esfregando a bunda em qualquer sortudo que passasse na frente (não posso dizer que estavam dançando porque aquilo já tinha deixado de ser dança há muito tempo) e só ficavam roçando esses rabões em qualquer pau que aparecesse. Pra nossa surpresa, a Daniela (a namorada do meu melhor amigo) tava lá, completamente bêbada, e quando nos viu, fez uma cara de safada, tapou a boca com a mão e disse "não fala que me viram aqui" e começou a rir que nem uma louca. Ela tava vestindo uma camisa branca lisa e um shortinho caqui curto. A Daniela tem um corpo espetacular, uma bunda enorme que é o melhor atributo dela, enorme e redonda, uns peitões, uma cintura bem definida, umas coxas grossas, a pele bronzeada e os olhos verdes. Naquele momento, ela tava doida. Meus amigos ficaram desconfortáveis na hora e decidiram vazar, mas eu falei pra eles esperarem um pouco, que a gente tinha acabado de chegar. Nisso, uma amiga do colégio chamada Ale se aproximou, uma menina baixinha, de pele branca, com um rabão e uns peitos pequenos mas bem formados, e sem mais delongas chegou em mim e perguntou: "Quer perrear?" Eu não pensei duas vezes e respondi: "Ahhh, bora!" A gente andou uns metros até o centro do salão e ela virou de costas. A bunda dela, apertada naquela saia minúscula, na minha frente, me deixou duro na hora, bem a tempo, porque ela encostou aquele rabo em mim. Pau durinho e ela começou a subir e descer no meu pau, eu segurei ela pela cintura e comecei a esfregar também, era uma delícia. As outras meninas, umas seis mais ou menos, estavam na mesma tarefa piedosa com os outros caras da festa, trocando olhares cúmplices enquanto pegavam disfarçadamente nos peitos das colegas. Eu tava tão focado em não gozar na calça enquanto ela esfregava aquele rabo lindo no meu pau que nem percebi quando o cenário mudou. Meus amigos já tinham ido embora e tudo começou a esquentar. O quarto tava mais escuro porque eu tinha fechado as portas, tudo tão silencioso, quase como se fosse uma rotina e cada um já soubesse o seu papel. Freddy tava sentado no sofá enquanto a namorada dele, Paola, uma mina de pernas longas e torneadas que trabalha como modelo, tava apoiada na parede enquanto um cara abria as pernas dela e beijava o pescoço. Ele só olhava, todo divertido, enquanto ela abraçava o cara com as pernas e abaixava a blusa pra ele chupar os peitos dela. Do meu lado, tavam dois caras com a Eli, a mina mais gostosa de toda a turma, uma morena de peitões bem formados, pernas lindas e uma bunda bem empinada, que se fazia de santa na escola. Ela tava com a saia na cintura e os peitos de fora, com aqueles mamilos roxos sendo beliscados pelos caras, enquanto o de trás esfregava o pau na calça contra a bunda dela e o outro, mais na frente, já de calça arriada, só curtia enquanto ela fazia uma punheta profissional nele. De repente, senti a Ale pegar no meu pau por cima da calça e apertar com vontade, e começou a tentar tirar minha calça. Eu, excitado com a cena, ajudei e baixei a calça, tirei o pau durinho como pedra da cueca, e ela começou a fazer com a mão o que antes o rabo dela fazia. Enquanto ela me batia uma punheta, eu aproveitei pra subir a mão. saia dela e tocar aquela bunda maravilhosa à vontade, de repente, do nada, entrou a Daniela, histérica com uma mangueira na mão e começou a molhar todo mundo, muitos não deram bola, enquanto outros só falavam "Heeeey", aí ela, sem ninguém pedir, colocou a mangueira em cima dela e começou o concurso particular de camisetas molhadas, aquelas tetas formidáveis, encharcadas através da camisa branca, estavam deliciosas com os mamilos durinhos. Enquanto eu via a Daniela, o Al aproveitou pra se ajoelhar e começou a chupar meu pau, primeiro a ponta, dando chupadas como se fosse um bombom, enquanto continuava acariciando com força. Eu não consegui evitar, tava tão excitado que peguei na cara dela e comecei a meter na boca dela, enquanto ela parecia estar adorando. Numa dessas metidas, não aguentei mais e gozei na boca dela, ela tinha porra escorrendo pelos cantos da boca, mas não parou de engolir e no final ainda limpou meu pau. Exausta, sentou do lado do Freddy, que tava se masturbando enquanto via a namorada sendo comida por um dos amigos. Ela tava encurralada na parede com as pernas bem abertas que o cara segurava enquanto metia sem parar, e ela gemia enquanto ele chupava as tetas dela.
Eu coloquei a cueca e voltei a olhar pros outros. A Eli tava agora sentada em cima de um dos caras, pulando em cima dele, enquanto o outro recebia uma boquete e uma lambida ocasional. Outra mina tava no fundo da sala cavalgando um dos meus colegas. Procurei a Daniela por todo lado e aí vi ela, sentada num sofá no canto, vendo a cena e se masturbando em cima do short. Cheguei perto dela e perguntei se queria ajuda. Ela falou "e o Roberto?" "Roberto não tá aqui" respondi e me aproximei pra beijar ela. Tentei ignorar o cheiro de bebida na boca dela, mas isso não importava. Peguei a camisa encharcada dela e tirei como pude porque tava grudada no corpo, depois desabotoei o Segura, não foi fácil, porque precisava de quem tivesse três ganchos e eu só tinha uma mão, mas em três segundos já tinha na minha frente aqueles peitos morenos e durinhos. Comecei a chupar, morder, beliscar, e ela adorava que eu comesse as tetas dela.
Desabotoei o short dela, e ela se levantou, fez sinal pra eu me deitar no sofá. Aí ela tirou o short e tava usando uma calcinha fio-dental amarela. Ela se deitou devagar em cima de mim, e eu pude colocar as mãos naquela bunda deliciosa que o Roberto tanto se gabava. Ela puxou minha cueca pra baixo, e eu afastei o fio-dental dela pra revelar a bucetinha dela, perfeitamente depilada. Olhei nos olhos dela e enfiei meu pau na entrada da caverna dela. Comecei com a ponta e percebi que ela tava muito molhada. Aí meti com força na buceta dela e, fácil, meu pau inteiro entrou nela. Ela começou a controlar a situação, pulava em cima de mim como uma louca, gemendo enquanto apertava um peito, e eu chupava o outro, e segurava a bunda dela, que eu apertava mas minhas mãos não davam conta. Ela começou a gemer mais forte e imaginei que ia gozar. Coloquei meu dedo na boca dela pra ela chupar, e quando tava cheio de saliva, comecei a enfiar no cu dela. Quando comecei a penetrar o cu dela com meu dedo, ela gozou, e deu um gemido tão gostoso que vai ser a última coisa que vou lembrar quando morrer. Com aquele gemido, eu gozei dentro da buceta dela, enchi a caverna dela toda de porra.
Ela tava quase dormindo em cima de mim, então coloquei ela de lado, completamente pelada, só com o fio-dental amarelo. Coloquei ela de quatro e continuei enfiando meu dedo no cu dela, depois dois, e aí coloquei a ponta do meu pau no cu dela. Ela acordou, levantou a bunda e se segurou no encosto do sofá, enquanto eu segurava a cintura dela. Aí, devagar, comecei a enfiar meu pau no cu dela. Tava bem apertado, e isso me excitava mais. Continuei metendo até enfiar tudo. Depois comecei a comer ela com força pelo cu enquanto ela se masturbava e gozou. Aperta o clitóris dela, eu via aquela bunda monumental engolindo meu pau e não conseguia acreditar, então soltei a primeira palmada sonora, apertava e batia de novo, metia forte e rápido até minhas bolas baterem nela, e continuei dando palmadas até ficarem vermelhas, e minha mão doía, continuei apertando a bunda dela até sentir que não aguentava mais e gozei pela terceira vez no cu dela, e ela gozou ao mesmo tempo que eu, isso foi o fim pra ela, os forcejos da última hora e os litros de álcool no organismo dela a jogaram num sono profundo, quando vi ela deitada no sofá com a bunda empinada e aqueles peitões enormes de fora, com meu gozo saindo do cu dela e da buceta dela, fui pegar meu celular pra tirar uma foto, foi aí que o Freddy chegou perto de mim e falou: "nada de fotos", você não pode contar nada pra ninguém, isso fica aqui, guardei meu celular no bolso da calça, me vesti enquanto outros estavam no mesmo estado que a Daniela e outros continuavam com seus roles, a Eli estava largada no chão com gozo na cara toda enquanto a Paola era uma ninfomaníaca que tava mamando três paus alternadamente, dessa vez um era do Freddy pelo menos. Saí pro quintal esperar todo mundo terminar pra poder ir embora, sem acreditar no que tinha acontecido e pensando que nunca poderia contar isso pra ninguém...
Mas aqui estou agora, me sinto melhor porque desabafei. No quintal não parava de pensar naquela vez que o Roberto disse que queria esperar o momento certo pra comer a Daniela, isso foi há três semanas, não sei se já rolaram ou não, vi ele no dia seguinte como se nada tivesse acontecido, ele não desconfiava, mas eu não conseguia olhar nos olhos dele. Não sei se a Daniela vai contar, duvido, assim como imagino que ela não contou sobre outras vezes que a mesma coisa aconteceu. Me convidaram pra outra festa na semana que vem, não sei se a Daniela vai, mas eu não perco por nada.
Saudações, comentem por favor! 🆒
Esse ano me formei no ensino médio. Sempre fui bem tranquilo, nunca curti festas, não bebo e não fumo. Tenho um grupo de amigos que bebem, mas com moderação, e as loucuras que fazem quando bebem são bem inocentes, até ridículas, alguns diriam. Então, com esse grupo de amigos, a gente tava decidindo o que faria no último dia de aula. Queríamos ir almoçar no McDonald's e depois ir pra casa de um amigo ver uns filmes e passar a noite lá. Nada fora do normal, bem triste considerando que era o último dia de aula... Mas fazer o quê, não esperava mais. Meu melhor amigo queria sair com a namorada, então decidiu não participar do plano. Mas ela, quando ele perguntou o que ia fazer, disse que ia com a melhor amiga pra um lugar fora da capital dormir na casa da família dela, então não ia poder sair com ele. Meu amigo, frustrado, decidiu não fazer nada naquele dia pra fazer a namorada se sentir culpada (bem idiota, na minha opinião ¬¬).
Na escola, o pessoal que vive de festa em festa e acorda bêbado na casa de desconhecidos tava organizando uma festa na casa de um cara que mora num dos bairros mais ricos da capital, com uma casa bem grande, e os pais dele não iam estar em casa, então era a melhor oportunidade pra afogar os nervosismos deles com doses letais de álcool. O bom é que todo mundo tava convidado.
Bom, chegou o último dia de aula. Saí com meus amigos pro restaurante combinado, comemos, e decidimos ir pra casa do Freddy (o cara da casa grande cheia de...). (de bêbados) pra ver o que tava rolando e cumprimentar o pessoal.
A gente foi pra lá e quando chegou, as portas estavam escancaradas e na sala tinha uma quantidade industrial de bebida barata, o suficiente pra entorpecer uma legião inteira de adolescentes sem escrúpulos, que era exatamente o que tinha acontecido. Na sala ao lado, tinha um grupo de pessoas conversando nos sofás, mas o que realmente chamou minha atenção foi a pista de dança improvisada, onde estavam todas as minas mais cobiçadas da turma, as garotas mais putinhas do colégio, esfregando a bunda em qualquer sortudo que passasse na frente (não posso dizer que estavam dançando porque aquilo já tinha deixado de ser dança há muito tempo) e só ficavam roçando esses rabões em qualquer pau que aparecesse. Pra nossa surpresa, a Daniela (a namorada do meu melhor amigo) tava lá, completamente bêbada, e quando nos viu, fez uma cara de safada, tapou a boca com a mão e disse "não fala que me viram aqui" e começou a rir que nem uma louca. Ela tava vestindo uma camisa branca lisa e um shortinho caqui curto. A Daniela tem um corpo espetacular, uma bunda enorme que é o melhor atributo dela, enorme e redonda, uns peitões, uma cintura bem definida, umas coxas grossas, a pele bronzeada e os olhos verdes. Naquele momento, ela tava doida. Meus amigos ficaram desconfortáveis na hora e decidiram vazar, mas eu falei pra eles esperarem um pouco, que a gente tinha acabado de chegar. Nisso, uma amiga do colégio chamada Ale se aproximou, uma menina baixinha, de pele branca, com um rabão e uns peitos pequenos mas bem formados, e sem mais delongas chegou em mim e perguntou: "Quer perrear?" Eu não pensei duas vezes e respondi: "Ahhh, bora!" A gente andou uns metros até o centro do salão e ela virou de costas. A bunda dela, apertada naquela saia minúscula, na minha frente, me deixou duro na hora, bem a tempo, porque ela encostou aquele rabo em mim. Pau durinho e ela começou a subir e descer no meu pau, eu segurei ela pela cintura e comecei a esfregar também, era uma delícia. As outras meninas, umas seis mais ou menos, estavam na mesma tarefa piedosa com os outros caras da festa, trocando olhares cúmplices enquanto pegavam disfarçadamente nos peitos das colegas. Eu tava tão focado em não gozar na calça enquanto ela esfregava aquele rabo lindo no meu pau que nem percebi quando o cenário mudou. Meus amigos já tinham ido embora e tudo começou a esquentar. O quarto tava mais escuro porque eu tinha fechado as portas, tudo tão silencioso, quase como se fosse uma rotina e cada um já soubesse o seu papel. Freddy tava sentado no sofá enquanto a namorada dele, Paola, uma mina de pernas longas e torneadas que trabalha como modelo, tava apoiada na parede enquanto um cara abria as pernas dela e beijava o pescoço. Ele só olhava, todo divertido, enquanto ela abraçava o cara com as pernas e abaixava a blusa pra ele chupar os peitos dela. Do meu lado, tavam dois caras com a Eli, a mina mais gostosa de toda a turma, uma morena de peitões bem formados, pernas lindas e uma bunda bem empinada, que se fazia de santa na escola. Ela tava com a saia na cintura e os peitos de fora, com aqueles mamilos roxos sendo beliscados pelos caras, enquanto o de trás esfregava o pau na calça contra a bunda dela e o outro, mais na frente, já de calça arriada, só curtia enquanto ela fazia uma punheta profissional nele. De repente, senti a Ale pegar no meu pau por cima da calça e apertar com vontade, e começou a tentar tirar minha calça. Eu, excitado com a cena, ajudei e baixei a calça, tirei o pau durinho como pedra da cueca, e ela começou a fazer com a mão o que antes o rabo dela fazia. Enquanto ela me batia uma punheta, eu aproveitei pra subir a mão. saia dela e tocar aquela bunda maravilhosa à vontade, de repente, do nada, entrou a Daniela, histérica com uma mangueira na mão e começou a molhar todo mundo, muitos não deram bola, enquanto outros só falavam "Heeeey", aí ela, sem ninguém pedir, colocou a mangueira em cima dela e começou o concurso particular de camisetas molhadas, aquelas tetas formidáveis, encharcadas através da camisa branca, estavam deliciosas com os mamilos durinhos. Enquanto eu via a Daniela, o Al aproveitou pra se ajoelhar e começou a chupar meu pau, primeiro a ponta, dando chupadas como se fosse um bombom, enquanto continuava acariciando com força. Eu não consegui evitar, tava tão excitado que peguei na cara dela e comecei a meter na boca dela, enquanto ela parecia estar adorando. Numa dessas metidas, não aguentei mais e gozei na boca dela, ela tinha porra escorrendo pelos cantos da boca, mas não parou de engolir e no final ainda limpou meu pau. Exausta, sentou do lado do Freddy, que tava se masturbando enquanto via a namorada sendo comida por um dos amigos. Ela tava encurralada na parede com as pernas bem abertas que o cara segurava enquanto metia sem parar, e ela gemia enquanto ele chupava as tetas dela.
Eu coloquei a cueca e voltei a olhar pros outros. A Eli tava agora sentada em cima de um dos caras, pulando em cima dele, enquanto o outro recebia uma boquete e uma lambida ocasional. Outra mina tava no fundo da sala cavalgando um dos meus colegas. Procurei a Daniela por todo lado e aí vi ela, sentada num sofá no canto, vendo a cena e se masturbando em cima do short. Cheguei perto dela e perguntei se queria ajuda. Ela falou "e o Roberto?" "Roberto não tá aqui" respondi e me aproximei pra beijar ela. Tentei ignorar o cheiro de bebida na boca dela, mas isso não importava. Peguei a camisa encharcada dela e tirei como pude porque tava grudada no corpo, depois desabotoei o Segura, não foi fácil, porque precisava de quem tivesse três ganchos e eu só tinha uma mão, mas em três segundos já tinha na minha frente aqueles peitos morenos e durinhos. Comecei a chupar, morder, beliscar, e ela adorava que eu comesse as tetas dela.
Desabotoei o short dela, e ela se levantou, fez sinal pra eu me deitar no sofá. Aí ela tirou o short e tava usando uma calcinha fio-dental amarela. Ela se deitou devagar em cima de mim, e eu pude colocar as mãos naquela bunda deliciosa que o Roberto tanto se gabava. Ela puxou minha cueca pra baixo, e eu afastei o fio-dental dela pra revelar a bucetinha dela, perfeitamente depilada. Olhei nos olhos dela e enfiei meu pau na entrada da caverna dela. Comecei com a ponta e percebi que ela tava muito molhada. Aí meti com força na buceta dela e, fácil, meu pau inteiro entrou nela. Ela começou a controlar a situação, pulava em cima de mim como uma louca, gemendo enquanto apertava um peito, e eu chupava o outro, e segurava a bunda dela, que eu apertava mas minhas mãos não davam conta. Ela começou a gemer mais forte e imaginei que ia gozar. Coloquei meu dedo na boca dela pra ela chupar, e quando tava cheio de saliva, comecei a enfiar no cu dela. Quando comecei a penetrar o cu dela com meu dedo, ela gozou, e deu um gemido tão gostoso que vai ser a última coisa que vou lembrar quando morrer. Com aquele gemido, eu gozei dentro da buceta dela, enchi a caverna dela toda de porra.
Ela tava quase dormindo em cima de mim, então coloquei ela de lado, completamente pelada, só com o fio-dental amarelo. Coloquei ela de quatro e continuei enfiando meu dedo no cu dela, depois dois, e aí coloquei a ponta do meu pau no cu dela. Ela acordou, levantou a bunda e se segurou no encosto do sofá, enquanto eu segurava a cintura dela. Aí, devagar, comecei a enfiar meu pau no cu dela. Tava bem apertado, e isso me excitava mais. Continuei metendo até enfiar tudo. Depois comecei a comer ela com força pelo cu enquanto ela se masturbava e gozou. Aperta o clitóris dela, eu via aquela bunda monumental engolindo meu pau e não conseguia acreditar, então soltei a primeira palmada sonora, apertava e batia de novo, metia forte e rápido até minhas bolas baterem nela, e continuei dando palmadas até ficarem vermelhas, e minha mão doía, continuei apertando a bunda dela até sentir que não aguentava mais e gozei pela terceira vez no cu dela, e ela gozou ao mesmo tempo que eu, isso foi o fim pra ela, os forcejos da última hora e os litros de álcool no organismo dela a jogaram num sono profundo, quando vi ela deitada no sofá com a bunda empinada e aqueles peitões enormes de fora, com meu gozo saindo do cu dela e da buceta dela, fui pegar meu celular pra tirar uma foto, foi aí que o Freddy chegou perto de mim e falou: "nada de fotos", você não pode contar nada pra ninguém, isso fica aqui, guardei meu celular no bolso da calça, me vesti enquanto outros estavam no mesmo estado que a Daniela e outros continuavam com seus roles, a Eli estava largada no chão com gozo na cara toda enquanto a Paola era uma ninfomaníaca que tava mamando três paus alternadamente, dessa vez um era do Freddy pelo menos. Saí pro quintal esperar todo mundo terminar pra poder ir embora, sem acreditar no que tinha acontecido e pensando que nunca poderia contar isso pra ninguém...
Mas aqui estou agora, me sinto melhor porque desabafei. No quintal não parava de pensar naquela vez que o Roberto disse que queria esperar o momento certo pra comer a Daniela, isso foi há três semanas, não sei se já rolaram ou não, vi ele no dia seguinte como se nada tivesse acontecido, ele não desconfiava, mas eu não conseguia olhar nos olhos dele. Não sei se a Daniela vai contar, duvido, assim como imagino que ela não contou sobre outras vezes que a mesma coisa aconteceu. Me convidaram pra outra festa na semana que vem, não sei se a Daniela vai, mas eu não perco por nada.
Saudações, comentem por favor! 🆒
18 comentários - Como comi a namorada do meu melhor amigo
sigo sus relatos amigo. suerte
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
🙂 😉 😃 😛 😀