Meus amigos Marcos e Júlio compartilhavam uma fantasia, e me incluíram nela...
Que tal a gente usar teu apê como ponto de encontro...
Foi o que o Júlio me disse... eu não falei sim nem não...
— Já usamos várias vezes como ponto de encontro — eu falei...
Mas aí eles me contaram uma ideia louca...
Vamos colocar um anúncio no jornal de acompanhantes masculinos...
— Taxi boys — completou Marcos, virando o fernet de uma vez só...
Eu me caguei de rir, mas não acreditava que aquilo fosse dar certo...
Mas, na real, o que eu tinha a perder... vamos tentar, pensei...
"Serviço masculino, para senhoras e senhoritas... atendimento personalizado, massagens, relaxamento e sexo casual" — dizia o anúncio que o Júlio bolou.
Obviamente tinha um número de celular, um chip que o Marcos tinha comprado e colocado num telefone velho... que ficava sempre no meu apê.
Um belo dia, acho que antes de terminar a semana... o telefone tocou...
Ao atender, uma voz feminina, sem rodeios, perguntou...
— Oi, li o anúncio, quero saber o preço e o que inclui...
Não soube bem o que responder, mas rapidamente respondi tentando ser profissional.
— Bem, é uma massagem e sexo convencional... não inclui oral, mas se você pagar, é completo — falei e dei o preço...
Ela não hesitou muito e respondeu...
— Beleza, em 20 minutos estou aí... e aí a gente decide... sou a Andrea... e você?
— Eu sou o Agustin... te espero — passei o endereço e desliguei... liguei na hora pros outros... mas só o Júlio, depois de vários toques, atendeu.
— Que isso??? — perguntou surpreso — que massa — disse — sexo e ainda vão te pagar...
— Aposto que é uma gorda, ou uma velha frígida... sei lá...
Mas já era tarde... a campainha tocou antes do esperado...
Atendi o interfone e a voz feminina disse — sou a Andrea — abri e esperei.
Lá no quarto, estava tudo preparado... óleos, toalhas limpas e luz baixa.
Ao abrir a porta, me deparei com uma mulher de uns cinquenta e poucos anos...
Tinha uns peitões enormes... e usava uns óculos. grandes... um lenço na cabeça cobrindo o cabelo... as mãos dela eram brancas e as unhas pintadas de vermelho...
Entrou sem medo e sem pensar...
- Você é o Agustin? - perguntou me olhando de cima a baixo, me senti um brinquedo na vitrine...
- Sim... esperava outra coisa? - falei
- Não, tá de boa. Gostei de você - disse ela tirando os óculos...
Fomos pro quarto e ela ficou na beira da cama...
Ela tirou da bolsa o dinheiro combinado e me entregou...
Eu não contei, guardei e me aproximei dela...
Cheirava muito bem... isso me agradou...
Tirei a blusa dela, e notei que tinha uns peitões de silicone lindos, e a pele dela era branca com umas sardas pequenas...
Ela me beijou na boca... - não quero massagem - disse - quero que me coma com tudo...
não quero perder tempo... quero pica agora....
Ela se deitou na cama e eu tirei a calça dela... não tava de calcinha... a buceta dela era bem cuidada... igual de uma menina... os pelinhos eram avermelhados e dava pra ver uma certa umidade... passei a língua nos peitos dela e os lambi...
Ela abriu as pernas e guiou minha mão até a buceta dela...
Passei os dedos, depois enfiei um, depois outro, até ter quase a mão inteira dentro dela...
Ela precisava de pica... era óbvio.... mordia a mão... gemia...
Eu queria meter no cu dela pra sentir a pica enorme que tava doida pra entrar, mas não era o combinado, nem sabia se devia... coloquei a camisinha, e enfiei meu pau na buceta dela
comecei a bombar e ela se tremia toda...
Mordeu meu ombro com as investidas ferozes....
Os peitos dela balançavam e a pele suou muito...
Dava pra sentir o cheiro de mulher dela, misturado com o cheiro de sexo de puta...
Comi ela com vontade, com força... ela apertava a buceta pra sentir minha carne raspando na dela... me obrigou a virar e assim, empalada, cavalgou como uma puta...
Ela precisava de pica... colocou os peitos na minha boca e chupei eles....
Ela se acariciava o clitóris e teve dois orgasmos lindos... se estremeceu, gritou, e implorou pra eu não gozar Ainda... finalmente ela saiu de cima de mim e me masturbou, fazendo o gozo sair grosso e em pequenos jatos nos peitos dela...
Depois ela tomou banho, me deu um beijo no saco e disse que voltaria e me recomendaria pra várias amigas...
Eu fiquei todo dormente... e até surpreso... foi assim que começou um trabalhinhos de garoto de programa...
Que tal a gente usar teu apê como ponto de encontro...
Foi o que o Júlio me disse... eu não falei sim nem não...
— Já usamos várias vezes como ponto de encontro — eu falei...
Mas aí eles me contaram uma ideia louca...
Vamos colocar um anúncio no jornal de acompanhantes masculinos...
— Taxi boys — completou Marcos, virando o fernet de uma vez só...
Eu me caguei de rir, mas não acreditava que aquilo fosse dar certo...
Mas, na real, o que eu tinha a perder... vamos tentar, pensei...
"Serviço masculino, para senhoras e senhoritas... atendimento personalizado, massagens, relaxamento e sexo casual" — dizia o anúncio que o Júlio bolou.
Obviamente tinha um número de celular, um chip que o Marcos tinha comprado e colocado num telefone velho... que ficava sempre no meu apê.
Um belo dia, acho que antes de terminar a semana... o telefone tocou...
Ao atender, uma voz feminina, sem rodeios, perguntou...
— Oi, li o anúncio, quero saber o preço e o que inclui...
Não soube bem o que responder, mas rapidamente respondi tentando ser profissional.
— Bem, é uma massagem e sexo convencional... não inclui oral, mas se você pagar, é completo — falei e dei o preço...
Ela não hesitou muito e respondeu...
— Beleza, em 20 minutos estou aí... e aí a gente decide... sou a Andrea... e você?
— Eu sou o Agustin... te espero — passei o endereço e desliguei... liguei na hora pros outros... mas só o Júlio, depois de vários toques, atendeu.
— Que isso??? — perguntou surpreso — que massa — disse — sexo e ainda vão te pagar...
— Aposto que é uma gorda, ou uma velha frígida... sei lá...
Mas já era tarde... a campainha tocou antes do esperado...
Atendi o interfone e a voz feminina disse — sou a Andrea — abri e esperei.
Lá no quarto, estava tudo preparado... óleos, toalhas limpas e luz baixa.
Ao abrir a porta, me deparei com uma mulher de uns cinquenta e poucos anos...
Tinha uns peitões enormes... e usava uns óculos. grandes... um lenço na cabeça cobrindo o cabelo... as mãos dela eram brancas e as unhas pintadas de vermelho...
Entrou sem medo e sem pensar...
- Você é o Agustin? - perguntou me olhando de cima a baixo, me senti um brinquedo na vitrine...
- Sim... esperava outra coisa? - falei
- Não, tá de boa. Gostei de você - disse ela tirando os óculos...
Fomos pro quarto e ela ficou na beira da cama...
Ela tirou da bolsa o dinheiro combinado e me entregou...
Eu não contei, guardei e me aproximei dela...
Cheirava muito bem... isso me agradou...
Tirei a blusa dela, e notei que tinha uns peitões de silicone lindos, e a pele dela era branca com umas sardas pequenas...
Ela me beijou na boca... - não quero massagem - disse - quero que me coma com tudo...
não quero perder tempo... quero pica agora....
Ela se deitou na cama e eu tirei a calça dela... não tava de calcinha... a buceta dela era bem cuidada... igual de uma menina... os pelinhos eram avermelhados e dava pra ver uma certa umidade... passei a língua nos peitos dela e os lambi...
Ela abriu as pernas e guiou minha mão até a buceta dela...
Passei os dedos, depois enfiei um, depois outro, até ter quase a mão inteira dentro dela...
Ela precisava de pica... era óbvio.... mordia a mão... gemia...
Eu queria meter no cu dela pra sentir a pica enorme que tava doida pra entrar, mas não era o combinado, nem sabia se devia... coloquei a camisinha, e enfiei meu pau na buceta dela
comecei a bombar e ela se tremia toda...
Mordeu meu ombro com as investidas ferozes....
Os peitos dela balançavam e a pele suou muito...
Dava pra sentir o cheiro de mulher dela, misturado com o cheiro de sexo de puta...
Comi ela com vontade, com força... ela apertava a buceta pra sentir minha carne raspando na dela... me obrigou a virar e assim, empalada, cavalgou como uma puta...
Ela precisava de pica... colocou os peitos na minha boca e chupei eles....
Ela se acariciava o clitóris e teve dois orgasmos lindos... se estremeceu, gritou, e implorou pra eu não gozar Ainda... finalmente ela saiu de cima de mim e me masturbou, fazendo o gozo sair grosso e em pequenos jatos nos peitos dela...
Depois ela tomou banho, me deu um beijo no saco e disse que voltaria e me recomendaria pra várias amigas...
Eu fiquei todo dormente... e até surpreso... foi assim que começou um trabalhinhos de garoto de programa...
9 comentários - Taxi boy improvisado (boa tentativa)
Me lo llevo a favorito y a leerlo tranquila y sola en la intimidad, nunca se sabe como he de acabar 😀 😀 😀
Saludos
Martina