Jantar a dois... e mais um

Fala, galera! De volta aqui, vou deixar meu último delírio erótico por um tempo (tô com semanas de trampo lotado e não vou ter tempo de escrever). Espero que vocês curtam ler tanto quanto eu curto escrever essas paradas.

O Jantar

Dei uma última olhada no meu apartamento, estava impecável. A mesa já posta com as velas, e da cozinha pequena um cheiro delicioso de comida caseira dava um toque aconchegante. Cheguei perto da panela de molho e provei, uma delícia.

Deixei todos os fogos no mínimo só pra manter a comida quente até eles chegarem e tirei o avental que estava usando pra proteger minha roupa. Fui pro meu quarto dar os retoques finais. Coloquei um vestido preto, simples. Curto, na metade da coxa, liso na frente, escondendo meus peitos generosos, mas com as costas todas de fora, chegando praticamente onde minha cintura já deixa de ser cintura. Obviamente, não usei sutiã, porque com aquele vestido era impossível. Me olhei no espelho com aprovação, sexy sem ser vulgar, perfeito. Calcei meus saltos e ajustei a pouca maquiagem que tinha passado.

Tinha me custado muito organizar esse jantar, queria isso há um tempão, mas nada ainda tinha acontecido. Minha timidez sempre me atrapalhava e, quando finalmente criei coragem pra dar um passo e ele aceitou meu convite, fiquei mais que feliz. Mas quando ele me ligou pra avisar que justo naquele sábado o irmão dele estaria na cidade, quis morrer. Por sorte, a lâmpada acendeu na minha cabeça e ofereci convidar uma amiga também, jantar pra quatro e problema resolvido. Por sorte, ele topou na hora, e não foi difícil encontrar uma amiga disposta a dividir um jantar com um homem solteiro.

Tava terminando tudo quando o telefone tocou, atendi rapidinho:
- Alô.
- Negrii - era minha amiga - Tô com um problema, minha mãe acabou de chegar, não vou poder ir jantar com vocês, sinto muito - ela disse com a voz triste.
- Nããão, e agora o que eu faço? Eles já vão chegar e eu vou ter um terceiro no meio, como você me faz isso!!!
- Sinto muito, não sabia que ela vinha, me perdoa. Depois me conta como foi, beijos!

Fiquei parada com o Telefone na mão, sem saber o que fazer. Aí a campainha tocou.

Acordei na hora, eles tinham chegado e eu precisava atender. Abri a porta com o melhor sorriso que tinha e fiquei olhando pra eles. Gêmeos!!! Não sabia que eram irmãos gêmeos, duas gotas d'água.

— Você não contou, né? — disse um deles, e eu não fazia ideia de qual era qual.

— Não, verdade, só falei que meu irmão ia estar aqui.
— Podem entrar…
— Prazer, gostosa. Meu irmão, como sempre, esquece de explicar que tipo de irmãos somos — e soltou uma gargalhada. Não deu pra não rir junto.
— Minha amiga acabou de ligar, infelizmente tem um problema de família e não vai poder vir.
— Ah, tudo bem, mas o cheiro da cozinha tá tão bom que não vamos desperdiçar um jantar caseiro delicioso — disse quem agora eu sabia que era ele, meu convidado especial.
— Claro que não, prometemos nos comportar — falou o irmão, com uma piscada safada.

Fiquei vermelha por um instante. Se um deles já era sexy, dois então… uff… Para, mulher, falei comigo mesma, para de pensar nessas coisas!!! Convidei eles pra entrar na sala e, quando me virei pra guiá-los, senti os dois prenderem a respiração por causa do decote profundo do vestido.

Servi umas taças de vinho pra relaxar e sentamos pra conversar. Depois fomos pra mesa. O jantar tinha ficado uma delícia e a conversa foi mais que interessante, embora eu confesse que bebi um pouco mais de vinho do que costumo. Não sei por que, mas meu copo nunca ficou vazio. Ele ou o irmão dele cuidaram de manter ele cheio a noite toda.

— Café?
— Claro, obrigada.

Tava na cozinha preparando o café quando senti alguém entrar. Umas mãos fortes pousaram na minha cintura. Era ele…

— Você vai me matar com esse vestido, sabia?

O álcool devia ter me afetado, porque me senti muito gostosa e, sem me importar que o irmão dele estivesse na outra sala, com uma cara de pau que não é nada minha, respondi.

— Foi pra isso que eu vesti ele…
— Então funcionou. Perfeitamente, queria te pegar aqui, agora mesmo.
Definitivamente eu não estava no meu juízo perfeito ou, tímida e recatada como sou, teria que ter parado aquilo… Nunca tínhamos nem saído sozinhos, nem sequer nos beijado, ainda não tínhamos passado do flerte inicial e ele já estava dizendo que queria me ter… Mesmo assim, só conseguia aproveitar o calor que subia pelas minhas bochechas ao senti-lo tão perto. A boca dele começou a morder a minha orelha e eu derreti.

Foda-se tudo, sempre fui certinha, sempre fazendo e agindo como esperavam de mim, perfeita em todos os sentidos e irrepreensível. Pela primeira vez na vida, ia fazer o que sentia e, naquele momento, eu me sentia muito, mas muito tesuda… me virei devagar, cuidando pra roçar nele de um jeito sugestivo e, quando fiquei de frente pra ele, ele capturou minha boca com a dele. Não foi um beijo doce, tenho que dizer. Foi um beijo exigente, daqueles que te deixam sem defesas, eu só consegui gemer baixinho enquanto meu corpo se entregava.

Um pouco de sanidade, porra, se infiltrou no meu cérebro e, quando consegui me separar por um segundo, falei:
— Seu irmão…

A ereção dele, mais do que evidente, pressionava a parte de baixo da minha barriga e eu só conseguia pensar no quanto a roupa estava começando a incomodar.

Ele começou a beijar meu pescoço e as mãos dele acariciaram minhas pernas e levantaram meu vestido, eu já não aguentava mais, minha calcinha fio dental estava encharcada, meus mamilos eram pedras, queria ter ele já, precisava ter ele já…

Entre beijos, ele sussurrou no meu ouvido:
— Meu irmão e eu somos muito unidos… compartilhamos tudo, talvez pudéssemos compartilhar esse momento…

Meu corpo ficou tenso, e minha mente disparou a mil quilômetros por hora… Eu tinha entendido direito? Ele estava me propondo o que eu entendi que ele estava propondo?

Ele sentiu minha hesitação, deslizou suavemente uma mão entre minhas pernas e, com o dedo, começou a fazer círculos suaves no meu clitóris, lubrificando ele com meus fluidos e me matando de prazer. Prazer…
-Aaaahhh—eu gemi quase gritando, sem conseguir evitar… era delicioso…

—Se você já fica assim só comigo… imagina com o dobro, gostosa…

A essa altura, acho que já não dava pra culpar o álcool. Eu tava com tesão, um tesão que nunca senti na vida, e definitivamente queria fazer aquilo. Então não resisti nem um pouco quando ele pegou minhas pernas e me levantou, fazendo eu enrolar elas na cintura dele. Sem parar de me beijar, me levou até a sala onde o irmão dele estava.

Ele me colocou no colo do irmão, mas de frente pra ele. Automaticamente, as mãos do gêmeo foram pros meus peitos, roçando de leve nos meus bicos duros, ainda cobertos pelo vestido… Eu gemi e abri minhas pernas, não aguentava mais de tanta vontade, tava mais que molhada… Ele se ajoelhou na minha frente e enfiou o nariz na minha buceta, começando a passar a língua devagar no meu clitóris, ainda coberto pela tecidinho fino da calcinha fio-dental. Uffffff, que delícia… Eu sentia no meu rabo a pica dura que eu tava sentada, enquanto as mãos que acariciavam meus peitos iam puxando o decote do meu vestido pra baixo. A língua que lambia minha buceta ficava cada vez mais exigente, e eu abria minhas pernas até o impossível, segurando a vontade de gritar de prazer. Mas não aguentei quando senti um dedo puxar o tecido da minha calcinha e entrar em mim até o fundo… Explodi num grito, molhando a mão dele com meus fluidos… Os dois esperaram, me acariciando devagar, até eu montar meu orgasmo. Quando foi passando, meu corpo foi relaxando como num sonho. Senti me tirarem toda a roupa e me encontrei de joelhos no sofá, praticamente de quatro, com uma pica deliciosa e dura na frente do meu rosto. Não pensei duas vezes: olhei pra cima e encontrei um par de olhos profundos me encarando. Passei a língua molhando meus lábios e, aos poucos, provocando ele enquanto olhava, comecei a devorar aquela delícia…

—Assim, princesa, perfeito… quero ela toda dentro dessa boca… boquinha linda…

Outras mãos seguraram minha cintura e senti elas se introduzirem suavemente dentro de mim, eu estava tão encharcada, minha buceta inchada pulsava de desejo, quase morri quando entrou completamente, me preenchendo, e só consegui responder gemendo enquanto chupava com alma e vida a pica que tinha na boca. Nunca imaginei que estaria nessa situação… de quatro no sofá da sala da minha casa, chupando um homem enquanto outro me penetrava, não era certo, só as vadias faziam essas coisas, as mulheres perdidas faziam essas coisas e eu não era nenhuma das duas. Mas a situação toda me deixava mais que excitada, já tinha passado do ponto sem retorno, e justamente o fato de que o que eu estava fazendo não era o “certo” era uma das coisas que mais me acendia. Queria que fizessem de mim o que quisessem, que abusassem do meu corpo como se eu fosse uma puta barata…

Meu corpo reagia sozinho, desejoso, entregue, sem perceber comecei eu mesma a me mexer naquela delícia ereta que tinha na minha buceta. Minha cintura se quebrava enquanto me enfiava nele, minha boca nunca parou de saborear a sua gêmea.

-Jajaja a menina quer mais, irmão… Olha como ela pede… vamos dar mais pra ela.

E começou a me perfurar com força, a se cravar até o fundo do meu ser enquanto na frente me agarraram pelos cabelos pra me obrigar a abrir a garganta, me afogando até o fundo da minha boca, impedindo que os gritos de prazer que se acumulavam nos meus pulmões escapassem. Nunca tinha sentido algo como o orgasmo que me sacudiu, ondas de prazer vibrando das minhas costas, percorrendo minha pele até explodirem todas juntas num mar de líquido na minha vulva.

Num único movimento me vi ajoelhada no chão, na minha frente duas picas eretas e encharcadas, uma com minha saliva, a outra com meus sucos, reclamando minha atenção. Não pensei, já tinha parado de pensar há muito tempo, peguei as duas com minhas mãos. Fui alternando de uma pra outra. Saboreando elas, curtindo cada uma, até que finalmente enfiei as duas cabeças na minha boca, brincando loucamente com minha língua por cima delas.

Já não sabia mais quem era quem, e nem me importava, só queria continuar, continuar até meu corpo não aguentar mais, queria ser abusada até desmaiar, queria ser tomada uma e outra vez pelos dois, desejava loucamente ser saboreada, penetrada, tocada e acariciada. Entre minhas pernas tinha se soltado uma tempestade que precisava ser liberada uma e outra vez. E eles sabiam disso, sabiam muito bem e riam, riam do meu desejo, curtiam minha necessidade e se aproveitavam dela. Um deles sentou no sofá e me colocou de pé na frente dele, de costas, enquanto o outro na minha frente atacava sem piedade meus peitos com a boca, mordendo meus bicos, lambendo a auréola, me enlouquecendo. Um dedo foi entrando devagar no meu cuzinho, preparando, abrindo, quando sentiu que tava pronta, me pegou pela cintura e foi me sentando nele. Nunca fui fã de sexo anal, normalmente era doloroso pra mim, não sei se foi por eu estar tão molhada ou porque eles realmente sabiam o que faziam, só sei que tava uma delícia, meu cuzinho se abrindo cada vez mais recebendo aquela rola grande e dura enquanto as mordidas nos meus peitos ficavam mais fortes. Minhas costas se arqueavam pra ele entrar mais fundo enquanto eu entregava meus peitos pro abuso dos dentes do irmão dele. Quem tava no meu cuzinho, já não sabia mais qual dos dois era, agarrou minhas nádegas com força pra começar a me perfurar sem dó. Não consegui resistir.

— Siiim… por favor… siiim assim… mais… maaais…
— Cê gosta, né? Mas você não sabe o que ainda vem por aí…

O irmão dele se levantou na minha frente, pegou meus peitos com as mãos, juntou eles pra colocar a rola no meio, enquanto com os polegares apertava meus bicos e começou a foder meus peitos. Já era uma loucura, um homem embaixo de mim perfurando minha bunda sem dó, outro por cima usando meus Peitos pro prazer dele e eu, nojentinha de tão tesuda, gozando como nunca tinha gozado na vida. Dava pra sentir o calor se acumulando de novo no meu baixo ventre, meu sangue era fogo líquido correndo nas veias, eu ia explodir de novo e dessa vez não segurei meus gritos.

— Maisssssssssssssssssss — eu gritava — Não parem, me comam assim, maisssssssssss

Minhas palavras deixavam eles loucos e, de repente, pararam de ter cuidado com meu corpo, se é que tinham tido algum. Me furaram com alma e vida, e no exato momento em que um orgasmo tremendo, de proporções inimagináveis, sacudiu meu corpo inteiro, o cara que tava em cima de mim largou meus peitos e, num movimento só, aproveitando a maré de líquidos que minha vinda incrível fazia jorrar da minha buceta, se cravou nela até o fundo. Sem piedade nenhuma.

As sensações que me percorriam eram incríveis, nunca tinha experimentado algo assim, duas rolas deliciosas se cravavam até o mais íntimo do meu ser. Me abrindo até o impossível, me esticando de um jeito que eu sentia que iam me partir e eu queria mais. Gritava de prazer, uivava de desejo e eles respondiam à minha necessidade me furando com toda a força. O ritmo ia crescendo, cada vez mais forte, cada vez mais bruto, meu corpo totalmente entregue a ponto de a dor ser um prazer indescritível. Comecei a ter um orgasmo diferente de qualquer um que já tivesse sentido, não foi uma explosão de prazer, mas o ponto de clímax se manteve, cada nervo do meu corpo vibrava, cada centímetro da minha pele, todo o meu ser entrou num estado em que eu me sentia separada de mim, além, um êxtase total e absoluto, uma maré de sucos saía de mim sem controle. Meu corpo se tensionou ao extremo, meus músculos não reagiam, meus gritos podiam ser ouvidos de qualquer lugar e, quando senti a porra dos dois se derramar dentro de mim numa última penetração mais profunda e completa do que eu jamais tinha imaginado, simplesmente me fui. Convulsionei de prazer até perder a consciência, nunca na minha vida, jamais pensei que pudesse sentir algo assim, perdi a consciência desmaiada de prazer absoluto e total…

Não sei o que aconteceu depois, só sei que acordei na minha cama, aninhada entre os dois que dormiam placidamente, a mão de um nos meus peitos, a do outro entre minhas pernas. Suavemente me levantei, cada músculo do meu corpo protestando de dor prazerosa. Não queria acordá-los, dormiam tão lindos, duas gotas d'água…

Sem fazer barulho fui para a cozinha, ao passar pela sala um sorriso se desenhou na minha boca e minhas bochechas se tingiram de rosa, o sofá teria que ser estofado de novo. Completamente manchado e encharcado pela noite. Mas tudo bem, já cuidaria disso depois. Agora tinha que preparar o café da manhã… para três.



Espero que tenham gostado, beijos molhados pra todo mundo e a gente se vê em breve, muaaackssssssssss

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.

17 comentários - Jantar a dois... e mais um

Tremendo! Excelente! te dejo mis 10, espero mas relatos 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤

Saludos 😀
Verdel
Tu relato me hizo excitar muchisimo. He leido tus otros 2 posts y he confirmado que tienes una mente capaz de mezclar tus fantasías y tu realidad de una manera muy sensual. Espero más relatos !
excelente luly no te ausentes demasiado dale?besos y me super encanto este relato van mis 10 puntos para vos...gente faltan otros 30 y la hacemos nfu!!!! sumen puntossssssssssss 😀 😀 😀
muy buen relato como todos los otros, te felicito , besitos
MUY BUEN RELATO , MUY BUENOS RECURSOS LINGÛISTICOS , ME CALENTO UN TOQUE TE DEJO MIS 10 , EXCELENTE Jantar a dois... e mais um
excelente!! segui asi que vas por el buen camino!!! 😛 😛 😛 😛
Te felicito! Gran relato... Gemelos... 😀 😀 ... 😃 😃 ... 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ !!