la amiga de mi hija y su mama

Olá pra todos, vou deixar um conto que escrevi pra ver o que acham. Agradeço comentários.

A amiga da minha filha e a mãe dela

Olá pra todos

Quero contar pra alguém o que aconteceu comigo uns dias atrás e ainda não consigo acreditar.

Faz um tempo que as amigas da minha filha vêm aqui em casa, conheço todas desde pequenininhas, mas o negócio é que elas cresceram. Uma em especial, Belén, que desde criança sempre foi muito carinhosa comigo. Outro dia ela veio visitar minha filha, mas ela não estava. Mesmo assim, ela entrou, o que não me surpreendeu nada, porque é normal. A questão é que, enquanto tomávamos um café, começamos a conversar sobre os problemas dela com o namorado. Depois de um tempo, ela me confessou que já fazia um tempo que eles transavam, mas que ela não se sentia bem e não conseguia gozar, porque o namorado não tratava ela direito, só dava uns amassos e se preocupava em se satisfazer e pronto.

Nessa altura, já acostumado a conversar sobre qualquer assunto com as meninas, não me surpreendi muito. Só me chamou a atenção ela ter contado pra mim, mas interpretei como um gesto de confiança. Expliquei algumas coisas sobre como se relacionar com um homem e que, na real, os caras dessa idade, por não terem muita experiência, são meio brutos, que ela não desse importância, que com o tempo eles superariam isso. Também falei: "Seria bom você conversar com sua mãe ou com uma mulher mais velha pra te dar o ponto de vista feminino."

Aí o assunto ficou por isso. Pra minha surpresa, dias depois, a mãe da Belén me ligou. Lucrecia, uma morena de uns 40 anos, mas com um corpo muito gostoso, apesar dos perrengues de uma vida complicada, já que o pai da Belén abandonou elas há muito tempo e ela teve que criar a filha sozinha, com muito sacrifício.

O negócio é que essa mulher me diz: "Juan, sei que você conversou com a Belén uns dias atrás, porque ela me contou. E a verdade é que ela gosta muito de você e, como não tem uma referência masculina, talvez te veja como tal. Gostaria que você viesse conversar um pouco comigo sobre ela."

Eu lhe Eu falei que sim, que depois do trabalho passava lá pra gente bater um papo.

Quando chego na casa, quem me atende é a Lucre, de roupão e cabelo molhado. "Entra", ela fala, "acabei de sair do banho. Vai pra cozinha que a gente toma um café e conversa um pouco antes da Belém descer, ela entrou no banho também."

Eu não conseguia parar de olhar pra ela, porque o roupão abria pra todo lado e deixava à mostra a pele bronzeada e os músculos definidos. Até vi um peito espetacular quando ela se abaixou pra pegar uma xícara. Naquela hora, comecei a ficar bem excitado, e mesmo não sendo de chegar em todas as mulheres, ainda mais as conhecidas, começou a passar pela minha cabeça convidar ela pra sair.

Não deu tempo, porque ela já começou a falar da filha, de como a via mal e deprimida, e que depois de uma conversa onde a filha contou que estava insatisfeita sexualmente — e que também tinha falado comigo —, ela achou uma boa ideia a gente conversar os dois sobre o assunto.

— Olha, Lucre, tudo bem, mas pra falar a verdade, isso me deixa meio desconfortável.
— Qual é, se a Belém te conhece desde que nasceu, que vergonha vai te dar?

Então, perturbado pela situação e pelo espetáculo que tinha na minha frente, aceitei que a gente conversasse.

Pouco depois, chegou a Belém, que saía do banho com um roupão igual ao da mãe. E eu não consegui deixar de reparar no corpo gostoso de adolescente e em como ela se parecia com a mãe.

— Olha, Belém — disse a Lucrécia —, tô aqui com o Juan e a verdade é que a gente quer conversar com você pra tirar algumas dúvidas que você tem sobre sexo, já que você também falou sobre isso com ele.
— É, seria legal, porque o Juan é o único homem com quem não tenho vergonha de falar de sexo.

— Então, a gente vai te ensinar como se faz o love de verdade — disse a Lucrécia.

Nesse ponto, começou a passar um monte de coisa na minha cabeça e eu fiquei bem nervoso, principalmente quando a Lucrécia soltou o cinto do roupão e deixou o corpo à mostra, que era muito melhor do que dava pra ver espiando pelas frestas. a bata, suas pernas longas e torneadas, sua cintura bem marcada apesar da idade, sem nenhuma gordurinha, seus peitos não muito grandes, mas ainda duros e empinados, com uns bicos que naquela hora começaram a ficar duros e grandes. Sem me dar tempo de reagir, ela se aproximou e começou a me acariciar devagar, com um olhar de gata, por todo o meu corpo, e a desabotoar minha camisa enquanto Belém se acomodava numa cadeira para curtir o espetáculo.

Toda aquela situação me deixou a mil por hora, meu pau queria sair logo do cativeiro, mas teve que esperar um pouco porque Lucrécia disse: – Mostra pra menina, João, como se esquenta uma mulher. Então comecei a acariciá-la suave e devagar, e a tirar a bata dela como quem não quer nada. Com minhas carícias, afastei o cabelo longo e sedoso para beijar seu pescoço, atrás da orelha, sentindo Lucrécia estremecer de prazer. Notei como os bicos dela, contra meu peito, ficavam ainda mais duros. Entre carícias e beijos, ela me diz: – Vamos para o quarto ficar mais à vontade. – Fomos pra lá, é claro, seguidos por Belém, que não queria perder nada. Ela se acomodou numa cadeira enquanto eu e a mãe dela fomos para a cama. Lá, deitei Lucrécia e comecei a beijar todo aquele corpo lindo, centímetro por centímetro: primeiro as costas, depois a frente. Parei um pouco naquelas tetas magníficas para seguir descendo. Quando cheguei na buceta dela, depiladinha e rosada como a de uma garota, e comecei a lamber, senti um suspiro duplo: o dela, de prazer, e o da filha, de excitação. Continuei com o que eu estava fazendo, olhando de vez em quando para Belém, que estava na cadeira cada vez mais excitada, e isso me excitava mais e mais. Eu queria penetrar as duas naquele momento, mas me forcei a continuar com as carícias em Lucrécia até que o clitóris dela começou a inchar e a ficar mais vermelho. As costas dela se arquearam, todos os músculos se tensionaram, eu continuei com mais força até que, depois de um gemido longo, Lucrécia relaxou e, olhando para a filha, disse: – Viu, querida? Isso é um orgasmo, e ele acabou de me dar um. Arrancar sem nem tirar as calças, isso que é um homem de verdade. Faz a mulher gozar pra depois receber o prêmio dela.
Belén, vermelha de tesão e desejo, só conseguiu dizer: – Eu também quero, José, faz em mim.
Eu tava prestes a explodir, só queria descarregar meu pau que tava duríssimo, como fazia tempo que não ficava, mas a perspectiva de colocar minhas mãos e boca naquele corpo adolescente liso e gostoso não me deixou dúvida nenhuma. Assenti com a cabeça e falei: – Sim, gostosa, vem cá que hoje você vai se sentir mulher.

Mandei ela deitar de bruços e comecei a dar beijos que mal tocavam a pele, cada contato rápido e suave, quase uma cócega. O corpinho jovem dela tremia, como se estivesse vibrando, enquanto com a ponta dos dedos eu roçava de leve as coxas e a bunda dela. De repente, ela se virou, com o rosto vermelho e descomposto, e disse: – Por favor, faz alguma coisa, não aguento mais.
A mãe dela interveio da cadeira onde tinha se sentado: – Calma, filha, relaxa e aproveita que agora vem o melhor.

Eu, que já tinha fantasiado com aqueles peitos – nem grandes nem pequenos, duros como pedra, com biquinhos pequenos e rosadinhos – fui direto neles e me entretive por um bom tempo, enquanto Belén gemia e se contorcia com os mamilos pequeninos, mas bem durinhos, na minha boca. Depois de um tempo me dedicando exclusivamente àqueles peitos maravilhosos, molhei meus dedos com bastante saliva e fui direto no clitóris dela, que já tava inchado de tesão. Mal toquei com duas ou três carícias leves dos meus dedos, quando Belén de repente começou a gemer e se contorcer como se estivesse queimando. Aumentei um pouco a velocidade e a pressão dos dedos no clitóris dela, e então ela explodiu num grito danado. Depois de vários espasmos, ficou lá estirada na cama, como se tivesse desmaiado, respirando ofegante.

Nessa hora, a mãe dela se aproximou, acariciou a cabeça dela, deu um beijo na testa e disse: – Isso, filha, é se sentir mulher. Isso é um orgasmo. Agora é hora de agradecer, agora você vai aprender como satisfazer um homem de verdade enquanto me olhava com olhos cúmplices.
Ela me deitou na cama e arrancou minha calça à força. Meu pau enjaulado por tanto tempo transbordava de alegria ao se ver finalmente livre. Lucrécia fez Belém se deitar de um lado meu, e ela se posicionou do outro. Começou a acariciar meu peito e minhas pernas, e Belém a imitava. Aquelas quatro mãos estavam me deixando louco de prazer, e ainda nem tinham tocado no meu pau.

— Agora, filha, você vai aprender a chupar um pau — disse Lucrécia, enquanto se abaixava sobre meu pau e o pegava suavemente com uma mão. Colocou na boca só um pouquinho, apenas a cabeça, rodeando-a com a língua e tocando minhas bolas com a outra mão. Depois que deixou bem molhado com a saliva, foi engolindo aos poucos até ter tudo na boca, me levando a um delírio do qual mal consegui sair para não gozar. Queria prolongar aquilo o máximo possível.

Depois de chupar por um bom tempo, ofereceu a Belém:
— Vem, prova você, pra ver se gosta.
Ainda excitada pelo primeiro orgasmo recente, ela se aproximou timidamente do meu pau, prestes a explodir, que por milagre eu estava segurando. Pegou com uma mão tímida e levou à boca, sem chegar a meter. Só passava a língua. Aos poucos foi ganhando confiança e colocou um pouco na boca, enquanto a mãe explicava que tomasse cuidado com os dentes, que colocasse bastante saliva e fosse metendo devagar até onde conseguisse, enquanto continuava acariciando minhas bolas e pernas. Depois de um tempo nisso, eu quase agonizando, falei:
— Meninas, não aguento mais, vou gozar.

Lucrécia tirou Belém do meu pau:
— Esse prêmio é meu.
E enfiou todo o meu pau até a garganta, enquanto espremia minhas bolas. Ali mesmo veio um orgasmo dos mais longos e fortes que já tive. Belém me olhava nos olhos com um sorriso enquanto meu pau derramava litros de porra na garganta da mãe dela.

21 comentários - la amiga de mi hija y su mama

me gusto angelussss!!!!!!!!!! van 2 puntines porque no tengo mas pero incentiva no? 😉
es el sueño del pibe ojala me toke algun dia:D sos un capo loko
bien buen relato lo q me gustaria saber la edad de la nena , q raro q con esta sociedad la nena no sepa nada 🤤
El relato,..se haría mucho más interesante si le corrigieras todos los "horrores" de ortografía que tiene. Sé que te puede parecer medio boludo,...pero a vos te gustaría ver la foto de una mna terrible,..pero fuera de foco..?? Bueno, al escribir un relato,..por lo menos pasale el corrector de Word.
antix
muy bueno, pero muchos horrores de ortografia
muy bueno loco 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
la amiga de mi hija y su mama
Que lindo... Busco una amiguita urgente.... Alguna que se anime jejeeje
ewaa q buen relato.. pero eso es todo?? como q falta algo mas 😛
que mierda me importan los erroresssssss muyyyyyyy bueno el relato me dejó a mil 😀
exelente!!!!! es increible lo que te pasa algunas veces.....ojala se te de otra vez....muy copado loco!!
Tengo una duda.... ¿Eres Juan o José? O la mina estaba pensando en algún José mientras estaba exitada????
che, está bueno el comentario, pero tenés faltas de ortografías re grosas loco,
excelente relato, cais que me sentí el protagonista
Muy buen relato, hace algunos años tuve una pareja mayor que yo y su hija un poco más chica. Primero las cogí por separado hasta que pude juntarlas. Es el placer más grande