A boa da minha parceira, aquela mulher que faz de tudo, e que tem as melhores intenções em tudo e para todos, um certo dia me contou que algo a atormentava.
"– Lembra da Mariela?" – ela perguntou meio distraída...
Mariela era uma gordinha, de olhos azuis grandes, cabelo cacheado, comprido até a bunda, e que parecia muito tímida...
"– Sim" – falei sem entender muito bem aonde aquilo ia dar.
"– Pois é, ela me preocupa, amor" – continuou – "Acontece que ela ainda é virgem, bem, tecnicamente..."
Eu olhei estranho. Não entendi direito e perguntei: "– Tecnicamente?"
Ela rapidamente me contou que a pobre amiga se acabava com um vibrador do tamanho de um pão francês, mas que não conhecia uma rola masculina e que precisava urgentemente ser comida para não ficar pra trás...
"– Que pague um garoto de programa ou um puteiro" – falei rindo...
Mas o assunto era bem sério pra minha parceira, e a cara de preocupação dela não parava de me incomodar.
"– Ela podia muito bem procurar o Marcelo" – falei, sabendo que não era o que ela queria ouvir.
"– Não, Marcelo é um filho da puta" – disse – "e nojento, ele não. Pensei em outra coisa."
"– E o que a senhora pensou?" – falei em tom sarcástico...
Depois de umas voltas no assunto, ela soltou sem hesitar:
"– Bem... ela é boa amiga... e daqui a um mês vai pra Espanha, sem mais consolo que aquele animalzão de látex que a tem consolado esse tempo todo..."
Eu não entendia bem, mas ouvia curioso...
"– Não sou ciumenta de uma mulher desse tipo... e gostaria que você comesse ela."
"– Eu? Por que eu?" – perguntei confuso.
"– Você não é capaz de se apaixonar por ela, e não tem nojo dela... e sei que respeita a mulher."
Assim ela me convenceu, não sem antes prometer que faríamos um menage um dia desses, com alguma profissional...
Dois dias depois, eu estava sozinho em casa quando a campainha tocou.
Mariela na porta. Com cara de susto e sem entender muito bem por que estávamos sozinhos em casa... Ela veio com umas leggings azuis lindas que levantavam aquele rabão dela.
O decote generoso mostrava Suas tetas grandes.
Assim que ele entrou, ofereci uma cerveja e logo avancei.
Sem muito esforço, já tinha Mariela onde queria...
Ajoelhada no sofá, tirei rápido minha calça. Eu não estava de cueca e o pau pulou na hora. Ela parecia desesperada pra levar aquele pedaço de carne na boca. Beijou ele devagar, e depois começou a chupar com muita dedicação.
Devo dizer que ela mandava muito bem... ela tirou a calcinha e começou a se masturbar...
logo os dedos ficaram completamente molhados... os pelinhos da buceta encharcaram e eu desci até lá pra dar um bom oral... ela abriu os lábios largos o máximo que conseguiu.
O botãozinho rosa do clitóris dela tava irritado, mas louco pela minha língua...
passei suave, e depois comecei a brincar com ele... mordi, toquei com meus lábios e enfiei o dedo médio e o indicador na boceta molhada.
Ela tava muito quente... aí enfiei o dedão no cu...
ela parecia enlouquecer... deixou eu chupar tudo, assim mexi os dedos e forcei ela a gozar na minha boca...
depois ela me virou e subiu em cima de mim... as tetonas dela ficaram na altura da minha boca e ela pediu pra eu chupar...
meu pau entrou na cavidade vaginal dela... era bem apertadinha e morna... tava seca e custou a entrar.
aí ela foi se mexendo e me montou com muita dedicação...
— cê gosta de como eu te como, piranha? — ela disse...
eu só concordei com a cabeça...
— enfia todos os dedos no meu cu — ela pediu enquanto abria a bunda...
eu enfiei com força... ela gritou, mas adorou...
ela se mexia selvagem... não parecia tão inexperiente...
gemeu, gritou, suou, e finalmente percebeu que eu tava quase gozando...
aí ela saiu de cima, se ajoelhou, e chupou meu pau dolorido...
com a mão direita me masturbava, e esperava...
senti aquele líquido quente subindo... ela tirou o pau da boca e colocou entre as tetonas... bem na hora pra porra banhar tudo.
Ela enfiou o membro ainda duro na buceta boca e engoli tudo...
depois ri, ela me agradeceu e se vestiu como pôde. Foi embora.
Minha parceira me agradeceu por ser tão complacente...
Tempo depois, na biblioteca, atrás de umas estantes, ouvi uma conversa...
era a Júlia, uma amiga da minha parceira, que falava com outra mulher...
Reconheci a Mariela como a outra mulher, e ouvi ela dizer...
- você seria muito gentil se fizesse isso, é que ainda não fiz com nenhum homem
- eu sei - disse Júlia - como é a sensação, e posso te garantir que o Gastão, meu marido, vai fazer isso sem te recriminar nada, ele é um bom homem.
- obrigada - respondeu Mariela - poderia ser na sua casa...
- claro - disse Júlia - amanhã a essa hora, só peço que não se apaixone por ele...
as duas riram e combinaram tudo...
tentei sair do lugar discretamente, mas me deparei de frente com a Mariela...
ela sorriu pra mim, e me piscou o olho direito...
antes de ir embora me disse "- tenho amigas de ouro, e os maridos delas são tão bonzinhos" -
entendi que ela não era nenhuma inexperiente...
"– Lembra da Mariela?" – ela perguntou meio distraída...
Mariela era uma gordinha, de olhos azuis grandes, cabelo cacheado, comprido até a bunda, e que parecia muito tímida...
"– Sim" – falei sem entender muito bem aonde aquilo ia dar.
"– Pois é, ela me preocupa, amor" – continuou – "Acontece que ela ainda é virgem, bem, tecnicamente..."
Eu olhei estranho. Não entendi direito e perguntei: "– Tecnicamente?"
Ela rapidamente me contou que a pobre amiga se acabava com um vibrador do tamanho de um pão francês, mas que não conhecia uma rola masculina e que precisava urgentemente ser comida para não ficar pra trás...
"– Que pague um garoto de programa ou um puteiro" – falei rindo...
Mas o assunto era bem sério pra minha parceira, e a cara de preocupação dela não parava de me incomodar.
"– Ela podia muito bem procurar o Marcelo" – falei, sabendo que não era o que ela queria ouvir.
"– Não, Marcelo é um filho da puta" – disse – "e nojento, ele não. Pensei em outra coisa."
"– E o que a senhora pensou?" – falei em tom sarcástico...
Depois de umas voltas no assunto, ela soltou sem hesitar:
"– Bem... ela é boa amiga... e daqui a um mês vai pra Espanha, sem mais consolo que aquele animalzão de látex que a tem consolado esse tempo todo..."
Eu não entendia bem, mas ouvia curioso...
"– Não sou ciumenta de uma mulher desse tipo... e gostaria que você comesse ela."
"– Eu? Por que eu?" – perguntei confuso.
"– Você não é capaz de se apaixonar por ela, e não tem nojo dela... e sei que respeita a mulher."
Assim ela me convenceu, não sem antes prometer que faríamos um menage um dia desses, com alguma profissional...
Dois dias depois, eu estava sozinho em casa quando a campainha tocou.
Mariela na porta. Com cara de susto e sem entender muito bem por que estávamos sozinhos em casa... Ela veio com umas leggings azuis lindas que levantavam aquele rabão dela.
O decote generoso mostrava Suas tetas grandes.
Assim que ele entrou, ofereci uma cerveja e logo avancei.
Sem muito esforço, já tinha Mariela onde queria...
Ajoelhada no sofá, tirei rápido minha calça. Eu não estava de cueca e o pau pulou na hora. Ela parecia desesperada pra levar aquele pedaço de carne na boca. Beijou ele devagar, e depois começou a chupar com muita dedicação.
Devo dizer que ela mandava muito bem... ela tirou a calcinha e começou a se masturbar...
logo os dedos ficaram completamente molhados... os pelinhos da buceta encharcaram e eu desci até lá pra dar um bom oral... ela abriu os lábios largos o máximo que conseguiu.
O botãozinho rosa do clitóris dela tava irritado, mas louco pela minha língua...
passei suave, e depois comecei a brincar com ele... mordi, toquei com meus lábios e enfiei o dedo médio e o indicador na boceta molhada.
Ela tava muito quente... aí enfiei o dedão no cu...
ela parecia enlouquecer... deixou eu chupar tudo, assim mexi os dedos e forcei ela a gozar na minha boca...
depois ela me virou e subiu em cima de mim... as tetonas dela ficaram na altura da minha boca e ela pediu pra eu chupar...
meu pau entrou na cavidade vaginal dela... era bem apertadinha e morna... tava seca e custou a entrar.
aí ela foi se mexendo e me montou com muita dedicação...
— cê gosta de como eu te como, piranha? — ela disse...
eu só concordei com a cabeça...
— enfia todos os dedos no meu cu — ela pediu enquanto abria a bunda...
eu enfiei com força... ela gritou, mas adorou...
ela se mexia selvagem... não parecia tão inexperiente...
gemeu, gritou, suou, e finalmente percebeu que eu tava quase gozando...
aí ela saiu de cima, se ajoelhou, e chupou meu pau dolorido...
com a mão direita me masturbava, e esperava...
senti aquele líquido quente subindo... ela tirou o pau da boca e colocou entre as tetonas... bem na hora pra porra banhar tudo.
Ela enfiou o membro ainda duro na buceta boca e engoli tudo...
depois ri, ela me agradeceu e se vestiu como pôde. Foi embora.
Minha parceira me agradeceu por ser tão complacente...
Tempo depois, na biblioteca, atrás de umas estantes, ouvi uma conversa...
era a Júlia, uma amiga da minha parceira, que falava com outra mulher...
Reconheci a Mariela como a outra mulher, e ouvi ela dizer...
- você seria muito gentil se fizesse isso, é que ainda não fiz com nenhum homem
- eu sei - disse Júlia - como é a sensação, e posso te garantir que o Gastão, meu marido, vai fazer isso sem te recriminar nada, ele é um bom homem.
- obrigada - respondeu Mariela - poderia ser na sua casa...
- claro - disse Júlia - amanhã a essa hora, só peço que não se apaixone por ele...
as duas riram e combinaram tudo...
tentei sair do lugar discretamente, mas me deparei de frente com a Mariela...
ela sorriu pra mim, e me piscou o olho direito...
antes de ir embora me disse "- tenho amigas de ouro, e os maridos delas são tão bonzinhos" -
entendi que ela não era nenhuma inexperiente...
9 comentários - Ninguém me quer (uma foda por pena)
ESPECTACULARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR 😀
SALUDOS 😉
buen relato gracias
que loooco...
que pedo con las gorditas??? stan taaan locas!!!
aunke muy complacientes...
gracias por el aporte!!!
Buena imaginacion, buen relato 🙂