Lembro que quando eu era mais novo... digamos, entre 12 e 15 anos, tava numa fase de desenvolvimento sexual foda...
eu pensava em sexo 25 horas por dia... saca?
Jogava futebol, e até quando via a bola entrar no gol, me vinha na cabeça uma buceta com uma calcinha vermelha, aberta de pernas pro ar, esperando ser penetrada...
que doente! ha ha ha...
Andava pela orla nas tardes de verão, e encontrava centenas de casais, se beijando de língua, se roçando, brincando com as mãos inquietas... e até vi umas minas atrevidas fazendo um oral...
Como pode imaginar, andava com meu amigo duro o tempo todo...
Lembro que às vezes minhas bolas doíam tanto que, quase sem querer, descobri a punheta...
Lembro que tinha voltado do parque. Lá, por acaso, encontrei a Andrea, a filha do padeiro, que tinha a padaria na frente da minha casa...
Eu caminhava de boa. Olhando pra todo lado, peitos balançando... de mulheres correndo pra manter a forma.
Calças de lycra, legging, e outras roupas, eram alvo dos meus olhares...
Cumprimentei a Andrea com um sorriso idiota, e ela respondeu meio na obrigação e por educação...
Entrei numa banca pra comprar um refri e, ao sair, dessa vez vi a Andrea com um cara de cabelo comprido, bem mais velho que ela.
Ele tava de regata branca e um short azul...
Ele segurava a mão dela e a beijava.
Sem saber por quê, segui eles sem que percebessem.
Já era fim de tarde.
Eles caminharam até um lugar isolado, cheio de trepadeiras grossas e impenetráveis.
Desconfiei que não era a primeira vez que iam ali...
Ficaram um tempão se pegando, conversando, mãos nos cabelos... beijos e tudo mais.
Eu já tava entediado pra caralho... escondido dentro de um canteiro, coberto por uma espécie de samambaia gigante... mas com o pau durasso....
Depois de tanta sacanagem, finalmente o cara pegou a mão da Andrea e enfiou por baixo da Resumindo, ela não ofereceu resistência.
Eles se beijavam devagar, e a Andrea passava a mão que estava em cima pra baixo...
Parecia que ele tava gostando bastante, porque eu ouvia ele gemer baixinho...
Ela tava usando um vestido inteiro, abotoado até os joelhos.
Ele, com a mão direita, desabotoou o vestido de baixo pra cima, uns três botões...
Consegui ver que a Andrea não tava de calcinha...
Aquilo pra mim já foi como tocar o céu...
Meu pau tava precisando de carinho, e eu obedeci...
Imitei os movimentos da mão da Andrea...
Ritmado. Devagar.
Era uma delícia...
Eles já se beijavam com mais intensidade.
Ele se deitou no banco improvisado. Ela olhou pros dois lados... depois na minha direção (até tive medo que ela pudesse me ver), mas parece que não rolou...
Ela abriu as pernas e foi andando assim, até que o rosto do rapaz ficasse entre elas.
Aí ela, de pé, com a cara do moleque entre as pernas, esperou...
Acho que ele começou a lamber ela, porque primeiro ela ficou em silêncio...
Depois de um bom tempo, ela começou a mexer o quadril... as mãos dela se agarravam na trepadeira e ela mordia os lábios pequenos...
Aí começou a gemer... e a falar umas coisas que eu não conseguia entender...
Enquanto isso, meu pau era agarrado por toda a minha mão direita, e já não era mais carinho que eu tava fazendo em mim, mas sim uma puta arremetida pra dentro e pra fora...
No meio do tesão, ela virava a cabeça de vez em quando pra vigiar se ninguém tava chegando.
Eu também tava de olho, mas tava muito concentrado nos gritinhos que ela soltava... o rapaz não falava nada, mas tinha o rosto mergulhado naquela buceta linda...
Depois de um bom tempo, finalmente a Andrea tremeu... se arqueou, e suspirou mais rápido enquanto soltava uns uivinhos...
O moleque passou a língua uma vez e outra naquela pussy cheia de pelo pubiano.
Aí ele puxou o pau enorme, e ela se ajoelhou... se beijaram, e a Andrea abriu a boca tão grande que toda vez que lembro disso, me provoca uma ereção...
Assim que enfiou aquele pedaço enorme na boca linda dela...
Tantas vezes ela tinha me dito com aqueles lábios: "– pão francês, querido? um quilo?"
e agora tava chupando uma pica enorme...
eu me masturbava, sem saber ainda o que era aquilo, e apertava com força a cabeça vermelha e quente do pau...
o garoto tava muito concentrado na boca da Andrea que de repente engoliu aquele membro inteiro...
Lembro que achei incrível como ela engoliu tudo... pensei que o único jeito dela conseguir era enfiando na garganta...
Dava pra ouvir ela chupando e ver aquela boca descendo e subindo pelo tronco...
depois de uns segundos, o jovem mostrou uma desesperação evidente...
ele empurrava o quadril pra cima... ela continuava na tarefa sem parar pra respirar...
aí ela tirou aquele pau da boca e ficou batendo punheta com as mãos...
eu continuava passando a mão no meu pau, já quase chegando no êxtase...
vi então uma coisa inacreditável... enquanto ela mexia a mão e olhava pro garoto prestes a se contorcer, um líquido jorrou do pau dele...
lembro que pensei que ela tinha sido mijada, mas continuei olhando com muita excitação...
ela mexia a mão sem parar e ele tremia... depois ela limpou o troço com um lenço e colocou na boca...
eu acelerei meus movimentos e de repente ¡¡¡¡ uau !!!! soltei um líquido branco e grosso...
o mais branco de toda a minha carreira de punheta...
a cabeça do meu pau era uma maquininha de cuspir... minhas bolas e a ponta do pau doíam, mas eu adorava...
assim, entre soluços e escondido, tive minha primeira punheta...
eles foram embora e eu depois fui pra casa, dolorido e muito cansado...
nos dias seguintes, quando ia na padaria e via a Andrea atendendo, lembro que voltava pra casa e dedicava uma maratona de punhetas pra ela... que lembranças!
eu pensava em sexo 25 horas por dia... saca?
Jogava futebol, e até quando via a bola entrar no gol, me vinha na cabeça uma buceta com uma calcinha vermelha, aberta de pernas pro ar, esperando ser penetrada...
que doente! ha ha ha...
Andava pela orla nas tardes de verão, e encontrava centenas de casais, se beijando de língua, se roçando, brincando com as mãos inquietas... e até vi umas minas atrevidas fazendo um oral...
Como pode imaginar, andava com meu amigo duro o tempo todo...
Lembro que às vezes minhas bolas doíam tanto que, quase sem querer, descobri a punheta...
Lembro que tinha voltado do parque. Lá, por acaso, encontrei a Andrea, a filha do padeiro, que tinha a padaria na frente da minha casa...
Eu caminhava de boa. Olhando pra todo lado, peitos balançando... de mulheres correndo pra manter a forma.
Calças de lycra, legging, e outras roupas, eram alvo dos meus olhares...
Cumprimentei a Andrea com um sorriso idiota, e ela respondeu meio na obrigação e por educação...
Entrei numa banca pra comprar um refri e, ao sair, dessa vez vi a Andrea com um cara de cabelo comprido, bem mais velho que ela.
Ele tava de regata branca e um short azul...
Ele segurava a mão dela e a beijava.
Sem saber por quê, segui eles sem que percebessem.
Já era fim de tarde.
Eles caminharam até um lugar isolado, cheio de trepadeiras grossas e impenetráveis.
Desconfiei que não era a primeira vez que iam ali...
Ficaram um tempão se pegando, conversando, mãos nos cabelos... beijos e tudo mais.
Eu já tava entediado pra caralho... escondido dentro de um canteiro, coberto por uma espécie de samambaia gigante... mas com o pau durasso....
Depois de tanta sacanagem, finalmente o cara pegou a mão da Andrea e enfiou por baixo da Resumindo, ela não ofereceu resistência.
Eles se beijavam devagar, e a Andrea passava a mão que estava em cima pra baixo...
Parecia que ele tava gostando bastante, porque eu ouvia ele gemer baixinho...
Ela tava usando um vestido inteiro, abotoado até os joelhos.
Ele, com a mão direita, desabotoou o vestido de baixo pra cima, uns três botões...
Consegui ver que a Andrea não tava de calcinha...
Aquilo pra mim já foi como tocar o céu...
Meu pau tava precisando de carinho, e eu obedeci...
Imitei os movimentos da mão da Andrea...
Ritmado. Devagar.
Era uma delícia...
Eles já se beijavam com mais intensidade.
Ele se deitou no banco improvisado. Ela olhou pros dois lados... depois na minha direção (até tive medo que ela pudesse me ver), mas parece que não rolou...
Ela abriu as pernas e foi andando assim, até que o rosto do rapaz ficasse entre elas.
Aí ela, de pé, com a cara do moleque entre as pernas, esperou...
Acho que ele começou a lamber ela, porque primeiro ela ficou em silêncio...
Depois de um bom tempo, ela começou a mexer o quadril... as mãos dela se agarravam na trepadeira e ela mordia os lábios pequenos...
Aí começou a gemer... e a falar umas coisas que eu não conseguia entender...
Enquanto isso, meu pau era agarrado por toda a minha mão direita, e já não era mais carinho que eu tava fazendo em mim, mas sim uma puta arremetida pra dentro e pra fora...
No meio do tesão, ela virava a cabeça de vez em quando pra vigiar se ninguém tava chegando.
Eu também tava de olho, mas tava muito concentrado nos gritinhos que ela soltava... o rapaz não falava nada, mas tinha o rosto mergulhado naquela buceta linda...
Depois de um bom tempo, finalmente a Andrea tremeu... se arqueou, e suspirou mais rápido enquanto soltava uns uivinhos...
O moleque passou a língua uma vez e outra naquela pussy cheia de pelo pubiano.
Aí ele puxou o pau enorme, e ela se ajoelhou... se beijaram, e a Andrea abriu a boca tão grande que toda vez que lembro disso, me provoca uma ereção...
Assim que enfiou aquele pedaço enorme na boca linda dela...
Tantas vezes ela tinha me dito com aqueles lábios: "– pão francês, querido? um quilo?"
e agora tava chupando uma pica enorme...
eu me masturbava, sem saber ainda o que era aquilo, e apertava com força a cabeça vermelha e quente do pau...
o garoto tava muito concentrado na boca da Andrea que de repente engoliu aquele membro inteiro...
Lembro que achei incrível como ela engoliu tudo... pensei que o único jeito dela conseguir era enfiando na garganta...
Dava pra ouvir ela chupando e ver aquela boca descendo e subindo pelo tronco...
depois de uns segundos, o jovem mostrou uma desesperação evidente...
ele empurrava o quadril pra cima... ela continuava na tarefa sem parar pra respirar...
aí ela tirou aquele pau da boca e ficou batendo punheta com as mãos...
eu continuava passando a mão no meu pau, já quase chegando no êxtase...
vi então uma coisa inacreditável... enquanto ela mexia a mão e olhava pro garoto prestes a se contorcer, um líquido jorrou do pau dele...
lembro que pensei que ela tinha sido mijada, mas continuei olhando com muita excitação...
ela mexia a mão sem parar e ele tremia... depois ela limpou o troço com um lenço e colocou na boca...
eu acelerei meus movimentos e de repente ¡¡¡¡ uau !!!! soltei um líquido branco e grosso...
o mais branco de toda a minha carreira de punheta...
a cabeça do meu pau era uma maquininha de cuspir... minhas bolas e a ponta do pau doíam, mas eu adorava...
assim, entre soluços e escondido, tive minha primeira punheta...
eles foram embora e eu depois fui pra casa, dolorido e muito cansado...
nos dias seguintes, quando ia na padaria e via a Andrea atendendo, lembro que voltava pra casa e dedicava uma maratona de punhetas pra ela... que lembranças!
3 comentários - Mi primera masturbacion.... (ella lo logro)
pasa por los mios!
si tubiera puntos te daria