Beleza, antes de tudo, essa história que vou contar é real. Óbvio que não vou dar meu nome, mas sou um leitor de relatos e, depois de pensar muito, resolvi escrever alguns dos que aconteceram comigo.
Esse relato aconteceu quando eu tinha 19 anos. Fazia uns dois anos que tinha começado a andar com uns amigos que curtiam música eletrônica e putaria pesada. Isso incluía drogas, álcool e não parar de sair de quinta a domingo.
Bom, eu era um dos mais novos do grupo, que era formado mais ou menos por 15 pessoas. A gente se juntava toda quinta e começava a planejar por onde sair e o que fazer. A maioria era mulher — esqueci de falar que sou homem. Eu, por ser o novato, não recebia muita bola, mas fazer o quê, acho que tinha que pagar o pedágio.
Com o tempo, algumas minas do grupo me davam mais bola que outras. Tinha um amigo que era o cara que me incentivava a não parar de zuar em todo momento. E foi graças a ele que tudo começou. Ele tava comendo uma das minas e, num fim de semana, ele me falou: "Hoje a gente não sai, vou ficar na casa da X pra passar a noite, mas não na casa dela, sim na da Z, que tá sozinha sem os pais." Eu queria me matar, porque não queria voltar pra casa numa sexta e, pra ser sincero, não tava com muita grana pra ficar rodando por aí. Então ele disse: "Por que você não vem também? A gente toma umas brejas, fuma um baseado e vê o que faz." Pensei e falei: "Por que não? Já que tô perdido de qualquer jeito." Além disso, era perto de casa, no pior dos casos eu vazava.
Quando cheguei, a Z me atendeu:
Z: "E aí, passa pra dentro."
Eu: "Tudo bem, valeu. Trouxe umas brejas. Chegou o Q (meu amigo)?"
Z: "Tá lá dentro com a X."
A real é que a Z não era muito gostosa, mas tinha uma bunda que era um sonho. De cintura pra cima era meio normal, e uma carinha de puta do caralho. Muito mais velha que eu, nunca me deu bola — só rolava uns cumprimentos formais e nada mais.
Q: "E aí, moleque, veio mesmo? Então, abre uma breja enquanto eu acendo isso aqui."
X: "E aí?"
Eu: "Beleza, e você?"
X era uma gatinha, um pouco mais bonita que a Z, e fazia uns meses que tinha feito as... tetas, o que a deixava mais chamativa e a bunda era meio sem graça
Eu: tá calor hoje, né?
Q, Z, X: é verdade
Bom, com o passar da noite, as cervejas e os baseados começaram a sumir. O jeito que Z tomava cerveja era terrível. X, por outro lado, começou a zoar sobre as minas, como elas estavam e tal. Elas se faziam de desentendidas, aí Q começou a pegar X e depois de um tempo foi tudo pra merda, então X levou ele pro quarto.
Z ficou comigo e me perguntou o que eu queria fazer. Falei que queria o que ela quisesse, que não tinha problema, que se ela tivesse cansada eu ia pra casa. A gente sentou no sofá e começou a ver TV. Depois de um tempo, ela se deitou no sofá e colocou a cabeça no meu colo. Por reflexo, comecei a acariciar o cabelo dela e perguntei se ela queria ir dormir, que eu ia embora. Ela respondeu que não tinha problema (ela tava vestida com uma regatinha decotada e um short jeans que, puta merda, marcava aquela bunda pra caralho). Depois de um tempo nessa posição, comecei a passar a mão no braço dela e na lateral do corpo, bem de leve. Como ela não falou nada, continuei por mais um tempo até chegar na altura do começo da bunda dela. A situação continuava a mesma, ela não falava nada. Aí eu fui ver se ela tava dormindo, mas não, tava acordada. Depois de um pouco, começaram a se ouvir uns gemidos bem leves, mas com a TV baixa dava pra ouvir bem, e isso fez a gente começar a rir sem motivo. Logo depois, pensei "vou me arriscar" e comecei a esfregar a bunda dela por cima do short, bem de leve, e a reação dela foi empinar mais a bunda pra minha mão poder tocar melhor. Era impressionante aquela bunda, a dureza que tinha. Aí, já sem medo, enfiei a mão entre as pernas dela até chegar na buceta, e a única coisa que ela fez foi abrir um pouco as pernas pra eu chegar mais confortável. Nessa altura, eu tava com uma ereção que dava pra ver por causa da posição, e meu pau tava bem atrás da cabeça dela. Fiquei nessa por um tempo até começar a sentir... enquanto a respiração dela acelerava e como ela se mexia junto com a minha mão.
Em um momento ela parou de se mexer e vi como apertou minha mão com as pernas, e isso me fez entender que ela tinha gozado. Assim que soltou minha mão, ela se virou do jeito que estava e deu de cara com minha ereção e se surpreendeu, e a única coisa que conseguiu dizer foi:
Z: ah, então
Z: já tá assim faz tempo
Eu: e desde que toquei essa raba que me deixa louco
Z: hahahaha você gosta da minha raba
Eu: sim, e com esses shorts curtos aparece ainda mais
Z: obrigada, mas o que a gente vai fazer com isso aí que você tem?
Eu: olha, verdade, não sei
Eu: hahahaha primeiro, se você me deixar me ajeitar porque tá doendo
(não é que eu seja um superdotado, mas com meus 19x5 tô de boa)
Z: hahahaha tá, mas posso te ajudar
Eu: sim, como quiser
Nisso, Z desamarrou o cordão da bermuda e soltou o velcro, e como tava calor e eu tinha acabado de sair da piscina, não tava de cueca, então meu pau pulou na cara dela. Por um momento ela ficou calada olhando, e não sei se por causa da cerveja e da maconha, mas achei que faltava crescer mais naquilo:
Z: ah, olha o neném
Eu: .........
Z: acho que a gente te subestimou com as minas
Eu: por quê? Não me diga que achavam que eu era viado
Z: hahahaha não, nada disso, a gente viu você pegar umas gostosas nos roles (enquanto isso, ela começou a bater uma punheta bem de leve)
Eu: ah, que susto, então?
Z: coisa de mulher
E a próxima coisa que ela fez foi engolir meu pau inteiro de uma vez, eu não acreditava. Enquanto isso, comecei a passar a mão na bunda dela com mais vontade por cima da calça jeans e a meter a mão nos peitos dela. Depois de um tempo chupando, Z se levantou e me deu um beijo que me deixou ainda mais tesudo.
Z tirou a camiseta, ficando só com a parte de cima de um biquíni, e tirou o shorts, deixando uma fio dental linda. Nisso, ela parada na minha frente, eu falei:
Eu: vira
Quando ela virou, eu me aproximei sentado no sofá com o pau pra fora e comecei a lamber aquela raba, passar a língua e esfregar as Peitos sobre o biquíni. Nisso, sinto ela começar a gemer de novo, depois fiquei sabendo que ela era multiorgásmica. Aí, ela vira de repente e senta em cima de mim, colocando meu pau na pussy dela. A mulher tava tão molhada que era absurdo, e começou a cavalgar em mim. Nisso, percebo que, por causa do álcool e da maconha, meu pau não tava totalmente duro, mas com essas investidas foi crescendo mais, e ela percebeu.
Z: Ai, Sweetie, como seu pau tá crescendo dentro de mim
Eu: É porque você tá toda molhada e me matando
Z: Continua assim
Eu: Sim, fode você do jeito que quiser
Z: Haaaaaaaaaaaaaa, eu vou gozar
Eu: Ai, sua puta, que se molha (na hora não percebi o que falei, e quando terminei de dizer, pensei: "fodeu")
Z: Ai, que lindo, sou sua puta sim, me dá mais
Eu: Sim, toma
Num momento, tiro ela de cima de mim, tiro minha bermuda e tiro a tanga dela, deixando só o biquíni. Aí, sento de novo, coloco ela de costas pra mim e enfio de novo. Mal coloquei, ela gozou de novo, eu não acreditava.
Eu: Ah, então, sua puta, você gosta que eu te coma assim, né?
Z: Sim, me dá do jeito que quiser
Eu: Sim, sua puta, vou te comer de todos os lados
Z: Aiii, sim, quero tudo
Nisso, empurro ela um pouco pra frente e, com o dedão, começo a brincar com o cu dela, que tava mais que molhado com as gozadas que ela teve. Depois de uns minutos, meu dedo já tinha entrado todo, e ela se mexia mais rápido e gozou de novo.
Aí, eu não queria gozar sem ter provado aquele cu, então levantei ela e coloquei de joelhos no sofá, lambi um pouco mais o cu dela, e ela não parava de gemer. Então, encaixei e fui colocando devagar no cu.
Z: Aiii, sim, Sweetie, devagar
Eu: Você gosta, não, sua putinha?
Z: Siiim
Eu: Então, toma
Enfiei de uma vez. O grito que ela deu foi absurdo, mas não liguei, fiquei parado um tempo pra ela se acostumar e comecei a bombar, primeiro devagar.
Eu: Gosta, sua puta, de como eu te fodo pelo cu?
Z: Sim, você tá me matando
Z: Quero mais
Eu: Vou te dar até você aguentar
Nisso, sinto ela gozar. de novo e eu não aguentava mais
Eu: vou gozar
Z: vai, enche minha buceta de porra
Eu: haaaaaaaa sim, cachorra
Z: aiiiiii Sweetie, que lindo
Quando terminei de gozar, nós dois estávamos suados pra caralho e nisso a gente ouve aplausos. Quando viramos, eram Q e X, que tinham se assustado com o grito e levantaram pra ver o que tinha acontecido. Nisso, todo mundo começou a morrer de rir. E fiquei pra dormir com ela aquela noite. De manhã, sinto algo entre as pernas e ela tava chupando minha pica.
Z: isso é pelo que aconteceu ontem, além disso quero mais um pouco
Eu: sim, fode essa buceta o quanto quiser
E bom, dei mais um pouco, mas só pela buceta e gozei nos peitos dela. Depois disso, não falamos mais sobre o assunto, ficou tudo bem entre nós como amigos. Só no aniversário dela que voltei na casa que ela me chamou, mas isso é outra história. E no grupo, as cuties começaram a me dar mais bola, mas isso também é outra história.
Bom, espero comentários. Em breve vou publicar outras histórias que rolaram com esse grupo.
Esse relato aconteceu quando eu tinha 19 anos. Fazia uns dois anos que tinha começado a andar com uns amigos que curtiam música eletrônica e putaria pesada. Isso incluía drogas, álcool e não parar de sair de quinta a domingo.
Bom, eu era um dos mais novos do grupo, que era formado mais ou menos por 15 pessoas. A gente se juntava toda quinta e começava a planejar por onde sair e o que fazer. A maioria era mulher — esqueci de falar que sou homem. Eu, por ser o novato, não recebia muita bola, mas fazer o quê, acho que tinha que pagar o pedágio.
Com o tempo, algumas minas do grupo me davam mais bola que outras. Tinha um amigo que era o cara que me incentivava a não parar de zuar em todo momento. E foi graças a ele que tudo começou. Ele tava comendo uma das minas e, num fim de semana, ele me falou: "Hoje a gente não sai, vou ficar na casa da X pra passar a noite, mas não na casa dela, sim na da Z, que tá sozinha sem os pais." Eu queria me matar, porque não queria voltar pra casa numa sexta e, pra ser sincero, não tava com muita grana pra ficar rodando por aí. Então ele disse: "Por que você não vem também? A gente toma umas brejas, fuma um baseado e vê o que faz." Pensei e falei: "Por que não? Já que tô perdido de qualquer jeito." Além disso, era perto de casa, no pior dos casos eu vazava.
Quando cheguei, a Z me atendeu:
Z: "E aí, passa pra dentro."
Eu: "Tudo bem, valeu. Trouxe umas brejas. Chegou o Q (meu amigo)?"
Z: "Tá lá dentro com a X."
A real é que a Z não era muito gostosa, mas tinha uma bunda que era um sonho. De cintura pra cima era meio normal, e uma carinha de puta do caralho. Muito mais velha que eu, nunca me deu bola — só rolava uns cumprimentos formais e nada mais.
Q: "E aí, moleque, veio mesmo? Então, abre uma breja enquanto eu acendo isso aqui."
X: "E aí?"
Eu: "Beleza, e você?"
X era uma gatinha, um pouco mais bonita que a Z, e fazia uns meses que tinha feito as... tetas, o que a deixava mais chamativa e a bunda era meio sem graça
Eu: tá calor hoje, né?
Q, Z, X: é verdade
Bom, com o passar da noite, as cervejas e os baseados começaram a sumir. O jeito que Z tomava cerveja era terrível. X, por outro lado, começou a zoar sobre as minas, como elas estavam e tal. Elas se faziam de desentendidas, aí Q começou a pegar X e depois de um tempo foi tudo pra merda, então X levou ele pro quarto.
Z ficou comigo e me perguntou o que eu queria fazer. Falei que queria o que ela quisesse, que não tinha problema, que se ela tivesse cansada eu ia pra casa. A gente sentou no sofá e começou a ver TV. Depois de um tempo, ela se deitou no sofá e colocou a cabeça no meu colo. Por reflexo, comecei a acariciar o cabelo dela e perguntei se ela queria ir dormir, que eu ia embora. Ela respondeu que não tinha problema (ela tava vestida com uma regatinha decotada e um short jeans que, puta merda, marcava aquela bunda pra caralho). Depois de um tempo nessa posição, comecei a passar a mão no braço dela e na lateral do corpo, bem de leve. Como ela não falou nada, continuei por mais um tempo até chegar na altura do começo da bunda dela. A situação continuava a mesma, ela não falava nada. Aí eu fui ver se ela tava dormindo, mas não, tava acordada. Depois de um pouco, começaram a se ouvir uns gemidos bem leves, mas com a TV baixa dava pra ouvir bem, e isso fez a gente começar a rir sem motivo. Logo depois, pensei "vou me arriscar" e comecei a esfregar a bunda dela por cima do short, bem de leve, e a reação dela foi empinar mais a bunda pra minha mão poder tocar melhor. Era impressionante aquela bunda, a dureza que tinha. Aí, já sem medo, enfiei a mão entre as pernas dela até chegar na buceta, e a única coisa que ela fez foi abrir um pouco as pernas pra eu chegar mais confortável. Nessa altura, eu tava com uma ereção que dava pra ver por causa da posição, e meu pau tava bem atrás da cabeça dela. Fiquei nessa por um tempo até começar a sentir... enquanto a respiração dela acelerava e como ela se mexia junto com a minha mão.
Em um momento ela parou de se mexer e vi como apertou minha mão com as pernas, e isso me fez entender que ela tinha gozado. Assim que soltou minha mão, ela se virou do jeito que estava e deu de cara com minha ereção e se surpreendeu, e a única coisa que conseguiu dizer foi:
Z: ah, então
Z: já tá assim faz tempo
Eu: e desde que toquei essa raba que me deixa louco
Z: hahahaha você gosta da minha raba
Eu: sim, e com esses shorts curtos aparece ainda mais
Z: obrigada, mas o que a gente vai fazer com isso aí que você tem?
Eu: olha, verdade, não sei
Eu: hahahaha primeiro, se você me deixar me ajeitar porque tá doendo
(não é que eu seja um superdotado, mas com meus 19x5 tô de boa)
Z: hahahaha tá, mas posso te ajudar
Eu: sim, como quiser
Nisso, Z desamarrou o cordão da bermuda e soltou o velcro, e como tava calor e eu tinha acabado de sair da piscina, não tava de cueca, então meu pau pulou na cara dela. Por um momento ela ficou calada olhando, e não sei se por causa da cerveja e da maconha, mas achei que faltava crescer mais naquilo:
Z: ah, olha o neném
Eu: .........
Z: acho que a gente te subestimou com as minas
Eu: por quê? Não me diga que achavam que eu era viado
Z: hahahaha não, nada disso, a gente viu você pegar umas gostosas nos roles (enquanto isso, ela começou a bater uma punheta bem de leve)
Eu: ah, que susto, então?
Z: coisa de mulher
E a próxima coisa que ela fez foi engolir meu pau inteiro de uma vez, eu não acreditava. Enquanto isso, comecei a passar a mão na bunda dela com mais vontade por cima da calça jeans e a meter a mão nos peitos dela. Depois de um tempo chupando, Z se levantou e me deu um beijo que me deixou ainda mais tesudo.
Z tirou a camiseta, ficando só com a parte de cima de um biquíni, e tirou o shorts, deixando uma fio dental linda. Nisso, ela parada na minha frente, eu falei:
Eu: vira
Quando ela virou, eu me aproximei sentado no sofá com o pau pra fora e comecei a lamber aquela raba, passar a língua e esfregar as Peitos sobre o biquíni. Nisso, sinto ela começar a gemer de novo, depois fiquei sabendo que ela era multiorgásmica. Aí, ela vira de repente e senta em cima de mim, colocando meu pau na pussy dela. A mulher tava tão molhada que era absurdo, e começou a cavalgar em mim. Nisso, percebo que, por causa do álcool e da maconha, meu pau não tava totalmente duro, mas com essas investidas foi crescendo mais, e ela percebeu.
Z: Ai, Sweetie, como seu pau tá crescendo dentro de mim
Eu: É porque você tá toda molhada e me matando
Z: Continua assim
Eu: Sim, fode você do jeito que quiser
Z: Haaaaaaaaaaaaaa, eu vou gozar
Eu: Ai, sua puta, que se molha (na hora não percebi o que falei, e quando terminei de dizer, pensei: "fodeu")
Z: Ai, que lindo, sou sua puta sim, me dá mais
Eu: Sim, toma
Num momento, tiro ela de cima de mim, tiro minha bermuda e tiro a tanga dela, deixando só o biquíni. Aí, sento de novo, coloco ela de costas pra mim e enfio de novo. Mal coloquei, ela gozou de novo, eu não acreditava.
Eu: Ah, então, sua puta, você gosta que eu te coma assim, né?
Z: Sim, me dá do jeito que quiser
Eu: Sim, sua puta, vou te comer de todos os lados
Z: Aiii, sim, quero tudo
Nisso, empurro ela um pouco pra frente e, com o dedão, começo a brincar com o cu dela, que tava mais que molhado com as gozadas que ela teve. Depois de uns minutos, meu dedo já tinha entrado todo, e ela se mexia mais rápido e gozou de novo.
Aí, eu não queria gozar sem ter provado aquele cu, então levantei ela e coloquei de joelhos no sofá, lambi um pouco mais o cu dela, e ela não parava de gemer. Então, encaixei e fui colocando devagar no cu.
Z: Aiii, sim, Sweetie, devagar
Eu: Você gosta, não, sua putinha?
Z: Siiim
Eu: Então, toma
Enfiei de uma vez. O grito que ela deu foi absurdo, mas não liguei, fiquei parado um tempo pra ela se acostumar e comecei a bombar, primeiro devagar.
Eu: Gosta, sua puta, de como eu te fodo pelo cu?
Z: Sim, você tá me matando
Z: Quero mais
Eu: Vou te dar até você aguentar
Nisso, sinto ela gozar. de novo e eu não aguentava mais
Eu: vou gozar
Z: vai, enche minha buceta de porra
Eu: haaaaaaaa sim, cachorra
Z: aiiiiii Sweetie, que lindo
Quando terminei de gozar, nós dois estávamos suados pra caralho e nisso a gente ouve aplausos. Quando viramos, eram Q e X, que tinham se assustado com o grito e levantaram pra ver o que tinha acontecido. Nisso, todo mundo começou a morrer de rir. E fiquei pra dormir com ela aquela noite. De manhã, sinto algo entre as pernas e ela tava chupando minha pica.
Z: isso é pelo que aconteceu ontem, além disso quero mais um pouco
Eu: sim, fode essa buceta o quanto quiser
E bom, dei mais um pouco, mas só pela buceta e gozei nos peitos dela. Depois disso, não falamos mais sobre o assunto, ficou tudo bem entre nós como amigos. Só no aniversário dela que voltei na casa que ela me chamou, mas isso é outra história. E no grupo, as cuties começaram a me dar mais bola, mas isso também é outra história.
Bom, espero comentários. Em breve vou publicar outras histórias que rolaram com esse grupo.
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