Bueno, poringa boys, esse é meu primeiro post. Comecei com algo leve porque ainda não tô com coragem de postar fotos, mas tenho, e muitas 😛
Mas enquanto me decido, vou compartilhar minhas primeiras experiências sexuais. Espero que vocês gostem e comentem bem, me deem ânimo pra eu me soltar e postar umas fotos quentes, do jeito que eu gosto de tirar...
Beijos e aproveitem... Cecil!A primeira vez que chuparam meus peitos!Naquela época, fazia pouco mais de um mês que a gente tinha começado a namorar, era meu primeiro namorado e meu primeiro contato com o que depois viraria uma obsessão, sim, exatamente no que vocês tão pensando: SEXO...
Como eu disse, nunca tinha tido namorado antes e, por isso, também nunca tinha experimentado o doce prazer do sexo. Eu era virgem e queria ter minha primeira relação sexual com alguém por quem estivesse apaixonada. Apesar de o relacionamento estar indo bem, eu não tinha certeza se era isso, na verdade achava que ele só queria tirar a vontade de me comer e depois me largar, já que ele sabia da minha situação, e geralmente as virgens esquentam mais. A gente tinha 18 anos, tava na idade do tesão no extremo e da abstinência que vinha de muito tempo, dos dois lados, porque depois de um tempo ele me confessou que também era virgem, isso me convenceu um pouco mais, mas se não fosse assim, pra ser sincera, eu também teria topado porque o tesão que a gente sentia era inexplicável, além de o relacionamento ser bom, a gente se dava bem, se divertia junto e passava momentos legais, além de se esquentar pra caralho.
Até aquele momento, a gente só expressava nosso tesão com beijos de língua super excitantes, apaixonados, que deixavam a gente ainda mais quente do que já tava. Isso era um pouco por causa da minha insegurança e medo de não saber fazer direito por ser inexperiente, e um pouco pelo medo da dor e de ele sumir depois que rolasse o ato. Embora não estivesse completamente apaixonada, eu gostava dele e já começava a sentir que ele era a pessoa certa pra minha primeira vez, sensação que se confirmou quando ele me confessou que também tava na mesma situação. Aos poucos, dia após dia, a gente avançava um pouco mais, seguimos com as mãos bobas, até que uma manhã, depois de sair de uma balada onde a gente já tinha feito o pré-aquecimento com chupões e apalpação pra todo lado, chegamos na estação. No trem onde a gente tinha que descer, não tava sozinho, uns amigos dele e uma amiga minha tinham ido junto. Quando saímos da estação, fomos pra parada do ônibus que eu e minha amiga pegávamos. Enquanto esperávamos, a gente se afastou um pouco e continuou no tesão. Num momento, ele me chama pra acompanhar ele, me pega pela mão e a gente fala pros nossos amigos que já voltava. Caminhamos pra calçada do outro lado e andamos um quarteirão. Num vão que encontramos entre uma loja e outra, a gente começou a se pegar de novo. Até aquele momento, sempre foi com a roupa no lugar. Depois de tanto tesão causado pelos beijos quentes e a apalpação anterior, ele resolveu deslizar as mãos por baixo da minha regata. Era uma manhã de verão, tava bem quente. Ele tava de costas pra rua e meio que tampava pra ninguém ver minhas partes íntimas. Depois de apalpar com força meus peitos, que pela primeira vez eu podia sentir na mão dele e eu sentindo o prazer enorme de ser acariciada delicada e suavemente, depois de um tempo ele começou a fazer com mais vontade. Na mesma hora, eu comecei a deslizar minha mão por baixo da camiseta dele, descendo devagar até o pau dele, que comecei a esfregar por cima da calça. É inexplicável o tesão que a gente tava. Foi nesse momento que ele resolveu levantar minha regata pra tentar chupar meus peitos. Aí, saindo por um segundo do tesão, eu percebi onde a gente tava: no meio da rua. Mas esse não era o maior problema, e sim que nossos amigos tavam a um quarteirão de distância na mesma rua. Então eu falei:
— Não… espera, eles vão vir nos procurar e vão nos pegar no melhor.
Ele respondeu:
— Beleza, vamos achar outro lugar.
Na hora, a gente se arrumou como deu, ele me pegou pela mão e a gente começou a procurar um lugar pra aliviar o tesão mais sossegado. Aí a gente começou a... Fomos entrando quarteirão adentro da avenida principal onde estávamos, até que encontramos uma rua aparentemente pouco movimentada e, pra melhorar, perto da esquina uma casa abandonada. Nos olhamos e, sem dizer nada, fomos pra lá. Entramos por um lado e ficamos encostados numa das paredes que não dava pra rua. Já mais tranquilos, começamos de novo com o tesão: beijos de língua, troca de saliva e mãos pra todo lado. Nesse momento, ela resolveu levantar minha regata completamente enquanto me beijava o pescoço (coisa que me deixa louca). Começou beijando e depois deslizando a língua por todo meu pescoço, enquanto com uma mão massajava minha bunda e com a outra tirava um peito pra fora do sutiã pra começar a massajar devagar, deslizando os dedos pelos meus bicos, que já estavam bem duros e desejando a língua dela. Tanto prazer me dava que eu tentava retribuir deslizando minha mão pelo pau suculento dele, primeiro por cima da calça, que desabotoei devagar, e comecei a fazer por cima da cueca. Enquanto isso, ele continuou o caminho com a língua, descendo do meu pescoço pros meus peitos. Demorava uma eternidade pra chegar no centro do prazer, os bicos, porque ele brincava comigo e me fazia desejar que a língua dele finalmente chupasse e mordesse eles por completo. Ele percebia minha vontade e meu tesão, por isso demorava ainda mais pra chegar. Subia devagar pelo pescoço pra me beijar de novo com fervor, e assim continuou por uns minutos, até que começou a chupar e sugar minha língua devagar. Depois seguiu pela minha boca, mordendo meus lábios, descendo pelo meu pescoço enquanto deslizava a língua ardente pela minha pele. Continuou assim até chegar nos meus peitos, enquanto os apalpava com tesão, me lambia tudo menos o centro. Depois de uns instantes, não aguentou mais a putaria e começou a sugar meus bicos rapidamente. Nessa hora, eu já tava toda molhada, e ele também, porque dava pra sentir na minha mão. as quais já tinham tirado a cueca dele e estavam esfregando ardentemente o pau dele, de onde escorria um líquido transparente quente e pegajoso. Era a primeira vez que eu via e sentia tamanha sensação de prazer, todo aquele leite derramado nas minhas mãos era extremamente excitante. Embora não tivéssemos gozado, estávamos no paraíso. Depois de um tempo chupando e apalpando meus peitos, ele parou e quis puxar minha calça para baixo. Eu, que tinha esperado aquele momento tão especial de transar, não queria que fosse assim, no meio da rua e em pé. Então recusei. Foi aí que percebi as horas: já tinham se passado duas horas desde que dissemos aos nossos amigos que já voltaríamos. Na hora, nos vestimos, nos arrumamos e, com o tesão enorme que estávamos, tivemos que voltar. No caminho, tentávamos disfarçar, mas era mais que óbvio — nossas caras diziam tudo. Nos olhávamos e sorríamos, sem saber bem do quê. A minha era uma sensação de vergonha misturada com excitação e incerteza, sem saber o que dizer aos nossos amigos quando chegássemos onde estavam nos esperando. O mais engraçado foi que, quando chegamos, não tinha sinal deles. Por sorte, acho que se cansaram de esperar. Então ele esperou o ônibus que me deixava em casa e, em poucos minutos, quando ele chegou, nos despedimos com um beijo ardente. Assim, nosso tesão continuou ainda mais no limite. Depois dessa experiência incrível, que para ambos foi a primeira, mas não a última, começamos nossos jogos sexuais.
Para a próxima, prometo meu primeiro orgasmo com todos os detalhes…
Beijos e espero que tenham gostado… 😉
Mas enquanto me decido, vou compartilhar minhas primeiras experiências sexuais. Espero que vocês gostem e comentem bem, me deem ânimo pra eu me soltar e postar umas fotos quentes, do jeito que eu gosto de tirar...
Beijos e aproveitem... Cecil!A primeira vez que chuparam meus peitos!Naquela época, fazia pouco mais de um mês que a gente tinha começado a namorar, era meu primeiro namorado e meu primeiro contato com o que depois viraria uma obsessão, sim, exatamente no que vocês tão pensando: SEXO...
Como eu disse, nunca tinha tido namorado antes e, por isso, também nunca tinha experimentado o doce prazer do sexo. Eu era virgem e queria ter minha primeira relação sexual com alguém por quem estivesse apaixonada. Apesar de o relacionamento estar indo bem, eu não tinha certeza se era isso, na verdade achava que ele só queria tirar a vontade de me comer e depois me largar, já que ele sabia da minha situação, e geralmente as virgens esquentam mais. A gente tinha 18 anos, tava na idade do tesão no extremo e da abstinência que vinha de muito tempo, dos dois lados, porque depois de um tempo ele me confessou que também era virgem, isso me convenceu um pouco mais, mas se não fosse assim, pra ser sincera, eu também teria topado porque o tesão que a gente sentia era inexplicável, além de o relacionamento ser bom, a gente se dava bem, se divertia junto e passava momentos legais, além de se esquentar pra caralho.
Até aquele momento, a gente só expressava nosso tesão com beijos de língua super excitantes, apaixonados, que deixavam a gente ainda mais quente do que já tava. Isso era um pouco por causa da minha insegurança e medo de não saber fazer direito por ser inexperiente, e um pouco pelo medo da dor e de ele sumir depois que rolasse o ato. Embora não estivesse completamente apaixonada, eu gostava dele e já começava a sentir que ele era a pessoa certa pra minha primeira vez, sensação que se confirmou quando ele me confessou que também tava na mesma situação. Aos poucos, dia após dia, a gente avançava um pouco mais, seguimos com as mãos bobas, até que uma manhã, depois de sair de uma balada onde a gente já tinha feito o pré-aquecimento com chupões e apalpação pra todo lado, chegamos na estação. No trem onde a gente tinha que descer, não tava sozinho, uns amigos dele e uma amiga minha tinham ido junto. Quando saímos da estação, fomos pra parada do ônibus que eu e minha amiga pegávamos. Enquanto esperávamos, a gente se afastou um pouco e continuou no tesão. Num momento, ele me chama pra acompanhar ele, me pega pela mão e a gente fala pros nossos amigos que já voltava. Caminhamos pra calçada do outro lado e andamos um quarteirão. Num vão que encontramos entre uma loja e outra, a gente começou a se pegar de novo. Até aquele momento, sempre foi com a roupa no lugar. Depois de tanto tesão causado pelos beijos quentes e a apalpação anterior, ele resolveu deslizar as mãos por baixo da minha regata. Era uma manhã de verão, tava bem quente. Ele tava de costas pra rua e meio que tampava pra ninguém ver minhas partes íntimas. Depois de apalpar com força meus peitos, que pela primeira vez eu podia sentir na mão dele e eu sentindo o prazer enorme de ser acariciada delicada e suavemente, depois de um tempo ele começou a fazer com mais vontade. Na mesma hora, eu comecei a deslizar minha mão por baixo da camiseta dele, descendo devagar até o pau dele, que comecei a esfregar por cima da calça. É inexplicável o tesão que a gente tava. Foi nesse momento que ele resolveu levantar minha regata pra tentar chupar meus peitos. Aí, saindo por um segundo do tesão, eu percebi onde a gente tava: no meio da rua. Mas esse não era o maior problema, e sim que nossos amigos tavam a um quarteirão de distância na mesma rua. Então eu falei:
— Não… espera, eles vão vir nos procurar e vão nos pegar no melhor.
Ele respondeu:
— Beleza, vamos achar outro lugar.
Na hora, a gente se arrumou como deu, ele me pegou pela mão e a gente começou a procurar um lugar pra aliviar o tesão mais sossegado. Aí a gente começou a... Fomos entrando quarteirão adentro da avenida principal onde estávamos, até que encontramos uma rua aparentemente pouco movimentada e, pra melhorar, perto da esquina uma casa abandonada. Nos olhamos e, sem dizer nada, fomos pra lá. Entramos por um lado e ficamos encostados numa das paredes que não dava pra rua. Já mais tranquilos, começamos de novo com o tesão: beijos de língua, troca de saliva e mãos pra todo lado. Nesse momento, ela resolveu levantar minha regata completamente enquanto me beijava o pescoço (coisa que me deixa louca). Começou beijando e depois deslizando a língua por todo meu pescoço, enquanto com uma mão massajava minha bunda e com a outra tirava um peito pra fora do sutiã pra começar a massajar devagar, deslizando os dedos pelos meus bicos, que já estavam bem duros e desejando a língua dela. Tanto prazer me dava que eu tentava retribuir deslizando minha mão pelo pau suculento dele, primeiro por cima da calça, que desabotoei devagar, e comecei a fazer por cima da cueca. Enquanto isso, ele continuou o caminho com a língua, descendo do meu pescoço pros meus peitos. Demorava uma eternidade pra chegar no centro do prazer, os bicos, porque ele brincava comigo e me fazia desejar que a língua dele finalmente chupasse e mordesse eles por completo. Ele percebia minha vontade e meu tesão, por isso demorava ainda mais pra chegar. Subia devagar pelo pescoço pra me beijar de novo com fervor, e assim continuou por uns minutos, até que começou a chupar e sugar minha língua devagar. Depois seguiu pela minha boca, mordendo meus lábios, descendo pelo meu pescoço enquanto deslizava a língua ardente pela minha pele. Continuou assim até chegar nos meus peitos, enquanto os apalpava com tesão, me lambia tudo menos o centro. Depois de uns instantes, não aguentou mais a putaria e começou a sugar meus bicos rapidamente. Nessa hora, eu já tava toda molhada, e ele também, porque dava pra sentir na minha mão. as quais já tinham tirado a cueca dele e estavam esfregando ardentemente o pau dele, de onde escorria um líquido transparente quente e pegajoso. Era a primeira vez que eu via e sentia tamanha sensação de prazer, todo aquele leite derramado nas minhas mãos era extremamente excitante. Embora não tivéssemos gozado, estávamos no paraíso. Depois de um tempo chupando e apalpando meus peitos, ele parou e quis puxar minha calça para baixo. Eu, que tinha esperado aquele momento tão especial de transar, não queria que fosse assim, no meio da rua e em pé. Então recusei. Foi aí que percebi as horas: já tinham se passado duas horas desde que dissemos aos nossos amigos que já voltaríamos. Na hora, nos vestimos, nos arrumamos e, com o tesão enorme que estávamos, tivemos que voltar. No caminho, tentávamos disfarçar, mas era mais que óbvio — nossas caras diziam tudo. Nos olhávamos e sorríamos, sem saber bem do quê. A minha era uma sensação de vergonha misturada com excitação e incerteza, sem saber o que dizer aos nossos amigos quando chegássemos onde estavam nos esperando. O mais engraçado foi que, quando chegamos, não tinha sinal deles. Por sorte, acho que se cansaram de esperar. Então ele esperou o ônibus que me deixava em casa e, em poucos minutos, quando ele chegou, nos despedimos com um beijo ardente. Assim, nosso tesão continuou ainda mais no limite. Depois dessa experiência incrível, que para ambos foi a primeira, mas não a última, começamos nossos jogos sexuais.
Para a próxima, prometo meu primeiro orgasmo com todos os detalhes…
Beijos e espero que tenham gostado… 😉
13 comentários - Primeira vez chupando minhas tetas!
muy buen aporte, mas alla de la letra me encanto
cariños
mari 😉 nero 75
te mando una chupaditas en tus pechos
bye
esto va de relatos si querés ver fotos salí de esta categoria
😀 😀 😀
me gusta que me chupen todo... completita...completita... 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
Gracias por comentar!!!
Besitos Pegajosos!!!
CeciL♥
besitos pegajosos!!!