ela era dessas gostosas que fazem você virar a cabeça, olhar pra bunda dela até não poder mais. Querer sentir o perfume e o gosto dos fluidos sexuais dela... mas também era uma gata histérica... te esquentava toda e depois sumia... eu tentei várias vezes... mas nunca rolou nada.
Passaram uns dois anos, e eu tava full na academia. Já tinha crescido bastante em massa muscular e até mudei o corte de cabelo. Agora tava com o cabelo comprido, e quando numa noite de janeiro cruzei com a Karina na rua, a gente se olhou por uns instantes e dessa vez foi diferente. Ela tava tão puta quanto sempre, ou melhor ainda, mas me olhou diferente.
- Oi, Kari - falei, pegando ela pela cintura e dando um beijo bem perto dos lábios dela.
Ela me olhou de cima a baixo e me agarrou forte nos braços, especialmente nos meus tríceps.
- Oi, negão... comeu bombom? - disse enquanto sorria pra mim.
Naquela noite, convidei ela pra um restaurante chique... eu tava de camisa branca de seda, e bem bronzeado. Uma calça capri de linho cor clara. Ela tava de saia cinza e um top da mesma cor, sem sutiã. Ela gostava de luxo. Dei uma noite boa pra ela, com saídas e conforto.
Finalmente fomos pro apartamento dela. Ela entrou e tirou os sapatos. Tinha uns pés lindos. Queria chupar cada dedinho do pé dela. Não sei por que, mas isso me excita pra caralho. Ela falou que a amiga dela tava no quarto ao lado e que por isso a gente não ia além...
Eu me aproximei devagar e quando senti que o beijo era algo próximo e óbvio, me segurei e fingi que ia embora.
NÃO! Isso ela não gostou... me pegou pelo braço e me arrastou pro sofá. A gente se beijou freneticamente. Comecei a pegar nos peitos dela, ela gemeu com desespero. A mão dela pousou no meu volume, duro e sempre pronto.
Eu abri o zíper, e como não tava de cueca, o pau saiu como uma arma. Ela enlouqueceu quando viu que tava depilado. Cheirou meu membro inteiro e antes de falar qualquer coisa, meteu na boca. Mandei uma na boca dela...
A boca dela era tipo um forno... parecia querer me devorar por inteiro...
— Não temos tempo, neguinho, mas vou te fazer um boquete que você vai amar — ela disse.
Por mais que eu adorasse aquilo, não tinha ido até ali só pra deixar ela passar.
Enquanto ela me chupava com uma puta loucura, se esforçando pra eu gozar, peguei ela pela cintura e levantei. Coloquei ela em cima da bancada da cozinha e chupei os peitos duros dela. Minhas mãos arrancaram a calcinha dela, que tava molhada e quente.
Sem muito esforço, enfiei dois dedos na buceta dela... ela se contorceu e mordeu meu ombro. Antes que eu percebesse o que vinha, procurei com o polegar o cuzinho dela e enfiei o máximo que pude...
— Não... — ela disse — mas comecei a mexer os dedos com força e ela se deitou pra trás e se abriu o máximo que conseguiu...
Eu continuei por um bom tempo. Enquanto mordia os bicos dos peitos dela, durinhos.
Depois, abri as pernas dela e mergulhei na buceta super molhada. O cheiro da pele dela e dos sucos era intenso... eu amava aquilo!
Tantas vezes que quis estar ali, e agora ela era minha.
Ardia. Aquela mina ardia. — ME COME!!! — ela gritou...
Eu sugava todo o suquinho ácido dela... ela pedia pra eu fazer ela gozar...
Ela mexia mais e mais o quadril... minha língua era um ímã no clitóris dela...
Ela arqueou as costas e eu me enfiei ainda mais quando senti que meus dedos no cu e na buceta dela pareciam ser devorados, soube que era o momento dela...
Ela gemeu e se contorceu...
O orgasmo dela foi intenso...
Enfiei meu pau sentindo a dor de penetrar algo já seco...
Mas com um pouco de cuspe ficou mais suave...
Comecei a bombar forte. Meti com tudo... mas também como quem queria vingança de todas as vezes que tive que bater punheta por causa das tesão que ela me dava.
Quando senti que a gozada chegava na ponta do pau, tirava ele daquela fenda linda dela, e depois enfiava de novo. Continuei com esses truques até que, numa dessas arremetidas fodidas, senti que ia quebrar. Tirei a tempo, mas a Karina desceu até meu pau e começou a chupar com desespero. Mesmo sabendo que eu já tava gozando, ela não fez nada pra evitar...
Explodi na boca dela... A porra era interminável... Ela engoliu tudo... Continuava chupando e eu tremia...
Depois abriu a boca... Me mostrou meu esperma, e engoliu...
Foi uma foda espetacular...
Ela satisfeita, eu satisfeito...
A única que não ficou muito satisfeita foi a amiga dela, que acordou e no dia seguinte tinha que trabalhar... Desculpa, moça...
Que lindo é chegar em bom porto... depois de tanto remar...
Passaram uns dois anos, e eu tava full na academia. Já tinha crescido bastante em massa muscular e até mudei o corte de cabelo. Agora tava com o cabelo comprido, e quando numa noite de janeiro cruzei com a Karina na rua, a gente se olhou por uns instantes e dessa vez foi diferente. Ela tava tão puta quanto sempre, ou melhor ainda, mas me olhou diferente.
- Oi, Kari - falei, pegando ela pela cintura e dando um beijo bem perto dos lábios dela.
Ela me olhou de cima a baixo e me agarrou forte nos braços, especialmente nos meus tríceps.
- Oi, negão... comeu bombom? - disse enquanto sorria pra mim.
Naquela noite, convidei ela pra um restaurante chique... eu tava de camisa branca de seda, e bem bronzeado. Uma calça capri de linho cor clara. Ela tava de saia cinza e um top da mesma cor, sem sutiã. Ela gostava de luxo. Dei uma noite boa pra ela, com saídas e conforto.
Finalmente fomos pro apartamento dela. Ela entrou e tirou os sapatos. Tinha uns pés lindos. Queria chupar cada dedinho do pé dela. Não sei por que, mas isso me excita pra caralho. Ela falou que a amiga dela tava no quarto ao lado e que por isso a gente não ia além...
Eu me aproximei devagar e quando senti que o beijo era algo próximo e óbvio, me segurei e fingi que ia embora.
NÃO! Isso ela não gostou... me pegou pelo braço e me arrastou pro sofá. A gente se beijou freneticamente. Comecei a pegar nos peitos dela, ela gemeu com desespero. A mão dela pousou no meu volume, duro e sempre pronto.
Eu abri o zíper, e como não tava de cueca, o pau saiu como uma arma. Ela enlouqueceu quando viu que tava depilado. Cheirou meu membro inteiro e antes de falar qualquer coisa, meteu na boca. Mandei uma na boca dela...
A boca dela era tipo um forno... parecia querer me devorar por inteiro...
— Não temos tempo, neguinho, mas vou te fazer um boquete que você vai amar — ela disse.
Por mais que eu adorasse aquilo, não tinha ido até ali só pra deixar ela passar.
Enquanto ela me chupava com uma puta loucura, se esforçando pra eu gozar, peguei ela pela cintura e levantei. Coloquei ela em cima da bancada da cozinha e chupei os peitos duros dela. Minhas mãos arrancaram a calcinha dela, que tava molhada e quente.
Sem muito esforço, enfiei dois dedos na buceta dela... ela se contorceu e mordeu meu ombro. Antes que eu percebesse o que vinha, procurei com o polegar o cuzinho dela e enfiei o máximo que pude...
— Não... — ela disse — mas comecei a mexer os dedos com força e ela se deitou pra trás e se abriu o máximo que conseguiu...
Eu continuei por um bom tempo. Enquanto mordia os bicos dos peitos dela, durinhos.
Depois, abri as pernas dela e mergulhei na buceta super molhada. O cheiro da pele dela e dos sucos era intenso... eu amava aquilo!
Tantas vezes que quis estar ali, e agora ela era minha.
Ardia. Aquela mina ardia. — ME COME!!! — ela gritou...
Eu sugava todo o suquinho ácido dela... ela pedia pra eu fazer ela gozar...
Ela mexia mais e mais o quadril... minha língua era um ímã no clitóris dela...
Ela arqueou as costas e eu me enfiei ainda mais quando senti que meus dedos no cu e na buceta dela pareciam ser devorados, soube que era o momento dela...
Ela gemeu e se contorceu...
O orgasmo dela foi intenso...
Enfiei meu pau sentindo a dor de penetrar algo já seco...
Mas com um pouco de cuspe ficou mais suave...
Comecei a bombar forte. Meti com tudo... mas também como quem queria vingança de todas as vezes que tive que bater punheta por causa das tesão que ela me dava.
Quando senti que a gozada chegava na ponta do pau, tirava ele daquela fenda linda dela, e depois enfiava de novo. Continuei com esses truques até que, numa dessas arremetidas fodidas, senti que ia quebrar. Tirei a tempo, mas a Karina desceu até meu pau e começou a chupar com desespero. Mesmo sabendo que eu já tava gozando, ela não fez nada pra evitar...
Explodi na boca dela... A porra era interminável... Ela engoliu tudo... Continuava chupando e eu tremia...
Depois abriu a boca... Me mostrou meu esperma, e engoliu...
Foi uma foda espetacular...
Ela satisfeita, eu satisfeito...
A única que não ficou muito satisfeita foi a amiga dela, que acordou e no dia seguinte tinha que trabalhar... Desculpa, moça...
Que lindo é chegar em bom porto... depois de tanto remar...
2 comentários - Tanto remando... agora vai
Por cierto, la tia de al lado despertó ahi mismo???