Buenas a todo mundo, essa é minha primeira postagem. Desde já, agradeço por entrarem. Sou novo aqui e aceito críticas de boa, assim vou melhorando. Mas vamos ao que interessa.
Essa história que vou contar aconteceu comigo uns anos atrás. Acontece que eu tinha chegado fazia pouco tempo de fora (San Juan) e fui parar na casa do meu tio, que tem esposa e uma filha. Bom, ela, minha prima, pra que vou mentir, sempre me deixava com tesão por causa da distância e da idade que eu tinha. Desde que comecei a ver ela mais de perto, não podia fazer nada, também tinha medo de me jogar na piscina e não ter água. Acontece que nos tempos livres a gente conversava muito, ela me contava os problemas com os namorados que duravam pouco, sei lá por quê. Saíamos sempre pra dançar com as amigas, cada um fazia a sua, mas nunca rolava nada. Eu dormia num quarto que ficava no outro extremo do dela, era tipo um cômodo separado da casa. O quarto dela ficava de frente pro dos meus tios. No verão, ela sempre me enlouquecia porque adorava brincar de mão, e eu não queria me desrespeitar, com medo dela reagir mal. Depois chegou o inverno brabo. Uma das minhas irmãs veio visitar de San Juan. Lembro que tava um frio do caralho. Nisso, ela pediu pra minha tia se podia levar minha cama pro quarto dela, só até minha irmã voltar pra San Juan. A gente ficava conversando até tarde, e uma noite ela falou pra minha irmã: "Porra, que frio". Olhou pra mim e disse: "Vem, priminho, deita um pouquinho com a gente". Bom, óbvio, ela se acomodou no meio. Conversamos até que o silêncio tomou conta. Ela e minha irmã viram de lado, e naquele momento senti aquele rabo gostoso encostando em mim. Bom, eu pensei "que seja o que Deus quiser". Virei de lado e fiz colherinha. Conforme os segundos passavam, eu me aproximava mais e mais, até que ela sentiu minha pica dura. Nisso, minha irmã tava tão cansada que nem percebia o que tava rolando. Ela começou a me bater uma punheta, mas não chegamos a fazer nada. No dia seguinte, acordei e queria morrer de vergonha de olhar na cara dela, mas a putinha agiu como toda mulher: como se nada tivesse acontecido. Em poucos dias, arrumei um trampo, tinha que levantar às 4:30 da manhã e chegava às 8 da noite, comia e tava acabado. Mas parece que tudo se cortou. Fiquei assim por meses, saíamos pra farra como sempre, mas nada. Ela com o namorado dela, e eu de vez em quando pegava alguma mina pra uma noite.
Férias queridas, o calorzinho chegou. Ela sempre usava um jeans curtinho que mostrava o começo da bunda e um biquíni fininho que você olhava e os peitos dela gritavam "me chupa". Eram 21h e eu ainda tava no quarto dela com minha cama. Naquela noite, ela disse que não tava bem e foi pra cama. Jantei com meus tios, batemos um papo, levantei, dei boa noite, abri a porta do quarto e o que aconteceu? BINGO! Minha priminha querida, coberta só com lençóis e ela de calcinha, rabetão pra cima. Fechei a porta, apaguei a luz, esperei meus tios dormirem. Levantei, me ajoelhei do lado da cama dela e, com toda suavidade, comecei a acariciar a bunda dela. Eu, duro, com o pau todo babado. Nisso, ela se mexeu e meu coração começou a bater mais forte. Fiquei parado. Comecei a me fazer de besta e a descobrir ela. Nessa hora, ela falou: "Vai, olha que eu não mordo". Vocês não imaginam as coisas que passaram pela minha cabeça. Ela jogou o lençol de lado e disse: "Deixa comigo". Tirou a pouca roupa que tinha, eu fiquei pelado e ela começou a chupar meu pau. Eu, todo cagado de medo, falei bem baixinho: "Boba, vamos esperar um pouco mais tarde, seus pais não faz muito tempo que foram dormir, e se eles entrarem?" Ela respondeu: "Meus pais nunca entram sem bater na porta". Eu, ainda meio cagado de medo, falei: "Tá bom, vai, chupa meu pau se é o que você quer". Ela chupou de um jeito que parecia que tava com fome de pau. Eu tocava naqueles peitos lindos e pensava: "Isso tá acontecendo comigo". Ela sentou no meu pau e eu falei: "Boba, e a camisinha?" Ela respondeu: "Priminho, relaxa, eu quero". que seu pau exploda dentro, tomo pílula, não acontece nada nesses movimentos, ela me diz que bom caralho, que você tem maior que o do meu namorado, já gozei umas três vezes, como você me excita, priminho, e que bem você chupa meus peitos, deixa eu te comer agora, você vai ver, coloquei ela de quatro, peguei no cabelo e comi, os peidos que a buceta soltava, nunca vou esquecer, me come, me come, me come eram as únicas palavras, e ela disse a palavra mágica, enche minha buceta de porra, e não demorei pra gozar, ahhhhh, que gostosa, quente, eu adoro... e assim fiquei comendo ela por uns meses longos, ela me esperava, jantávamos com meus tios e, na hora de foder, já era, mas infelizmente minha priminha começou a dar chilique e já começou a fazer a ciumenta, e foi aí que eu disse chega e fui embora pouco tempo depois de casa. Bem, agora ela fez a vida dela e eu a minha, e faz um tempão que não a vejo.
Bem, galera, espero que relevem os erros ortográficos e obrigado por lerem, e olha que o que contei é verdade, saudações a todos e para as piringa girls, continuem assim que estão todas gostosas. Bye, até a próxima.
Essa história que vou contar aconteceu comigo uns anos atrás. Acontece que eu tinha chegado fazia pouco tempo de fora (San Juan) e fui parar na casa do meu tio, que tem esposa e uma filha. Bom, ela, minha prima, pra que vou mentir, sempre me deixava com tesão por causa da distância e da idade que eu tinha. Desde que comecei a ver ela mais de perto, não podia fazer nada, também tinha medo de me jogar na piscina e não ter água. Acontece que nos tempos livres a gente conversava muito, ela me contava os problemas com os namorados que duravam pouco, sei lá por quê. Saíamos sempre pra dançar com as amigas, cada um fazia a sua, mas nunca rolava nada. Eu dormia num quarto que ficava no outro extremo do dela, era tipo um cômodo separado da casa. O quarto dela ficava de frente pro dos meus tios. No verão, ela sempre me enlouquecia porque adorava brincar de mão, e eu não queria me desrespeitar, com medo dela reagir mal. Depois chegou o inverno brabo. Uma das minhas irmãs veio visitar de San Juan. Lembro que tava um frio do caralho. Nisso, ela pediu pra minha tia se podia levar minha cama pro quarto dela, só até minha irmã voltar pra San Juan. A gente ficava conversando até tarde, e uma noite ela falou pra minha irmã: "Porra, que frio". Olhou pra mim e disse: "Vem, priminho, deita um pouquinho com a gente". Bom, óbvio, ela se acomodou no meio. Conversamos até que o silêncio tomou conta. Ela e minha irmã viram de lado, e naquele momento senti aquele rabo gostoso encostando em mim. Bom, eu pensei "que seja o que Deus quiser". Virei de lado e fiz colherinha. Conforme os segundos passavam, eu me aproximava mais e mais, até que ela sentiu minha pica dura. Nisso, minha irmã tava tão cansada que nem percebia o que tava rolando. Ela começou a me bater uma punheta, mas não chegamos a fazer nada. No dia seguinte, acordei e queria morrer de vergonha de olhar na cara dela, mas a putinha agiu como toda mulher: como se nada tivesse acontecido. Em poucos dias, arrumei um trampo, tinha que levantar às 4:30 da manhã e chegava às 8 da noite, comia e tava acabado. Mas parece que tudo se cortou. Fiquei assim por meses, saíamos pra farra como sempre, mas nada. Ela com o namorado dela, e eu de vez em quando pegava alguma mina pra uma noite.
Férias queridas, o calorzinho chegou. Ela sempre usava um jeans curtinho que mostrava o começo da bunda e um biquíni fininho que você olhava e os peitos dela gritavam "me chupa". Eram 21h e eu ainda tava no quarto dela com minha cama. Naquela noite, ela disse que não tava bem e foi pra cama. Jantei com meus tios, batemos um papo, levantei, dei boa noite, abri a porta do quarto e o que aconteceu? BINGO! Minha priminha querida, coberta só com lençóis e ela de calcinha, rabetão pra cima. Fechei a porta, apaguei a luz, esperei meus tios dormirem. Levantei, me ajoelhei do lado da cama dela e, com toda suavidade, comecei a acariciar a bunda dela. Eu, duro, com o pau todo babado. Nisso, ela se mexeu e meu coração começou a bater mais forte. Fiquei parado. Comecei a me fazer de besta e a descobrir ela. Nessa hora, ela falou: "Vai, olha que eu não mordo". Vocês não imaginam as coisas que passaram pela minha cabeça. Ela jogou o lençol de lado e disse: "Deixa comigo". Tirou a pouca roupa que tinha, eu fiquei pelado e ela começou a chupar meu pau. Eu, todo cagado de medo, falei bem baixinho: "Boba, vamos esperar um pouco mais tarde, seus pais não faz muito tempo que foram dormir, e se eles entrarem?" Ela respondeu: "Meus pais nunca entram sem bater na porta". Eu, ainda meio cagado de medo, falei: "Tá bom, vai, chupa meu pau se é o que você quer". Ela chupou de um jeito que parecia que tava com fome de pau. Eu tocava naqueles peitos lindos e pensava: "Isso tá acontecendo comigo". Ela sentou no meu pau e eu falei: "Boba, e a camisinha?" Ela respondeu: "Priminho, relaxa, eu quero". que seu pau exploda dentro, tomo pílula, não acontece nada nesses movimentos, ela me diz que bom caralho, que você tem maior que o do meu namorado, já gozei umas três vezes, como você me excita, priminho, e que bem você chupa meus peitos, deixa eu te comer agora, você vai ver, coloquei ela de quatro, peguei no cabelo e comi, os peidos que a buceta soltava, nunca vou esquecer, me come, me come, me come eram as únicas palavras, e ela disse a palavra mágica, enche minha buceta de porra, e não demorei pra gozar, ahhhhh, que gostosa, quente, eu adoro... e assim fiquei comendo ela por uns meses longos, ela me esperava, jantávamos com meus tios e, na hora de foder, já era, mas infelizmente minha priminha começou a dar chilique e já começou a fazer a ciumenta, e foi aí que eu disse chega e fui embora pouco tempo depois de casa. Bem, agora ela fez a vida dela e eu a minha, e faz um tempão que não a vejo.
Bem, galera, espero que relevem os erros ortográficos e obrigado por lerem, e olha que o que contei é verdade, saudações a todos e para as piringa girls, continuem assim que estão todas gostosas. Bye, até a próxima.
4 comentários - Isso aconteceu comigo
Lindo relato
Saludos