Cromossomo e parte (3) e (4)

Um bom conto dividido em 7 partes:

Cromossomo Y (3)

Emmanuel parecia estar curtindo passar o resto dos seus dias dentro do quarto. Ele jogava no seu Game Cube e se divertia com o jogo. Normalmente, era assim que ele exercitava os dedos, vagabundeando e perdendo tempo. Ele também só conseguia ouvir música pelo walkman. Um barulho alto do rádio diria às amigas da mãe ou a qualquer outra mulher por perto que o filho ainda estava ali. Enquanto jogava videogame, ele ouviu de repente batidas na porta. "Pode entrar", respondeu Emmanuel. A porta se abriu e lá estava a mãe do estudante filipino-americano do ensino médio. Ela sorriu para Emmanuel e trouxe uma bandeja com bolo de chocolate recém-assado. Ela também tinha uma xícara de chocolate quente, já que era outono. Ela colocou a bandeja na mesa dele. "Espero que aproveite a comida, filho. Tem uma coisa que preciso te contar", disse a mãe. Emmanuel largou o videogame e sentou na mesa. Ele começou a comer enquanto dizia: "Tô todo ouvidos." A mãe fechou a porta atrás dela e foi até a janela. Olhou para fora e não viu ninguém à vista. Fechou a janela de qualquer jeito, e a única pessoa que poderia vê-los teria que estar nos galhos da árvore ao lado da casa, que são fortes. A mãe estava com um tom estranho. Ela parecia e soava meio animada, mas também meio assustada. "Tem uma coisa que realmente preciso te contar." "Tô todo ouvidos", disse Emmanuel, agitado. "Então me conta", respondeu Emmanuel. A mãe então disse: "Você não é o único garoto que sobrou neste condado." Os olhos de Emmanuel se arregalaram. "O quê? Alguém que eu conheço?" Isso significava que era alguém do ensino médio ou um amigo dele, ou até alguém da idade da mãe dele. Ela disse: "Da sua turma. O nome dele é Jacob Ryans." Jacob Ryans era um colega de classe do Emmanuel, mas ele não andava com ele. Muito ou saía com ele.

Emmanuel olhava pra mãe dele. Enquanto a mãe dele tava dormindo de noite, ele visitava a casa do falecido amigo Dan e tinha mexido nas coisas pra colocar as lindas irmã, mãe e tia (que ele nunca tinha visto antes) do amigo dele, todas loiras, sob o controle dele, com hipnose, e o único jeito que ele tinha de se encontrar com elas era saindo escondido, pelo beco secreto do próprio porão dele, que ligava ao porão do Dan. Era uma caminhada. Aquilo era tipo exercício, pra alguém que não deixavam sair de casa nem uma vez à noite. Quando ele chegava na casa das escravas dele, ele tinha três loiras gostosas, só de calcinha e sutiã, fazendo o que ele mandava, não importava como ele humilhasse e rebaixasse elas. Emmanuel já tinha transado antes. O vírus do cromossomo Y tinha eliminado 99% dos homens no mundo todo, graças à Terceira Guerra Mundial. A mãe dele não sabia que Emmanuel não era nenhum santo. Ele matava aula pra jogar basquete, fumava, bebia álcool e todo tipo de bebida com os colegas de classe, os parceiros dele, também uns malandros, e jogava naqueles lugares com máquinas de videogame (fliperamas, como chamam em alguns lugares). Agora, ele tava ali, mas cedo ou tarde a mãe dele ia descobrir sobre as escapadas dele pra casa do Dan, já de noite, e sobre as orgias. Ele tinha preparado o "negócio" dele e o pêndulo dele também. Ele sorriu: "Mãe, cê acredita em hipnose?" A mãe dele riu baixinho: "Não acredito nessa besteira. Por quê? Cê quer me hipnotizar e conseguir mais liberdade, é isso?" Emmanuel planejava hipnotizar a mãe dele pra deixar ele fazer as coisas do jeito dele, sem reclamar de verdade. "Quer tentar? Li que funciona", falei Emmanuel. A mãe dele era bem de boa. Ela seguiu as instruções dele, porque confiava no filho e sabia que não ia funcionar com ela. Ele começou a balançar o pêndulo nos grandes e escuros olhos da sua mãe. "Mãe, você está com sono e, em breve, vai fechar as pálpebras, vai fechar os olhos", disse Emmanuel de forma hipnótica. A mãe dele, sentada na cama, fechou os olhos. "Agora, na sua mente, você vê uma esfera azul. É tudo o que você consegue ver", disse Emmanuel. A mãe dele se viu na escuridão total, e uma esfera azul era tudo o que ela via. "Essa esfera é onde você vai se refugiar se confiar nas sugestões do seu filho. Você vai deixar seu filho fazer o que ele quiser e confiar mais nele, sejam quais forem as sugestões ou coisas que ele disser para você", disse Emmanuel. "Quando eu estalar os dedos, você vai cumprir as novas ordens dadas ao seu subconsciente", concluiu. Ele estalou os dedos, e a mãe dele abriu os olhos castanhos.

Depois de hipnotizar a mãe, ele então disse a ela o que vinha fazendo nas últimas noites e mandou que ela aprovasse tudo. Ela simplesmente balançou a cabeça, concordando, e aceitou, porque realmente tinha fé sincera no filho. Não era como se ele fosse transar com ela, porque ele respeitava muito a mãe. Mas ele não respeitaria a mãe de ninguém mais. Ele vinha se divertindo pra caralho com a Jennifer (mãe do Dan), a Karen (irmã do Dan) e a Megan (tia do Dan). Agora todas pertenciam ao Emmanuel. Ainda no quarto, Emmanuel planejava fazer algumas perguntas para a mãe. "Mãe, desde que o pai morreu, você já tentou, em algum momento, satisfazer suas necessidades sexuais?", perguntou o filho. A mãe dele balançou a cabeça: "Sim, Manuel. Uso meu velho consolo e meu vibrador. Às vezes penso que estou transando com seu pai, mas outras vezes... com outros homens." Ele ouviu, mas a mãe cuidou dele todos esses anos, e por isso ele não ia reclamar agora. Ele já tinha dormido com um monte de mulheres antes, e não ia ser hipócrita sobre a vida sexual da mãe. Mas ela continuou: "Mas às vezes, faço com outras mães, porque... como os maridos delas também morreram. Os apoios de uma noite." Emmanuel sorriu. Tudo isso estava indo conforme o plano e a partir de agora ele tinha três escravas, e ia fazer com que ajudassem nas necessidades dele. Emmanuel fez Megan largar o emprego e ceder todas as propriedades dela pra mãe dele, sem mencionar que a transformou na empregada pessoal da mãe, vestida toda produzida como uma camareira francesa e, além disso, sempre que a mãe dele quisesse sexo lésbico, Megan tinha que dar. O vestido de criada da Megan tinha uma lingerie de renda atraente por baixo. De acordo com a mãe do Emmanuel, ela gostava de transar com a Megan umas cinco vezes por dia.

A Noite de Quarta-feira.

Emmanuel estava na casa da Karen, eram 9 da noite. Jennifer cozinhou o jantar pra ele, com frango assado, arroz branco cozido, batatas fritas, vinho, ervilhas e pão normal. Enquanto Jennifer cozinhava carinhosamente pro seu amo, Karen estava debaixo da mesa, na frente do lugar principal, chupando o pau de quem estava sentado ali, seu amo Emmanuel. Com a boca inteira, ela engolia o pauzão dele e bebia a porra filipina como se a vida dela dependesse disso. Ele lia o jornal, sobre o que tinha rolado naquela manhã e tarde de quarta. Emmanuel gozou, sorrindo, e enfiou o máximo de esperma que pôde na boca da Karen. "Não para até eu mandar", ele olhou pra baixo. Ela chupou e assentiu. Não tinha escolha. Jennifer finalmente chegou, nua só com um avental, carregando numa bandeja o frango assado, anunciando pro amo "o jantar está servido". Ela colocou na mesa e, depois que ela saiu, ele disse pra Karen: "agora pode parar de chupar". Karen se levantou devagar de debaixo da mesa e ficou na frente do amo. Ela estava com roupas normais, mas o rosto todo manchado de porra filipina. "Vai limpar essa cara. É hora do jantar", disse Emmanuel. Karen foi ao banheiro e lavou o rosto. enquanto sua escrava-mãe-loira começou a colocar os pratos e as bebidas na mesa. Karen e Jennifer sentaram-se, ao lado de Emmanuel. Jennifer sentou-se à sua esquerda, enquanto Karen sentou-se à sua direita. "Você cozinha muito bem, Jennifer", elogiou Emmanuel, cheirando a comida e saboreando-a. "Ok, vamos comer", ordenou Emmanuel. Todos começaram a comer e a beber vinho tinto, que era bom para o sistema digestivo deles. Todos cuidavam do peso e da forma. Emmanuel era do tipo musculoso, sendo um jogador de basquete do ensino médio, enquanto Karen era líder de torcida. Dan foi por si só uma estrela do basquete. A mãe dele, Jennifer, era na verdade diretora-geral da empresa dela. Emmanuel sabia disso porque ele tinha feito muitas perguntas a elas, mas agora ele tinha uma ideia brilhante. Ele faria com que a mãe dele lhe transferisse todas as propriedades dela, e já que a mãe de Emmanuel era professora de creche (nursery), agora ela ia se tornar a diretora-geral, pois Jennifer está prestes a ceder o cargo dela, por ordens do novo dono. Quanto à Jennifer, ele decidiu que a mãe dele poderia usar outra empregada, já que duas mãos são melhores que uma, e ele transava com ela muitas vezes do jeito dele também.

Depois do jantar, Emmanuel quis a sobremesa, e Karen era a sobremesa. Ela tirou o avental e ficou completamente nua, deitou-se em cima da mesa de jantar. Jennifer colocou creme doce em aerosol na filha e começou a espalhar por todo o corpo nu de Karen. Os peitos dela foram borrifados, também lá embaixo na buceta dela. Emmanuel lambia os lábios, os peitões enormes dela pareciam montanhas nevadas encapsuladas em miniatura, como os Alpes suíços. Sobre os mamilos de Karen, estavam colocados diferentes tipos de amoras. Isso devia criar sabor e dar um toque picante. "Aproveite sua sobremesa, dono", disse Karen enquanto Jennifer se arqueava. Emmanuel olhava para a sobremesa dele. "Vai pro teu quarto e tira a roupa. Quero ficar sozinho com a minha sobremesa", ordenou Emmanuel. Sorriso perverso. "Como o senhor desejar, amo", respondeu sua mansa escrava loira, obedecendo suas ordens, Jennifer se afastou. Quanto a Karen, acabou de se deitar ali. Emmanuel começou a lamber com sua língua todo o caminho desde a buceta até a parte superior do corpo de Karen. Ele estava beijando e chupando os peitos cheios de creme e engoliu cada fruta inteira. Ele lambia o creme do corpo nu, atraente e gostoso. Karen apenas soltou um pequeno gemido, já que seu amo permitia que ela sentisse e fosse ela mesma ao natural, quando fosse fazer isso. Depois que seu corpo inteiro foi lambido, ele disse então: "Vá tomar um banho. Te quero completa e direitinho limpa", ordenou Emmanuel. "Sim, amo. Vou imediatamente tomar banho", respondeu a mansa Karen. Ambos subiram as escadas e ele deu um tapinha suave e brincalhão na bunda dela, ela sorriu, uma permissão natural a seu favor. Enquanto Karen tomava banho, Emmanuel foi ao quarto de Jennifer. Na semana passada, ele teve uma brincadeira de fantasia de fingir um estupro, com Karen, Jennifer e Megan. Todas foram amarradas em bondage, pareciam completamente desamparadas e sem ajuda, também tiveram suas bocas amordaçadas. Ele comeu elas com força de verdade e as mulheres fizeram (por ordem do amo) acreditar que estavam sendo estupradas de verdade. Era tanta e tão boa a alegria para Emmanuel. Pois nenhuma das outras garotas com quem ele saiu antes tinha se oferecido voluntariamente para essas brincadeiras, pois sempre as viam como machistas e degradantes.

Dentro do quarto de Jennifer, Jennifer se deitou nua na própria cama. Ela sorria e agia como uma putinha para Emmanuel. Emmanuel se despiu e depois subiu na cama. "Quero que você fique de quatro", ordenou Emmanuel. Jennifer se levantou e se posicionou, como se fosse uma putinha. Enquanto estava de quatro na cama, ele empurrou a vara dentro do cu dela, sem nenhum aviso, e suas mãos tateavam e Espremia os peitos dela, bem como as entranhas dela. Ele comeu ela mais forte e mais forte e ela fazia sons de prazer, mas também uns sons como se sentisse dor. Mas ele continuou comendo ela tão forte que o esperma dele escorria do cu dela e ela fechou os olhos com força, lágrimas escorriam pelo rosto dela, ele tava machucando ela e se ela pudesse protestar, teria feito, mas tal era o poder do dono dela. Isso era realmente doloroso e nenhuma mulher desejaria estar na posição da Jennifer, a menos que fossem ninfomaníacas. Os dedos dele beliscavam e espremiam os mamilos nórdicos vulneráveis dela. Comer a mãe do amigo dele de quatro sempre foi a fantasia dele. "Toma isso, puta de merda", disse Emmanuel enquanto ria entre os dentes. Jennifer obedientemente tomava tudo pra dentro. Depois, ele tirou o pau e empurrou ela de volta pra cama. Ele enfiou o pênis com força dentro da bucetinha dela e lambeu e mordeu o pescoço dela. Jennifer sentia prazer, mas principalmente dor, na hora que as lágrimas escorriam dos olhos dela, ela fazia sons de "uhhhhhhh". O dono amava ouvir esses sons. Depois de beijar, lamber e morder dos lábios dela até o pescoço, ele começou a ir pros peitos dela, que eram enormes, e chupava o mamilo esquerdo enquanto espremia o direito. Isso machucaria qualquer mulher, mas pra Manuel, ela era só a escrava dele, e ele podia fazer o que quisesse com ela, quando quisesse. Depois que ele terminou de comer a mãe gostosa do Dan, a porra dele escorria pra fora da buceta e do cu dela. As pernas dela estavam cheias de porra. Os mamilos dela estavam TOTALMENTE VERMELHOS, por causa dos movimentos abusivos do garoto. Ele então sussurrou pra Jennifer: "Agora, isso é algo que você vai fazer pra mim..."

***

Depois do sexo, Emmanuel tomou um banho de espuma, dentro da banheira. Jennifer e Karen se deitaram e reclinaram as cabeças nos ombros do dono delas, enquanto as mãos dele tateavam os peitos grandes e molhados delas. ("peitões"). Ele apertava eles e elas demonstravam dor nos olhos. Olhavam pra ele, como se pedissem pra não fazer isso com tanta frequência. E ele cuidava. Emmanuel amava peitos, especialmente os de mulheres brancas e os de loiras em particular, o que era um fator bem comum entre quase a maioria dos caras americanos. Ele olhava pra Karen, perguntando mais sobre o que tinha rolado na escola. Karen disse que, tudo que ele queria saber.

cromossomo 👍 4

Aquela era uma escola de ensino médio que não tinha muitos alunos. Emmanuel ainda deixava Karen, sua jovem escrava loira, frequentar. Mas o próprio Emmanuel não voltou mais pra escola, porque a mãe dele não queria que funcionários do governo, um dia, fossem na escola dele e pedissem pra levar qualquer aluno homem que tivesse sobrevivido à praga. Surpreendentemente, algumas outras mães deixavam seus filhos homens sobreviventes continuarem indo pra escola e eles eram sortudos, porque tinham suas namoradas com eles na escola. A poligamia era algo que alguns desses alunos homens não praticavam, sendo leais e tal. Mas Emmanuel tinha outras razões pra querer saber o que tava rolando na escola durante sua "ausência". Segundo Karen, algumas das professoras favoritas dele ainda estavam por lá. Uma delas era a professora de francês dele, a gostosa da senhora DuBois. Ela era uma loira atraente, só alguns centímetros mais baixa que uma jogadora de basquete e tinha o mesmo corpo atlético. Ela era do norte da França mesmo e ensinava francês na escola. Ele ia às aulas dela e era, de fato, o aluno número um dela. Karen recebeu a ordem de espionar a senhora DuBois e descobrir tudo que pudesse e, como ele suspeitou, o senhor DuBois não sobreviveu ao vírus. Na tarde de sexta, Karen ia tentar falar com a senhora DuBois. Ela ia conseguir que a professora loira de francês fosse com ela pra uma parte da escola. que estava abandonada, porque era uma escola enorme.

Sexta-feira à tarde

Karen estava parada do lado de fora da aula de francês da senhora DuBois. O sinal tocou e as alunas já pensavam em ir pro shopping, esquecendo da escola, por enquanto. A senhora DuBois estava ali, arrumando os papéis. Karen entrou e bateu na porta, avisando que estava ali. A senhora DuBois olhou pra ela. A senhora DuBois parecia aquela francesa da série de TV Highlander. Ela era muito gostosa e tinha um sorriso bem agradável. "Oi, Karen, o que posso fazer por você?", sorriu a professora de francês loira e linda. Karen fechou a porta atrás dela e se aproximou da mesa da senhora DuBois. "Tem uma coisa que preciso te mostrar. Mas você tem que vir comigo", disse Karen, parecendo bem preocupada. Isso convenceu a senhora DuBois a ir com ela. "Tá bom, vou seguir você, Karen", disse a senhora DuBois. Ela tinha um sotaque francés muito sexy, que fazia a maioria dos caras americanos ficarem de pau duro, achando aquilo super sedutor, e claro, quase todos queriam meter a cara na buceta dela. Karen levou a senhora DuBois até um dos corredores mais compridos, quase nunca usado na escola; parecia até que não tinha recebido manutenção há muito tempo. "Por que a gente tá aqui?", perguntou a professora, curiosa. Karen então mostrou uma porta que dava pra um corredor realmente abandonado da escola. A senhora DuBois ficou confusa e não tinha certeza pra onde Karen estava indo com aquilo tudo, e se perguntava por que Karen não contava logo do que se tratava. Karen insistiu que era um segredo e que a senhora DuBois precisava ver por si mesma. Ela entrou naquele corredor comprido e abandonado, cheio de salas vazias sem porta ou com luzes que não funcionavam direito. Numa das salas vazias, abandonada, empoeirada e cheia de teias de aranha, estava Emmanuel, sentado em cima da mesa. "Emmanuel! É você?", perguntou ela, desconcertada. A senhora DuBois, que achava que só restavam dez alunos homens no colégio. Ele tinha sido o aluno número um dela, mas ela o tinha dado como morto durante o vírus do cromossomo Y.

Emmanuel contou sua história, sobre como a mãe dele o escondia, não deixando ele ir pra escola. Emmanuel era muito esperto. Ele bateu um papo com a senhora DuBois por um tempo e depois começou a puxar o assunto do controle mental e da hipnose. A professora de francês loira riu. "Isso é absurdo. Você é um garoto inteligente e acredita nessa merda toda?", ria por entre os dentes a professora de francês, altamente cética. "Quer tentar? Quer me provar que estou errado. Que tal eu tentar hipnotizar você, em francês?", sugeriu ele. A senhora DuBois então sorriu. Ele conseguiu inflar o ego dela. Ouvir a língua dela sendo falada corretamente ali e naquele momento a cativou, e ela adorou ouvir como o francês do Emmanuel era bom. A senhora DuBois então sentou a bunda dela na mesa empoeirada, e ele puxou o pêndulo e disse: "Je veux que vous vous concentriez sur le pendule" ("Quero que você se concentre no pêndulo"), ele disse (em francês). Ela respondeu: "Oui, Monsieur Emmanuel". Ele começou: "Vos yeux sont fatigués et bientôt, vous fermerez vos paupières" ("Seus olhos estão cansados e logo você fechará as pálpebras"), Emmanuel disse à senhora DuBois o que fazer. A senhora DuBois fechou as pálpebras, mas a mente inconsciente dela ainda estava aberta para ele, para ele influenciá-la. "Agora, tudo que você ouve é a minha voz", continuou Emmanuel. Karen também estava ali parada. Ela era leal e obediente ao Emmanuel, assim como a mãe e a tia dela. Agora, era a vez da senhora DuBois, por ser burra o bastante pra se deixar enganar pelo Emmanuel no jogo dele, quando ele pensou nisso, quando tentou transformar essa professora de francês gostosa na escrava pessoal dele. "Agora, você está na escuridão total e tudo que você vê é uma bola azul, flutuando no ar. disse Emmanuel. A senhora DuBois se viu na escuridão total e tudo que ela via era uma bola azul, parecida com uma bola de futebol americano girando e flutuando. "É a única coisa que você vê e você fica olhando fixamente para essa bola, você está se submetendo voluntariamente à obediência, lealdade e se tornando escrava pessoal da pessoa de quem ouve a voz", disse Emmanuel. A mente da senhora DuBois agora estava sob controle total. Ele continuou: "Quando eu estalar meus dedos, você vai acordar e reconhecer Emmanuel, seu aluno favorito na aula de francês, como seu mestre, e será leal a ele, obedecendo-o sempre e fazendo qualquer coisa que ele desejar". Emmanuel estalou os dedos e a senhora DuBois abriu os olhos, mas dessa vez, ela olhava para Emmanuel de um jeito bem diferente.

"Quem é seu mestre?", perguntou o estudante filipino-americano convencido. A senhora DuBois respondeu: "Você é meu mestre". Ela soava normal, não como uma zumbi. "Então faz um strip-tease pra mim", ordenou Emmanuel. A senhora DuBois começou a dançar de um jeito sexy e sedutor, provavelmente do jeito que dançava para o marido quando ele ainda estava vivo. Ela conseguiu deixar Emmanuel excitado e o pau dele endureceu debaixo da calça jeans. Ele desabotoou e baixou a calça rapidamente. "Karen, vem me dar um boquete, agora", pediu Emmanuel. Karen obedientemente andou até Emmanuel e disse: "Sim, mestre". Ela então se ajoelhou na frente de Emmanuel e enfiou o pau duro dele na boquinha dela. Ela começou a bombar com frenesi erótico a ferramenta do mestre dela. Como ele sentia que ia começar a gozar, olhando para a senhora DuBois fazendo uma apresentação de dança erótica para ele. A senhora DuBois tirou os sapatos e depois desabotoou a camisa, continuando enquanto mexia o corpo num frenesi erótico. Depois de tirar os sapatos e a camisa, jogando-os de lado, igual aquelas strippers de Las Vegas, ela piscou e sorriu para Emmanuel. Ela tocava a própria buceta. corpo, balançando como uma cobra loira. Ela agora usava só o sutiã preto e uma saia longa, que cobria até os joelhos. Então, ela desabotoou a parte de trás da saia longa e a jogou para o lado, revelando que, enquanto usava um sutiã preto, também vestia uma calcinha preta. Ela agora estava de biquíni preto e dançava eroticamente para Emmanuel. Emmanuel começou a gozar na boca de Karen, ela teve que beber todo o sêmen do seu amo, para que nenhuma gota sujasse o chão e tudo entrasse na boca dela, como uma enchente que empurra tudo pelo caminho, dentro de uma caverna. Ela bombeava e chupava, e uma parte dela sentia dor no maxilar. Por que o amo dela metia tão forte nela, essa parte do cérebro dela se perguntava. Será que o amo dela se importa com ela, com o bem-estar dela? Obviamente não. Emmanuel estava com uma sensação relaxada e dizia "Ah sim, bebê. Continua chupando a pica do seu amo", falava para Karen, que continuava de joelhos e seguia chupando. A Sra. DuBois continuou dançando e então se virou de costas para Emmanuel, colocou as mãos atrás de si, soltou o fecho do sutiã preto e o tirou. Ela então se virou, revelando seus peitos grandes. Ela começou a tirar a calcinha. Na frente de Emmanuel, agora a adorável Sra. DuBois estava nua, dançando para o prazer dele, e ele podia ver por si mesmo que ela era depilada entre as pernas.

A Sra. DuBois acariciava e brincava com seus próprios peitos grandes e pálidos e começou a passar a língua de um mamilo ao outro. Karen ainda estava de joelhos, chupando Emmanuel. A Sra. DuBois era uma loira francesa nua dançando. Emmanuel agarrou Karen agressivamente pelo cabelo e a empurrou para o lado, "Pode parar o boquete agora, sua puta estúpida". Empurrou Karen para o chão e gozou por todo o rosto lindo dela. "Vem cá", Emmanuel ordenou à Sra. DuBois. Ela caminhou até seu ex-aluno (agora seu amo) e Ela estava parada diante dele. Emmanuel começou a massagear as tetonas enormes dela e se deliciou com isso. A senhora DuBois fez aquele som erótico, de alguém que sabe apreciar seus grandes peitos franceses. "Amo dos seus peitos europeus, senhora DuBois", comentou Emmanuel. "Obrigada, amo", respondeu a senhora DuBois no seu sotaque francês erótico. Depois de acariciá-los e de curtir o toque e o poder sobre os órgãos sexuais da sua antiga professora, ele então a empurrou para o chão, dizendo: "Fica aí embaixo, puta. Quero entrar em você", gritou Emmanuel. A senhora DuBois simplesmente se deitou ali, os braços jogados para qualquer lado, como uma Barbie em tamanho real, porque era isso que ela era agora: uma Barbie francesa viva. Depois ele tirou a calça jeans e então se colocou por cima dela e começou a enfiar o pau asiático-americano dele dentro da bucetinha francesa dela e começou a foder ela. Ele beijava os lábios sensuais dela e, por isso, ela não conseguia fazer muito barulho. Com os braços, ela apenas apertava os peitos enormes dela. Ela parecia gostar de como esse garoto a tinha reduzido a sua puta. Ele comeu ela por um tempo e depois parou. O pau dele bombeou mais esperma dentro da buceta da senhora DuBois e, enquanto ele se levantava, dava pra ver que a gozada dele ainda estava visível na buceta depilada dela. Ele então sentou a bunda no chão e o martelo circuncidado dele ainda estava LEITOSO, por causa do esperma dele, ele então disse para a senhora DuBois: "Olha o que você me fez fazer. Vem aqui e limpa meu pau agora, sua puta burra loira francesa". Ela se arrastou até ele, mas antes que ela pudesse olhar para qualquer mancha por perto, ele a agarrou pelo cabelo loiro comprido e disse agressivamente: "Usa seus peitos franceses lindos pra limpar meu sêmen do meu pau". Então ele a soltou e ela empurrou os peitos dela sobre a arma do amo dela. Ela usava os peitos como panos e estava sendo usada como um pano humano pra limpar a porra branca do Emmanuel. Ela respondeu mansa: "Sim, amo". amo." Ele riu, sabendo que, bem no fundo, uma parte dela se sentia degradada e impotente para desafiá-lo. Depois que os peitos dela ficaram cheios de porra, ele se levantou e vestiu a calça jeans de novo. Karen ficou lá, prostrada, esperando novas ordens. Ele então gritou com a ex-professora: "Veste essas roupas de merda de novo, sua puta europeia." A Sra. DuBois pegou as roupas e começou a se vestir de novo.

***

Depois, Emmanuel mandou a Sra. DuBois pra casa dela e a Karen de volta pra casa dela. Não podiam contar nada pra ninguém sobre o Emmanuel, e agora ele tinha uma nova missão pra Sra. DuBois. Ela tinha que aprender hipnose, e ele ia ver o progresso dela. Ele deu uma lista de outras professoras pra ela hipnotizar e, secretamente, fazer elas ficarem obedientes a ele. Ele até deu uma foto pequena dele mesmo, pra essas professoras saberem como era a cara do deus ou amo delas, o ex-aluno Emmanuel. Quanto à Karen, também deram uma tarefa pra ela. Ela também ia usar táticas espertas, separar as amigas dela, hipnotizar cada uma por conta e fazer elas ficarem obedientes ao Emmanuel, dando também uma foto do novo amo. As coisas pareciam boas pro Emmanuel.

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