1ª PARTE
Eu enfiava os dois dedos no cu dela e passava a língua por toda aquela buceta. Ela não aguentou mais e gozou na minha cara. Eu falei: — Que puta você é? Gozou na minha cara? Tirei meus dedos da raba dela e tinha um pouco da própria porra dela começando a escorrer do cuzinho. Virei ela e coloquei na posição papai-e-mamãe, levei meus dedos até a cara dela, e ela chupou eles, cheios de porra e dos líquidos que saíram do cuzinho dela. Enquanto fazia isso, com a outra mão eu encaixava meu pau na buceta dela pra meter. Comecei a meter gostoso, ela gemia e falava: — Mais, amor, me dá mais, ahhh, ahhh, sim, sou sua puta, ahhh, me fode mais, ahhh, ahhh, aii... Eu não conseguia parar de foder, os meladinhos dela continuavam escorrendo a cada entra e sai... Daí a pouco ela teve outro orgasmo... Eu falei: — Mas que puta você é, gozou de novo? Ela me diz: —Quero mais pica... me come mais, vai... sou toda sua, sou sua putinha, sou sua gatinha, vai, me come — eu comecei a rir e falei: —Como você quer que eu te coma agora? — ela responde: —Forte no cuzinho e goza na minha boca... por favor!!!! — eu tirei a pica e pedi pra ela ficar de quatro. Ela ficou assim e, com as mãos, abriu um pouco as nádegas. Isso me excita pra caralho, ela se oferecer pra eu arrebentar a bunda dela. Eu umedeci dois dedos e passei no cuzinho apertado dela. Ela deu um grito bem agudo. Fiquei passando os dedos um tempinho, enquanto com a outra mão eu passava a cabeça da pica na buceta dela, tipo fazendo ela ficar com vontade. Ela grita e fala: —VAI, METE NO MEU CUZINHO!!! — eu segurei ela pelo pescoço e falei: —Escuta aqui, puta!! Quer sentir? — enquanto com a outra mão eu coloco a pica no cuzinho dela. Começo a meter com força e seguro ela pela cintura. Ela gritava e gemia muito. Eu deslizo minhas mãos da cintura até os peitos dela, apertando eles com muita força, e ela continua gritando e diz: —AIII AIII ADORO, ME DÁ MAIS MAIS AIII ME COME AIIIII — eu continuei, mas já não aguentava mais. Tirei a pica do cuzinho dela... falei: —Vou gozar — ela se virou e fez cara de gatinha, abrindo a boca, colocou a pica lá e me masturbou com a mão até sair toda a porra que eu tinha pra ela. Ela tomou tudo e ainda chupou mais um pouco, mas eu já tava bem cansado e não aguentava mais. Deitei e ela ficou comigo deitada, me abraçando e me dando beijinhos... espero que vocês gostem. Abraços!!
Eu levanto ela da mesa e levo pro quarto, jogo ela na cama, me deito do lado e coloco ela por cima de mim na posição 69, e começo a lamber a buceta dela bem rápido. Ela, entre gemidos e suspiros, enfia meu pau na boca dela e começa a chupar com muita vontade, enquanto eu enfiava minha língua o mais fundo que podia na buceta dela, e aquele rio de meladinha parecia não ter fim. Quando vi que só saíam gemidos leves da boca ocupada da minha mina, comecei a dar umas palmadas bem fortes na bundinha dela com as minhas mãos, e ela soltava uns gritinhos. Eu continuei chupando a buceta toda molhada enquanto dava esses tapas na raba dela. Ela continuava chupando, mas desceu pra chupar minhas bolas enquanto me batia uma punheta com uma mão. Meu pau já tava durasso, mas eu queria continuar chupando a buceta da minha mina, toda meladinha. Depois, comecei a passar a mão no cuzinho dela devagar, e ela gemia mais forte, sentia o corpo quase tremendo, mas não parava a boquete violenta que me fazia tremer mais e mais. Eu parei de acariciar um pouco a bundinha dela e enfiei 2 dedos no cuzinho já aberto da minha mina por causa das fodas anteriores, até senti um pouco de porra minha lá dentro.Isso aconteceu no último sábado. Acordei particularmente cedo, por volta das 8h, na minha casa. Estava sozinho, fiz meu café da manhã e sentia uma tesão indescritível, além de estar com uma vontade louca de comer minha namorada, que por vários motivos não tinha conseguido na noite anterior. Aos sábados, geralmente vou almoçar com minha mãe, mas nesse sábado não, porque ela ia sei lá pra onde... Então isso me deu uma ideia. Liguei pra minha namorada no telefone. Ela estava acordada e me pergunta: "Amor, que cedo pra ligar?" Eu respondo: "Queria saber se você queria vir aqui em casa, tô morrendo de vontade de te comer." Ela, com voz de menina, diz: "Nossa, que bom que vai ser isso!!" Ela estava prestes a desligar e se mandar pra minha casa, e eu falo: "Mas vem vestida de puta, o mais puta que puder! Que na rua te perguntem quanto você cobra!" Deu pra notar a mudança de voz no telefone, de uma voz alegre pra uma meio surpresa e perturbada. Eu ria um pouco no telefone e ela me diz com voz desafiadora e sensual: "OK, hoje vou ser sua puta mais do que nunca." Desligou... Eu me lambia todo pensando em tudo que minha mente pervertida me dava pra foder minha namorada, e que ela nem imaginava o que ia acontecer com ela. Tava certo que ela ia adorar (depois de um tempo). Precisava acalmar a besta interna que clamava por sexo violento.
Eu preparava os últimos detalhes pra aquela manhã-tarde de sexo sem limites com minha namorada. A campainha tocou, atendi o interfone, era ela. A voz dela tava bem perturbada. Abri pra ela entrar. A porta bateu e ela entrou com a cara vermelha que nem um tomate, e eu falei: "Então chegou minha puta..." enquanto parei pra olhar a roupa de puta que ela tava usando. Me surpreendeu até a mim mesmo aquele visual. Eu tinha dito pra vir bem de puta, mas ela seguiu as instruções mais ao pé da letra do que eu esperava. Ela tava vestida com uma camiseta curta, acima do umbigo, preta, com uma jaquetinha branca com aquele forro peludo, cabelo solto, uma saia que se ela se inclinasse um pouquinho dava pra ver a bunda toda, e não tava usando uma fio dental. Era fio dental o que ela tinha, branquinho, bem enfiado no cú. Vendo ela assim corada, perguntei: "O que foi, minha putinha?" Ela ficou mais vermelha ainda e me disse: "O taxista que me trouxe perguntou quanto eu cobro." Eu falei: "Quanto você me cobra?" Ela me olhou com cara de safada: "Uma boa foda já basta", disse enquanto me abraçava e me dava um beijo. Eu respondi o beijo, agarrei ela pelos ombros, coloquei ela de joelhos e puxei meu pau, que ainda não tinha endurecido de vez. Aproximei da cara dela, e ela chupou com uma dedicação incrível, passou a língua em tudo. Eu segurava a cabeça dela pelos cabelos, meu pau endurecia na boca dela, e eu dizia: "Puta, chupa mais! Engasga com meu pau, vai!" Ela engolia, obedecia tudo que eu mandava na letra. Eu curtia o boquete, mas tava a mil por hora. Levantei ela e quase joguei contra a mesa, posicionei ela e ela mostrou toda a raba. Tirei o micro-pedaço de pano que era a calcinha dela, vi a buceta toda molhada. Me abaixei e comecei a lamber a buceta inteira, e o líquido escorria sem parar! Ela dizia: "Aiii, amorzinho, sou sua puta, faz sua, lambe, lambe, lambe!" Eu lambia e lambia, encontrei o clitóris com a língua e passei a língua nele. Ela tremia cada vez mais, mas sem aviso, mordi o clitóris dela e senti ela gritar. Mordi os lábios da buceta dela, ela se contorcia e falava: "AI, dói, meu amor, para!" Eu me levantei, apoiei uma mão nas costas dela e com a outra encostei o pau no cu dela, mas tava meio seco. Enfiei a pica toda, o espaço era bem apertado, aquele cú da minha mina apertava muito. Ela gritava, e eu via umas lágrimas saindo dos olhos dela. Comecei a bombar enquanto segurava ela com força pela cintura. Era doloroso pra mim, imagina pra ela. O cu dela tava fechadíssimo. Ela já não gritava, mas também não gemia, eram só gemidos de dor que saíam da boca dela, mas eu não tava nem aí. Eu dizia: "Puta merda, me fala o que você sente quando eu te fodo agora." Ela, entre gemidos, me dizia... —AHH AYYYY ME MATA AYYY ME DÓI, TÁ ME COMENDO MEU CU, NÃO AGUENTO MAIS!!! AYYYA AYYYA DÁ UMA SEGURADA!! — eu tava de costas, metendo sem parar, a 4500 por hora, levantei uma perna dela na mesa e enfiei dois dedos na buceta que tava escorrendo líquido, ela começou a gemer baixinho entre lágrimas e choro de dor. Eu, filho da puta como ninguém, falo — slut, tá doendo mesmo? Você gemeu agora pouco e sua buceta tá uma cachoeira! — ela me olha com cara perversa e safada, isso me deixou pior. Eu metia com tudo, queria partir ela ao meio, literalmente. Ela fala — Já que sou sua slut, tenho que dar o meu melhor, né? Aah ahhh ahh AHHHH EU GOSTO AAAAAAAAAAAAAAYYYYYYY ME COME MAIS! — ela gozou, toda molhada, dava pra ver o líquido escorrendo pelas bordas da mesa. Eu tirei a pica da bunda dela e vi o cu todo vermelho, aberto, pulsando. Ela tava ofegante. Virei ela, coloquei de barriga pra cima, tirei a jaqueta e a camiseta que nem tinha reparado, mas ela não tava de sutiã. Despi ela rapidinho, mordia os mamilos enquanto com a pica dura metia no cu dela de novo, mas num ritmo mais calmo. Ela se deixava levar pela violência dos meus atos sexuais. Com uma mão, beliscava o mamilo que não tava na minha boca, e com a mão livre, esfregava o clitóris, que fazia sair mais líquido da buceta da minha mina. — ahhh ahhh me come mais, me destrói, sou uma slut, ahhhhhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh — ela dizia enquanto as mãos dela acariciavam minhas costas e minha cabeça. Eu sentia rios de líquido saindo do cu e da buceta da minha mina. Eu não aguentei muito mais e soltei meu gozo em toda a bunda dela. Ela fala — Ayyy, quanto gozo quentinho — eu comecei a lamber os peitos dela sem tirar a pica da bunda. Com três dedos dessa vez, penetrei a buceta dela que era pura água, com o polegar esfregava o clitóris. Ela dizia — Ayyy mais aaaaaaaa me faz gozar, love! ahhh ahhhh mais ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaahhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaa — ela gozou de novo. Gozei num orgasmo super molhado, continuava escorrendo pela mesa toda e pelo chão com os líquidos dela... ela me pergunta: "e agora, continua?" .....
Eu enfiava os dois dedos no cu dela e passava a língua por toda aquela buceta. Ela não aguentou mais e gozou na minha cara. Eu falei: — Que puta você é? Gozou na minha cara? Tirei meus dedos da raba dela e tinha um pouco da própria porra dela começando a escorrer do cuzinho. Virei ela e coloquei na posição papai-e-mamãe, levei meus dedos até a cara dela, e ela chupou eles, cheios de porra e dos líquidos que saíram do cuzinho dela. Enquanto fazia isso, com a outra mão eu encaixava meu pau na buceta dela pra meter. Comecei a meter gostoso, ela gemia e falava: — Mais, amor, me dá mais, ahhh, ahhh, sim, sou sua puta, ahhh, me fode mais, ahhh, ahhh, aii... Eu não conseguia parar de foder, os meladinhos dela continuavam escorrendo a cada entra e sai... Daí a pouco ela teve outro orgasmo... Eu falei: — Mas que puta você é, gozou de novo? Ela me diz: —Quero mais pica... me come mais, vai... sou toda sua, sou sua putinha, sou sua gatinha, vai, me come — eu comecei a rir e falei: —Como você quer que eu te coma agora? — ela responde: —Forte no cuzinho e goza na minha boca... por favor!!!! — eu tirei a pica e pedi pra ela ficar de quatro. Ela ficou assim e, com as mãos, abriu um pouco as nádegas. Isso me excita pra caralho, ela se oferecer pra eu arrebentar a bunda dela. Eu umedeci dois dedos e passei no cuzinho apertado dela. Ela deu um grito bem agudo. Fiquei passando os dedos um tempinho, enquanto com a outra mão eu passava a cabeça da pica na buceta dela, tipo fazendo ela ficar com vontade. Ela grita e fala: —VAI, METE NO MEU CUZINHO!!! — eu segurei ela pelo pescoço e falei: —Escuta aqui, puta!! Quer sentir? — enquanto com a outra mão eu coloco a pica no cuzinho dela. Começo a meter com força e seguro ela pela cintura. Ela gritava e gemia muito. Eu deslizo minhas mãos da cintura até os peitos dela, apertando eles com muita força, e ela continua gritando e diz: —AIII AIII ADORO, ME DÁ MAIS MAIS AIII ME COME AIIIII — eu continuei, mas já não aguentava mais. Tirei a pica do cuzinho dela... falei: —Vou gozar — ela se virou e fez cara de gatinha, abrindo a boca, colocou a pica lá e me masturbou com a mão até sair toda a porra que eu tinha pra ela. Ela tomou tudo e ainda chupou mais um pouco, mas eu já tava bem cansado e não aguentava mais. Deitei e ela ficou comigo deitada, me abraçando e me dando beijinhos... espero que vocês gostem. Abraços!!
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