A PARTE 1 AQUIhttp://www.poringa.net/posts/relatos/1294689/La-hermana-de-Juan.htmlE AGORA SIM, A CONTINUAÇÃO
Eu tava tão destruído que nem ouvi quando o Juan voltou. Mas no meio-dia, onde eu tava deitado, entrava um monte de luz e eu acordei.
Tava um calor infernal, então coloquei a sunga pronto pra pular na piscina. Antes passei pela cozinha e tomei um suquinho de laranja. Quando tava indo pro quincho, percebi que tinha alguém largado nas espreguiçadeiras.
Tava dormindo e meio lerdo, então não entendi no começo. Achei que uma das gatinhas tinha ficado, até perceber que era a Mara.
Rabão do caralho. Peitão enorme!! Ela tava de biquíni preto com uma argola prateada no meio das tetas. Tava super bronzeada, de barriga pra cima, com óculos escuros e o mp3 no talo (dava pra ouvir a 5 metros).
Cheguei perto dela, mas não toquei pra não assustar. Parei na frente e cumprimentei. Não respondeu. Aí percebi que ela tava de olhos fechados. Fiquei do lado e rocei a barriguinha dela.
Ela pulou igual mola.
— Desculpa, te assustei?
— Sim, porra, me assustou!!!
— Desculpa! Não quis, mas você não me ouvia, o volume tá no máximo…
— É, achei que você e meu irmão iam dormir até tarde. Dava pra ouvir os roncos.
— Nossa, te ferrei a paz.
— De boa… como você dormiu?
— Bem…, mas já tava entrando muita luz.
— Quer deitar mais um pouco no meu quarto?
— Não, tá suave, se não te incomoda eu ficar aqui com você…
— Bobo, como vai me incomodar!
Deitei numa das espreguiçadeiras. Coloquei os óculos de sol e em 10 minutos tava dormindo de novo. A Mara me acordou.
— Você dormiu
— Sim
— É, já sei, tava roncando…
— Nossa, desculpa
— Não, tá de boa, sem problema… mas ia te falar pra passar bronzeador porque você vai torrar.
— Nossa, não, tá lá em cima na mala…
— Sem problema, pega o meu.
Passei. Feito merda. "Espalha bem que vai ficar marca", ela falou. Mas eu tava mais desastrado que o normal. "Deixa comigo, você tá fazendo tudo errado", ela disse. E começou a passar em mim. Bronzeador nos ombros e nas costas. Adorei. Deitei de bruços pra disfarçar a ereção que tava vindo. Ela passou mais bronzeador na parte de trás das minhas pernas.
—Vou te contratar como passadeira profissional, — falei.
—Nem precisa, pelo visto tem várias voluntárias pro trampo…
—Não, o langa é teu irmão, eu sou o copiloto
—Não se faz de modesto, meu irmão diz que você é o ídolo dele
—Quem joga de titular aqui é ele, tem uma casa com piscina, caminhonete nova, e uma irmã que apresenta umas amigas gostosas…
—Se é isso que cê quer, te apresento minhas amigas, — falou meio com ciúme. Adorei que ela ficou puta.
—Bom, se quiser eu te apresento meu amigo… — falei me passando um pouco. Olhei pra ela e ri.
—Com essas frases você pega alguém? Acho que o João tá errado na escolha dos ídolos dele… — me zuou.
—Em algo a gente concorda, — respondi. E ela riu.
Deitei pra pegar um sol enquanto ela voltava pro mp3 dela. Daí a pouco ela falou que não aguentava mais o calor e pulou na piscina.
“Vou na cozinha pegar algo pra beber, te trago?”, falei. “Me traz um suquinho se der”. Preparei com gelo num copo alto e levei pra ela. Eu peguei uma garrafinha de água mineral.
“Valeu”, ela falou pegando o copo. Eu, na borda da piscina, molhei os pés sentado. “Entra, a água tá uma delícia”, ela falou. “Tô bem assim, obrigado”, falei me fazendo de difícil. Ela se irritou e começou a me respingar.
—Ah, quer guerra?
—Que guerra você pode dar…
—Já vai ver…
Entrei na piscina e em dois passos peguei ela, ela tentava ir pro outro lado mas agarrei ela por trás e enfiei a cabeça dela na água. Ela saiu de baixo d’água e começou uma briga besta de irmão-amigo. Mas tinha uma puta tensão sexual dos dois lados. Ela escapou e saiu da piscina. E deitou de bruços na espreguiçadeira.
Eu fiquei na piscina um tempo, mas sem tirar os olhos da bunda que devorava a biquíni. Depois me joguei tomando sol, e fiquei de olho na rabeta dela até que ela percebeu: "relaxa, Max, vou ficar toda vermelha". "É que você já tá vermelha, mas por causa do sol. Tava preocupado com isso. Não quer que eu passe bronzeador na sua bunda...", falei. Ela riu. "Valeu, consigo sozinha", respondeu.
Vi ela passar bronzeador na bunda e o bicho acordou de novo. Voltei pra piscina e fiquei um tempão. Vieram umas imagens da noite anterior. A tesão era mental e física. Nisso apareceu o Juan, de cueca.
"Acordou cedo pra caralho", ele disse. "Muita claridade", falei. "Amanhã a gente joga um colchão no meu quarto", continuou Juan. "Pode usar o meu, que hoje vou ficar com as minas", falou a Mara.
"Não tinha te visto", disse Juan, que nem eu, acorda meio grogue. "Ainda bem que não soltou um 'nossa, viu que putinhas as gurias de ontem'", zoou a Mara. "Como você me conhece", disse Juan, indo dar um beijo no rosto dela. "Sou sua irmã", ela respondeu.
"O que a gente vai fazer hoje?", perguntou Juan, olhando pra mim. "Sei lá, o que você quiser", falei. "Por que não vêm comigo?", convidou a Mara. Juan hesitou, preferia fazer nosso próprio rolê. "A Nati e a Fer vão estar", ela disse.
"A Nati é uma gostosa, você tem que liberar ela", falou Juan. "Tô liberando, mas também não vou te entregar ela pelada na cama, se vira um pouco, cara!". Juan riu, ela também. "Você é a melhor irmã do mundo", disse Juan, dando outro beijo.
Comemos por lá e umas quatro horas fomos pro parador onde a Mara trabalhava. Era sábado e ela tava organizando um desfile no fim da tarde. A Nati e a Fer estavam lá, porque iam desfilar depois.
E tinha outras minas gostosas no grupo. Eu comecei a conversar com uma que se chamava Barbi. "Aponta um pouco mais alto, pega a mais putinha", a Mara sussurrou no meu ouvido quando passou por perto.
Deixei a Barbi de lado e fui atrás da Mara. "Precisa de uma mão com alguma coisa?", perguntei. "Não, tá de boa, volta pra putinha", ela disse. "Se vim pra cá é porque você me interessa mais", Eu falei. E deixei ela sem palavras.
Quando vi que ela não dizia nada, fiquei nervoso e fui pra mesa onde o Juan estava com dois amigos de lá e as minas. Fiquei sem graça um tempo, pensando que tinha pisado na bola, mas sabia que o Juan tava pouco se lixando pra tudo, então passou.
O Juan dava em cima da Nati de vez em quando, mas o clima não era de intimidade, então não dava pra muito. Depois de um tempo, as gurias foram se trocar pro desfile e a gente ficou tomando umas brejas e falando de gatinhas, claro.
Quando o show acabou, a gente ficou mais um tempo enrolando. As gatinhas iam jantar juntas e a gente se enfiou junto. Combinamos de nos encontrar num restaurante no centro de Carlos Paz às dez e meia.
Quando a gente voltava pra casa do Juan, ele finalmente soltou a pergunta: "Ei, tem clima com a Mara?". Falou como se ela fosse mais uma gatinha. "Sei lá, um pouco de putaria, nada mais." "Sabe que por mim tá tudo certo." "Para de formar casal, Galã", zuou ele. "Formou-se um casal", imitou o Juancho o Roberto.
Pra jantar, me arrumei todo. Por sorte não dava pra notar porque o Juan se produz mais que uma gatinha. Mas a Mara percebeu e falou que eu tava muito bonito. Ela tava com um vestido rosa chiclete com uma faixa preta. A Nadia usava um branco. E a Fer uma saia jeans curta e uma regatinha preta.
Depois de comer, fomos tomar um sorvete. A Mara continuou com a putaria, me falando "posso dar uma chupadinha no seu".
E daí fomos pra balada. A gente se acomodou os cinco num sofá e continuou como antes, eu conversando com a Mara. O Juan morrendo de rir com a Nati e a Fer, mas o papo era o mesmo. Num dado momento, o Juan me pede pra acompanhar ele no bar pra pegar bebida.
"Ei, tenho uma mensagem das minas de ontem pra ver o que a gente faz", ele fala. "O que você quer fazer?", devolvi. "Sei lá, a Nati me deixou louco, mas não sei como fazer, ela não vai dar trela na frente das outras."
"Não se engana, se você ficar cinco minutos... Só você come ela. Eu vou dançar com a Fer e a Mara na pista", falei. "Mas não sei se vou comer ela, já a outra é festa garantida de novo". Eu tava com vontade de provar a bunda da Vero de novo, então também tava na dúvida. "Faz o que quiser", falei.
"O foda é que não posso vazar daqui e se chamar elas pra vir, perco vinte pontos com a Nati, que já tô quase lá...". "Beleza, mano, não dá pra ter tudo, escolhe, eu te cubro em qualquer uma...".
"Vou falar pras outras que hoje não consigo escapar, que venham amanhã em casa", ele disse no fim. E ligou pras gatinhas. Mas elas voltavam no domingo ao meio-dia pra Córdoba, então o plano mudou na hora e ele falou pra gente se encontrar depois, quando desse pra vazar de lá (porque ele tava trabalhando).
Voltamos pras gatinhas. "Aproveita e conversa com a Nati, eu vou pra baixo", falei. Peguei a Mara pela mão e pedi pra ela me acompanhar pra dançar lá embaixo um pouco. A Fer veio também. As duas faziam o showzinho pra mim.
A Mara veio por trás e dançava encostando os peitos em mim. A Mara não me tocava. Subia e descia rebolando, bem pertinho, sempre sem me tocar. Tentei me aproximar, mas ela recuava. Me virei e, pegando a Fer pelas mãos, dancei com ela de costas pra Mara.
A Fer era bem putinha e se pendurou no meu pescoço, dançando coladinha. A Mara veio por trás e agarrou ela também. Era pura histeria, mas os caras do lado me olhavam como quem diz "esse cara deve ter mais grana que o Jacobo".
Como eu gostava mais da Mara das duas, me virei de novo e fui atrás dela. Encarei ela e ela desviou o olhar. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto. Ela se mexeu mais devagar agora, me olhando, e me abraçou. Esqueci da Fer.
Puxei ela ainda mais pra perto e ela sentiu meu pau duro quase na buceta dela. Os peitos se cravaram no meu peito e ela esfregou um pouquinho enquanto dançávamos. Ela me soltou e disse: "vamos". Segui, mas não sem antes olhar pra trás. A Fer não estava mais.
A gente foi pro lado. De novo ela se pendurou no meu pescoço e encostou os peitos em mim. Começamos a pegar. Eu beijei o pescoço dela e mordi as orelhas. Ela adorou aquilo, e foi ficando cada vez mais tesuda, gemendo enquanto me beijava, e eu metia a mão pra agarrar aquela bunda linda.
Não aguentei mais e falei "vamos pra casa". "Não, não posso." "Fala sério, vacilona, me deixou com tesão a tarde inteira, agora assume", falei enquanto continuava beijando o pescoço dela. Encostei ela na parede, fazendo sentir meu pau que tava explodindo. "Não faz isso comigo que tô muito tarada", ela disse. "Fala não agora...", respondi.
Ela começou a se esfregar no meu pau e aproximou a boca a milímetros da minha, pedindo pra eu beijar ela. Eu beijei. E depois insisti. "Vamos, vai." "Tô muito molhada, tô com uma vontade de transar do caralho", ela falou. Eu fiquei duro. "Vamos então." "Não, ir embora assim não dá." Não teve jeito.
Voltamos pro vip. O Juan tava sentado com a Nati e a Fer. Daí um tempo o Juan soltou: "Cansado, né?". Entendi o recado. "Sim, demais, não aguento mais." "Quer ir embora?" "Quando você quiser." "Já vão embora?", perguntou a Mara. "Sim, vem com a gente?", perguntou o Juan. "Não, vou ficar na casa das meninas, te falei, vou praí à tarde." Beijinhos nas três e partimos pra outra balada atrás da Vero e da Maribel.
Entramos, mas não via elas. A outra balada é enorme, tem um parque, no fim a gente viu elas. A Vero tava sendo paquerada por dois caras, e a Maribel quase comendo outro de beijo. Fiquei no lugar, mas o Juan foi e cumprimentou as duas. Eu segui. Os dois que tavam com a Vero vazaram, mas a Maribel continuou de papo com o outro. Fui pegar uma bebida.
Quando voltei, o Juan tava conversando com as duas. Passei uma dose pra Maribel e a outra pra Vero, que me agradeceu com um beijo. A gente debateu cinco minutos pra onde ir. "Venham pro nosso apê se quiserem", disse a Vero. Fomos pra lá.
A gente já tinha combinado com o Juan de fazer ao contrário: eu com a Vero e ele Ele com a Maribel. E eu achei de boa. Fui pro quarto e o Juancho comeu a outra no sofá.
Diferente da noite anterior, a Vero tava mais solta. E não teve problema em chupar meu pau igual tinha feito com o Juan antes. Não faço ideia de quanto tempo ela ficou me chupando, mas foi um boquete espetacular.
Cada vez que engolia, enfiava tudo na boca. Primeiro foi devagar, mas depois mais forte. Depois de cinco minutos pedi pra ela parar. "Não gostou?". "Adorei", respondi. "Que bom, a Mar me deu uns conselhos". Adorei a sinceridade dela. E ela chupando igual uma puta, sendo que era claramente mais apertadinha que a puta da prima.
Coloquei ela de quatro e meti na buceta. Foi uma delícia. Eu variava o ângulo de penetração o tempo todo. Girava o quadril e esfregava o clitóris dela com meu pau. A gata adorou. Parecia que nunca ia gozar. E quando ela tava bem molhada, encostei o pau na entrada do cu.
Tomei meu tempo pra enfiar no cu. Embora fosse bem apertadinho, não foi difícil. Mas não queria que doesse e rolasse o mesmo da noite anterior, que tinha ficado pela metade.
Com uma mão massageava as nádegas dela e com a outra peguei o clitóris e fui apertando, acariciando e esfregando, enquanto começava a comer o cu dela. Fui devagar pra aproveitar mais, e ela foi se adaptando ao meu pedaço.
Quando minhas bolas bateram na bunda dela, parei e trabalhei forte no clitóris. Ela começou a se mexer respondendo ao estímulo, e eu comecei a meter e tirar no cu dela. Ia bem fundo, até quase tirar tudo, deixando só a cabeça dentro. Ela adorou e, com a ajuda da punheta que eu tava fazendo, gozou.
"Boa, priminha!!!", comemorou a Maribel da porta, batendo palmas. Já tinha visto os dois, mas a Vero não. Virou a cabeça e soltou uma risada suspirando. "Viu, burra, que você ia gostar". "É, foi melhor". porque estávamos sozinhos", disse em tom de reprovação, mas brincando. "Bom, mas agora que já te amoleceram, podemos entrar, né?", disse Juan no seu jeito de animal. Mesmo assim, eu o cortei.
Eu, nisso tudo, continuava vidrado na bunda da Vero, e embora a ereção tivesse baixado, não completamente. Como sou exibicionista e me devo ao meu público, nesse caso Juan e Maribel, levei a Vero pra ficar tipo colherzinha sem tirar o pau e comecei a meter nela de novo.
A Maribel adorou e subiu na cama. "Como você transa bem", me disse. "Quer ver como a gente enfesta a sua priminha?", perguntei. A safada teve os olhos iluminados. Vero recusou, mas com meu pau talhando a bunda dela, não soou muito convincente.
Maribel deu uns beijos nela pra convencê-la e eu quase gozei. Sem deixar ela pensar muito, virei ela um pouco mais pra ficar por cima, de costas pra mim, e Juan veio, pegou as pernas dela e, levantando-as, meteu na buceta dela.
A verdade é que era mais desconfortável que outra coisa, quem mais se divertia era a Maribel, que não parava de se masturbar. Meu pau estava quase torto e eu sentia os roçados do outro. "Vamos trocar, eu", falei. Assim que saí, peguei a Maribel e coloquei de quatro em cima da Vero.
E enfiei no cu dela sem aviso. Juan meteu na boca dela. "Uii, que boca boa que você tem, putaaa!", ele dizia. "Não seja idiota, aproveita que você tem a Vero aberta e experimenta a bunda dela!", falei. "Essa boca me mata, idiota!", ele respondeu. "Deixa que essa boca quer chupar buceta, não é, bebê?!", falei pra Maribel. Juan não acreditava, mas a garota disse "siiim!!".
Maribel pegou as pernas da Vero e começou a lamber a rachinha dela e a chupar devagar o clitóris. Vero gemia gostoso. "Aproveita que você tem ela servida", falei pra Juan, que encaixou devagar a cabeça do pau no cu dela. Eu também ia devagar pra Maribel poder chupar a buceta da Vero sem problemas.
Mesmo assim, a calma durou pouco e Juan entrou pra arrebentar o cu da Vero. A garota gritava pra caralho e nós dois curtíamos. A Maribel entrou esfregando o clitóris dela em vez de chupar, porque eu tava fazendo o mesmo com a bunda dela.
Só que a diferença é que ela adorava. "Aiiii filho da puta, como você me faz bem no cu, não sabe como eu tô gozando, tô com a puceta uma poça", ela falava. Mesmo assim, a punheta caprichada dela no clitóris da Vero e a pica do Juan começaram a fazer efeito, e a de baixo também começou a gemer.
- Ai Max, como você me enche. Dá forte, quero sentir você toda... - soltou a Maribel.
- Você gosta, putinha, de como o papai te arromba o cu? - perguntei.
- Sim, eu gosto, você me mata...
- E você, Verito, tá sentindo bem? - disse o Juan pra não ficar de fora.
- Tô morrendo... tô arrombando meu cu... aaahhhh... - respondeu a Vero.
- Isso, putinha, tô arrombando bem esse seu cu... - mandou o Juan.
- Para, por favor... - falou a Vero. Mas o Juancho não aliviou.
- Manda ele parar... ele tá destruindo meu cu... ayyyy... chega... assim não... - insistiu a Vero.
Mas já faltava pouco. Nada. Com muito pouca diferença, gozamos eu e o Juan. A verdade é que o clima tava tão quente que nem sei quem foi primeiro. Nós dois molhamos a bunda das minas, embora a da Maribel não segurou muito bem e deixou escapar um pouquinho de porra que foi parar no cabelo da Vero, que nos xingou em todos os idiomas.
Eram umas nove da manhã quando voltamos pra casa do Juan. Tomei banho, bebi tipo um litro de água porque me sentia desidratado. E morto de cansaço, fui pro quarto da Mara e de cueca me deitei na cama dela sem me cobrir, e com o ar-condicionado ligado, dormi.
O sono foi reparador, e reparador foi o carinho que me acordou. Tava de lado, morto, e uns peitos começaram a se esfregar nas minhas costas. Depois senti o hálito de uma boca molhada e os beijos na nuca e no pescoço. Queria continuar dormindo.
Mas minha pica já tava acordada (de manhã e com a bexiga cheia é sempre assim, felizmente). Me virei e tentei abrir os olhos, mas parecia que tinha as pálpebras Grudados. Vi os olhos pretos dela iluminados, o cabelo escuro e o sorriso. E, apesar do cansaço, eu também sorri.
(CONTINUA…)
Eu tava tão destruído que nem ouvi quando o Juan voltou. Mas no meio-dia, onde eu tava deitado, entrava um monte de luz e eu acordei.
Tava um calor infernal, então coloquei a sunga pronto pra pular na piscina. Antes passei pela cozinha e tomei um suquinho de laranja. Quando tava indo pro quincho, percebi que tinha alguém largado nas espreguiçadeiras.
Tava dormindo e meio lerdo, então não entendi no começo. Achei que uma das gatinhas tinha ficado, até perceber que era a Mara.
Rabão do caralho. Peitão enorme!! Ela tava de biquíni preto com uma argola prateada no meio das tetas. Tava super bronzeada, de barriga pra cima, com óculos escuros e o mp3 no talo (dava pra ouvir a 5 metros).
Cheguei perto dela, mas não toquei pra não assustar. Parei na frente e cumprimentei. Não respondeu. Aí percebi que ela tava de olhos fechados. Fiquei do lado e rocei a barriguinha dela.
Ela pulou igual mola.
— Desculpa, te assustei?
— Sim, porra, me assustou!!!
— Desculpa! Não quis, mas você não me ouvia, o volume tá no máximo…
— É, achei que você e meu irmão iam dormir até tarde. Dava pra ouvir os roncos.
— Nossa, te ferrei a paz.
— De boa… como você dormiu?
— Bem…, mas já tava entrando muita luz.
— Quer deitar mais um pouco no meu quarto?
— Não, tá suave, se não te incomoda eu ficar aqui com você…
— Bobo, como vai me incomodar!
Deitei numa das espreguiçadeiras. Coloquei os óculos de sol e em 10 minutos tava dormindo de novo. A Mara me acordou.
— Você dormiu
— Sim
— É, já sei, tava roncando…
— Nossa, desculpa
— Não, tá de boa, sem problema… mas ia te falar pra passar bronzeador porque você vai torrar.
— Nossa, não, tá lá em cima na mala…
— Sem problema, pega o meu.
Passei. Feito merda. "Espalha bem que vai ficar marca", ela falou. Mas eu tava mais desastrado que o normal. "Deixa comigo, você tá fazendo tudo errado", ela disse. E começou a passar em mim. Bronzeador nos ombros e nas costas. Adorei. Deitei de bruços pra disfarçar a ereção que tava vindo. Ela passou mais bronzeador na parte de trás das minhas pernas.
—Vou te contratar como passadeira profissional, — falei.
—Nem precisa, pelo visto tem várias voluntárias pro trampo…
—Não, o langa é teu irmão, eu sou o copiloto
—Não se faz de modesto, meu irmão diz que você é o ídolo dele
—Quem joga de titular aqui é ele, tem uma casa com piscina, caminhonete nova, e uma irmã que apresenta umas amigas gostosas…
—Se é isso que cê quer, te apresento minhas amigas, — falou meio com ciúme. Adorei que ela ficou puta.
—Bom, se quiser eu te apresento meu amigo… — falei me passando um pouco. Olhei pra ela e ri.
—Com essas frases você pega alguém? Acho que o João tá errado na escolha dos ídolos dele… — me zuou.
—Em algo a gente concorda, — respondi. E ela riu.
Deitei pra pegar um sol enquanto ela voltava pro mp3 dela. Daí a pouco ela falou que não aguentava mais o calor e pulou na piscina.
“Vou na cozinha pegar algo pra beber, te trago?”, falei. “Me traz um suquinho se der”. Preparei com gelo num copo alto e levei pra ela. Eu peguei uma garrafinha de água mineral.
“Valeu”, ela falou pegando o copo. Eu, na borda da piscina, molhei os pés sentado. “Entra, a água tá uma delícia”, ela falou. “Tô bem assim, obrigado”, falei me fazendo de difícil. Ela se irritou e começou a me respingar.
—Ah, quer guerra?
—Que guerra você pode dar…
—Já vai ver…
Entrei na piscina e em dois passos peguei ela, ela tentava ir pro outro lado mas agarrei ela por trás e enfiei a cabeça dela na água. Ela saiu de baixo d’água e começou uma briga besta de irmão-amigo. Mas tinha uma puta tensão sexual dos dois lados. Ela escapou e saiu da piscina. E deitou de bruços na espreguiçadeira.
Eu fiquei na piscina um tempo, mas sem tirar os olhos da bunda que devorava a biquíni. Depois me joguei tomando sol, e fiquei de olho na rabeta dela até que ela percebeu: "relaxa, Max, vou ficar toda vermelha". "É que você já tá vermelha, mas por causa do sol. Tava preocupado com isso. Não quer que eu passe bronzeador na sua bunda...", falei. Ela riu. "Valeu, consigo sozinha", respondeu.
Vi ela passar bronzeador na bunda e o bicho acordou de novo. Voltei pra piscina e fiquei um tempão. Vieram umas imagens da noite anterior. A tesão era mental e física. Nisso apareceu o Juan, de cueca.
"Acordou cedo pra caralho", ele disse. "Muita claridade", falei. "Amanhã a gente joga um colchão no meu quarto", continuou Juan. "Pode usar o meu, que hoje vou ficar com as minas", falou a Mara.
"Não tinha te visto", disse Juan, que nem eu, acorda meio grogue. "Ainda bem que não soltou um 'nossa, viu que putinhas as gurias de ontem'", zoou a Mara. "Como você me conhece", disse Juan, indo dar um beijo no rosto dela. "Sou sua irmã", ela respondeu.
"O que a gente vai fazer hoje?", perguntou Juan, olhando pra mim. "Sei lá, o que você quiser", falei. "Por que não vêm comigo?", convidou a Mara. Juan hesitou, preferia fazer nosso próprio rolê. "A Nati e a Fer vão estar", ela disse.
"A Nati é uma gostosa, você tem que liberar ela", falou Juan. "Tô liberando, mas também não vou te entregar ela pelada na cama, se vira um pouco, cara!". Juan riu, ela também. "Você é a melhor irmã do mundo", disse Juan, dando outro beijo.
Comemos por lá e umas quatro horas fomos pro parador onde a Mara trabalhava. Era sábado e ela tava organizando um desfile no fim da tarde. A Nati e a Fer estavam lá, porque iam desfilar depois.
E tinha outras minas gostosas no grupo. Eu comecei a conversar com uma que se chamava Barbi. "Aponta um pouco mais alto, pega a mais putinha", a Mara sussurrou no meu ouvido quando passou por perto.
Deixei a Barbi de lado e fui atrás da Mara. "Precisa de uma mão com alguma coisa?", perguntei. "Não, tá de boa, volta pra putinha", ela disse. "Se vim pra cá é porque você me interessa mais", Eu falei. E deixei ela sem palavras.
Quando vi que ela não dizia nada, fiquei nervoso e fui pra mesa onde o Juan estava com dois amigos de lá e as minas. Fiquei sem graça um tempo, pensando que tinha pisado na bola, mas sabia que o Juan tava pouco se lixando pra tudo, então passou.
O Juan dava em cima da Nati de vez em quando, mas o clima não era de intimidade, então não dava pra muito. Depois de um tempo, as gurias foram se trocar pro desfile e a gente ficou tomando umas brejas e falando de gatinhas, claro.
Quando o show acabou, a gente ficou mais um tempo enrolando. As gatinhas iam jantar juntas e a gente se enfiou junto. Combinamos de nos encontrar num restaurante no centro de Carlos Paz às dez e meia.
Quando a gente voltava pra casa do Juan, ele finalmente soltou a pergunta: "Ei, tem clima com a Mara?". Falou como se ela fosse mais uma gatinha. "Sei lá, um pouco de putaria, nada mais." "Sabe que por mim tá tudo certo." "Para de formar casal, Galã", zuou ele. "Formou-se um casal", imitou o Juancho o Roberto.
Pra jantar, me arrumei todo. Por sorte não dava pra notar porque o Juan se produz mais que uma gatinha. Mas a Mara percebeu e falou que eu tava muito bonito. Ela tava com um vestido rosa chiclete com uma faixa preta. A Nadia usava um branco. E a Fer uma saia jeans curta e uma regatinha preta.
Depois de comer, fomos tomar um sorvete. A Mara continuou com a putaria, me falando "posso dar uma chupadinha no seu".
E daí fomos pra balada. A gente se acomodou os cinco num sofá e continuou como antes, eu conversando com a Mara. O Juan morrendo de rir com a Nati e a Fer, mas o papo era o mesmo. Num dado momento, o Juan me pede pra acompanhar ele no bar pra pegar bebida.
"Ei, tenho uma mensagem das minas de ontem pra ver o que a gente faz", ele fala. "O que você quer fazer?", devolvi. "Sei lá, a Nati me deixou louco, mas não sei como fazer, ela não vai dar trela na frente das outras."
"Não se engana, se você ficar cinco minutos... Só você come ela. Eu vou dançar com a Fer e a Mara na pista", falei. "Mas não sei se vou comer ela, já a outra é festa garantida de novo". Eu tava com vontade de provar a bunda da Vero de novo, então também tava na dúvida. "Faz o que quiser", falei.
"O foda é que não posso vazar daqui e se chamar elas pra vir, perco vinte pontos com a Nati, que já tô quase lá...". "Beleza, mano, não dá pra ter tudo, escolhe, eu te cubro em qualquer uma...".
"Vou falar pras outras que hoje não consigo escapar, que venham amanhã em casa", ele disse no fim. E ligou pras gatinhas. Mas elas voltavam no domingo ao meio-dia pra Córdoba, então o plano mudou na hora e ele falou pra gente se encontrar depois, quando desse pra vazar de lá (porque ele tava trabalhando).
Voltamos pras gatinhas. "Aproveita e conversa com a Nati, eu vou pra baixo", falei. Peguei a Mara pela mão e pedi pra ela me acompanhar pra dançar lá embaixo um pouco. A Fer veio também. As duas faziam o showzinho pra mim.
A Mara veio por trás e dançava encostando os peitos em mim. A Mara não me tocava. Subia e descia rebolando, bem pertinho, sempre sem me tocar. Tentei me aproximar, mas ela recuava. Me virei e, pegando a Fer pelas mãos, dancei com ela de costas pra Mara.
A Fer era bem putinha e se pendurou no meu pescoço, dançando coladinha. A Mara veio por trás e agarrou ela também. Era pura histeria, mas os caras do lado me olhavam como quem diz "esse cara deve ter mais grana que o Jacobo".
Como eu gostava mais da Mara das duas, me virei de novo e fui atrás dela. Encarei ela e ela desviou o olhar. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto. Ela se mexeu mais devagar agora, me olhando, e me abraçou. Esqueci da Fer.
Puxei ela ainda mais pra perto e ela sentiu meu pau duro quase na buceta dela. Os peitos se cravaram no meu peito e ela esfregou um pouquinho enquanto dançávamos. Ela me soltou e disse: "vamos". Segui, mas não sem antes olhar pra trás. A Fer não estava mais.
A gente foi pro lado. De novo ela se pendurou no meu pescoço e encostou os peitos em mim. Começamos a pegar. Eu beijei o pescoço dela e mordi as orelhas. Ela adorou aquilo, e foi ficando cada vez mais tesuda, gemendo enquanto me beijava, e eu metia a mão pra agarrar aquela bunda linda.
Não aguentei mais e falei "vamos pra casa". "Não, não posso." "Fala sério, vacilona, me deixou com tesão a tarde inteira, agora assume", falei enquanto continuava beijando o pescoço dela. Encostei ela na parede, fazendo sentir meu pau que tava explodindo. "Não faz isso comigo que tô muito tarada", ela disse. "Fala não agora...", respondi.
Ela começou a se esfregar no meu pau e aproximou a boca a milímetros da minha, pedindo pra eu beijar ela. Eu beijei. E depois insisti. "Vamos, vai." "Tô muito molhada, tô com uma vontade de transar do caralho", ela falou. Eu fiquei duro. "Vamos então." "Não, ir embora assim não dá." Não teve jeito.
Voltamos pro vip. O Juan tava sentado com a Nati e a Fer. Daí um tempo o Juan soltou: "Cansado, né?". Entendi o recado. "Sim, demais, não aguento mais." "Quer ir embora?" "Quando você quiser." "Já vão embora?", perguntou a Mara. "Sim, vem com a gente?", perguntou o Juan. "Não, vou ficar na casa das meninas, te falei, vou praí à tarde." Beijinhos nas três e partimos pra outra balada atrás da Vero e da Maribel.
Entramos, mas não via elas. A outra balada é enorme, tem um parque, no fim a gente viu elas. A Vero tava sendo paquerada por dois caras, e a Maribel quase comendo outro de beijo. Fiquei no lugar, mas o Juan foi e cumprimentou as duas. Eu segui. Os dois que tavam com a Vero vazaram, mas a Maribel continuou de papo com o outro. Fui pegar uma bebida.
Quando voltei, o Juan tava conversando com as duas. Passei uma dose pra Maribel e a outra pra Vero, que me agradeceu com um beijo. A gente debateu cinco minutos pra onde ir. "Venham pro nosso apê se quiserem", disse a Vero. Fomos pra lá.
A gente já tinha combinado com o Juan de fazer ao contrário: eu com a Vero e ele Ele com a Maribel. E eu achei de boa. Fui pro quarto e o Juancho comeu a outra no sofá.
Diferente da noite anterior, a Vero tava mais solta. E não teve problema em chupar meu pau igual tinha feito com o Juan antes. Não faço ideia de quanto tempo ela ficou me chupando, mas foi um boquete espetacular.
Cada vez que engolia, enfiava tudo na boca. Primeiro foi devagar, mas depois mais forte. Depois de cinco minutos pedi pra ela parar. "Não gostou?". "Adorei", respondi. "Que bom, a Mar me deu uns conselhos". Adorei a sinceridade dela. E ela chupando igual uma puta, sendo que era claramente mais apertadinha que a puta da prima.
Coloquei ela de quatro e meti na buceta. Foi uma delícia. Eu variava o ângulo de penetração o tempo todo. Girava o quadril e esfregava o clitóris dela com meu pau. A gata adorou. Parecia que nunca ia gozar. E quando ela tava bem molhada, encostei o pau na entrada do cu.
Tomei meu tempo pra enfiar no cu. Embora fosse bem apertadinho, não foi difícil. Mas não queria que doesse e rolasse o mesmo da noite anterior, que tinha ficado pela metade.
Com uma mão massageava as nádegas dela e com a outra peguei o clitóris e fui apertando, acariciando e esfregando, enquanto começava a comer o cu dela. Fui devagar pra aproveitar mais, e ela foi se adaptando ao meu pedaço.
Quando minhas bolas bateram na bunda dela, parei e trabalhei forte no clitóris. Ela começou a se mexer respondendo ao estímulo, e eu comecei a meter e tirar no cu dela. Ia bem fundo, até quase tirar tudo, deixando só a cabeça dentro. Ela adorou e, com a ajuda da punheta que eu tava fazendo, gozou.
"Boa, priminha!!!", comemorou a Maribel da porta, batendo palmas. Já tinha visto os dois, mas a Vero não. Virou a cabeça e soltou uma risada suspirando. "Viu, burra, que você ia gostar". "É, foi melhor". porque estávamos sozinhos", disse em tom de reprovação, mas brincando. "Bom, mas agora que já te amoleceram, podemos entrar, né?", disse Juan no seu jeito de animal. Mesmo assim, eu o cortei.
Eu, nisso tudo, continuava vidrado na bunda da Vero, e embora a ereção tivesse baixado, não completamente. Como sou exibicionista e me devo ao meu público, nesse caso Juan e Maribel, levei a Vero pra ficar tipo colherzinha sem tirar o pau e comecei a meter nela de novo.
A Maribel adorou e subiu na cama. "Como você transa bem", me disse. "Quer ver como a gente enfesta a sua priminha?", perguntei. A safada teve os olhos iluminados. Vero recusou, mas com meu pau talhando a bunda dela, não soou muito convincente.
Maribel deu uns beijos nela pra convencê-la e eu quase gozei. Sem deixar ela pensar muito, virei ela um pouco mais pra ficar por cima, de costas pra mim, e Juan veio, pegou as pernas dela e, levantando-as, meteu na buceta dela.
A verdade é que era mais desconfortável que outra coisa, quem mais se divertia era a Maribel, que não parava de se masturbar. Meu pau estava quase torto e eu sentia os roçados do outro. "Vamos trocar, eu", falei. Assim que saí, peguei a Maribel e coloquei de quatro em cima da Vero.
E enfiei no cu dela sem aviso. Juan meteu na boca dela. "Uii, que boca boa que você tem, putaaa!", ele dizia. "Não seja idiota, aproveita que você tem a Vero aberta e experimenta a bunda dela!", falei. "Essa boca me mata, idiota!", ele respondeu. "Deixa que essa boca quer chupar buceta, não é, bebê?!", falei pra Maribel. Juan não acreditava, mas a garota disse "siiim!!".
Maribel pegou as pernas da Vero e começou a lamber a rachinha dela e a chupar devagar o clitóris. Vero gemia gostoso. "Aproveita que você tem ela servida", falei pra Juan, que encaixou devagar a cabeça do pau no cu dela. Eu também ia devagar pra Maribel poder chupar a buceta da Vero sem problemas.
Mesmo assim, a calma durou pouco e Juan entrou pra arrebentar o cu da Vero. A garota gritava pra caralho e nós dois curtíamos. A Maribel entrou esfregando o clitóris dela em vez de chupar, porque eu tava fazendo o mesmo com a bunda dela.
Só que a diferença é que ela adorava. "Aiiii filho da puta, como você me faz bem no cu, não sabe como eu tô gozando, tô com a puceta uma poça", ela falava. Mesmo assim, a punheta caprichada dela no clitóris da Vero e a pica do Juan começaram a fazer efeito, e a de baixo também começou a gemer.
- Ai Max, como você me enche. Dá forte, quero sentir você toda... - soltou a Maribel.
- Você gosta, putinha, de como o papai te arromba o cu? - perguntei.
- Sim, eu gosto, você me mata...
- E você, Verito, tá sentindo bem? - disse o Juan pra não ficar de fora.
- Tô morrendo... tô arrombando meu cu... aaahhhh... - respondeu a Vero.
- Isso, putinha, tô arrombando bem esse seu cu... - mandou o Juan.
- Para, por favor... - falou a Vero. Mas o Juancho não aliviou.
- Manda ele parar... ele tá destruindo meu cu... ayyyy... chega... assim não... - insistiu a Vero.
Mas já faltava pouco. Nada. Com muito pouca diferença, gozamos eu e o Juan. A verdade é que o clima tava tão quente que nem sei quem foi primeiro. Nós dois molhamos a bunda das minas, embora a da Maribel não segurou muito bem e deixou escapar um pouquinho de porra que foi parar no cabelo da Vero, que nos xingou em todos os idiomas.
Eram umas nove da manhã quando voltamos pra casa do Juan. Tomei banho, bebi tipo um litro de água porque me sentia desidratado. E morto de cansaço, fui pro quarto da Mara e de cueca me deitei na cama dela sem me cobrir, e com o ar-condicionado ligado, dormi.
O sono foi reparador, e reparador foi o carinho que me acordou. Tava de lado, morto, e uns peitos começaram a se esfregar nas minhas costas. Depois senti o hálito de uma boca molhada e os beijos na nuca e no pescoço. Queria continuar dormindo.
Mas minha pica já tava acordada (de manhã e com a bexiga cheia é sempre assim, felizmente). Me virei e tentei abrir os olhos, mas parecia que tinha as pálpebras Grudados. Vi os olhos pretos dela iluminados, o cabelo escuro e o sorriso. E, apesar do cansaço, eu também sorri.
(CONTINUA…)
10 comentários - La hermana de Juan 2
+10
Queremos mas....
CON RESPETO A LOS DEMAS..., EL MEJOR. JAJAJA 🙎♂️
No entendí el comentario anterior, hay 2 formas de interpretarlo, espero que no sea la que pienso 🙄 🙄 🙄
No se como lo interpretaste? 🤔 Pero por las dudas aclaro para todos lo que ya sabés, tus post me encantan. Una musa. Ja! 😃
🔥 🔥 🔥 🔥 Aguante la fiestas !!!!!!!!!!!!!jajajaaj 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥