A puta da Diana 2

A puta da Diana 2
Bom, amigos, vi que vocês gostaram do conto anterior, A puta da Diana, http://www.poringa.net/posts/relatos/1262198/La-slut-de-Diana.html. Agora vou contar outra experiência com ela. Valeu pelos poringa boys que comentaram e pelos que visitaram e leram o conto.

Como eu falei antes, eu e a Diany tínhamos uma vida sexual normal até o que rolou na festa de aniversário do Emílio. Depois desse encontro, vieram muitos outros, mas não com a mesma intensidade daquele.

Até que um dia, na minha casa, a gente montou uma piscina daquelas grandes e estávamos curtindo ela com meus pais. Aí chegou a Diany, tudo normal até aquele momento. Ela cumprimentou eu e meu pai, que tava dentro da piscina comigo, e minha mãe, que tinha saído pra atender o telefone e já tava voltando. Na hora ela me perguntou se podia entrar (coisa de mulher perguntar o óbvio), eu respondi que claro, e ela pediu pra eu acompanhar ela até o quarto pra trocar de roupa. Saí da piscina e fomos pro meu quarto, e ela mostrou o biquíni que tinha trazido e, sem mais, tirou a roupa na minha frente (ingenuamente, achei que fosse se trocar no banheiro, mas por sorte eu tava errado). A Diany, com aquela cara de inocente dela, me perguntou: "cê gosta? Sou menina de novo", disse. Ela tinha depilado a bucetinha, isso me deixava muito excitado e ela sabia. Como meus pais estavam no andar de baixo da casa, não pensei duas vezes e meti a mão naquela xoxotinha depilada. Ela, que nem eu, só tava de cueca e com uma toalha nos ombros, não perdeu tempo e puxou minha cueca pra baixo, começando a fazer o que sabia bem: chupar meu pau e as bolas. A gente ficou assim por pouco tempo, porque ouvi passos na escada. Nos separamos, e a Diany entrou no banheiro do meu quarto pra vestir o biquíni rápido. Quem tava subindo era minha mãe, pra avisar que iam sair pra visitar sei lá quem. A Diana saiu do banheiro, e nós três descemos pra piscina. Ficamos um tempinho brincando inocentemente lá até que meus... Os pais saíram pra fazer a visita deles e ficamos sozinhos em casa. Já tava vendo ela de biquíni, não era tão pequeno, mas dava pra ver a bunda redondinha e empinada da Dianita.

Pra vocês terem uma ideia da raba que ela tinha, vou deixar um link depois, de uma foto que tirei da Diany num dia das nossas várias idas pra motel, onde a gente se divertiu pra caralho, eu estourando os buracos dela e ela me oferecendo tudo pra minha alegria.

Desculpa se não tá bem focada, mas como vocês podem ver, aquela bunda me deixava louco. Reparem que já tô com o cuzinho dela aberto e a buceta molhada, ainda não tinha metido, mas já tinha passado a língua e enfiado dois dedos na bunda... que bunda, RABÃO...

Bom, como eu tava falando, ficamos sozinhos em casa, na hora o sangue e a pica ferveram, então não esperei duas vezes e cheguei nela por trás, puxei o biquíni pro lado, ela surpresa com a rapidez da minha ação não teve reação, só conseguiu falar "meu amor", mas eu já tinha enfiado a pica na piscina, coisa que nunca tinha feito antes, era mais um fetiche realizado com ela.

Comecei a meter devagar no começo porque a água não deixava lubrificar direito a rachadura da Dianita, e eu apalpava os peitos dela por cima do sutiã do biquíni, até que puxei as alças do sutiã pra baixo. Ela segurando num cano da piscina só gemia e falava "siimm papai, que gostoso, me dá mais pica papai, siiiimm".

Eu continuava no ritmo lento de meter, porque o biquíni também não deixava eu fazer uma penetração funda. Já cansado disso, tirei o biquíni dela e consegui controlar melhor a posição e meter mais fundo. Na primeira enfiada, mandei de uma vez só e aí ela deu um grito "aaaaaahhhhhhh, me parte, papai, vai rasgar minha bucetinha, lembra que sou uma menininha", falou a putinha...

Continuei a penetração funda, mas devagar, tirando a pica e enfiando de uma vez de novo, sabe como é, pra fazer ela sentir mais e ficar mais excitada (pelo menos pra ela, funcionava). passava). A Dianita já não se pertencia mais e gemia muito mais alto que antes, parecia que eu tava matando ela. Como meu quintal tem paredes altas, não me preocupava com ninguém olhando, é quase impossível ver de fora de casa, mas os gritos não tem parede que disfarce. Só que naquele momento eu não tava nem aí pra isso..

Diana mudou de posição, agora não tava mais de costas pra mim, tava me encarando de frente com as pernas nos meus ombros e os braços agarrados no cano da piscina. Agora sim, me dá duro, ela falava, arrebenta minha buceta, quero que você me parta toda, dizia num tom excitado, siiiim, me parte, paaaaaaarte, quero deixar de ser menina, arromba minha xereca, papai, siiiim, aaaaaaassiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, me dá duro. Como não podia ser diferente, comecei a penetrar ela bem rápido, vai, me pede pra te partir, falei. MEEEE PAAAAARTE, BUUUCETA, MEEEE PAAAAARTE, SIIIIIIIM, gritava a Dianita, siiiim, eu vou gozar, vou gozaaaaaaaaar, ahhhhhhhh, siiiiiiiiii, siiiiiiiiiii. Terminei, aproveitei e voltei a penetrar ela devagar pra ela curtir o orgasmo dela.

Nisso, me deu na telha de ir pro sauna que meus pais tinham construído em casa, já que não dava pra deixar ela continuar gritando no meio do quintal. Então falei minha ideia e ela topou, saímos da piscina rumo ao sauna. Lá, com as luzes apagadas e porta fechada, a primeira coisa que ela fez foi se ajoelhar e lamber minhas bolas e a pica como se fosse sorvete. Deixei ela me dar prazer por mais um tempo, até que ela começou a lamber a cabeça da pica fazendo círculos com a língua e enfiando na boca só a cabeça da pica, lambia a cabeça e chupava. Nessa altura, já tava com o pau duro, peguei a cabeça dela e enfiei a pica de uma vez só, gggggggggrrrrrrrr gggggggrrrrrrr, só ouvia aquele som saindo da boca dela, praticamente não deixava ela respirar. A Dianita não conseguia enfiar toda a minha pica de uma vez até a raiz, pra fazer isso tinha que ir devagar, ela continuava com aquele som que me excita tanto, ggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrr gggggggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, só deixava ela respirar. um pouco e enfiava de novo até que a glote dela se abriu e entrou até as bolas, aí aquele som aumentou mais gggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr gggggggggggggggrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr tirei e só ouvi um aaaaaaaaaagggggggggggggggggggggggg aaaaaaaaaaggggggggggggggggggg tentando pegar ar de novo… enfiei de novo até a garganta e comi a boca dela por uns segundos, era foda ver e sentir a pica toda dentro da boca dela, de joelhos à minha mercê, pensei alto… que puta gostosa que eu tenho, e tirei a pica da boca dela, ela só conseguia respirar e olhar pra pica, como quem diz "como isso tudo entra em mim?" e antes que falasse qualquer coisa, enfiei de novo até os ovos e comecei a comer ela de novo, a saliva da Diana escorria pelo canto dos lábios e quando eu tirava a pica da boca dela, notava minha pica cheia da saliva dela, de repente bateu vontade de gozar, tirei a pica da boca dela e ela quase vomitou, deixei ela pegar mais ar porque ia enfiar até terminar.

Enfiei de novo até os ovos e comecei a bombar a boca dela bem rápido, a saliva escorria pela boca dela quando eu tirava a pica até a cabeça e enfiava de novo, não aguentei muito tempo depois disso e comecei a gozar, o primeiro jato foi direto pra garganta, quase a engasguei, ela tirou a pica da boca e gritou aaaaaaaaaaaaaaaggggggggggggggggg aaaaaaaaggggggggggggg tava me afogando mas enquanto falava isso, um segundo e terceiro jato de porra caíam na cara dela, sem mais, enfiei a pica de novo na boca dela mas não até a garganta e ela também não deixou, mas mais ou menos na metade da pica, ela bem safada começou a lamber e chupar a pouca porra que ainda saía da minha pica e com a mão catava a porra que tinha na cara e passava nos peitos.. já com meu pau meio mole, tirei da boca dela e ela começou a lamber as mãos com os restos de porra da cara e dos peitos.

Cê gosta da sua puta de porra? Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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tu cum calientinha que delícia papito... pra isso, além da foda na piscina e do boquete que a Dianita tinha me dado, minhas pernas já tremiam de tanto vai e vem e pensei por um momento em parar por ali e ir tomar banho, mas a putinha da Diana tinha outros planos... Meu amor, acho que você esqueceu de uma coisa, ela disse com voz de pervertida, e eu, ingenuamente, perguntei... você não me comeu pelo cu, papito... não, minha puta, quer que eu te arrebente a bunda também? Siiim, papai, meu cu tá pedindo guerra, quero que você rasgue meu cu na ponta da pica, meu amor. Eu não podia deixar a Diany na vontade e falei: mas olha o estado que você deixou minha pica... não se preocupa, meu amor, eu deixo ela como nova num instante. Ela pegou a pica com as mãos e começou a passar a língua na cabeça, e aos poucos minha pica ficou a mil de novo. Ajudei ela a se levantar e coloquei ela de costas contra a parede de madeira da sauna, e imediatamente parei naquela bunda tão linda que ela tem e procurei o cuzinho dela. Com a pouca luz que tinha, foi difícil acertar o buraco do cu da Dianita.

Ela, na ânsia de ser penetrada, abriu as nádegas com as mãos pra me dar espaço, assim pude ver o cu dela esperando pra ser fodido. Antes de fazer isso, e agora com a ajuda das mãos dela que me davam mais visibilidade, me abaixei e comecei a lamber o cu e a buceta dela... siiiim, siiiim, siiiim, lambe meu cu, meu amor, siiiim, siiiim, siiiim. Pra ajudar na penetração, comecei a enfiar um dedo no cu dela e depois dois, assim deixei saliva suficiente na bunda dela pra foda ser mais gostosa pra ela. Me levantei e falei: agora sim, minha putinha, vou cravar a pica no teu cu... siiiim, pussy, siiiim, destrói meu ânus... quero sentir dor quando sentar no escritório amanhã, e lembrar que você arrebentou meu cu, siiiim, papai, me come pelo cu, siiiim... Sem mais, com a pica molhada e o cu dela bem dilatado, enfiei a pica de uma vez até o talo. Os ovos dela...

Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritou a pobre da Dianita. Não queria que eu te rasgasse o cu, sua puta? Aaaaaaahhhhhhhiiii, continuou dizendo a puta da Diana, com lágrimas escorrendo dos olhos dela, me disse: "Sim, mas não tão bruto, BRUTO... aiiiiiiii, minha bunda." Pois é, você se fodeu, minha puta, vou te partir ao meio agora... "Nããão, pussy, me dá devagar, pelo amor de Deeeeeus..." Era tarde, já tinha muita porra na cabeça e comecei a bombar ela, no início nem rápido nem devagar, num ritmo bom. Ela gritava de dor... "Jaaaaa, meu amor, para, dói muito, paraaaa, paraaaa." Continuei naquele ritmo por mais um tempo entre os gritos dela pra que eu parasse, mas não parei. Deixei de penetrar ela por um tempo pra terminar de dilatar o anel dela, enquanto dizia: "Vou te cumprir amanhã, toda vez que você quiser sentar, vai lembrar de mim, sua puta." Ela não me disse nada, só ouvia os soluços dela. Já com o cu mais dilatado, voltei a penetrar ela no mesmo ritmo de antes. Dessa vez, a resposta da Diany foi diferente: "Agora sim você gosta, sua putinha?" "Siiiiim, papiii, siiiim, me dá cock, me dá..."

Isso me agradou, já que a dor tinha passado e ela queria mais cock, a grande puta... "Sim, minha puta, agora você vai sentir o que é bom." Comecei a tirar o cock completamente do cu dela e meter de novo... Dianita aproveitava: "Ahhhhh, ahhhhh, aaahhhhiiii, papi, que gostoso, você deixou meu cu aberto do jeito que você gosta de me colocar, siiiiiiiiiii, siiiiiiiiiiiii, me dá, me dá mais cock, siiiiiiiiiiiiiiiii."

"Sim, minha puta, isso vou fazer." E comecei a bombar ela desse mesmo jeito, tirando o cock todo e penetrando até o mais fundo que podia... "Siiiiii, pussy, siiiiiiiiiii..." Num momento, ela se abaixou e colocou as mãos no chão pra me dar mais espaço, pra penetração ser mais profunda, e assim eu fiz. Meti até os ovos, duro, sem parar, comecei um mete e tira endemoniado... "Siiiiiii, aaaahhhhhhhiiiiii, dói, papi, dói", gritava a grande puta, mas dizia: "Dói, mas não tira, continua que você me parte, siiiiii, aaahhhhhiiiiiii, ahhhiiiiiiii, meu cu... arrebento essa buceta... vou continuar te arrombando mais... me pede mais, cock slut... me pede, eu gritava... siiiim, buceta, me dá mais cock, arromba meu cu, siiiiiiiiiim... até que não aguentei mais e gozei naquele cu, enchi o rabo de porra, fiquei seco. A pobre da Diany, entre soluços e gemidos, se separou e chupou minha pica mais um pouco...
A gente tomou banho e se vestiu, 20 minutos depois meus pais chegaram, mas a gente já tinha matado a vontade, hahaha.
No outro dia, ela me ligou no escritório dizendo o quanto estava lembrando de mim naquele dia... Que arrombada gostosa que você me deu... não consigo disfarçar quando sento, minhas amigas já estão desconfiando... Enfim, o que posso dizer? Que delícia é arrombar o cu da Diany...

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4 comentários - A puta da Diana 2

vesijue!!!!!! 🆒 🆒 buena historia !!! 😛
por casualida, que pasaria si diana se enterara de esto???? 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀