Boa vizinha gostosa, parte 2

Como contei no primeiro post, depois das nossas aventuras, ela se afastou, virou uma mãe direita, uma boa mãe, mas voltou pro negócio. Então a gente se viu de novo, bateu um papo, lembrou das loucuras que fizemos, e prometi devolver a calcinha fio dental que ainda tinha de lembrança. Ela riu.

Como tudo se moderniza, ela me passou o e-mail, sabendo que no negócio eu tinha um computador e o marido tinha dado um notebook pra ela. Assim começamos de novo a conquista pra poder curtir o corpo dela outra vez.

A gente se olhava de uma calçada pra outra, ria do que eu escrevia, até que a Karina começou a amolecer e perguntar se eu tinha arrumado alguma nova aventura com alguma vizinha dos comércios. Contei de uma das garotas colada no ponto dela, que também tava como a Karina, mas o corpo dela era de infarto. Várias vezes nós três tínhamos conversado no negócio, e a Karina me dizia: "que vontade você tem dela", e era verdade.

Seguimos com a Karina, com conversas mais quentes, as mãos se juntaram de novo, trocamos uns beijos, ela começou a chegar cedo e eu podia fazer amor em cima do balcão — falando pro marido que ia pra academia. Foi um reencontro foda. A gente tava tão louco que um dia, falando no telefone, lembrei do que a gente tinha feito de manhã e falei, enquanto olhava pra ela do negócio: "entra no banheiro, começa a se tocar". Ela disse "você é louco", comecei a falar um monte de putaria e ela começou a se masturbar. Dava pra ouvir os gemidos dela e o barulhinho dos dedos molhados na buceta. Ela gozou, me xingou e disse: "assim não pode ficar, agora vou aí e te chupo".

Quando ela atravessou, a nossa vizinha Gabriela estava lá, então não deu pra fazer nada. Ela olhava pra Gabriela com cara de nojo, querendo que ela fosse embora. Quando ficamos sozinhos, fomos pro fundo e nos acabamos. Lembrei ela de que tínhamos uma matéria pendente: fazer um menage com outra mulher. Ela riu, mas tava afim. Karina não queria nenhuma amiga dela pra não vazar e dar problema. Falei pra ela: "vem amanhã cedo, que tá tudo arrumado."
A vontade que eu tava de que chegasse logo, mas paciência tinha que ter.
No outro dia, Karina chega cedo no negócio, mais cedo que de costume. Como o marido tinha saído cedo e a menina deixou com a avó, se apressou e veio. Começamos com os carinhos, de todo tipo.
Depois de um tempo, batem na persiana do salão. Ela se cagou de medo. Falei: "fica tranquila, vira de costas." Ela perguntou pra quê. "Fica tranquila, vou vendar teus olhos, já vai ver. Hoje realizamos a fantasia."
Deixei ela sentada no fundo, abri a porta da persiana, e entrou a Gabriela. Pedi pra ela não falar. Nos unimos num beijo, carícias e paixão. Pedi pra ela deixar as coisas e que ia vendar os olhos dela, que era uma surpresa.
Já nós três no fundo, falei pras duas que não falassem, que iam se divertir. Comecei a despir as duas, acariciava elas e o clima ia se criando. Quando já estavam peladas, deitei a Gabriela no balcão, chupei um pouco da buceta dela pra deixar mais motivada. Karina me fazia um boquete.
Deixei a Gaby deitada e mandei a Karina beijar ela toda. Começou pelos peitos, até devorar o clitóris dela. Era tão lindo ver as duas, que aproveitei pra chupar a bunda da Karina. Devagar fui penetrando ela e ouvindo como ela gemia enquanto fazia sexo oral na Gaby.
Troquei elas de posição, pra Gaby chupar a Karina. Foi um espetáculo. Metia os dedos, batia punheta, não podia acreditar. Não ligaram que ainda estavam de olhos vendados, botavam tanta devoção que só me restava comer o cuzinho da Gabriela, que era bem trabalhado e sempre entrava sem problemas.
Ver elas se contorcendo de prazer te excita ainda mais, e muito mais tempo não tínhamos. Tinha que abrir os negócios, então comecei a penetrar as duas pra gozar na boca delas. Elas se beijavam enquanto eu gozava.
Quando minhas forças já não davam mais, tirei as vendas dos olhos delas pra sonharem com quem estavam. Se começaram a se cagar de rir e eu fiz elas se beijarem e se tocarem de novo, não ligaram, vi elas tão entregues e eu de novo com tesão, que dei um consolo pra elas brincarem, se acabaram, consegui que a Gaby colocasse o consolo na Karina na bunda, que esfregasse o clitóris dela, deitada de costas, e eu metendo na Gaby.
Assim gozamos de novo os três, nos lavamos, abri o negócio e cada uma foi pro seu, nos cruzamos de novo ao meio-dia, quando as duas vieram comprar bebidas, ainda estávamos rindo.
Mas propus outra festa, com outras regras, aceitaram, no próximo relato conto quem mais participou.
Valeu e espero que tenham gostado, realmente continuo curtindo.

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