Embora não fosse um cu virgem, tinha muito pouco uso. Comecei a estimular com meus dedos e depois com a língua até que ela pediu pra eu meter bem forte, e foi o que fiz. Ao enfiar meu pau, pensei que ela fosse desmaiar de dor e perguntei se tirava, mas ela disse que não. Então meti como ninguém nunca tinha metido nela até as 6 da manhã, quando enchi todo o cu dela com meu esperma.
Tudo começou há muitos anos atrás na casa do meu amigo Gecho. A irmã dele, um pouco mais velha, sempre mostrou muita afinidade comigo, algo que às vezes me permitia abusar da confiança dela pra espiar o que tinha debaixo das saias e blusas, mas nunca passou disso.
Depois de um tempo e de alguns beijos furtivos que trocamos, ela decidiu se casar com um namorado que tinha há muito tempo. No dia antes do casamento, me disse que estava arrependida, mas que não dava mais pra voltar atrás. Assim, segundo ela, passaram-se dois anos de uma tentativa de casamento feliz, mas com beijos escondidos sempre que nos encontrávamos em algum lugar.
Geshe é uma mulher gostosa e parecia ser muito safada. Na verdade, depois daqueles beijos, eu sempre ficava muito excitado com o jeito que nos tocávamos ao nos beijar. Mas tudo mudou em junho do ano passado, quando a convidei pra tomar uns drinks, porque sabia que ela tava carente, já que o marido maltratava ela pra caralho, e eu consegui.
Já bem tarde, saímos de onde estávamos, na casa de uma amiga dela, e ela foi me deixar em casa. Na hora de nos despedir, começamos a nos beijar, mas de um jeito que nunca tínhamos feito antes.
Eu sentia que os lábios dela pediam sexo aos berros, e eu morria de vontade de corresponder. Depois de uma sessão de beijos muito intensos e com carícias bem fortes, falei que não ia ficar em casa e fomos direto pra um hotel perto da minha casa.
Ao chegar, estávamos muito excitados, porque durante o trajeto da minha casa até o hotel, eu vinha passando a mão nela. Carícias no seu clitóris gostoso com meus dedos, a ponto de que, antes de chegar no hotel, a Geshe gozou de um jeito impressionante e eu tava muito excitado, porque ela tava me dando um dos melhores boquetes que já recebi.
Já no quarto, antes de tudo, o marido dela ligou e, enquanto ela falava com ele e mentia, dizendo que tava na casa de um amigo, eu tava chupando aquela buceta gostosa, toda raspadinha, e em alguns momentos a voz dela falhava de tanto tesão.
Quando terminou a conversa com o marido, ela pulou em cima de mim de um jeito selvagem, levou meu pau na boca e me deu um boquete tão foda que eu gozei nos lábios dela.
Uns 10 minutos depois, ela me procurou de novo pra eu meter mais selvagem do que já meti em qualquer mulher. No começo, comecei a brincar com meu pau na entrada da buceta dela, e dava pra ver como tava molhada. E ao ver ela pelada com aquelas tetas gostosas, comecei a acariciar e buscar um sexo anal, e fui atendido.
Embora não fosse um cu virgem, tinha pouco uso. Comecei a estimular com meus dedos e depois com a língua, até que ela pediu pra eu enfiar bem forte, e foi o que fiz.
Quando enfiei meu pau inteiro, que tem 20 cm e é grosso, pensei que ela ia desmaiar de dor e perguntei se tirava, mas ela disse que não, que eu empurrasse o mais fundo que pudesse. Resumindo, meti nela como ninguém nunca tinha metido até umas 6 da manhã, quando enchi o cu dela todo com meu gozo.
Assim se passaram 14 meses intensos de sexo, tendo encontros umas três vezes por semana, e ela continua casada, e eu continuo sendo o amante da irmã do meu melhor amigo.
Ninguém sabe, e às vezes a gente se encontra em reuniões de família. E, puta merda, eu tomo uns drinks com o marido dela, que considero o homem mais otário do mundo. Mas, como ela diz, o marido não é homem o suficiente pro tipo de mulher que ela é, e enquanto a gente continuar se vendo sem compromisso, eu tô feliz.
Tudo começou há muitos anos atrás na casa do meu amigo Gecho. A irmã dele, um pouco mais velha, sempre mostrou muita afinidade comigo, algo que às vezes me permitia abusar da confiança dela pra espiar o que tinha debaixo das saias e blusas, mas nunca passou disso.
Depois de um tempo e de alguns beijos furtivos que trocamos, ela decidiu se casar com um namorado que tinha há muito tempo. No dia antes do casamento, me disse que estava arrependida, mas que não dava mais pra voltar atrás. Assim, segundo ela, passaram-se dois anos de uma tentativa de casamento feliz, mas com beijos escondidos sempre que nos encontrávamos em algum lugar.
Geshe é uma mulher gostosa e parecia ser muito safada. Na verdade, depois daqueles beijos, eu sempre ficava muito excitado com o jeito que nos tocávamos ao nos beijar. Mas tudo mudou em junho do ano passado, quando a convidei pra tomar uns drinks, porque sabia que ela tava carente, já que o marido maltratava ela pra caralho, e eu consegui.
Já bem tarde, saímos de onde estávamos, na casa de uma amiga dela, e ela foi me deixar em casa. Na hora de nos despedir, começamos a nos beijar, mas de um jeito que nunca tínhamos feito antes.
Eu sentia que os lábios dela pediam sexo aos berros, e eu morria de vontade de corresponder. Depois de uma sessão de beijos muito intensos e com carícias bem fortes, falei que não ia ficar em casa e fomos direto pra um hotel perto da minha casa.
Ao chegar, estávamos muito excitados, porque durante o trajeto da minha casa até o hotel, eu vinha passando a mão nela. Carícias no seu clitóris gostoso com meus dedos, a ponto de que, antes de chegar no hotel, a Geshe gozou de um jeito impressionante e eu tava muito excitado, porque ela tava me dando um dos melhores boquetes que já recebi.
Já no quarto, antes de tudo, o marido dela ligou e, enquanto ela falava com ele e mentia, dizendo que tava na casa de um amigo, eu tava chupando aquela buceta gostosa, toda raspadinha, e em alguns momentos a voz dela falhava de tanto tesão.
Quando terminou a conversa com o marido, ela pulou em cima de mim de um jeito selvagem, levou meu pau na boca e me deu um boquete tão foda que eu gozei nos lábios dela.
Uns 10 minutos depois, ela me procurou de novo pra eu meter mais selvagem do que já meti em qualquer mulher. No começo, comecei a brincar com meu pau na entrada da buceta dela, e dava pra ver como tava molhada. E ao ver ela pelada com aquelas tetas gostosas, comecei a acariciar e buscar um sexo anal, e fui atendido.
Embora não fosse um cu virgem, tinha pouco uso. Comecei a estimular com meus dedos e depois com a língua, até que ela pediu pra eu enfiar bem forte, e foi o que fiz.
Quando enfiei meu pau inteiro, que tem 20 cm e é grosso, pensei que ela ia desmaiar de dor e perguntei se tirava, mas ela disse que não, que eu empurrasse o mais fundo que pudesse. Resumindo, meti nela como ninguém nunca tinha metido até umas 6 da manhã, quando enchi o cu dela todo com meu gozo.
Assim se passaram 14 meses intensos de sexo, tendo encontros umas três vezes por semana, e ela continua casada, e eu continuo sendo o amante da irmã do meu melhor amigo.
Ninguém sabe, e às vezes a gente se encontra em reuniões de família. E, puta merda, eu tomo uns drinks com o marido dela, que considero o homem mais otário do mundo. Mas, como ela diz, o marido não é homem o suficiente pro tipo de mulher que ela é, e enquanto a gente continuar se vendo sem compromisso, eu tô feliz.
1 comentários - La hermana de mi amigo