Essa é a história de como eu perdi a virgindade da minha namorada, é um relato cem por cento real, espero que vocês fiquem tão excitados lendo quanto eu fiquei vivendo e escrevendo, abraços.
Era um dia mais que casual, quente até dava pra dizer, embora não estivesse pra andar de regata, com uma blusa de moletom ou um casaquinho leve tava de boa. Cheguei em casa com a minha mina de uns 15 anos, toda uma gata, era divina, pele branquinha, olhos verdes como faróis com delineado preto e cabelo castanho lindo, os peitos maiores, redondos e perfeitos que uma garota da idade dela podia ter. Eu, com meus 17 recém-completados, tava mais que feliz e apaixonado por ela, a bundinha dela era tipo aquelas maçãs que você vê e só quer morder.
Quando entrei, minha mãe me disse:— Já terminei de trabalhar, vou sair com sua avó, volto mais tarde. Ah, e te ligo, Juliano. Ele falou pra você ligar pra ele.
—Ok, mãe, um abraço.Quando subi pro quarto da minha mãe, onde fica o PC com internet, minha mina sentou na frente e começou a navegar, vendo fotolog das amigas, como sempre fazia. Eu sentei na cama e liguei pro meu amigo. Ele atendeu e começou a me contar um bagulho do colégio, não entendi direito, porque nessa hora minha garota, a Lore, virou a tela do computador e me mostrou um vídeo foda, protagonizado por uma loira gostosa pra caralho, corpo incrível, e um cara com um amigo bem avantajado... Quando vi aquilo, fiquei em choque, não entendia nada. Ela era virgem, eu não, mas... nunca tinha transado com ela, nunca pressionei, nunca passamos de uns beijos e umas carícias mais ousadas, nunca forcei a barra. Tava apaixonado por ela e não queria perder ela nem apressar as coisas só por causa de sexo, mesmo que as punhetas lembrando dela fossem inevitáveis...
Quando vi aquilo, fiquei paralisado. Ela me olhou com cara de safada, aquele sorrisinho com olhar malicioso, enquanto eu tentava falar alguma coisa. Juliano continuava me contando sobre a briga na saída, onde todos meus amigos se meteram. Eu não fui, matei aula com minha mina pra ficar de pegação na pracinha, mas naquele momento não tava nem aí. Só falava: "É, Juliano", concordando com sei lá o que ele tava dizendo, não tava prestando atenção. Lore abriu as pernas na cadeira, deixando eu ver por baixo da saia jeans que tanto dava inveja nos caras que olhavam ela enquanto andava de mão dada comigo. Mostrou uma calcinha fio dental bem fininha, branca, e o dedo dela esfregava a área onde o clitóris devia estar por baixo daquela peça minúscula. Ela puxou a regata pra baixo, me dando uma visão linda dos peitos dela, só cobertos pelo sutiã vermelho que me deixava doido quando eu via por baixo das camisetas brancas que ela usava... Não acreditei no que tava rolando, enquanto eu ainda tinha o telefone no ouvido e Juliano continuava com a lenga-lenga, ela me... diz no outro ouvido:-Vou te fazer umpresentinhoCoisa à qual eu só pude responder com uma tentativa de grunhido, eu tava ficando excitado, sentia meu pau forçando por baixo da calça jeans, o que doía um pouco, e ela, como se pressentisse o que eu tava pensando naquele momento, me disse:- Tá doendo? Eu te ajudo, meu amor.Abro a braguilha e deixo minha calça jeans na altura dos joelhos, ela me fez deitar na cama enquanto Julian continuava falando sem parar.
Minha cueca ficava molhada com o líquido transparente que escorria da cabecinha do meu pau por causa da excitação, ela só passava a palma da mão acariciando tudo por cima da cueca, indo da ponta até o tronco e as bolas, me dando uns arrepios que me faziam tremer e me excitavam pra caralho. Ela começou a beijar minhas bolas por cima da cueca, a passar a língua no tecido que ficava cheio de saliva e molhava minhas bolas por baixo, me deu uma pele de galinha, e eu soltei uma espécie de gemido involuntário, e Julian diz:—Tá aí, porra? Que barulho é esse?Tira o tubo, estica um braço e desconecta o telefone. Minha cueca, cada vez mais molhada, deixou meu pau escapar pela abertura feita pra mijar. Ela, com uma maestria foda, tirou minhas bolas pelo mesmo buraco e chupou elas de um jeito incrível — até o último pelo do meu corpo arrepiou. Ela enfiava uma bola na boca, depois a outra, e então, lenta, suave e gostosa, arrastou a língua daquela área sensível que não é nem cu nem saco, até as bolas, o tronco e finalmente a cabeça do pau, que tava explodindo de prazer. Enfiou a cabeça inteira na boca dela e senti uma onda de saliva quente descendo pelo meu pau até as bolas. Ela não parava de babar, e o calor da boca dela na minha cabeça fez eu sentir a explosão chegando, mas segurei...
Ela chupou até o fundo enquanto acariciava minhas bolas com uma mão, e eu pedi pra ela tirar a roupa. Ela tirou a saia e a regata, ficando só de conjuntinho fio dental branco e sutiã vermelho — era a coisa mais excitante do mundo ver ela assim. Começou a andar de quatro pela cama, chegou perto de mim e me deu um beijo de língua do mais quente e excitante possível. Depois, sem parar de andar de quatro, me sorriu safada e se aproximou de novo do meu pau, mas dessa vez a bundinha dela e a buceta ficaram viradas pra mim. Ela passou a perna direita com cuidado por cima da minha cabeça, ficando na famosa posição 69, onde pude me deliciar com os sucos da pussy mais perfeita do mundo: rosada, pequena e, acima de tudo...virgem, puxei a tanga um pouco e chupei e chupei enquanto curtia o melhor boquete do mundo, ela tinha uma garganta profundamente funda que eu nunca nem suspeitei, acariciei o clitóris dela com meu dedo do meio, e molhei ele com os sucos dela pra lubrificar bem, não precisava de saliva mas mesmo assim chupei meu dedo pra sentir o gostinho delicioso dela, enfiei o dedo nela e ela respondeu com um gemido metade dor metade prazer, no começo bem devagar e cuidadoso, o que me deixou saborear a buceta dela por mais um tempo, depois, dando um pouco de força, ela parou de me chupar porque não conseguia segurar os gemidos, até que gritou tão alto que achei que tava matando ela mas, ela adorava, tinha certeza, foram só uns segundos desses gritos até que pequenos jatos e gotinhas de gozo caíram no meu rosto, me excitando pra caralho, o corpo dela tremia demais pelo primeiro orgasmo, aí eu me decidi: dar outro, agarrei com os dois braços a bunda dela e tirei a tanga com os dentes, me prendi na buceta dela como um carrapato e chupei como nunca na minha vida, mordia de leve o clitóris dela enquanto chupava selvagemente a buceta dela, tudo tão rápido que parecia ao mesmo tempo, nisso, ela me chupou e começou a me dar a melhor punheta do mundo, fazendo algo que considerei uma jogada arriscada, falei pra ela me chupar, que eu avisava se gozasse, ela obedeceu mas sabia que não ia cumprir minha promessa, chupou até eu sentir as veias do meu pau encherem de sangue, e joguei o maior jato de porra da minha vida, enchendo até a garganta dela com meu leite, ela só tossiu, mas engoliu o resto, e, pra minha surpresa, sorriu pra mim, eu parei de chupar e ela, em vez disso, me chupou mais um pouco pra limpar os restos de porra, porra quente que pelo visto ela adorou, me chupou as bolas de novo, o que fez meu pau subir na hora, então eu falei pra ela:— não tenho camisinha
- não importa, meu amor, te falei que era um presentinho, comecei a tomar os remédios faz um mês, não te contei nada porque era surpresaDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Não acreditei no que ouvia. Ela agiu por conta própria, sem sair da posição do 69, se arrastou um pouco pra frente e sentou um pouco abaixo do meu abdômen, me dando a melhor vista que já tive da melhor bunda do mundo. Pegou meu pau com a mão esquerda e colocou na buceta dela, e começou a descer devagar, quase no ritmo de uma tartaruga, porque tava doendo um pouco — ela era virgem.
Desceu, desceu até encostar tudo, e aí soltou um gemido que claramente era de dor, mas isso não impediu ela de subir e descer de novo suavemente. Enquanto isso, eu me levantei um pouco pra segurar ela pelos peitos por trás, beijando as costas e o pescoço dela. Ela começou a pegar ritmo, cada vez mais rápido, até que tava numa velocidade incrível, e uns gritos de prazer enchiam a casa. Meu pau ia explodir. Sabia que ela tinha gozado de novo quando senti a buceta dela apertar meu pau igual ratoeira pega rato. Ela tinha acabado, e na hora parou, disse que adorou e que tinha gozado, mas que não dava pra continuar, que tava doendo muito porque foi intenso pra primeira vez dela. Eu concordei, resignado, mas quando pisquei, senti de novo aquela língua mágica no meu pau. Não podia acreditar, ela tava me chupando de novo. E dessa vez me fez levantar e se ajoelhou na minha frente. Enquanto chupava, eu falei:-Acabei, amor, acabei.
-Mete em mim, buceta, me dá o gozo.
-Acabei, acabei!Explodi... gozei na boca dela de novo, enquanto ela soltou um gemido abafado pela porra. Ela me limpou de novo com os melhores beijos de língua, e com um sorrisinho safado se vestiu, e me disse.—Você me desvirginou, amor, tá feliz?
—Mais do que nunca, te amo.
Achei que assim terminava a primeira vez dela, mas eu estava enganado...
Continua...
Era um dia mais que casual, quente até dava pra dizer, embora não estivesse pra andar de regata, com uma blusa de moletom ou um casaquinho leve tava de boa. Cheguei em casa com a minha mina de uns 15 anos, toda uma gata, era divina, pele branquinha, olhos verdes como faróis com delineado preto e cabelo castanho lindo, os peitos maiores, redondos e perfeitos que uma garota da idade dela podia ter. Eu, com meus 17 recém-completados, tava mais que feliz e apaixonado por ela, a bundinha dela era tipo aquelas maçãs que você vê e só quer morder.
Quando entrei, minha mãe me disse:— Já terminei de trabalhar, vou sair com sua avó, volto mais tarde. Ah, e te ligo, Juliano. Ele falou pra você ligar pra ele.
—Ok, mãe, um abraço.Quando subi pro quarto da minha mãe, onde fica o PC com internet, minha mina sentou na frente e começou a navegar, vendo fotolog das amigas, como sempre fazia. Eu sentei na cama e liguei pro meu amigo. Ele atendeu e começou a me contar um bagulho do colégio, não entendi direito, porque nessa hora minha garota, a Lore, virou a tela do computador e me mostrou um vídeo foda, protagonizado por uma loira gostosa pra caralho, corpo incrível, e um cara com um amigo bem avantajado... Quando vi aquilo, fiquei em choque, não entendia nada. Ela era virgem, eu não, mas... nunca tinha transado com ela, nunca pressionei, nunca passamos de uns beijos e umas carícias mais ousadas, nunca forcei a barra. Tava apaixonado por ela e não queria perder ela nem apressar as coisas só por causa de sexo, mesmo que as punhetas lembrando dela fossem inevitáveis...
Quando vi aquilo, fiquei paralisado. Ela me olhou com cara de safada, aquele sorrisinho com olhar malicioso, enquanto eu tentava falar alguma coisa. Juliano continuava me contando sobre a briga na saída, onde todos meus amigos se meteram. Eu não fui, matei aula com minha mina pra ficar de pegação na pracinha, mas naquele momento não tava nem aí. Só falava: "É, Juliano", concordando com sei lá o que ele tava dizendo, não tava prestando atenção. Lore abriu as pernas na cadeira, deixando eu ver por baixo da saia jeans que tanto dava inveja nos caras que olhavam ela enquanto andava de mão dada comigo. Mostrou uma calcinha fio dental bem fininha, branca, e o dedo dela esfregava a área onde o clitóris devia estar por baixo daquela peça minúscula. Ela puxou a regata pra baixo, me dando uma visão linda dos peitos dela, só cobertos pelo sutiã vermelho que me deixava doido quando eu via por baixo das camisetas brancas que ela usava... Não acreditei no que tava rolando, enquanto eu ainda tinha o telefone no ouvido e Juliano continuava com a lenga-lenga, ela me... diz no outro ouvido:-Vou te fazer umpresentinhoCoisa à qual eu só pude responder com uma tentativa de grunhido, eu tava ficando excitado, sentia meu pau forçando por baixo da calça jeans, o que doía um pouco, e ela, como se pressentisse o que eu tava pensando naquele momento, me disse:- Tá doendo? Eu te ajudo, meu amor.Abro a braguilha e deixo minha calça jeans na altura dos joelhos, ela me fez deitar na cama enquanto Julian continuava falando sem parar.
Minha cueca ficava molhada com o líquido transparente que escorria da cabecinha do meu pau por causa da excitação, ela só passava a palma da mão acariciando tudo por cima da cueca, indo da ponta até o tronco e as bolas, me dando uns arrepios que me faziam tremer e me excitavam pra caralho. Ela começou a beijar minhas bolas por cima da cueca, a passar a língua no tecido que ficava cheio de saliva e molhava minhas bolas por baixo, me deu uma pele de galinha, e eu soltei uma espécie de gemido involuntário, e Julian diz:—Tá aí, porra? Que barulho é esse?Tira o tubo, estica um braço e desconecta o telefone. Minha cueca, cada vez mais molhada, deixou meu pau escapar pela abertura feita pra mijar. Ela, com uma maestria foda, tirou minhas bolas pelo mesmo buraco e chupou elas de um jeito incrível — até o último pelo do meu corpo arrepiou. Ela enfiava uma bola na boca, depois a outra, e então, lenta, suave e gostosa, arrastou a língua daquela área sensível que não é nem cu nem saco, até as bolas, o tronco e finalmente a cabeça do pau, que tava explodindo de prazer. Enfiou a cabeça inteira na boca dela e senti uma onda de saliva quente descendo pelo meu pau até as bolas. Ela não parava de babar, e o calor da boca dela na minha cabeça fez eu sentir a explosão chegando, mas segurei...
Ela chupou até o fundo enquanto acariciava minhas bolas com uma mão, e eu pedi pra ela tirar a roupa. Ela tirou a saia e a regata, ficando só de conjuntinho fio dental branco e sutiã vermelho — era a coisa mais excitante do mundo ver ela assim. Começou a andar de quatro pela cama, chegou perto de mim e me deu um beijo de língua do mais quente e excitante possível. Depois, sem parar de andar de quatro, me sorriu safada e se aproximou de novo do meu pau, mas dessa vez a bundinha dela e a buceta ficaram viradas pra mim. Ela passou a perna direita com cuidado por cima da minha cabeça, ficando na famosa posição 69, onde pude me deliciar com os sucos da pussy mais perfeita do mundo: rosada, pequena e, acima de tudo...virgem, puxei a tanga um pouco e chupei e chupei enquanto curtia o melhor boquete do mundo, ela tinha uma garganta profundamente funda que eu nunca nem suspeitei, acariciei o clitóris dela com meu dedo do meio, e molhei ele com os sucos dela pra lubrificar bem, não precisava de saliva mas mesmo assim chupei meu dedo pra sentir o gostinho delicioso dela, enfiei o dedo nela e ela respondeu com um gemido metade dor metade prazer, no começo bem devagar e cuidadoso, o que me deixou saborear a buceta dela por mais um tempo, depois, dando um pouco de força, ela parou de me chupar porque não conseguia segurar os gemidos, até que gritou tão alto que achei que tava matando ela mas, ela adorava, tinha certeza, foram só uns segundos desses gritos até que pequenos jatos e gotinhas de gozo caíram no meu rosto, me excitando pra caralho, o corpo dela tremia demais pelo primeiro orgasmo, aí eu me decidi: dar outro, agarrei com os dois braços a bunda dela e tirei a tanga com os dentes, me prendi na buceta dela como um carrapato e chupei como nunca na minha vida, mordia de leve o clitóris dela enquanto chupava selvagemente a buceta dela, tudo tão rápido que parecia ao mesmo tempo, nisso, ela me chupou e começou a me dar a melhor punheta do mundo, fazendo algo que considerei uma jogada arriscada, falei pra ela me chupar, que eu avisava se gozasse, ela obedeceu mas sabia que não ia cumprir minha promessa, chupou até eu sentir as veias do meu pau encherem de sangue, e joguei o maior jato de porra da minha vida, enchendo até a garganta dela com meu leite, ela só tossiu, mas engoliu o resto, e, pra minha surpresa, sorriu pra mim, eu parei de chupar e ela, em vez disso, me chupou mais um pouco pra limpar os restos de porra, porra quente que pelo visto ela adorou, me chupou as bolas de novo, o que fez meu pau subir na hora, então eu falei pra ela:— não tenho camisinha
- não importa, meu amor, te falei que era um presentinho, comecei a tomar os remédios faz um mês, não te contei nada porque era surpresaDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Não acreditei no que ouvia. Ela agiu por conta própria, sem sair da posição do 69, se arrastou um pouco pra frente e sentou um pouco abaixo do meu abdômen, me dando a melhor vista que já tive da melhor bunda do mundo. Pegou meu pau com a mão esquerda e colocou na buceta dela, e começou a descer devagar, quase no ritmo de uma tartaruga, porque tava doendo um pouco — ela era virgem.
Desceu, desceu até encostar tudo, e aí soltou um gemido que claramente era de dor, mas isso não impediu ela de subir e descer de novo suavemente. Enquanto isso, eu me levantei um pouco pra segurar ela pelos peitos por trás, beijando as costas e o pescoço dela. Ela começou a pegar ritmo, cada vez mais rápido, até que tava numa velocidade incrível, e uns gritos de prazer enchiam a casa. Meu pau ia explodir. Sabia que ela tinha gozado de novo quando senti a buceta dela apertar meu pau igual ratoeira pega rato. Ela tinha acabado, e na hora parou, disse que adorou e que tinha gozado, mas que não dava pra continuar, que tava doendo muito porque foi intenso pra primeira vez dela. Eu concordei, resignado, mas quando pisquei, senti de novo aquela língua mágica no meu pau. Não podia acreditar, ela tava me chupando de novo. E dessa vez me fez levantar e se ajoelhou na minha frente. Enquanto chupava, eu falei:-Acabei, amor, acabei.
-Mete em mim, buceta, me dá o gozo.
-Acabei, acabei!Explodi... gozei na boca dela de novo, enquanto ela soltou um gemido abafado pela porra. Ela me limpou de novo com os melhores beijos de língua, e com um sorrisinho safado se vestiu, e me disse.—Você me desvirginou, amor, tá feliz?
—Mais do que nunca, te amo.
Achei que assim terminava a primeira vez dela, mas eu estava enganado...
Continua...
16 comentários - Relato Real, Surpresa Virgem
me canso un cacho leer pero un buen relato que suerte capo!!!!
si virgen..... 🙄
saludos
la 2º`para cuando?
alto levante