Me chamo Fernando, tenho 32 anos e sou casado há 7 anos. Não tenho filhos, espero me formar e só aí a gente vai começar a tentar. Sol, minha esposa, é mais nova que eu, ela tem 26, é enfermeira e é muito gostosa, uma baixinha linda. A verdade é que a gente curte muito nosso casamento, viajamos e temos um sexo muito bom.
Há dois anos, minha sogra Marga ficou viúva. O parceiro dela (não é o pai da minha mulher) morreu num acidente e ela, sempre que pode, vem dormir aqui em casa. No começo, tudo bem, mas depois começou a ficar chata pra caralho, e com um excesso de confiança, critica a organização da minha casa, meus horários, minhas saídas pro pôquer, etc., o que me enche o saco pra cacete.
Ela é uma mulher jovem, tem 49 anos, vive pra ela, financeiramente tranquila porque ficou com a pensão do marido e o seguro de vida gordo. Passa o dia todo na academia, caminha e anda de bicicleta na orla. É uma mulher ativa, tem muita carne, tudo no lugar, tudo muito comível. É ruiva, graças às mãos da cabeleireira, não muito alta, no máximo um metro e sessenta, peitão bonito e um quadril excelente, sempre de legging marcando a entrada da estação. Minha recepção é sempre a mesma: "que buceta e eu sem bota! Atrevidooo". A gente sempre fala com duplo sentido, ela é muito brincalhona. Ela sempre diz a mesma coisa: "Se o teu sogro te ouvisse..." Por sorte, o corno mora longe com a nova família, então não enche o saco!
Em várias ocasiões, eu pedia pra ela salvar meu casamento, falar com a Sol sobre sexo anal e, se não conseguisse convencê-la, que ela ajudasse. Aí ela me disse pra esquecer, que nunca fez isso e é totalmente contra essa prática. Eram raros os momentos em que a gente tava de bom humor com a Marga, porque ela sempre soltava uma besteira.
Faz uns dois jogos de pôquer que a gente tava conversando com os caras sobre a merda que é chegar em casa e encontrar ela. Principalmente quando a Sol tá de plantão e eu tenho que... preparar o jantar e lavar a louça, já que ela estraga as mãos com o detergente, a putinha.
A gente tinha organizado tudo. Na quarta-feira eu ia ficar com minha sogra, Sol de plantão no hospital e os moleques iam entrar na casa do sequestro e íamos dar um susto na velha.
A gente tava preparando o jantar. Marga como sempre no sofá, com o controle na mão, vendo a novela dela. Mosqui entrou de balaclava, pegou minha sogra por trás, com uma pistola de brinquedo, e me disse "É um assalto, se mexer, mato sua mãe!". Pelo amor de Deus, não faz nada com ela (hehe). Nessa hora entraram mais dois e ela tava dando chute pra todo lado. Encapuzaram ela e eu fingi que tava sendo amarrado e encapuzado. O Mudo, doidão se é que existe, se perdeu na onda e me deu um soco. Pra que caralhos ele me bateu se a velha não tava vendo nada?!
Fiquei todo torto no sofá. Pediam grana, enquanto picavam o que eu ia servir. Ela falava que não tinha dinheiro, o Turco me disse, leva o mongolão (eu) pra buscar a grana, enquanto a gente procurava fita adesiva. Tamparam a boca da Marga com a fita pack. Já era a zoeira.. a ideia era que eles fossem embora. Supostamente íamos dar uns trocados.
O Mudo fala.. olha como essa mamacita tá gostosa, não gosta de sutiã. Então, ele abaixou o zíper da jaqueta dela e era verdade, a gente percebeu que por baixo da jaqueta, ela não tinha nada. Ela começou a se debater. Sentamos ela na cadeira de madeira, amarramos as mãos e as pernas nas pernas da cadeira com a fita. Isso tava passando do limite, ela virava a cabeça com força, sinalizando que não tava de acordo. Os caras se olhavam e não sabiam como continuar, o Turco sugeriu que ela não se mexesse, porque podia se machucar. Com uma tesoura ele cortou a calça dela e dava pra ver alguns dos pelinhos dela saindo da calcinha branca. Isso tava indo pro caralho, a gente começou a apalpar ela, todo mundo falava, menos eu! Queria me matar, a gente mordia os peitos dela, os mamilos dela apareciam na noite e uma auréola forte rodeava. Foram 3 os filhos que maminharam há mais de 20 anos aqueles peitos e os mamilos sentiam falta.. com a mesma tesoura, cortamos o algodão da calcinha dela e só o elástico, mastigavam o limite com a virilha. Éramos meninos exploradores.. separávamos os lábios dela com os dedos e começávamos a brincar na caverna dela. Um, dois.. enfiávamos três dedos.. de dentro escorria um líquido morno. Puxaram ela pelos cabelos e jogaram no sofá. Cada um com a pica dura começava a foder ela.. ela se contorcia dentro do capuz, e os caras estavam desesperados. O Mudo tava perdido nos peitos dela, o Turco metia com fúria.. Ela, sem falar, reconhecia o primeiro orgasmo. Assim depois de um tempo.
O Turco gozou como se fosse a primeira vez que fazia, o filho da puta encheu a buceta dela de porra.. o Mudo, antes de gozar, parou na frente dela e com três estocadas, marcava o peito dela. Então, criei coragem, ela em pé escorava o peito no apoio de braço, virei ela, e fui atrás. Queria saber se era verdade a história da virgindade do cu dela. Quando enfiei o dedo, ela pirou, mmmmmmm mmmmmmmmmmm !!!!!!!!! só se ouvia, em forma de total desacordo, pelo que esperava ela, cada mmm, deixava meu pau mais furioso, parecia que ia cortar as fitas, soltava sons. Pra não ser tão bruto, cuspi na minha mão, passei na cabeça, apoiei no asterisco do cu e enfiei. Ela tremeu, se torceu e eu, com o controle por trás, metia com força. Velha puta, queria gritar! Mas não podia, eu tava acabado.. Depois de penetrar com força, gozei dentro dela e ela, pelo outro buraco, deixava escorrer os sucos.
Sinceramente, não sou o mais pica grossa. Mas tô bem. Vejo que os caras já iam vazar, todos, menos o Mudo. Tava doidão, não conseguia se segurar, me separou pelo braço, me pegou com força, deu um toque na minha cabeça e puxou o pedaço de carne dele. A cabeça roxa brilhava, tentava entrar pelo cu dela de novo, e não conseguia. Ele dobrava ela, pegava com força desde a raiz o pauzão dele, enfiava na buceta dela e agora, molhada pelos líquidos e pelos espermas que estavam dentro da Marga, meteu de uma vez. Imaginem, ela ficou dura igual uma tábua, equilibrada no braço do sofá. Ele começou a foder ela. A perna direita dela começou a dar cãibra. Ela se mexia, com medo de dar um infarto na velha. Ele apertava com força os bicos dos peitos dela, parecia que queria arrancá-los. Com o dedo indicador e o polegar, ele beliscava com violência. Minha sogra gozou de novo, acho que pela terceira ou quarta vez... Quando o Mudo gozou, de novo no cu da minha sogra. Ela ficou exausta, largada no sofá. Não sabia o que fazer, saí correndo e pedi pro Turco me dar um soco. O idiota fez isso e me rasgou o lábio. Sangrava.
Entrei aos gritos na sala e fui direto tirar o capuz da minha sogra. Antes, quando eu disse que eles já tinham ido embora, ela olhava como o Mudo tinha deixado o cu dela. Arrombadíssimo!! Tirei o capuz, abracei ela e ela limpou o sangue da minha boca. Ela estava num êxtase tão grande que nem percebeu que estava semi-nua, dava pra ver os líquidos e o sangue escorrendo pela perna dela.
Tudo passou, por sorte, não fizemos a denúncia porque a Sol ia se preocupar e a gente teria que se mudar pra longe da casa dela.
Aconselhei ela a tomar um banho e que eu ia cuidar dela.. e depois falam que não tem insegurança.. só sensação!!
Há dois anos, minha sogra Marga ficou viúva. O parceiro dela (não é o pai da minha mulher) morreu num acidente e ela, sempre que pode, vem dormir aqui em casa. No começo, tudo bem, mas depois começou a ficar chata pra caralho, e com um excesso de confiança, critica a organização da minha casa, meus horários, minhas saídas pro pôquer, etc., o que me enche o saco pra cacete.
Ela é uma mulher jovem, tem 49 anos, vive pra ela, financeiramente tranquila porque ficou com a pensão do marido e o seguro de vida gordo. Passa o dia todo na academia, caminha e anda de bicicleta na orla. É uma mulher ativa, tem muita carne, tudo no lugar, tudo muito comível. É ruiva, graças às mãos da cabeleireira, não muito alta, no máximo um metro e sessenta, peitão bonito e um quadril excelente, sempre de legging marcando a entrada da estação. Minha recepção é sempre a mesma: "que buceta e eu sem bota! Atrevidooo". A gente sempre fala com duplo sentido, ela é muito brincalhona. Ela sempre diz a mesma coisa: "Se o teu sogro te ouvisse..." Por sorte, o corno mora longe com a nova família, então não enche o saco!
Em várias ocasiões, eu pedia pra ela salvar meu casamento, falar com a Sol sobre sexo anal e, se não conseguisse convencê-la, que ela ajudasse. Aí ela me disse pra esquecer, que nunca fez isso e é totalmente contra essa prática. Eram raros os momentos em que a gente tava de bom humor com a Marga, porque ela sempre soltava uma besteira.
Faz uns dois jogos de pôquer que a gente tava conversando com os caras sobre a merda que é chegar em casa e encontrar ela. Principalmente quando a Sol tá de plantão e eu tenho que... preparar o jantar e lavar a louça, já que ela estraga as mãos com o detergente, a putinha.
A gente tinha organizado tudo. Na quarta-feira eu ia ficar com minha sogra, Sol de plantão no hospital e os moleques iam entrar na casa do sequestro e íamos dar um susto na velha.
A gente tava preparando o jantar. Marga como sempre no sofá, com o controle na mão, vendo a novela dela. Mosqui entrou de balaclava, pegou minha sogra por trás, com uma pistola de brinquedo, e me disse "É um assalto, se mexer, mato sua mãe!". Pelo amor de Deus, não faz nada com ela (hehe). Nessa hora entraram mais dois e ela tava dando chute pra todo lado. Encapuzaram ela e eu fingi que tava sendo amarrado e encapuzado. O Mudo, doidão se é que existe, se perdeu na onda e me deu um soco. Pra que caralhos ele me bateu se a velha não tava vendo nada?!
Fiquei todo torto no sofá. Pediam grana, enquanto picavam o que eu ia servir. Ela falava que não tinha dinheiro, o Turco me disse, leva o mongolão (eu) pra buscar a grana, enquanto a gente procurava fita adesiva. Tamparam a boca da Marga com a fita pack. Já era a zoeira.. a ideia era que eles fossem embora. Supostamente íamos dar uns trocados.
O Mudo fala.. olha como essa mamacita tá gostosa, não gosta de sutiã. Então, ele abaixou o zíper da jaqueta dela e era verdade, a gente percebeu que por baixo da jaqueta, ela não tinha nada. Ela começou a se debater. Sentamos ela na cadeira de madeira, amarramos as mãos e as pernas nas pernas da cadeira com a fita. Isso tava passando do limite, ela virava a cabeça com força, sinalizando que não tava de acordo. Os caras se olhavam e não sabiam como continuar, o Turco sugeriu que ela não se mexesse, porque podia se machucar. Com uma tesoura ele cortou a calça dela e dava pra ver alguns dos pelinhos dela saindo da calcinha branca. Isso tava indo pro caralho, a gente começou a apalpar ela, todo mundo falava, menos eu! Queria me matar, a gente mordia os peitos dela, os mamilos dela apareciam na noite e uma auréola forte rodeava. Foram 3 os filhos que maminharam há mais de 20 anos aqueles peitos e os mamilos sentiam falta.. com a mesma tesoura, cortamos o algodão da calcinha dela e só o elástico, mastigavam o limite com a virilha. Éramos meninos exploradores.. separávamos os lábios dela com os dedos e começávamos a brincar na caverna dela. Um, dois.. enfiávamos três dedos.. de dentro escorria um líquido morno. Puxaram ela pelos cabelos e jogaram no sofá. Cada um com a pica dura começava a foder ela.. ela se contorcia dentro do capuz, e os caras estavam desesperados. O Mudo tava perdido nos peitos dela, o Turco metia com fúria.. Ela, sem falar, reconhecia o primeiro orgasmo. Assim depois de um tempo.
O Turco gozou como se fosse a primeira vez que fazia, o filho da puta encheu a buceta dela de porra.. o Mudo, antes de gozar, parou na frente dela e com três estocadas, marcava o peito dela. Então, criei coragem, ela em pé escorava o peito no apoio de braço, virei ela, e fui atrás. Queria saber se era verdade a história da virgindade do cu dela. Quando enfiei o dedo, ela pirou, mmmmmmm mmmmmmmmmmm !!!!!!!!! só se ouvia, em forma de total desacordo, pelo que esperava ela, cada mmm, deixava meu pau mais furioso, parecia que ia cortar as fitas, soltava sons. Pra não ser tão bruto, cuspi na minha mão, passei na cabeça, apoiei no asterisco do cu e enfiei. Ela tremeu, se torceu e eu, com o controle por trás, metia com força. Velha puta, queria gritar! Mas não podia, eu tava acabado.. Depois de penetrar com força, gozei dentro dela e ela, pelo outro buraco, deixava escorrer os sucos.
Sinceramente, não sou o mais pica grossa. Mas tô bem. Vejo que os caras já iam vazar, todos, menos o Mudo. Tava doidão, não conseguia se segurar, me separou pelo braço, me pegou com força, deu um toque na minha cabeça e puxou o pedaço de carne dele. A cabeça roxa brilhava, tentava entrar pelo cu dela de novo, e não conseguia. Ele dobrava ela, pegava com força desde a raiz o pauzão dele, enfiava na buceta dela e agora, molhada pelos líquidos e pelos espermas que estavam dentro da Marga, meteu de uma vez. Imaginem, ela ficou dura igual uma tábua, equilibrada no braço do sofá. Ele começou a foder ela. A perna direita dela começou a dar cãibra. Ela se mexia, com medo de dar um infarto na velha. Ele apertava com força os bicos dos peitos dela, parecia que queria arrancá-los. Com o dedo indicador e o polegar, ele beliscava com violência. Minha sogra gozou de novo, acho que pela terceira ou quarta vez... Quando o Mudo gozou, de novo no cu da minha sogra. Ela ficou exausta, largada no sofá. Não sabia o que fazer, saí correndo e pedi pro Turco me dar um soco. O idiota fez isso e me rasgou o lábio. Sangrava.
Entrei aos gritos na sala e fui direto tirar o capuz da minha sogra. Antes, quando eu disse que eles já tinham ido embora, ela olhava como o Mudo tinha deixado o cu dela. Arrombadíssimo!! Tirei o capuz, abracei ela e ela limpou o sangue da minha boca. Ela estava num êxtase tão grande que nem percebeu que estava semi-nua, dava pra ver os líquidos e o sangue escorrendo pela perna dela.
Tudo passou, por sorte, não fizemos a denúncia porque a Sol ia se preocupar e a gente teria que se mudar pra longe da casa dela.
Aconselhei ela a tomar um banho e que eu ia cuidar dela.. e depois falam que não tem insegurança.. só sensação!!
7 comentários - Sensacion de inseguridad..
me queda la tia suegra que te aseguro que se me cae si la veo desnuda xd
exelente el relato 🙎♂️ 🙎♂️