A puta da Diana

A puta da Diana.
A história que vou contar aconteceu há vários anos. Diana era minha namorada na época, já estávamos juntos há um bom tempo e curtíamos muito nossos encontros carnais, digamos assim. Certo dia, na festa de aniversário de um amigo em comum, tivemos nosso primeiro sexo hardcore, como chamam. Pra vocês terem uma ideia, Diana é baixinha, 1,60m, magra, cabelo castanho claro, pele morena, peitos normais — nem muito pequenos nem muito grandes. Cintura fina e uma bunda que me deixava sem fôlego quando ela usava saia curta, além de umas pernas bem torneadas porque malhava na academia.

Bom, naquela noite fui buscá-la em casa. Ela não me recebeu porque ainda não estava pronta (raro em mulher). Quem me atendeu foi a mãe dela, que disse que a Diany (como chamavam em casa) ainda estava se arrumando. Não tive escolha a não ser esperar, conversando besteiras com a mãe e os irmãos dela. Depois de quase uma hora, finalmente a Diany desceu e estava do jeito que eu gostava de ver. Ela vestia um top branco, justo, que marcava bem os peitos e deixava ver um pouco de pele na altura da cintura, e uma saia jeans bem curta, uns cinco dedos acima do joelho, que mostrava as pernas torneadas. Nem preciso dizer como fiquei — quase não a levei pra festa, mas, como falei, era o aniversário de um amigo em comum. Saímos de casa com a típica frase das mães: "CUIDA DELA PRA MIM, FILHO". Respondi: "Pode ficar tranquila, dona, EU CUIDO DELA". A verdade é que não pretendia cumprir, mas também não esperava o que aconteceu depois.

Chegamos na festa. Vários amigos já estavam lá, conversamos com eles, dançamos — a típica festa onde você conhece a maioria das pessoas. Num momento, me afastei da Diana e fiquei com meus amigos, sem deixar de dar uma olhada nela de vez em quando. A bunda da Diana me deixava louco, e, pelos olhares dos meus amigos, eles também estavam vidrados. Peguei eles várias vezes olhando pra bunda da minha querida namorada, mas não falei nada. A verdade é que... Compreensível e, além disso, não os culpava, aquela bunda não dava pra deixar passar.

Já passadas as horas, com muita alegria e cachaça na cabeça, saímos pra dançar. Ela, já com uns drinks a mais, dançava bem colada, roçando a bunda no meu pau, que nessa altura já não dava pra disfarçar a ereção. Minha sorte era que as luzes da casa estavam apagadas e não dava pra notar. Cheguei perto do ouvido dela e falei que ela tava me deixando louco e que parasse com a sarração pra mais tarde, que eu tinha uma surpresa pra ela (a surpresa não era bem uma surpresa, o plano era sair como a gente sempre fazia, sem se despedir de ninguém, e ir pra um motel dar vazão à nossa safadeza). Ela entendeu minhas intenções e, no final da música, disse que ia conversar com a Elizabeth, uma amiga dela que tinha chegado há pouco e queria cumprimentar. Não objetei e fui procurar meus amigos pra espairecer a mente e passar o tesão que tava naquele momento.

Já passadas 2 da madrugada e com mais álcool no sangue, começaram as fotos com o aniversariante soprando a vela junto com o grupo de amigos. Diana voltou a se juntar a mim e ao meu grupo, e em cada foto em grupo, eu não perdia a chance de passar a mão na bucetinha ou na bunda dela. Nessa altura, com tanta mão boba, notei que ela também queria sair correndo da festa. Mas o Emílio (o aniversariante) já tava bem bêbado e me agarrou, com aquele papo de "você é meu parceiro, eu te amo" e todas essas coisas que a gente fala quando exagera na bebida. E ele não me soltava pra eu não ir embora, porque queria continuar bebendo com outros amigos. E como ele já me conhecia, sabia que eu saía sem me despedir, então não me largava.

Num momento de descuido, peguei a Diana e levei pra um canto na cozinha (deixando os poucos que ainda estavam na sala), e perguntei como a gente ia dar o fora. A safada disse que já tava pensando nisso, mas tava vendo difícil, porque onde o Emílio mora não é avenida principal e a gente não podia pegar um táxi, então olha, não sei como você se livra dos seus amigos, porque hoje eu quero que você me arrebente, fiquei gelado pelo jeito que ela falou comigo, só consegui beijá-la com muita paixão e desci minha mão para acariciar a rachadura dela do jeito que ela gostava, mas levei um susto ao notar a pererequinha depilada dela, já não tinha calcinha, ela tinha tirado, parou de me beijar e sussurrou no meu ouvido "estou muito molhada, então tirei a tanga", isso me descontrolou e eu a beijei de novo, mas dessa vez me apressei em enfiar um dedo na rachadura dela e senti a umidade, e pude confirmar o que ela tinha dito antes, ela nem aí, baixou a mão até a altura do meu zíper e começou a apalpar meu pau por cima da calça, o tesão era tanto que eu estava prestes a comê-la ali mesmo, mas os passos do Emilio se aproximando da cozinha fizeram a Diana se afastar e voltar como se estivesse arrumando algo no micro-ondas que estava perto da gente. "Emilio", falei num tom nervoso, e ele respondeu "temos que comprar mais bebida, vamos à loja da esquina", e nós concordamos, eu e a Diana (é ruim contrariar os bêbados).

Aí saímos para a sala para ir à loja, vi 3 amigos que já estavam bem bêbados e meio dormindo, os únicos 3 que ainda estavam de pé éramos eu, o Emilio e a Diana, saímos para comprar, mas a loja já estava fechada, então não teve jeito, voltamos sem a bebida. Na caminhada até a loja, não perdi a oportunidade de apertar as bundas da Diana, e ela reagia com sorrisos nervosos pela possibilidade do Emilio perceber e porque eu estava fazendo isso na rua. Normalmente não faço essas coisas, mas estava com o pau duro e com os drinks que tinha tomado, nada me importava. O Emilio, enquanto isso, continuava falando um monte de besteira. Eu, por minha vez, ficava dizendo no ouvido da Diana que queria arrebentar ela toda, o que a deixava ainda mais excitada.

Assim que chegamos na casa do Emilio, meus amigos já estavam todos Dormidos, Emilio pela caminhada frustrada por conseguir mais álcool entrou no banheiro pra vomitar, ajudamos ele a sair do banheiro e deixamos ele na sala com meus outros amigos, falei que já era tarde e que a gente ia embora, mas ele disse pra eu não ir, que ficasse pra dormir na casa dele já que ele não ia sair pra nos levar pra pegar táxi e não queria que acontecesse nada com a gente. Falei que não sabia, porque a Diana tinha que ir pra casa senão a gente se ferrava com a mãe dela, aí a puta da Diana disse: "não se preocupa, já liguei pro meu irmão pra ele falar pra minha mãe que não vou hoje."

Não sei por que, mas quando voltei a olhar o rosto da Diana, vi uma carinha de diabinha única, Emilio nessa altura mais dormindo que acordado me disse: "viu? fica, é melhor, me obedece." E olha que ele tinha razão. Obviamente aceitei e sentei pra conversar com ele enquanto Diana foi ao banheiro, como esse sono é pegajoso, não sei em que momento a gente dormiu e foi a Diana que bem devagar me levantou falando no meu ouvido: "vamos pro quarto do Emilio que já estão todos dormindo." Automaticamente meu pau subiu de novo e fomos pro quarto do Emilio, tranquei a porta e me joguei em cima da Diana, beijei ela tão forte que quase fiquei sem ar, mas naquele momento tanto ela quanto eu não queríamos romance, só sexo, ela se separou dos meus lábios e se ajoelhou na minha frente, pra isso nunca percebi quando ela baixou minha calça, tirou meu pau da cueca e começou a chupar como desesperada, chupava como sorvete (sabia que isso me adora), passava a língua da cabeça (vermelha de tão inchada que tava) até a base, depois chupava minhas bolas tão forte que até doía mas eu não ligava, era uma dor afrodisíaca, digamos assim, e repetia a ação da cabeça até a base e chupava minhas bolas... "isso, chupa minhas bolas, foxy filha da puta, se gosta de como eu chupo teu pau, papai? ahhh, você gosta?" perguntava com voz de menina inocente, "sim, puta, continua chupando", "papai, eu sou sua putinha vadia ?? A vadia perguntou de novo.. Até então, nosso relacionamento era super normal, nunca tínhamos nos tratado nem dito as coisas que estávamos dizendo naquele momento, mas a tesão somada ao álcool serviu de desculpa pra nos desinibir e jogar fora todo tabu.
Diana continuava com a tarefa de chupar minha pica e, puta merda, ela fazia bem pra caralho. Continua, minha vadia, chupa minha pica, isso, minha vadia, chupa assim, eu dizia. Diana, obediente, começou a chupar pica como toda uma profissional. O único problema é que ela nunca tinha conseguido enfiar tudo na boca, e que melhor ocasião pra tentar (não que eu tenha uma grande, mas ela nunca tinha conseguido). Então, no calor do boquete que ela tava me fazendo, eu falei… bom, ordenei… "Olha aqui, minha vadia, não segura minha pica com as mãos, quero sentir só sua boca na minha pica." Ela, muito obediente, fez isso e colocou as mãos atrás das costas. Eu peguei a cabeça dela com minhas mãos e comecei um vai e vem rítmico da cabeça dela na minha pica, mas só até onde ela conseguia engolir. Assim até que eu fiquei de saco cheio e peguei o cabelo dela com uma mão e com a outra comecei a dar tapas na cara dela (isso sempre me deixava louco, quando via o mestre Rocco fazendo isso com as putas dele no filme). Por um momento, pensei que a Diany não ia gostar disso, mas estava muito enganado. Ela não disse nada e continuou chupando minha pica. "Continua, vadia", e eu dava tapas… "continua, minha vadia… chupa." Afastava a cabeça dela da minha pica só pra ela pegar um pouco de ar e continuava com aquele boquete foda que ela tava me dando… era como comer ela pela boca. Só ouvia de vez em quando um "uuuuhhh" dos engasgos que eu fazia ela ter e sentia as unhas dela cravadas nas minhas coxas quando ela se afogava. Num momento, arrastei ela até a borda da cama, onde apoiei a cabeça dela e continuei comendo a boca dela e dando tapas… "Vadia, fala que você ama pica." Afastei a cabeça dela da minha pica e a saliva escorria da boca dela e caía no top… e com a voz entrecortada pela falta de ar, ela disse… "Sim, papai, eu amo. encanta tua pirocaaaa e enfiei o pau de novo na boca dela, bati forte na cara dela, falei com o pau na boca dela...... nessa altura eu tratava ela não como minha namorada, mas como uma puta vulgar..... Ela tentou falar, mas não dava pra entender o que dizia... e de um só empurrão enfiei o pau até a raiz, foi uma sensação deliciosa sentir a cabeça do meu pau na garganta dela e o nariz dela encostando na minha barriga, me senti no paraíso, mas a Diana tava se afogando, me avisou cravando as unhas nas minhas coxas, então soltei ela... uuuhhhhhh quase me afoga, filho da puta, ela disse... bom, foi o que entendi... não respondi nada, só olhei pra cara de puta dela e a cachoeira de saliva saindo da boca dela e enfiei meu pau inteiro de novo na garganta dela de um só empurrão e bati nela de novo, mas dessa vez tirei logo, deixei ela respirar um par de vezes e enfiei de novo, repeti essa ação umas 6 vezes, tirei pela última vez e de novo ela começou a babar como uma torneira...

Viu, puta, que você adora como eu como sua boca...... quase sem fôlego ela dizia sim, pai, faz comigo o que quiser, EU SOU SUA foxy, essas palavras me excitaram ainda mais do que eu já tava, aquela cena dela ajoelhada no chão com a cara borrada cheia de saliva igual ao meu pau me deixou doido e me perturbou mais ainda, mandei ela levantar e tirar a roupa, não sem antes dar outro tapa na cara dela, ela aceitou, sem reclamar e bem obediente começou a tirar o top molhado de saliva, eu por minha parte fiz o mesmo com minha calça que notei também molhada de saliva da Diana e quando me virei pra ver a Diana ela tava tirando a mini saia, mas eu parei ela ao ver a calcinha fio dental que ela usava era muito pequena na parte que cobre a bunda, quase um fio. Parei ela e joguei na cama deixando de quatro, peguei ela pela cintura e puxei a calcinha pro lado e comecei a chupar a buceta dela, ela gemia de prazer... ahhhhhh simmmmm pai simmmmmm, chupa minha buceta ela dizia na luxúria dela, tava tão doce como sempre, mas nunca tinha notado ela tão molhada, chupei a buceta dela por um bom tempo até ela gozar, percebi pelos gemidos que dava e pelos espasmos dos músculos, mas nem por isso parei, pelo contrário, continuei com mais força… papai me mataaaaaaaaaaaaaaaaas ahhhhhh siiiiiii continua que me parte siiiiiiiiiiiiiiiiii, comecei a lamber a buceta dela e fui subindo até chegar no cu dela, que também tava molhado pelos sucos da Diana, isso foi tipo um choque elétrico no corpo da Diana, ela gemia e gritava siiiiiii chupa minha buceta siiiiii lambe meu cu papai siiiiii ahhhhhhhhhh ohhhhhhhhhhh, nãoooo paaaaare siiiii, meti minha língua no cu da Diana até onde dava, ela só conseguia gritar aiiiiii Deus que gostoso papai siiiiiii, tirei a língua do cu já dilatado dela, meti meu pau ainda molhado pela saliva dela na buceta dela com um empurrão, não precisava de lubrificante, tava banhado nos fluidos dela e na minha saliva, ohhhhhhhhhhhhhh que gostoso continua por favor não tira me parte papai me parte, me faz tua, siii continua mete teu pau gostoso siiii siiiiii até o fundo siiiii, eu, como era de esperar, continuei com minha tarefa de arrebentar a bucetinha da Diany, aproveitei a excitação dela e enfiei meu dedão no cu dela enquanto continuava furando a bucetinha dela, como fazia antes de meter no cuzinho, ayyyyyyyyy papai que gostoso mete outro dedo papai que eu vou gozar siiii siiiii tirei o dedão e meti o indicador e o anular, Diany arrebentada de prazer na buceta e no cu terminou pela 3ª vez, contorcendo o corpo e gritando que gostoso papai que delícia…. Ahhhhhhhhh ahhhhhhhh ahhhhhhhh, nisso tudo não sei se era minha excitação de ver ela e querer continuar arrebentando que não tinha nem de longe vontade de terminar..

Então tirei meu pau da buceta dela e mandei ela chupar, Diany não esperou outra ordem e começou a chupar meu pau e pra deixar limpo dos fluidos dela, chupou minhas bolas como a deusa do boquete que era e até se atreveu a só meter na boca até a garganta, claro que não tanto tempo, mas me surpreendeu que ela fez isso sozinha, sim, minha putinha, enfia tudo na boca, ahhhhh sim, minha putinha, continua ooohhhhhhhhhh, Diany tirou a pica da boca, engasgando aggggggg agggggg, papai, enfia no meu cu por favor, arrebenta ele do jeito que você sabe...
Ela enfiou a pica de novo na boca e começou a cuspir nela, papai, pra entrar rápido com minha saliva, papai, enfia o ovo no meu cu, papai, siiiiiiiiiiiii enfia, virou o corpo e ficou de quatro de novo, mas dessa vez a cabeça dela tava apoiada no colchão e as mãos dela tavam abrindo as tampas das nádegas, o que deixava o buraco do cu à minha disposição, o ânus da Diany ainda era bem apertado (fazia pouco tempo que eu tinha começado a penetrar ela analmente, mas descobri que ela já tava começando a gostar, mesmo que no começo não fosse do agrado dela quando eu metia por trás) e nessa posição mais que sugestiva, tendo a bunda toda da Diana à minha disposição, peguei minha pica com uma mão e apontei pro buraco dela, pensei em fazer como sempre, devagarzinho pra não machucar, mas dessa vez tinha que ser diferente, então brinquei com o ânus, enfiava a cabeça e tirava, enfiava e tirava, até que notei que já tava um pouco dilatado, Diany tava com as costas suadas, não sei se de dor ou da excitação que causava, ou uma mistura dos dois, putinha, você gosta do que eu faço? siiiim, papai, siiiim, adoro quando você me come pelo cu, siiiim, mas enfia logo por favor, siii, arrebenta meu cu, arrebenta ele, papai...

Essas palavras chegaram na ponta do meu pau e, sem pensar duas vezes, apontei minha pica pro ânus da Diany e, de uma só enfiada, cravei até a raiz, ayyyyyyyyyyyyy Diany gritou desgarradoramente, eu tinha enfiado a pica toda de uma vez, maldito, você arrebentou meu cu, ela gritou, ayyyy meu cu, soluçava a pobre Diana, mas nunca disse tira, eu já acostumado com a dor deixei minha pica cravada naquele cu, Diana, de dor, já tinha parado de abrir as nádegas com as mãos e amassava os lençóis com uma mão e com a outra limpava as lágrimas dos olhos. "Calma, minha putinha, que a dor vai passar logo e o bom vai chegar." Ela continuava repetindo: "Você rasgou minha bunda, me desmontou inteira", ainda soluçando. Não respondi, e fiquei mais uns segundos sem mexer minha pica dentro do cu dela. Aos poucos, comecei a me mover, tirei a pica do cu dela e passei a língua no buraquinho da Diany, já bem dilatado, e cuspi várias vezes pra lubrificar. "Siiiiim", ela respondeu de novo, já com menos dor, Diana. "Siiiiim, papai, cospe no meu cu pra não doer tanto, siiiim, papai, siiiiiim, ahhhhhhh, oooohhhhhhhhh", só falava isso enquanto eu lambia o cu dela. Me afastei pra meter de novo no cu, mas a Diany virou e, sem dizer nada, começou a chupar minha pica de novo pra lubrificar a entrada. Passava a língua da cabeça até a base e cuspia... "Agora sim, papai, rasga meu cu de novo."

Diana agora se deitou de barriga pra cima na cama (do pobre Emílio, que continuava dormindo na sala da casa dele, sem saber o que rolava no quarto), com as pernas sobre o peito e os braços abraçando os joelhos, deixando tudo aberto e uma visão bem clara do cu ainda escancarado dela. "Agora sim, papai, mete tudo igual há pouco, arrebenta meu ânus... Me faz ver estrelas... Siiim, papai, abre meu cu, por favor... Siiim, minha putinha, agora vou te comer de cu de novo." Apontei a cabeça vermelha da minha pica pro cu da gostosa da Diana e enfiei igual da outra vez, de uma só vez até o talo, faltando pouco pra cravar as bolas também. "Ayyyyyyyyyyy siiiiiiiii", "Tá doendo, putinha?", perguntei com voz de tesão, e comecei a bombar o cu da Diany, no começo devagar mas fundo... Tirava quase toda minha pica inchada e metia de novo. "Ayyyyyyyyyy aaaahhhhhhhhhh iiiiiiiii siiiim, papai, mas eu gosto, me dá mais pica, mete esse pedaço de carne quente no buraco do meu cu, continua, siiiiiim, siiiisiiiiiiiiiii, continuaaaaaa, siiiiiiii, papai, continua. continua, gostoso. Sinto que você abre meu cu como uma flor… Papai, me dá mais pau, deixa eu sentir cada centímetro de carne entrando no meu cu, siiiiiiiiiiiiiii.

Continuei sodomizando devagar a bunda da Diany, enfiando o pau aos poucos e tirando do mesmo jeito pra ela sentir e pro ânus dela se acostumar melhor com meu pau. E ao mesmo tempo, veio na minha cabeça a frase da mãe da Diana: "ME CUIDA DELA, MEU FILHO". Era doentio pensar nisso, mas o que posso dizer? Veio na minha mente. E claro que eu tava cuidando dela, senhora, tava cuidando do melhor jeito (pra mim, claro), do cu da sua filhota… Siiiiii, buceta, assim, me dá no cu, me dááááááááá, siiiiiii, sssssiiiiiiii…

Comecei então a aumentar a velocidade das minhas investidas. Ahhhhhhhh, aaaaaaaahhhhhhh, siiiiiiiiiiii, meu Deus, vou gozar de novo, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, me dá mais rápido, filho da puta, me dá, me dá duro no cu, gritava fora de si a Dianita, siiiiiiiiiiiiiiiiiii, ssssiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. E assim, pela quarta vez, a putinha se contorceu mais do que nas vezes anteriores. Tirei então o pau do cu dela e enfiei de novo na buceta dela. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, não é possível, que gostoso, meu Deus, que riiiiiiiiiiiiiicccccccccccccco, siiiii.

Enfiava e tirava meu pau da buceta da Dianita, depois enfiava de novo no cu dela. Já nessa altura, tava bem dilatado e não sentia dor, só prazer. Enfiava o pau no cu dela e tirava pra enfiar na buceta, e de novo enfiava no cu (isso também me excitava quando o Mestre Rocco fazia). Ficamos assim um bom tempo. A pobre da Diany só conseguia dizer: "Vou gozar de novo, continua me fudendo, arrebenta meu cu e minha xereca", gritava fora de si.

Já meu pau não aguentava mais e eu falei: "Vou gozar, puta, vou gozar…" Siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhhhhhh, papai, goza na minha cara, quero sentir seu leite quente, papai, siiiiiiiiiiiiiii, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Aumentei mais a velocidade das minhas investidas na bunda e na boceta da Diana até sentir que ela não aguentava mais e eu tirei do cu ou da buceta dela, bem, não lembro onde eu tava naquele momento….

A Dianita, sabendo que eu ia gozar, se levantou rápido e enfiou o pau na boca dela, chupando sem controle, e com uma mão me ajudava a bater uma. "Siiim, papai, me dá seu leite", ela dizia. "Siiiiiiii, ahhhhhhh, siiiiiiii."

Eu gritei: "Ahhhhh, siiiim, vou gozar!" e tirei o pau da boca dela. Ela começou a me masturbar rapidamente com a mão e passou a língua na cabeça do pau. "Ahhhhhhh, siiiim, papai, siiiiii, me enche de leite!" E foi isso. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhh... Nunca tinha gozado tanto leite. Atingiu o cabelo dela, o rosto, fechou um olho, o nariz e a boca.

Depois, a Diany enfiou meu pau de novo na boca e chupou o leite que ainda restava. Com a mão, ela tirou o que estava espalhado no rosto, colocou na boca e engoliu tudo. "Você gosta de tomar meu leite, papai?" "Sim, sua puta", respondi. "Toma tudo, não desperdiça", falei maliciosamente. Depois, ela se levantou e foi ao banheiro se limpar. Eu caí exausto na cama. Ela voltou e a gente dormiu um pouco.

Depois acordei e fui ver meus amigos, mas eles ainda estavam dormindo. Então saímos sem sermos vistos e fomos tomar café da manhã num lugar perto.

"Foi uma loucura ontem à noite", ela disse. "Sim", respondi. "Mas você gostou, sua putinha?" perguntei. "Sim, papai, adorei." E a gente caminhou procurando onde comer. Já no lugar, percebi que ela tinha dificuldade pra sentar, fazia isso devagar e de lado. Com um pouco de sarcasmo, perguntei: "Algum problema?" "Sim, você arrebentou minha bunda ontem à noite", ela disse, sem pensar onde estávamos. Por sorte, não tinha ninguém por perto. "Sim, sua puta, quando repetimos?" perguntei com um olhar safado. Ela me olhou e respondeu: "Papai, deixa minha bunda se recuperar da selvagem foda que você deu, e a gente repete." E olha que repetimos mesmo... Mas isso já é outra história... Espero que tenham gostado.

13 comentários - A puta da Diana

Me la imagino desnuda y se me erecta la verga! jaja Buena onda de relato!
te pasaste compai esa historia de tu vida esta dura 😀
Gracias!!, baje los demas para seguir la serie te dejo mis puntos