A puta da Diana.
A história que vou contar aconteceu há vários anos. Diana era minha namorada na época, já estávamos juntos há um tempinho e curtíamos muito nossos encontros carnais, digamos assim. Certo dia, na festa de aniversário de um amigo em comum, tivemos nosso primeiro sexo hardcore, como dizem. Pra vocês terem uma ideia, Diana é baixinha, 1,60 de altura, magra, cabelo castanho claro, pele morena, peitos normais – nem muito pequenos nem muito grandes –, cintura fina e uma bunda que me deixava sem fôlego quando ela usava saia curta, além de umas pernas bem torneadas porque malhava na academia.Bom, naquela noite, fui buscá-la em casa. Ela não me recebeu porque ainda não estava pronta (raro em mulher, né?). Quem me atendeu foi a mãe dela, que disse que a Diany (como chamavam em casa) ainda estava se arrumando. Não tive escolha a não ser esperar, conversando besteiras com a mãe e os irmãos dela. Depois de quase uma hora, finalmente a Diany desceu e estava do jeito que eu gostava de ver: vestindo um top branco, justo, que marcava bem os peitos e deixava ver um pouco de pele na altura da cintura, e uma mini saia jeans uns cinco dedos acima do joelho, que mostrava as pernas torneadas dela. Nem preciso dizer como fiquei – quase não a levei pra festa. Mas, como falei, era o aniversário de um amigo em comum. Saímos de casa com a frase típica das mães: "CUIDA DELA PRA MIM, FILHINHO". Respondi: "Pode deixar, dona, EU CUIDO DELA". A verdade é que não pretendia cumprir, mas também não esperava o que aconteceu depois.
Chegamos na festa, vários amigos já estavam lá. Conversamos com eles, dançamos, a típica festa onde você conhece a maioria das pessoas. Num momento, me separei da Diana e fiquei com meus amigos, sem deixar de dar uma olhada nela de vez em quando. A bunda da Diana me deixava louco, e, pelos olhares dos meus amigos, eles também estavam na mesma. Peguei eles várias vezes olhando pra bunda da minha querida namorada, mas não falei nada – a verdade é que... compreensível e, além disso, não os culpava, aquela bunda não dava pra deixar passar.
Já passadas as horas, com muita alegria e cachaça na cabeça, saímos pra dançar. Ela, já com uns copos a mais, dançava bem colada, roçando a bunda no meu pau, que nessa altura já não dava pra disfarçar a ereção. Minha sorte era que as luzes da casa estavam apagadas e não dava pra notar. Cheguei perto do ouvido dela e falei que ela tava me deixando louco e que parasse com a sarração pra mais tarde, que eu tinha uma surpresa pra ela (a surpresa não era bem uma surpresa, o plano era sair como a gente sempre fazia, sem se despedir de ninguém, e ir pra um motel dar vazão à nossa safadeza). Ela entendeu minhas intenções e, no fim da música, disse que ia conversar com a Elizabeth, uma amiga dela que tinha chegado há pouco e queria cumprimentar. Não objetei e fui procurar meus amigos pra espairecer a mente e passar o tesão que tava naquele momento.
Já passadas 2 da madrugada e com mais álcool no sangue, começaram as fotos com o aniversariante soprando a vela com o grupo de amigos. Diana voltou a se juntar a mim e ao meu grupo, e em cada foto em grupo eu não perdia a chance de passar a mão na bucetinha ou na bunda dela. Nessa altura, com tanta mãozada, notei que ela também queria sair correndo da festa. Mas o Emílio (o aniversariante) já tava muito bêbado e me agarrou, com aquele papo de "você é meu parceiro, eu te amo" e todas essas coisas que a gente fala quando exagera na bebida. E ele não me soltava pra eu não ir embora, porque queria continuar bebendo com outros amigos. E como já me conhecia, sabia que eu saía sem me despedir, então não me largava.
Num momento de descuido, peguei a Diana e levei pra um canto na cozinha (deixando os poucos que ainda estavam na sala), e perguntei como a gente ia dar o fora. A sem-vergonha disse que já tava pensando nisso, mas tava achando difícil, porque a casa do Emílio não fica numa avenida principal e a gente não podia... pegar um táxi, então olha, não sei como você se livra dos seus amigos, porque hoje quero que você me arrebente, fiquei gelado pelo jeito dela falar comigo, só consegui beijá-la com muita paixão e desci minha mão para acariciar a rachadura dela como ela gostava, mas levei um susto ao notar a xereca depilada dela, já não tinha calcinha, ela tinha tirado, parou de me beijar e sussurrou no meu ouvido: "estou muito molhada, então tirei a tanga", isso me descontrolou e eu a beijei de novo, mas dessa vez me apressei em enfiar um dedo na rachadura dela e senti a umidade, e pude confirmar o que ela tinha dito antes, ela nem aí, baixou a mão até a altura do meu zíper e começou a apalpar meu pau por cima da calça, a putaria era tanta que eu estava prestes a foder ela ali mesmo, mas os passos do Emilio se aproximando da cozinha fizeram a Diana se afastar e voltar como se estivesse arrumando algo no micro-ondas que estava perto da gente. "Emilio", falei num tom nervoso, e ele respondeu: "temos que comprar mais bebida, vamos na loja da esquina", e nós concordamos, Diana e eu (é ruim contrariar bêbados).
Aí saímos para a sala para ir à loja, vi 3 amigos que já estavam bem bêbados e meio dormindo, os únicos 3 que ainda estavam de pé éramos Emilio, Diana e Eu, saímos pra comprar, mas a loja já estava fechada, então não teve jeito, voltamos sem a bebida, na caminhada até a loja não perdi a chance de apertar as nádegas da Diana, e ela reagia com sorrisos nervosos pela possibilidade do Emilio perceber e porque eu estava fazendo isso na rua, normalmente não faço isso, mas estava com o pau duro e com os drinks que tinha tomado, nada me importava. Emilio enquanto isso continuava falando um monte de merda, eu do meu lado continuava dizendo no ouvido da Diana que queria arrebentar ela toda, o que a deixava mais excitada.
Assim que chegamos na casa do Emilio, meus amigos já estavam todos Dormidos. O Emílio, por causa da caminhada frustrada pra conseguir mais bebida, entrou no banheiro pra botar o estômago pra fora. A gente ajudou ele a sair do banheiro e deixou ele na sala com meus outros amigos. Falei que já era tarde e que a gente ia embora, mas ele disse pra eu não ir, que ficasse pra dormir na casa dele, já que ele não ia sair pra levar a gente pegar um táxi e não queria que nada acontecesse com a gente. Falei que não sabia, porque tinha que levar a Diana em casa, senão a mãe dela ia encher o saco. Aí a puta da Diana disse: "Não se preocupa, já liguei pro meu irmão pra ele falar pra minha mãe que não vou chegar hoje."
Não sei por quê, mas quando olhei de novo pro rosto da Diana, vi uma carinha de diabinha única. O Emílio, nessa altura mais dormindo que acordado, falou: "Viu? Fica, é melhor. Me obedece." E olha que ele tinha razão. Obviamente aceitei e sentei pra conversar com ele enquanto a Diana foi no banheiro. Como o sono é pegajoso, não sei em que momento a gente apagou. Foi a Diana que, bem devagar, me acordou falando no meu ouvido: "Vamos pro quarto do Emílio, todo mundo já dormiu." Automaticamente minha pica subiu de novo e a gente foi pro quarto do Emílio. Tranquei a porta e me joguei em cima da Diana. Beijei ela com tanta força que quase fiquei sem ar, mas naquele momento, tanto eu quanto ela não queríamos romance, só sexo. Ela separou os lábios dos meus e se ajoelhou na minha frente. Pra isso, nunca percebi quando ela baixou minha calça, tirou minha pica da cueca e começou a chupar como uma desesperada. Ela mamava como se fosse sorvete (sabia que isso me deixa louco), passava a língua da cabeça (vermelha de tão inchada) até a base, depois chupava minhas bolas com tanta força que até doía, mas eu não ligava. Era uma dor afrodisíaca, digamos assim. E repetia a ação: da cabeça até a base e chupava minhas bolas... "Isso, chupa minhas bolas, foxy, filha da puta." "Cê gosta de como eu chupo sua pica, pai? Ahhh, cê gosta?", perguntava com voz de menina inocente. "Sim, puta, continua chupando." "Pai, eu sou sua putinha. vadia ?? A vadia perguntou de novo.. Até então, nossa relação era super normal, nunca tínhamos nos tratado nem falado as coisas que estávamos falando naquele momento, mas o tesão somado ao álcool serviu de desculpa pra nos desinibir e largar todo tabu.
Diana continuava com a tarefa de chupar minha pica e, puta merda, ela mandava bem, continua sua vadia chupa minha pica sim sua vadia chupa assim eu falava, Diana obediente começou a chupar pica como toda uma profissional, o único problema é que ela nunca tinha conseguido enfiar tudo na boca e que melhor ocasião pra tentar (e não é que eu tenha grande, mas ela nunca tinha conseguido), então no calor do boquete que ela tava me fazendo eu falei… bom, ordenei… olha aqui sua vadia não pega na minha pica com as mãos quero sentir só sua boca na minha pica, ela muito obediente fez isso e colocou as mãos atrás das costas, eu peguei a cabeça dela com minhas mãos e comecei um vai e vem rítmico da cabeça dela na minha pica, mas só até onde ela conseguia engolir, até que eu fiquei doido e peguei o cabelo dela com uma mão e com a outra comecei a dar tapas na cara dela, (isso sempre me deixava louco, quando via o mestre Rocco fazer isso com as putas dele), por um momento pensei que a Diany não ia gostar disso, mas tava muito enganado, ela não falou nada e continuou chupando minha pica, continua sua vadia e eu dava tapas… continua sua vadia …chupa separava a cabeça dela da minha pica só pra ela pegar um ar e continuava com aquele boquete foda que ela tava me dando… era como comer ela pela boca.. só ouvia de vez em quando um uuuuuhhh dos engasgos que eu fazia ela ter e sentia as unhas dela cravadas nas minhas coxas quando ela se afogava, num momento arrastei ela até a borda da cama onde apoiei a cabeça dela e continuei comendo a boca dela e dando tapa… vadia me fala que você ama pica, afastei a cabeça dela da minha pica e a saliva escorria da boca dela e caía no top dela… e com voz entrecortada pela falta de ar ela falou….sim papai eu encanta tua pirocaaaa e enfiei o pau na boca dela de novo, bati forte nela. Falei com o pau na boca dela... nessa altura, não tratava ela como minha namorada, mas como uma puta vulgar... Ela tentou falar, mas não dava pra entender o que dizia... e de um só empurrão, enfiei o pau até a raiz, foi uma sensação deliciosa sentir a cabeça do meu pau na garganta dela e o nariz dela tocando minha barriga, me senti no paraíso, mas Diana estava se afogando, me avisou cravando as unhas nas minhas coxas, então soltei ela... uuuhhhhhh quase me afoga, filho da puta, ela disse... bom, foi o que entendi... não respondi nada, só olhei pra cara de puta dela e a cachoeira de saliva que saía da boca dela e enfiei todo meu pau de novo na garganta dela de um só empurrão e bati nela de novo, mas dessa vez tirei logo, deixei ela dar umas respiradas e enfiei de novo, essa ação repeti umas 6 vezes, tirei pela última vez e de novo ela começou a babar como uma torneira...
Viu, puta, que você adora como eu como sua boca... quase sem fôlego, ela dizia sim, papai, faz comigo o que quiser, EU SOU SUA foxy, essas palavras me excitaram ainda mais do que já estava, aquela cena dela ajoelhada no chão com a cara borrada, cheia de saliva, igual meu pau, me deixou louco e me excitou mais, mandei ela levantar e tirar a roupa, não sem antes dar outro tapa na cara dela, ela aceitou, sem reclamar e muito obediente começou a tirar o top molhado de saliva, eu fiz o mesmo com minha calça que notei também molhada de saliva da Diana e quando me virei pra ver a Diana, ela estava tirando a mini, mas parei ao ver a calcinha fio dental que ela usava, era muito pequena na parte que cobre a bunda, quase um fio. Parei ela e joguei na cama deixando de quatro, peguei ela pela cintura e puxei a calcinha pro lado e comecei a chupar a buceta dela, ela gemia de prazer... ahhhhhh sim, papai, sim, chupa minha buceta, ela dizia na luxúria dela, estava tão doce como sempre, mas nunca tinha notado ela tão molhada. Chupei a buceta dela por um bom tempo até ela gozar, percebi pelos gemidos que dava e pelos espasmos dos músculos, mas nem por isso parei, pelo contrário, continuei com mais força... papai me mataaaaaaaaaaaaaaaaas ahhhhhh siiiiiiiii continua que você me parte siiiiiiiiiiiiiiiiii, comecei a lamber a buceta dela e fui subindo até chegar no cu dela, que também tava molhado pelos sucos da Diana, isso foi tipo um choque elétrico no corpo da Diana, ela gemia e gritava siiiiiii chupa minha buceta siiiiii lambe meu cu papai siiiiii ahhhhhhhhhh ohhhhhhhhhhh, nãooooo paaaaara siiiii, enfiei minha língua no cu da Diana até onde dava, ela só conseguia gritar aiiiiiiii Deus que gostoso papai siiiiiii, tirei minha língua do cu já dilatado dela, enfiei meu pau ainda molhado pela saliva dela na buceta dela com um empurrão, não precisava de lubrificante, tava banhado nos líquidos dela e na minha saliva, ohhhhhhhhhhhhhh que gostoso continua por favor não tira me parte papai me parte, me faz sua, siii continua enfia teu pau gostoso siiii siiiii até o fundo siiiii, eu, como era de esperar, continuei com minha missão de arrebentar a bucetinha da Diany, aproveitei a excitação dela e enfiei meu dedão no cu dela enquanto continuava furando a bucetinha dela, como fazia antes de meter no cuzinho dela, ayyyyyyyyy papai que gostoso enfia outro dedo papai que eu vou gozar siiii siiiii tirei meu dedão e enfiei o indicador e o anular, Diany arrebentada de prazer na buceta e no cu dela terminou pela 3ª vez, contorcendo o corpo e gritando que gostoso papai que delícia…. Ahhhhhhhhh ahhhhhhhh ahhhhhhhh, nisso tudo não sei se era minha excitação de ver ela e querer continuar arrebentando que eu não tinha nem de longe vontade de terminar..
Então tirei meu pau da buceta dela e mandei ela chupar, Diany não esperou outra ordem e começou a chupar meu pau e pra deixar limpo dos sucos dela, chupou minhas bolas como a deusa do boquete que era e até se atreveu a só enfiar até a garganta, claro que não tanto tempo, mas me surpreendeu que ela fez isso sozinha, sim, minha putinha, enfia tudo na boca, ahhhhh sim, minha putinha, continua ooohhhhhhhhhh, Diany tirou a pica da boca, engasgando aggggggg agggggg, papai, enfia no meu cu por favor, arrebenta ele do jeito que você sabe...
Ela enfiou a pica de novo na boca e começou a cuspir nela, papai, pra entrar rápido com minha saliva, papai, enfia o ovo no meu cu, papai, siiiiiiiiiiiii, enfia, virou o corpo e ficou de quatro de novo, mas dessa vez a cabeça dela tava apoiada no colchão e as mãos dela tavam abrindo as tampas da bunda, deixando o buraco do cu à minha disposição, o cu da Diany ainda era bem apertado (fazia pouco tempo que eu tinha começado a meter no cu dela, mas descobri que ela já tava começando a gostar, mesmo que no começo não fosse a prazer dela quando eu metia por trás). Nessa posição mais que sugestiva, com a bunda toda da Diana à minha disposição, peguei minha pica com uma mão e apontei pro buraco dela, pensei em fazer como sempre, devagar pra não machucar, mas dessa vez tinha que ser diferente, então brinquei com o cu, enfiava a cabeça e tirava, enfiava e tirava, até que notei que já tava um pouco dilatado, Diany tava com as costas suadas, não sei se de dor ou da excitação que causava, ou uma mistura dos dois, putinha, você gosta do que eu faço? siiiim, papai, siiiim, adoro quando você me come pelo cu, siiiim, mas enfia logo por favor, siiiim, parte meu cu, parte ele, papai...
Essas palavras chegaram na ponta do meu pau e, sem pensar duas vezes, apontei minha pica pro cu da Diany e, de uma só enfiada, cravei até a raiz, ayyyyyyyyyyyyy, Diany gritou desgarradoramente, tinha enfiado a pica toda de uma vez, maldito, você quebrou meu cu, gritou ayyyy, meu cu, soluçava a pobre Diana, mas nunca disse tira, eu já acostumado com a dor, deixei minha pica cravada naquele cu, Diana, de dor, já tinha parado de abrir a bunda com as mãos. e amassava os lençóis com uma mão e com a outra limpava as lágrimas dos olhos. "Calma, minha putinha, que a dor vai passar logo e o bom vai chegar." Ela continuava repetindo: "Você rasgou meu cu, me arrombou toda", e continuava soluçando. Não respondi, e fiquei mais uns momentos sem mexer minha pica dentro do cu dela. Aos poucos, comecei a me mover, tirei a pica do cu dela e passei a língua no buraquinho da Diany, já bem dilatado, e cuspi várias vezes pra lubrificar. "Siiim", ela respondeu de novo, já com menos dor, Diana. "Siiim, papai, cospe no meu cu pra não doer tanto, siiim, papai, siiiiiim, ahhhhhhh, oooohhhhhhhhh", só falava enquanto eu lambia o cu dela. Me afastei pra meter de novo no cu, mas Diany virou e, sem dizer nada, começou a chupar minha pica de novo pra lubrificar a entrada. Passava a língua da cabeça até a base e cuspia. "Agora sim, papai, arromba meu cu de novo."
Diana agora se deitou de barriga pra cima na cama (do pobre Emílio, que continuava dormindo na sala da casa dele sem saber o que rolava no quarto), com as pernas sobre o peito e os braços abraçando os joelhos, deixando tudo aberto e uma visão bem clara do cu ainda escancarado dela. "Agora sim, papai, mete tudo igual a pouco, arrebenta meu ânus... Me faz ver estrelas... Siiim, papai, abre meu cu, por favor... Siiim, minha putinha, agora vou te comer de novo pelo cu." Apontei a cabeça vermelha da minha pica pro cu da gostosa da Diana e meti igual da outra vez, de uma só vez até o talo, faltando pouco pra enfiar as bolas também. "Ayyyyyyyyyyy, siiiiiiiii", "Tá doendo, putinha?", perguntei com voz de tesão, e comecei a bombar o cu da Diany, no começo devagar mas fundo... Tirava quase toda minha pica inchada e metia de novo. "Ayyyyyyyyyy, aaaahhhhhhhhhh, iiiiiiiii, siiiim, papai, mas eu gosto, me dá mais pica, enfia esse pedaço de carne quente no buraco do meu cu, continua, siiiiiim, siiiisiiiiiiiiiii, continuaaaaaa, siiiiiiii, papai, continua. continua que gostoso, sinto você abrindo meu cu como uma flor… Papai, me dá mais pau, deixa eu sentir cada centímetro de carne entrando no meu cu siiiiiiiiiiiiiii.
Continuei sodomizando lentamente a bunda da Diany, enfiando o pau aos poucos e tirando do mesmo jeito pra ela sentir e pro ânus dela se acostumar melhor com meu pau, e ao mesmo tempo veio na minha cabeça a frase da mãe da Diana me dizendo: "CUIDA BEM DELA, MEU FILHO". Era doentio pensar nisso, mas o que posso dizer? Veio na minha mente. E claro que eu tava cuidando dela, senhora, tava cuidando do melhor jeito (pra mim, claro), do cu da sua filhota… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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velocidade das minhas investidas na bunda e na boceta da Diana até que senti que ela não aguentava mais e tirei de dentro do cu ou da buceta dela, bom, não lembro onde eu tava naquele momento….
A Dianita, sabendo que eu ia gozar, se levantou rápido e meteu o pau na boca, chupando como se tivesse fora de si, e com uma mão me ajudava a bater uma. "Siiiiii, papai, me dá seu leite", ela dizia, "siiiiiiii, ahhhhhhh, siiiiiiii".
Eu gritei "ahhhhh, siii, vou gozar" e tirei o pau da boca dela, e ela começou a me masturbar rapidamente com a mão e passar a língua na cabeça do pau. "Ahhhhhhh, siiii, papai, siiiiii, me enche de leite", e foi assim, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhh... Nunca tinha gozado tanto leite, chegou até no cabelo dela, no rosto, fechei um olho, o nariz e a boca. Depois, a Diany meteu meu pau de novo na boca e chupou o leite que ainda restava, e com a mão tirou o que tava espalhado no rosto e colocou na boca, engolindo tudo.
"Você gosta que eu tome seu leite, papai...?"
"Sim, sua putinha", respondi, "toma tudo, não desperdiça", falei maliciosamente. Depois, ela se levantou e foi no banheiro se limpar, eu caí exausto na cama, ela voltou e a gente dormiu um pouco.
Aí acordei e fui ver meus amigos, mas eles ainda tavam dormindo, então saímos sem ninguém ver e fomos tomar café num lugar perto.
"Foi uma loucura ontem à noite", ela me disse. "Sim", respondi, "mas você gostou, sua putinha?", perguntei. "Sim, papai, amei..." E a gente caminhou procurando onde comer. Já no lugar, percebi que ela tava com dificuldade pra sentar, fazia devagar e de lado. Com um pouco de sarcasmo, perguntei: "Algum problema??" "Sim, você arrebentou meu cu ontem à noite", ela disse sem pensar onde a gente tava, por sorte não tinha ninguém por perto. "Sim, sua putinha, quando a gente repete?", perguntei com um olhar safado. Ela me olhou e respondeu: "Papai, deixa meu cu se recuperar da selvagem foda que você deu e a gente repete...." E olha que a gente repetiu mesmo... Mas isso já é outra história... Espero que tenham gostado.
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