Resident Evil: a praga sexual

Seis anos se passaram desde a destruição de Raccoon City e a falência da empresa Umbrella, culpada pelo vazamento de um vírus estranho naquela cidade. Um vírus que deixava quem fosse infectado extremamente excitado.
Seis anos se passaram até que a filha do presidente fosse sequestrada quando voltava da faculdade. A inteligência recebeu a informação de um contato desconhecido que garantiu ter visto ela; Ashley Graham, numa área da Espanha. Mais precisamente numa zona rural. Não se sabe quem a sequestrou e só um grupo pequeno sabe desse acontecimento.
Um dos sobreviventes do apocalipse de Raccoon City, e atual responsável pela proteção da família presidencial; o oficial Leon S. Kennedy, foi designado para ir até o local e resgatá-la numa missão solo pra manter o segredo do sequestro. Quem diria que os fantasmas do passado estavam prontos pra assombrar suas vítimas de novo? Quem diria que o pior de tudo ainda estava por vir? Quem diria que só passariam seis anos... pro Inferno ressurgir?
Resident Evil: A Praga Sexual
- Vai, conta por que você tá aqui. Tão longe da sua terra, cowboy! – exclamou o motorista do carro, atravessando a floresta de outono assustadora.
- Que jeito de quebrar o gelo... tô procurando a filha do presidente.
- E vai fazer isso sozinho? Ha!
- Sozinho? Não... conto com você.
- Eu?! Ah, por que eu tive que tirar o palito menor na delegacia?
O carro cruzou uma ponte rústica e pararam perto de uma casa;
- Esse é o caminho pra vila, pode descobrir alguma coisa naquela casa. Eu fico aqui pra não ter que pagar um ticket de estacionamento...
- É, claro... ticket de estacionamento no meio da floresta... tá bom, vou dar uma olhada. – disse Leon S. Kennedy. A missão dele era clara, encontrar alguma pista decente que revelasse o paradeiro da filha do presidente, ficaram pra trás lembranças terríveis da apocalíptica Raccoon City... adiante, adiante. Só havia uma confusão total escondida atrás de uma floresta bizarra. Ele entrou na casa sem problemas, já que a porta da frente estava aberta, indo em direção ao que parecia ser a sala. Uma moradora estava de costas, jogando lenha no fogo da lareira.
— Com licença, senhora? Estou procurando uma moça. — disse ele, tirando a foto de uma loira delicada de olhos azuis — A senhora viu ela por aqui?
— Que porra você tá fazendo aqui? Vaza, filho da puta. — respondeu a senhora com uma cara de poucos amigos.
— Ué... Por que você fala com sotaque de Tijuana? Pensei que isso aqui era a Espanha.
— Espera... Vem comigo. — disse a mulher, mordendo o lábio — Tô há um tempão sem ficar com um homem.
— Como? Sai pra lá... Sai pra lá, senhora!

Mas a mulher rapidamente se aproximou, arrancou o cinto dele pra baixar a calça jeans; "Senhora, tenho uma missão, não tenho tempo pra putaria!" Mas ao perceber que a mulher ainda tinha um físico admirável; umas curvas de dar inveja e uns peitos de arrebatar, pensou que uma rapidinha não faria mal a ninguém. Léon não teve muitos encontros sexuais na vida porque a tragédia de Raccoon deixou sequelas mentais que não deixavam ele se sair muito bem, mas essa condição mudaria drasticamente com a chegada dele ao vilarejo.

A mulher tirou a roupa bem rápido, se ajoelhou na frente dele e pegou o pau dele com a mão, levando até a boca babada e chupando como uma possessa. Léon ficou surpreso, nunca imaginou que os caipiras podiam ser tão tarados; "Foda, quando acabar a missão, vou tirar umas férias aqui, porra."

Ele pegou um punhado do cabelo da mulher e começou a guiar ela, aumentando o vai e vem da chupada. Só se ouvia a saliva batendo no líquido pré-gozo, a língua batendo seco na glande...

— Que boquete gostoso! — murmurou Léon, gozando tudo na boca dela com uma cara de puta satisfação. Fazia tanto tempo que ele nunca tinha aproveitado daquele jeito, nunca antes soube tão deliciosa uma chupada, sorriu e recuou pra sentar numa cadeira perto.
- Beleza, forasteiro – disse a senhora com longos fios de porra escorrendo nos lábios – agora pelo cu – E se posicionou de quatro no chão, mostrando sem vergonha nenhuma as carnes dela.
- Hã? Não, não, desculpa, já tô meio cansado. Além disso, tenho que continuar uma missão.
- Vamos, forasteiro – disse a mulher se lambendo os lábios – quando meu marido chegar, a gente faz um menage.
- Menage com outro homem?! – Léon pulou pela janela com o pau meia-bomba, espalhando os vidros pelo ar, correndo com a calça caindo.
- Essa gente é muito doida – pensou. Tentou voltar pro carro de onde tinha descido, mas ficou mudo ao ver que ele tinha sumido, junto com o oficial que o acompanhava. A ponte que tinham cruzado tava destruída e não tinha como voltar. Tudo começava a ficar com cara ruim.
De repente, um som estranho do rádio dele tirou ele daquela agonia; – "Léon, Léon?" e na mini tela do mesmo rádio, apareceu uma mulher:
- Hã? Quem é você?
"Sou a oficial Ingrid Hunnigan. Vamos manter contato pelo seu rádio."
- Não fode.
"Léon, você precisa entrar na vila e resgatar a Ashley Graham, a filha do Presidente."
- É... acho que não. Você não tem ideia do quão macabro é esse bosque, sem falar do povo.
"Tá com medo? O Presidente te escolheu, Léon!"
- Então que se foda. Não vou dar mais um passo.
"Léon... Léon!, podem me demitir se você não resgatar a Ashley..."
- Então se fode você também. Já falei que não vou a lugar nenhum, vou voltar andando até a capital.
"Léon, cala a boca. Ééé... prometo te foder como nenhuma mulher jamais fez."
- Não vou entrar na vila... Hã? Fuck?
"É isso mesmo, é só resgatar a Ashley e vir pra cá." – a tela do mini rádio mostrava a Hunnigan tirando a camisa e o sutiã, brincando com os peitos e mostrando a língua de um jeito vulgar.
"E aí, Léon? O que me diz? - Vou entrar na vila e resgatar a garota. Câmbio, desligo.

Motivado a transar, ele criou coragem e entrou na floresta, seguindo o caminho até chegar na vila, um monte de casebres com vários camponeses arando e trabalhando pacificamente ao redor. Tudo parecia normal até que nosso protagonista percebeu que, numa grande fogueira bem no centro do lugar, estava o motorista que o acompanhava, morto e queimando na brasa.

- Porra – sussurrou Léon – o que há com essa gente? – por um momento lembrou de Raccoon City, o clima bizarro parecia o mesmo, mas aqueles camponeses não agiam como os zumbis de Raccoon, falavam e andavam perfeitamente... mas de longe dava pra ver que não eram amigáveis.

- Lá está ele! – gritou um camponês – Peguem ele!

Léon caiu em si, vários homens e mulheres se aproximavam com ancinhos e machados; - Afastem-se! Sou oficial do Governo Norte-Americano!

- Você vai morrer, forasteiro – rosnou um camponês com uma motosserra. Aquilo o assustou, achou estranho ninguém ter intenção de conversar, todos iam direto matá-lo sem piedade. Léon olhou pra virilha do cara da motosserra e ficou confuso ao notar que o pau dele estava visivelmente duro por baixo da calça.

- Merda! E por que você tá tão tarado?! – gritou Léon, que atirou bem na cabeça dele. Então soube que não estava numa vila comum... a bala não o feriu. Tentou outros tiros nos outros camponeses e todos reagiam do mesmo jeito, cambaleavam ao levar o tiro mas não caíam.

- Vou te foder! – gritou uma mulher no meio da multidão que corria em direção ao nosso protagonista.

Léon pegou uma granada da cintura e jogou na horda de pessoas. Todos voaram e gritaram de dor com a explosão... só sobrou a poeira levantada do chão e uma grande dúvida na mente de Léon; que tipo de que inferno era aquele?
"Léon, Léon." – soou no rádio.
- Hunnigan? Puta merda, tive um encontro hostil com um monte de camponeses tarados.
"Camponeses tarados?"
- Pois é, tá vendo.
"Então... Léon, é uma ordem direta do Presidente: tome todas as medidas necessárias para encontrar e resgatar a Ashley."
- Entendido...
De repente, ouviu gritos atrás dele. Virou-se e viu, apavorado, mais camponeses vindo na direção dele. Sua Beretta mal tinha bala pra liquidar um, como ia fazer com o resto? A última coisa que queria era morrer num povoado de merda daquele, acabar no fogo igual o motorista. Olhou com determinação e apontou a Beretta firme pra eles... não tinha chance de matar todos.
E um sino começou a tocar mais longe.
"O sino" – murmurou um, "Temos que ir"... "Lord Sadler"... ... "Porra, fuck, fuck"
O povoado ficou vazio em questão de segundos. Léon ficou de boca aberta, a multidão de inimigos tinha se dissipado na direção da floresta, esquecendo completamente dele.
- Legal, pra onde foram todos?
- Bem-vindo, estrangeiro! – rosnou de repente uma voz rouca atrás dele.
- Vai tomar no cu! Não me assusta assim, filho da puta, quem é você? – perguntou, olhando pra ele. Parecia um monge com roupas azuladas, tinha uns olhos vermelhos estranhos e um pano cobrindo a boca, carregava uma mochila e tinha um aspecto corcunda.
- Tenho umas coisas beeem legais pra te vender, estrangeiro.
- Ah, é? Não tenho muita grana... o que você tem?
- Essa escopeta aqui te serve, custa umas trinta mil pesetas.
- Pesetas?! Só tenho dólares.
- Bom, vamos ver... quanto tá cotado o dólar? Tem calculadora, estrangeiro?
- Você acha que eu tenho...? Porra!, pega o dinheiro e me dá a escopeta.
- Toda sua, estrangeiro. – riu com a voz rouca.
- Agora me diz, não viu essa garota? Aqui, tenho a foto dela, chama Ashley.
- Hmm... que foto gostosa. Vou comprar ela de você por um preço bão.
- Porra, sua voz é irritante, você viu ela ou não? Ah, não?
- Sim, sim, essa loirinha tava sendo estuprada igual um bicho por uns camponeses, numa fazenda mais pro norte.
- Estuprada?!
- Isso mesmo. Até mais, estrangeiro. Volta logo, vou trazer umas armas melhores pra você terminar sua missão. – O mascate seguiu em direção à floresta e sumiu entre as árvores.
- Mais pro norte, hein? – Ele carregou a espingarda que tinha comprado e seguiu rumo à tal fazenda, cortando a floresta silenciosa e cheia de pedras. Algo dizia pra ele que aquilo tudo não passava do começo de uma jornada apocalíptica que ia ser foda sair ileso – uma vila inteira tava contra ele, e só uma espingarda separava ele da morte. De qualquer jeito, não era a primeira vez que ele passava por uma parada dessas.

Quando chegou na fazenda, entrou no único estábulo do lugar. Não encontrou a filha novinha do Presidente, mas sim um cara amarrado, com uma venda na boca, largado no chão.
- Você... você é um deles? – perguntou Léon, apontando a arma. Vendo que o cara não parecia ser violento igual os camponeses tarados, ele se agachou pra soltar as mãos dele e tirar o pano que o calava.
- Arrghh... que câimbra do caralho. Não, não sou "um deles", então só sobra uma pergunta importante... cê tem um cigarro?
- Não... só tenho umas ervas verdes, fumo elas pra recuperar energia. Quem é você? E o que tá fazendo aqui?
- Me chamo Luis Sera... era policial em Madri.
- Sou Léon... e como assim "era" policial?
- É que o salário de merda não dá pra ficar arriscando a vida nas ruas... ninguém valoriza seu trampo! Os heróis não são mais reconhecidos como antes... agora só sou um inútil. Mas ainda sou o queridinho das minas, isso sim.
- Eu também fui policial. Só aguentei um dia na corporação...
- Um dia só? Pensava que eu era ruim.
- De algum jeito, me envolvi no incidente de Raccoon City no meu primeiro dia na corporação.
- Raccoon City... não é aquela cidade que foi infectada por um vírus sexual?
- Isso aí. é. Ainda me lembro; tarados pra todo lado, orgias nas ruas.
- E aí, o que cê tá fazendo nessa parte do mundo, tira?
- Tô numa missão de resgate.
- Deixa eu adivinhar... cê tá procurando a filha do presidente dos Estados Unidos?
- Hum... coincidência demais pra ser "adivinhação". Quer se explicar?
- Eu vi ela, a gente comeu ela na fazenda várias vezes. É uma putinha a garota, hein?
- E cê consegue "adivinhar" onde ela tá?
- Levaram ela pra Igreja, isso é seguindo o caminho pro norte. E se cuida com os camponeses, são muito perigosos.
- Era isso que eu ia perguntar... Cê pode me dizer o que tá rolando aqui? Por que todo mundo tá tão tarado?
- É uma praga, Leon, uma "Praga Sexual". Agora não tenho tempo de te contar tudo... só posso dizer que a praga deixa o hospedeiro tarado, e faz ele falar com sotaque mexicano. Agora são "gado" manipulado.
- Isso explica por que o povo tem esse sotaque tão estranho, pensei que os programadores do jogo não sabiam porra nenhuma da Espanha... enfim.
- Tenho que ir, Leon, a gente se encontra mais pra frente – e Luis saiu do estábulo pra se perder na floresta. Leon tava entendendo, a experiência dele em Raccoon City ainda tava viva na memória e a nova missão só fazia reviver ela de vez em quando. Além da missão, Leon lutava com os fantasmas do passado. Saiu do estábulo, indo mais pro norte, já tava anoitecendo e uma chuva fina acompanhava sobre a floresta, mas o bom é que ele tava chegando perto da Igreja onde tinham a filha do presidente presa.
- Lá tá ele! Pega ele! – gritavam uns gados que vigiavam a Igreja com tochas.
- Atrás de você, imbecil! – Tavam por todo lado, encurralaram ele e não tinha escapatória. A escopeta dele não ia ser suficiente, ainda mais considerando a resistência dos gados. Procurou no bolso de trás e sorriu ao ver que ainda tinha uma boa quantidade de granadas explosivas. Levou ela na mão. Cara, brincando com os dedos dela... eram humanos? Aquele gado tinha consciência ou algum traço de humanidade dentro deles? Não, nada disso, eram seres infectados e eternamente excitados... ele jogou a granada na direção deles e viu com um certo remorso como voaram com a explosão, os poucos sobreviventes foram liquidados pela sua espingarda.
Lá no fundo estava a igreja com uma paisagem nada bonita, coberta de neblina e com os cadáveres do gado enfeitando o caminho. A missão seria difícil não só porque exigiria destreza física... mas mental, ninguém podia matar por matar seus semelhantes, por mais excitados que estivessem.
Com muito custo ele conseguiu entrar no lugar, uma igreja bonita com tapetes avermelhados e um monte de castiçais. Não tinha nada de estranho, até que no fundo ele viu uma escada que levava ao segundo andar. Subiu até encontrar a única cela, tinha total certeza de que Ashley podia estar lá. Respirou fundo, preparou a faca e abriu a porta;
- Fica longe! – gritou uma garota quando Leon entrou. Na hora, a garota soltou sua frase mais famosa, que ao mesmo tempo é a mais insuportável; Socorro!!!
- Ai, porra, que voz chata!!! Calma, garota, meu nome é Leon e vim te resgatar. Seu pai me mandou.
- Meu... meu pai?
- Isso mesmo.
- E os outros?
- Outros? Do que você tá falando? – perguntou Leon, estranhando.
- Os fuzileiros, a marinha, os aviões de combate, tanques, CIA, FBI, SWAT, NSA, militares... Os outros!
- É... vim só eu.
- Não me fode!
- Tô com cara de quem tá fodendo? Essa não é a cara de quem tá fodendo, vagabunda. Me escuta, a gente precisa sair daqui o mais rápido possível, então pega na minha mão.
- É... meio que vai ser difícil.
- E por quê?
- Bom, mal consigo me mexer desde que um bando de gado enfiou seis bolinhas chinesas no meu cu...
- Porra, que puta que você é.
- Leon, não é engraçado! Além disso, eu tenho um... ai... tenho um aparelho que vibra a cada cinco minutos, ele fica bem no meio... entre...
- Anda, não tenha vergonha.
- Entre minha buceta e meu cu... e excita muito! – começou a chorar.
- Só isso? Então não pense duas vezes e tira isso, que a gente precisa fugir.
- É que... também... aí... aiii!... também te-te-tenho um cinto de castidade.
- Me mijei de tesão, que putaria. Digo, e a chave do cadeado?
- Meu gostoso que tem, um tal de Bitores Méndez.
- Bitores Méndez?
- Sim, ele costumava me levar pra cidade pra me prostituir. É o prefeito e agora deve estar no celeiro dele, que fica no caminho do castelo.
- Não se preocupa, menina safada, a gente vai achar sua chave. Mas agora temos que vazar.

Ashley pegou na mão de Leon, desceram e foram até a saída da igreja. Mas um monge bem alto tinha interrompido a fuga deles com uma risada macabra, apareceu bem na saída da igreja;
- A menininha fica com a gente – ordenou.
- Quem é você?!
- Me chamo Saddler. Sou o líder da seita; "Os Iluminados Sexuais."
- Iluminados o quê? Pra que sequestraram ela?
- Pra dar um pequeno... "presentinho" antes de devolver pro pai dela.
- Infectaram ela com a Praga Sexual, né?
- Agora que lembro – disse Ashley tocando o pescoço – eles injetaram algo em mim.
- Você também, Senhor Kennedy. A senhora que chupou seu pau no começo dessa porra de história, infectou você com "A Praga Sexual" via oral. Não vai demorar pra fazer efeito... – riu com sarcasmo. Leon ficou surpreso, se ele também tinha a Praga, logo ficaria irremediavelmente tarado e falaria com sotaque mexicano.
- Malditos! O que mais fizeram com ela?!
- Só isso... bom, depois a gente comeu ela várias vezes.
- Vocês são uns monstros! – gritou Leon.
- Não, não, Senhor Kennedy, ela implorou pra gente.
- O quê? Ashley, isso é verdade? Você pediu pra te comerem?
- Sim – disse corando – é que meu pai é muito controlador, credo. Aqui eu aproveitei bastante, me fizeram uma mulher muito útil.
- Mas pra que o vírus se desenvolva completamente – continuou Saddler – é Precisamos foder ela várias vezes. Ainda falta terminar o processo de putaria. Quando os ovos da praga eclodirem nos seus corpos, vai ser uma festa do caralho!
– Processo de putaria... então tão planejando controlar a mente dela igual fizeram com os outros camponeses...
– Vou te falar do mesmo jeito, senhor Kennedy, porque cê vai morrer logo. Quando a putaria terminar, vamos mandar ela de volta pra casa, ela vai dar pro pai dela seguindo minhas ordens e vai infectar ele. Assim eu controlo a mente do presidente e depois a nação inteira. – riu de novo – Agora, com licença, meus monges vão levar a garota de volta pra continuar o ritual.

Da entrada apareceram dois monges com correntes e machados;
– Ashley! – gritou Leon – Pega na minha mão, vamos pular pela janela.
– Segurem ele antes que escape! – rosnou Saddler. Mas os dois conseguiram pular por uma das janelas da igreja, escapando e sumindo na floresta.

"Leon? Cê tá aí?" – soou pelo rádio enquanto fugiam.
– Hunnigan! Que bom te ouvir... libertei a garota.
"Bom trabalho, Leon. Um helicóptero vai esperar vocês no Castelo pra resgatar."
– Quem é ela? – perguntou Ashley vendo a tela do rádio.
"Oi, Ashley, sou Ingrid Hunnigan e trabalho pro seu pai. Ele te ama muito e tá te esperando."
– Então fala pra ele ir se foder.
"Como?"
– Não vou falar com ele até ele me deixar sair com minhas amigas. E quero levar uns camponeses que conheci, são muito gostosos e me fizeram virar mulher de verdade.
– Ashley! – interrompeu Leon – Cê tá falando essas merda só porque tá sob efeito da Praga Sexual. Agora cala a boca um pouco enquanto eu falo...
"Infectada? Praga Sexual? Que porra é essa, Leon?!"
– Isso, nada, Hunnigan. Não tem nada não. Câmbio, desligo.

Leon cortou a comunicação, pegou a mão da garota e correram em direção ao Castelo. Primeiro precisavam pegar a chave do cinto da Ashley, porque a garota parava Entre as árvores, de vez em quando, ela gemia de orgasmo com o vibrador. E foi num desses momentos, quando Ashley berrava como uma possessa no cio, que Léon percebeu a cabana ao longe.
— Tá bem, sua putinha, fica aqui que eu vou ver se a chave do seu cinto tá lá.
— Cuidado, Léon... ai... tô gozando de novo! — disse ela, caindo no chão em posição fetal.
— Pô, esse vibrador que você tem nunca desliga ou o quê?

Ele entrou no estábulo, deixando Ashley se virar com os orgasmos lá fora. Deu uns passos e se armou com a Beretta. Continuou andando até que, sem acreditar, encontrou uma chave no chão que parecia ser a tal.

Pegou e guardou no bolso. Léon sentiu a presença de alguém no estábulo. Ouviu uns passos, uns suspiros baixinhos. Virou pra sair e trombetou no peito de Bitores Méndez... o gostoso da Ashley. O chefe fudido se jogou em cima do Léon, mas ele conseguiu desviar a tempo, fazendo Méndez cair no chão.

Léon viu: aquele não era um gado comum, era maior e mais forte que os outros, não ia ser fácil derrubar. Bitores tava puto da vida, se levantou e deu um socão no peito do americano, mandando ele voar longe até bater numa parede. Léon abriu os olhos com dificuldade:
— Tô vendo que você armou uma cilada, já achei estranho achar a chave do cinto de castidade tão fácil assim.
— Eu vi nos seus olhos, Senhor Kennedy, no seu corpo corre o nosso mesmo sangue...
— Mesmo sangue?
— Pode continuar lutando, mas não é como se você fosse ficar vivo, mais cedo ou mais tarde vai virar um de nós. Por que não economiza tempo e se junta logo?

Nosso protagonista partiu pra cima de Bitores e conseguiu dar um chute na cara dele, que o fez recuar até um barril de gasolina. O policial apontou a Beretta pro tal barril e, com um sorrisinho, respondeu:
— Por que você não cala essa boca?

Atirou e o barril explodiu. ao lado de Bitores. Tudo brilhou de forma cegante, o fogo subiu na cabana e Léon mal teve tempo de pensar naquela frase estranha do homem. "No teu corpo corre o nosso mesmo sangue", será que ele tava falando da Praga Sexual que tinha infectado ele?, quanto tempo ainda tinham antes de ficarem completamente infectados?
Enquanto isso, lá fora do estábulo, Ashley tava gritando de tanto orgasmo que o vibrador tava dando. Chorando e gemendo, ela se arrastava pelo chão e torcia as pernas, a excitação tomava conta. Ela ouviu a explosão que veio de dentro do estábulo, e ficou preocupada com Léon.
Daí a pouco, alguém tava saindo por uma das paredes de madeira do estábulo, uma fumaça pesada saindo de dentro do lugar. Ashley tremeu de medo, se fosse o sexy dela, ela logo teria que voltar a trabalhar como puta na vila. Pra sorte dela, viu que era o Léon.
- Léon, você tá vivo!
- Isso mesmo, minha putinha engolidora de porra, eu venci o seu sexy Bitores. Aqui tá a chave do seu cinto.
- Você tá ferido!
- Não se preocupa, Ashley. Eu trouxe umas ervas verdes que vão me curar. Só preciso fumar elas e pronto. Agora tira esse cinto.
- Mas... preciso de privacidade, tenho que tirar a saia pra isso...
- Não posso te deixar, Ashley, vai, não fica com frescura.
- Tá bom... pelo menos vira de costas!
- Porra, tá bem... já, já, virei, tá feliz?, e dá pra se apressar?
- Léon... Léon...
- Que que foi agora? Já posso virar?
- Léon... não... não consigo tirar as bolinhas chinesas... vo-você pode me ajudar?
- Sim, porra!
- - - - -
- Huummm... Léon... – ela ofegava, deitada num tronco caído enquanto Léon, de cócoras, tirava uma bolinha de cada vez. O oficial entendeu que a garota tava excitada por causa da Praga Sexual, ele também... como iam aguentar? Olhou com atenção pra bunda dela e não conseguiu se segurar, se inclinou, e ao tirar a última bolinha chinesa, enfiou a língua no cu da garota.
- Ai! —Léon! O-que-que cê tá fazendo?

Ashley não acreditava, normalmente os peões comiam ela sem dó, igual uns bichos malditos, mas o Léon era o completo oposto, lambendo com calma a bunda doce dela, sem falar quando sentiu a mão do oficial ir pra entreperna dela pra masturbar ela.

O oficial percebeu que ela tinha tomado uma lavagem pra ter a buceta limpinha, cheirava a rosas e era uma delícia do caralho, a bocetinha dela era macia, depilada por completo, muito provavelmente pra facilitar o serviço pros peões.

— Porra, filho da puta, continua, continua... continua!

Léon soltou ela, a garota virou pro nosso herói e beijou ele com paixão, sentindo o gosto do cu dela na língua do homem.

— Ashley... desculpa, não consegui evitar. Acho que fumei maconha demais... tipo, até misturei com uma amarela e uma vermelha... porra, às vezes eu viajo quando misturo elas.

— Cala a boca — decretou a garota, empurrando ele, fazendo ele cair no chão, sentando em cima dele. — Agora me come, enfia o dedo no meu cu e me faz gritar que nem uma louca, Léon... é uma ordem presidencial.

— Porra, ordem é ordem.

Ele pegou ela pela cintura enquanto ela sentava devagar em cima dele, encostando a ponta da pica bem na fenda da boceta dela.

— Vai doer, Léon?

— Porra, se você já comeu meio mundo, pode dar pra um burro que não vai sentir nada.

— Para com isso, querido, os peões me comem pelo cu, não pela buceta... ainda sou virgem.

— Caralho, viu teu pai... comiam uma virgem pelo cu? Que puta sacanagem.

— Foi horrível, não fala assim!

— Tá, desculpa, garota. Então vou ser sua primeira vez... relaxa, vai doer um pouco mas não é nada demais, vou ser suave com você. Mas se doer, é só apertar triângulo.

— Tô pegando tu na palavra — ela sentou em cima dele, mordeu os lábios e aos poucos começava a suar no ritmo da penetração lenta. Ashley tava quase desmaiando, sentindo como as paredes da vagina dela mal conseguiam aguentar o membro enorme do Léon começou a derramar umas lágrimas, quase chorando... A garota mordia os lábios, não queria parecer a menina inocente e indefesa, ela também podia ser uma fera, por isso se inclinou pra beijar o policial. Os dois estavam infectados pela Praga, nunca o sexo tinha sido tão gostoso com o vírus correndo nas veias, quase dominando os pensamentos, mandando foder, foder, foder...

- Léon, dói! – começou a gritar, vendo um fiozinho de sangue molhando as duas bucetas unidas.

- Vai, você mesma não acredita nisso...

- Não tô brincando!

Ele separou ela, Ashley estava dolorida mas também envergonhada.

- Desculpa, Léon.

- Relaxa, foi sua primeira vez... além disso, acho que a Praga Sexual tá dominando a gente... temos... temos que ser fortes e continuar a missão.

Ashley estava péssima, a última coisa que queria era decepcionar seu salvador, então decidiu se arrastar até ele pra pegar o pau duro com as mãozinhas.

- O que cê tá fazendo? Temos que voltar pro caminho... um helicóptero tá nos esperando.

- Léon... só quero me redimir... hmmmm...

- Porra... não... não... caralho, continua, continua, vagabunda, onde você aprendeu a chupar assim?

- Mmmm... me forçaram a chupar paus na vila, e depois...

- Já, já, foi só um jeito de falar, para de conversar e continua, garota, você manda muito...

Ashley se sentiu orgulhosa passando a língua no tronco uma e outra vez. Depois de uns minutos, sentiu o Léon encher a boquinha dela de porra, mal conseguiu engolir um pouco e cuspiu o resto.

- Cê engoliu, menina?!

- Sim, na vila, a porra do gado era a única coisa que eu tinha pra comer. Peguei o gosto, sabe?

- Porra, minha putinha, que safada... vamos, veste a roupa, falta pouco pra chegar no Castelo.

Caminharam mais uma hora durante a madrugada fria da floresta até que finalmente chegaram nos portões do Castelo. Entraram e fecharam a entrada pra que os camponeses infectados não pudessem continuar perseguindo eles.

- Léon, estamos a salvo! – gritou. Ashley, abraçando seu herói.
- Conseguimos, garota. Precisamos contatar a Hunnigan pra ela dizer onde o helicóptero vai nos esperar.
- Mas... e a gente, Leon? A gente tá infectado!
- Vamos achar a cura, não se preocupa, mano.
- Leon... Você disse "mano"?
- Ah, não! A Praga Sexual tá fazendo efeito no meu corpo... já tô começando a pegar um sotaque mexicano!

De repente, o rádio tocou; "Ora, ora... Sr. Kennedy." – respondeu um estranho pelo rádio. Na telinha do aparelho, dava pra ver um homenzinho parecido com Napoleão.
- Hã? E quem é você?
"Me chamo Rrrramón Salazar. Bem-vindo ao meu castelo, Sr. Kennedy. Preparei uma recepção muito agradável pra você. Aliás, se estavam esperando um helicóptero de resgate, podem esquecer... acabamos de derrubá-lo." A comunicação foi cortada de repente com uma gargalhada do tal Salazar.
- Quem era, Leon?
- Um filho da puta... digo... caralho, esse sotaque!
- Parece que o vírus tá te afetando bem rápido, mano.
- Porra, você também tá falando igual mexicana, sua metida.
- Não enche, Leon, a gente tem que se apressar antes que a praga tome conta da gente!
- Tenho que me apressar pra caralho, sua safada.

Lá do fundo do castelo, vinham vários monges com machados e armas antigas, murmurando: "foda é viver, foda é viver, foda é viver."
- Ashley, fica atrás de mim – disse Leon, encarando sério os monges que se aproximavam – Aconteça o que acontecer... não sai do meu lado. Esses monges tão extremamente excitados... olha como os paus deles brilham por baixo dos hábitos.
"foda é viver, foda é viver, foda é viver..."
- Leon? O que foi? Quem são eles? Tô... tô com medo.
- Não fode, Ashley... Isso... Eu falei com esse sotaque de novo?! Porra, essa maldita praga sexual!... Digo, Ashley, não se preocupa... A gente vai sair dessa.
"foda é viver, foda é viver, foda é viver..."

Leon sacou sua magnum enquanto falava pros monges.
- Vocês são monges. Não? Sejam celibatários!

A arma do Leon, um homem de cabelos loiros e olhos cheios de determinação, cuspiu aço e fogo, estourando as partes íntimas daqueles membros dos iluminados.

O americano olhou com um sorriso enquanto os monges se contorciam de dor com aqueles tiros, mas depois o sorriso virou uma careta de terror quando viu tentáculos saindo dos pacotes deles, alguns tentáculos formavam facas de osso bem afiadas.

Leon atirou de novo, mas só derrubava os monges, não matava, eles se levantavam de novo e de novo, até que Leon ouviu um som que gelou o sangue dele.

Clic clic

Aquele som significava que o tambor do revólver não tinha balas, e antes que ele pudesse recarregar, já estariam em cima dele.

Ele pegou a Ashley, uma jovem loira de vinte anos de saia xadrez e camisa laranja, e fugiram do lugar.

Enquanto corriam, um bater de asas se aproximava, o grito da Ashley soou, Leon viu que Ashley tinha sido capturada por um homem-inseto do tamanho de um homem, uma criatura conhecida como nosvitator.

- Ashleeeeeey – gritava Leon enquanto pensava na bunda firme e nos peitos macios da garota.

Leon se virou, recarregou e começou a atirar nos perseguidores, na esperança de encontrar algum ponto vulnerável.

Naquele momento, o rádio tocou.

- Hunnigan, não é hora de me deixar de pau duro – dizia Leon, furioso.

- Quem se importa em ficar de pau duro? – dizia uma voz masculina, um homem baixo de aparência envelhecida vestido como no século XVI.

- Quem caralho é você? – perguntou Leon.

- Me chamo Ramón Salazar, o 8º dono desta grande arquitetura, acabei de interceptar a chamada, ninguém vai te ajudar.

- Onde caralho está a Ashley? – perguntou Leon, furioso.

- Onde ela precisa estar, meu amigo, onde ela precisa estar – disse Salazar.

Ashley estava aterrorizada, pensava que o nosvitator ia devorá-la, o monstro a levou para uma torre onde tinha seu ninho, uma gigantesca estalactite orgânica, assim que entraram lá dentro, As antenas da criatura acariciaram as bochechas e o pescoço da garota enquanto seus braços insetoides agarravam com força os peitos dela.
—Não! Por favor! NÃO! — dizia Ashley, que tinha pânico de insetos.
A criatura esticou a língua e saboreou o pescoço de Ashley enquanto suas mãos rasgavam a camisa, libertando seus seios jovens, que foram agarrados com selvageria pelas mãos do nosvitator.
—Dói! Me solta! — dizia a garota chorando.
A criatura, longe de ter piedade, mostrou sua ereção que desapareceu sob a saia escocesa. Os olhos de Ashley se arregalaram, ela sentia a virilidade do monstro, sabia o que ele queria fazer com ela.
E ela não podia fazer nada para evitar.
Com força, o nosvitator penetrou Ashley com violência, a garota gritava de dor, ninguém nunca tinha feito tão forte, ela segurava as mãos do monstro para aliviar a pressão que ele colocava nos seios dela.
O rosto dela banhado em lágrimas, implorava por piedade, uma piedade que não seria concedida. Ela sentiu alívio quando o Nosvitator encheu seu útero com o sêmen dele, pensou que tinha acabado, mas outro nosvitator tomou o lugar dele.
Continuava doendo, mas não tanto quanto o anterior. Os olhos brilhantes e cristalinos de Ashley olhavam ao redor, havia centenas de nosvitators a observando, esperando a vez deles.
A sensação de ser observada a fez lubrificar, ela começou a aceitar aqueles paus que a possuíam, um após o outro, os monstros a gozavam.
E ela gozava com eles enquanto algo dentro dela despertava.
Tudo era inútil para León, os monges avançavam com buracos grandes como um punho e ele não tinha munição. Naquele momento, os disparos de uma pistola destruíram os bulbos de onde saíam os tentábooties, derrubando os monges para sempre.
León olhou para onde os tiros vieram, era Luis, ele tinha salvado ele.
—Cadê a Ashley? — perguntou Luis.
—Levaram ela. Que porra eram aquelas coisas? — disse León.
É uma história muito longa — respondeu. Luis.
—Pode me contar, cara, acho que essa porra não vai machucar ela, muito pelo contrário — disse León.
Luis começou a lembrar dos acontecimentos, mas quis começar pelo começo.
—Séculos atrás, na época da inquisição, não o masoquismo que você tá pensando, mas uma tortura da pesada, descobriu uma seita que acreditava que o deus deles daria poderes divinos, só precisavam fazer uma oferenda, montar umas orgias em homenagem a ele. As criaturas que saíam dos ferimentos daqueles monges são as pragas, uns parasitas que dão força pro hospedeiro em troca de comida, energia sexual. Não sei como funciona o esquema de alimentação deles, mas posso te dizer que aumentam pra caralho os estrogênios e a testosterona, transformando o sujeito numa máquina de foder colossal com força sobre-humana. Em alguns casos, pode mutar o hospedeiro, deixando ele mais poderoso e, ao mesmo tempo, aumentando as necessidades sexuais. Vi várias minas empaladas por um monstro chamado o gigante, mas vamos continuar. A inquisição destruiu a seita e as pragas, em teoria. Séculos depois, Sadleer fez escavações no castelo que os senhores do lugar construíram pra selar as pragas. Elas sobreviveram em forma de esporos e tomaram conta dos mineiros. Pior ainda, séculos de abstinência deixaram elas mais ativas e mais sedentas pela comida. Você não tá enfrentando um vírus, tá enfrentando um exército de parasitas.
León tinha largado o saco de pipoca que tava comendo enquanto ouvia a história.
—Tem algum jeito de parar isso, mano? — perguntou León.
Luis percebeu que o sotaque de León tava ficando mais forte, faltava pouco pra ele começar a querer uns tacos.
—Tem uns medicamentos que eu criei, mas Sadleer destruiu todos. Mas posso fazer no laboratório que tem na ilha, é só levar vocês pra lá e acaba tudo. Mas temos que acabar com as pragas. Imagina o que aconteceria no mundo se elas infectassem a humanidade?
León pensou no mundo inteiro fodendo igual coelho. As energias poluentes seriam substituídas por usinas onde o calor gerado pelos casais transando seria usado pra gerar eletricidade.
Não teria racismo nem xenofobia, a parada era foder, fodase quem, e as empresas de camisinha iam ficar ricas.
Mas ele também pensou que, com tanto amor no mundo, a Associação Nacional do Rifle (da qual León fazia parte) ia acabar!.
Que o mundo seria dominado pelos latinos por causa da sua grande capacidade amatória.
Os restaurantes de fast food seriam considerados terroristas por baixar a libido com suas comidas superprocessadas.
E que a homossexualidade estaria na moda!
Ele carregou sua magnum e se preparou pra batalha pelo fast food e pelo direito às armas.

Depois de centenas de gados crivados por balas (depois reclamam que tem superpopulação), chegaram a um corredor; do outro lado da porta estava o ninho dos nosvitators, que tinha chupado mais paus em uma hora do que uma prostituta em um ano.
Ashley começava a ceder; de repente, lembrou das palavras da sua chefe de segurança.
"Minha filha, se um comando terrorista te sequestrar, grita, grita bem alto; aí um dos nossos agentes de segurança vai te resgatar. Quando você estiver a salvo, faz um boquete nele, porque ele te salvou e merece essa recompensa."

Conforme León e Luis se aproximavam, podiam ouvir os gritos estridentes de Ashley, que começavam a rachar janelas; aquele grito que destruía seus ouvidos fez León lembrar do conselho do seu instrutor.
"Garoto, se uma mulher da família presidencial gritar, vocês estão em perigo, porque os gritos femininos têm uma amplitude de onda capaz de explodir o cérebro humano. Só tem uma solução: eliminar as ameaças que fazem a fêmea gritar e depois tirar a rola pra fora e obrigar ela a chupar pra parar de emitir essas vibrações letais. Não para de obrigar ela a chupar até você gozar na boca dela; o fluido viscoso vai selar de vez essa vontade de emitir vibrações."
— Luis, pelo bem da nossa saúde mental, temos que calar a boca da webona, você tá preparado pra um menage a trois? – dizia León enquanto tirava as calças.
– me preparei a vida toda pra esse momento – dizia Luis enquanto já jogava fora as calças e a cueca e passava lubrificante no pau.
Mas quando entraram no quarto, viram o horror, O HORROR!.
Dizem que o horror não tem forma, mas não é verdade, León e Luis estavam vendo (e ouvindo), tapavam os ouvidos doloridos enquanto viam Ashley gritar como uma possessa enquanto os nosvitadores morriam com hemorragias auditivas.
Os dois homens atiraram no ninho que no fim acabou caindo.
A queda fez com que Ashley batesse a cabeça e ficasse inconsciente.
– ufa, graças ao céu que ela parou de berrar – dizia Luis.
– ainda não acabou tudo, temos que gozar na boca dela pra evitar que a maldita grite de novo – dizia León.
Aproveitando a inconsciência de Ashley, León pegou a cabeça da garota pra colocar o pau nos lábios dela enquanto Luis encaixava o pau na buceta escorrendo de porra da filha do presidente.
Os dois a penetraram ao mesmo tempo e bombearam com o prazer de saber que a jovem não ia resistir, o atrito do útero e da língua de Ashley dava prazer aos dois homens que gozaram dentro dela, a porra escorria dos lábios da buceta da jovem enquanto dos lábios da boca um pequeno fio branco corria da boca até o pescoço dela.
– beleza, Luis, agora é minha vez de usar a buceta dela – dizia León.
– perfeito, eu cuido do cu dela – dizia Luis.
León se colocou debaixo dela, enquanto Luis separava as bundinhas gostosas da jovem e a penetraram sem piedade.
Ashley não sentia a dor tremenda da penetração anal por causa da inconsciência, Luis empurrava sem a menor empatia pela garota, sentia como as paredes do reto engoliam a vara dele que se afundava dentro da jovem.
Enquanto os dois homens a bombavam, Ashley Jadeava na inconsciência dela, os peitos dela eram agarrados pelas quatro mãos dos caras enquanto falavam putarias gostosas pra ela.
– Arf, que raba gulosa essa puta tem, certeza que vai ser atriz pornô – falou Luis.
– Cê nem sabe direito, essa vagabunda comeu os professores pra passar nas provas e deu pra todos os eleitores do partido rival pra fazer o pai dela virar presidente.
(VALE! NÃO SÃO EXATAMENTE PUTARIAS, DESCULPA SE OFENDI ALGUMA FEMINISTA, O QUE ME SURPREENDERIA NESSE SITE, JÁ QUE SE LEU ATÉ AQUI, COM CERTEZA NÃO É FEMINISTA).
Luis percebeu algo entrando no cu dele.
– León? Cê é viado, por acaso? – perguntou Luis.
– Não, mano, cê não tá vendo que eu tô dando pra essa vagabunda o que ela merece depois de tantos anos de trampo mal pago?
– Então deve ser a parte da história em que eu morro, boa sorte na sua missão – falou Luis.
Aí um tentáculo com ponta afiada empalou Luis, que morreu na hora, derrubando uma amostra das pragas.
O tentáculo pegou o frasco e a Ashley, León gritou cheio de raiva.
– FILHO DE UMA PORRA DE CEM MILHÕES DE VAGABUNDAS, QUE AINDA NÃO FUI NÃO.
Naquele momento, dois gigantes apareceram com uma ideia.
Empalar o León com os paus deles.
León tinha deixado as armas na calça, não teve escolha a não ser fugir, atravessou uma porta e fechou ela, na hora se deparou com o mercador que oferecia uma maravilha, uma magnum calibre 50.
Mas pedia 350.000 pesetas, já que tava modificada pra não se preocupar com balas e ainda por cima a potência era imbatível.
León não podia, não tinha grana, sentia os monstros destruindo a parede pra passar.
– Beleza, estranho, te ofereço um trato, eu comprei o Quixote, a saga de Harry Potter, Guerra e Paz e todos os contos do Todorelatos.com, mas sou muito preguiçoso pra ler, se cê ler todos esses livros pra mim e explicar as histórias, te dou a arma – falou o mercador.
Em menos de dois minutos, ele tinha acabado de ler tudo e contou com todos os detalhes todas as histórias que leu (por que caralhos vocês acham que ele se chama Leão?), o mercador, impressionado, deu a ele o revólver, que ele usou para atirar nos testículos dos dois gigantes que atravessaram a porta (monstro, torturador, filho da Lorena Bobbit). Deixando os dois gigantes agonizando, Leão foi até uma capela onde tinham levado Ashley. Enquanto isso, na capela, Ramón Salazar via Ashley amarrada, nua e ao seu alcance. Salazar era um jovem de aparência envelhecida e orelhas pontudas de 20 anos, não media mais de um metro e vinte, parecia um duende com uma roupa da época da Espanha imperial. Suas mãozinhas apalpavam as coxas de Ashley, tão macias, sedosas, lindas, seu caminho percorria em direção aos seus quadris, lentamente para o lado até alcançar os peitos da jovem inconsciente, massageando-os suavemente, aproximando a boca dos mamilos dela. Ele sentia o pau começando a crescer, ameaçando rasgar as calças, olhou o rosto jovem de Ashley, era tão linda dormindo, tirou as calças, mostrando um falo de 38 cm (vocês já sabem sobre gente pequena). Salazar colocou o falo entre os seios de Ashley e seguiu seu caminho até enfiá-lo na boca dela, enquanto os seios massageavam o corpo carnudo do pau de Salazar, a boca de Ashley lambia a glande, o prazer que Salazar sentia era indescritível, Salazar aproveitava o calor da boca da fêmea e de seus peitos macios, não demorou a gozar na boca dela. Ele viu como a boca de Ashley derramava o sêmen que ele mesmo tinha colocado, foi então que ajeitou o pau e começou a penetrá-la. No começo, só enfiou um terço do órgão, aí fez o movimento de vai e vem, depois acelerou o ritmo, enfiando mais e mais carne, até dar um empurrão final, enchendo ela de porra que percorria todo o útero dela. — Levem ela para a ilha, ela está pronta para ser uma de nós — disse Salazar. Os gados levaram a A garota, ainda inconsciente, naquele momento, León chegou, com seu revólver na mão.
— Puxa, olha quem chegou pra morrer — disse Salazar com um sorriso.
Saddler estava em seu trono, diante dele um soldado musculoso com uma roupa sadomasoquista.
— Você é a última defesa do nosso plano maravilhoso, além disso, conhece muito bem o León, impede que ele passe, Krauser — disse Saddler.
— Com prazer — disse o soldado com um sorriso no rosto.
León venceu Salazar, chegou à ilha e com sua imparável magnum 50 eliminava o imbecil que ousava pará-lo, além disso, o exército americano enviou um helicóptero de combate para apoiá-lo, ele estava prestes a completar seu objetivo, mas.
Um lança-foguetes destruiu o helicóptero e seu revólver foi arrancado por um chicotada, León viu o dono daquele chicote.
— Quanto tempo, hein, lixo?
— Krauser — as palavras de León denotavam medo.
León e Krauser se encaravam, um olhar que podia perfurar.
— Tinha ido pro IRS (Internal Revenue Service, tipo o departamento de impostos dos Estados Unidos) pra punir os sonegadores, foi isso que te contaram? — disse Krauser.
— Você é o filho da puta que sequestrou a Ashley? — perguntou León.
Krauser andava ao redor de León acariciando seu chicote.
— Você pega rápido, como sempre, afinal você é o cara que come a filha e a mulher do presidente — disse Krauser antes de desferir um chicotada.
León sentiu aquele chicote acertar sua perna, o chicote recuou mordendo a pele, arrancando-a, León não conseguia evitar sentir prazer, Krauser tinha melhorado com o chicote, mas não era hora de aproveitar.
— QUE PORRA VOCÊ QUER?! — perguntou León com autoridade.
O chicote de Krauser envolveu o pescoço de León e com um puxão o jogou contra Krauser, que o agarrou pelo pescoço com o braço enquanto tirava uma agulha bem fina e afiada.
— Que o planeta inteiro vire uma orgia romana — disse Krauser enquanto atravessava o mamilo de León com a agulha, vendo como ele reagia. León, que se soltou.
—DEIXA ELA EM PAZ! — gritava León.
—Preciso dela pra poder participar da nova ordem, onde a única lei, religião e sentido da vida é o sexo, e ao mesmo tempo ganho a confiança do Saddler, já que, igual a você, sou americano — disse Krauser antes de desferir outro golpe com seu chicote.
O chicote acertou a bochecha de León, cortando sua pele. León olhou pra Krauser, tinha que cumprir sua missão, não importava o quanto gostasse dele.
Krauser desferiu outro golpe, mas dessa vez León segurou com a mão e arrancou o chicote dele. Krauser fugiu, León o perseguiu. Mas ao entrar num quarto escuro, Krauser o surpreendeu e arrancou o que restava de sua roupa, deixando-o completamente pelado.
—Acho que vamos resolver isso na porrada — disse León.
—Heh, tenho um chicote especial pra você — disse Krauser enquanto acendia um fósforo usando a própria bochecha.
O soldado sadomasoquista acendeu uma corda banhada em gasolina. O fogo se espalhou pra cima, iluminando o quarto — um quarto com milhares de velas invertidas que tinham se acendido. Mas León viu algo mais: o braço de Krauser mudava, se abria, soltando quatro tentáculos que se moviam violentamente.
—CONTEMPLE O PODER! — dizia Krauser.
"Essas mutações... Umbrella?" — pensou León, lembrando do incidente de Raccoon City.
Krauser sorriu pra León e deu vários chibatadas com seus chicotes biológicos. León desviou desses golpes, mas as velas começavam a derreter, derramando cera quente do teto — cera que acariciava a pele dos dois contendores. Krauser aguentava, mas León, desarmado, com a cera escaldante escorrendo pelo corpo como uma chuva dolorosa, precisava pensar num jeito de derrotar um inimigo infinitamente superior a ele.
Não havia nada no quarto que pudesse ser útil — nenhuma arma, nem fios elétricos, nada.
—O que foi, putinha? Tá gostando do que eu tô fazendo? Acha que a putinha da Ashley vai gostar do toque dos meus Chicotadas nos peitos dela? – dizia Krauser com um sorriso.
Leão aguentava as chicotadas de Krauser, uns golpes que davam um efeito realmente excitante, tentou atacá-lo, mas os chicotes acertaram na cara dele.
– tudo pela ressurreição da Umbrella – murmurava Krauser.
– U-Umbrella? – perguntou Leão.
– merda, já falei demais, morre escravo! – dizia Krauser enquanto lançava seus tentáculos no pescoço de Leão, que sentia as vértebras sendo comprimidas pra quebrar.
Mas um tiro cortou os chicotes, uma mulher de cabelo curto com um vestido chinês e sapatos de salto foi a autora do disparo.
– Ada! – gritou Leão.
– olha só, a putinha vestida de vermelho – rosnou Krauser.
– essa mão a gente ganhou – respondeu Ada com um sorriso.
Os chicotes de Krauser se regeneraram e antes de sair pelo teto ele disse pra Leão.
– você não vai conseguir evitar, pode ter certeza.
– vocês se conhecem? – perguntou Ada.
– mais ou menos, pode me dizer que porra te trouxe aqui? – perguntou Leão enquanto pegava a arma dele.
– talvez outra hora, chicano – respondeu Ada antes de desaparecer.
Leão, pelado como veio ao mundo, foi até um elevador e subiu a toda velocidade, então viu Ashley amarrada com a buceta atravessada por um vibrador gigante, ela gemia de prazer, com o olhar perdido.
– Ashley, aguenta! Vou te resgatar agora – dizia Leão.
– você não vai conseguir resgatá-la, tudo é inevitável – dizia Saddler se aproximando.
– você de novo? – perguntou Leão.
– sim, e te aviso que isso não é um filme americano idiota, o americano que entra em terras não americanas onde só vivem seres selvagens e primitivos, o típico filme onde o yankee é invencível e mata todo mundo sem nem suar pra depois ir embora com a garota, me diverte a inocência dele, como agradecimento, vou te mostrar a verdade da situação – dizia Saddler.
Naquele momento, o pau de Saddler começou a crescer de forma descomunal, a glande tinha um olho monstruoso e o testíbooties brotaram pernas, criando um monstro de cinco metros de altura.
A luta era extrema, León atirava no monstro mas parecia que não fazia muito efeito, já a besta soltava tiros de sêmen corrosivo. León fugiu pra longe de Saddler, mas ele pegou uma viga e jogou contra León, que desviou por pouco.
— Esse filho da puta é invencível? — pensou León.
Ele disparou sua magnum no glande de Saddler, que se contorceu de dor. Foi quando León aproveitou pra atirar na cabeça dele, mas Saddler reagiu rápido e tomou a arma.
A batalha parecia pender pro lado de Saddler, mas Ada jogou um lança-foguetes pra León, que pegou, e na hora de atirar disse:
— Game over.
O foguete acertou o monstro, explodindo ele em mil pedaços (desculpa pras megalofílicas, mas a história é essa). León libertou Ashley e o sistema de autodestruição ativou (pra variar). Tinham 60 segundos pra escapar. Ainda bem que Ada tinha um helicóptero pronto e eles vazaram antes da ilha explodir.
Ada deu os medicamentos pra matar o parasita que crescia nos corpos deles. León se sentiu genial.
Mas Ashley se sentia mal.
León perguntou o que ela tinha.
Ashley chorava, mas chorava de alegria. Pegou as mãos de León e disse que iam ter um bebê.
Ela falava de como a vida deles seria maravilhosa: ela, ele e o bebê. Ela cuidando e alimentando, ele trabalhando pra ganhar dinheiro. Veriam ele crescer, contestar eles e, no fim, se independer.
— Isso é verdade?! Você engravidou a Ashley?! Acabei de recuperar a conexão e isso é a primeira coisa que ouço. Vou ter que informar o presidente — disse Hunnigan pelo rádio.
Mas no cérebro de León, os neurônios diziam:
— Mas que porra tá acontecendo?! O coração tá a trezentos por hora, os pulmões pararam de funcionar e o cu não segura mais a merda.
— Chefe, é por causa do Notícia de paternidade.
—Como assim! Vai ser filha da puta! Essas coisas se falam devagar, não assim do nada. O que o chefão diz?
O chefão que mora nos testíbulos tá cagando de medo pelas pernas, sabe que isso significa que não vão ter mais fêmeas e que a que tem vai engordar aos poucos, ficar de mal humor e ser frígida.
—Fala com o chefão sobre o que podemos fazer, eu vou confirmar.
Leão perguntou tremendo se ela tinha certeza que era dele, e Ashley disse que sim, cheia de ilusão.
—Senhor, o chefão eu falei diz: é melhor morrer de pau duro do que viver sem catar mulher.
—Bom, camarada neurônio, foi um prazer.
—O prazer foi meu, senhor.
Leão pulou do helicóptero a mil metros de altura, se jogando no vazio, mas quando pulou, ouviu Ashley dizer:
—Porra, como ele se exalta por uma brincadeira besta.

11 comentários - Resident Evil: a praga sexual

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quien carajos entra a esta pagina para leer tanto? me querés decir boludazo..
SEXOGP
TUBO BUENOOOOOO ALGO LARGO PERO BUENO UVIERA ESTADO MEJOR SI LO ASES MAS CORTO 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃 😃
muchaas palabras para este tipo d epaginas
ESTA MUY BUENO OOOOOOOOOOOO /// YO LO SEPARARIA CON SUBTITULOS PARA QUE VISUALMENTE NO SEA TAN "ABRUMADOR" ... OBVIO CUANDO LO EMPEZAS A LEER TE ATRAPA!!!- PERO...