O verão tá ficando mais quente!!.. uma dona de casa grávida vai ter que encarar um jovem chantagista, que ameaça revelar os segredos dela... será que ela vai ser capaz de fazer o que ele pede em troca do silêncio dele?Verão do Amor: Tato
Parte 2:
O som do despertador me fez acordar de um humor incomumente bom. Eu tinha tido um sono excelente e reparador graças à deliciosa sessão de sexo que tive na noite passada com Ángel, meu jovem vizinho. Levantei cantarolando uma música alegre enquanto ia para o chuveiro. Tirei minha roupa de cama e imediatamente entrei debaixo da água morna do chuveiro.
Ao sair do banho, notei algo estranho no chão do quarto, aparecendo por baixo da cama. Quando peguei, percebi que era a cueca do Ángel. Com certeza, a pressa de chegar em casa antes da mãe e evitar uma bronca fez com que, ao não encontrar a cueca à mão, ele optasse por sair sem ela às pressas.
Instintivamente, levei a peça ao rosto, e o delicioso cheiro de sexo me fez lembrar dele. Pensando nele, senti um leve frio na boca do estômago. Percebi que tinha algum tipo de sentimento por Ángel e, no fundo, imaginava que ele tinha deixado a cueca de propósito como um pretexto para voltar a me ver.
Passaram-se algumas horas em que me dediquei às tarefas de casa, tentando não pensar tanto naquele garoto. Mas a ansiedade me venceu, e à tarde, quando começava a escurecer, entrei online para saber se o rapaz estava na rede. Ainda estava angustiada para saber se ele tinha sido discreto, se a mãe dele tinha suspeitado de algo. Estava com um pouco de medo, mas o que mais queria saber era se ele pensava em mim.
Ele não estava online, mas tinha me escrito um e-mail:
Querida Eve!... O que aconteceu ontem à noite foi sensacional! Nunca na minha vida me senti assim e espero ter a oportunidade de ficar com você de novo. Por isso mesmo, queria que aceitasse um convite. Os garotos da escola e eu planejamos uma festa de fim de ano na casa de um primo meu, que fica perto daqui. A ideia é que, quando a festa acabar, você e eu fiquemos para passar a noite naquela casa. É muito ampla e muito gostosa, tem piscina… Sei que você vai gostar!.. o que acha??.. topa??... me faria muito feliz se aceitar meu convite. É neste fim de semana. Espero sua resposta!... Ángel.
Fiquei matutando uns segundos a proposta que aquele rapaz me fazia, e embora tivesse minhas dúvidas, sentia por dentro a vontade de ficar com ele de novo. Será que tô criando um sentimento por esse cara?... os hormônios são capazes de tudo.
Tava prestes a responder quando notei que tinha um novo contato esperando minha aceitação: “Tato”.. Quem é “Tato”?
Finalmente aceitei e não passaram nem 5 segundos quando apareceu uma nova mensagem.
Tato: oi!
Eve: oi!.. quem é você?
Tato: antes de eu te contar, você precisa saber que ontem à noite vi o Ángel saindo da sua casa, e sei muito bem o que vocês estavam fazendo! J
Um arrepio percorreu meu corpo. Do que se tratava tudo isso?, Quem era essa pessoa que descobriu o negócio do Ángel? Uma nova mensagem me tirou dos meus pensamentos.
Tato: você gostaria que alguém soubesse?
Eve: não, por favor!.. não sei quem é você…
Eve:… mas não quero que isso se espalhe
Tato: eu sei, mas… o que você me oferece em troca do meu silêncio?
Eve: não sei.. não sei o que você quer.. não sei quem é você!
Tato: eu sei.. te falo…
Tato:…quero a mesma coisa que você deu pro Ángel! J
O nervosismo começou a me tomar. Não fazia a menor ideia de quem era essa pessoa, a única coisa que veio na minha cabeça é que ele viu o Ángel saindo da minha casa altas horas da noite, isso já bastava pra jogar minha reputação no bairro no lixo. Se descobrissem que um rapazinho visitava uma mulher casada sem o marido por perto, teria que encarar o julgamento público, talvez até humilhação, e tudo isso com tão pouco tempo morando por essas bandas. O importante de tudo isso era: Quem diabos deu meu e-mail pra ele?
Eve: quem te deu meu e-mail?
Eve: foi o Ángel?
Tato: ele não me deu… mas…
Tato: temos que nos ver pra conversar isso…
Tato: ou quer que todo mundo na vizinhança fique sabendo?
Eu tava num beco sem saída, um problema daqueles. Por um lado, o chantagista foi bem claro sobre o que queria, dava pra imaginar direitinho; por outro, ignorar ele ia acabar com minha imagem, e pra uma mulher tão ativa sexualmente como eu, seria péssimo ver meu anonimato e sossego irem pro ralo.
Eve: como assim?
Tato: agora mesmo…
Tato: liga a cam!
Eve: mas… é que eu não tenho!!
Tato: Ok! Então esquece, vou contar pra mãe do Anjo!
Um susto me tomou. Morrendo de medo de tudo ser descoberto, acabei cedendo, tirei a webcam de uma gaveta e em segundos coloquei ela online.
Eve: Ok!.. já foi!... cê tá me vendo agora?
Tato:..hehehe!!..tô te vendo sim!... e cê tá uma gostosa!!
Pela webcam, pude ver o Tato, ele era um moleque atlético, parecia alto, talvez esportista, não mais que 18 anos, olhos claros e cabelo comprido, tinha uma cara de Don Juan com um ar de metido, uma barbinha começando e um sorriso que desmontava qualquer um. O típico “garoto perigoso” que sua mãe avisava na escola.
Eve: e agora?
Tato: calma!... cê tá linda!.. fica de pé pra eu te ver melhor!!
Tato: vou colocar o fone de ouvido, faz o mesmo e vamos fazer isso conversando
Eu não queria dar o gosto pra ele, mas tava em desvantagem e aceitei os pedidos. Fiz igual ele, coloquei o fone e o headset e fiquei esperando as ordens dele.
Tato: agora deixa eu te ver bem.. tira a blusa devagar!
Eve: nãooo!.. não consigo fazer isso!... cê tá louco???
Tato: vai logo, boneca!!... começa de uma vez com essa blusa!
Mesmo hesitando por uns segundos, finalmente percebi que quanto menos eu resistisse, mais rápido isso ia acabar, então segui as ordens dele e tirei a blusa devagar na frente da webcam, desabotoando um por um dos botões. Finalmente deixei cair no chão, mostrando pro garoto minhas tetas generosas cobertas por um sutiã branco de meia taça.
Tato: puta merda!!... que tetas enormes.. parecem deliciosas!!…
Tato: tô vendo que você tá gordinha, coração!!!... kkkk!... vai ter bebê?
Eve: sim… tô grávida!..
Tato: que tesão uma grávida me mostrando as coisinhas dela pela cam!
Tato: você tá deixando meu pau duro como pedra, coração!
Tato: agora tira a calça também devagar!.. vai!
Sem escolha, segui as instruções dele. Eu tava usando uma calça de tecido leve, que deslizei lentamente pra baixo pelos meus quadris sinuosos. Quando a peça caiu no chão, finalmente o garoto pôde ver minha calcinha fina da mesma cor do sutiã.
Eve: já!.. por favor.. chega!... já deu!
Tato: o quê?... isso mal começou!
Tato: agora tira o sutiã e a calcinha de uma vez!...
Tato: quero ver seu corpo de mulher grávida… inteiro!
Eve: não quero!... n.. não devo!!
Tato: beleza!.. então tchau!.. mas você sabe!
Eve: espera!!.. mas só isso e pronto!.. ok?
Tato: vai logo!!... mas me deixa ver!!
Eve: ok!
Aceitei de novo por medo de que minha vida sexual fosse exposta, e na esperança de que aquele jogo onde eu era dominada acabasse logo. Levei as mãos às costas pra soltar um por um os ganchos do sutiã, depois deslizei lentamente as alças pelos ombros e, com as duas mãos, libertei meus peitos inchados das taças. Finalmente ficaram expostas minhas tetas duras e empinadas, com as auréolas e mamilos cor de mel. Em seguida, segurei com as duas mãos as laterais da calcinha e puxei até o chão, deixando à mostra minha buceta depilada, pra alegria do adolescente pervertido.
Do outro lado da conexão, Tato olhava meu corpo nu com os olhos arregalados, aproveitando ao máximo minha exibição, enquanto com uma das mãos já começava a esfregar o volume por cima da roupa.
Tato: uau!... Caramba, você é uma senhora bem gostosa!!
Tato: vira de costas… devagar… quero ver essa bunda toda!
Obedeci sem reclamar, fui virando devagar, girando 90 graus pra câmera, logo fiquei de costas, mostrando pro garoto a redondeza das minhas cadeiras e da minha bunda. Devagar voltei pra posição original, só pra descobrir, surpresa, que o Tato não tinha perdido tempo: tinha tirado a camiseta e abaixado completamente o shorts de moletom, e sentado na frente da câmera, começou a se masturbar gostoso.
Tenho que admitir que o Tato me impressionou pra caralho. O corpo dele, mesmo sendo jovem, parecia mais másculo que o do Ángel. Os músculos do torso bem definidos, junto com os peitorais e os braços, deixavam ele provocante. Na hora reparei no pau dele. Minha nossa!… que pedaço de pau que esse moleque carregava, pra idade dele era um absurdo. Grosso e comprido pra cacete, com umas veias saltadas que faziam ele parecer vibrante e potente. Um verdadeiro tesão.
O garoto pareceu notar meu interesse nele e na hora me mandou continuar o joguinho.
Tato: cê gostou do meu pau, coração?
Eve: mas… que porra você tá falando?
Tato: vai logo!… te perguntei uma coisa… responde ou o trato acabou
Eve: o que você quer?
Tato: que você me fale se gostou do meu pau!!
Eve: não sei!!… não… sei!
Tato: hehehe… como??… não brinca!
Eve: é que… ah!… tá bom…
Tato: não vou perguntar de novo, hein?
Eve: OK!… tudo bem… espera!…
Eve: sim… acho… que… sim… sim… eu… gostei!
Tato: você gostaria de ver como eu bato uma?
Eve: não sei!… hmm…
Tato: te avisei… hein?
Eve: Ok… tudo bem… mmh!… acho que… sim… gostaria
Tato: Ok, princesa!
Na sequência, o garoto começou a se masturbar devagar, como se não quisesse que eu perdesse nenhum detalhe do pau duro dele, enquanto eu, hipnotizada, olhava as sacudidas que ele dava em si mesmo, acho que até um pouco de saliva escorreu pela boca. comissuras da minha boca naqueles momentos.
Toda essa putaria tava causando estrago no meu estado de espírito. De novo me invadiu aquele desejo que, sem piedade e sem ligar pra humilhação ou manipulação que eu tava sofrendo, tava me fazendo querer que a mão do Tato não fosse a dele, mas a minha, e que aquela pica jovem e magnífica se materializasse de algum jeito pra acalmar o fogo que subia do meu baixo ventre.
Tato: agora... se ajeita bem na frente da câmera e vamos bater uma juntos!
Eve: que?... p..mas!!
Tato: se você visse a carinha de safada que você tem!!... você tá morrendo de vontade, né?
Eve: que??... eu.. não..
Tato: vai!!... me fala que você quer!!... se não for assim, eu paro agora!
Eve: humm!... eu..ah!
Tato: tô te ouvindo!
Eve: ah!!.. chega!!...sim…s..sim, eu quero!..ah!.. o que eu falei?
Eve: oh!... meu Deus, o que eu tô fazendo?
Na mesma hora, me sentei bem na frente da cam, exatamente como o Tato queria. Abri bem as pernas até colocar minhas coxas dos dois lados dos braços da cadeira. Percebi na hora que já tava com a buceta toda molhada, aí entendi que tinha ficado lubrificada desde que o menino começou o jogo dele. Suspirei fundo ao sentir o toque dos meus dedos na minha periquita encharcada, e logo já tava brincando com meu clitóris e meus lábios externos, esfregando eles com vontade, me masturbando pela webcam e só pro Tato.
Tato: Ah!!!... assim, gostosa!... esfrega toda a buceta..
Eve: …oooh! … céus.. eu!!.. ahh!!.. por favor…não..sei..o que tá rolando comigo!!...ohhh!
Tato: toca nos seus peitos, acaricia eles… ah!!... olha como você deixa meu pau duro, coração!!..
Fazendo o que ele queria, com os dedos da mão direita eu mexia no meu buraquinho vaginal e espalhava gostoso todos os meus sucos no meu clitóris inchado, fazendo círculos pequenos que arrancavam gemidos de prazer, enquanto, com a mão esquerda, eu agarrava um dos meus peitos, apertando e acariciando com tudo minha palma não conseguia cobrir ele inteiro, então eu esfregava e apertava, beliscando levemente meu mamilo. De vez em quando, alternava tocando um ou os dois peitos, além de acariciar suavemente minha barriga inchada de grávida.
Tato não perdia nenhum detalhe do que eu estava fazendo, enquanto continuava me mostrando a virilidade dele na tela, batendo uma de forma provocante. Subindo e descendo mais rápido, passando a mão por toda a cabecinha, deixando a glande inchada e vermelha exposta, cheia de fluido pré-gozo.
Sem tirar os olhos dele, percebi que os meus dedos na minha vulva tinham acelerado o ritmo. Eu esfregava o clitóris numa velocidade alucinante, me dedando gostoso. O movimento ficou frenético, a ponto de meus dedos entrarem e saírem, alargando minha fenda, dilatando ela por completo. Eu não conseguia desgrudar os olhos da ferramenta impressionante do Tato. Queria tanto poder ter ela, tocar, chupar, enfiar toda na minha garganta e na minha buceta, que só de pensar já estava enlouquecendo de prazer.
Tato: mamãe!... que gostosa sua buceta!... ahhh!!!
Tato: cê quer que eu meta meu pau, né?
Tato: cê tá desejando ele dentro, né?
Eve: ah!!!!...para!... pelo... amor!!... ohhh!
Eve: não... não... me faz falar isso!
Tato: se olha!... cê não parou de gemer... jejeje!... quero te ouvir!!
Eve: sim... ah!... sim... por favor!!... quero seu pau!!... ah!!!..
Eve: oh!!... Deus!! cê vai me fazer gozar!!... oohhh!!.... tô gozando!!!... tô gozandooo!!!
Foi demais pra mim. A libido aumentada pela gravidez, combinada com o desejo e o tesão de me ver exibida, fez explodir dentro de mim um orgasmo incandescente que me sacudiu violentamente. Espasmos devastadores anunciaram a chegada de um novo orgasmo consecutivo, uma réplica ainda mais intensa que o anterior, que me fez me contorcer de prazer ao sentir correntes elétricas percorrerem minha espinha e me sacudirem como chicotadas. Naquele momento, eu não era uma dona de casa grávida, uma senhora ou uma vizinha respeitável; não era, era só uma puta, uma mulher que berrava, que ofegava no ritmo dos espasmos que brotavam selvagemente das minhas entranhas.
Do outro lado da tela, Tato bufava excitado com o espetáculo que eu estava dando. Ao me ver gozando, o garoto tensionou o corpo atlético e, instintivamente, acelerou a punheta. De repente, jorros grossos de porra saíram disparados, caindo no teclado e em parte da tela.
Tato: ohh!!!... são todos pra você, gostosa!!
Tato: olha só o que você me fez tirar, princesa!!...
Depois de olhar satisfeita a gozada dele na tela, desabei trêmula na minha cadeira e, ainda com os espasmos do último orgasmo na minha buceta, tentei me vestir de novo. Mas a voz enérgica do Tato me impediu.
Tato: tô com uma vontade doida de te foder!!... isso ainda não acabou, princesa!
Eve: p...pe...pera... mas se já...
Tato: cê acha que vou me contentar com isso?
Eve: você disse pra eu te obedecer!!... eu obedeci..
Tato: e você... disse que queria meu pau.. agora vou te dar!!!
Eve: não.. pelo amor!!.. não.. não vem na minha casa.. agora!!
Tato: NÃO.. me escuta bem!..
Tato: …a duas ruas da sua casa tem um parque… daqui 15 minutos te encontro lá
Eve: quê!!!... cê tá louco!!!...
Tato: jejeje… estaciona bem na esquina onde tem uma árvore grande…
Eve: como assim!!!... não dá!!.. o povo vai ver a gente!!
Tato: já é noite!.. quase ninguém passa por lá a essa hora!.
Eve: …não vou conseguir!!... sou uma mulher casada!!... entende!!!
Tato: você consegue e vai!!... senão conto tudo… inclusive o que a gente fez agora!
Eve: o…o que cê tá dizendo??
Tato: isso mesmo, linda!!... te gravei!... agora vai fazer tudo que eu mandar!
Eu estava sendo vítima de mais uma chantagem do Tato, e mesmo assim, minha bucetinha começava a se molhar de novo. Me sentia perturbada e excitada ao mesmo tempo, sentindo por dentro que queria continuar no jogo dele. Estava Morrendo de vontade de ser comida por ele.
Tato: Escuta!... sai agora!.. só que…
Eve: O quê?
Tato: Não veste nada por baixo!!... nada!!
Eve: Nãaaaao!!!... como assim?
Tato: Só coloca esse camisola por cima!!
Eve: Qual??... esse??... é muito curto e transparente!!!
Tato: Por isso mesmo!!... hahaha
Eve: Vou ficar com muita vergonha..!!!.. não seja mau!!
Tato: Faz agora!!... ou não vai provar minha pica!!
Excitada como estava e já sem muita força pra resistir, aceitei de novo as exigências dele. Do lado da minha cama estava a camisola que ele tava falando!... a mesma que usei na noite anterior quando o Ángel veio na minha casa. Não tinha lavado, e ainda tinha o cheiro da minha buceta misturado com o daquele cara. Num movimento rápido, vesti aquela peça fininha, sem absolutamente nada de calcinha por baixo.
Tato: Isso, gostosa!... agora não perde tempo..
Tato: Pega teu carro e dirige até lá!...
Eve: Ok.. t..tá.. b..bem.. já tô saindo!
Tato: Anda logo!!... vou estar te esperando com isso!!!
Tato se levantou, balançando orgulhoso a pica linda dele, que já tinha endurecido de novo, mostrando pra câmera como se fosse me animar a fazer aquela loucura que ele pedia. Ele se desconectou e eu fiz o mesmo, ainda com as pernas tremendo, desci as escadas correndo, peguei as chaves da minha caminhonete e, tentando não ser vista, entrei no carro como dava, evitando que alguns vizinhos que passavam me vissem tão exposta e pensassem que sou uma exibicionista.
Com o coração na mão, liguei a caminhonete e dirigi até o lugar indicado. Não demorei nem um minuto pra chegar e, como o Tato tinha dito, o lugar tava praticamente vazio, só dava pra ver um ou outro corredor solitário ao longe. Cheguei no local e não tinha ninguém; pra não levantar suspeitas, dei mais uma volta. Quando voltei lá perto da árvore, vi uma figura encostada nela. Conforme fui me aproximando, percebi que era o Tato. Ele tava vestindo uma moletom de algodão com o capuz na cabeça, calça de moletom e tênis.
Já eram 11 da noite quando estacionei o carro bem na esquina. O garoto se aproximou devagar, com aquele mesmo olhar penetrante. Abriu a porta do carona e, sem nem olhar pra mim, mandou eu dirigir mais duas ruas abaixo.
— Aqui perto tem um estacionamento, entra aí!... — ordenou, sem virar o rosto pra mim.
Com o coração batendo descontrolado, obedeci ao garoto que parecia imóvel, pelo menos na aparência, porque de relance eu vi o volume enorme que tinha se formado entre as pernas dele. Tato apontou o lugar. Era um estacionamento subterrâneo de um shopping perto dali. Descemos até um subnível afastado e escuro, que com certeza era usado por casais de adolescentes pra trocar uns amassos.
Parei o carro e, na hora, Tato saiu, deu a volta e chegou na minha porta. O garoto abriu a porta e, sem dizer uma palavra, puxou o zíper da calça e soltou aquela fera magnífica que ele tinha de pau. Mesmo com a escuridão do lugar, dava pra ver o tamanho, porque ele tava orgulhosamente duro, potente, cheio de vigor e juventude, apontando direto pro meu rosto.
— É toda sua, gostosa — murmurou Tato, com a voz trêmula de tesão.
Não falei nada. Virei pra ele, peguei aquele pica linda com as duas mãos e comecei devagar a masturbar ele naquele lugar público. Tato apoiou parte do corpo na caminhonete pra disfarçar o que tava rolando, enquanto eu, toda empolgada, alternava carícias na cabeça e na haste, enquanto com a outra mão arranhava de leve os ovos e o saco dele.
O líquido pré-gozo do garoto mostrava que ele tava pronto pra um boquete, então puxei toda a pele do prepúcio pra revelar a cabeça inchada, que engoli por completo. Enfiei aquele cilindro o mais fundo que pude na garganta pra sentir toda a rigidez e o calor dele. Na hora, minha boca começou a... Gosto desse pirulito grosso, lambendo e chupando à vontade, palmo a palmo, fazendo a alegria do garoto, que com gemidos entrecortados acompanhava com a cintura o ritmo da bombeada que eu dava na vara dele. Coloquei todo meu esforço e experiência nessa delícia de pau, Tato me puxava os cabelos ansiosamente, enquanto eu agarrava uma das bundas duras dele, cravando minhas unhas pra ele empurrar mais o cock na minha boca ávida.
Os fluidos que jorravam da minha buceta já tinham manchado o estofado do banco do carro. Precisava de atenção imediata, então, muito a contragosto, tirei aquele cock da minha boca e olhei com olhos suplicantes pro Tato, que na hora entendeu o que eu queria e, com um sorrisinho maroto, me pegou pela mão.
Com medo de estar num lugar onde alguém pudesse nos descobrir, saí devagar do carro e me deixei levar pelo Tato. Ele me colocou na frente do carro. Um leve impulso me fez apoiar as duas mãos no capô, firmei meu peso nelas e, em seguida, levantei minha bundinha empinada, oferecendo pro garoto ser fodida.
Tato levantou sem problemas minha camisola fina, deixando minhas nádegas completamente expostas, me fazendo sentir uma brisa fresca acariciando meus cachos inchados. Na hora, Tato empunhou a ferramenta dele na entrada da minha buceta e, de uma só vez, enfiou a tranca toda na minha cavidade vaginal, arrancando um gemidinho leve e safado.
_Por Deus!!.. ohhh!!.. que grande… que grande você tem!!_ Gemi angustiada, mordendo o lábio, ao sentir a estocada deliciosa daquele pau grosso e duro.
O garoto segurou firme com as duas mãos minhas nádegas brancas e começou a me foder devagar e gostoso. O membro prodigioso dele me perfurava sem piedade, como um pistão quente me enchendo por completo. Meus peitos, sem sutiã, balançavam provocantes no ritmo das investidas do garoto, me fazendo gozar de verdade.
As estocadas do Tato aceleraram e nossos corpos pareciam entrar em sintonia. Eu ansiosamente jogava a bunda pra trás no ritmo da foda, morrendo de vontade de sentir aquele pauzão me penetrando ainda mais. O barulho obsceno da minha buceta batendo na pélvis dele quebrou o silêncio daquele lugar solitário, enquanto o squelch da minha xota encharcada sendo fodida começava a espalhar meus aromas de mulher no cio.
_Aaahhhh!!... não.. não para, por favor!!!..oohhh!..mete em mim!!... me dá tudo!!!_
Gritei totalmente fora de mim. Sem o menor pudor, meus gemidos e suspiros inundaram o lugar todo. Meus peitos inchados pulavam descontroladamente, meus mamilos ficaram duros e uma sacudida elétrica arrepiou meus cabelos, eu tava no limite e o garoto sabia bem disso!... apertou minhas nádegas suculentas com força e acelerou as estocadas.
_Oohh!!! Deus!!!... ohh!!! Siiiiim!!!... crava em mim!!!...assim!!!... vou gozar!!!..tô gozandooo!!!_
Gritei gemendo sem me importar de estar num lugar público, o garoto e suas investidas me empurraram mais pra frente, fazendo meu peso cair nos meus braços, meus peitos e meu rosto encostaram no metal do capô do carro, fazendo minha bunda se levantar ao máximo, implorando pra ser possuída.
Um orgasmo intenso, longo e devastador fez minhas pernas fraquejarem e se dobrarem ao sentir a gozada descomunal, todo meu ser se contraiu violentamente enquanto um prazer foda me invadiu o corpo inteiro até quase me fazer perder a razão.
_Ahhhh!!!...sim!!!... vou encher sua buceta com meu leiteeeee!!!!...siiim!!...oooohhhhh!!!_
Exclamou o garoto eufórico e na hora tensionou todos os músculos e, no meio de um orgasmo brutal, gozou dentro de mim, rajadas quentes e deliciosas do néctar viril dele que se misturaram com a abundância dos meus sucos, fazendo aquela mistura quente e lasciva escorrer da minha virilha pelas coxas até chegar no chão.
Minhas forças fraquejaram um pouco por causa do orgasmo intenso, percebendo isso, Tato me ajudou a Me incorporo devagar. Sem dizer nada, e como forma de agradecimento, peguei o rosto dele com as duas mãos e puxei pra perto, dando um beijo safado onde nossas línguas se entrelaçaram gostoso. Ele tentou falar umas palavras, mas coloquei meu dedo de brincadeira nos lábios dele, num sinal claro pra não dizer nada naquele momento.
Sem mais delongas, subimos no carro e dirigi de volta pro ponto onde peguei ele. Durante o trajeto, não trocamos uma palavra. Parei o carro ao chegar no local do encontro, e finalmente, com um sorriso, o Tato tentou sair do carro, mas eu imediatamente impedi.
— Ok!... vai me dizer quem te deu meu e-mail? — falei com a cara séria.
— Nossa, gostosa!... não prefere umas chupadinhas antes de eu ir? — ele disse sarcástico, passando a mão no próprio volume.
Ignorando a piadinha dele, olhei séria e firme.
— Olha aqui, seu cuzão de merda!!... tudo bem que a gente transou!... foi foda, ok!!... mas não sou otária e quero que me diga agora mesmo... como você me contatou???
Recriminei ele de um jeito mais bravo e firme. O garoto arregalou os olhos, incrédulo com minhas palavras, agora o jogo tinha virado, de submissa pra dominante.
— Ok!... espera!... não fica brava, ok! — ele disse, baixando um pouco a cabeça.
Finalmente ele contou tudo. Me explicou que o Anjo era primo dele, e que quando a mãe do Tato ficou sabendo da visita do Anjo ao psicólogo, ela pediu os relatórios pra mandar ele também, porque o comportamento do Tato tava dando dor de cabeça ultimamente. Naquela noite, o Tato chegou na casa do Anjo e percebeu nossa conversa na internet, porque ele não tinha se desconectado direito. Depois, quando ele saiu correndo pra me encontrar em casa, o Tato seguiu ele e ficou espiando do lado de fora até o Anjo sair.
— Ok!... é melhor isso ficar entre nós, você também tá envolvido agora!
Finalizei falando, e ele O garoto assentiu com a cabeça, timidamente me beijou a bochecha e saiu correndo do carro antes que eu pudesse falar qualquer outra coisa.
Naquela noite, dormi superbem de novo. Nos meus sonhos, lembrei do sexo com o Anjo, depois de ter fodido com o Tato, o quanto as personalidades deles eram diferentes e o muito que me fizeram gozar. A noite passou voando sonhando com eles.
Finalmente, o som do telefone me fez acordar, já eram 10 da manhã. Atendi o fone e do outro lado ouvi uma voz familiar. Era o Anjo.
— Alô??... Evelyn?... Sou o Anjo!!... O Tato me contou tudo... acho que a gente precisa conversar.
Continua...
Parte 2:
O som do despertador me fez acordar de um humor incomumente bom. Eu tinha tido um sono excelente e reparador graças à deliciosa sessão de sexo que tive na noite passada com Ángel, meu jovem vizinho. Levantei cantarolando uma música alegre enquanto ia para o chuveiro. Tirei minha roupa de cama e imediatamente entrei debaixo da água morna do chuveiro.
Ao sair do banho, notei algo estranho no chão do quarto, aparecendo por baixo da cama. Quando peguei, percebi que era a cueca do Ángel. Com certeza, a pressa de chegar em casa antes da mãe e evitar uma bronca fez com que, ao não encontrar a cueca à mão, ele optasse por sair sem ela às pressas.
Instintivamente, levei a peça ao rosto, e o delicioso cheiro de sexo me fez lembrar dele. Pensando nele, senti um leve frio na boca do estômago. Percebi que tinha algum tipo de sentimento por Ángel e, no fundo, imaginava que ele tinha deixado a cueca de propósito como um pretexto para voltar a me ver.
Passaram-se algumas horas em que me dediquei às tarefas de casa, tentando não pensar tanto naquele garoto. Mas a ansiedade me venceu, e à tarde, quando começava a escurecer, entrei online para saber se o rapaz estava na rede. Ainda estava angustiada para saber se ele tinha sido discreto, se a mãe dele tinha suspeitado de algo. Estava com um pouco de medo, mas o que mais queria saber era se ele pensava em mim.
Ele não estava online, mas tinha me escrito um e-mail:
Querida Eve!... O que aconteceu ontem à noite foi sensacional! Nunca na minha vida me senti assim e espero ter a oportunidade de ficar com você de novo. Por isso mesmo, queria que aceitasse um convite. Os garotos da escola e eu planejamos uma festa de fim de ano na casa de um primo meu, que fica perto daqui. A ideia é que, quando a festa acabar, você e eu fiquemos para passar a noite naquela casa. É muito ampla e muito gostosa, tem piscina… Sei que você vai gostar!.. o que acha??.. topa??... me faria muito feliz se aceitar meu convite. É neste fim de semana. Espero sua resposta!... Ángel.
Fiquei matutando uns segundos a proposta que aquele rapaz me fazia, e embora tivesse minhas dúvidas, sentia por dentro a vontade de ficar com ele de novo. Será que tô criando um sentimento por esse cara?... os hormônios são capazes de tudo.
Tava prestes a responder quando notei que tinha um novo contato esperando minha aceitação: “Tato”.. Quem é “Tato”?
Finalmente aceitei e não passaram nem 5 segundos quando apareceu uma nova mensagem.
Tato: oi!
Eve: oi!.. quem é você?
Tato: antes de eu te contar, você precisa saber que ontem à noite vi o Ángel saindo da sua casa, e sei muito bem o que vocês estavam fazendo! J
Um arrepio percorreu meu corpo. Do que se tratava tudo isso?, Quem era essa pessoa que descobriu o negócio do Ángel? Uma nova mensagem me tirou dos meus pensamentos.
Tato: você gostaria que alguém soubesse?
Eve: não, por favor!.. não sei quem é você…
Eve:… mas não quero que isso se espalhe
Tato: eu sei, mas… o que você me oferece em troca do meu silêncio?
Eve: não sei.. não sei o que você quer.. não sei quem é você!
Tato: eu sei.. te falo…
Tato:…quero a mesma coisa que você deu pro Ángel! J
O nervosismo começou a me tomar. Não fazia a menor ideia de quem era essa pessoa, a única coisa que veio na minha cabeça é que ele viu o Ángel saindo da minha casa altas horas da noite, isso já bastava pra jogar minha reputação no bairro no lixo. Se descobrissem que um rapazinho visitava uma mulher casada sem o marido por perto, teria que encarar o julgamento público, talvez até humilhação, e tudo isso com tão pouco tempo morando por essas bandas. O importante de tudo isso era: Quem diabos deu meu e-mail pra ele?
Eve: quem te deu meu e-mail?
Eve: foi o Ángel?
Tato: ele não me deu… mas…
Tato: temos que nos ver pra conversar isso…
Tato: ou quer que todo mundo na vizinhança fique sabendo?
Eu tava num beco sem saída, um problema daqueles. Por um lado, o chantagista foi bem claro sobre o que queria, dava pra imaginar direitinho; por outro, ignorar ele ia acabar com minha imagem, e pra uma mulher tão ativa sexualmente como eu, seria péssimo ver meu anonimato e sossego irem pro ralo.
Eve: como assim?
Tato: agora mesmo…
Tato: liga a cam!
Eve: mas… é que eu não tenho!!
Tato: Ok! Então esquece, vou contar pra mãe do Anjo!
Um susto me tomou. Morrendo de medo de tudo ser descoberto, acabei cedendo, tirei a webcam de uma gaveta e em segundos coloquei ela online.
Eve: Ok!.. já foi!... cê tá me vendo agora?
Tato:..hehehe!!..tô te vendo sim!... e cê tá uma gostosa!!
Pela webcam, pude ver o Tato, ele era um moleque atlético, parecia alto, talvez esportista, não mais que 18 anos, olhos claros e cabelo comprido, tinha uma cara de Don Juan com um ar de metido, uma barbinha começando e um sorriso que desmontava qualquer um. O típico “garoto perigoso” que sua mãe avisava na escola.
Eve: e agora?
Tato: calma!... cê tá linda!.. fica de pé pra eu te ver melhor!!
Tato: vou colocar o fone de ouvido, faz o mesmo e vamos fazer isso conversando
Eu não queria dar o gosto pra ele, mas tava em desvantagem e aceitei os pedidos. Fiz igual ele, coloquei o fone e o headset e fiquei esperando as ordens dele.
Tato: agora deixa eu te ver bem.. tira a blusa devagar!
Eve: nãooo!.. não consigo fazer isso!... cê tá louco???
Tato: vai logo, boneca!!... começa de uma vez com essa blusa!
Mesmo hesitando por uns segundos, finalmente percebi que quanto menos eu resistisse, mais rápido isso ia acabar, então segui as ordens dele e tirei a blusa devagar na frente da webcam, desabotoando um por um dos botões. Finalmente deixei cair no chão, mostrando pro garoto minhas tetas generosas cobertas por um sutiã branco de meia taça.
Tato: puta merda!!... que tetas enormes.. parecem deliciosas!!…
Tato: tô vendo que você tá gordinha, coração!!!... kkkk!... vai ter bebê?
Eve: sim… tô grávida!..
Tato: que tesão uma grávida me mostrando as coisinhas dela pela cam!
Tato: você tá deixando meu pau duro como pedra, coração!
Tato: agora tira a calça também devagar!.. vai!
Sem escolha, segui as instruções dele. Eu tava usando uma calça de tecido leve, que deslizei lentamente pra baixo pelos meus quadris sinuosos. Quando a peça caiu no chão, finalmente o garoto pôde ver minha calcinha fina da mesma cor do sutiã.
Eve: já!.. por favor.. chega!... já deu!
Tato: o quê?... isso mal começou!
Tato: agora tira o sutiã e a calcinha de uma vez!...
Tato: quero ver seu corpo de mulher grávida… inteiro!
Eve: não quero!... n.. não devo!!
Tato: beleza!.. então tchau!.. mas você sabe!
Eve: espera!!.. mas só isso e pronto!.. ok?
Tato: vai logo!!... mas me deixa ver!!
Eve: ok!
Aceitei de novo por medo de que minha vida sexual fosse exposta, e na esperança de que aquele jogo onde eu era dominada acabasse logo. Levei as mãos às costas pra soltar um por um os ganchos do sutiã, depois deslizei lentamente as alças pelos ombros e, com as duas mãos, libertei meus peitos inchados das taças. Finalmente ficaram expostas minhas tetas duras e empinadas, com as auréolas e mamilos cor de mel. Em seguida, segurei com as duas mãos as laterais da calcinha e puxei até o chão, deixando à mostra minha buceta depilada, pra alegria do adolescente pervertido.
Do outro lado da conexão, Tato olhava meu corpo nu com os olhos arregalados, aproveitando ao máximo minha exibição, enquanto com uma das mãos já começava a esfregar o volume por cima da roupa.
Tato: uau!... Caramba, você é uma senhora bem gostosa!!
Tato: vira de costas… devagar… quero ver essa bunda toda!
Obedeci sem reclamar, fui virando devagar, girando 90 graus pra câmera, logo fiquei de costas, mostrando pro garoto a redondeza das minhas cadeiras e da minha bunda. Devagar voltei pra posição original, só pra descobrir, surpresa, que o Tato não tinha perdido tempo: tinha tirado a camiseta e abaixado completamente o shorts de moletom, e sentado na frente da câmera, começou a se masturbar gostoso.
Tenho que admitir que o Tato me impressionou pra caralho. O corpo dele, mesmo sendo jovem, parecia mais másculo que o do Ángel. Os músculos do torso bem definidos, junto com os peitorais e os braços, deixavam ele provocante. Na hora reparei no pau dele. Minha nossa!… que pedaço de pau que esse moleque carregava, pra idade dele era um absurdo. Grosso e comprido pra cacete, com umas veias saltadas que faziam ele parecer vibrante e potente. Um verdadeiro tesão.
O garoto pareceu notar meu interesse nele e na hora me mandou continuar o joguinho.
Tato: cê gostou do meu pau, coração?
Eve: mas… que porra você tá falando?
Tato: vai logo!… te perguntei uma coisa… responde ou o trato acabou
Eve: o que você quer?
Tato: que você me fale se gostou do meu pau!!
Eve: não sei!!… não… sei!
Tato: hehehe… como??… não brinca!
Eve: é que… ah!… tá bom…
Tato: não vou perguntar de novo, hein?
Eve: OK!… tudo bem… espera!…
Eve: sim… acho… que… sim… sim… eu… gostei!
Tato: você gostaria de ver como eu bato uma?
Eve: não sei!… hmm…
Tato: te avisei… hein?
Eve: Ok… tudo bem… mmh!… acho que… sim… gostaria
Tato: Ok, princesa!
Na sequência, o garoto começou a se masturbar devagar, como se não quisesse que eu perdesse nenhum detalhe do pau duro dele, enquanto eu, hipnotizada, olhava as sacudidas que ele dava em si mesmo, acho que até um pouco de saliva escorreu pela boca. comissuras da minha boca naqueles momentos.
Toda essa putaria tava causando estrago no meu estado de espírito. De novo me invadiu aquele desejo que, sem piedade e sem ligar pra humilhação ou manipulação que eu tava sofrendo, tava me fazendo querer que a mão do Tato não fosse a dele, mas a minha, e que aquela pica jovem e magnífica se materializasse de algum jeito pra acalmar o fogo que subia do meu baixo ventre.
Tato: agora... se ajeita bem na frente da câmera e vamos bater uma juntos!
Eve: que?... p..mas!!
Tato: se você visse a carinha de safada que você tem!!... você tá morrendo de vontade, né?
Eve: que??... eu.. não..
Tato: vai!!... me fala que você quer!!... se não for assim, eu paro agora!
Eve: humm!... eu..ah!
Tato: tô te ouvindo!
Eve: ah!!.. chega!!...sim…s..sim, eu quero!..ah!.. o que eu falei?
Eve: oh!... meu Deus, o que eu tô fazendo?
Na mesma hora, me sentei bem na frente da cam, exatamente como o Tato queria. Abri bem as pernas até colocar minhas coxas dos dois lados dos braços da cadeira. Percebi na hora que já tava com a buceta toda molhada, aí entendi que tinha ficado lubrificada desde que o menino começou o jogo dele. Suspirei fundo ao sentir o toque dos meus dedos na minha periquita encharcada, e logo já tava brincando com meu clitóris e meus lábios externos, esfregando eles com vontade, me masturbando pela webcam e só pro Tato.
Tato: Ah!!!... assim, gostosa!... esfrega toda a buceta..
Eve: …oooh! … céus.. eu!!.. ahh!!.. por favor…não..sei..o que tá rolando comigo!!...ohhh!
Tato: toca nos seus peitos, acaricia eles… ah!!... olha como você deixa meu pau duro, coração!!..
Fazendo o que ele queria, com os dedos da mão direita eu mexia no meu buraquinho vaginal e espalhava gostoso todos os meus sucos no meu clitóris inchado, fazendo círculos pequenos que arrancavam gemidos de prazer, enquanto, com a mão esquerda, eu agarrava um dos meus peitos, apertando e acariciando com tudo minha palma não conseguia cobrir ele inteiro, então eu esfregava e apertava, beliscando levemente meu mamilo. De vez em quando, alternava tocando um ou os dois peitos, além de acariciar suavemente minha barriga inchada de grávida.
Tato não perdia nenhum detalhe do que eu estava fazendo, enquanto continuava me mostrando a virilidade dele na tela, batendo uma de forma provocante. Subindo e descendo mais rápido, passando a mão por toda a cabecinha, deixando a glande inchada e vermelha exposta, cheia de fluido pré-gozo.
Sem tirar os olhos dele, percebi que os meus dedos na minha vulva tinham acelerado o ritmo. Eu esfregava o clitóris numa velocidade alucinante, me dedando gostoso. O movimento ficou frenético, a ponto de meus dedos entrarem e saírem, alargando minha fenda, dilatando ela por completo. Eu não conseguia desgrudar os olhos da ferramenta impressionante do Tato. Queria tanto poder ter ela, tocar, chupar, enfiar toda na minha garganta e na minha buceta, que só de pensar já estava enlouquecendo de prazer.
Tato: mamãe!... que gostosa sua buceta!... ahhh!!!
Tato: cê quer que eu meta meu pau, né?
Tato: cê tá desejando ele dentro, né?
Eve: ah!!!!...para!... pelo... amor!!... ohhh!
Eve: não... não... me faz falar isso!
Tato: se olha!... cê não parou de gemer... jejeje!... quero te ouvir!!
Eve: sim... ah!... sim... por favor!!... quero seu pau!!... ah!!!..
Eve: oh!!... Deus!! cê vai me fazer gozar!!... oohhh!!.... tô gozando!!!... tô gozandooo!!!
Foi demais pra mim. A libido aumentada pela gravidez, combinada com o desejo e o tesão de me ver exibida, fez explodir dentro de mim um orgasmo incandescente que me sacudiu violentamente. Espasmos devastadores anunciaram a chegada de um novo orgasmo consecutivo, uma réplica ainda mais intensa que o anterior, que me fez me contorcer de prazer ao sentir correntes elétricas percorrerem minha espinha e me sacudirem como chicotadas. Naquele momento, eu não era uma dona de casa grávida, uma senhora ou uma vizinha respeitável; não era, era só uma puta, uma mulher que berrava, que ofegava no ritmo dos espasmos que brotavam selvagemente das minhas entranhas.
Do outro lado da tela, Tato bufava excitado com o espetáculo que eu estava dando. Ao me ver gozando, o garoto tensionou o corpo atlético e, instintivamente, acelerou a punheta. De repente, jorros grossos de porra saíram disparados, caindo no teclado e em parte da tela.
Tato: ohh!!!... são todos pra você, gostosa!!
Tato: olha só o que você me fez tirar, princesa!!...
Depois de olhar satisfeita a gozada dele na tela, desabei trêmula na minha cadeira e, ainda com os espasmos do último orgasmo na minha buceta, tentei me vestir de novo. Mas a voz enérgica do Tato me impediu.
Tato: tô com uma vontade doida de te foder!!... isso ainda não acabou, princesa!
Eve: p...pe...pera... mas se já...
Tato: cê acha que vou me contentar com isso?
Eve: você disse pra eu te obedecer!!... eu obedeci..
Tato: e você... disse que queria meu pau.. agora vou te dar!!!
Eve: não.. pelo amor!!.. não.. não vem na minha casa.. agora!!
Tato: NÃO.. me escuta bem!..
Tato: …a duas ruas da sua casa tem um parque… daqui 15 minutos te encontro lá
Eve: quê!!!... cê tá louco!!!...
Tato: jejeje… estaciona bem na esquina onde tem uma árvore grande…
Eve: como assim!!!... não dá!!.. o povo vai ver a gente!!
Tato: já é noite!.. quase ninguém passa por lá a essa hora!.
Eve: …não vou conseguir!!... sou uma mulher casada!!... entende!!!
Tato: você consegue e vai!!... senão conto tudo… inclusive o que a gente fez agora!
Eve: o…o que cê tá dizendo??
Tato: isso mesmo, linda!!... te gravei!... agora vai fazer tudo que eu mandar!
Eu estava sendo vítima de mais uma chantagem do Tato, e mesmo assim, minha bucetinha começava a se molhar de novo. Me sentia perturbada e excitada ao mesmo tempo, sentindo por dentro que queria continuar no jogo dele. Estava Morrendo de vontade de ser comida por ele.
Tato: Escuta!... sai agora!.. só que…
Eve: O quê?
Tato: Não veste nada por baixo!!... nada!!
Eve: Nãaaaao!!!... como assim?
Tato: Só coloca esse camisola por cima!!
Eve: Qual??... esse??... é muito curto e transparente!!!
Tato: Por isso mesmo!!... hahaha
Eve: Vou ficar com muita vergonha..!!!.. não seja mau!!
Tato: Faz agora!!... ou não vai provar minha pica!!
Excitada como estava e já sem muita força pra resistir, aceitei de novo as exigências dele. Do lado da minha cama estava a camisola que ele tava falando!... a mesma que usei na noite anterior quando o Ángel veio na minha casa. Não tinha lavado, e ainda tinha o cheiro da minha buceta misturado com o daquele cara. Num movimento rápido, vesti aquela peça fininha, sem absolutamente nada de calcinha por baixo.
Tato: Isso, gostosa!... agora não perde tempo..
Tato: Pega teu carro e dirige até lá!...
Eve: Ok.. t..tá.. b..bem.. já tô saindo!
Tato: Anda logo!!... vou estar te esperando com isso!!!
Tato se levantou, balançando orgulhoso a pica linda dele, que já tinha endurecido de novo, mostrando pra câmera como se fosse me animar a fazer aquela loucura que ele pedia. Ele se desconectou e eu fiz o mesmo, ainda com as pernas tremendo, desci as escadas correndo, peguei as chaves da minha caminhonete e, tentando não ser vista, entrei no carro como dava, evitando que alguns vizinhos que passavam me vissem tão exposta e pensassem que sou uma exibicionista.
Com o coração na mão, liguei a caminhonete e dirigi até o lugar indicado. Não demorei nem um minuto pra chegar e, como o Tato tinha dito, o lugar tava praticamente vazio, só dava pra ver um ou outro corredor solitário ao longe. Cheguei no local e não tinha ninguém; pra não levantar suspeitas, dei mais uma volta. Quando voltei lá perto da árvore, vi uma figura encostada nela. Conforme fui me aproximando, percebi que era o Tato. Ele tava vestindo uma moletom de algodão com o capuz na cabeça, calça de moletom e tênis.
Já eram 11 da noite quando estacionei o carro bem na esquina. O garoto se aproximou devagar, com aquele mesmo olhar penetrante. Abriu a porta do carona e, sem nem olhar pra mim, mandou eu dirigir mais duas ruas abaixo.
— Aqui perto tem um estacionamento, entra aí!... — ordenou, sem virar o rosto pra mim.
Com o coração batendo descontrolado, obedeci ao garoto que parecia imóvel, pelo menos na aparência, porque de relance eu vi o volume enorme que tinha se formado entre as pernas dele. Tato apontou o lugar. Era um estacionamento subterrâneo de um shopping perto dali. Descemos até um subnível afastado e escuro, que com certeza era usado por casais de adolescentes pra trocar uns amassos.
Parei o carro e, na hora, Tato saiu, deu a volta e chegou na minha porta. O garoto abriu a porta e, sem dizer uma palavra, puxou o zíper da calça e soltou aquela fera magnífica que ele tinha de pau. Mesmo com a escuridão do lugar, dava pra ver o tamanho, porque ele tava orgulhosamente duro, potente, cheio de vigor e juventude, apontando direto pro meu rosto.
— É toda sua, gostosa — murmurou Tato, com a voz trêmula de tesão.
Não falei nada. Virei pra ele, peguei aquele pica linda com as duas mãos e comecei devagar a masturbar ele naquele lugar público. Tato apoiou parte do corpo na caminhonete pra disfarçar o que tava rolando, enquanto eu, toda empolgada, alternava carícias na cabeça e na haste, enquanto com a outra mão arranhava de leve os ovos e o saco dele.
O líquido pré-gozo do garoto mostrava que ele tava pronto pra um boquete, então puxei toda a pele do prepúcio pra revelar a cabeça inchada, que engoli por completo. Enfiei aquele cilindro o mais fundo que pude na garganta pra sentir toda a rigidez e o calor dele. Na hora, minha boca começou a... Gosto desse pirulito grosso, lambendo e chupando à vontade, palmo a palmo, fazendo a alegria do garoto, que com gemidos entrecortados acompanhava com a cintura o ritmo da bombeada que eu dava na vara dele. Coloquei todo meu esforço e experiência nessa delícia de pau, Tato me puxava os cabelos ansiosamente, enquanto eu agarrava uma das bundas duras dele, cravando minhas unhas pra ele empurrar mais o cock na minha boca ávida.
Os fluidos que jorravam da minha buceta já tinham manchado o estofado do banco do carro. Precisava de atenção imediata, então, muito a contragosto, tirei aquele cock da minha boca e olhei com olhos suplicantes pro Tato, que na hora entendeu o que eu queria e, com um sorrisinho maroto, me pegou pela mão.
Com medo de estar num lugar onde alguém pudesse nos descobrir, saí devagar do carro e me deixei levar pelo Tato. Ele me colocou na frente do carro. Um leve impulso me fez apoiar as duas mãos no capô, firmei meu peso nelas e, em seguida, levantei minha bundinha empinada, oferecendo pro garoto ser fodida.
Tato levantou sem problemas minha camisola fina, deixando minhas nádegas completamente expostas, me fazendo sentir uma brisa fresca acariciando meus cachos inchados. Na hora, Tato empunhou a ferramenta dele na entrada da minha buceta e, de uma só vez, enfiou a tranca toda na minha cavidade vaginal, arrancando um gemidinho leve e safado.
_Por Deus!!.. ohhh!!.. que grande… que grande você tem!!_ Gemi angustiada, mordendo o lábio, ao sentir a estocada deliciosa daquele pau grosso e duro.
O garoto segurou firme com as duas mãos minhas nádegas brancas e começou a me foder devagar e gostoso. O membro prodigioso dele me perfurava sem piedade, como um pistão quente me enchendo por completo. Meus peitos, sem sutiã, balançavam provocantes no ritmo das investidas do garoto, me fazendo gozar de verdade.
As estocadas do Tato aceleraram e nossos corpos pareciam entrar em sintonia. Eu ansiosamente jogava a bunda pra trás no ritmo da foda, morrendo de vontade de sentir aquele pauzão me penetrando ainda mais. O barulho obsceno da minha buceta batendo na pélvis dele quebrou o silêncio daquele lugar solitário, enquanto o squelch da minha xota encharcada sendo fodida começava a espalhar meus aromas de mulher no cio.
_Aaahhhh!!... não.. não para, por favor!!!..oohhh!..mete em mim!!... me dá tudo!!!_
Gritei totalmente fora de mim. Sem o menor pudor, meus gemidos e suspiros inundaram o lugar todo. Meus peitos inchados pulavam descontroladamente, meus mamilos ficaram duros e uma sacudida elétrica arrepiou meus cabelos, eu tava no limite e o garoto sabia bem disso!... apertou minhas nádegas suculentas com força e acelerou as estocadas.
_Oohh!!! Deus!!!... ohh!!! Siiiiim!!!... crava em mim!!!...assim!!!... vou gozar!!!..tô gozandooo!!!_
Gritei gemendo sem me importar de estar num lugar público, o garoto e suas investidas me empurraram mais pra frente, fazendo meu peso cair nos meus braços, meus peitos e meu rosto encostaram no metal do capô do carro, fazendo minha bunda se levantar ao máximo, implorando pra ser possuída.
Um orgasmo intenso, longo e devastador fez minhas pernas fraquejarem e se dobrarem ao sentir a gozada descomunal, todo meu ser se contraiu violentamente enquanto um prazer foda me invadiu o corpo inteiro até quase me fazer perder a razão.
_Ahhhh!!!...sim!!!... vou encher sua buceta com meu leiteeeee!!!!...siiim!!...oooohhhhh!!!_
Exclamou o garoto eufórico e na hora tensionou todos os músculos e, no meio de um orgasmo brutal, gozou dentro de mim, rajadas quentes e deliciosas do néctar viril dele que se misturaram com a abundância dos meus sucos, fazendo aquela mistura quente e lasciva escorrer da minha virilha pelas coxas até chegar no chão.
Minhas forças fraquejaram um pouco por causa do orgasmo intenso, percebendo isso, Tato me ajudou a Me incorporo devagar. Sem dizer nada, e como forma de agradecimento, peguei o rosto dele com as duas mãos e puxei pra perto, dando um beijo safado onde nossas línguas se entrelaçaram gostoso. Ele tentou falar umas palavras, mas coloquei meu dedo de brincadeira nos lábios dele, num sinal claro pra não dizer nada naquele momento.
Sem mais delongas, subimos no carro e dirigi de volta pro ponto onde peguei ele. Durante o trajeto, não trocamos uma palavra. Parei o carro ao chegar no local do encontro, e finalmente, com um sorriso, o Tato tentou sair do carro, mas eu imediatamente impedi.
— Ok!... vai me dizer quem te deu meu e-mail? — falei com a cara séria.
— Nossa, gostosa!... não prefere umas chupadinhas antes de eu ir? — ele disse sarcástico, passando a mão no próprio volume.
Ignorando a piadinha dele, olhei séria e firme.
— Olha aqui, seu cuzão de merda!!... tudo bem que a gente transou!... foi foda, ok!!... mas não sou otária e quero que me diga agora mesmo... como você me contatou???
Recriminei ele de um jeito mais bravo e firme. O garoto arregalou os olhos, incrédulo com minhas palavras, agora o jogo tinha virado, de submissa pra dominante.
— Ok!... espera!... não fica brava, ok! — ele disse, baixando um pouco a cabeça.
Finalmente ele contou tudo. Me explicou que o Anjo era primo dele, e que quando a mãe do Tato ficou sabendo da visita do Anjo ao psicólogo, ela pediu os relatórios pra mandar ele também, porque o comportamento do Tato tava dando dor de cabeça ultimamente. Naquela noite, o Tato chegou na casa do Anjo e percebeu nossa conversa na internet, porque ele não tinha se desconectado direito. Depois, quando ele saiu correndo pra me encontrar em casa, o Tato seguiu ele e ficou espiando do lado de fora até o Anjo sair.
— Ok!... é melhor isso ficar entre nós, você também tá envolvido agora!
Finalizei falando, e ele O garoto assentiu com a cabeça, timidamente me beijou a bochecha e saiu correndo do carro antes que eu pudesse falar qualquer outra coisa.
Naquela noite, dormi superbem de novo. Nos meus sonhos, lembrei do sexo com o Anjo, depois de ter fodido com o Tato, o quanto as personalidades deles eram diferentes e o muito que me fizeram gozar. A noite passou voando sonhando com eles.
Finalmente, o som do telefone me fez acordar, já eram 10 da manhã. Atendi o fone e do outro lado ouvi uma voz familiar. Era o Anjo.
— Alô??... Evelyn?... Sou o Anjo!!... O Tato me contou tudo... acho que a gente precisa conversar.
Continua...
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