Tudo começou numa tarde de domingo, eu tava doente, então no dia seguinte não ia pra aula. Pra mim tanto fazia, de qualquer jeito acho que nem daria pra ir, porque tava bem ruim mesmo. Mas o que me animou foi que minha mãe disse que a Maria, uma amiga dela, viria de manhã pra fazer meu café e dar uma arrumada na casa. Fiquei felizão sabendo que a Mari, como chamam ela, ia vir aqui em casa, porque ela é bem gostosa, tem uma raba enorme e empinada, e uns peitos bem grandes e deliciosos.
Na manhã seguinte, quando acordei, pra minha surpresa a Mari já tava em casa e, sem falar nada, trouxe meu café na cama. Quando terminei de comer, falei que tava calor, aí ela puxou o cobertor. Eu não queria que ela tirasse tudo porque tava só de cueca e com o pau bem duro, mas mesmo assim ela tirou. Quando baixou o cobertor, meu pau subiu na hora e ela não conseguiu evitar de olhar, mas deu uma risadinha e fez de novo. Depois perguntei do que ela tava rindo, e ela disse que era porque meu pau levantava na hora que tirava o cobertor. Eu fingi rir também, mas tava era muito excitado vendo os peitões dela por baixo da blusa. De tão distraído olhando os peitos, nem percebi que meu pau já tinha escapado da cueca e ela tava brincando com ele. Eu ri de nervoso, mas ela me olhou com uma cara safada e começou a chupar ele.
A Mari tava tão linda chupando que não aguentei e pedi pra ela tirar a blusa. Ela obedeceu e eu vi pela primeira vez aqueles peitos lindos, que agora roçavam nas minhas pernas enquanto ela mamava. Depois de um tempo, ela deitou em cima de mim, tirou a minissaia e, com a carinha linda dela bem na minha frente, pediu pra eu meter. Não pensei duas vezes e enfiei por trás enquanto a gente se beijava. Era uma sensação incrível, não conseguia me concentrar nem em beijar nem em meter. Depois de um tempo dando por trás, senti que ia gozar e falei: "Já desce, vou gozar". Mas ela disse pra eu gozar dentro, então gozei na buceta dela. Cuzinho sentimos como um alívio e ficamos assim um tempão abraçados, um por cima do outro, com meu pau ainda dentro dela. Quando ela sentiu que meu pau continuava duro, se levantou e continuou chupando até eu gozar na cara dela. Mesmo sendo menos intenso que a primeira gozada, lambuzei a carinha dela toda de porra. Depois disso, ela se vestiu e disse que precisava ir. Me deu um beijinho na boca e eu dei um tapa na bunda dela. Ela foi embora com um sorriso no rosto e prometeu que a gente repetiria. Até hoje, toda vez que a gente se vê na rua, começamos a rir. Só espero poder ficar sozinho com ela o mais rápido possível.
Comentem.
Na manhã seguinte, quando acordei, pra minha surpresa a Mari já tava em casa e, sem falar nada, trouxe meu café na cama. Quando terminei de comer, falei que tava calor, aí ela puxou o cobertor. Eu não queria que ela tirasse tudo porque tava só de cueca e com o pau bem duro, mas mesmo assim ela tirou. Quando baixou o cobertor, meu pau subiu na hora e ela não conseguiu evitar de olhar, mas deu uma risadinha e fez de novo. Depois perguntei do que ela tava rindo, e ela disse que era porque meu pau levantava na hora que tirava o cobertor. Eu fingi rir também, mas tava era muito excitado vendo os peitões dela por baixo da blusa. De tão distraído olhando os peitos, nem percebi que meu pau já tinha escapado da cueca e ela tava brincando com ele. Eu ri de nervoso, mas ela me olhou com uma cara safada e começou a chupar ele.
A Mari tava tão linda chupando que não aguentei e pedi pra ela tirar a blusa. Ela obedeceu e eu vi pela primeira vez aqueles peitos lindos, que agora roçavam nas minhas pernas enquanto ela mamava. Depois de um tempo, ela deitou em cima de mim, tirou a minissaia e, com a carinha linda dela bem na minha frente, pediu pra eu meter. Não pensei duas vezes e enfiei por trás enquanto a gente se beijava. Era uma sensação incrível, não conseguia me concentrar nem em beijar nem em meter. Depois de um tempo dando por trás, senti que ia gozar e falei: "Já desce, vou gozar". Mas ela disse pra eu gozar dentro, então gozei na buceta dela. Cuzinho sentimos como um alívio e ficamos assim um tempão abraçados, um por cima do outro, com meu pau ainda dentro dela. Quando ela sentiu que meu pau continuava duro, se levantou e continuou chupando até eu gozar na cara dela. Mesmo sendo menos intenso que a primeira gozada, lambuzei a carinha dela toda de porra. Depois disso, ela se vestiu e disse que precisava ir. Me deu um beijinho na boca e eu dei um tapa na bunda dela. Ela foi embora com um sorriso no rosto e prometeu que a gente repetiria. Até hoje, toda vez que a gente se vê na rua, começamos a rir. Só espero poder ficar sozinho com ela o mais rápido possível.
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8 comentários - Relato (muito bom)