Bebota 3 (primeira vez na buceta)

— Que bom que foi, quero mais! — disse Romi quando se acalmou.
— Viu, filha da puta, te falei.
— Mas ainda dói um pouco a minha buceta.
— Vamos tomar um banho, descansar um pouco e depois continuamos.

Entramos no chuveiro. Ela me ensaboou e eu ensaboei ela. Depois fomos pra cama. Eu continuei tomando champanhe, ela pediu água. Mas depois pegou no champanhe. Logo meu pau endureceu de novo. Mas ela pediu pra descansar.

Dormimos juntos, mas de madrugada peguei ela e fodemos de novo. Agora ela por cima de mim. Primeiro ela sentou e eu falei como mexer a bunda pra foder devagar. Rebolava igual num vídeo de reggaeton e pegou o jeito na hora. Depois sentou como se fosse fazer xixi e montou em mim.

— Assim sinto você pra caralho! — ela disse
— O que você sente? — perguntei pra fazer ela falar e se soltar.
— Sinto ele bem dentro. Sinto minha buceta batendo na sua barriga e minha raba roçando nas suas bolas.

Excelente! "E você gosta?". "Adoro", respondeu. "Ainda dói um pouco, mas tô gozando pra caralho", completou. "Que bom, bebê. Vai ver que na próxima vai doer menos e você vai gozar ainda mais". "Sim, mas isso nunca vou esquecer". "Se arrepende de não ter feito antes?", perguntei. "Não, porque senão não teria sido com você, e graças a você tô gozando tanto. Com outro não teria sido a mesma coisa", respondeu.

Uma deusa a mina. Pra retribuir, de baixo comecei a foder ela com tudo.
— Aiii, que bom isso que você tá fazendo!
— Gosta assim?
— Sim, forte, forte… Sinto você pra caralho, Max. Adoro, aaah, aaah, aaaa, ah, aaaah, aaaaa, aaaa.
— Vai gozar de novo, meu amor?
— Sim, aaaai, assim.
— Vai, goza toda pra mim. Goza, bebê, vai, vai, assim, vai.
— Sim, tô gozando, tô gozando, aaa, a-a-a-a-a aaaaahhhhh!!!!!!

Não parei, mas ela gozou e desabou em cima de mim. Eu queria continuar, então abracei ela e virei na cama, deixando ela embaixo e eu por cima, tipo papai e mamãe. Abri as pernas dela segurando pelas coxas e comecei a foder ela forte de novo com a pau que tinha ficado longa e dura.
- Aii, gozo de novo, assiiiiim, aaahhahh aaa
Eu não dizia nada. Tava super focado em arrebentar bem a pussy dela.
- Aaaaaaa, sssssiiim, aii aaaa, goza em mim, goza em mim
- Mais, mais, - eu dizia
- Goza em mim, goza em mim, quero sentir você como antes!! Aii de novo, de novo, aaaahhhh.

Sentir ela gozar pela terceira vez e molhar minha pau enfiada na camisinha me esquentou, mas me deu vontade de sentir pele a pele. Tirei, arranquei o plástico e enfiei de novo. Continuei comendo ela enquanto ela gritava que nem uma louca e pedia pra eu não gozar dentro.

E pra dar o gosto nela, tirei a pau, subi em cima, e antes que ela percebesse que eu não ia dar pra chupar, como ela imaginava pela boquinha semiaberta, banhei a carinha dela de porra.

O primeiro jato foi na testa e no cabelo. O segundo, mais forte, na cabeceira da cama. E um pouco na maçã do rosto. O terceiro na bochecha e no queixo. O quarto na boca, igual o quinto. As últimas gotas no pescoço.

Longe de ficar brava, ela riu. "Me banhou, filho da puta!!!!", disse a Romi morrendo de rir. "Te batizei, bebê", falei. "Jajajaja", ela riu. "Aii, tenho até no cabelo", disse passando a mão. "Deixa eu sair antes que seque, vai ficar duro".

Correu pro banheiro e lavou a cara e o cabelo. Voltou pro quarto. Eu tava de barriga pra cima. Ela me chupou até limpar. E continuou um pouquinho mais ao ver que tava ficando durinha. Mas não tinha mais porra.

Dormimos mais um tempo e depois levantamos, tomamos café num bar perto de casa e levei ela na casa dela.

Depois disso, a coisa virou um relacionamento. Quase um namoro. Embora eu não tenha parado de comer outras, ela vinha primeiro. Ela percebeu e aproveitou pra se instalar direto em casa. Até pra estudar em vez de ir na casa das amigas. E eu deixei porque ela me retribuía de sobra.

No meu aniversário, duas semanas depois, ela veio pra casa com o look de colegial, conectou Meu mp3 no som, ela me obrigou a sentar no sofá da sala e depois foi pro banheiro.

Quando saiu, vi que ainda tava com parte do look, mas por baixo da camisa branca (que tava aberta e amarrada, deixando o umbigo de fora) tinha um sutiã vermelho, meia arrastão vermelha e um cinta-liga. No cabelo, fez duas maria-chiquinhas que deixavam ela com cara de novinha.

Tentei levantar pra pegar ela, mas ela disse “fica aí”. Foi até o som e apertou o play. Era a música “I did it again”, da Britney Spears. Ela começou a dançar uma coreografia bem safada.

Era uma puta tesão ver ela. Mostrava a raba, empinada e com cinta-liga, a parte da frente bem pequenininha. Antes da música acabar, ela já tava de calcinha e sutiã, me fazendo um boquete foda. No tempo que a gente tava saindo, eu tinha mostrado vários vídeos da internet, tipo Jena Haze, pra ela aprender a chupar bem, e ela adorou.

Também aproveitei pra mostrar umas cenas de anal. O que chamou a atenção dela nos pornôs foi que as gostosas eram todas depiladas. Ela perguntou se eu gostava e eu falei que sim. Na próxima vez que tirei a calcinha dela, vi pra minha surpresa que não tinha nem um fio de cabelo no cuzinho.

— Quero que goze na minha boca igual da primeira vez! — pediu depois de um tempo de boquete.

Mas eu queria era comer ela. Mandei ela sentar em cima de mim depois de soltar as tirinhas do cinta-liga e tirar a calcinha dela.

“Que presente lindo”, falei. “Gostou?”, ela perguntou. “Só isso?”, perguntei. “O que mais você quer?”, ela disse, toda disposta. Eu sonhava com aquela bunda que minhas mãos apertavam naquele momento. “Fazer de tudo”, falei, meio vago. “Faz, sou sua”, respondeu.

Depois de um tempo, mandei ela chupar um dedinho e comecei a brincar com o cuzinho dela. Tudo por fora, mas ela não reclamou. A gente já tinha falado sobre sexo anal e ela tinha dito que ainda não tava pronta. Que tinha acabado de me dar a buceta, pra eu não ser tarado. Mas eu não tava nem aí.

Depois de um tempo Coloquei ela de quatro no sofá e comi ela no estilo cachorrinho. "Adoro assim, é como sinto você mais. Chega bem no fundo". Mas eu não tinha colocado tudo ainda.

Mandei ela e ela gritou. "Ai, dói", disse. "Você tem um pau muito grande pra minha buceta". "Então de cu nem fala!", falei meio na brincadeira. "Ai, você quer fazer meu cu?", perguntou fazendo biquinho. "Você sabe como seu cu me excita, e nessa posição mais ainda", falei enquanto comia ela bem gostoso. "Ai, mas vai doer". "Deixa eu tentar, é meu presente de aniversário", argumentei. "Ai, não, não". "Só um pouquinho, devagar, pra ir abrindo". Outra vez eu tinha colocado um dedo e doeu.

Enquanto ela pensava, eu saí, me ajoelhei e comecei a chupar o cu dela. Vocês não imaginam a bunda que a mina tinha. Só passar a língua naquele rabo já era prêmio suficiente. Tinha um cheiro gostoso aquele cu. Até os cocôzinho dessa menina deviam ser lindos.

Chupei e meti a língua. Comi aquele cu com paixão. Minha linguinha era como uma piroca pequena perfurando aquele marrom fechado. As nádegas batiam na minha cara que se afundava gulosa naquela racha.

Ela foi relaxando. O cu tinha cedido, mas continuava minúsculo. Evitei colocar dedos pra não tensar ela. Coloquei uns cuspes que empurrei com cuidado pra dentro com o polegar trabalhando o anelzinho em círculos. E chupei mais uma vez.

Finalmente me levantei e apontei. Ela não dizia nada. Respirei fundo pra me acalmar e não rachar a bunda dela de uma vez. Fiz pressão suave. "Devagar, por favor!", pediu ela. Eu aliviei. Ainda não tinha entrado nada.

Fiz pressão de novo. O cu cedeu um pouquinho. Mas a diferença de diâmetros era absurda. Ela apertou o cu e o pau foi pra cima seguindo a linha da bunda. Pra não escapar, deitei ela na cama e pedi pra ela abrir a bunda com as duas mãos. De novo me coloquei por cima e enfiei o pau sem pensar.

O grito estourou meus ouvidos. Não sei como não veio me bater. Porta a polícia. Parecia que eu tinha matado ela. "Aaaaaaahhhhaa ayyyyaya ayyyyyyy!!!!!", ela gritou de dor. Foi tanta que assim que ela me pediu pra tirar, eu tirei sem pensar. Depois disso, tive que esperar a dor passar pra poder foder de novo.

Coloquei de novo de quatro. A Romi gozou duas vezes. Aí fiz ela ajoelhar no chão e comi ela na brutal pela boca. Ela aguentou sem reclamar, mesmo engasgando. Mas a pica tava super babada e deslizava mais.

No final, pedi pra ela chupar minhas bolas e um pouco mais pra baixo. A língua dela roçou umas duas vezes no meu cu e eu fiquei doidão. Quase gozando, me ajeitei, mirei e banhei ela de porra de novo. Joguei na cara e nos peitos.

Tava tão excitado que até teria mijado nela ali ajoelhada. A ideia me deixou doido por dois segundos porque a mina aguentava todas as minhas putarias, mas era demais.

Continuei batendo uma até sair a última gota e depois castiguei elas com a pica, dando tapinhas naquela carinha de bebê leitada. Com a ponta da glande, passei o sêmen nos lábios dela e obriguei ela a abrir a boca e chupar mais um pouco. Ela tava de olhos fechados. O direito todo cheio de porra. Mas aguentou.

Depois ela tomou banho e eu entrei atrás. Daqui a pouco a gente tava transando de novo no chuveiro. Ela gostou tanto que depois disso a gente comeu outras vezes no banheiro da academia do prédio e no vestiário masculino (que tava vazio).

Na real, eu comia ela em todo lugar e ela adorava. Nada daquelas idiotas que você tem que ficar implorando pra foder. Ela me chupava no carro. Uma vez me mamou no baile. A gente trepou num estacionamento. No elevador do prédio um dia que voltamos de dançar, e na cama da mãe dela uma tarde.

Conheci a mãe e foi de boa. "Agora que te conheço, fico tranquila", ela disse. Gente fina. Fisicamente, era igual à Romi, mas com 24 anos a mais. Cuzão excelente pra uma coroa de 41, e os peitos feitos. Também conheci o irmão mais novo da Romi, que Eu tinha 14 anos.

Quando acabaram os lugares novos pra gente transar, levei ela pra um hotel, já que ela nunca tinha ido. Era um perto de casa que tem quartos temáticos. Escolhemos um tipo cabaré que tinha um palco na frente da cama e um cano. Ela se animou e fez uma dança no cano pra mim.

Depois a gente comeu em todas as posições. No final, coloquei ela de quatro e enquanto tava comendo ela, comecei a meter um dedo naquele rabo que tanto me excitava. Fiz devagar, tipo uma brincadeira, e ela deixou.

Depois perguntei o que ela tinha achado. "Com o dedinho só gosto, mas teu pau é seis vezes mais grosso e comprido", ela disse. "É questão de ir abrindo essa bunda", respondi. "Nãooo, dói, não dou não". "Pra mim, comer esse cuzinho é o que mais gosto, e o teu me deixa louco. E já não aguento mais, faz meses que tô com vontade". Era mentira porque eu tinha comido o cu dela várias vezes, assim como com a Julie e a Vicky, outras duas que eu via uma vez por semana. As duas tinham namorado.

Quinze dias depois veio o aniversário dela. Como já tava de saco cheio da mina não ter celular, resolvi comprar um pra ela. E fui fundo, comprei um dos melhores. Gastei quase mil conto. Era tipo um pagamento pelo que ia pedir em troca: também passei numa sex shop e comprei de tudo. Dois vibradores, um em formato de borboleta pro clitóris e outro de gel molinho pro cu. Um lubrificante e algemas cobertas de pelúcia.

Coloquei tudo na mochila e fui buscar ela. Ela tinha jantado com a família e as amigas, e depois a gente saiu sozinho. Mas eu já fui direto pro hotel. Um bem caro, tipo loft, que fica na General Paz.

Ela amou o quarto. "Quero que a gente entre logo na hidro", ela disse assim que viu. "Beleza, mas então abre primeiro o primeiro dos teus presentes", e entreguei o celular. Ela amou. Reclamou que eu tinha gastado tanto, mas era mentira. Tava toda feliz. "O que mais tem? Você falou três...", perguntou. Falei que ela tinha que esperar. Nós Entramos no hidro assim que encheu. Antes ela tinha me chupado com uma vontade do caralho. Na banheira de hidromassagem a gente transou um pouco, mas depois saímos. Ela se deitou na cama de barriga pra cima e eu fiz o jacaré nela. Enquanto pedia pra ela se tocar. Eu adorava ver a novinha se masturbando. A buceta dela se abria e escorria até o cu.

Chupei o cu dela e enfiei um dedinho. Depois chupei um pouco o clitóris e a rachinha até ela ficar bem excitada. "Hora do segundo presente", falei, e ela abriu os olhos cheia de expectativa. Tirei a borboleta. Ela examinou e finalmente decidiu experimentar.

Ela virou de bruços, com o vibrador esfregando a buceta dela e ela dizendo "ai, como vibra, que punheta gostosa você tá me dando, meu amor". Eu enfiava dois dedos na buceta dela e começava a chupar o cu dela.

Quando vi que ela tava quente e o cu aberto e molhado, depois de ter trabalhado devagar por dentro e por fora com o polegar e o indicador, fui buscar o terceiro presente. "Que pequenininho", ela disse. "É pro cuzinho, olha, é molinho", falei. Ela tocou nele.

Passei o gel anal pra lubrificar e devagar enfiei a ponta do brinquedo. Ela abria a raba a pedido meu com as duas mãos. Aquele cuzinho virgem me deixava hipnotizado. Comecei a meter devagar com o dilatador anal. Quando entrou metade (o diâmetro não devia ser maior que um centímetro e meio), liguei pra vibrar.

-Ai, que gostoso, meu amor, vibra tudo em mim.
-Tá gostando, putinha?
-Sim, é como se estivessem massageando meu cuzinho
-Tá gostando como eu enfio os dedinhos na sua buceta?
-Sim, papai, sim, vou gozar a qualquer momento

E foi assim. Depois coloquei ela de quatro. Ela tirou o que vibrava no clitóris e eu tirei o do cu pra ver como tava. Tinha secado um pouquinho. Passei mais lubrificante e meti de novo na raba dela enquanto chupava a buceta dela. "Me fode, Max, não aguento mais, quero gozar de novo com seu pau", disse a Romi. Pito é coisa de nenenzinho, eu tenho uma cock grande", corrigi. "Você gosta da minha cock, bebê?". "Sim". "Quer ela na pussy?". "Sim, me dá". "Aí vai", falei e enfiei. "Aahhhhhaaayaayaaaah", ela cuspiu.

Eu comi ela. Quando ela começou a reboltar a bunda pra entrar mais cock na pussy, tirei o vibrador do cu dela e enfiei um dedo em círculo pra abrir um pouco mais o ass. Depois passei lubrificante e comi ela de novo com o vibrador até entrar tudo. Aí liguei ele de novo e me dediquei a comer ela pela pussy, segurando firme na cintura até ela gozar.

Mole como ela tava, aproveitei pra mandar a cock pelo ass sem deixar ela pensar. Apaguei o vibrador, tirei do cu dela, passei gel e meti a cabeça.

"Ayaaaahhhhhhhhh, devagar!", ela gritou. Mas já tinha a cabeçona e uns centímetros pra dentro. Eu fiquei parado e pedi pra ela respirar e relaxar. Dei um tapinha na bunda dela e massageei pra soltar um pouco, e empurrei mais uns três ou quatro centímetros.

"Aayyyy, tá doendo!! Para um pouquinho!"
"Segura com as duas mãos e abre bem essa tiny ass que dói menos", falei. Pura mentira, porque nessa posição dói mais, mas queria ver minha cock entrando naquele ojetinho virgem, mesmo que a slut gritasse um pouco.
"Sssss bebê, calma, respira e relaxa um pouco a Booty que já entrou metade."

Ela fez o que eu pedi. Peguei a borboletinha que vibrava na pussy dela e coloquei no clitóris enquanto começava a comer ela devagar. Ela soltou a bunda e agarrou os lençóis enquanto eu metia nela. Larguei o vibrador e me firmei naquela bunda, enfiando tudo pra dentro.

"Aayyyy!! Tá doendo!!"
"Já foi, já entrou tudo, que lindo como tô estreando sua colaaaa!!!!"
"Sim, já se satisfez. Tira agora!"
"Só mais um pouquinho, olha como eu fuck you o bum! Uuh, que lindo!"
"Anda, já, tira!"
"Só mais um pouco, mais um pouco, assim, assim!"

Senti que a poronga enchia de sangue e ficava mais dura. A gozada tava vindo, mas aquele cu não aguentava mais pica. Tava esticado no limite e apertava minha rola tão forte que doía. Tava vermelha, mas vermelha feio. Passei gel sem tirar ela e meti.

“Ayaaaahhhhhhhhh!, chega, chega, tira”. Ela tava aos berros e eu soltei a porra naquele rabo recém-estreado. E tirei sem falar que tinha gozado. Vi o cu dela se fechar num segundo, engolindo toda minha porra. Ela correu pro banheiro e sentou no bidê.

— Seu malvado, me quebrou a bunda, amanhã nem vou conseguir sentar na aula! — gritou enquanto a aguinha refrescava a bundinha dela.
— Tá ardendo muito?
— Sim, pra caralho.
— Beleza, se limpa que depois passo um gel pra aliviar a dor.
— Tá bom, valeu…

Quando saiu do banheiro, passei o gel de xilocaína e a ardência passou em dois segundos. “Valeu, meu amor”, ela disse. “Desculpa se te xinguei”. “Tranquilo, sei que a primeira vez dói, mas não consegui me segurar mais. Tava muito tarado. Você tem uma bunda incrível. Fazia tempo que queria te comer. Não sei como aguentei tanto”, falei. “Bom, finalmente você se satisfez”, ela respondeu. “Por enquanto, já que estreou, quero usar de novo”, falei. “Hoje nem sonha”, ela disse. Mas eu tava pensando mais pra uns dias, então a resposta dela me deixou ainda mais tranquilo.

Olhei pra minha pica e, como se transmitisse meu pensamento, falei “que delícia o que a gente acabou de comer”. Ela não respondeu, mas eu tinha certeza de que tava pensando a mesma coisa.

14 comentários - Bebota 3 (primeira vez na buceta)

kep666 +1
excelente relato loco
pasa el numero de esa guachita
asi me gustan las viirgolas
gambas gambas!!!!!!!!!!!!
muy bueno che lo tuyo 😉 😉
mañana paso y te dejo puntos
BUENO MASTER!!SIGO CON LA SAGA....EL MAGO...AL PALO! SALUD! 😉
Dra22
Uy diosssss...con lo q me gusta q me hagan la cola!
Me matan tus relatos y tu obsesion por romper culos y por cojer con chicas comprometidas.. 🙎‍♂️
👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 👏 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 EXCELENTE LA SAGA ..................... 👏 👏 👏 👏 👏 👏
ss un grozo q qeres qe te diga me qede con ganas de ver fotos de la pendeja pero bueno
"Hasta los soretitos de esta nena debían ser hermosos. " Que hijo de puta jajajajjajajajaja 😂
yo tengo una fantasia de mierda que es hacer el orto pero no lo puedo hacer todavia 😞