Na sexta-feira, a Paty me ligou cedo e avisou que não ia rolar dela ir lá em casa, então esperei o Miguel chegar e passei o dia todo com ele. No sábado, saímos de novo, fomos no cinema, demos uma volta, enfim, foi muito foda, juro que lembro de ter me divertido pra caralho, mesmo sem transar, porque minha menstruação tinha acabado de descer naquele dia, mas mesmo assim foi muito massa. Ele me deixou em casa e a gente se despediu, combinando de ele me buscar na escola na segunda, já que no domingo não dava pra gente se ver.
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer o mesmo, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas sentamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando nos despedimos dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e surgiu o papo de que no outro dia já voltávamos pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma reuniãozinha, que ela tinha que ir, porque era o aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só por um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite, no máximo.
Fomos pra casa da Paty e cumprimentamos todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias paradas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso na surdina, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e do mesmo jeito, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre a gente, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a descrença vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era maluco se achava que íamos fazer aquilo na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e pra isso, Paty se levantou e fomos pro quarto dela. A gente ia entrando quando a tia dela nos viu e disse pra não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo lá. A decepção tomou conta dos três, mas sumiu na hora quando Paty disse pra tia que queríamos entrar pra ver TV, e ela respondeu que podíamos fazer isso na casa dela, que ficava só a duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos pra lá.
Atravessamos o pátio pequeno que tinha na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, até chegar na salinha que ela tinha. Lá, Júlio sentou e cada uma de nós fez o mesmo do lado dele, e imediatamente ele insistiu naquela história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, a gente se levantou e se entregou àquele jogo gostoso das nossas línguas na frente do Júlio, que ficou pasmo e, quando tentou falar alguma coisa, só gaguejou umas palavras, que Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo acabou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu que calei ele na hora.
— Ei... eu... eu... é... é... isso... Le... Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, baixinho — respondeu Paty enquanto o beijava de novo.
Júlio estava de costas pra mim quase que completamente, e eu só consegui passar minha mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando os ovos dele com ela, enquanto ele começava a esfregar os peitos da Paty por cima da blusa dela. Foram uns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se pra mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pacote dele diretamente por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas vezes que estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas, mas eu reagi fechando-as. Aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que tava no meu período. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão pra acariciar meus peitos de novo. A Paty aproveitou esses momentos pra dar uma olhada no quintal.
Quando a Paty voltou, o Júlio parou de me beijar e virou pra olhar pra ela. Ela tava parada na nossa frente, ele puxou ela pelas mãos e ela sentou no colo dele, de frente pra ele. Na hora, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, deixando os peitos dela no ar, e começou a acariciar e beijar. Eu me ajoelhei do lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, começando a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu tava muito excitada, mas também sentia aquela frustração por estar menstruada.
A Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. Como eu tava bem perto do Júlio, ele aproveitou pra se revezar, beijando os peitos das duas. Ficamos uns minutos nessa brincadeira, os três muito excitados, nossas respirações tão ofegantes que dava pra ouvir. Enquanto o Júlio beijava e mordia meus peitos, a Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele. Ela desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, o Júlio levantou um pouco e baixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra a pica esplêndida dele, toda dura e ereta.
A Paty começou a chupar ele, e eu logo me ajeitei do lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquela pica da boca e, entre as duas, começamos a... percorrer com nossas línguas, que se encontravam, e assim, também nos acariciávamos entre nós.
Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando terminou de sair o leite dele, me afastei e a Paty logo procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco.
Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava as mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei pra baixo junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e me coloquei atrás dela, comecei a passar minha língua na buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos altos dela na hora. Direcionei minha língua pro clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, mostrando que tava adorando. Eu também tava super excitada com toda a situação, não sabia o que tava rolando na minha frente, eu tava na minha, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos.
Julio se posicionou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Eu me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que já tava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei, a Paty tava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo pro Julio entre gemidos que metesse logo. Ele segurou ela pelos quadris, e eu peguei o pau dele e direcionei pra buceta da minha amiga. Quando encaixei e ela sentiu, a Paty empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele pau lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali por uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e logo sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
ahhhhhhh!!!!!!!!!!!! Assim!!!!!!!!!!!! Que gostoso!!!!!!!!!!! Ahh!!!!!!!!!!! Não para!!!!!!!!!!!!!
Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e nos fundimos num beijo, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, eu deixei, apesar do meu estado, conseguia sentir as carícias dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entrepernas e começou a mexer os quadris com mais força contra o Julio, pra logo começar a sentir o orgasmo dela no meio de gritos e gemidos, ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
mmmmmmmm você gozou também, Julio? Perguntei
ahhhhhhh ainda não mmmmmmmm, ele respondeu, enquanto continuava comendo minha amiga com movimentos suaves
ahhhhhhhhh mmmmmmmm ainda tem pra você, Marlene, disse a Paty, com a voz entrecortada e a respiração ainda muito ofegante
mmmmm quem me dera, mmmmmmmm mas não posso
que ele meta ahhhhhhh por trás, ela disse
mmmmmm mas deve doer
ahhhhhhhh eu faço mmmmmmmm com cuidado, Marlene, ele disse
Não respondi, simplesmente me ajoelhei do lado da Paty e abaixei minha calça junto com a calcinha, o Julio começou a acariciar minha bunda e logo passou o dedo no meu cu Ele acariciou um pouco e logo começou a meter, senti uma sensação muito estranha e um pouco de dor, pra logo sentir prazer. Quando meu buraquinho se acostumou com aquela presença, comecei a mexer minha cintura devagar. Depois de uns momentos, veio mais um dedo, de novo um pouco de dor e logo aquele prazer seguido pelo movimento da cintura. Júlio já não tava comendo a Paty, eles se beijavam, enquanto ele enfiava os dedos no meu cu e ela acariciava minhas costas. Veio mais um dedo, não doeu tanto, mas o prazer foi grande, eu já tava ofegante.
Passaram uns minutos e minha excitação era enorme, eu mexia minha cintura com a cabeça enfiada no sofá, até que não aguentei mais.
Jááááááá!!!!!!! Mmmmmmmmm ahhhhhhhh!!!!!!!!! Mete em mim agora, Júlio
Ele tirou os dedos e ficou atrás de mim, senti as mãos macias da Paty acariciando minhas nádegas e depois abrindo elas um pouco, pra logo sentir a ponta daquela pica no meu cu. Ele começou a pressionar um pouco e senti meu cuzinho começando a abrir, causando muita dor e fazendo eu gemer. Júlio tirou e Paty ficou do meu lado.
Aguenta, gatinha, ele disse enquanto roçava meus lábios
Ele colocou a ponta de novo e eu gemi de novo, mas agora ele não tirou, ficou parado, enquanto Paty me beijava.
Aghhhhh vai devagar aghhhhh, falei pro Júlio
Ele empurrou um pouco mais e eu gemi de novo, a dor era enorme. Ele tentou tirar, mas eu não deixei, porque doía ainda mais.
Afffffffhhhhhh mmmmmmfffffffggggg espera mmmmmmggggggfffff espera
Uns segundos e ele empurrou de novo um pouco. De novo a pausa e aquela dor. Quando meus gemidos pararam, ele empurrou com um pouco mais de força e senti o corpo dele roçando minhas nádegas, o que significava que tava tudo dentro. Senti muita dor e umas lágrimas escorreram no meio dos gemidos. Paty tava do meu lado acariciando meu cabelo.
Aguenta, gatinha, já tá tudo dentro, ela dizia com carinho enquanto roçava os lábios nos meus meus
Meu cu foi se acostumando com aquela presença, a dor diminuía um pouco, se misturando com prazer. Comecei a mexer meus quadris bem devagar, de trás pra frente, sentindo aquelas sensações confusas. Júlio me acompanhou, doía, de verdade doía, mas também tava gostando, não conseguia parar de chorar, e meus gemidos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
Minha testa tava encharcada de suor, nossos movimentos foram ficando um pouco mais rápidos, sentia aquela dor gostosa, já não machucava mais, a excitação era demais de novo. Tinha minha cabeça enfiada no sofá e de vez em quando levantava pra beijar a Paty e depois enfiava de novo e continuava gemendo. Que gostoso sentia aquele vai e vem, as lágrimas já tinham sumido, mas voltaram quando Júlio acelerou o ritmo das estocadas, trazendo a dor de volta, mas sem o prazer ir embora.
ahhhhgggggggggg filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Tá doendo mmmmmmmmgggggffffffff aggggggghhhhhhhhh, comecei a gritar
já vai gozar!!!!!!!!! Ahhhhhhhhh já vai gozar!!!!!!!!!!! Só ouvi como resposta dele
Senti meu cu encher com o líquido quente dele, com o pau inteiro dentro de mim, uma coisa que aumentou minha excitação, e me fez agora me mexer contra ele, sem me importar mais com a dor.
ahhhhhhhggggggg assim!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhh assim filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhggggggggg que gostoso!!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhhh
Não sei em que momento do orgasmo dele veio o meu, meu corpo começou a se contrair, apertando ainda mais o pau dele dentro de mim, foi uma delícia, uma descarga de prazer total. No meio daquele clímax enfiei a cabeça de novo no sofá, e mesmo assim meus gritos não diminuíram muito. Quando acabou e voltei a mim, senti o pau dele saindo do meu cu, e o gozo escorrendo por ele. Fiquei ali ainda uns momentos, enquanto ele se sentava do lado da minha cabeça. Paty acariciava carinhosamente minhas costas e eu comecei com as mãos a secar o suor do meu rosto, que tinha se misturado com minhas lágrimas que tinham escorrido de novo.
Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também se ajeitava e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas meio doloridas de ficar tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
só essa faltava, que puta você é, Marlene, e baixei um pouco a cabeça
QUE PUTA SOU, é verdade, mas adoro
COMENTEM AÍ!!!!!!!!!!!! QUERO VER OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS 🙂
No domingo, eu e a Paty decidimos ir no cinema, compramos os ingressos e, antes de entrar, esbarramos na Lety e no Julio, que também iam fazer o mesmo, então entramos os quatro juntos. Nós três amigas sentamos juntas e o Julio do lado da namorada dele, a Lety. Curtimos o filme e, na saída, fomos os quatro comer uns hambúrgueres. Entre risadas e conversa, o tempo voou, e como já tava escurecendo, a gente foi embora, todo mundo indo deixar a Lety em casa primeiro. Quando nos despedimos dela, pegamos o caminho pra minha casa.
A gente ia andando e conversando, e surgiu o papo de que no outro dia já voltávamos pra escola, e por que não fazer algo a mais, já que ainda não era tão tarde. Eu tava na dúvida se minha mãe ia deixar, mas resolvi tentar, usando de desculpa que na casa da Paty tinha uma reuniãozinha, que ela tinha que ir, porque era o aniversário de um tio dela.
Depois de insistir um pouco e arrumar minhas coisas pro dia seguinte, minha mãe deixou, falando que era só por um tempinho e que eu tinha que estar em casa até meia-noite, no máximo.
Fomos pra casa da Paty e cumprimentamos todo mundo que tava lá, que já tava bem animado na festa, com bebida e dança.
A gente tava sentado num sofá conversando sobre várias paradas, e como quase sempre, levando o papo pro lado sexual, lembrando principalmente eu e o Julio do nosso primeiro menage, o que a gente tentava Fazer isso na surdina, embora a Paty soubesse muito bem do que estávamos falando, e do mesmo jeito, Paty e eu nos referíamos às nossas primeiras carícias entre a gente, algo que despertava a curiosidade no Júlio, mas a descrença vencia e ele nos desafiava a nos beijar, ao que respondíamos que ele era maluco se achava que íamos fazer aquilo na frente de todo mundo.
Sem muito esforço, ele nos convenceu a nos beijar na frente dele, e pra isso, Paty se levantou e fomos pro quarto dela. A gente ia entrando quando a tia dela nos viu e disse pra não fazermos muito barulho, porque os primos pequenos dela estavam dormindo lá. A decepção tomou conta dos três, mas sumiu na hora quando Paty disse pra tia que queríamos entrar pra ver TV, e ela respondeu que podíamos fazer isso na casa dela, que ficava só a duas casas de distância da da minha amiga. Ela nos deu as chaves e fomos pra lá.
Atravessamos o pátio pequeno que tinha na entrada, entramos e passamos pela sala de jantar, até chegar na salinha que ela tinha. Lá, Júlio sentou e cada uma de nós fez o mesmo do lado dele, e imediatamente ele insistiu naquela história do beijo. Depois de fazê-lo sofrer e se desesperar um pouco, a gente se levantou e se entregou àquele jogo gostoso das nossas línguas na frente do Júlio, que ficou pasmo e, quando tentou falar alguma coisa, só gaguejou umas palavras, que Paty calou com um beijo nele. Quando aquele beijo acabou, ele tentou falar de novo, mas agora fui eu que calei ele na hora.
— Ei... eu... eu... é... é... isso... Le... Lety. — Ele tentava falar.
— Você já sabe que não, não vou contar nada, e a Paty também não, certo, amiga?
— Claro que não, baixinho — respondeu Paty enquanto o beijava de novo.
Júlio estava de costas pra mim quase que completamente, e eu só consegui passar minha mão e esfregar minha perna, chegando até a virilha dele e roçando os ovos dele com ela, enquanto ele começava a esfregar os peitos da Paty por cima da blusa dela. Foram uns segundos. e depois ele mudou de posição, virando-se pra mim. Eu não tirei a mão de onde estava e, com o movimento dele, comecei a acariciar o pacote dele diretamente por cima da calça, enquanto ele acariciava meus peitos.
Várias vezes ele mudou de posição, e numa dessas vezes que estava comigo, tentou enfiar a mão entre minhas pernas, mas eu reagi fechando-as. Aproveitando que ele beijava meu pescoço, falei que não dava, que tava no meu período. Ele não disse nada e continuou me beijando enquanto subia a mão pra acariciar meus peitos de novo. A Paty aproveitou esses momentos pra dar uma olhada no quintal.
Quando a Paty voltou, o Júlio parou de me beijar e virou pra olhar pra ela. Ela tava parada na nossa frente, ele puxou ela pelas mãos e ela sentou no colo dele, de frente pra ele. Na hora, ele levantou a blusa dela junto com o sutiã, deixando os peitos dela no ar, e começou a acariciar e beijar. Eu me ajoelhei do lado do Júlio e alcancei a boca da minha amiga com a minha, começando a nos beijar, enquanto ele continuava chupando os peitos dela. Eu tava muito excitada, mas também sentia aquela frustração por estar menstruada.
A Paty descobriu meus peitos, levantando também minha blusa e meu sutiã, e começou a acariciá-los. Como eu tava bem perto do Júlio, ele aproveitou pra se revezar, beijando os peitos das duas. Ficamos uns minutos nessa brincadeira, os três muito excitados, nossas respirações tão ofegantes que dava pra ouvir. Enquanto o Júlio beijava e mordia meus peitos, a Paty aproveitou e desceu do colo dele, ficando de joelhos no chão entre as pernas dele. Ela desabotoou a calça dele, com a ajuda dele. Quando conseguiu, o Júlio levantou um pouco e baixou a calça e a cueca até os tornozelos, deixando à mostra a pica esplêndida dele, toda dura e ereta.
A Paty começou a chupar ele, e eu logo me ajeitei do lado dela, começando a beijar e chupar as bolas dele. Minha amiga tirou aquela pica da boca e, entre as duas, começamos a... percorrer com nossas línguas, que se encontravam, e assim, também nos acariciávamos entre nós.
Julio estava muito excitado, começou a ofegar forte, e não demorou muito para começar a gozar na minha boca, que naquele momento estava cobrindo o pau dele. Fiquei parada recebendo aqueles jatos de porra e sentindo as contrações dele nos meus lábios. Quando terminou de sair o leite dele, me afastei e a Paty logo procurou minha boca. Demos um beijo longo, brincando com nossas línguas, trocando saliva e compartilhando a porra do Julio, que ainda ofegava um pouco.
Paty se jogou de novo no pau do Julio, que já estava mole, enquanto eu enfiava as mãos e tentava desabotoar a calça dele. Quando consegui, puxei pra baixo junto com a calcinha dela. Não pensei duas vezes e me coloquei atrás dela, comecei a passar minha língua na buceta dela e senti os sucos, aquele gosto meio salgado, não me desagradou e continuei lambendo, arrancando gemidos altos dela na hora. Direcionei minha língua pro clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos. Ela gemia mais forte e mexia os quadris, mostrando que tava adorando. Eu também tava super excitada com toda a situação, não sabia o que tava rolando na minha frente, eu tava na minha, até que fui interrompida porque a Paty se levantou um pouco, então parei de acariciar ela com a língua, mas continuei com os dedos.
Julio se posicionou atrás da Paty, que ainda gemia forte. Eu me afastei e, quando ele tomou a posição, só consegui me inclinar e passar minha língua duas ou três vezes naquele pau que já tava duro de novo, com a cabeça prestes a explodir de tão inchada. Quando me levantei, a Paty tava com a cabeça enfiada no sofá, pedindo pro Julio entre gemidos que metesse logo. Ele segurou ela pelos quadris, e eu peguei o pau dele e direcionei pra buceta da minha amiga. Quando encaixei e ela sentiu, a Paty empurrou os quadris. pra trás, enfiando completamente aquele pau lindo. Beijei o Julio e comecei a acariciar a bunda da Paty, enquanto ele acariciava meus peitos.
Fiquei ali por uns momentos, vendo como a Paty estava sendo comida, o pau do Julio aparecia na minha frente e logo sumia no corpo da minha amiga, que não parava de gemer e gritar o gostoso que estava sentindo.
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Sentei no chão, encostada no sofá, do lado da Paty, que virou pra mim e com um gesto me fez entender que queria minha boca, então me aproximei e nos fundimos num beijo, enquanto o Julio continuava comendo ela com força. Ela colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a acariciar por cima da minha calça, eu deixei, apesar do meu estado, conseguia sentir as carícias dela.
A Paty parou de me beijar e enterrou a cabeça no sofá, apertou mais a mão na minha entrepernas e começou a mexer os quadris com mais força contra o Julio, pra logo começar a sentir o orgasmo dela no meio de gritos e gemidos, ele, impulsionado por essas reações da Paty, investiu com mais força contra ela, dava pra ouvir o choque do corpo dele contra a bunda da Paty, e como se tivessem combinado, quando ela foi acalmando os movimentos e os gritos, ele também fez o mesmo com os movimentos dele.
mmmmmmmm você gozou também, Julio? Perguntei
ahhhhhhh ainda não mmmmmmmm, ele respondeu, enquanto continuava comendo minha amiga com movimentos suaves
ahhhhhhhhh mmmmmmmm ainda tem pra você, Marlene, disse a Paty, com a voz entrecortada e a respiração ainda muito ofegante
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Meu cu foi se acostumando com aquela presença, a dor diminuía um pouco, se misturando com prazer. Comecei a mexer meus quadris bem devagar, de trás pra frente, sentindo aquelas sensações confusas. Júlio me acompanhou, doía, de verdade doía, mas também tava gostando, não conseguia parar de chorar, e meus gemidos de dor se misturavam com gemidos de prazer.
Minha testa tava encharcada de suor, nossos movimentos foram ficando um pouco mais rápidos, sentia aquela dor gostosa, já não machucava mais, a excitação era demais de novo. Tinha minha cabeça enfiada no sofá e de vez em quando levantava pra beijar a Paty e depois enfiava de novo e continuava gemendo. Que gostoso sentia aquele vai e vem, as lágrimas já tinham sumido, mas voltaram quando Júlio acelerou o ritmo das estocadas, trazendo a dor de volta, mas sem o prazer ir embora.
ahhhhgggggggggg filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Tá doendo mmmmmmmmgggggffffffff aggggggghhhhhhhhh, comecei a gritar
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ahhhhhhhggggggg assim!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhh assim filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!! Ahhhhggggggggg que gostoso!!!!!!!!!!!!!! Aggggghhhhhhhhhhh
Não sei em que momento do orgasmo dele veio o meu, meu corpo começou a se contrair, apertando ainda mais o pau dele dentro de mim, foi uma delícia, uma descarga de prazer total. No meio daquele clímax enfiei a cabeça de novo no sofá, e mesmo assim meus gritos não diminuíram muito. Quando acabou e voltei a mim, senti o pau dele saindo do meu cu, e o gozo escorrendo por ele. Fiquei ali ainda uns momentos, enquanto ele se sentava do lado da minha cabeça. Paty acariciava carinhosamente minhas costas e eu comecei com as mãos a secar o suor do meu rosto, que tinha se misturado com minhas lágrimas que tinham escorrido de novo.
Já mais relaxada, pedi um pano pra Paty limpar o sangue da minha menstruação que tinha caído no chão. Ela levantou, arrumou a roupa e foi buscar o que pedi, enquanto o Julio também se ajeitava e eu esperava na mesma posição. A Paty voltou com o pano e papel pra mim, enquanto eu me limpava, ela limpava o chão. Me levantei com as pernas meio doloridas de ficar tanto tempo na mesma posição e fui pro banheiro terminar de me limpar. Me olhei no espelho enquanto limpava um pouco minha bunda dolorida.
só essa faltava, que puta você é, Marlene, e baixei um pouco a cabeça
QUE PUTA SOU, é verdade, mas adoro
COMENTEM AÍ!!!!!!!!!!!! QUERO VER OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS 🙂
3 comentários - Que puta que eu sou!!
http://www.todorelatos.com/relato/63484/
Ladri para de copiar como si fueran tuyos
Si quieren comentar envien un mail a marlene.82@gmail.com, que es la autora
Saludos