Del interior da buceta

Faz dois meses que estou morando em Bs.As., a cidade grande. Vim do interior e, até conseguir um aluguel, estou na casa de uma tia, prima da minha mãe.

Meu nome é Clara, tenho 19 anos e estou tentando entrar na UBA. Sou magra, peitos pequenos, mas "uma bunda linda", como diz meu namorado. A vida aqui é muito corrida, tudo é acelerado. Espero a noite para meus tios voltarem do trabalho e só aí podemos sentar à mesa juntos.

Ma. Rosa é a prima da minha mãe, e Guillermo, o marido dela. Sempre tão atencioso comigo, já que eles, por não terem filhos, me tratam como filha. De manhã, deixam o café da manhã pronto, só preciso preparar o mate, que vai ser minha única companhia durante a manhã de estudo, porque à tarde tenho aula. Ma. Rosa é professora num colégio católico, e Guille é empresário do transporte, acho que sindicalista.

Todo dia, à noite, depois que a tia cozinhava, eu me oferecia para lavar a louça e deixar a cozinha em ordem, porque sentia que, além de precisar ajudar, queria agradecer pela hospitalidade. Na quarta-feira, depois do jantar, ficamos mais tempo, já que meus tios estavam comemorando aniversário de casamento.

Terminei mais tarde que o normal, cansada e preocupada com a hora. Fui tomar banho para depois me deitar. Estava tão cansada que fiquei encostada na parede, deixando a água quente cair sobre mim. Desliguei a água, deixei a toalha cair no chão depois de secar o cabelo. "Desculpa, desculpa!" — nos assustamos os dois. Guille, sem querer, abriu a porta do banheiro e me viu pelada. Não tive tempo de me cobrir, porque estava em cima da toalha. Ele fechou a porta e sumiu. Fiquei muito mal, morrendo de vergonha da situação. Nunca nenhum homem tinha me visto nua, porque com meu namorado, nas vezes que a gente transou, foi sempre com a luz apagada.

No dia seguinte, esperei eles saírem para só então sair do meu quarto. Ele é um cara muito desenrolado, tão desenrolado e rápido... de palavras que muitas vezes me fazem corar muito fácil. Quando chegaram, ele se aproximou, me cumprimentou e, no meu ouvido, disse que ia me dar um presentinho. Me deu um celular, já que eu ainda tinha meu número com o DDD da minha cidade. Minha tia, sem jantar, subiu pro quarto, porque tinha trazido muito trabalho da escola e precisava corrigir coisas. Guille ficou comigo e eu pedi desculpas por usar o banheiro dele. Ele disse que não tinha problema. Fiquei mal e ele me abraçou. Eu tremia. Fazia dois meses que eu não sentia as mãos de ninguém me acolhendo. Tudo ficou resolvido e esquecido. Mas foi um abraço longo... tanto, que eu sentia ele, como homem.

Quando acordei, a rotina de sempre, coloquei uma música suave no meu MP3 pra começar o dia. Desci pra tomar café e não tinha nada pronto! Como eu tinha me acostumado com os cafés da tia. Tava de pijama, um bem comum, de algodão com um coração enorme transparente no peito e um short fazendo conjunto. Obviamente que minhas pantufas são indispensáveis. Tô relaxando, enquanto a água esquentava, e me pegam por trás e tapam meus olhos. Mas quem era, se eles tinham saído cedo?? Era o Guille, ele disse que minha tia tinha ido cedo por causa da exigência do trabalho. Desceu pra fazer um chá, porque tava enjoado. Me ofereci pra levar pra ele e ele concordou com a cabeça.

Subi no quarto dele e senti uma atmosfera muito estranha, Guille tava deitado, com o torso nu e os lençóis mal cobrindo o umbigo. Apoiei a xícara na mesa e ele me perguntou se eu podia ver se ele tava com febre. Me aproximei da testa dele... ele me pegou pelo pescoço e me jogou na cama dele.. achei que era uma brincadeira dele, mas NÃO. Ele ria, risada nervosa, eu não sabia como agir.. não sabia se era uma zoação, um jogo.. Quando percebi que Não era brincadeira, ele segurou meu rosto e tentou me beijar, eu tentava resistir mas não conseguia, ele é muito maior que eu. Ele disse que desde que eu tava ali, ele me olhava todo dia. Me dava beijos pelo Pescoço, eu tava chorando, não conseguia acreditar que meu tio, ou o marido da minha tia, tava agindo daquele jeito. Ele falou pra eu me acalmar porque podia ser pior, que não fosse idiota. Eu continuava chorando e ele espalhava as mãos por onde queria. Me sentia mal... mas não podia fazer nada, percebia que eu também gostava dele, mas não podia falar porque seria uma irresponsabilidade da minha parte. Ele levantou minha camiseta, começou a beijar meus peitos e com a mão procurava minha buceta. Tava tão desesperado que me machucava, os movimentos dele eram desajeitados, sempre por cima do meu short. Comecei a me sentir um pouco mais à vontade, me deixava levar... ele começou a perceber, eu tinha me molhado. Meus fluidos tinham passado pela minha calcinha e pelo short. Eu me contorcia de desespero, quando sem perceber, comecei meu primeiro orgasmo. Não aguentei mais e soltei meu primeiro gemido de prazer. Pedia por favor que ele avançasse, mas ele não sabia como..! Então, vencendo a timidez e juntando forças, desci minha mão até o pau dele. Não conseguia acreditar no que tava na minha mão. Ele puxou minha calça/calcinha de uma vez e se meteu entre minhas pernas... chupava com força. Enfiou um dedo, tocou uma área muito sensível e eu gozei de novo. Já tava toda entregue. Sentei na cama, virei ele e comecei a tentar colocar o pau dele na minha boca, mas não conseguia. Não me sentia confortável, era muito grande e eu não conseguia aproveitar dentro da minha boca. Então eu rodeava a cabeçona com minha língua e com minhas mãos brincava com as bolas dele. Era tudo muito grande. Tentava fechar a mão, mas não conseguia. Tava longe disso. Já imaginava ele dentro de mim. Nunca tive nada assim.

Ele me deitou e abriu minhas pernas, pegou o pau dele pela base e começou a esfregar contra minha buceta. Fazia com força... eu tentava receber, mas não conseguia. Tinha medo de me machucar. Cada vez mais rápido ele roçava, cada vez me deixava mais excitada... e quando menos percebi, ele entrou.. pensei que ia me quebrar, pensei que tudo ia acabar rápido, mas quando fui ver, só O glande dele tinha entrado. Minhas pernas tremiam... eu me contorcia de dor/prazer... não aguentava mais e ele começava a bombar... bombava com muita força... sabia que não podia gozar dentro, porque eu não me cuidava. Ele continuava metendo e eu gozava de novo... e ele percebeu porque eu fiquei mole. Então, ele me virou, me colocou de bruços e começou a procurar meu cu. Não era a primeira vez pra mim por ali, mas era desesperador imaginar o que ele tentava enfiar... Só tentou duas vezes sem sorte e gozou nas minhas costas. Pegou um pouco do esperma com os dedos e enfiou no meu rabo... eu gostava, mas me escondia no travesseiro... ele passava no meu buraco... mas já tava molinho, não entrava.

Ele pedia pra eu chupar ele, mas não conseguia... comecei a chorar de novo, pra disfarçar que eu tava aceitando. Fui pro meu quarto pelada... e ele ficou largado na cama... (Continua)

7 comentários - Del interior da buceta

ikkki
Wow!!!
Muy buen Relato!!! me gusto mucho...
Vas a favoritos xq vi q tenes algunos relatos mas... q luego leeré y comentaré...
Saludos K...
me la hiciste parar che! espero la segunda parte! ja ja!
muy buen relato, dale con la segunda parte, esperamos que se lo pueda romper jajajaj
pinta mas que bien... graxxx y espero la segunda parte que seguro sera buena 😉 😉