Continuação de "Sexo com Marianita 11"
Depois de ficar deitado assim por 2 minutos, Mariana foi pro banheiro e eu fui atrás um tempo depois e entrei no chuveiro. "Vou me lembrar dessa foda pro resto da vida", ela disse.
- Eu também.
- Que bom ser você, comeu duas irmãs, seus amigos não vão acreditar.
- Tô nem aí se acreditam, a única coisa que importa agora é comê-las de novo. Meu pau quer mais.
- Seu pau é demais, você também (disse e levantou o olhar, me encarando). Ainda não acredito como você deixou nós duas. A gente tava do seu jeito. Minha irmã ainda deve estar se tocando.
- Então vou dar uma mãozinha (ri).
- É, vai. Daqui a cinco minutos eu alcanço vocês...
Saí do chuveiro, me enxuguei de qualquer jeito e com a toalha enrolada na cintura fui de novo pro quarto da Mariana. A Caro não tava. Fui pro quarto dela (depois daquilo, nem precisava pedir permissão). Entrei.
A Mariana tinha razão. Tava se tocando, mas devagar. Me olhou, mas não parou. Cheguei perto e enfiei a cabeça entre as pernas dela, a centímetros do anelzinho dela.
- Não acredito no que acabei de fazer, - ela disse
- Foi uma delícia, e você tava morrendo de vontade. Vi várias vezes sua cara de punheta quando sua buceta ou a bunda da sua irmã tavam ao alcance, - respondi.
- A culpa é sua, você me esquenta demais.
- O que te esquenta?
- Tudo, você é um filho da puta, não percebe como transa bem... Minha irmã já deve ter comido mais de trinta caras e com você ela se mijou, literalmente
- É tudo questão de mental, talvez pra outra eu não faça diferença nenhuma
- Pode ser, mas pra gente parece que sim.
- É o tesão de comer sua cunhada, a mesma coisa deve rolar com a Mariana...
- A Mariana comeu o Martín pra me esquentar. Talvez um pouco pra matar a vontade também
- E você já matou a sua vontade?
- Ainda não... não tá vendo...
Ela enfiou os dedos na buceta e depois me deu pra chupar. Tinha um cheirinho de boceta, mas gostoso. Não muito forte. Eu Decidi provar na fonte. E chupei o cuzinho dela. Tava depiladinha, bem feitinha. Com uma tirinha de pelo cortadinho. Linda.
- Que gostoso, siiiim, chupa minha buceta assim, assim, siiiim
Eu chupava o clitóris dela, os lábios, enfiava a língua no cuzinho e depois descia até o cu que tinha cheiro de sabonete (ela tinha tomado banho depois de ser comida).
Enfiei a ponta de um dedinho.
- Como você me excita!!
- Gosta do dedinho no cu?
- Sim, mas eu gosto mais do teu pau.
- Pena que não posso meter no teu cu e chupar tua buceta ao mesmo tempo (e comi ela de novo)
- Aiii, siiiim, me chupa assim.
- Você gostaria de ser comida e chupada ao mesmo tempo?
- Sim
Caro já tinha entendido pra onde minha cabeça tava indo.
- Pede pra ela, eu não consigo, tenho vergonha.
- Eu convenço ela, mas você tem que fazer o que eu mandar...
- Faço o que você quiser
Voltei a chupar a buceta dela. Ouvi entre os gemidos da Caro que o chuveiro já não tava mais correndo. Dois segundos depois, a Mariana apareceu.
- Mmmmm, a putinha tá fazendo chupar a buceta dela na cama onde ela transa com o namorado... - foi o comentário filho da puta da Mariana
- Pensei que a gente tinha terminado e vim pra cá
- Tudo bem, putinha, aproveita, hoje é das duas
Eu continuava chupando buceta. A Mariana veio e deitou do meu lado. Acariciou a coxa da irmã por um segundo e depois me agarrou na bunda. Apertou.
- Que bundinha gostosa você tem, meu amor - ela disse.
Depois chupou o dedo e enfiou a ponta no meu cu.
Pulei na hora.
- Calma, puta!
- Tá doendo?
- Sim, mais devagar - respondi.
- No final, você é igualzinha minha irmã, gosta devagar... - ela riu.
Desceu e começou a me dar beijos na bunda, depois passou a língua nas minhas bolas umas duas vezes, e de novo chupou meu cu. A verdade é que me desconcentrava um pouco da chupada que eu tava dando na Caro, mas o pau reagiu na hora aos estímulos da Mariana. Me levantei um pouco como pra me afastar, e ela agarrou. A pica por baixo e começou a me punhetar enquanto chupava minhas bolas e meu cu. Que par de putas!!!!
Me concentrei em fazer a Caro gozar, que tava se amassando os peitos e apertando os próprios bicos. Eu falei pra Mariana que já era o suficiente e subi em cima da Caro, que tava de pernas abertas, e enfiei de uma vez pela pussy. E assim, de papai e mamãe, comecei a meter nela.
— Que pica gostosa… como enche bem minha pussy…, cê sente?..., tu tem ela enorme, Max — dizia a Caro.
Mariana ficou do meu lado. Ficava passando a mão na minha bunda e de novo tentou enfiar um dedo. Mas eu não quis, me distraía e a única coisa que eu queria era comer a Caro.
Depois ela pegou minha cara e me forçou um beijo de língua, que eu respondi. Vi que ela tava pedindo atenção, então agarrei ela, joguei na cama e enfiei a pica na mesma posição que na irmã.
A Caro tava deitada do lado, bem coladinha, se aproximou e me deu um beijo, depois beijei a Mariana e chupei os peitos dela. Aí peguei um e ofereci pra Caro.
— Vem, experimenta — falei pra Caro.
Ela me seguiu. Eu chupava o outro mamilo. Mariana tava delirando. Caro enfiou uma mão entre meu corpo e o da irmã e começou a tocar a pussy dela sem parar de chupar os peitos. Senti os nós dos dedos da mãozinha dela roçando na minha pélvis enquanto trabalhava o clitóris da irmã.
— Aaaaaaahhhhh — escapou da Mariana.
Caro deu um beijinho no queixo dela e depois outro no lábio inferior, e finalmente um beijo de língua que Mariana respondeu. Senti que a porra tava vindo das bolas pra pica e afrouxei a metida. Mas Caro continuou esfregando a Mariana, que acabou molhando minha pica toda.
Beijei as duas, saí de dentro da Mariana e enfiei de novo na Caro.
— Aii sim, me dá um pouquinho agora, vai, pussy, assiii, siiiim, me faz gozar também. Vai, vai, me come forte, me come forte.
Mariana olhava e se punhetava.
— Quero enfiar de novo no teu cu — falei pra Caro.
Mariana pareceu reagir. do seu torpor onanístico e seguiu com o olhar meu pau que abandonou a boceta da irmã dela e apontou pra Booty, enquanto ela levava as pernas mais pra cima (tipo perninhas no ombro, mas ela mesma segurava). Cuspi nos meus dois dedos e molhei a Booty. Depois fiz o mesmo serviço com meu pau e apoiei ele na bunda dela. Olhei pra Mariana, não pra buscar aprovação, mas pra ver a carinha de tesão dela. Tava lá.
Enfiei de uma vez naquele cu da Caro, que abriu a boca sem soltar nenhum grito. Ela engoliu ar e só aí me mandou um rosário de putarias.
— Aiiii, enfiou de uma vez, filho da puta, tá doendo, aiiii, merda, tá doendo
Olhei pra Marian, que tinha cara de satisfação e se punhetava mais rápido.
— Cala a boca, puta, se você gosta de ter meu pau no cu!
— Sim, mas devagar…
— Devagar o caralho. Vou arrebentar teu cu bem aberto, igual deixei o da punheteira da sua irmã
— Aiiii
— Tá doendo, garota?
— Sim, tá doendo, tá doendo muito
— Cala a boca! Se você adora!. Olha, bebê, olha como molhou a boceta da sua irmã!, falei pra Mariana, que tinha curtido pra caralho minha violência verbal com a Caro. Eu sabia o que ela gostava.
E deu resultado.
Marian acariciou a boceta da Caro. Enfiou dois dedos e depois começou a esfregar o clitóris dela.
— Aaaooooahhhhh,— soltou a Caro.
Marian insistiu na tocada. Eu tinha parado a foda e olhava. O cu da Caro pulsava e me estrangulava o pau em intervalos. Tipo batidas de cu.
— Fode ela, fode elaaa,— me ordenou Mariana, que voltou a se tocar.
— Sim, mas você punheta ela pra gozar,— respondi
— Para, que não aguento de tesão, sinto que vou explodir,— me respondeu.
— Então põe a boceta na cara dela, quero ver como ela te come de novo enquanto você toca a boceta dela.
Mariana ficou dura. Mas se tocava.
— Quer, Caro?
— Sim, vai, mas me punheta.
Marian abriu as pernas e se sentou de cócoras sobre a carinha da irmã, que teve que ir buscar a boceta com a língua. A cara de prazer da Marian não tinha nome. Meu pau ficou durasso naquele cu quando vi que a língua da Caro ia e vinha pela racha da irmãzinha dela.
Enfiei o pau no cu dela e a Caro mordeu um pedacinho dos lábios da buceta da Mariana por reflexo. A menina ficou com as pernas bambas e sentou a bunda na cara da irmã, com os joelhos apoiados no colchão. Depois gozou, virou o rosto pra mim e me deu uma lambida na boca e um chupão enquanto a mão dela ia na buceta da Caro e a punhetava.
— Tira e enfia de novo — pediu.
Fiz isso duas ou três vezes. A Caro gritava cada vez que entrava. Na segunda, saiu um plop de peido por causa do ar que entrava. Essas coisas deixavam a Marian doida.
— Parem, filhos da puta, que tá secando e dói — gritou a Caro.
— Vem, molha um pouco com saliva pra ela não gritar — falei pra Mariana e aproximei o pau da cara dela, que já tava meio deitada em cima da irmã (quase um 69, mas a cara dela ainda a 20 centímetros da buceta e a bunda roçando nos peitos da Caro).
Ela se ajeitou pra chupar e jogou a rabeta pra trás. Enquanto a Marian comia meu pau, a Caro voltou a lamber o cuzinho que tinha ficado na mira. Tirei da boca da Marian e tive uma ideia. Enfiei na buceta da Caro. A Marian não mudou de posição e continuou com a buceta servida pra língua da Caro sem falar nada. Tirei o pau molhado da buceta da Caro e a Marian chupou. Fiz isso mais uma vez e depois levantei as pernas da Caro e meti de novo no cu dela.
— Aii, enfiou no meu cu!!! — soltou a Caro, que tinha a buceta a dez centímetros da boca da Mariana.
— Olha como você tá comendo pelo cu!!! — mandou a Marian.
— Se eu comi pelo cu, quero comer tudo pelo cu. Enfia tudo, faz eu sentir…
Enterrei fundo.
— Gosta, puta?
— Adoro.
— Cala a boca então e continua comendo a buceta. Palavra: buceta e cu.
– O cu ainda não comi – respondeu.
– Não sei o que você tá esperando então… Mete a língua no cu dela e come essa bundinha!
– Aahhhhh, que filhas da puta vocês são – soltou Mariana, que tinha recebido a língua da irmã pela primeira vez na bunda.
– Tão comendo sua bunda, bebê?
– Tão sim, tão comendo!
– E você, por que não devolve o favor? Olha como ela enfia a buceta na sua cara e você nem liga!
– Você vai me fazer comer a buceta da minha irmã?
– Eu não, você vai comer porque é uma puta mesmo…
– Sim, somos duas vadias!
– Vai, puta, come essa bucetinha!!!
– Ammmm – foi a última coisa que ela disse antes de mergulhar na boceta da Caro.
Senti que o gozo vinha, mas não diminui o ritmo da sentada. Queria que a Caro gozasse. Por sorte, ela chegou lá na hora com as chupadas da Marian.
– Aaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!, gozo, gozo, gozoooooo!! – gritou igual uma louca.
Mas eu não. Minha cabeça tava em outro lugar, queria ver a língua da Caro no cu da Marian. Tirei a neném de lá e me posicionei do lado da cabeça da Caro. As duas continuavam, agora sim, num 69. A língua da Caro ia e vinha pela buceta da Marian e depois se enfiava na bunda como um saca-rolha.
Sem pedir permissão, fiquei de pé em cima das duas e, com o pau na mão, fui direto pro cu da Marian. Caro parou de chupar e viu meu pau substituir a língua dela e entrar na bunda da garota.
– Ayyy, obrigada, enche meu cu de novo, precisava de um pau já!!!, Isso, mete tudo!!!
Caro chupava a boceta dela. Marian já não, só bufava.
– Vai, puto, vai, enche minha bunda de porra, vai que quero sentir de novo você jogando seu leite no meu cu.
– Sim, filha da puta, vou encher seu cu de porra de novo enquanto chupam sua buceta.
– Vocês dois tão me dando a melhor foda da minha vida.
– Cuidado pra não mijar na boca da sua irmã – provoquei.
– Pelo molhada que tá, é como se – Caro falou, se afastando da boceta. a buceta da Marian.
Acelerei o pistoneio daquele rabo.
– Ayy, vou mijar de verdade, que prazer, como eu tô gozando. Tá me sentindo?
– Tô te sentindo… – respondeu Caro antes de mim.
– Vou gozar, vou gozar na sua boca!! – respondeu Mariana.
Claramente tava falando com a Caro. Isso me deixou mais tesudo e eu gozei. Por sorte consegui controlar e joguei estrategicamente na porta do rabo, e tirei rápido pra ver como a porra escorria.
O sêmen saiu com uma bolinha do cu e escorregou pra buceta. Caro sacou na hora minha tara (que era a mesma que a dela) e passou a língua. Eu tinha me posto de lado e olhava com cara de quem tava batendo uma (mesmo que não desse pra ver).
– Caga a porra na boca dela que sua irmãzinha quer tomar tudo – falei pra Marian. Ela abriu o cu com as duas mãos e fez força. Saiu um pum de ar.
– Para, puta, não vai te cagar – disse Caro.
– É ar… – se defendeu Marian.
Na hora, sentiu-se outro pum líquido e a porra foi parar nos lábios da Caro, que primeiro apertou a boca, mas quando reagiu, grudou no cu da irmã como uma ventosa. E comeu tudo.
Depois de ficar deitado assim por 2 minutos, Mariana foi pro banheiro e eu fui atrás um tempo depois e entrei no chuveiro. "Vou me lembrar dessa foda pro resto da vida", ela disse.
- Eu também.
- Que bom ser você, comeu duas irmãs, seus amigos não vão acreditar.
- Tô nem aí se acreditam, a única coisa que importa agora é comê-las de novo. Meu pau quer mais.
- Seu pau é demais, você também (disse e levantou o olhar, me encarando). Ainda não acredito como você deixou nós duas. A gente tava do seu jeito. Minha irmã ainda deve estar se tocando.
- Então vou dar uma mãozinha (ri).
- É, vai. Daqui a cinco minutos eu alcanço vocês...
Saí do chuveiro, me enxuguei de qualquer jeito e com a toalha enrolada na cintura fui de novo pro quarto da Mariana. A Caro não tava. Fui pro quarto dela (depois daquilo, nem precisava pedir permissão). Entrei.
A Mariana tinha razão. Tava se tocando, mas devagar. Me olhou, mas não parou. Cheguei perto e enfiei a cabeça entre as pernas dela, a centímetros do anelzinho dela.
- Não acredito no que acabei de fazer, - ela disse
- Foi uma delícia, e você tava morrendo de vontade. Vi várias vezes sua cara de punheta quando sua buceta ou a bunda da sua irmã tavam ao alcance, - respondi.
- A culpa é sua, você me esquenta demais.
- O que te esquenta?
- Tudo, você é um filho da puta, não percebe como transa bem... Minha irmã já deve ter comido mais de trinta caras e com você ela se mijou, literalmente
- É tudo questão de mental, talvez pra outra eu não faça diferença nenhuma
- Pode ser, mas pra gente parece que sim.
- É o tesão de comer sua cunhada, a mesma coisa deve rolar com a Mariana...
- A Mariana comeu o Martín pra me esquentar. Talvez um pouco pra matar a vontade também
- E você já matou a sua vontade?
- Ainda não... não tá vendo...
Ela enfiou os dedos na buceta e depois me deu pra chupar. Tinha um cheirinho de boceta, mas gostoso. Não muito forte. Eu Decidi provar na fonte. E chupei o cuzinho dela. Tava depiladinha, bem feitinha. Com uma tirinha de pelo cortadinho. Linda.
- Que gostoso, siiiim, chupa minha buceta assim, assim, siiiim
Eu chupava o clitóris dela, os lábios, enfiava a língua no cuzinho e depois descia até o cu que tinha cheiro de sabonete (ela tinha tomado banho depois de ser comida).
Enfiei a ponta de um dedinho.
- Como você me excita!!
- Gosta do dedinho no cu?
- Sim, mas eu gosto mais do teu pau.
- Pena que não posso meter no teu cu e chupar tua buceta ao mesmo tempo (e comi ela de novo)
- Aiii, siiiim, me chupa assim.
- Você gostaria de ser comida e chupada ao mesmo tempo?
- Sim
Caro já tinha entendido pra onde minha cabeça tava indo.
- Pede pra ela, eu não consigo, tenho vergonha.
- Eu convenço ela, mas você tem que fazer o que eu mandar...
- Faço o que você quiser
Voltei a chupar a buceta dela. Ouvi entre os gemidos da Caro que o chuveiro já não tava mais correndo. Dois segundos depois, a Mariana apareceu.
- Mmmmm, a putinha tá fazendo chupar a buceta dela na cama onde ela transa com o namorado... - foi o comentário filho da puta da Mariana
- Pensei que a gente tinha terminado e vim pra cá
- Tudo bem, putinha, aproveita, hoje é das duas
Eu continuava chupando buceta. A Mariana veio e deitou do meu lado. Acariciou a coxa da irmã por um segundo e depois me agarrou na bunda. Apertou.
- Que bundinha gostosa você tem, meu amor - ela disse.
Depois chupou o dedo e enfiou a ponta no meu cu.
Pulei na hora.
- Calma, puta!
- Tá doendo?
- Sim, mais devagar - respondi.
- No final, você é igualzinha minha irmã, gosta devagar... - ela riu.
Desceu e começou a me dar beijos na bunda, depois passou a língua nas minhas bolas umas duas vezes, e de novo chupou meu cu. A verdade é que me desconcentrava um pouco da chupada que eu tava dando na Caro, mas o pau reagiu na hora aos estímulos da Mariana. Me levantei um pouco como pra me afastar, e ela agarrou. A pica por baixo e começou a me punhetar enquanto chupava minhas bolas e meu cu. Que par de putas!!!!
Me concentrei em fazer a Caro gozar, que tava se amassando os peitos e apertando os próprios bicos. Eu falei pra Mariana que já era o suficiente e subi em cima da Caro, que tava de pernas abertas, e enfiei de uma vez pela pussy. E assim, de papai e mamãe, comecei a meter nela.
— Que pica gostosa… como enche bem minha pussy…, cê sente?..., tu tem ela enorme, Max — dizia a Caro.
Mariana ficou do meu lado. Ficava passando a mão na minha bunda e de novo tentou enfiar um dedo. Mas eu não quis, me distraía e a única coisa que eu queria era comer a Caro.
Depois ela pegou minha cara e me forçou um beijo de língua, que eu respondi. Vi que ela tava pedindo atenção, então agarrei ela, joguei na cama e enfiei a pica na mesma posição que na irmã.
A Caro tava deitada do lado, bem coladinha, se aproximou e me deu um beijo, depois beijei a Mariana e chupei os peitos dela. Aí peguei um e ofereci pra Caro.
— Vem, experimenta — falei pra Caro.
Ela me seguiu. Eu chupava o outro mamilo. Mariana tava delirando. Caro enfiou uma mão entre meu corpo e o da irmã e começou a tocar a pussy dela sem parar de chupar os peitos. Senti os nós dos dedos da mãozinha dela roçando na minha pélvis enquanto trabalhava o clitóris da irmã.
— Aaaaaaahhhhh — escapou da Mariana.
Caro deu um beijinho no queixo dela e depois outro no lábio inferior, e finalmente um beijo de língua que Mariana respondeu. Senti que a porra tava vindo das bolas pra pica e afrouxei a metida. Mas Caro continuou esfregando a Mariana, que acabou molhando minha pica toda.
Beijei as duas, saí de dentro da Mariana e enfiei de novo na Caro.
— Aii sim, me dá um pouquinho agora, vai, pussy, assiii, siiiim, me faz gozar também. Vai, vai, me come forte, me come forte.
Mariana olhava e se punhetava.
— Quero enfiar de novo no teu cu — falei pra Caro.
Mariana pareceu reagir. do seu torpor onanístico e seguiu com o olhar meu pau que abandonou a boceta da irmã dela e apontou pra Booty, enquanto ela levava as pernas mais pra cima (tipo perninhas no ombro, mas ela mesma segurava). Cuspi nos meus dois dedos e molhei a Booty. Depois fiz o mesmo serviço com meu pau e apoiei ele na bunda dela. Olhei pra Mariana, não pra buscar aprovação, mas pra ver a carinha de tesão dela. Tava lá.
Enfiei de uma vez naquele cu da Caro, que abriu a boca sem soltar nenhum grito. Ela engoliu ar e só aí me mandou um rosário de putarias.
— Aiiii, enfiou de uma vez, filho da puta, tá doendo, aiiii, merda, tá doendo
Olhei pra Marian, que tinha cara de satisfação e se punhetava mais rápido.
— Cala a boca, puta, se você gosta de ter meu pau no cu!
— Sim, mas devagar…
— Devagar o caralho. Vou arrebentar teu cu bem aberto, igual deixei o da punheteira da sua irmã
— Aiiii
— Tá doendo, garota?
— Sim, tá doendo, tá doendo muito
— Cala a boca! Se você adora!. Olha, bebê, olha como molhou a boceta da sua irmã!, falei pra Mariana, que tinha curtido pra caralho minha violência verbal com a Caro. Eu sabia o que ela gostava.
E deu resultado.
Marian acariciou a boceta da Caro. Enfiou dois dedos e depois começou a esfregar o clitóris dela.
— Aaaooooahhhhh,— soltou a Caro.
Marian insistiu na tocada. Eu tinha parado a foda e olhava. O cu da Caro pulsava e me estrangulava o pau em intervalos. Tipo batidas de cu.
— Fode ela, fode elaaa,— me ordenou Mariana, que voltou a se tocar.
— Sim, mas você punheta ela pra gozar,— respondi
— Para, que não aguento de tesão, sinto que vou explodir,— me respondeu.
— Então põe a boceta na cara dela, quero ver como ela te come de novo enquanto você toca a boceta dela.
Mariana ficou dura. Mas se tocava.
— Quer, Caro?
— Sim, vai, mas me punheta.
Marian abriu as pernas e se sentou de cócoras sobre a carinha da irmã, que teve que ir buscar a boceta com a língua. A cara de prazer da Marian não tinha nome. Meu pau ficou durasso naquele cu quando vi que a língua da Caro ia e vinha pela racha da irmãzinha dela.
Enfiei o pau no cu dela e a Caro mordeu um pedacinho dos lábios da buceta da Mariana por reflexo. A menina ficou com as pernas bambas e sentou a bunda na cara da irmã, com os joelhos apoiados no colchão. Depois gozou, virou o rosto pra mim e me deu uma lambida na boca e um chupão enquanto a mão dela ia na buceta da Caro e a punhetava.
— Tira e enfia de novo — pediu.
Fiz isso duas ou três vezes. A Caro gritava cada vez que entrava. Na segunda, saiu um plop de peido por causa do ar que entrava. Essas coisas deixavam a Marian doida.
— Parem, filhos da puta, que tá secando e dói — gritou a Caro.
— Vem, molha um pouco com saliva pra ela não gritar — falei pra Mariana e aproximei o pau da cara dela, que já tava meio deitada em cima da irmã (quase um 69, mas a cara dela ainda a 20 centímetros da buceta e a bunda roçando nos peitos da Caro).
Ela se ajeitou pra chupar e jogou a rabeta pra trás. Enquanto a Marian comia meu pau, a Caro voltou a lamber o cuzinho que tinha ficado na mira. Tirei da boca da Marian e tive uma ideia. Enfiei na buceta da Caro. A Marian não mudou de posição e continuou com a buceta servida pra língua da Caro sem falar nada. Tirei o pau molhado da buceta da Caro e a Marian chupou. Fiz isso mais uma vez e depois levantei as pernas da Caro e meti de novo no cu dela.
— Aii, enfiou no meu cu!!! — soltou a Caro, que tinha a buceta a dez centímetros da boca da Mariana.
— Olha como você tá comendo pelo cu!!! — mandou a Marian.
— Se eu comi pelo cu, quero comer tudo pelo cu. Enfia tudo, faz eu sentir…
Enterrei fundo.
— Gosta, puta?
— Adoro.
— Cala a boca então e continua comendo a buceta. Palavra: buceta e cu.
– O cu ainda não comi – respondeu.
– Não sei o que você tá esperando então… Mete a língua no cu dela e come essa bundinha!
– Aahhhhh, que filhas da puta vocês são – soltou Mariana, que tinha recebido a língua da irmã pela primeira vez na bunda.
– Tão comendo sua bunda, bebê?
– Tão sim, tão comendo!
– E você, por que não devolve o favor? Olha como ela enfia a buceta na sua cara e você nem liga!
– Você vai me fazer comer a buceta da minha irmã?
– Eu não, você vai comer porque é uma puta mesmo…
– Sim, somos duas vadias!
– Vai, puta, come essa bucetinha!!!
– Ammmm – foi a última coisa que ela disse antes de mergulhar na boceta da Caro.
Senti que o gozo vinha, mas não diminui o ritmo da sentada. Queria que a Caro gozasse. Por sorte, ela chegou lá na hora com as chupadas da Marian.
– Aaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!, gozo, gozo, gozoooooo!! – gritou igual uma louca.
Mas eu não. Minha cabeça tava em outro lugar, queria ver a língua da Caro no cu da Marian. Tirei a neném de lá e me posicionei do lado da cabeça da Caro. As duas continuavam, agora sim, num 69. A língua da Caro ia e vinha pela buceta da Marian e depois se enfiava na bunda como um saca-rolha.
Sem pedir permissão, fiquei de pé em cima das duas e, com o pau na mão, fui direto pro cu da Marian. Caro parou de chupar e viu meu pau substituir a língua dela e entrar na bunda da garota.
– Ayyy, obrigada, enche meu cu de novo, precisava de um pau já!!!, Isso, mete tudo!!!
Caro chupava a boceta dela. Marian já não, só bufava.
– Vai, puto, vai, enche minha bunda de porra, vai que quero sentir de novo você jogando seu leite no meu cu.
– Sim, filha da puta, vou encher seu cu de porra de novo enquanto chupam sua buceta.
– Vocês dois tão me dando a melhor foda da minha vida.
– Cuidado pra não mijar na boca da sua irmã – provoquei.
– Pelo molhada que tá, é como se – Caro falou, se afastando da boceta. a buceta da Marian.
Acelerei o pistoneio daquele rabo.
– Ayy, vou mijar de verdade, que prazer, como eu tô gozando. Tá me sentindo?
– Tô te sentindo… – respondeu Caro antes de mim.
– Vou gozar, vou gozar na sua boca!! – respondeu Mariana.
Claramente tava falando com a Caro. Isso me deixou mais tesudo e eu gozei. Por sorte consegui controlar e joguei estrategicamente na porta do rabo, e tirei rápido pra ver como a porra escorria.
O sêmen saiu com uma bolinha do cu e escorregou pra buceta. Caro sacou na hora minha tara (que era a mesma que a dela) e passou a língua. Eu tinha me posto de lado e olhava com cara de quem tava batendo uma (mesmo que não desse pra ver).
– Caga a porra na boca dela que sua irmãzinha quer tomar tudo – falei pra Marian. Ela abriu o cu com as duas mãos e fez força. Saiu um pum de ar.
– Para, puta, não vai te cagar – disse Caro.
– É ar… – se defendeu Marian.
Na hora, sentiu-se outro pum líquido e a porra foi parar nos lábios da Caro, que primeiro apertou a boca, mas quando reagiu, grudou no cu da irmã como uma ventosa. E comeu tudo.
15 comentários - Sexo com a Marianita 12
bue...hasta ahi llegué 😀 😀
Donde se junta la gente del imperio con CAM... exclusivo para rio cuarto... disfrutalo ya !!![/b]
@maxi1652 👏 👏 👏 👏