Era um dia normal, de uma semana normal, da minha vida normal, cheguei em casa cansado de trampar o dia inteiro. É que no escritório a gente tava fechando o balanço, e era um estresse do caralho. A única coisa boa era a Yaquelin, uma loira de olhos cor de mel, que não tinha muito peito, mas uma bunda linda. Hoje ela tinha faltado, e isso fez falta pra caralho.
Voltei pra casa, onde minha esposa me esperava. Tava casado há 9 anos, ela é uma mulher tranquila, que nunca chama atenção, se veste com roupa larga, nada sugestivo... com o tempo, foi ficando cada vez menos sugestiva. Mas cozinhava pra mim e lavava minha roupa, às vezes a gente transava, nada de outro mundo, mas tínhamos algo regular. Ela sempre foi gostosa, peituda por natureza e caderona, alguns diriam que era gordinha, mas não era, tinha uma cinturinha fina e uma bunda bem grande. Via ela pelada e ainda me dava tesão.
Dia normal, como eu disse, abro a porta e já sinto o cheiro da comida caseira vindo do corredor. Deixo minhas coisas na cadeira e vou até a cozinha. Lá estava ela. Parada, mexendo alguma coisa que cheirava muito bem. A primeira coisa que fiz foi chegar perto e agarrar ela por trás.
— "Hmm, que cheiro gostoso, esqueci alguma data especial?" — falei no ouvido dela enquanto a abraçava. Eu sabia que não tinha esquecido data nenhuma, por isso perguntei.
— "Não, deu vontade de cozinhar algo gostoso pra você, e aqui estou" — respondeu com uma voz mais que sugestiva.
"Hoje eu como ela", foi o primeiro pensamento que tive...
Jantamos os dois na sala, tomamos um café, coisa que a gente sempre fazia. Quando ela se levanta, me olha e diz:
— "Lava a louça que vou tomar banho" — era quase nossa frase em código pra dizer: vou tomar banho e me meter na cama pra gente transar.
Lavei e subi. Ela estava parada na beira da cama, com um body branco, e meias brancas de rede acima do joelho. Uma calcinha fio-dental minúscula mal tapava a buceta dela. O body deixava os mamilos aparecendo, já durinhos.
Não acreditei, ela nunca tinha usado roupa sexy sem eu pedir. Pida. A situação me excitava como nunca. Tirei rápido a calça e todo o resto. Fiquei nu, com o pau ereto em todo seu esplendor. Ela se aproxima e pega ele com as duas mãos...
— Que pau lindo você tem, sabe o que vou fazer agora? Vou chupar ele todinho.
Sem soltar meu pau, ela se ajoelha na minha frente e enfia ele na boca, tudo pra dentro, até os testículos. Nunca tinha feito algo assim pra mim, sentia a língua dela girando no meu pau como nunca antes. Peguei ela pelo cabelo e empurrei o pau mais pra dentro, ela engolia tudo, uma vez e outra.
Já tava quase gozando, quando ela tira o pau da boca e fala pra irmos pra cama, que tinha uns brinquedos novos.
Eu não aguentava mais. Tava com um tesão que explodia. Fomos pra cama. Ela me deitou de barriga pra cima, esperando que ela continuasse chupando meu pau.
Aí ela tira do criado-mudo um jogo de algemas, forradas com pele pra não doer, bem de sexshop. Uau, pensei, entra numa sexshop e compra tudo isso... que tesão que me dava!!!
— Agora vou te amarrar na cabeceira da cama e você vai ser meu, se prepara que vou te violentar como nunca. Tava entregue, só faltava o lacinho na bunda.
Ela me algemou no cano da cabeceira da cama. Virou por cima de mim e colocou a bunda na minha cara.
— "Chupa aqui, meu amor, chupa minha bunda, sempre gostei disso, enfia a língua", e eu fiz isso. Ela afastava a calcinha fio dental com os dedos e eu passava minha boca pela bunda bem fechadinha (ela não gostava que eu fizesse anal), que devagarzinho se abria a cada movimento da minha língua.
Ela tava toda depilada, nunca tinha feito isso por mim, mas dessa vez não tinha um único pelo. Meu tesão era inacreditável.
— "Vou chupar seu pau de novo, papai, chupa minha bunda que eu chupo seu pau"
De repente, ouço barulhos na sala. Nós dois nos assustamos. Porta da entrada batendo. A gente reconhece as próprias portas. Tirei as algemas, peguei um vaso pesado (era a primeira coisa que tinha à mão) e saí do quarto pelado. Mal tô saindo quando sinto um... cano frio apoiado nas costas.
—"Fica na sua, mano, e não vai te acontecer nada"
Eram dois caras, grandões, uns 30 anos. Me levaram aos empurrões pro quarto, lá estava minha esposa, de fio dental na frente desses caras.
—"Olha o que temos aqui... o cara tava comendo uma puta... e das boas..., até algema tem"
Me amarram pelado na cadeira onde penduro a roupa, colocam as algemas, uma braçadeira em cada perna, e fita adesiva na boca, o outro fica parado junto com minha mulher.
Os dois usavam balaclava, não pareciam ladrões de ocasião, eram grandões, ombros largos, um muito alto e o outro mais baixo, mas mais alto que eu. O mais baixo tratou de me mostrar que podia ficar feio, com um murro direto nos meus rins. Eu não conseguia gritar, a fita me impedia.
—"Agora essa puta tem outros clientes"
—"por favor, não batam nele, faço o que vocês quiserem" — ela disse com voz tímida.
Então o mais baixo abaixa a calça até o joelho e tira um pau comprido e grosso, meio duro, intimidador.
—"Vamos ver como você chupa esse pau? Mete ele na boca, puta"
Minha mulher se ajoelha e apoia esse pauzão nos lábios dela. Ela estica a língua e lambe, com indiferença...
—"vai, vagabunda, se você gosta, mostra pra esse cara como você adora chupar um pau, abre a boca"
Ela abre um pouco, ele agarra ela pela nuca e empurra, enfiando tudo na boquinha dela.
O cara empurrava cada vez mais fundo, dava pra ver minha mulher engasgando com aquela pica enorme, toda pra dentro.
A baba caía no chão de tão fundo que ele metia.
Aí o outro, o mais alto, que nessa altura já tava sem calça, chega perto e agarra ela pelo cabelo
—"Agora é minha vez"
Ele pega o pau dele, não menor que o do parceiro, e enfia na boca da minha mulher de uma vez.
Não acreditava no que via, eu tava a 2 metros, amarrado numa cadeira, pelado, e sem poder fazer nada.
Ele leva ela pra cama sem tirar o pau da boca, minha mulher continuava chupando ela quase com vontade. Ela fica de quatro, com toda a bunda empinada, enquanto o outro se deitava na minha cama pra continuar com o pau na boca da minha mulher, o outro se despe completamente, e se aproxima de novo da cama. Passa a mão na buceta dela, por cima da tanga.
—"olha como a puta essa fica toda molhada..."
E claro, pensei, era minha baba que tinha molhado ela toda, até tinha dilatado pra esses caras levarem a melhor foda que ela já tinha tido.
O cara puxa um pouquinho o fio que cobria a buceta dela, e encosta o pau duro.
—"quer que eu te coma? quer sentir um pau de verdade?"
Ela vira e sem soltar o pau do outro, fala
—"mete por favor, me fode, mete até o fundo... mas não faz mal pra gente"
Que mulher, o que ela fazia pra não sermos machucados!
O fortão empurra um pouco até a cabeça entrar, para, então ela olha pra ele e sem dizer nada, começa a empurrar a bunda pra trás, afundando o pau devagar, até entrar tudo.
—"Que pau pelo amor de Deus!!!"
Vai pra frente e afunda tudo de novo, assim várias vezes, apertando os olhos de prazer.
Já tava parecendo que ela tava gostando, e muito, eu tava excitado, com o pau duro e as pernas abertas em cada perna da cadeira.
—"Eu também quero um pouco dessa buceta" fala o alto, que tava deitado na cama com o pau na altura dos peitos da minha mulher. Então ele desliza e fica debaixo dela. O outro continuava furando a buceta com aquele pau enorme, parado na beira da cama e com minha mulher de quatro. Ele abria ela com as mãos pra entrar mais fundo, enquanto o outro chupava os bicos dos peitos dela. Ela gritava, de dor, de prazer, já não sabia do que gritava.
Com aquelas mãos enormes e sujas tocando minha mulher, estavam fodendo ela como nunca. Enquanto continuava entrando na buceta, com os dedos ele abria o cu dela. Primeiro meteu o dedão na bunda dela, e esperou que ela abre um pouquinho, pra eu colocar mais um dedo.
—"como sua buceta abre, sua puta... tá pronta pra sentir meu pau"
—"Vira ela pra cá, pro magrelo ver" — fala o alto. O mais baixo tira o pau da buceta dela e eles viram ela um pouco. Eu fico de frente pra buceta dela, em pé, com a buceta toda molhada e aberta, vermelha de tanto que meteram nela.
—"Tá gostando de como a gente tá deixando ela?" Ele abre a buceta dela com as mãos pra eu ver.
—"Olha como esse cuzinho apertado se abre" — ele enfia dois dedos na boca dela, ela chupa, depois leva até a buceta e enfia no cu dela. Ela geme, se inclina pra abrir mais o cu. O cara enfia os dois dedos até o fundo.
Eu queria chorar, porra, gritar, olhar. Nessa mistura de sensações, o pau nunca tinha baixado.
—"Olha, até parece que seu macho gosta de ver a gente te comendo, tá de pau duro"
Minha mulher vira a cabeça e me vê, não dava pra esconder minha ereção de jeito nenhum.
O alto, que continuava deitado debaixo da minha esposa, agarra as nádegas dela, empurrando pra baixo pra meter bem fundo o pau grosso dele. O outro tira os dedos do cu, pega no pau, esfregando a cabeça pra ela sentir que ia enfiar toda aquela carne no cu dela. Ela se inclina sobre o peito do alto, levantando mais a buceta, e então, num movimento, ele enfia a cabeça toda no cu dela. Ela geme de prazer, dá pra ver na cara dela. O cara metia o pau devagar no cu dela, enquanto o outro continuava comendo a buceta dela. O pau ia até o fundo, dava pra ver como o cu dela se abria pra entrar inteiro. Entrava e saía, sem forçar, tirava a cabeça do pau e dava pra ver o cu alargado por tanta carne. Tavam comendo ela como nunca, e ela gemia como uma puta paga.
—"Me comam toda, por todos os buracos... sou a puta de vocês..."
Ela tava totalmente aberta na buceta e no cu, tinha dois paus enormes, um em cada buraco, e ela se garantiava que as duas chegassem até o fundo.
—"Sim, eu gozo, sim, sim, tô gozando, continuem me comendo assim, aiiii, como eu tô gozando!!!"
O cara que tava na buceta dela soltou um grito de prazer ao mesmo tempo, tava enchendo ela com o cum dele, dava pra ver na cara dela que aquele líquido quente tava inundando ela...
—"Vou gozar nessa boca de puta que você tem, e quero que você engula tudo" — diz o cara que tinha a pica dele no rabo da minha mulher. Ele tira de uma vez só e se vira pra chegar na boca dela.
—"Chupa e sente o gosto da sua bunda"
Ele pega ela pela nuca e enfia a rola na boca dela, uma vez e outra, até explodir dentro. Quando ela sente, tenta abrir mais, mas o sêmen era tanto que escorria pelos cantos dos lábios.
Não aguentei e gozei ali, na cadeira, meu sêmen jorrava em borbotões e caía na minha perna e no chão de cerâmica.
—"Que puta gostosa, cara, você perdeu" — um deles falou enquanto se trocavam e saíam do quarto...
Minha mulher se levanta e vai até o criado-mudo, ainda com o sêmen nos cantos da boca, e tira um envelope de papel.
Ela vira na cama e caem muitas fotos. Eram do meu carro saindo de um hotel, outra de mim, no meu carro, saindo do hotel acompanhado, outra da Jaqueline, minha colega de escritório, no banco do carona...
E sim, percebi tudo, o ditado diz: "Quem anda mal, acaba mal".
meus outros contos:http://www.poringa.net/posts/relatos/1219141/La-amiga-de-mama-me-dejo-cojerla.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1194725/_Equot;Ella,-con-la-cola-abierta_Equot;.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1211342/Fue-raro,-pero-excelente_.html
Voltei pra casa, onde minha esposa me esperava. Tava casado há 9 anos, ela é uma mulher tranquila, que nunca chama atenção, se veste com roupa larga, nada sugestivo... com o tempo, foi ficando cada vez menos sugestiva. Mas cozinhava pra mim e lavava minha roupa, às vezes a gente transava, nada de outro mundo, mas tínhamos algo regular. Ela sempre foi gostosa, peituda por natureza e caderona, alguns diriam que era gordinha, mas não era, tinha uma cinturinha fina e uma bunda bem grande. Via ela pelada e ainda me dava tesão.
Dia normal, como eu disse, abro a porta e já sinto o cheiro da comida caseira vindo do corredor. Deixo minhas coisas na cadeira e vou até a cozinha. Lá estava ela. Parada, mexendo alguma coisa que cheirava muito bem. A primeira coisa que fiz foi chegar perto e agarrar ela por trás.
— "Hmm, que cheiro gostoso, esqueci alguma data especial?" — falei no ouvido dela enquanto a abraçava. Eu sabia que não tinha esquecido data nenhuma, por isso perguntei.
— "Não, deu vontade de cozinhar algo gostoso pra você, e aqui estou" — respondeu com uma voz mais que sugestiva.
"Hoje eu como ela", foi o primeiro pensamento que tive...
Jantamos os dois na sala, tomamos um café, coisa que a gente sempre fazia. Quando ela se levanta, me olha e diz:
— "Lava a louça que vou tomar banho" — era quase nossa frase em código pra dizer: vou tomar banho e me meter na cama pra gente transar.
Lavei e subi. Ela estava parada na beira da cama, com um body branco, e meias brancas de rede acima do joelho. Uma calcinha fio-dental minúscula mal tapava a buceta dela. O body deixava os mamilos aparecendo, já durinhos.
Não acreditei, ela nunca tinha usado roupa sexy sem eu pedir. Pida. A situação me excitava como nunca. Tirei rápido a calça e todo o resto. Fiquei nu, com o pau ereto em todo seu esplendor. Ela se aproxima e pega ele com as duas mãos...
— Que pau lindo você tem, sabe o que vou fazer agora? Vou chupar ele todinho.
Sem soltar meu pau, ela se ajoelha na minha frente e enfia ele na boca, tudo pra dentro, até os testículos. Nunca tinha feito algo assim pra mim, sentia a língua dela girando no meu pau como nunca antes. Peguei ela pelo cabelo e empurrei o pau mais pra dentro, ela engolia tudo, uma vez e outra.
Já tava quase gozando, quando ela tira o pau da boca e fala pra irmos pra cama, que tinha uns brinquedos novos.
Eu não aguentava mais. Tava com um tesão que explodia. Fomos pra cama. Ela me deitou de barriga pra cima, esperando que ela continuasse chupando meu pau.
Aí ela tira do criado-mudo um jogo de algemas, forradas com pele pra não doer, bem de sexshop. Uau, pensei, entra numa sexshop e compra tudo isso... que tesão que me dava!!!
— Agora vou te amarrar na cabeceira da cama e você vai ser meu, se prepara que vou te violentar como nunca. Tava entregue, só faltava o lacinho na bunda.
Ela me algemou no cano da cabeceira da cama. Virou por cima de mim e colocou a bunda na minha cara.
— "Chupa aqui, meu amor, chupa minha bunda, sempre gostei disso, enfia a língua", e eu fiz isso. Ela afastava a calcinha fio dental com os dedos e eu passava minha boca pela bunda bem fechadinha (ela não gostava que eu fizesse anal), que devagarzinho se abria a cada movimento da minha língua.
Ela tava toda depilada, nunca tinha feito isso por mim, mas dessa vez não tinha um único pelo. Meu tesão era inacreditável.
— "Vou chupar seu pau de novo, papai, chupa minha bunda que eu chupo seu pau"
De repente, ouço barulhos na sala. Nós dois nos assustamos. Porta da entrada batendo. A gente reconhece as próprias portas. Tirei as algemas, peguei um vaso pesado (era a primeira coisa que tinha à mão) e saí do quarto pelado. Mal tô saindo quando sinto um... cano frio apoiado nas costas.
—"Fica na sua, mano, e não vai te acontecer nada"
Eram dois caras, grandões, uns 30 anos. Me levaram aos empurrões pro quarto, lá estava minha esposa, de fio dental na frente desses caras.
—"Olha o que temos aqui... o cara tava comendo uma puta... e das boas..., até algema tem"
Me amarram pelado na cadeira onde penduro a roupa, colocam as algemas, uma braçadeira em cada perna, e fita adesiva na boca, o outro fica parado junto com minha mulher.
Os dois usavam balaclava, não pareciam ladrões de ocasião, eram grandões, ombros largos, um muito alto e o outro mais baixo, mas mais alto que eu. O mais baixo tratou de me mostrar que podia ficar feio, com um murro direto nos meus rins. Eu não conseguia gritar, a fita me impedia.
—"Agora essa puta tem outros clientes"
—"por favor, não batam nele, faço o que vocês quiserem" — ela disse com voz tímida.
Então o mais baixo abaixa a calça até o joelho e tira um pau comprido e grosso, meio duro, intimidador.
—"Vamos ver como você chupa esse pau? Mete ele na boca, puta"
Minha mulher se ajoelha e apoia esse pauzão nos lábios dela. Ela estica a língua e lambe, com indiferença...
—"vai, vagabunda, se você gosta, mostra pra esse cara como você adora chupar um pau, abre a boca"
Ela abre um pouco, ele agarra ela pela nuca e empurra, enfiando tudo na boquinha dela.
O cara empurrava cada vez mais fundo, dava pra ver minha mulher engasgando com aquela pica enorme, toda pra dentro.
A baba caía no chão de tão fundo que ele metia.
Aí o outro, o mais alto, que nessa altura já tava sem calça, chega perto e agarra ela pelo cabelo
—"Agora é minha vez"
Ele pega o pau dele, não menor que o do parceiro, e enfia na boca da minha mulher de uma vez.
Não acreditava no que via, eu tava a 2 metros, amarrado numa cadeira, pelado, e sem poder fazer nada.
Ele leva ela pra cama sem tirar o pau da boca, minha mulher continuava chupando ela quase com vontade. Ela fica de quatro, com toda a bunda empinada, enquanto o outro se deitava na minha cama pra continuar com o pau na boca da minha mulher, o outro se despe completamente, e se aproxima de novo da cama. Passa a mão na buceta dela, por cima da tanga.
—"olha como a puta essa fica toda molhada..."
E claro, pensei, era minha baba que tinha molhado ela toda, até tinha dilatado pra esses caras levarem a melhor foda que ela já tinha tido.
O cara puxa um pouquinho o fio que cobria a buceta dela, e encosta o pau duro.
—"quer que eu te coma? quer sentir um pau de verdade?"
Ela vira e sem soltar o pau do outro, fala
—"mete por favor, me fode, mete até o fundo... mas não faz mal pra gente"
Que mulher, o que ela fazia pra não sermos machucados!
O fortão empurra um pouco até a cabeça entrar, para, então ela olha pra ele e sem dizer nada, começa a empurrar a bunda pra trás, afundando o pau devagar, até entrar tudo.
—"Que pau pelo amor de Deus!!!"
Vai pra frente e afunda tudo de novo, assim várias vezes, apertando os olhos de prazer.
Já tava parecendo que ela tava gostando, e muito, eu tava excitado, com o pau duro e as pernas abertas em cada perna da cadeira.
—"Eu também quero um pouco dessa buceta" fala o alto, que tava deitado na cama com o pau na altura dos peitos da minha mulher. Então ele desliza e fica debaixo dela. O outro continuava furando a buceta com aquele pau enorme, parado na beira da cama e com minha mulher de quatro. Ele abria ela com as mãos pra entrar mais fundo, enquanto o outro chupava os bicos dos peitos dela. Ela gritava, de dor, de prazer, já não sabia do que gritava.
Com aquelas mãos enormes e sujas tocando minha mulher, estavam fodendo ela como nunca. Enquanto continuava entrando na buceta, com os dedos ele abria o cu dela. Primeiro meteu o dedão na bunda dela, e esperou que ela abre um pouquinho, pra eu colocar mais um dedo.
—"como sua buceta abre, sua puta... tá pronta pra sentir meu pau"
—"Vira ela pra cá, pro magrelo ver" — fala o alto. O mais baixo tira o pau da buceta dela e eles viram ela um pouco. Eu fico de frente pra buceta dela, em pé, com a buceta toda molhada e aberta, vermelha de tanto que meteram nela.
—"Tá gostando de como a gente tá deixando ela?" Ele abre a buceta dela com as mãos pra eu ver.
—"Olha como esse cuzinho apertado se abre" — ele enfia dois dedos na boca dela, ela chupa, depois leva até a buceta e enfia no cu dela. Ela geme, se inclina pra abrir mais o cu. O cara enfia os dois dedos até o fundo.
Eu queria chorar, porra, gritar, olhar. Nessa mistura de sensações, o pau nunca tinha baixado.
—"Olha, até parece que seu macho gosta de ver a gente te comendo, tá de pau duro"
Minha mulher vira a cabeça e me vê, não dava pra esconder minha ereção de jeito nenhum.
O alto, que continuava deitado debaixo da minha esposa, agarra as nádegas dela, empurrando pra baixo pra meter bem fundo o pau grosso dele. O outro tira os dedos do cu, pega no pau, esfregando a cabeça pra ela sentir que ia enfiar toda aquela carne no cu dela. Ela se inclina sobre o peito do alto, levantando mais a buceta, e então, num movimento, ele enfia a cabeça toda no cu dela. Ela geme de prazer, dá pra ver na cara dela. O cara metia o pau devagar no cu dela, enquanto o outro continuava comendo a buceta dela. O pau ia até o fundo, dava pra ver como o cu dela se abria pra entrar inteiro. Entrava e saía, sem forçar, tirava a cabeça do pau e dava pra ver o cu alargado por tanta carne. Tavam comendo ela como nunca, e ela gemia como uma puta paga.
—"Me comam toda, por todos os buracos... sou a puta de vocês..."
Ela tava totalmente aberta na buceta e no cu, tinha dois paus enormes, um em cada buraco, e ela se garantiava que as duas chegassem até o fundo.
—"Sim, eu gozo, sim, sim, tô gozando, continuem me comendo assim, aiiii, como eu tô gozando!!!"
O cara que tava na buceta dela soltou um grito de prazer ao mesmo tempo, tava enchendo ela com o cum dele, dava pra ver na cara dela que aquele líquido quente tava inundando ela...
—"Vou gozar nessa boca de puta que você tem, e quero que você engula tudo" — diz o cara que tinha a pica dele no rabo da minha mulher. Ele tira de uma vez só e se vira pra chegar na boca dela.
—"Chupa e sente o gosto da sua bunda"
Ele pega ela pela nuca e enfia a rola na boca dela, uma vez e outra, até explodir dentro. Quando ela sente, tenta abrir mais, mas o sêmen era tanto que escorria pelos cantos dos lábios.
Não aguentei e gozei ali, na cadeira, meu sêmen jorrava em borbotões e caía na minha perna e no chão de cerâmica.
—"Que puta gostosa, cara, você perdeu" — um deles falou enquanto se trocavam e saíam do quarto...
Minha mulher se levanta e vai até o criado-mudo, ainda com o sêmen nos cantos da boca, e tira um envelope de papel.
Ela vira na cama e caem muitas fotos. Eram do meu carro saindo de um hotel, outra de mim, no meu carro, saindo do hotel acompanhado, outra da Jaqueline, minha colega de escritório, no banco do carona...
E sim, percebi tudo, o ditado diz: "Quem anda mal, acaba mal".
meus outros contos:http://www.poringa.net/posts/relatos/1219141/La-amiga-de-mama-me-dejo-cojerla.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1194725/_Equot;Ella,-con-la-cola-abierta_Equot;.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1211342/Fue-raro,-pero-excelente_.html
8 comentários - História de um Corno
MUY BUEN POST, ME ENCANTO ESTA DE PUTA MADRE.
😉