Se essa história funcionar bem, vou postar ela completa 😀 sem mais enrolação, a grávida tarada parte 1 (ANGEL)[/size][/font][/color]Desculpe, não recebi nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro?Anjo
Olá! .. fico feliz em ter novamente a oportunidade de compartilhar meus relatos com vocês. Com certeza aconteceram muitas coisas que me impediram de continuar contando minhas vivências: o trabalho, os estudos, mudanças de casa e, o mais importante, a maternidade. Embora nesse período eu tenha tido várias experiências para compartilhar, vou começar com esta, e vou dividi-la em partes porque acho melhor para mim escrever assim, e espero que para vocês ao lerem também seja.
Começo assim, relembrando as mudanças que tive na minha vida. Continuo casada com meu marido Alan, que, se vocês já leram meus relatos anteriores, é cúmplice de várias das minhas "aventuras", mas desta vez a sorte nos mostrou o outro lado da moeda. Recentemente, meu marido foi demitido do emprego, o que nos trouxe dificuldades financeiras que nos obrigaram, entre outras coisas, a mudar de casa. Vendemos a residência onde moramos por muitos anos para comprar uma casa mais barata num subúrbio de classe média. Além disso, precisei voltar a trabalhar como designer gráfica freelancer para ajudar com as despesas. Assim passamos alguns meses até que a sorte pareceu sorrir para nós em dobro: primeiro, porque Alan, que é médico, conseguiu um ótimo emprego fixo; e segundo, porque um dos meus sonhos pendentes se realizaria: ser mãe. Depois de tentar por muito tempo, os tratamentos de fertilidade funcionaram, e finalmente engravidei do que hoje é meu primeiro filho.
Porém, sacrifícios precisam ser feitos quando surge uma oportunidade dessas. Alan me comunicou que teria que fazer uma viagem que duraria pelo menos 3 meses, pois um dos requisitos era cumprir uma interinato como residente num hospital nos EUA, que também serviria como mestrado. Estávamos empolgados com a oportunidade de que esse trabalho nos beneficiaria financeiramente, mas o ponto ruim era que eu... Passaria praticamente 3 longos meses sozinha, sem meu marido e com 5 meses de gravidez.
Felizmente, o bairro onde a gente morava era bem tranquilo, bem familiar, cheio de parques com crianças. Além disso, eu tinha a irmã do Alan morando a poucos minutos, numa vila vizinha, caso precisasse de alguma emergência. Foi difícil pro meu marido se despedir de mim, ainda mais comigo grávida, mas a gente se segurou na esperança de que o tempo passasse rápido. Fui me despedir dele no aeroporto, e com um beijo e um abraço longo, desejei sorte e uma volta logo.
Passaram-se uns dias, e eu me mantinha ocupada com uns projetos de design que fazia de casa. Mas, aos poucos, fui sentindo uma inquietação tomando conta de mim, uma necessidade física. Sendo uma mulher tão ativa sexualmente, comecei a sentir falta do meu homem. Não sei se eram os hormônios que estavam à flor da pele, mas eu precisava de carícias, beijos e... sexo. Eu tinha uns dildos e me acalmava um pouco me masturbando, mas sentia que não era suficiente. Às vezes, fazia sessões de cybersexo com meu marido pela webcam, e isso também aliviava um pouco o fogo, mas não o bastante.
Alan chegou a comentar que, se eu quisesse, podia chamar algum dos nossos "amigos" de mente aberta pra ter um encontro, mas com muita proteção e cuidado por causa da minha gravidez. Só que eu não via isso como opção naquele momento, porque me sentia meio gorda por causa da barriga. Meus quadris tinham aumentado, minha bunda já tava maior, meus peitos tinham começado a inchar e crescer, e minha barriga já estava redonda, deixando claro meu estado. Então, não me sentia desejável nem gostosa o suficiente pra topar algo assim.
Felizmente, encontrei uma atividade que acalmava um pouco minha necessidade de sexo: ir ao parque perto de casa no fim da tarde pra fazer caminhadas longas. Isso clareava minha mente, me distraía e relaxava. ir dormir mais tranquila. Como mencionei antes, era uma área familiar muito tranquila e às vezes eu descansava em algum banco e me entretinha vendo as crianças menores brincarem. Um dia, encontrei um grupo de mães com idades parecidas com a minha e, aos poucos, comecei a conhecê-las e a conviver com elas com mais frequência, de modo que, enquanto os filhos delas brincavam, a gente batia um papo.
Um desses dias, saí para o parque para encontrar o grupinho de sempre. O verão tinha acabado de começar e o calor estava insuportável, e, se você considerar que eu estava grávida, era ainda pior para mim, então vesti um shortinho, umas sandálias confortáveis e um top esportivo, que deixava minha barriguinha meio saliente à mostra. Cheguei onde as outras estavam e, ao cumprimentá-las, vi que uma delas estava dando uma bronca num adolescente. O garoto só enfiava as mãos nos bolsos da calça e fazia uma careta de resignação diante da bronca de quem eu supus ser a mãe dele.
— Me escuta!.. Não quero que você veja esses moleques, vai me obedecer, ouviu? — gritava Raquel, uma das minhas vizinhas, que, ao notar minha presença, deixou a bronca de lado para me cumprimentar. O nome do garoto era Ángel, segundo a mãe dele, ele tinha feito 18 anos naquele mesmo verão. Na verdade, ele aparentava menos idade, porque o rosto dele era bem jovem e viçoso, embora a altura dissesse o contrário, já que era um jovem alto e magro, mas de aparência atlética, de pele morena e cabelos escuros e cacheados. Era um garotão muito bonito mesmo. Notei também que, de vez em quando, de longe, ele dava umas olhadas furtivas na minha bunda e nos meus peitos, que chamavam muita atenção por causa do conjunto esportivo minúsculo que eu estava usando. Mesmo assim, não quis dar mais importância do que o necessário. Ouvindo a discussão, soube que os meninos da escola já tinham saído de férias e, por isso, Ángel e um grupo de amigos dele pareciam estar planejando um passeio para o campo, mas Raquel, a mãe dele, era contra.
— Angelito!.. te Apresento a senhora Evelyn, este é o Ângelo, meu filho mais velho.
Me apresento assim pro jovem que estendeu a mão pra apertar a minha. Tenho experiência com homens e sei identificar quando um deles reage de um jeito diferente, por isso não passou despercebido que o garoto, ao apertar minha mão, olhou de canto os peitões enormes que, por causa da gravidez, tinham crescido bastante. Depois, ele me lançou um olhar penetrante, e o brilho nos olhos escuros dele me perturbou um pouco, mas não quis dar muita importância de novo, porque talvez, por causa da gravidez, eu estivesse percebendo as coisas de outro jeito.
Segui com minha rotina, batendo papo com as outras mulheres, e depois de um tempo resolvi dar uma caminhada no parque junto com a Raquel, a mãe do Ângelo. Enquanto a gente andava, ela me disse que tava meio preocupada com o filho, porque o Ângelo, segundo ela, tava começando a ficar mais rebelde e a sair mais à noite sem a permissão dela. Eu falei que isso era normal pros jovens e que ela não devia se alarmar, que era parte de crescer. Mesmo assim, recomendei a Elsa, minha cunhada, irmã do Alan, meu marido. Ela é psicóloga e a especialidade dela são adolescentes. Se ela achasse que o comportamento do Ângelo precisava da opinião de um especialista, eu com todo gosto a colocava em contato.
Raquel ficou bem interessada, então pedi o número de telefone dela pra ligar assim que entrasse em contato com minha cunhada e perguntasse se ela tava disponível pra uma consulta. A gente se despediu e prometi ligar pra ela em breve.
No dia seguinte, localizei minha cunhada e expliquei a situação da Raquel com o filho. Ela me disse que viria me visitar nos próximos dias e, se servisse de algo, poderia atender minha vizinha e o filho na minha casa amanhã às 7 da noite, aproveitando a proximidade. Pedi pra ela me ligar mais tarde pra confirmar com a Raquel, então desliguei com minha cunhada e na hora liguei pra minha vizinha.
Disquei o número. telefônico, e depois de tocar várias vezes uma voz atendeu do outro lado do fone.
- Alô?... – respondeu uma voz jovem, que presumi ser o Ángel.
Contei sobre o encontro pra ele contar pra mãe dele, o Ángel disse que ela não estava, mas mesmo assim passei meu telefone e meu e-mail pra que a mãe dele me ligasse ou mandasse um email.
Agradeci e desliguei, porque tava me preparando pra tomar um banho por causa do calor que tava fazendo naqueles dias. Naquela noite no chuveiro, a mordomia da água na minha pele e o calor do ambiente acenderam de novo em mim a excitação e o desejo. Debaixo da água do chuveiro, toquei meus peitos grandes que estavam bem sensíveis, ainda mais sensíveis estavam meus bicos que endureceram só com o roçar dos meus dedos neles. Levei minha mão até minha buceta, enfiando os dedos devagar pra me lambuzar com meus fluidos no meu clitóris inchado, comecei a me tocar mas tava tão quente que gozei em segundos, mesmo assim continuei excitada e ao sair do banho liguei meu computador pra ver se meu marido ainda tava online, infelizmente não tava e a sanidade me disse que pelo horário ele devia estar dormindo, não devia incomodar ele.
De repente apareceu no meu mensageiro instantâneo um novo usuário esperando autorização: "Tuangel18". Estranhei um pouco porque não fazia ideia de quem era, sem pensar muito aceitei e rapidinho apareceu a primeira mensagem.
Tuangel18: Oi J
Eve: Oi!..quem é você?
Tuangel18: Sou o Ángel, filho da Raquel
Tuangel18: Minha mãe chegou mas muito tarde e muito cansada, passei o recado mas como vi que ela não ligou, entrei pra ver se te encontrava e avisar que amanhã na casa dela às 7:00 da noite tá de boa.
Lembrei na hora que eu mesma passei não só meu telefone mas também meu e-mail, mesmo assim estranhei um pouco o garoto se dar a esse trabalho, mas pros Os jovens de hoje acham mais fácil mandar uma mensagem por chat ou celular do que falar diretamente com os próprios pais e perguntar alguma coisa.
Eve: Ok, Ángel, então espero vocês aqui.
Tuangel18: Ok, senhora, eu aviso ela.
Eve: Ei… Você sabe do que se trata isso, né?
Ele fez um silêncio aparente, pois não escreveu nada por vários segundos, de repente apareceu a resposta dele no monitor.
Tuangel18: Sei sim, ela disse que vou ver um psicólogo L
Eve: Ok, espero que não te incomode, a única coisa que posso te dizer é que sua mãe faz isso pelo seu bem.
Tuangel18: é o que ela me diz, tá bom, tanto faz
Notei que o garoto estava relutante, então, mesmo não sendo da minha conta, tentei animá-lo um pouco pra ele não se sentir mal.
Eve: Não é nada demais!.. é só conversar
Tuangel18: conversar sobre o quê?
Eve: Sei lá!.. sobre como você se sente!, sobre o que você quer!.. coisas assim!
Tuangel18: Ok!.. J senhora!... mas não vai pensar que sou louco! J
Eve: jejejeje!.. claro que não!.. mas não me chama de senhora, me sinto velha!.. me chama de Evelyn!
Tuangel18: não, não pense que te acho velha, de jeito nenhum!...
Eve: sério.. mais te vale..jejeje
Tuangel18: sim, tá bem jovem e a verdade é que é gostosa
Tuangel18: não fique brava nem pense que sou sem noção, mas reparei nisso
Fiquei arrepiada por uns segundos, sabia que por trás da conexão tinha um gatinho bonito, que me achava gostosa e ainda jovem, não sabia exatamente se ele tava tentando me paquerar, mas sorri por dentro e de novo a excitação me invadiu como uma onda de calor involuntária, pensei que era loucura me sentir assim, mas mal percebi quando abri minhas pernas pra separar um pouco meu roupão e com meus dedos conferir a umidade da minha buceta.
Ainda pensando nas palavras do Ángel, me levantei e fui até o espelho do quarto, na frente dele, deixei cair meu roupão todo no chão, completamente nua na frente do espelho me olhei com cuidado, pela primeira vez desde que tava grávida, me olhava diferente, me senti desejável, meu cabelo castanho tava mais sedoso e brilhante que de costume, minha pele tava radiante, com um brilho, meus olhos com um brilho especial, talvez até lascivo, meus peitos realmente tinham crescido muito, mas tavam duros e firmes, redondos e maduros como a fruta mais desejável, continuei me olhando com cuidado, minha barriga começava a tomar aquela redondeza materna que eu achava meiga, nem uma única estria na minha pele, nada de flacidez, minhas coxas tavam apetitosas e a redondeza do meu quadril era tipo um convite pro sexo, minhas nádegas ficaram duras, túrgidas, empinadas, minha bucetinha com os lábios mais inchados e completamente depilada como eu gosto de andar, me senti satisfeita com tudo que via e tudo por causa da afirmação de um garotão me dizendo que eu era gostosa e jovem, mal percebi que minha vulva tava encharcada de novo, então voltei pro computador esperando que o menino ainda tivesse lá.
Tuangel18: Evelyn!.. ainda tá aí?
Tuangel18: Oi L
Eve: ainda tô aqui
Eve: você tava me dizendo então que sou gostosa!.. mas e se eu tô gorda
Tuangel18: não, de jeito nenhum, vai ter um bebê
Eve: bom!.. é que eu agora me sinto gorda e feia.. hehehe porque tô grávida
Tuangel18: ah!.. mas não!.. pelo contrário, a senhora é uma mulher muito linda
Eve: Sério?.. quantos anos você acha que eu tenho?
Tuangel18: não sei, não saberia..
Eve: Vai!!.. me fala quantos você acha??
Tuangel18: não sei…28, 27??
Eve: J
Eve: que lindo!... mas tenho 35!
Tuangel18: uau!.. parece mais nova
Eve: Hehehehe!.. obrigada, que lindo!... mas já te falei!.. não me chama de senhora, me chama de Evelyn!
Tuangel18: Ok Evelyn J
Mal conseguia escrever e é que não tinha percebido que tava à beira de um orgasmo, quase sem perceber meus dedos entravam e saíam da minha bucetinha que escorria sem parar, devia tar louca por tar ali me masturbando ao mesmo tempo que conversava com o menino, que não fazia ideia de o que eu estava fazendo.
Tuangel18: Evelyn!.. tem cam?
Eve: não.. não tenho
Tuangel18: sério??.. ok!
Na verdade, eu tinha sim, mas não podia ligar porque a única coisa que o garoto veria seria uma senhora gostosa, grávida e pelada, e pra piorar, se masturbando igual uma louca.
Tuangel18: eu tenho, vou ligar agora!
Eve: ok
De repente, a imagem do garoto apareceu, ele estava no quarto dele e aparentemente sozinho, me pareceu mais másculo, e mesmo ele não podendo me ver, eu sentia como se meu coração e meu cheiro de mulher pudessem ser ouvidos e cheirados a quilômetros de distância. Meu coração batia tão forte que minha respiração ficava ofegante. Consegui vê-lo e, secretamente, gostei que ele usasse uma camiseta bem leve e de alças, com certeza já estava indo dormir, pensei, naquele instante desejei estar lá para arrancá-la dele. A musculatura jovem dele se delineava perfeitamente nos braços, que eu adoraria que me envolvessem por completo e me acariciassem toda. Reparei nos cachos pretos e cheios dele, que imaginei estar acariciando enquanto os lábios grossos dele tomavam conta do meu clitóris molhado. Pensando nisso, um espasmo fortíssimo me invadiu, quase me fazendo cair de cara, soltei um gemido alto, que era mais um grito anunciando o orgasmo violento que me veio ao imaginar todas essas loucuras.
Infantilmente, pela câmera, o garoto me cumprimentou levantando a mão e fez um sinal de despedida, ele escreveu umas linhas me desejando boa noite, que eu não consegui responder porque estava jogada na cama, ainda me esfregando a buceta, sentindo pequenas réplicas do orgasmo descomunal me atacando, tudo por ter fantasiado com aquele garoto. Ele se desconectou e eu mal percebi, desliguei o computador e fui dormir, satisfeita como não me sentia há muitos dias, mas com culpa de qualquer jeito.
Na manhã seguinte, acordei um pouco preocupada, sabia que Ángel não fazia ideia do que eu fiz pensando nele na noite anterior. Mas ainda assim, algo me incomodava. Decidi não dar importância e me dediquei às tarefas do dia a dia. As horas passaram e a noite chegou, minha cunhada Elsa chegou na hora certa e segundos atrás dela chegaram Ángel e a mãe dele. Notei que o garoto tinha passado colônia quando me aproximei para cumprimentar. Amigavelmente e sem pensar muito, dei um beijo nele, assim como na mãe dele. Só reparei nisso depois, me perguntando se fiz conscientemente ou inconscientemente.
Deixei os três sozinhos para conversarem à vontade enquanto eu cuidava de outras coisas. Passou pouco mais de uma hora quando Raquel, a mãe, saiu, e estranhei um pouco que nem minha cunhada nem Ángel tivessem saído ainda.
— Me desculpa!... Tenho um compromisso em 30 minutos. Segundo a psicóloga, só vai demorar mais 20 minutos com o Angelito e, quando ele sair, pede pra ele, por favor, ir direto pra casa... Obrigada, Evelyn! — disse minha vizinha enquanto saía apressada.
Exatamente 20 minutos depois, Elsa saiu, se despediu de mim e do Ángel e marcou um novo encontro para a semana que vem. O garoto me pediu licença para usar meu banheiro, então fiquei sozinha com ele em casa, já que a mãe dele e minha cunhada tinham ido embora.
Um formigamento intenso invadia minhas entranhas e, de novo, aquele calor vindo de dentro de mim começou a me dominar. Lembrei de tudo que fiz na noite anterior e, inevitavelmente, comecei a ficar excitada. Parecia que o estado de gravidez em que eu estava aumentava escandalosamente minha libido, e naquele momento eu só conseguia pensar nele. Me amaldiçoava, me perguntando como um garoto tão jovem me deixava tão molhada.
Meu coração deu um pulo quando ele finalmente saiu do banheiro. Ele me olhou e me percorreu dos pés à cabeça com aqueles olhos pretíssimos, sorriu e tentou disfarçar desajeitadamente, mas foi em vão, porque eu percebi. Um pouco desconcertado, Ángel coçou a cabeça enquanto caminhava até a porta de saída. —Ei!.. Seu marido não tá? — ela me perguntou com um toque de curiosidade e safadeza.
— Ah! Sim... é... ele teve que viajar a trabalho, só volta daqui uns meses! — respondi meio nervosa.
— Bom, Evelyn!.. então... já vou! Obrigado por tudo! — ele comentou, quando de repente se virou pra mim, tentando me dar um beijo no rosto como despedida.
Senti que ele virou o rosto de propósito pra buscar meus lábios, sem dúvida me pegou de surpresa com essa atitude, mas mesmo assim não tentei me afastar do rosto jovem dele.
— Ah, espera!.. eu... não... Ai, meu Deus! — gemi fraquinho, tentando protestar antes de sentir a pressão dos lábios quentes dele nos meus. Foi um beijo lento, suave e molhado, que fez o Ángel instintivamente procurar tocar meu corpo.
— Não! — gritei, tentando recuperar a sanidade. Me afastei dele e fiquei olhando pro chão, envergonhada. Ele, aparentemente contrariado, não soube fazer outra coisa senão sair rápido de casa.
— Idiota que sou — pensei comigo mesma. Como é que fui perder o controle com um garoto como o Ángel? Como é que, com tanta experiência, reagia igual uma colegial no cio? E se ele contar pra mãe dele? Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele momento, e ainda assim, eu continuava extremamente excitada.
Decidi ir pra cama e não pensar mais nisso. No meu quarto, troquei de roupa, tirei o sutiã e fiquei só de calcinha. Por cima, coloquei só um robe fininho de alças finas que batia no meio da coxa. De novo, aquele formigamento que começava na minha barriga e descia até minha buceta me parou na frente do computador. Sem pensar muito, me conectei e vi que o Alan, meu marido, não tava online, mas o Ángel tava. Pensei que talvez devesse falar com ele e explicar que não foi culpa dele, tentar fazer ele esquecer. Tava pensando nisso quando uma mensagem apareceu.
Tuangel18: Evelyn, cê tá aí?
Tuangel18: Tá brava?.. Me desculpa, é que você é tão gostosa... Linda e eu..!
Eve: Cê tá sozinho?
Tuangel18: Sim!.. acho que minha mãe só chega depois da meia-noite, porque deixou meu irmão na minha tia
Eve: Desliga o computador…
Eve: …e vem correndo pra minha casa
Tuangel18: Como?
Tuangel18: Tem certeza?
Eve: Cala a boca… e vem rápido, a porta vai estar aberta
Tuangel18: Ok… já vou
Na mesma hora vi o contato dele ficar offline, e um arrepio percorreu meu corpo, arrepiando toda a minha pele… O que foi que eu acabei de fazer? Ficava me perguntando.
Com o coração batendo a mil por hora, desci as escadas rápido, apaguei a luz do alpendre e da entrada, e deixei a porta da frente entreaberta. Depois me encostei numa parede, quase gemendo de tesão, esperando ansiosa no meio da penumbra.
Passaram-se alguns minutos que pareceram horas, até que de repente vi uma sombra masculina aparecer na entrada da porta.
— Evelyn… cadê você? — perguntou o Anjo ao espiar, sem conseguir enxergar nada.
— Aqui, tô… vem! — falei com a voz rouca de tesão e desejo.
Com certeza meu cheiro de mulher o guiou, porque sem dizer uma palavra ele se aproximou de mim.
— Evelyn… eu… — Não conseguiu falar mais nada, porque calei a boca dele com a minha, beijando com tudo. Foi tipo um choque de trens, ele queria tanto quanto eu. Já não ligava mais pra opinião dos outros nem pra nada, tava tão puta, tão no fogo, que só queria que aquele moleque pagasse por todo o tempo de abstinência sem ter um homem.
A juventude e o vigor do Anjo não demoraram a aparecer, porque senti uma rola durona lutando pra sair da calça dele. O garoto, sem parar de me beijar, amassava com as duas mãos meus peitos inchados e sensíveis, que começaram a soltar um pouco de colostro.
— Desde que te vi… imaginei isso — ele falou com a voz trêmula de tesão, enquanto levantava gulosamente minha camisola leve pra acariciar minhas nádegas com safadeza.
Peguei ele pela camisa e, com violência, Aventei no sofá, subi em cima dele e arranquei a camisa, estourando os botões. Não sei o que tava rolando comigo, não lembrava de ter me sentido tão safada como naqueles momentos, mas os hormônios falavam e agiam por mim. A gravidez tinha me transformado numa verdadeira cadela no cio, desejando a virilidade de um macho.
Mesmo com a pouca luz que tinha, pude admirar o torso dele, jovem, liso e atlético, que beijei e chupei pra depois percorrer gulosamente com minha língua, fazendo ele tremer. Fui direto pro sul, e ali finalmente pude dar alívio pro meu jovem amante, libertando o pau dele que tava prestes a explodir.
- Ah!... Que delícia!... - exclamei com a voz trêmula, ao ver a magnitude do membro viril do Anjo, que já bufava de excitação.
Era uma ferramenta preciosa, longa e dura, apontando pro céu, a virilidade na sua máxima expressão. Peguei aquele tesouro e levei direto pra minha boca ansiosa. A lubrificação do líquido pré-seminal do pau dele encheu minha língua e meu paladar, tornando meu boquete mais que prazeroso pra nós dois.
Anjo, que tava sentado no sofá, olhava incrédulo como eu sumia com o pau dele inteiro na minha boquinha. O garoto gemia e me puxava pelos cabelos, tentando acompanhar o ritmo da minha mamada. De vez em quando, eu tirava o membro da boca pra masturbar ele e poder ver, com muito prazer, a cara de tesão do Anjo ao saber que a vizinha grávida dele tava chupando o pau dele. Eu sentia a rigidez e as veias daquele jovem e viril membro, o gosto do garoto era delicioso pra mim, e eu saboreava gulosamente palmo a palmo.
Meu jovem vizinho começou a tensionar os músculos do quadril e acelerar os movimentos, empurrando a vara dele até o fundo da minha garganta, como se tivesse fodendo minha boca. Eu acompanhei as investidas dele, acelerando o ritmo do meu boquete, enquanto com uma das mãos não parava de acariciar as bolas dele. Já queria a gozada dele na minha boca, tava desejando aquilo, e ele queria me dar. Tudo pra mim. O garoto não demorou muito, suas bolas subiram e eu senti o esperma quente do Anjo sair com toda força e virilidade, inundando meu paladar por completo. A descarga era tão abundante que vários jatos escaparam da minha boca e escorreram pelo meu pescoço até meus peitos. Mesmo quando tirei o pau da minha boca, alguns jatos respingaram no meu rosto. Anjo ficou estirado no sofá, suado e satisfeito, enquanto eu continuava passando minha língua ternamente por todo o tronco dele.
Parece que meu vizinho não perdia o vigor, porque o pau dele endureceu de novo em segundos. Bendita juventude!, pensei comigo. Levantei e peguei na mão dele.
— Vem, me segue! — falei, enquanto o levava escada acima até meu quarto.
Chegamos no quarto. Eu estava pronta pra foder aquele garoto na cama onde eu e meu marido dormíamos. Ele terminou de tirar o resto da roupa e sentou na beira da cama. Eu me aproximei, toda provocante na frente dele, rebolando de um jeito sugestivo. Em seguida, tirei meu camisolinho delicado pra ele poder admirar meus peitos inchados e redondos como melões. Depois, desci devagar minha calcinha branquíssima, que já estava encharcada com meus sucos vaginais, deixando à mostra minha virilha depilada, de onde exalava um cheiro delicioso de mulher no cio. Por fim, fiquei completamente nua na frente do Anjo, que me olhava encantado, com um jeito meigo e ainda surpreso. A ferramenta dele já tinha recuperado toda a dureza, até me parecia maior e mais dura do que antes. Quis conferir na hora e me joguei em cima dele pra montar.
Meu jovem amante se deitou na cama e eu me coloquei em cima do pau magnífico dele. Não sabia ao certo se ele tinha experiência ou não, mas como ele se deixava levar, não tava nem aí pra fazer perguntas naquele momento. Só queria ser atravessada por aquela glande inchada e sentir aquele membro quente e lindo inteiro dentro de mim. interior.
-Ô, Deus!... Que delícia! — gemi extasiada quando finalmente enfiei dentro de mim aquela tranca invejável, a facilidade com que entrou toda de uma vez foi de cair o cu da bunda. Dava pra sentir aquele cilindro grosso enchendo minhas paredes por completo, e comecei a cavalgar devagar, deixando meu garoto louco de prazer.
Apoiei as duas mãos no torso do moleque pra me equilibrar enquanto montava nele, enquanto ele, com carinho, acariciava minha barriga de grávida — um detalhe fofo e ao mesmo tempo safado. Só o toque das mãos dele na minha pele já mandava choques elétricos pela minha espinha toda.
Em questão de segundos, o quarto ficou cheio de cheiro de sexo e tesão, a lubrificação da minha buceta junto com a da pica do Ángel e o rangido da cama soltavam sons obscenos que ecoavam pela casa toda. Meus gemidos aumentaram na mesma hora que as investidas do Ángel faziam aquele falo espetacular entrar e sair de ponta a talo, igual pistão de uma máquina poderosa.
-Ah, pelo amor de Deus!... Você me mata, moleque!... Vou gozar! — gritei gemendo de agonia ao sentir dentro de mim um turbilhão de prazer que, igual vulcão em erupção, jorrava do fundo da minha intimidade de mulher, me consumindo por inteiro.
Minha cavalgada naquela pica jovem ficou frenética, minhas nádegas arredondadas pela maternidade subiam e desciam num ritmo acelerado, fazendo a gente gemer de prazer com sons guturais mais parecidos com os de bichos se acasalando. Ele me segurava firme pelas cadeiras e pela bunda, tinha a pica dele toda encaixada em mim, aquela pica magnífica e jovem. De repente, senti que não dava mais pra parar, não ligava pra mais nada, meus gemidos viraram uivos de prazer que dava pra ouvir lá da rua, meus movimentos faziam a cama ranger e, de um jeito obsceno, meus peitos inchados e suados pulavam no ritmo das minhas mexidas.
-Ahhhh!... Tô... Corrooo!!!...siiii!!!...ahhhh!!! — gritei bem alto pra fazer meu jovem amante saber que um orgasmo ardente me consumia por completo, as ondas de calor que saíam do meu coelhinho e se espalhavam pelo corpo todo faziam eu arquear as costas inteirinhas, cortando minha respiração. Que gozada, hein! Os espasmos mais gostosos me invadiram na hora, fazendo o prazer não acabar. Finalmente, caí exausta no peito esbelto do Anjo pra recuperar, aos poucos, o fôlego.
Depois de uns dois minutos, a vontade de ir ao banheiro me fez levantar na hora, deixei o Anjo estirado na minha cama, com o pau ainda duro e todo molhado dos meus sucos. Levei só uns segundos pra sair e lá estava ele, me encarando com aqueles olhos pretos e intensos. Ele se levantou e, com uns passos ligeiros, chegou perto de mim, sem falar nada me pegou pela cintura e pela minha barriga gordinha e me levou de volta pra cama.
— Espera!..a..agora eu tenho que... — foi inútil minha reclamação fraca, com um empurrão que não foi violento, mas forte o bastante, caí de bruços nos lençóis encharcados ainda do nosso suor.
Não me mexi, ele me tinha ali: uma mulher casada, grávida, madura e pelada, de bruços e com a bunda enorme no ar. Ele olhou satisfeito praquele cenário só uns segundos, depois se colocou bem atrás de mim e pegou meu rabão com as duas mãos e apontou o pau dele bem na entrada da minha boceta inchada e molhada.
Parece que o garoto ainda precisava de mais, pelo menos queria gozar de novo, e me tendo assim de quatro, empinada bem na beirada da cama com minha bunda se oferecendo generosamente, ele não tinha a menor intenção de desperdiçar aquele manjar que tinha na frente. Senti a cabecinha inchada dele abrir as beiradas dos meus lábios pra se enfiar de novo na minha vulva, o excesso de lubrificação fez a penetração ser mais que fácil, mesmo assim soltei um gemidinho safado ao Me sentindo cheia de novo pela ferramenta viril do meu jovem macho.
O garoto começou a me penetrar, primeiro devagar, como se não quisesse me machucar, mas conforme os segundos passavam, sentia o falo dele, feito ferro em brasa, perfurando até chegar no meu colo do útero sem piedade nenhuma, de um jeito que ele começou a aumentar o ritmo, arrancando gemidos dignos de uma puta.
— Amor!!... ahh!... continua!!.. não para, ohhh!!! Isso!!... me dá mais!! — eu dizia, completamente fora de mim de tesão, pro meu jovem amante, que, complacente com a sua mulher, aumentou ainda mais a velocidade da penetração, me fazendo perder a razão. A pélvis dele batia uma e outra vez nas minhas nádegas grandes, e as bolas dele chegavam até a bater no meu clitóris inchado a cada estocada.
— Vou gozaaaar!!!!... ohhhh isso… vou gozaaaar!!! Ohhh!! — gemi que nem uma puta ao sentir de novo um orgasmo, mais forte que o anterior, explodindo nas minhas entranhas. Levantei minha bunda instintivamente, querendo ser fodida com mais força. Apertei meus peitões enormes e meu rosto contra a cama, e com os dentes mordi os lençóis no meio do êxtase que eu tava. O Anjo, vendo minha reação, apertou meus quadris e bombeou com mais vigor dentro de mim ao sentir a ejaculação iminente se aproximando. O garoto gemeu deliciosamente ao sentir o esperma dele saindo igual jato de lava ardente, inundando minha buceta por completo. Finalmente, depois de esvaziar dentro de mim até a última gota do sêmen dele, ficamos parados uns segundos, nos recuperando do esforço.
Levantei de novo e coloquei por cima o roupão delicado que eu tava usando antes. O Anjo se vestiu correndo, com medo da mãe dele chegar e ele não estar em casa ainda. Cheguei perto dele e, gulosamente, dei um beijo molhado, entrelaçando as línguas num sinal de cumplicidade obscena.
— Quero que você fique atento às minhas chamadas — falei ao me despedir na porta, enquanto piscava o olho pra ele num sinal de cumplicidade. Finalmente fui dormir, não quis trocar os lençóis, queria continuar sentindo os cheiros que nossos corpos e fluidos deixaram como lembrança daquela noite.
No dia seguinte, me conectei de novo e notei que tinha um novo contato esperando minha confirmação: “Tato”... Quem é “Tato”?
Finalmente aceitei o convite pra adicionar ele e não passaram nem 5 segundos quando apareceu uma nova mensagem.
Tato: Oi!
Eve: Oi!... quem é você?
Tato: Antes de eu te falar, você precisa saber que ontem à noite eu vi o Anjo saindo da sua casa, e sei muito bem o que vocês estavam fazendo! J
Um arrepio percorreu meu corpo. Do que se tratava tudo isso? Quem era essa pessoa que ficou sabendo do Anjo? Uma nova mensagem me tirou dos meus pensamentos.
Tato: Você gostaria que alguém soubesse?
Eve: Não, por favor!... não sei quem é você...
Eve:... mas não seria bom que isso se espalhasse
Tato: Eu sei. O que você me oferece em troca do meu silêncio?
Eve: não sei... não sei o que você quer
Tato: eu sei... vou te falar
Tato:... quero a mesma coisa que você deu pro Anjo!
CONTINUA...
comentar é agradecerFONTE: http://www.todorelatos.com
Olá! .. fico feliz em ter novamente a oportunidade de compartilhar meus relatos com vocês. Com certeza aconteceram muitas coisas que me impediram de continuar contando minhas vivências: o trabalho, os estudos, mudanças de casa e, o mais importante, a maternidade. Embora nesse período eu tenha tido várias experiências para compartilhar, vou começar com esta, e vou dividi-la em partes porque acho melhor para mim escrever assim, e espero que para vocês ao lerem também seja.
Começo assim, relembrando as mudanças que tive na minha vida. Continuo casada com meu marido Alan, que, se vocês já leram meus relatos anteriores, é cúmplice de várias das minhas "aventuras", mas desta vez a sorte nos mostrou o outro lado da moeda. Recentemente, meu marido foi demitido do emprego, o que nos trouxe dificuldades financeiras que nos obrigaram, entre outras coisas, a mudar de casa. Vendemos a residência onde moramos por muitos anos para comprar uma casa mais barata num subúrbio de classe média. Além disso, precisei voltar a trabalhar como designer gráfica freelancer para ajudar com as despesas. Assim passamos alguns meses até que a sorte pareceu sorrir para nós em dobro: primeiro, porque Alan, que é médico, conseguiu um ótimo emprego fixo; e segundo, porque um dos meus sonhos pendentes se realizaria: ser mãe. Depois de tentar por muito tempo, os tratamentos de fertilidade funcionaram, e finalmente engravidei do que hoje é meu primeiro filho.
Porém, sacrifícios precisam ser feitos quando surge uma oportunidade dessas. Alan me comunicou que teria que fazer uma viagem que duraria pelo menos 3 meses, pois um dos requisitos era cumprir uma interinato como residente num hospital nos EUA, que também serviria como mestrado. Estávamos empolgados com a oportunidade de que esse trabalho nos beneficiaria financeiramente, mas o ponto ruim era que eu... Passaria praticamente 3 longos meses sozinha, sem meu marido e com 5 meses de gravidez.
Felizmente, o bairro onde a gente morava era bem tranquilo, bem familiar, cheio de parques com crianças. Além disso, eu tinha a irmã do Alan morando a poucos minutos, numa vila vizinha, caso precisasse de alguma emergência. Foi difícil pro meu marido se despedir de mim, ainda mais comigo grávida, mas a gente se segurou na esperança de que o tempo passasse rápido. Fui me despedir dele no aeroporto, e com um beijo e um abraço longo, desejei sorte e uma volta logo.
Passaram-se uns dias, e eu me mantinha ocupada com uns projetos de design que fazia de casa. Mas, aos poucos, fui sentindo uma inquietação tomando conta de mim, uma necessidade física. Sendo uma mulher tão ativa sexualmente, comecei a sentir falta do meu homem. Não sei se eram os hormônios que estavam à flor da pele, mas eu precisava de carícias, beijos e... sexo. Eu tinha uns dildos e me acalmava um pouco me masturbando, mas sentia que não era suficiente. Às vezes, fazia sessões de cybersexo com meu marido pela webcam, e isso também aliviava um pouco o fogo, mas não o bastante.
Alan chegou a comentar que, se eu quisesse, podia chamar algum dos nossos "amigos" de mente aberta pra ter um encontro, mas com muita proteção e cuidado por causa da minha gravidez. Só que eu não via isso como opção naquele momento, porque me sentia meio gorda por causa da barriga. Meus quadris tinham aumentado, minha bunda já tava maior, meus peitos tinham começado a inchar e crescer, e minha barriga já estava redonda, deixando claro meu estado. Então, não me sentia desejável nem gostosa o suficiente pra topar algo assim.
Felizmente, encontrei uma atividade que acalmava um pouco minha necessidade de sexo: ir ao parque perto de casa no fim da tarde pra fazer caminhadas longas. Isso clareava minha mente, me distraía e relaxava. ir dormir mais tranquila. Como mencionei antes, era uma área familiar muito tranquila e às vezes eu descansava em algum banco e me entretinha vendo as crianças menores brincarem. Um dia, encontrei um grupo de mães com idades parecidas com a minha e, aos poucos, comecei a conhecê-las e a conviver com elas com mais frequência, de modo que, enquanto os filhos delas brincavam, a gente batia um papo.
Um desses dias, saí para o parque para encontrar o grupinho de sempre. O verão tinha acabado de começar e o calor estava insuportável, e, se você considerar que eu estava grávida, era ainda pior para mim, então vesti um shortinho, umas sandálias confortáveis e um top esportivo, que deixava minha barriguinha meio saliente à mostra. Cheguei onde as outras estavam e, ao cumprimentá-las, vi que uma delas estava dando uma bronca num adolescente. O garoto só enfiava as mãos nos bolsos da calça e fazia uma careta de resignação diante da bronca de quem eu supus ser a mãe dele.
— Me escuta!.. Não quero que você veja esses moleques, vai me obedecer, ouviu? — gritava Raquel, uma das minhas vizinhas, que, ao notar minha presença, deixou a bronca de lado para me cumprimentar. O nome do garoto era Ángel, segundo a mãe dele, ele tinha feito 18 anos naquele mesmo verão. Na verdade, ele aparentava menos idade, porque o rosto dele era bem jovem e viçoso, embora a altura dissesse o contrário, já que era um jovem alto e magro, mas de aparência atlética, de pele morena e cabelos escuros e cacheados. Era um garotão muito bonito mesmo. Notei também que, de vez em quando, de longe, ele dava umas olhadas furtivas na minha bunda e nos meus peitos, que chamavam muita atenção por causa do conjunto esportivo minúsculo que eu estava usando. Mesmo assim, não quis dar mais importância do que o necessário. Ouvindo a discussão, soube que os meninos da escola já tinham saído de férias e, por isso, Ángel e um grupo de amigos dele pareciam estar planejando um passeio para o campo, mas Raquel, a mãe dele, era contra.
— Angelito!.. te Apresento a senhora Evelyn, este é o Ângelo, meu filho mais velho.
Me apresento assim pro jovem que estendeu a mão pra apertar a minha. Tenho experiência com homens e sei identificar quando um deles reage de um jeito diferente, por isso não passou despercebido que o garoto, ao apertar minha mão, olhou de canto os peitões enormes que, por causa da gravidez, tinham crescido bastante. Depois, ele me lançou um olhar penetrante, e o brilho nos olhos escuros dele me perturbou um pouco, mas não quis dar muita importância de novo, porque talvez, por causa da gravidez, eu estivesse percebendo as coisas de outro jeito.
Segui com minha rotina, batendo papo com as outras mulheres, e depois de um tempo resolvi dar uma caminhada no parque junto com a Raquel, a mãe do Ângelo. Enquanto a gente andava, ela me disse que tava meio preocupada com o filho, porque o Ângelo, segundo ela, tava começando a ficar mais rebelde e a sair mais à noite sem a permissão dela. Eu falei que isso era normal pros jovens e que ela não devia se alarmar, que era parte de crescer. Mesmo assim, recomendei a Elsa, minha cunhada, irmã do Alan, meu marido. Ela é psicóloga e a especialidade dela são adolescentes. Se ela achasse que o comportamento do Ângelo precisava da opinião de um especialista, eu com todo gosto a colocava em contato.
Raquel ficou bem interessada, então pedi o número de telefone dela pra ligar assim que entrasse em contato com minha cunhada e perguntasse se ela tava disponível pra uma consulta. A gente se despediu e prometi ligar pra ela em breve.
No dia seguinte, localizei minha cunhada e expliquei a situação da Raquel com o filho. Ela me disse que viria me visitar nos próximos dias e, se servisse de algo, poderia atender minha vizinha e o filho na minha casa amanhã às 7 da noite, aproveitando a proximidade. Pedi pra ela me ligar mais tarde pra confirmar com a Raquel, então desliguei com minha cunhada e na hora liguei pra minha vizinha.
Disquei o número. telefônico, e depois de tocar várias vezes uma voz atendeu do outro lado do fone.
- Alô?... – respondeu uma voz jovem, que presumi ser o Ángel.
Contei sobre o encontro pra ele contar pra mãe dele, o Ángel disse que ela não estava, mas mesmo assim passei meu telefone e meu e-mail pra que a mãe dele me ligasse ou mandasse um email.
Agradeci e desliguei, porque tava me preparando pra tomar um banho por causa do calor que tava fazendo naqueles dias. Naquela noite no chuveiro, a mordomia da água na minha pele e o calor do ambiente acenderam de novo em mim a excitação e o desejo. Debaixo da água do chuveiro, toquei meus peitos grandes que estavam bem sensíveis, ainda mais sensíveis estavam meus bicos que endureceram só com o roçar dos meus dedos neles. Levei minha mão até minha buceta, enfiando os dedos devagar pra me lambuzar com meus fluidos no meu clitóris inchado, comecei a me tocar mas tava tão quente que gozei em segundos, mesmo assim continuei excitada e ao sair do banho liguei meu computador pra ver se meu marido ainda tava online, infelizmente não tava e a sanidade me disse que pelo horário ele devia estar dormindo, não devia incomodar ele.
De repente apareceu no meu mensageiro instantâneo um novo usuário esperando autorização: "Tuangel18". Estranhei um pouco porque não fazia ideia de quem era, sem pensar muito aceitei e rapidinho apareceu a primeira mensagem.
Tuangel18: Oi J
Eve: Oi!..quem é você?
Tuangel18: Sou o Ángel, filho da Raquel
Tuangel18: Minha mãe chegou mas muito tarde e muito cansada, passei o recado mas como vi que ela não ligou, entrei pra ver se te encontrava e avisar que amanhã na casa dela às 7:00 da noite tá de boa.
Lembrei na hora que eu mesma passei não só meu telefone mas também meu e-mail, mesmo assim estranhei um pouco o garoto se dar a esse trabalho, mas pros Os jovens de hoje acham mais fácil mandar uma mensagem por chat ou celular do que falar diretamente com os próprios pais e perguntar alguma coisa.
Eve: Ok, Ángel, então espero vocês aqui.
Tuangel18: Ok, senhora, eu aviso ela.
Eve: Ei… Você sabe do que se trata isso, né?
Ele fez um silêncio aparente, pois não escreveu nada por vários segundos, de repente apareceu a resposta dele no monitor.
Tuangel18: Sei sim, ela disse que vou ver um psicólogo L
Eve: Ok, espero que não te incomode, a única coisa que posso te dizer é que sua mãe faz isso pelo seu bem.
Tuangel18: é o que ela me diz, tá bom, tanto faz
Notei que o garoto estava relutante, então, mesmo não sendo da minha conta, tentei animá-lo um pouco pra ele não se sentir mal.
Eve: Não é nada demais!.. é só conversar
Tuangel18: conversar sobre o quê?
Eve: Sei lá!.. sobre como você se sente!, sobre o que você quer!.. coisas assim!
Tuangel18: Ok!.. J senhora!... mas não vai pensar que sou louco! J
Eve: jejejeje!.. claro que não!.. mas não me chama de senhora, me sinto velha!.. me chama de Evelyn!
Tuangel18: não, não pense que te acho velha, de jeito nenhum!...
Eve: sério.. mais te vale..jejeje
Tuangel18: sim, tá bem jovem e a verdade é que é gostosa
Tuangel18: não fique brava nem pense que sou sem noção, mas reparei nisso
Fiquei arrepiada por uns segundos, sabia que por trás da conexão tinha um gatinho bonito, que me achava gostosa e ainda jovem, não sabia exatamente se ele tava tentando me paquerar, mas sorri por dentro e de novo a excitação me invadiu como uma onda de calor involuntária, pensei que era loucura me sentir assim, mas mal percebi quando abri minhas pernas pra separar um pouco meu roupão e com meus dedos conferir a umidade da minha buceta.
Ainda pensando nas palavras do Ángel, me levantei e fui até o espelho do quarto, na frente dele, deixei cair meu roupão todo no chão, completamente nua na frente do espelho me olhei com cuidado, pela primeira vez desde que tava grávida, me olhava diferente, me senti desejável, meu cabelo castanho tava mais sedoso e brilhante que de costume, minha pele tava radiante, com um brilho, meus olhos com um brilho especial, talvez até lascivo, meus peitos realmente tinham crescido muito, mas tavam duros e firmes, redondos e maduros como a fruta mais desejável, continuei me olhando com cuidado, minha barriga começava a tomar aquela redondeza materna que eu achava meiga, nem uma única estria na minha pele, nada de flacidez, minhas coxas tavam apetitosas e a redondeza do meu quadril era tipo um convite pro sexo, minhas nádegas ficaram duras, túrgidas, empinadas, minha bucetinha com os lábios mais inchados e completamente depilada como eu gosto de andar, me senti satisfeita com tudo que via e tudo por causa da afirmação de um garotão me dizendo que eu era gostosa e jovem, mal percebi que minha vulva tava encharcada de novo, então voltei pro computador esperando que o menino ainda tivesse lá.
Tuangel18: Evelyn!.. ainda tá aí?
Tuangel18: Oi L
Eve: ainda tô aqui
Eve: você tava me dizendo então que sou gostosa!.. mas e se eu tô gorda
Tuangel18: não, de jeito nenhum, vai ter um bebê
Eve: bom!.. é que eu agora me sinto gorda e feia.. hehehe porque tô grávida
Tuangel18: ah!.. mas não!.. pelo contrário, a senhora é uma mulher muito linda
Eve: Sério?.. quantos anos você acha que eu tenho?
Tuangel18: não sei, não saberia..
Eve: Vai!!.. me fala quantos você acha??
Tuangel18: não sei…28, 27??
Eve: J
Eve: que lindo!... mas tenho 35!
Tuangel18: uau!.. parece mais nova
Eve: Hehehehe!.. obrigada, que lindo!... mas já te falei!.. não me chama de senhora, me chama de Evelyn!
Tuangel18: Ok Evelyn J
Mal conseguia escrever e é que não tinha percebido que tava à beira de um orgasmo, quase sem perceber meus dedos entravam e saíam da minha bucetinha que escorria sem parar, devia tar louca por tar ali me masturbando ao mesmo tempo que conversava com o menino, que não fazia ideia de o que eu estava fazendo.
Tuangel18: Evelyn!.. tem cam?
Eve: não.. não tenho
Tuangel18: sério??.. ok!
Na verdade, eu tinha sim, mas não podia ligar porque a única coisa que o garoto veria seria uma senhora gostosa, grávida e pelada, e pra piorar, se masturbando igual uma louca.
Tuangel18: eu tenho, vou ligar agora!
Eve: ok
De repente, a imagem do garoto apareceu, ele estava no quarto dele e aparentemente sozinho, me pareceu mais másculo, e mesmo ele não podendo me ver, eu sentia como se meu coração e meu cheiro de mulher pudessem ser ouvidos e cheirados a quilômetros de distância. Meu coração batia tão forte que minha respiração ficava ofegante. Consegui vê-lo e, secretamente, gostei que ele usasse uma camiseta bem leve e de alças, com certeza já estava indo dormir, pensei, naquele instante desejei estar lá para arrancá-la dele. A musculatura jovem dele se delineava perfeitamente nos braços, que eu adoraria que me envolvessem por completo e me acariciassem toda. Reparei nos cachos pretos e cheios dele, que imaginei estar acariciando enquanto os lábios grossos dele tomavam conta do meu clitóris molhado. Pensando nisso, um espasmo fortíssimo me invadiu, quase me fazendo cair de cara, soltei um gemido alto, que era mais um grito anunciando o orgasmo violento que me veio ao imaginar todas essas loucuras.
Infantilmente, pela câmera, o garoto me cumprimentou levantando a mão e fez um sinal de despedida, ele escreveu umas linhas me desejando boa noite, que eu não consegui responder porque estava jogada na cama, ainda me esfregando a buceta, sentindo pequenas réplicas do orgasmo descomunal me atacando, tudo por ter fantasiado com aquele garoto. Ele se desconectou e eu mal percebi, desliguei o computador e fui dormir, satisfeita como não me sentia há muitos dias, mas com culpa de qualquer jeito.
Na manhã seguinte, acordei um pouco preocupada, sabia que Ángel não fazia ideia do que eu fiz pensando nele na noite anterior. Mas ainda assim, algo me incomodava. Decidi não dar importância e me dediquei às tarefas do dia a dia. As horas passaram e a noite chegou, minha cunhada Elsa chegou na hora certa e segundos atrás dela chegaram Ángel e a mãe dele. Notei que o garoto tinha passado colônia quando me aproximei para cumprimentar. Amigavelmente e sem pensar muito, dei um beijo nele, assim como na mãe dele. Só reparei nisso depois, me perguntando se fiz conscientemente ou inconscientemente.
Deixei os três sozinhos para conversarem à vontade enquanto eu cuidava de outras coisas. Passou pouco mais de uma hora quando Raquel, a mãe, saiu, e estranhei um pouco que nem minha cunhada nem Ángel tivessem saído ainda.
— Me desculpa!... Tenho um compromisso em 30 minutos. Segundo a psicóloga, só vai demorar mais 20 minutos com o Angelito e, quando ele sair, pede pra ele, por favor, ir direto pra casa... Obrigada, Evelyn! — disse minha vizinha enquanto saía apressada.
Exatamente 20 minutos depois, Elsa saiu, se despediu de mim e do Ángel e marcou um novo encontro para a semana que vem. O garoto me pediu licença para usar meu banheiro, então fiquei sozinha com ele em casa, já que a mãe dele e minha cunhada tinham ido embora.
Um formigamento intenso invadia minhas entranhas e, de novo, aquele calor vindo de dentro de mim começou a me dominar. Lembrei de tudo que fiz na noite anterior e, inevitavelmente, comecei a ficar excitada. Parecia que o estado de gravidez em que eu estava aumentava escandalosamente minha libido, e naquele momento eu só conseguia pensar nele. Me amaldiçoava, me perguntando como um garoto tão jovem me deixava tão molhada.
Meu coração deu um pulo quando ele finalmente saiu do banheiro. Ele me olhou e me percorreu dos pés à cabeça com aqueles olhos pretíssimos, sorriu e tentou disfarçar desajeitadamente, mas foi em vão, porque eu percebi. Um pouco desconcertado, Ángel coçou a cabeça enquanto caminhava até a porta de saída. —Ei!.. Seu marido não tá? — ela me perguntou com um toque de curiosidade e safadeza.
— Ah! Sim... é... ele teve que viajar a trabalho, só volta daqui uns meses! — respondi meio nervosa.
— Bom, Evelyn!.. então... já vou! Obrigado por tudo! — ele comentou, quando de repente se virou pra mim, tentando me dar um beijo no rosto como despedida.
Senti que ele virou o rosto de propósito pra buscar meus lábios, sem dúvida me pegou de surpresa com essa atitude, mas mesmo assim não tentei me afastar do rosto jovem dele.
— Ah, espera!.. eu... não... Ai, meu Deus! — gemi fraquinho, tentando protestar antes de sentir a pressão dos lábios quentes dele nos meus. Foi um beijo lento, suave e molhado, que fez o Ángel instintivamente procurar tocar meu corpo.
— Não! — gritei, tentando recuperar a sanidade. Me afastei dele e fiquei olhando pro chão, envergonhada. Ele, aparentemente contrariado, não soube fazer outra coisa senão sair rápido de casa.
— Idiota que sou — pensei comigo mesma. Como é que fui perder o controle com um garoto como o Ángel? Como é que, com tanta experiência, reagia igual uma colegial no cio? E se ele contar pra mãe dele? Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele momento, e ainda assim, eu continuava extremamente excitada.
Decidi ir pra cama e não pensar mais nisso. No meu quarto, troquei de roupa, tirei o sutiã e fiquei só de calcinha. Por cima, coloquei só um robe fininho de alças finas que batia no meio da coxa. De novo, aquele formigamento que começava na minha barriga e descia até minha buceta me parou na frente do computador. Sem pensar muito, me conectei e vi que o Alan, meu marido, não tava online, mas o Ángel tava. Pensei que talvez devesse falar com ele e explicar que não foi culpa dele, tentar fazer ele esquecer. Tava pensando nisso quando uma mensagem apareceu.
Tuangel18: Evelyn, cê tá aí?
Tuangel18: Tá brava?.. Me desculpa, é que você é tão gostosa... Linda e eu..!
Eve: Cê tá sozinho?
Tuangel18: Sim!.. acho que minha mãe só chega depois da meia-noite, porque deixou meu irmão na minha tia
Eve: Desliga o computador…
Eve: …e vem correndo pra minha casa
Tuangel18: Como?
Tuangel18: Tem certeza?
Eve: Cala a boca… e vem rápido, a porta vai estar aberta
Tuangel18: Ok… já vou
Na mesma hora vi o contato dele ficar offline, e um arrepio percorreu meu corpo, arrepiando toda a minha pele… O que foi que eu acabei de fazer? Ficava me perguntando.
Com o coração batendo a mil por hora, desci as escadas rápido, apaguei a luz do alpendre e da entrada, e deixei a porta da frente entreaberta. Depois me encostei numa parede, quase gemendo de tesão, esperando ansiosa no meio da penumbra.
Passaram-se alguns minutos que pareceram horas, até que de repente vi uma sombra masculina aparecer na entrada da porta.
— Evelyn… cadê você? — perguntou o Anjo ao espiar, sem conseguir enxergar nada.
— Aqui, tô… vem! — falei com a voz rouca de tesão e desejo.
Com certeza meu cheiro de mulher o guiou, porque sem dizer uma palavra ele se aproximou de mim.
— Evelyn… eu… — Não conseguiu falar mais nada, porque calei a boca dele com a minha, beijando com tudo. Foi tipo um choque de trens, ele queria tanto quanto eu. Já não ligava mais pra opinião dos outros nem pra nada, tava tão puta, tão no fogo, que só queria que aquele moleque pagasse por todo o tempo de abstinência sem ter um homem.
A juventude e o vigor do Anjo não demoraram a aparecer, porque senti uma rola durona lutando pra sair da calça dele. O garoto, sem parar de me beijar, amassava com as duas mãos meus peitos inchados e sensíveis, que começaram a soltar um pouco de colostro.
— Desde que te vi… imaginei isso — ele falou com a voz trêmula de tesão, enquanto levantava gulosamente minha camisola leve pra acariciar minhas nádegas com safadeza.
Peguei ele pela camisa e, com violência, Aventei no sofá, subi em cima dele e arranquei a camisa, estourando os botões. Não sei o que tava rolando comigo, não lembrava de ter me sentido tão safada como naqueles momentos, mas os hormônios falavam e agiam por mim. A gravidez tinha me transformado numa verdadeira cadela no cio, desejando a virilidade de um macho.
Mesmo com a pouca luz que tinha, pude admirar o torso dele, jovem, liso e atlético, que beijei e chupei pra depois percorrer gulosamente com minha língua, fazendo ele tremer. Fui direto pro sul, e ali finalmente pude dar alívio pro meu jovem amante, libertando o pau dele que tava prestes a explodir.
- Ah!... Que delícia!... - exclamei com a voz trêmula, ao ver a magnitude do membro viril do Anjo, que já bufava de excitação.
Era uma ferramenta preciosa, longa e dura, apontando pro céu, a virilidade na sua máxima expressão. Peguei aquele tesouro e levei direto pra minha boca ansiosa. A lubrificação do líquido pré-seminal do pau dele encheu minha língua e meu paladar, tornando meu boquete mais que prazeroso pra nós dois.
Anjo, que tava sentado no sofá, olhava incrédulo como eu sumia com o pau dele inteiro na minha boquinha. O garoto gemia e me puxava pelos cabelos, tentando acompanhar o ritmo da minha mamada. De vez em quando, eu tirava o membro da boca pra masturbar ele e poder ver, com muito prazer, a cara de tesão do Anjo ao saber que a vizinha grávida dele tava chupando o pau dele. Eu sentia a rigidez e as veias daquele jovem e viril membro, o gosto do garoto era delicioso pra mim, e eu saboreava gulosamente palmo a palmo.
Meu jovem vizinho começou a tensionar os músculos do quadril e acelerar os movimentos, empurrando a vara dele até o fundo da minha garganta, como se tivesse fodendo minha boca. Eu acompanhei as investidas dele, acelerando o ritmo do meu boquete, enquanto com uma das mãos não parava de acariciar as bolas dele. Já queria a gozada dele na minha boca, tava desejando aquilo, e ele queria me dar. Tudo pra mim. O garoto não demorou muito, suas bolas subiram e eu senti o esperma quente do Anjo sair com toda força e virilidade, inundando meu paladar por completo. A descarga era tão abundante que vários jatos escaparam da minha boca e escorreram pelo meu pescoço até meus peitos. Mesmo quando tirei o pau da minha boca, alguns jatos respingaram no meu rosto. Anjo ficou estirado no sofá, suado e satisfeito, enquanto eu continuava passando minha língua ternamente por todo o tronco dele.
Parece que meu vizinho não perdia o vigor, porque o pau dele endureceu de novo em segundos. Bendita juventude!, pensei comigo. Levantei e peguei na mão dele.
— Vem, me segue! — falei, enquanto o levava escada acima até meu quarto.
Chegamos no quarto. Eu estava pronta pra foder aquele garoto na cama onde eu e meu marido dormíamos. Ele terminou de tirar o resto da roupa e sentou na beira da cama. Eu me aproximei, toda provocante na frente dele, rebolando de um jeito sugestivo. Em seguida, tirei meu camisolinho delicado pra ele poder admirar meus peitos inchados e redondos como melões. Depois, desci devagar minha calcinha branquíssima, que já estava encharcada com meus sucos vaginais, deixando à mostra minha virilha depilada, de onde exalava um cheiro delicioso de mulher no cio. Por fim, fiquei completamente nua na frente do Anjo, que me olhava encantado, com um jeito meigo e ainda surpreso. A ferramenta dele já tinha recuperado toda a dureza, até me parecia maior e mais dura do que antes. Quis conferir na hora e me joguei em cima dele pra montar.
Meu jovem amante se deitou na cama e eu me coloquei em cima do pau magnífico dele. Não sabia ao certo se ele tinha experiência ou não, mas como ele se deixava levar, não tava nem aí pra fazer perguntas naquele momento. Só queria ser atravessada por aquela glande inchada e sentir aquele membro quente e lindo inteiro dentro de mim. interior.
-Ô, Deus!... Que delícia! — gemi extasiada quando finalmente enfiei dentro de mim aquela tranca invejável, a facilidade com que entrou toda de uma vez foi de cair o cu da bunda. Dava pra sentir aquele cilindro grosso enchendo minhas paredes por completo, e comecei a cavalgar devagar, deixando meu garoto louco de prazer.
Apoiei as duas mãos no torso do moleque pra me equilibrar enquanto montava nele, enquanto ele, com carinho, acariciava minha barriga de grávida — um detalhe fofo e ao mesmo tempo safado. Só o toque das mãos dele na minha pele já mandava choques elétricos pela minha espinha toda.
Em questão de segundos, o quarto ficou cheio de cheiro de sexo e tesão, a lubrificação da minha buceta junto com a da pica do Ángel e o rangido da cama soltavam sons obscenos que ecoavam pela casa toda. Meus gemidos aumentaram na mesma hora que as investidas do Ángel faziam aquele falo espetacular entrar e sair de ponta a talo, igual pistão de uma máquina poderosa.
-Ah, pelo amor de Deus!... Você me mata, moleque!... Vou gozar! — gritei gemendo de agonia ao sentir dentro de mim um turbilhão de prazer que, igual vulcão em erupção, jorrava do fundo da minha intimidade de mulher, me consumindo por inteiro.
Minha cavalgada naquela pica jovem ficou frenética, minhas nádegas arredondadas pela maternidade subiam e desciam num ritmo acelerado, fazendo a gente gemer de prazer com sons guturais mais parecidos com os de bichos se acasalando. Ele me segurava firme pelas cadeiras e pela bunda, tinha a pica dele toda encaixada em mim, aquela pica magnífica e jovem. De repente, senti que não dava mais pra parar, não ligava pra mais nada, meus gemidos viraram uivos de prazer que dava pra ouvir lá da rua, meus movimentos faziam a cama ranger e, de um jeito obsceno, meus peitos inchados e suados pulavam no ritmo das minhas mexidas.
-Ahhhh!... Tô... Corrooo!!!...siiii!!!...ahhhh!!! — gritei bem alto pra fazer meu jovem amante saber que um orgasmo ardente me consumia por completo, as ondas de calor que saíam do meu coelhinho e se espalhavam pelo corpo todo faziam eu arquear as costas inteirinhas, cortando minha respiração. Que gozada, hein! Os espasmos mais gostosos me invadiram na hora, fazendo o prazer não acabar. Finalmente, caí exausta no peito esbelto do Anjo pra recuperar, aos poucos, o fôlego.
Depois de uns dois minutos, a vontade de ir ao banheiro me fez levantar na hora, deixei o Anjo estirado na minha cama, com o pau ainda duro e todo molhado dos meus sucos. Levei só uns segundos pra sair e lá estava ele, me encarando com aqueles olhos pretos e intensos. Ele se levantou e, com uns passos ligeiros, chegou perto de mim, sem falar nada me pegou pela cintura e pela minha barriga gordinha e me levou de volta pra cama.
— Espera!..a..agora eu tenho que... — foi inútil minha reclamação fraca, com um empurrão que não foi violento, mas forte o bastante, caí de bruços nos lençóis encharcados ainda do nosso suor.
Não me mexi, ele me tinha ali: uma mulher casada, grávida, madura e pelada, de bruços e com a bunda enorme no ar. Ele olhou satisfeito praquele cenário só uns segundos, depois se colocou bem atrás de mim e pegou meu rabão com as duas mãos e apontou o pau dele bem na entrada da minha boceta inchada e molhada.
Parece que o garoto ainda precisava de mais, pelo menos queria gozar de novo, e me tendo assim de quatro, empinada bem na beirada da cama com minha bunda se oferecendo generosamente, ele não tinha a menor intenção de desperdiçar aquele manjar que tinha na frente. Senti a cabecinha inchada dele abrir as beiradas dos meus lábios pra se enfiar de novo na minha vulva, o excesso de lubrificação fez a penetração ser mais que fácil, mesmo assim soltei um gemidinho safado ao Me sentindo cheia de novo pela ferramenta viril do meu jovem macho.
O garoto começou a me penetrar, primeiro devagar, como se não quisesse me machucar, mas conforme os segundos passavam, sentia o falo dele, feito ferro em brasa, perfurando até chegar no meu colo do útero sem piedade nenhuma, de um jeito que ele começou a aumentar o ritmo, arrancando gemidos dignos de uma puta.
— Amor!!... ahh!... continua!!.. não para, ohhh!!! Isso!!... me dá mais!! — eu dizia, completamente fora de mim de tesão, pro meu jovem amante, que, complacente com a sua mulher, aumentou ainda mais a velocidade da penetração, me fazendo perder a razão. A pélvis dele batia uma e outra vez nas minhas nádegas grandes, e as bolas dele chegavam até a bater no meu clitóris inchado a cada estocada.
— Vou gozaaaar!!!!... ohhhh isso… vou gozaaaar!!! Ohhh!! — gemi que nem uma puta ao sentir de novo um orgasmo, mais forte que o anterior, explodindo nas minhas entranhas. Levantei minha bunda instintivamente, querendo ser fodida com mais força. Apertei meus peitões enormes e meu rosto contra a cama, e com os dentes mordi os lençóis no meio do êxtase que eu tava. O Anjo, vendo minha reação, apertou meus quadris e bombeou com mais vigor dentro de mim ao sentir a ejaculação iminente se aproximando. O garoto gemeu deliciosamente ao sentir o esperma dele saindo igual jato de lava ardente, inundando minha buceta por completo. Finalmente, depois de esvaziar dentro de mim até a última gota do sêmen dele, ficamos parados uns segundos, nos recuperando do esforço.
Levantei de novo e coloquei por cima o roupão delicado que eu tava usando antes. O Anjo se vestiu correndo, com medo da mãe dele chegar e ele não estar em casa ainda. Cheguei perto dele e, gulosamente, dei um beijo molhado, entrelaçando as línguas num sinal de cumplicidade obscena.
— Quero que você fique atento às minhas chamadas — falei ao me despedir na porta, enquanto piscava o olho pra ele num sinal de cumplicidade. Finalmente fui dormir, não quis trocar os lençóis, queria continuar sentindo os cheiros que nossos corpos e fluidos deixaram como lembrança daquela noite.
No dia seguinte, me conectei de novo e notei que tinha um novo contato esperando minha confirmação: “Tato”... Quem é “Tato”?
Finalmente aceitei o convite pra adicionar ele e não passaram nem 5 segundos quando apareceu uma nova mensagem.
Tato: Oi!
Eve: Oi!... quem é você?
Tato: Antes de eu te falar, você precisa saber que ontem à noite eu vi o Anjo saindo da sua casa, e sei muito bem o que vocês estavam fazendo! J
Um arrepio percorreu meu corpo. Do que se tratava tudo isso? Quem era essa pessoa que ficou sabendo do Anjo? Uma nova mensagem me tirou dos meus pensamentos.
Tato: Você gostaria que alguém soubesse?
Eve: Não, por favor!... não sei quem é você...
Eve:... mas não seria bom que isso se espalhasse
Tato: Eu sei. O que você me oferece em troca do meu silêncio?
Eve: não sei... não sei o que você quer
Tato: eu sei... vou te falar
Tato:... quero a mesma coisa que você deu pro Anjo!
CONTINUA...
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