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http://www.poringa.net/posts/relatos/1229688/Chantaje-a-mi-novia-3.htmlComo vocês devem lembrar, já tínhamos minha namorada transformada numa puta "na aparência", sentada no banco de trás do carro, ela ainda estava dormindo...
Diego entrou de novo no carro e tirou ele daquele beco escuro.
- Pra onde vamos agora? - perguntei curioso.
- Conheço um lugar onde vão treinar sua namorada por um bom tempo, hehehe... - ele respondeu.
Não dirigiu muito longe, logo chegamos a uma espécie de estrada bem estreita e pouco movimentada, colada a um campo de colinas e árvores. De vez em quando, algumas figuras humanas se aproximavam da beira da estrada como se fossem nos cumprimentar, na verdade eram putas atrás de clientes.
Diego se cagava de rir.
- Aqui na curva tem um estacionamento pequeno onde podemos parar sem sermos vistos, sua garota a gente deixa ali na frente, naquelas mesas de madeira. - Diego me disse.
De fato, na frente de onde estávamos com as luzes já apagadas, tinha umas mesas e bancos tipo área de serviço pra comer.
- Não vai acontecer nada de ruim com ela, né? - gaguejei, duvidando por um momento da situação.
- Relaxa, vão achar que é uma puta de verdade e vão foder ela gostoso, mano. Não era isso que você queria? Daqui a gente vê tudo e não vai acontecer nada, te juro... - ele respondeu decidido.
Nós dois tiramos a Patri do carro, aproveitando que não vinha ninguém, e levamos ela até as mesas do outro lado. Era o lugar perfeito, deixamos ela sentada no banco mais perto da estrada, com as costas apoiadas na mesa.
O decote provocante dela brilhava na luz dos postes e Diego e eu conseguimos deixar a postura dela bem natural, parecia que ela tava numa atitude de espera.
- Show, parceiro, vamos voltar pro carro. - Diego falou.
Lá sentados, Diego tirou uma câmera fotográfica do porta-luvas e começou a mexer nela quando, de repente, um carro branco apareceu na distância e parou bem na frente de onde a gente tinha deixado minha namorada sentada.
Era aquele BMW antigo típico, um Meio tunado, com os vidros traseiros escuros e uns adesivos pretos bem feios no capô. No começo, parecia que tinham abaixado o vidro pra falar com ela, da nossa posição não dava pra ouvir nada. Aí, desceu um cara alto e gordo de uns trinta anos, vestindo uma calça jeans e uma camiseta branca bem apertada, marcando toda a barriga. Ele se aproximou da Patri e começou a balançar ela e gritar pra acordar. Minha mina pareceu acordar um pouco, se levantou com dificuldade se apoiando naquele gordo, e ele se aproveitava da situação passando a mão na bunda e nos peitos dela. Ele falava pela janela do carona com o motorista do carro e ria, parecia que tava indicando algo com a mão.
A BMW se mexeu e estacionou bem do lado da mesa, aí desceu o motorista e mais um cara. O motorista era um cara baixinho mas de corpo bem forte, cara de academia, pensei. Vestia uma calça jeans e uma camisa preta aberta até a metade. O outro era um moleque magro e moreno, com a cabeça toda raspada, menos um rabinho comprido, cheio de gel e torcido, na nuca.
Comecei a me arrepender e sentir ciúme quando os três caras cercaram minha mina, mas a situação e a cara deles me acovardaram completamente. Além disso, Diego não parava de tirar fotos e babar igual um porco.
Os movimentos que minha mina fazia mostravam que ela ainda tava meio drogada. Eles riam abertamente enquanto tocavam nela. O cara forte se abaixou, levantou o vestidinho dela e tirou a calcinha fio dental. Patri nem reclamou, ele levantou e guardou no bolso da calça jeans dele. O outro moleque olhava enquanto o gordo segurava ela por trás, com uma mão apertando e brincando com os peitos ainda presos pelo vestido e sutiã, e com os dedos da outra começou a forçar e esfregar a buceta dela.
Todos riam e pareciam bem agitados. O que até então só olhava obedeceu a uma espécie de ordem que o outro deu. forte e pegou uma espécie de caixa de plástico que estava jogada no acostamento, colocaram ela de lado no chão e sentaram a Patri com as pernas quase agachadas e os saltos dobrados. O cara forte ficou bem na frente dela, a cabeça da minha namorada agora estava na altura da virilha dele. O cara desabotoou a calça jeans e mostrou o pau, segurou com uma mão e apontou pra boca da Patri, ela estava muito fora de si e não parecia que ia abrir a boca. O gordo agarrou o cabelo dela na nuca e empurrou até que o pau do amigo entrou inteiro na boca da minha namorada. O cara do rabo de cavalo bateu palmas rindo, o forte começou a se mover pra frente e pra trás, primeiro devagar e depois cada vez mais rápido.
Enquanto isso, eu assistia aquele show bizarro do carro do Diego. Sem perceber, o ciúme e o remorso tinham dado lugar a uma excitação estranha e forte, era como se eu estivesse vendo um filme pornô na TV da sala de casa, mas aqui tudo era mais real e a protagonista pornô era minha amada namorada.
De vez em quando um carro passava pela estrada na frente daquela cena brutal, mas ninguém parava porque o que viam parecia normal pra eles naquele lugar: uma puta fazendo um serviço pra três caras. A verdade é que eu também tava na mesma, pedi a câmera pro Diego e comecei a tirar fotos com o zoom no máximo, e só via uma prostituta loira agachada nos saltos mamando três homens. Qualquer um diria que aquela mulher era minha namorada, e que horas antes ela nunca tinha tido contato com um mundo tão sórdido quanto aquele.
Os três caras tinham baixado as calças e as cuecas, se colocando um do lado do outro na frente da Patri. Ela parecia um pouco mais esperta, mas não sei até que ponto tava ligada no que tava rolando, as mãos dela se agarravam desajeitadamente em dois Paus diferentes enquanto a obrigavam, movendo a cabeça dela, a engolir a rola do terceiro. A cabeça dela agora ia de um pau pro outro, chupava e lambia a rola de um por um tempinho e logo outro homem a obrigava a focar na dele.
Meu pau já tava há um bom tempo crescendo e ficando duro debaixo da minha calça, eu tirava fotos sem parar e não conseguia parar de imaginar o que os pais da minha namorada pensariam se vissem ela agindo assim. Me excitava pra caralho pensar naquele casal tão conservador descobrindo que a filha deles tava se comportando como uma puta barata.
O gordo falou alguma coisa pros amigos dele, levantaram minha namorada da caixa onde ela tava sentada e colocaram ela de barriga pra cima na mesa de madeira, ele tirou a calça de vez e subiu nela depois de abrir bem as pernas dela. Dava pra ver que o gordo não aguentava mais e queria foder ela, mas não começava a se mexer em cima dela, acho que não conseguia meter porque a Patri não tava nada molhada.
Diego, enquanto isso, batia uma punheta bem gostoso com todo aquele espetáculo.
O gordo gritava de raiva e os outros dois riam, o garoto forte foi até o carro dele e entrou, depois de um tempo saiu com um tipo de tubo de pasta de dente e ofereceu pro gordo. Ele abriu e começou a passar um tipo de creme na minha namorada por toda a área da buceta dela, eu logo imaginei que devia ser vaselina ou lubrificante. O gordo devolveu o pote pro parceiro e, agora sim, com um único empurrão, meteu a rola enorme e dura dele até o fundo. A Patri se mexeu um pouco na mesa mas não reclamou nada, o obeso se movia em cima dela, apoiando a barriga suada no vestidinho curto dela, como um cavaleiro endemoniado. Ele gemia e ria levantando as pernas dela sobre os ombros peludos enquanto cravava aquele pauzão nela uma vez e outra.
A violência das estocadas não impediu aquele animal de puxar as alças do vestido dela e arrancar o sutiã da minha namorada pra liberar os peitos lindos dela. Continua...
http://www.poringa.net/posts/relatos/1227127/Chantaje-a-mi-novia-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1229688/Chantaje-a-mi-novia-3.htmlComo vocês devem lembrar, já tínhamos minha namorada transformada numa puta "na aparência", sentada no banco de trás do carro, ela ainda estava dormindo...
Diego entrou de novo no carro e tirou ele daquele beco escuro.
- Pra onde vamos agora? - perguntei curioso.
- Conheço um lugar onde vão treinar sua namorada por um bom tempo, hehehe... - ele respondeu.
Não dirigiu muito longe, logo chegamos a uma espécie de estrada bem estreita e pouco movimentada, colada a um campo de colinas e árvores. De vez em quando, algumas figuras humanas se aproximavam da beira da estrada como se fossem nos cumprimentar, na verdade eram putas atrás de clientes.
Diego se cagava de rir.
- Aqui na curva tem um estacionamento pequeno onde podemos parar sem sermos vistos, sua garota a gente deixa ali na frente, naquelas mesas de madeira. - Diego me disse.
De fato, na frente de onde estávamos com as luzes já apagadas, tinha umas mesas e bancos tipo área de serviço pra comer.
- Não vai acontecer nada de ruim com ela, né? - gaguejei, duvidando por um momento da situação.
- Relaxa, vão achar que é uma puta de verdade e vão foder ela gostoso, mano. Não era isso que você queria? Daqui a gente vê tudo e não vai acontecer nada, te juro... - ele respondeu decidido.
Nós dois tiramos a Patri do carro, aproveitando que não vinha ninguém, e levamos ela até as mesas do outro lado. Era o lugar perfeito, deixamos ela sentada no banco mais perto da estrada, com as costas apoiadas na mesa.
O decote provocante dela brilhava na luz dos postes e Diego e eu conseguimos deixar a postura dela bem natural, parecia que ela tava numa atitude de espera.
- Show, parceiro, vamos voltar pro carro. - Diego falou.
Lá sentados, Diego tirou uma câmera fotográfica do porta-luvas e começou a mexer nela quando, de repente, um carro branco apareceu na distância e parou bem na frente de onde a gente tinha deixado minha namorada sentada.
Era aquele BMW antigo típico, um Meio tunado, com os vidros traseiros escuros e uns adesivos pretos bem feios no capô. No começo, parecia que tinham abaixado o vidro pra falar com ela, da nossa posição não dava pra ouvir nada. Aí, desceu um cara alto e gordo de uns trinta anos, vestindo uma calça jeans e uma camiseta branca bem apertada, marcando toda a barriga. Ele se aproximou da Patri e começou a balançar ela e gritar pra acordar. Minha mina pareceu acordar um pouco, se levantou com dificuldade se apoiando naquele gordo, e ele se aproveitava da situação passando a mão na bunda e nos peitos dela. Ele falava pela janela do carona com o motorista do carro e ria, parecia que tava indicando algo com a mão.
A BMW se mexeu e estacionou bem do lado da mesa, aí desceu o motorista e mais um cara. O motorista era um cara baixinho mas de corpo bem forte, cara de academia, pensei. Vestia uma calça jeans e uma camisa preta aberta até a metade. O outro era um moleque magro e moreno, com a cabeça toda raspada, menos um rabinho comprido, cheio de gel e torcido, na nuca.
Comecei a me arrepender e sentir ciúme quando os três caras cercaram minha mina, mas a situação e a cara deles me acovardaram completamente. Além disso, Diego não parava de tirar fotos e babar igual um porco.
Os movimentos que minha mina fazia mostravam que ela ainda tava meio drogada. Eles riam abertamente enquanto tocavam nela. O cara forte se abaixou, levantou o vestidinho dela e tirou a calcinha fio dental. Patri nem reclamou, ele levantou e guardou no bolso da calça jeans dele. O outro moleque olhava enquanto o gordo segurava ela por trás, com uma mão apertando e brincando com os peitos ainda presos pelo vestido e sutiã, e com os dedos da outra começou a forçar e esfregar a buceta dela.
Todos riam e pareciam bem agitados. O que até então só olhava obedeceu a uma espécie de ordem que o outro deu. forte e pegou uma espécie de caixa de plástico que estava jogada no acostamento, colocaram ela de lado no chão e sentaram a Patri com as pernas quase agachadas e os saltos dobrados. O cara forte ficou bem na frente dela, a cabeça da minha namorada agora estava na altura da virilha dele. O cara desabotoou a calça jeans e mostrou o pau, segurou com uma mão e apontou pra boca da Patri, ela estava muito fora de si e não parecia que ia abrir a boca. O gordo agarrou o cabelo dela na nuca e empurrou até que o pau do amigo entrou inteiro na boca da minha namorada. O cara do rabo de cavalo bateu palmas rindo, o forte começou a se mover pra frente e pra trás, primeiro devagar e depois cada vez mais rápido.
Enquanto isso, eu assistia aquele show bizarro do carro do Diego. Sem perceber, o ciúme e o remorso tinham dado lugar a uma excitação estranha e forte, era como se eu estivesse vendo um filme pornô na TV da sala de casa, mas aqui tudo era mais real e a protagonista pornô era minha amada namorada.
De vez em quando um carro passava pela estrada na frente daquela cena brutal, mas ninguém parava porque o que viam parecia normal pra eles naquele lugar: uma puta fazendo um serviço pra três caras. A verdade é que eu também tava na mesma, pedi a câmera pro Diego e comecei a tirar fotos com o zoom no máximo, e só via uma prostituta loira agachada nos saltos mamando três homens. Qualquer um diria que aquela mulher era minha namorada, e que horas antes ela nunca tinha tido contato com um mundo tão sórdido quanto aquele.
Os três caras tinham baixado as calças e as cuecas, se colocando um do lado do outro na frente da Patri. Ela parecia um pouco mais esperta, mas não sei até que ponto tava ligada no que tava rolando, as mãos dela se agarravam desajeitadamente em dois Paus diferentes enquanto a obrigavam, movendo a cabeça dela, a engolir a rola do terceiro. A cabeça dela agora ia de um pau pro outro, chupava e lambia a rola de um por um tempinho e logo outro homem a obrigava a focar na dele.
Meu pau já tava há um bom tempo crescendo e ficando duro debaixo da minha calça, eu tirava fotos sem parar e não conseguia parar de imaginar o que os pais da minha namorada pensariam se vissem ela agindo assim. Me excitava pra caralho pensar naquele casal tão conservador descobrindo que a filha deles tava se comportando como uma puta barata.
O gordo falou alguma coisa pros amigos dele, levantaram minha namorada da caixa onde ela tava sentada e colocaram ela de barriga pra cima na mesa de madeira, ele tirou a calça de vez e subiu nela depois de abrir bem as pernas dela. Dava pra ver que o gordo não aguentava mais e queria foder ela, mas não começava a se mexer em cima dela, acho que não conseguia meter porque a Patri não tava nada molhada.
Diego, enquanto isso, batia uma punheta bem gostoso com todo aquele espetáculo.
O gordo gritava de raiva e os outros dois riam, o garoto forte foi até o carro dele e entrou, depois de um tempo saiu com um tipo de tubo de pasta de dente e ofereceu pro gordo. Ele abriu e começou a passar um tipo de creme na minha namorada por toda a área da buceta dela, eu logo imaginei que devia ser vaselina ou lubrificante. O gordo devolveu o pote pro parceiro e, agora sim, com um único empurrão, meteu a rola enorme e dura dele até o fundo. A Patri se mexeu um pouco na mesa mas não reclamou nada, o obeso se movia em cima dela, apoiando a barriga suada no vestidinho curto dela, como um cavaleiro endemoniado. Ele gemia e ria levantando as pernas dela sobre os ombros peludos enquanto cravava aquele pauzão nela uma vez e outra.
A violência das estocadas não impediu aquele animal de puxar as alças do vestido dela e arrancar o sutiã da minha namorada pra liberar os peitos lindos dela. Continua...
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