Sexo com a Marianita 11

Continua de "Sexo com a Marianita 10http://www.poringa.net/posts/relatos/1229581/Sexo-con-Marianita-10.htmlMarianita estava com as pernas bem abertas. Ela podia ver como meu pau se dirigia pra buceta dela e a mão da irmã colocando ele. A cabeça do pau roçava os lábios vaginais molhados. Mariana ficou brincando assim um tempinho antes de sentar no meu pau.

—Aii, que porra linda, olha como entra, você comeu nós duas. Cê gosta, meu amor?
—Sim, bebê. Adoro, mexe essa bunda assim que eu adoro. Como sua irmãzinha sabe chupar bem!
—Vai dar a gozada? — perguntou Caro.
—A gozada tô guardando pros cuzinhos.
—Vai encher a bundinha de porra nas duas? — perguntou Mariana, que tava mais puta que o normal.
—Primeiro em você e depois na sua irmã.

Isso claramente excitou a Caro, porque ela chegou perto e começou a me beijar igual uma louca.
Os chupões da irmã ou despertaram ciúmes na Marian, ou deixaram ela com mais tesão, o fato é que ela começou a cavalgar mais rápido e, se tocando na buceta, gozou.

Depois ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo. A cara da irmã tava a 5 centímetros, e eu fiquei alternando beijinhos nas duas.

—Ainda tá duro, como você aguenta tanto? — perguntou Mariana.
—Sei lá, tô fazendo de tudo pra não gozar. Quero que a gozada dê pras duas e meter a noite inteira.

—Quer dar uma sentada nele um pouquinho? — perguntou Marian pra Caro.
—É, só mais um pouco.
—Fiquem as duas de quatro na beirada da cama — falei.
—Vai comer nós duas? — perguntou Marian de novo, com voz de puta.
—É, um pouquinho em cada uma, quero ver as duas com a raba bem empinada.

Elas ficaram de quatro.
—Mais juntinhas, bunda com bunda — pedi.
Caro obedeceu na hora. E de prêmio, enfiei nela primeiro. Mariana se levantou pra ver a bunda da irmã enquanto eu metia nela.
—Fica de quatro você também, depois deixo você ver como eu te como. Agora me mostra essa bunda.
—Deixa eu verrr — ela respondeu.

Deixei ela ver porque me excitou ela querer olhar. na irmã aberta, peguei na bunda da Caro e separei os cachos da raba, mostrando aquela bucetinha, bem mais fechadinha que a da Marianita.

- Ela tem mais fechadinha que você, - falei pra Mariana, que tava de olho fixo na raba da irmã e se masturbando.
Dei um dedo pra ela chupar e ela molhou bem, sabendo o que vinha. Trabalhei no cuzinho da Caro.

- Devagar, devagar, - pedia a Caro.
- Calma, putinha, vou abrir devagar.
- Não dá bola pra ela, essa aí gosta de ter o cu arrombado na pica, - provocou a Mariana.
- Cala a boca, puta, se a do Martin me dói, essa aqui me parte, - respondeu a Caro.
- A do Martin dói porque ele não sabe esquentar sua raba, - respondeu a Mariana.
- Ele te meteu no cu? - perguntei.
- Não, falei que meu cu é só seu.
- Que puta que você é!

Ela se aproximou e enfiou a língua na minha boca.
- Você quer ela no cu?
- Quero ela na bunda!
- Como você quer?
- Quero sentar em cima de você!

A irmã saiu sozinha e deixou meu pau livre. Eu sentei na beira da cama e a Mariana se jogou pra chupar meu pau.
A Caro tinha se ajoelhado no tapete e olhava a cena. Quando o pau ficou super molhado, ela se levantou, virou de costas e abriu o cu com as duas mãos.

- Gosta do meu cu, papai?
- É divino. Vem, Caro, segura meu pau pra mim e olha como sua irmãzinha enfia ele sozinha no cu.
A Caro fez o que eu mandei. A Mariana se moveu pra trás e, olhando por cima do ombro, começou a descer a raba. O pau custou a entrar. Tava bem fechadinho.

- Aponta ele direito pra mim, - reclamou pra irmã.
- É que não entra, você tá muito fechada. Não quer um lubrificante?
- Tô muito tesuda, quero sentir ele fazendo força pra entrar. Coloca ele mais pra trás, aí, aí tá bom, - falava enquanto a outra mexia meu pau como um joystick procurando o buraco.
Ela sentou e a cabeça do pau cravou na bunda.

- Como eu gosto quando entra...
A Mariana ficou paradinha numa posição que me fazia pensar em quando a gente caga num banheiro público. sem sentar. A pica tava só na entrada.
—Come ela toda com essa bunda divina que tu tem, putaaa…
—Espera, espera um pouquinho…

Ela começou a se masturbar.
A irmã, que continuava com a mão na minha pica, fez a punheta, com a cabeça do meu pau enfiada no cu da Mariana. Uma gênia.

A Mariana pareceu gostar disso, porque começou a rebolar a bunda, fazendo minha pica abrir caminho. Ela sempre fazia isso comigo. Amava. A irmã pareceu surpresa.

—Tua irmã adora pica no cu.
—Já sei, até se mija a filha da puta.
—Aii, essa foda, não me faz lembrar que eu gozo aqui…

Segurei o quadril dela e comecei a serrar a bunda pra ela gozar. E gozou. Depois sentou com toda a bunda na minha pica e continuou rebolar o cu com meu pau enterrado. Dava pra sentir molhado por dentro. A cabeça da minha pica roçava as paredes do intestino dela. Um prazer do caralho, pros dois, porque a Mariana não parava de se masturbar.

A irmã se ajeitou atrás de mim pra poder ver. Olhava por cima do meu ombro, passava a mão nas minhas costas e nos peitorais, e me dava beijos e chupões nas costas, no pescoço e nas orelhas. Essas coisas só rolavam com duas gostosas. E era incrível. Mas dava pra ver que ela queria ver como a irmã tava comendo minha pica no cu e não conseguia. Eu também não. Então pedi pra Mariana ficar de quatro na cama.

Eu aproveitei a pausa e peguei o vibrador da gaveta da Mariana, cuspi nele e passei na buceta dela, liguei e coloquei.

—Aii, que viado que tu é, como me deixas, com uma pica na buceta e o cu aberto e minha irmã me olhando. Aii, as punhetas que vou bater lembrando disso…
Abri o cu dela pra irmã ver o cuzinho aberto. Cuspi de novo e enfiei a pica dentro.

Caro subiu na cama do meu lado e ficou olhando minha pica indo e vindo no cu da irmã.

—Abre pra ela ver como eu arrebento tudo.
A irmã segurou a Bunda com as duas mãos e abriu o cu dela. Enfiei uma mão entre as pernas dela e bati uma punheta nela um pouquinho. Depois tirei o vibrador da buceta da Marian e dei pra Caro chupar.

- Essa pica tá gostosa?
Ela balançou a cabeça que sim sem parar de chupar o brinquedo.
- Tem gostinho de buceta gostosa?
Não respondeu, acho que ainda tava com um pouco de vergonha. Mas continuou chupando a pica de plástico e isso me deu a certeza de que tava tudo bem.

- Quer experimentar essa agora? - falei e tirei a pica do cu da irmã. - Vem, chega perto, olha como deixei o cu dela aberto. Assim vou deixar o seu...
A irmã se ajoelhou do meu lado pra ver o cu da irmã de perto e aproveitei pra dar pra ela provar a pica que tinha acabado de sair daquele cu. E a putinha comeu!!!!!!!!!

Tava no céu, ou no inferno. Depois disso vou direto pro inferno!!
Na minha cabeça só passavam imagens da Caro provando o cu e a buceta da Marianita. Quase gozei na boca dela.

- Como você molha bem ela.
- Coloca de novo, filha da puta, não me deixa assim - reclamou a Marian, que tava de quatro na cama.
- Vem, putinha, chupa meu cu enquanto sua irmã chupa minha pica.

Nem pensou duas vezes, levantou da cama e se ajoelhou atrás de mim. Abriu meu cu e enfiou a língua no meu rabo enquanto sentia a pica pular de novo na boca da Caro.

- Continua comendo o cu dela que a pica ficou bem grossa - disse a irmã depois de um tempo.
- Vamos deixar bem durinha pra você sentir quando eu arrebentar sua bunda - respondeu a Mariana.
- Tá fervendo sua cabeça de ver eu arrebentar o cu dela, né? - perguntei pra Marian.
- As duas... vou me masturbar a semana inteira com a imagem da sua pica no cu dela...

- Que putas que vocês são, vem, não aguento mais...
Levantei a Caro. E pedi pra ela ficar de quatro na cama.
- Coloca devagar - pediu.
- Para, não se adianta, primeiro vou comer seu cuzinho. Abri as nádegas dela, primeiro chupei o cuzinho dela um pouquinho e daí fui pro cu dela. Primeiro uma lambida por fora, e de volta pro cuzinho. Depois uns beijinhos nas bochechas e uma linguada pelos lados da buceta e outra vez no cu. A pontinha da língua pra dentro e pra fora.
De novo no cuzinho.

—Como tu chupa bem!!! Como tu me deixou…
Eu continuei no trabalhando, peguei a bunda dela com a língua de novo. O cu dela se abriu. Queria receber. E fui de novo pro cuzinho.
—Não, filho da puta, não, não me provoca mais, chupa meu cu de uma vez.

—Come a bunda dela, meu amor — pediu Mariana, que se masturbava com o vibrador.
—Mete isso na buceta dela — disse 30 segundos depois e me passou o brinquedo ligado. Parei de chupar e brinquei com o vibrador nos lábios dela.
—Assim, assim, assiiiiii… come minha bunda, por favor, come ela. Me masturba e come minha bunda — pedia Caro.

Voltei a comer o cu dela, a buceta tava encharcada e eu sentia o vibrador roçando no meu queixo de vez em quando. Minha língua já chapinhava naquele cu. Hora de testar com os dedos. O primeiro entrou sem problemas. Mandei outro. Não fui tão suave. Eu tinha começado a ficar excitado, e doeu um pouco nela.

—Devagar, devagar — pediu.
Tirei os dedos e trabalhei o cu dela em círculos com o polegar enquanto com o vibrador eu pegava a buceta dela. Voltei a chupar o cu dela e cuspi várias vezes pra entrar bastante saliva.

Tava tão concentrado no trabalhando que até a Caro soltar um “aaaaahhhhhhhhh” bem longo eu não percebi que ela tava perto de gozar. O vibrador escorregava, a buceta dela ficou molenga. Ela meteu uma mão entre as pernas e se tocou. Tirou o vibrador e enfiou dois dedos.

—Que molhada que eu tô, tô escorrendo…
—Gostou?
—Amei. A melhor comida de cu da minha vida. Aiiii Marian, como ele fez bem pra mim. Ele faz assim contigo? Não é à toa!
—Fica feliz, porque esse foi especial… — respondeu Mariana. —Sim, coloquei pilhas!! — eu disse.
— Deu pra notar! — disse Caro, que continuava se tocando na buceta.
— Ayy, eu já tô pronta, fiquei toda molinha. Vem, coloca no meu cu. Quero sentir essa pica já! Não aguento mais, quero que você arrebente minha Booty Max!
— Deita e abre a bunda com as duas mãos.

Ela obedeceu. Me aproximei com o rosto e vi a bunda molhada e aberta. Cuspi de novo e empurrei a saliva pra dentro com o dedo. Fiz isso de novo. E depois subi nela.

— Para, para que eu quero ver quando entra — gritou Mariana, que virou na cama. Eu, enquanto isso, me ajeitei melhor e busquei uma posição em que a pica entrasse sem problemas, retinho naquele cu.

Apoiei e fui enfiando devagar.
— Olha como ela engole — mandou Mariana, excitada. Ela olhou pra cara da irmã, que estava perto dela.
— Gosta, putinha, de ser comida pelo meu namorado? — perguntou pra irmã.
— Sim, adoro.
— Que puta que você é, me deixou transar com seu namorado pra que o meu te arrombasse o cu, né? — perguntou Mariana. Mas não era na maldade, tava toda tesuda.
— Cala a boca, filha da puta, você engoliu a porra do meu!
— E você vai engolir pelo cu…

Isso eu não sabia, mas naquele momento tava pouco me fodendo. A conversa entre as duas me deixou de pau duro pra caralho. A pica devia estar doendo nela.
— Tá doendo? — perguntei.
— Tá, vai devagar. Mas continua que eu gosto.
— Enfia tudo, deixa ela sentir inteira — pedia Mariana.
— Não, assim, assim, assim que eu gosto… — dizia Caro.

Eu fiz a vontade dela e continuei comendo só com metade da pica. Ela abria a bunda com as duas mãos. Aproveitei e tirei pra ver como tava ficando.
— Que lindo como te abri o cu — falei. E mandei uma cuspida pra dentro. Espalhei com o polegar.
— Vem, fica de quatro que isso aqui tá só começando.
Fiquei na beira da cama e esperei ela se aproximar. Sem eu falar nada, sozinha ela segurou a bunda e abriu de novo. Que tesão, pelo amor de Deus!
— Vem, bebê, pega na minha pica e coloca nela. no cu — falei pra Mariana. Não podia acreditar, as duas me davam todos os gostos. Na real, dava pra ver que o tesão da situação já tinha deixado elas todas molhadas também.

Ela encaixou no cu da Caro. E eu empurrei.
— Aii, queima, secou um pouquinho.

Tirei e cuspi umas duas vezes. A Mariana, que tava ajoelhada do lado da irmã mas virada pro outro lado, pegou na minha pica e levou pra boca. Encheu toda de saliva. A pica respondeu na hora, ficou dura de novo. Encaixei de novo na Caro.

— Agora sim, agora sim, entrou bem, aii, você tem uma pica enorme, enorme, Max.
— Cê gosta da minha pica?
— Sim, adoro sua pica, é divina!
— Gosta mais do que a do seu namorado, putinha?
— Sim, a sua, que pica boa!
— E você, putinha? Qual você gosta mais? Essa ou a do seu cunhado? — perguntei pra Mariana.
— Você já sabe, idiota, que eu amo sua pica.
— De agora em diante, vocês vão dividir com sua irmã...
— Não, sua pica é minha. Mas se ela quiser, de vez em quando eu empresto.
— Vai ter que me emprestar direto — falou a Caro. — Nunca pensei que fosse gozar tanto com uma pica no cu, auuu, auuu, como enche a bunda, auuu, auuu.
— Arrebenta ela bem, meu amor. Dá forte pra ela gritar. Vai com essa pica enorme toda.

Segurei a Caro pelos braços, que era uma coisa que eu adorava fazer, e comecei a meter sem parar no cu dela. Ela começou a gritar: “ai-ai-aiaiaiaiaiii-aiaiaiaiaiii- ai-ai-aiaiaiaiaiii”. Não falava mais nada. A Mariana também não. Tava concentrada. Eu queria fazer ela falar um pouco, me excita isso.
— Vai gozar pra mim, putinha?
— Sim-sim-sim, auuu, auuu.

Ela gozou, o cu ficou molinho depois, e a pica ficou manchada com um líquido branco que saía da bunda dela.
— Gozou? — perguntou a Mariana.
— Ainda não, mas tô perto. Chupa minhas bolas um pouquinho.

Ela veio por trás e por baixo e chupou. Mas a posição era superdesconfortável. Falei pra trocar. Sentei na beirada da cama e mandei a Caro sentar de costas pra mim, com a pica no cu. Fazíamos direto com a Mariana.

Então pedi pra Mariana voltar a chupar. Era uma tesão ver ela de quatro no chão, chupando minhas bolas que já estavam prontas pra explodir, tão pertinho da buceta da irmã dela. Se não fosse a língua dela nas minhas bolas, de onde eu tava parecia que ela tava chupando a buceta da irmã.

Caro se mexia devagar.
— Vai, Caro, se mexe, cavalga minha pica — pedi. Tava pronto pra encher de porra o cu dela.
Ela começou a cavalgar.
— Aii, me revira o estômago inteiro — disse Caro. — Sinto ela até lá em cima.

De repente, ela foi pra frente. As mãos nos joelhos e o cu completamente empalado. Mariana viu que a buceta da irmã tava vindo na cara dela e se jogou pra trás.

— Vai, faz ele gozar. Vai que já tá chegando — disse Mariana, que parecia ter lido meu pensamento.
— Para, vamos parar um pouco — respondeu Caro.
— Tá doendo muito? — perguntei.
— Tá doendo a barriga.
— Tá com vontade de ir no banheiro? — perguntou Mariana.
— É, um pouco.
— Um pouco ou tá com vontade de cagar? — ela perguntou de novo.

Caro não respondeu. Respirava fundo e soltava pela boca. Dava pra ver que tava segurando. Ela começou a apertar minha pica com o cu. Doeu e eu falei “Aiii”
— Relaxa que não dá nada. É normal. Parece que vai fazer cocô, mas não dá nada — tentou convencer Mariana. — Mexe devagar, respira e mexe devagar.

Caro obedeceu em se mexer, mas o cu continuava apertado. Quando ela subiu, senti que algo descia e roçava na minha pica dentro do cu dela. Um baita pedaço de bosta.

Segurei ela pela cintura pra não sair e sentei ela de novo em cima de mim inteira.

— Vamos parar um pouquinho — falei.
Mariana entendeu e acariciou a perna da irmã. Depois, pra minha surpresa, soltou uma frase foda: “fica tranquila que não sai.”
— Vamos virar — falei.

Abracei ela e rolamos na cama. Terminamos de quatro, ajoelhados no chão.
— Agüenta um pouco —Mais um pouquinho? — perguntei, ainda vidrado naquele rabo e com os ovos cheios de porra.
—Não, Max, tira de mim.

Pensei em estuprar ela, mas comecei a sair.
Saí devagar, deixei ela se fechar.
Fiz isso. Depois me levantei. Ela continuava no chão com a bunda apertada. Quando se recuperou, levantou e, apressando o passo, foi pro banheiro e bateu a porta com força.

A pica estava cagada na ponta. Mas só tinha um banheiro, então fiquei ali parado que nem um idiota. Mariana percebeu, pegou os lencinhos umedecidos que estavam no criado-mudo e limpou a merda. Fez uma bolinha, pegou outro e limpou minha pica toda. Depois usou um terceiro pra passar de novo e limpou também meus ovos.

O contato do lencinho frio nas bolas fez ela endurecer. Os ovos se contraíram nas saquinhas.

—Tá doendo? — perguntou Mariana.
—Não.
—Você tem uns ovos enormes.
—É, a porra já quer sair.
—Quer que eu faça uma punheta e você joga na minha cara?

Não esperou resposta. Já estava ordenhando ela.

—Não, quero que você termine o que sua irmã começou. Monta no meu rabo, meu amor.
—Tá bom, daaale, senta.

Sentei na beira da cama. Ela continuava ajoelhada no chão e veio assim até mim, se meteu entre minhas pernas e me chupou a pica. Enquanto se punhetava. Depois, com os dedos que tinha enfiado na buceta, esfregou na minha glande pra lubrificar. “Pronto”, anunciou.

Levantou, virou de costas e desceu até ficar na altura da minha pica. Pegou ela sozinha, segurou minha pica entre as pernas e encaixou devagarinho na bunda. Começou a descer e subir devagar até enfiar tudo no rabo e continuou assim sem soltar minha pica, fodendo só com a ponta do meu pau.

—Que gostoso como você monta na minha pica, bebê — falei.
—Cê gosta, papai?
—Adoro, puta, você é a melhor, valeu por isso!
—Cê gosta da minha bunda?
—Sim.
—Mais que a da minha irmã?
—É linda. Mas o que mais gosto em você é que não liga pra nada. Você é tivesse cagado no meu pau enquanto você batia uma e gozava ao mesmo tempo.
- É o que vou fazer agora, hahaha, não, o meu hoje tá limpinho. Olha!

Ela se levantou e abriu com as mãos. Depois sentou de novo, eu apontei o pau pro cu e entrou sem problemas.
- Tá bem aberta, puta.
- Foi você quem arrombou...
E começou a cavalgar com a bunda.

- Aíííí, aíííí, aííí, gritava.
Nisso a Caro voltou.
- Não me esperaram.
- Não, você foi cagar, agora é minha vez.
A bunda dela batia na minha barriga. Que bundão gostoso! A Caro ficou parada sem saber o que fazer.
- Vem, chupa as bolas dele igual eu fiz antes! – ordenou a Marian, que não parava de cavalgar meu pau. Tava com o cu aberto e molhado. Dava pra sentir como se fosse uma buceta já.

A Caro se meteu entre nossas pernas e procurou minhas bolas. Tava difícil chupar porque a Mariana não parava de rebolar e ela mal sentia a ponta da língua. Falei isso e a Mariana se jogou mais pra trás, eu tirei a bunda pra fora do colchão e a Caro começou a chupar minhas bolas com gosto.

- Filha da puuuuta, você tá me comendo com o nariz – riu a Mariana.
A irmã, em vez de sair, esfregou o nariz na buceta dela, como se tivesse brincando e rindo.
- Para, puta, que você me excita – ela disse morrendo de rir.
Pra Caro foi o sinal verde e ela passou das minhas bolas pra chupar a buceta da irmã (depois soube pela Caro que isso era uma fantasia dela há tempos).

- Puta, você comeu minha buceta!
A Caro não respondeu, sabia que a Marian gostava e que era melhor não falar nada. A situação era morbidíssima. Eu queria parar tudo e olhar, mas tinha a Mariana em cima. A irmã chupava o clitóris e a racha com a língua.

A Mariana se jogou pra trás e deitou em cima de mim. Eu comecei a me mexer pra continuar comendo ela, e a irmã veio por cima da buceta aberta da Mariana, que tava com as pernas abertas igual um sapo e mexia no ar como se estivesse nadando. Puro prazer. Caro agarrou as pernas da Marianita e começou a chupar a buceta dela com fúria. A garota gozou aos gritos. Depois de chupar mais um pouquinho, ela desceu e começou a chupar meu cu. A glória. A porra jorrou e a Mariana sentiu o jato de sêmen no cu. Aiiii, siiiiiim, siiiiiim”, gritei. “Siiiiim, que lindoooo, me enche, me enche todaaaaa”, gritou a Marian.

Caro voltou a chupar a buceta dela.

— Sua puta de merdaaaa, como você chupa minha buceta, putaaaa, vou gozar de novo, aaaaaaahhhhh, os dois, os dois, você fez nós dois gozarmos, putaaa. Que delícia, que delícia! — dizia a Marian. Eram só gritos. Imaginei que todo o prédio tinha ouvido, mas ninguém ligou. Caro subiu na cama e deu um beijo na Mariana. Eu olhei pra elas. Depois ela me deu um beijo na boca.

— Espero que tenham gostado — disse Caro.
— Foi divino — respondeu a Marian.
Eu pensava o mesmo.

23 comentários - Sexo com a Marianita 11

Mereces 1000 puntos man!!! Nace un NFU!!!
Lastima que soy nuevo sino te dejo todos los puntos viejo, esperamos mas por que son los mejores
uno de los mejores relatos de los ultimos tiempos...
me mato....
+1o de una 🤤
maskiu
Muy Buen Relato e historia,GROSO va un 10!!! 😃
Comentá y serás comentado 😉
Cuando lo leo te dejaré el comentario correspondiente.
Saludos
Anto
Maxi, la verdad que te felicito, no se si es veridico o no lo relatado pero la verdad que suena muy real. Espero impaciente los siguientes.
dnegro
es verdad parece muy real y ademas lo contas demasiado con los detalles justos,
Tremendo relato, maxi...

La verdad que parecia que estaba ahi, con caro y con marianita jaja.. Sos un genio. 😉
mis primeros puntos de nfu son tuyos + 10 🙂 🙂
la verdad muy bueno tu relato! te dejo puntos en este post porque te mereces ser NFU.
🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🤤 🤤 🤤 🤤 😳
\"Mi lengua ya chapoteaba en es ojete\"un fenomeno!!!grande man ya no puedo no darte estos 10 bien merecidos!!!geniooo!!! 😉
muy bueno capo!!!!:alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba: