UMA RELAÇÃO QUE DURA COM OS ANOS
Olá, amigos, li várias histórias publicadas aqui, então me animei a escrever a minha.
Como é uma história um pouco longa, vou tentar escrevê-la em várias etapas, conforme vocês forem lendo e comentando se estão gostando ou não.
Bom, isso aconteceu há alguns anos e é uma história que ainda está latente, então vou tentar ser o mais real possível.
No dia dois de janeiro, meus pais decidiram ir passar dois ou três dias no sítio do sócio dele, então me levaram junto. Eu tinha 20 anos na época e, pra ser sincero, não estava a fim de ir porque não simpatizava muito com o sócio nem com a família dele, mas com tanta insistência da minha mãe, resolvi dar o gosto, com a condição de que depois ela me deixasse viajar sozinho.
Eu moro numa cidade da Argentina, a cinquenta quilômetros da capital do meu país, e é lá que meu pai tem a empresa dele. O sítio ficava a poucos quilômetros de onde eu moro, então na sexta-feira, depois que meu pai voltou do trabalho, decidimos ir pra lá. Quando chegamos, fizemos as saudações de praxe e lá estava ela, Maria, a filha do sócio do meu pai. Ela era uma mulher de 25 anos, com uns 1,70m de altura (mais ou menos), um corpo bem gostoso, embora eu não gostasse nada dela, porque ela é muito metida, ou como se diz no meu país, uma "concheta", que vive se gabando do conhecimento e do nível socioeconômico.
Junto com Maria estava Ana, uma amiga dela que, à primeira vista, me pareceu meio na dela, seca e introvertida.
Bom, depois de tomar algo refrescante e dar uma volta pelo terreno do sítio, decidimos nos acomodar nos quartos. Eu fiquei num quartinho afastado dos outros. "Não te incomoda dormir aqui, né?" – comentou a mãe de Maria, e eu respondi: "De jeito nenhum, afinal é só por uns dias."
Depois do jantar, resolvi pegar um ar fresco do lado de fora do Piscina, a noite estava calma e tranquila, uma brisa leve passava e refrescava meu corpo. Naquele momento, uma voz falou comigo por trás: — Quer entrar na piscina? — Era a voz da Maria, que sentou numa espreguiçadeira ao meu lado, e na outra sentou a Ana.
— Ia ser bom! — respondi, e ali começou uma conversa super amigável com aquela garota que tinha me causado tanta desconfiança.
A gente falou de tudo, dos estudos dela (ela tinha terminado a faculdade de História da Arte), dos da Ana (que tava no terceiro ano de Ciências Econômicas) e dos meus, já que eu tinha terminado o segundo ano de Direito.
Assim, um assunto puxou outro, e depois mais um, até que, como era de se esperar, começamos a falar de putaria. Aí a Maria perguntou pra Ana sobre as conquistas amorosas dela. Ela, que era meio na dela, só falou que no começo do ano passado tinha tido um namorado que durou pouco e que não tinha rolado nada demais: só uns encontros, uns beijos, uns amassos e só.
A Maria não foi tão econômica nos comentários. Contou das aventuras amorosas dela e até se soltou pra contar umas intimidades que merecem destaque. Falou como transou com dois colegas de estudo na casa dela, de uma suruba que participou, e também do relacionamento lésbico com uma colega do primeiro ano da faculdade, com quem se encontrava de vez em quando pra aliviar a tensão.
Tanto eu quanto a Ana olhávamos pra ela pasmos, embora, pra ser sincero, eu tivesse chocado com as histórias da Maria. Mas a Ana tava surpresa porque ela tava contando aquilo pra mim, tão abertamente, já que ela sabia muita coisa da amiga e nunca esperava que ela fosse contar pra mim. E, pra falar a verdade, acho que a Ana tinha participado de algumas das aventuras amorosas da Maria, assunto que nunca perguntei até hoje.
Quando chegou minha vez, comecei o relato tentando ser sincero com elas e contei que, no ano passado, só tinha tido uma Uma história de amor que não foi nada importante, só saí algumas vezes e, quando resolvi concretizar alguma relação sexual, estraguei tudo só por ser apressado e não saber esperar.
Também comentei: "Maria, tenho que te desiludir, porque não tive experiências do seu tipo, embora, pra ser sincero, eu adoraria ter tido."
— Não se preocupa, Riki, não vai faltar oportunidade de você realizar sua própria experiência sexual — respondeu Maria.
Já era meio tarde, então me despedi das minas e fui dormir. Custou pra pegar no sono porque não parava de pensar nas histórias da Maria, e só de imaginar, meu pau ficava cada vez mais duro. Aí o cansaço me venceu e eu apaguei.
Mais ou menos umas dez da manhã, acordei e tenho que dizer: é maravilhoso acordar no campo. A brisa, os passarinhos, te trazem uma paz que, na cidade grande, é difícil de conseguir. Enquanto descansava sentado debaixo das árvores, vi várias vezes a Ana e a Maria passando, passeando e explorando a sede do campo. E tenho que confessar que, a partir daquele dia, elas já não me causavam a mesma rejeição do dia anterior; pelo contrário, eu as achava cada vez mais gostosas. A Maria tinha uns peitos muito legais, de tamanho bem regular, mas o mais bonito nela era a bunda linda e redonda, tão perfeita que dava pra ver, através da saia, como a calcinha dela se enfiava no meio, sumindo e deixando as duas nádegas praticamente à mostra, como se ela não tivesse roupa íntima nenhuma.
A Ana, por outro lado, é uma mulher quase da mesma altura da Maria, mas o que mais chama a atenção são os peitos enormes dela. Quando ela anda, os dois balançam, nem sempre no mesmo ritmo, e os movimentos desengonçados fazem com que eles chamem tanta atenção que, às vezes, você não consegue tirar os olhos deles. O resto, diria que é normal, embora a calcinha dela seja bem menos provocante que a da Maria. Dá pra perceber também que... Debaixo da saia dela tem a sua coisinha.
Bom, aproveito pra me descrever um pouco: tenho 1,78m, olhos castanhos bem claros, pele branca, cabelo loiro, uns 82 quilos e, pra ser sincero, tenho um corpo bem interessante.
Depois do almoço e do bate-papo, resolvi pegar um sol na beira da piscina. Meus pais e os da Maria foram tirar uma soneca, e ficamos só eu, Maria e Ana. Passou um tempinho e a Maria chegou perto de mim e falou: — Vem com a gente, por favor. — E foi na direção de um galpão do lado da casa. Eu fui atrás.
Atrás de uns fardos de feno, a Maria e a Ana tinham preparado uma cama improvisada com uma manta. Sentamos pra conversar, mas depois de um tempo a Maria pegou o rosto da Ana e deu um beijo doce e apaixonado. A Ana aceitou numa boa. As duas começaram a se tocar. A Ana tirou um peito da Maria do biquíni e começou a lamber o mamilo dela com carinho.
Confesso que nessa altura eu tava meio pasmo e, por que não, meio assustado, sem saber o que fazer nem como agir.
A Ana já tinha conseguido, com sucesso, enfiar a mão por baixo do biquíni da Maria, arrancando uns suspiros dela.
A Maria tirou toda a roupa, deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, oferecendo toda a buceta dela pra boca da Ana. E a Ana foi pra cima, tentando matar a sede, e começou a lamber o clitóris dela sem parar, enquanto a Maria se contorcia de prazer. Eu comecei a tirar o biquíni da Ana, e ela ajudou. Quando a Ana, de joelhos, chupava a buceta da Maria, ela abriu as pernas e me ofereceu a boceta molhada dela. Eu comecei a tocar com as mãos primeiro, e depois enfiei um dedo.
As duas se mexiam, ofegando e fazendo caras de prazer, até que veio o primeiro orgasmo — não deu pra saber qual das duas gozou.
A Maria se ajoelhei, me olhou fixo e levou a mão até meu sungão, que com um movimento rápido e seco puxou pra baixo de uma vez só. Meu pau pulou como se quisesse se libertar da prisão que o sungão lhe impunha, e duro do jeito que estava, ficou à mercê dos olhos das duas.
— Olha, Ana, o que temos aqui, não esperava por isso, não! — exclamou Maria.
As duas se aproximaram e começaram a lamber minha glande, depois o tronco e também as bolas com paixão, enquanto trocavam beijos ardentes.
— Vou gozar — comentei depois de um tempo. Então Maria pegou minhas mãos e me deitou de barriga pra cima, montou em mim, segurou meu pau com a mão e enfiou até o fundo.
Ana colocou a buceta dela na minha boca, e eu me dediquei a saborear os sucos dela e os orgasmos dela, que foram dois, enquanto Maria cavalgava em cima de mim tendo pelo menos três orgasmos.
Conto pra vocês que até aquele momento, eu sentia que estava tocando o céu com as mãos, transando com essas duas amigas.
Maria saiu de cima de mim e Ana tomou o lugar dela. Aquela garota quieta e introvertida que eu tinha conhecido no dia anterior começou a se mover de forma desenfreada, jogou o corpo pra trás, apoiou as mãos nas minhas pernas e se mexia soltando gritos de prazer, enquanto Maria com as mãos tocava o clitóris dela, arrancando de Ana os orgasmos mais selvagens. Não consegui me segurar e também gozei dentro de Ana.
Meu esperma quente arrancou um novo orgasmo de Ana, que, apesar de meu pau estar ficando mole, conseguiu extrair toda a energia dele.
O calor no galpão estava bem forte, mas pelo que eu estava vivendo, não me importava com nada.
Maria e Ana ficaram deitadas juntas sem dizer uma palavra, só riam, se acariciavam e trocavam beijos doces enquanto eu tentava me recuperar. Mas ao vê-las abraçadas e se tocando, não demorei muito.
O clima entre elas foi crescendo, os beijos começaram a ficar cada vez mais passionais, as mãos se entrelaçavam. se toqueteando, enfiando os dedos cada vez com mais vontade, até que as duas se acomodaram num 69 perfeito.
Eu nessa hora já tava muito excitado e meu pau tava duro como se nada tivesse acontecido, e a Maria me disse pra enfiar na Ana e que ela ajudaria com a língua.
Era fantástico sentir o calor e os sucos da buceta da Ana, misturados com a língua da Maria que passava pelas minhas bolas, coisa que eu falei pra Maria e ela aproveitou pra aumentar ainda mais o trabalho delas.
Ana não parava de ter orgasmos, e o mais lindo disso era que todos tinham uma intensidade digna de ouvir e sentir, coisa que eu e a Maria conseguíamos sentir pelo calor dos sucos dela e também pela profundidade que a Ana enfiava a língua dentro da própria buceta.
- Agora enfia em mim, por favor! - pareceu implorar a Maria.
Eu virei, a Ana levantou o corpo e ficou sentada na cara da Maria, e eu pude ver a buceta dela toda molhada e irritada pela lambida que a Ana tinha dado.
De uma só vez enfiei meu pau até o fundo, e com esse movimento consegui arrancar um gemido de prazer e dor da Maria, então fiquei parado um tempo até começar os movimentos de tirar e botar. Maria, entre gemidos de prazer, aproveitava pra chupar a buceta da Ana, que olhava de cima e ajudava com movimentos sensuais.
Depois de um tempo, uma sensação especial veio no meu corpo, era o sinal de que um novo orgasmo tava chegando, e como a Maria já tinha gozado, não tentei segurar. Tirei meu pau e espalhei meu semen nos peitos da Ana, que recebeu de boa, esfregando as mãos e espalhando pelo corpo.
Os três ficamos exaustos, em silêncio, deitados na manta, só se ouviu uma risadinha da Maria.
- Do que você tá rindo, Maria? - perguntei.
- Nada, só acho engraçado que eu tinha trazido um vibrador porque achava que ia ficar entediada. respondo.
— Um vibrador, vai buscar — disse Ana.
— Não, nossos pais já estão se levantando da sesta, talvez depois — respondeu Maria — Agora vamos pra piscina nos refrescar um pouco e não levantar suspeitas.
A tarde passou tranquila, entre brincadeiras na água e algumas bebidas geladas, risadas cúmplices e olhares excitantes.
Eu estava dentro da piscina, quando Maria se aproxima e bem baixinho me diz: "essa noite a gente continua, né?".
Claro, respondi.
Vou contar que no campo se costuma jantar bem cedo, então no fim da tarde nos sentamos à mesa, comemos, e na sobremesa meus pais propuseram jogar baralho espanhol, o que as meninas, animadas, toparam. Eu, ao contrário, saí pra caminhar na noite, já que a lua cheia convidava a percorrer a sede do campo, sentindo os sons noturnos que soam de um jeito especial. Além disso, estava ansioso, esperando algum sinal que as meninas dessem, pra ir ao galpão e continuar a linda festa que havíamos começado à tarde. Mas esse sinal não vinha, então perto da meia-noite resolvi ir dormir, pensando que elas teriam se arrependido e não queriam mais seguir com essa relação.
A luz da lua entrava pela minha janela, iluminando meu quarto de um jeito muito especial. Eu, largado na cama, pensava que tinha feito merda, que tanto Maria quanto Ana não tinham respondido ao chamado do sexo, que elas tinham me prometido. E assim, pensando, acabei dormindo.
Era de madrugada quando o rangido da porta do meu quarto me semi-acordou. Duas sombras entraram e se aproximaram da minha cama. Uma delas se inclinou e me deu um beijo suave na boca. A outra (Maria), pegou meu pau com a mão e, sem perguntar nada, enfiou na boca dela, o que com certeza fez aquele membro ganhar forma e endurecer dentro dela.
— Olha o que eu trouxe — disse Maria — e mostrou um vibrador imenso, não tanto pelo comprimento, mas pela grossura.
— Como é que você enfia esse troço tão grande dentro de você? —Imenso? —perguntei.
—Como você deve ter percebido, sou meio apertada (e olha que eu nem tinha notado), então só uso ele pra brincar com a pontinha, nada mais. Mas isso me ajuda às vezes a aliviar minha solidão e também minha ansiedade — comentou Maria.
Ana já tinha tirado a roupa e estava se deitando do meu lado, me abraçando, me beijando e acariciando meu pau, que agora estava bem duro.
Maria parou aos pés da minha cama e começou a lamber meu pau e também a buceta da Ana, alternando as mamadas e provocando arrepios nos dois corpos. Por isso, Ana não demorou a ter o primeiro orgasmo.
Maria montou em mim e colocou meu pau novamente até o fundo, lambeu dois dedos e os enfiou em Ana, que se contorceu de prazer. Assim, cavalgando meu pau e dedando Ana, Maria teve uns dois orgasmos incríveis.
Ana estava morrendo de vontade de cavalgar também, então tirou Maria de lá e subiu pra fazer a parte dela. Nem preciso dizer que ela mandava muito bem, enquanto Maria conseguia enfiar um dedo no cu dela, o que a deixou desesperada e fora de controle. Tivemos que tapar a boca dela pra que o orgasmo não fosse ouvido da casa ao lado e nossos pais acordassem.
Era uma madrugada fantástica. Estávamos nos divertindo pra caralho e, pela primeira vez, agradeci que meus pais insistissem em me trazer.
Depois do orgasmo de Ana, deixei as garotas se amarem um pouco sozinhas, fiquei sentado na beira da cama, assistindo a um espetáculo que, pra mim, naquele dia, era a primeira vez. Então, não me incomodou nem um pouco ver aquilo e ainda tentei colaborar com carícias e beijos.
Maria se ajoelhou na cama, pegou o consolo, passou a língua nele várias vezes, levantou as pernas de Ana em formato de "y", colocou na entrada da buceta dela o consolo que tinha trazido. Eu ajudei segurando uma das pernas dela e beijei os peitos de Ana, que estavam bem quentes, com os bicos durinhos. como se tivesse acabado de parar de amamentar. Ela colocou só uma pontinha, porque era bem grande, mas a Ana pedia mais e a Maria continuava com todo cuidado, tentando enfiar devagar aquele brinquedão, esperando a ordem da Ana pra parar se doesse, mas pra nossa surpresa (e mais ainda pra da Maria), a Ana pedia mais e mais até conseguir enfiar o consolo inteiro até o fundo.
Aí eu pude testemunhar "O MAIOR ORGASMO QUE JÁ VI NA MINHA VIDA", e quando digo o maior é isso mesmo, porque nunca mais vi uma mulher ter um orgasmo tão foda, o corpo dela começou a tremer dos pés aos lábios, parecia que um terremoto tava passando pelo corpo dela, um terremoto ou orgasmo que durou um tempão, depois a Ana ficou como se tivesse dormindo, e eu e a Maria baixamos as pernas dela devagar, deixando ela descansar daquela loucura, e deixando o consolo dentro porque ela pediu.
Meu quarto tinha só uma cama, que ficou ocupada pela Ana, que depois de uma performance daquelas era lógico e natural que ela pudesse descansar um pouco, pelo menos por um tempo. Tinha uma cadeira antiga, daquelas de encosto alto, que têm duas borlas redondas nas pontas, aí eu sentei lá e a Maria sentou em cima de mim, com a mão dela colocou meu pau na boceta dela e começou a se mexer devagar, mas com paixão, muita paixão, talvez o orgasmo da Ana tivesse excitado a Maria de um jeito especial, e ela queria sentir a mesma coisa.
Segurando com as mãos naquelas duas borlas do encosto da cadeira, a Maria não demorou pra começar a ter orgasmos pequenos, mas intensos, meu pau e minhas bolas estavam super molhados porque a Maria soltava, durante aqueles orgasmos pequenos, uma quantidade de líquidos que em outras vezes não tinha rolado, com certeza aquela imagem do orgasmo da Ana não saía da cabeça dela, e também não saía da minha, então eu também senti que ia explodir a qualquer momento.
— Vou gozar a qualquer hora — falei pra Maria — e ela começou a dar umas estocadas cada vez mais fortes, preparando um orgasmo gigante e, claro, tentando arrancar o meu pra fora.
Ana, que tinha escutado aquela conversa, começou a abrir as pernas e de novo voltou a brincar com o vibrador que a gente tinha deixado dentro dela, mas dessa vez sem ajuda de ninguém, ela mesma enfiava e tirava.
Nós três gozamos ao mesmo tempo, foi algo intenso, maravilhoso e inesquecível.
Depois disso, a gente se deu as mãos e ficou por um instante se olhando, cheios de prazer. Daí as minas se vestiram e se despediram com um "valeu", indo embora pro quarto delas.
De manhã, meus pais me acordaram, avisando que a gente ia voltar pra casa, o que eu lamentei pra caralho.
As minas ainda estavam dormindo, então me despedi dos pais da Maria e pedi permissão pra entrar no quarto dela pra me despedir, o que me foi concedido. Entrei no quarto e
Beijando de leve os lábios das duas, agradeci pelo momento foda que me proporcionaram, e elas responderam: "as agradecidas somos nós".
Não tinha passado nem uma semana do ocorrido, quando minha mãe me chama pra dizer que tinha uma ligação telefônica.
Era a Maria ligando pra me dizer o seguinte: "Riki, a gente vai viajar de férias pro litoral e vamos ficar uma semana sozinhas, QUER VIR?".
Queridos leitores, com certeza vão adivinhar qual foi minha resposta, mas vai ser muito difícil adivinhar o que aconteceu, então, em outro capítulo (se vocês curtiram essa parte), com certeza vou contar.
Olá, amigos, li várias histórias publicadas aqui, então me animei a escrever a minha.
Como é uma história um pouco longa, vou tentar escrevê-la em várias etapas, conforme vocês forem lendo e comentando se estão gostando ou não.
Bom, isso aconteceu há alguns anos e é uma história que ainda está latente, então vou tentar ser o mais real possível.
No dia dois de janeiro, meus pais decidiram ir passar dois ou três dias no sítio do sócio dele, então me levaram junto. Eu tinha 20 anos na época e, pra ser sincero, não estava a fim de ir porque não simpatizava muito com o sócio nem com a família dele, mas com tanta insistência da minha mãe, resolvi dar o gosto, com a condição de que depois ela me deixasse viajar sozinho.
Eu moro numa cidade da Argentina, a cinquenta quilômetros da capital do meu país, e é lá que meu pai tem a empresa dele. O sítio ficava a poucos quilômetros de onde eu moro, então na sexta-feira, depois que meu pai voltou do trabalho, decidimos ir pra lá. Quando chegamos, fizemos as saudações de praxe e lá estava ela, Maria, a filha do sócio do meu pai. Ela era uma mulher de 25 anos, com uns 1,70m de altura (mais ou menos), um corpo bem gostoso, embora eu não gostasse nada dela, porque ela é muito metida, ou como se diz no meu país, uma "concheta", que vive se gabando do conhecimento e do nível socioeconômico.
Junto com Maria estava Ana, uma amiga dela que, à primeira vista, me pareceu meio na dela, seca e introvertida.
Bom, depois de tomar algo refrescante e dar uma volta pelo terreno do sítio, decidimos nos acomodar nos quartos. Eu fiquei num quartinho afastado dos outros. "Não te incomoda dormir aqui, né?" – comentou a mãe de Maria, e eu respondi: "De jeito nenhum, afinal é só por uns dias."
Depois do jantar, resolvi pegar um ar fresco do lado de fora do Piscina, a noite estava calma e tranquila, uma brisa leve passava e refrescava meu corpo. Naquele momento, uma voz falou comigo por trás: — Quer entrar na piscina? — Era a voz da Maria, que sentou numa espreguiçadeira ao meu lado, e na outra sentou a Ana.
— Ia ser bom! — respondi, e ali começou uma conversa super amigável com aquela garota que tinha me causado tanta desconfiança.
A gente falou de tudo, dos estudos dela (ela tinha terminado a faculdade de História da Arte), dos da Ana (que tava no terceiro ano de Ciências Econômicas) e dos meus, já que eu tinha terminado o segundo ano de Direito.
Assim, um assunto puxou outro, e depois mais um, até que, como era de se esperar, começamos a falar de putaria. Aí a Maria perguntou pra Ana sobre as conquistas amorosas dela. Ela, que era meio na dela, só falou que no começo do ano passado tinha tido um namorado que durou pouco e que não tinha rolado nada demais: só uns encontros, uns beijos, uns amassos e só.
A Maria não foi tão econômica nos comentários. Contou das aventuras amorosas dela e até se soltou pra contar umas intimidades que merecem destaque. Falou como transou com dois colegas de estudo na casa dela, de uma suruba que participou, e também do relacionamento lésbico com uma colega do primeiro ano da faculdade, com quem se encontrava de vez em quando pra aliviar a tensão.
Tanto eu quanto a Ana olhávamos pra ela pasmos, embora, pra ser sincero, eu tivesse chocado com as histórias da Maria. Mas a Ana tava surpresa porque ela tava contando aquilo pra mim, tão abertamente, já que ela sabia muita coisa da amiga e nunca esperava que ela fosse contar pra mim. E, pra falar a verdade, acho que a Ana tinha participado de algumas das aventuras amorosas da Maria, assunto que nunca perguntei até hoje.
Quando chegou minha vez, comecei o relato tentando ser sincero com elas e contei que, no ano passado, só tinha tido uma Uma história de amor que não foi nada importante, só saí algumas vezes e, quando resolvi concretizar alguma relação sexual, estraguei tudo só por ser apressado e não saber esperar.
Também comentei: "Maria, tenho que te desiludir, porque não tive experiências do seu tipo, embora, pra ser sincero, eu adoraria ter tido."
— Não se preocupa, Riki, não vai faltar oportunidade de você realizar sua própria experiência sexual — respondeu Maria.
Já era meio tarde, então me despedi das minas e fui dormir. Custou pra pegar no sono porque não parava de pensar nas histórias da Maria, e só de imaginar, meu pau ficava cada vez mais duro. Aí o cansaço me venceu e eu apaguei.
Mais ou menos umas dez da manhã, acordei e tenho que dizer: é maravilhoso acordar no campo. A brisa, os passarinhos, te trazem uma paz que, na cidade grande, é difícil de conseguir. Enquanto descansava sentado debaixo das árvores, vi várias vezes a Ana e a Maria passando, passeando e explorando a sede do campo. E tenho que confessar que, a partir daquele dia, elas já não me causavam a mesma rejeição do dia anterior; pelo contrário, eu as achava cada vez mais gostosas. A Maria tinha uns peitos muito legais, de tamanho bem regular, mas o mais bonito nela era a bunda linda e redonda, tão perfeita que dava pra ver, através da saia, como a calcinha dela se enfiava no meio, sumindo e deixando as duas nádegas praticamente à mostra, como se ela não tivesse roupa íntima nenhuma.
A Ana, por outro lado, é uma mulher quase da mesma altura da Maria, mas o que mais chama a atenção são os peitos enormes dela. Quando ela anda, os dois balançam, nem sempre no mesmo ritmo, e os movimentos desengonçados fazem com que eles chamem tanta atenção que, às vezes, você não consegue tirar os olhos deles. O resto, diria que é normal, embora a calcinha dela seja bem menos provocante que a da Maria. Dá pra perceber também que... Debaixo da saia dela tem a sua coisinha.
Bom, aproveito pra me descrever um pouco: tenho 1,78m, olhos castanhos bem claros, pele branca, cabelo loiro, uns 82 quilos e, pra ser sincero, tenho um corpo bem interessante.
Depois do almoço e do bate-papo, resolvi pegar um sol na beira da piscina. Meus pais e os da Maria foram tirar uma soneca, e ficamos só eu, Maria e Ana. Passou um tempinho e a Maria chegou perto de mim e falou: — Vem com a gente, por favor. — E foi na direção de um galpão do lado da casa. Eu fui atrás.
Atrás de uns fardos de feno, a Maria e a Ana tinham preparado uma cama improvisada com uma manta. Sentamos pra conversar, mas depois de um tempo a Maria pegou o rosto da Ana e deu um beijo doce e apaixonado. A Ana aceitou numa boa. As duas começaram a se tocar. A Ana tirou um peito da Maria do biquíni e começou a lamber o mamilo dela com carinho.
Confesso que nessa altura eu tava meio pasmo e, por que não, meio assustado, sem saber o que fazer nem como agir.
A Ana já tinha conseguido, com sucesso, enfiar a mão por baixo do biquíni da Maria, arrancando uns suspiros dela.
A Maria tirou toda a roupa, deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, oferecendo toda a buceta dela pra boca da Ana. E a Ana foi pra cima, tentando matar a sede, e começou a lamber o clitóris dela sem parar, enquanto a Maria se contorcia de prazer. Eu comecei a tirar o biquíni da Ana, e ela ajudou. Quando a Ana, de joelhos, chupava a buceta da Maria, ela abriu as pernas e me ofereceu a boceta molhada dela. Eu comecei a tocar com as mãos primeiro, e depois enfiei um dedo.
As duas se mexiam, ofegando e fazendo caras de prazer, até que veio o primeiro orgasmo — não deu pra saber qual das duas gozou.
A Maria se ajoelhei, me olhou fixo e levou a mão até meu sungão, que com um movimento rápido e seco puxou pra baixo de uma vez só. Meu pau pulou como se quisesse se libertar da prisão que o sungão lhe impunha, e duro do jeito que estava, ficou à mercê dos olhos das duas.
— Olha, Ana, o que temos aqui, não esperava por isso, não! — exclamou Maria.
As duas se aproximaram e começaram a lamber minha glande, depois o tronco e também as bolas com paixão, enquanto trocavam beijos ardentes.
— Vou gozar — comentei depois de um tempo. Então Maria pegou minhas mãos e me deitou de barriga pra cima, montou em mim, segurou meu pau com a mão e enfiou até o fundo.
Ana colocou a buceta dela na minha boca, e eu me dediquei a saborear os sucos dela e os orgasmos dela, que foram dois, enquanto Maria cavalgava em cima de mim tendo pelo menos três orgasmos.
Conto pra vocês que até aquele momento, eu sentia que estava tocando o céu com as mãos, transando com essas duas amigas.
Maria saiu de cima de mim e Ana tomou o lugar dela. Aquela garota quieta e introvertida que eu tinha conhecido no dia anterior começou a se mover de forma desenfreada, jogou o corpo pra trás, apoiou as mãos nas minhas pernas e se mexia soltando gritos de prazer, enquanto Maria com as mãos tocava o clitóris dela, arrancando de Ana os orgasmos mais selvagens. Não consegui me segurar e também gozei dentro de Ana.
Meu esperma quente arrancou um novo orgasmo de Ana, que, apesar de meu pau estar ficando mole, conseguiu extrair toda a energia dele.
O calor no galpão estava bem forte, mas pelo que eu estava vivendo, não me importava com nada.
Maria e Ana ficaram deitadas juntas sem dizer uma palavra, só riam, se acariciavam e trocavam beijos doces enquanto eu tentava me recuperar. Mas ao vê-las abraçadas e se tocando, não demorei muito.
O clima entre elas foi crescendo, os beijos começaram a ficar cada vez mais passionais, as mãos se entrelaçavam. se toqueteando, enfiando os dedos cada vez com mais vontade, até que as duas se acomodaram num 69 perfeito.
Eu nessa hora já tava muito excitado e meu pau tava duro como se nada tivesse acontecido, e a Maria me disse pra enfiar na Ana e que ela ajudaria com a língua.
Era fantástico sentir o calor e os sucos da buceta da Ana, misturados com a língua da Maria que passava pelas minhas bolas, coisa que eu falei pra Maria e ela aproveitou pra aumentar ainda mais o trabalho delas.
Ana não parava de ter orgasmos, e o mais lindo disso era que todos tinham uma intensidade digna de ouvir e sentir, coisa que eu e a Maria conseguíamos sentir pelo calor dos sucos dela e também pela profundidade que a Ana enfiava a língua dentro da própria buceta.
- Agora enfia em mim, por favor! - pareceu implorar a Maria.
Eu virei, a Ana levantou o corpo e ficou sentada na cara da Maria, e eu pude ver a buceta dela toda molhada e irritada pela lambida que a Ana tinha dado.
De uma só vez enfiei meu pau até o fundo, e com esse movimento consegui arrancar um gemido de prazer e dor da Maria, então fiquei parado um tempo até começar os movimentos de tirar e botar. Maria, entre gemidos de prazer, aproveitava pra chupar a buceta da Ana, que olhava de cima e ajudava com movimentos sensuais.
Depois de um tempo, uma sensação especial veio no meu corpo, era o sinal de que um novo orgasmo tava chegando, e como a Maria já tinha gozado, não tentei segurar. Tirei meu pau e espalhei meu semen nos peitos da Ana, que recebeu de boa, esfregando as mãos e espalhando pelo corpo.
Os três ficamos exaustos, em silêncio, deitados na manta, só se ouviu uma risadinha da Maria.
- Do que você tá rindo, Maria? - perguntei.
- Nada, só acho engraçado que eu tinha trazido um vibrador porque achava que ia ficar entediada. respondo.
— Um vibrador, vai buscar — disse Ana.
— Não, nossos pais já estão se levantando da sesta, talvez depois — respondeu Maria — Agora vamos pra piscina nos refrescar um pouco e não levantar suspeitas.
A tarde passou tranquila, entre brincadeiras na água e algumas bebidas geladas, risadas cúmplices e olhares excitantes.
Eu estava dentro da piscina, quando Maria se aproxima e bem baixinho me diz: "essa noite a gente continua, né?".
Claro, respondi.
Vou contar que no campo se costuma jantar bem cedo, então no fim da tarde nos sentamos à mesa, comemos, e na sobremesa meus pais propuseram jogar baralho espanhol, o que as meninas, animadas, toparam. Eu, ao contrário, saí pra caminhar na noite, já que a lua cheia convidava a percorrer a sede do campo, sentindo os sons noturnos que soam de um jeito especial. Além disso, estava ansioso, esperando algum sinal que as meninas dessem, pra ir ao galpão e continuar a linda festa que havíamos começado à tarde. Mas esse sinal não vinha, então perto da meia-noite resolvi ir dormir, pensando que elas teriam se arrependido e não queriam mais seguir com essa relação.
A luz da lua entrava pela minha janela, iluminando meu quarto de um jeito muito especial. Eu, largado na cama, pensava que tinha feito merda, que tanto Maria quanto Ana não tinham respondido ao chamado do sexo, que elas tinham me prometido. E assim, pensando, acabei dormindo.
Era de madrugada quando o rangido da porta do meu quarto me semi-acordou. Duas sombras entraram e se aproximaram da minha cama. Uma delas se inclinou e me deu um beijo suave na boca. A outra (Maria), pegou meu pau com a mão e, sem perguntar nada, enfiou na boca dela, o que com certeza fez aquele membro ganhar forma e endurecer dentro dela.
— Olha o que eu trouxe — disse Maria — e mostrou um vibrador imenso, não tanto pelo comprimento, mas pela grossura.
— Como é que você enfia esse troço tão grande dentro de você? —Imenso? —perguntei.
—Como você deve ter percebido, sou meio apertada (e olha que eu nem tinha notado), então só uso ele pra brincar com a pontinha, nada mais. Mas isso me ajuda às vezes a aliviar minha solidão e também minha ansiedade — comentou Maria.
Ana já tinha tirado a roupa e estava se deitando do meu lado, me abraçando, me beijando e acariciando meu pau, que agora estava bem duro.
Maria parou aos pés da minha cama e começou a lamber meu pau e também a buceta da Ana, alternando as mamadas e provocando arrepios nos dois corpos. Por isso, Ana não demorou a ter o primeiro orgasmo.
Maria montou em mim e colocou meu pau novamente até o fundo, lambeu dois dedos e os enfiou em Ana, que se contorceu de prazer. Assim, cavalgando meu pau e dedando Ana, Maria teve uns dois orgasmos incríveis.
Ana estava morrendo de vontade de cavalgar também, então tirou Maria de lá e subiu pra fazer a parte dela. Nem preciso dizer que ela mandava muito bem, enquanto Maria conseguia enfiar um dedo no cu dela, o que a deixou desesperada e fora de controle. Tivemos que tapar a boca dela pra que o orgasmo não fosse ouvido da casa ao lado e nossos pais acordassem.
Era uma madrugada fantástica. Estávamos nos divertindo pra caralho e, pela primeira vez, agradeci que meus pais insistissem em me trazer.
Depois do orgasmo de Ana, deixei as garotas se amarem um pouco sozinhas, fiquei sentado na beira da cama, assistindo a um espetáculo que, pra mim, naquele dia, era a primeira vez. Então, não me incomodou nem um pouco ver aquilo e ainda tentei colaborar com carícias e beijos.
Maria se ajoelhou na cama, pegou o consolo, passou a língua nele várias vezes, levantou as pernas de Ana em formato de "y", colocou na entrada da buceta dela o consolo que tinha trazido. Eu ajudei segurando uma das pernas dela e beijei os peitos de Ana, que estavam bem quentes, com os bicos durinhos. como se tivesse acabado de parar de amamentar. Ela colocou só uma pontinha, porque era bem grande, mas a Ana pedia mais e a Maria continuava com todo cuidado, tentando enfiar devagar aquele brinquedão, esperando a ordem da Ana pra parar se doesse, mas pra nossa surpresa (e mais ainda pra da Maria), a Ana pedia mais e mais até conseguir enfiar o consolo inteiro até o fundo.
Aí eu pude testemunhar "O MAIOR ORGASMO QUE JÁ VI NA MINHA VIDA", e quando digo o maior é isso mesmo, porque nunca mais vi uma mulher ter um orgasmo tão foda, o corpo dela começou a tremer dos pés aos lábios, parecia que um terremoto tava passando pelo corpo dela, um terremoto ou orgasmo que durou um tempão, depois a Ana ficou como se tivesse dormindo, e eu e a Maria baixamos as pernas dela devagar, deixando ela descansar daquela loucura, e deixando o consolo dentro porque ela pediu.
Meu quarto tinha só uma cama, que ficou ocupada pela Ana, que depois de uma performance daquelas era lógico e natural que ela pudesse descansar um pouco, pelo menos por um tempo. Tinha uma cadeira antiga, daquelas de encosto alto, que têm duas borlas redondas nas pontas, aí eu sentei lá e a Maria sentou em cima de mim, com a mão dela colocou meu pau na boceta dela e começou a se mexer devagar, mas com paixão, muita paixão, talvez o orgasmo da Ana tivesse excitado a Maria de um jeito especial, e ela queria sentir a mesma coisa.
Segurando com as mãos naquelas duas borlas do encosto da cadeira, a Maria não demorou pra começar a ter orgasmos pequenos, mas intensos, meu pau e minhas bolas estavam super molhados porque a Maria soltava, durante aqueles orgasmos pequenos, uma quantidade de líquidos que em outras vezes não tinha rolado, com certeza aquela imagem do orgasmo da Ana não saía da cabeça dela, e também não saía da minha, então eu também senti que ia explodir a qualquer momento.
— Vou gozar a qualquer hora — falei pra Maria — e ela começou a dar umas estocadas cada vez mais fortes, preparando um orgasmo gigante e, claro, tentando arrancar o meu pra fora.
Ana, que tinha escutado aquela conversa, começou a abrir as pernas e de novo voltou a brincar com o vibrador que a gente tinha deixado dentro dela, mas dessa vez sem ajuda de ninguém, ela mesma enfiava e tirava.
Nós três gozamos ao mesmo tempo, foi algo intenso, maravilhoso e inesquecível.
Depois disso, a gente se deu as mãos e ficou por um instante se olhando, cheios de prazer. Daí as minas se vestiram e se despediram com um "valeu", indo embora pro quarto delas.
De manhã, meus pais me acordaram, avisando que a gente ia voltar pra casa, o que eu lamentei pra caralho.
As minas ainda estavam dormindo, então me despedi dos pais da Maria e pedi permissão pra entrar no quarto dela pra me despedir, o que me foi concedido. Entrei no quarto e
Beijando de leve os lábios das duas, agradeci pelo momento foda que me proporcionaram, e elas responderam: "as agradecidas somos nós".
Não tinha passado nem uma semana do ocorrido, quando minha mãe me chama pra dizer que tinha uma ligação telefônica.
Era a Maria ligando pra me dizer o seguinte: "Riki, a gente vai viajar de férias pro litoral e vamos ficar uma semana sozinhas, QUER VIR?".
Queridos leitores, com certeza vão adivinhar qual foi minha resposta, mas vai ser muito difícil adivinhar o que aconteceu, então, em outro capítulo (se vocês curtiram essa parte), com certeza vou contar.
6 comentários - Minhas duas amigas (I)