(Continuação de "Sexo com Marianita 6")
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http://www.poringa.net/posts/relatos/1223181/Sexo-con-Marianita-5.htmlMariana me ligou no dia seguinte pra gente se ver e ela veio em casa. Eu tava acabado. Resolvi deixar um Viagra por perto, caso o negócio não subisse. Mas com a Marianita nunca tinha precisado, a gata levantava até defunto.
Ela tava com uma legging preta que enfiava no cu.
— Que rabo guloso, hein — falei quando a vi.
— Come de tudo — respondeu a gostosa.
— Mas agora vou comer eu.
Puxei ela pra perto segurando pela bunda e enfiei a mão por baixo.
— Você não tá de calcinha, safada!
— Tô sim, é minúscula.
Procurei no meio e achei o fiozinho enfiado no cu dela.
— Vira, deixa eu ver.
Ela puxou a legging um pouquinho pra baixo e mostrou a calcinha fio-dental cravada na raba.
Me ajoelhei, puxei mais um pouco e beijei o bumbum dela. Depois abri as nádegas com as mãos e olhei o cu.
— Que cu lindo.
E passei a língua.
— Se comporta — ela disse.
— Você gosta quando eu me comporto mal.
Ela riu.
Levantei, subi a legging dela e dei um beijo.
— Tenho uma surpresa pra você.
— O quê?!
— Senta que eu conto.
— Encontrei sua loira peituda.
— Hã? Ahhh. Quem é?
— Uma amiga.
— Tem fotos?
— Você viu ela outro dia na balada.
Ela ficou quieta.
— Você chamou ela?
— Claro, senão como ia convencer.
— Comeu ela?
— Me sacrifiquei por você (não sabia o que dizer e saiu isso)
— Você é um merda.
— Tá com ciúmes.
— Tô.
— Se quiser, a gente para por aqui.
— O que você quer dizer? Não quer mais que a gente saia?
— Não, boba, tô dizendo que se você não quiser fazer nada com outra gatinha, tudo bem, a gente não faz.
— Quero, mas dá um pouco de ciúme. Se for fazer, quero que você me dê atenção.
— Vou dar pras duas. Mas o legal dessa mina é que a gente pode mandar nela como quiser.
— Como sabe?
— Faz o que eu peço.
— Ela é bi?
— Até onde sei, ela teve um lance com uma amiga, trocaram uns beijos e se tocaram, mas não treparam.
— Preferia que fosse lésbica, senão as duas vamos competir por você.
— Não compete. Só curte e pronto.
Ficou um silêncio. E depois ela me perguntou: “e aí, como ficou?”.
- Em nada ainda. A mina vai na balada que fomos outro dia todo sábado. A gente se vê lá, e vê o que rola. Topa?
- Beleza, marca pra esse sábado.
- Deu vontade?
- Sim.
Depois disso fui pra fumaça, e como agradecimento comi ela do jeito que ela quis. Foi difícil gozar, mas no final consegui. Ela ficou um tempo e depois foi de táxi. Fui dormir pensando na festinha.
No dia seguinte fui no mercado e comprei umas coisas. Champanhe, vinho e outras coisas pra beber e deixar a coisa “divertida”. Também passei na sexshop e comprei um brinquedo pra estrear nos cuzinhos delas: já tinha criado a fantasia de uma dar pra outra pelo cu pra relaxar antes da minha rola.
À tarde liguei pra Sofi e combinei de nos vermos no sábado. Não falei nada da Marianita. Preferia pegar ela na balada meio bêbada e soltar a proposta na hora.
Na sexta saí pra comer com a Pia, disse que tinha um jogo de futebol no sábado de manhã e fui pra casa cedo. Na verdade tava meio acabado e queria guardar energia pro que tava por vir.
O sábado não passava, dei uma arrumada em casa, fui na academia e fui dormir uma soneca. A cabeça tava a mil e a rola não baixava. Bati uma sem gozar.
À noite me encontrei com o ruivo e a Gaby pra comer, e fomos pra balada cedo. A Sofia chegou meia hora depois, tipo 1 e meia. Paguei um drink pra ela e disse que depois ela vinha dormir em casa. Ela curtiu a ideia.
- Vai vir uma amiguinha também – falei no ouvido dela, e fiquei chupando ela um tempo.
A mina já tava com tesão. Fomos até um sofá, ela sentou em cima de mim e transamos como dois adolescentes. Tava com a rola duríssima e ela rebolava a bunda. Que puta.
O celular vibrou e a gente parou um pouco. Tinha uma mensagem da Marian, que tava vindo. Ela apareceu em 15 minutos. Vi ela entrar mas ela não me viu. Ela foi pras amigas e depois veio pro meu lado. Vi quando ela tava vindo e me levantei pra ir su buscarla. Não me viu até que me teve na frente. A balada estava meio cheia.
- Faz muito tempo que você tá aqui?
- Cheguei cedo.
- Não te vi. Seus amigos estão lá com minhas amigas.
- É, eu tava sentado aqui com a Sofia.
Olhou para a outra que estava sentada a dois metros.
- Vem que te apresento.
Se cumprimentaram, meio por obrigação. A Mariana continuou parada do meu lado.
- Vem, vamos sentar, - falei um pouco nervoso.
- Espera, vou ao banheiro e já volto.
Me sentei ao lado da Sofia.
- Ela é bonita, - ela me disse.
Isso me tranquilizou. Mas a Mariana demorou para voltar.
Fui procurá-la. A Sofia me olhou como dizendo o que eu tô fazendo.
A Mariana estava com as amigas dela. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim. Mas era mais bem tudo ao contrário.
- Não fica bravo, mas não vai rolar, me explicou diante da minha insistência.
- Como você sabe? Ela me disse que gostou de você.
- A ideia de fazer algo com uma mina me anima se tiver pele com a outra mina.
Era lógico. Mas eu estava com tesão. Fui buscar a Sofia e expliquei que não ia rolar.
- Não importa, melhor, te tenho só pra mim.
Mas não adiantou. Por mais que a mina insistisse e me desse uns beijos, eu continuava puto. E ainda via a outra de longe, e ela nem olhava para onde eu estava.
Geralmente tô pouco me fodendo, mas nisso eu tinha colocado expectativas. Me levantei pra ir embora pra porra. Fui procurar meus amigos que estavam conversando com as amigas da Mariana. A Gaby captou meu humor na hora, mas o ruivo tava lá falando com o Chechu.
E eu fiquei bravo com o ruivo também. Um vacilo da minha parte.
- Eu vou embora, vocês fiquem.
- Não vai, fica, amigão, - me disse o Chechu.
Não sabia o quanto ele sabia, então não disse nada.
- Tô me sentindo mal da barriga.
E fui embora sem me despedir do resto.
Cheguei em casa, vi um filme e fui dormir.
Na manhã seguinte me levantei cedo. Fui correr e depois liguei pra Pia. Ela disse que estava na casa dos pais dela, que tinham um churrasco em família. Perguntei se me Convidei e ela ficou quieta. "Não achei que você quisesse vir, vamos lá, te esperamos". Comi com a velha, o velho e os irmãos (ela tem 2 mais velhos) como se fosse o namorado. Quando terminamos, fomos passear no shopping (outra coisa típica de casal). Dei pra ela uma bolsa. Depois fomos pra casa e transamos.
A primeira foda foi meio violenta porque eu ainda tava com raiva do dia anterior e descontrei nela. Mas ela não reclamou. Pelo contrário, gostou.
Depois fiz no estilo missionário. No final, peguei a bunda dela por baixo enquanto levantava as pernas dela e comecei a brincar com um dedo no cu.
Quando tava bem lubrificadinho, mudei de buraco e enfiei a cabeça do pau no cu dela. Esperei ela se acostumar e meti.
Ela gozou de novo com o pau perfurando a bunda dela.
- Aiii, que gostoso que você me faz, me dá assim, assim, nesse ritmo que eu amo.
Eu metia nem muito forte nem muito devagar. Era um vai e vem sistemático. O cu dela apertava meu pau.
- Vou encher sua bunda.
- Sim, siim
Gozei bastante. Depois ela correu pro banheiro. Ouvi um barulho de peido líquido quando a porra saía do cu dela. A porta do banheiro tava aberta.
- O que foi isso?
- Não escuta!!!
E ela fechou a porta.
Mesmo assim ouvi o bidê. Depois ela saiu do banheiro e veio pra cama.
- Vamos tomar banho.
Eu segui ela. Ela ensaboou meu peito e depois lavou meu pau. E enxaguou. Era uma gueixa. Nos demos uns beijos.
- Bom, agora deixa eu terminar de tomar banho, - ela me disse.
Não sei se por raiva da Marianita ou porque eu realmente gostava mais da Pia do que das outras, quando ela voltou pra cama, pedi pra gente viajar juntos uma semana.
Ela ganhava quase melhor que eu, então nem precisava convidar. Mas eu disse que pagava.
- O problema é que meu aluguel tá vencendo e vou me mudar.
- Pra onde você vai?
- Ainda não sei. Meu pai diz que me empresta a grana pra eu comprar algo.
- Mas você tem que sair pra procurar já.
- Pensei em ir no final de semana que vem. Me vem junto? -Sim, claro. -Que bom! Ai, fiquei tão feliz! -Te amo (falei sério) -Eu também.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/1223181/Sexo-con-Marianita-5.htmlMariana me ligou no dia seguinte pra gente se ver e ela veio em casa. Eu tava acabado. Resolvi deixar um Viagra por perto, caso o negócio não subisse. Mas com a Marianita nunca tinha precisado, a gata levantava até defunto.
Ela tava com uma legging preta que enfiava no cu.
— Que rabo guloso, hein — falei quando a vi.
— Come de tudo — respondeu a gostosa.
— Mas agora vou comer eu.
Puxei ela pra perto segurando pela bunda e enfiei a mão por baixo.
— Você não tá de calcinha, safada!
— Tô sim, é minúscula.
Procurei no meio e achei o fiozinho enfiado no cu dela.
— Vira, deixa eu ver.
Ela puxou a legging um pouquinho pra baixo e mostrou a calcinha fio-dental cravada na raba.
Me ajoelhei, puxei mais um pouco e beijei o bumbum dela. Depois abri as nádegas com as mãos e olhei o cu.
— Que cu lindo.
E passei a língua.
— Se comporta — ela disse.
— Você gosta quando eu me comporto mal.
Ela riu.
Levantei, subi a legging dela e dei um beijo.
— Tenho uma surpresa pra você.
— O quê?!
— Senta que eu conto.
— Encontrei sua loira peituda.
— Hã? Ahhh. Quem é?
— Uma amiga.
— Tem fotos?
— Você viu ela outro dia na balada.
Ela ficou quieta.
— Você chamou ela?
— Claro, senão como ia convencer.
— Comeu ela?
— Me sacrifiquei por você (não sabia o que dizer e saiu isso)
— Você é um merda.
— Tá com ciúmes.
— Tô.
— Se quiser, a gente para por aqui.
— O que você quer dizer? Não quer mais que a gente saia?
— Não, boba, tô dizendo que se você não quiser fazer nada com outra gatinha, tudo bem, a gente não faz.
— Quero, mas dá um pouco de ciúme. Se for fazer, quero que você me dê atenção.
— Vou dar pras duas. Mas o legal dessa mina é que a gente pode mandar nela como quiser.
— Como sabe?
— Faz o que eu peço.
— Ela é bi?
— Até onde sei, ela teve um lance com uma amiga, trocaram uns beijos e se tocaram, mas não treparam.
— Preferia que fosse lésbica, senão as duas vamos competir por você.
— Não compete. Só curte e pronto.
Ficou um silêncio. E depois ela me perguntou: “e aí, como ficou?”.
- Em nada ainda. A mina vai na balada que fomos outro dia todo sábado. A gente se vê lá, e vê o que rola. Topa?
- Beleza, marca pra esse sábado.
- Deu vontade?
- Sim.
Depois disso fui pra fumaça, e como agradecimento comi ela do jeito que ela quis. Foi difícil gozar, mas no final consegui. Ela ficou um tempo e depois foi de táxi. Fui dormir pensando na festinha.
No dia seguinte fui no mercado e comprei umas coisas. Champanhe, vinho e outras coisas pra beber e deixar a coisa “divertida”. Também passei na sexshop e comprei um brinquedo pra estrear nos cuzinhos delas: já tinha criado a fantasia de uma dar pra outra pelo cu pra relaxar antes da minha rola.
À tarde liguei pra Sofi e combinei de nos vermos no sábado. Não falei nada da Marianita. Preferia pegar ela na balada meio bêbada e soltar a proposta na hora.
Na sexta saí pra comer com a Pia, disse que tinha um jogo de futebol no sábado de manhã e fui pra casa cedo. Na verdade tava meio acabado e queria guardar energia pro que tava por vir.
O sábado não passava, dei uma arrumada em casa, fui na academia e fui dormir uma soneca. A cabeça tava a mil e a rola não baixava. Bati uma sem gozar.
À noite me encontrei com o ruivo e a Gaby pra comer, e fomos pra balada cedo. A Sofia chegou meia hora depois, tipo 1 e meia. Paguei um drink pra ela e disse que depois ela vinha dormir em casa. Ela curtiu a ideia.
- Vai vir uma amiguinha também – falei no ouvido dela, e fiquei chupando ela um tempo.
A mina já tava com tesão. Fomos até um sofá, ela sentou em cima de mim e transamos como dois adolescentes. Tava com a rola duríssima e ela rebolava a bunda. Que puta.
O celular vibrou e a gente parou um pouco. Tinha uma mensagem da Marian, que tava vindo. Ela apareceu em 15 minutos. Vi ela entrar mas ela não me viu. Ela foi pras amigas e depois veio pro meu lado. Vi quando ela tava vindo e me levantei pra ir su buscarla. Não me viu até que me teve na frente. A balada estava meio cheia.
- Faz muito tempo que você tá aqui?
- Cheguei cedo.
- Não te vi. Seus amigos estão lá com minhas amigas.
- É, eu tava sentado aqui com a Sofia.
Olhou para a outra que estava sentada a dois metros.
- Vem que te apresento.
Se cumprimentaram, meio por obrigação. A Mariana continuou parada do meu lado.
- Vem, vamos sentar, - falei um pouco nervoso.
- Espera, vou ao banheiro e já volto.
Me sentei ao lado da Sofia.
- Ela é bonita, - ela me disse.
Isso me tranquilizou. Mas a Mariana demorou para voltar.
Fui procurá-la. A Sofia me olhou como dizendo o que eu tô fazendo.
A Mariana estava com as amigas dela. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim. Mas era mais bem tudo ao contrário.
- Não fica bravo, mas não vai rolar, me explicou diante da minha insistência.
- Como você sabe? Ela me disse que gostou de você.
- A ideia de fazer algo com uma mina me anima se tiver pele com a outra mina.
Era lógico. Mas eu estava com tesão. Fui buscar a Sofia e expliquei que não ia rolar.
- Não importa, melhor, te tenho só pra mim.
Mas não adiantou. Por mais que a mina insistisse e me desse uns beijos, eu continuava puto. E ainda via a outra de longe, e ela nem olhava para onde eu estava.
Geralmente tô pouco me fodendo, mas nisso eu tinha colocado expectativas. Me levantei pra ir embora pra porra. Fui procurar meus amigos que estavam conversando com as amigas da Mariana. A Gaby captou meu humor na hora, mas o ruivo tava lá falando com o Chechu.
E eu fiquei bravo com o ruivo também. Um vacilo da minha parte.
- Eu vou embora, vocês fiquem.
- Não vai, fica, amigão, - me disse o Chechu.
Não sabia o quanto ele sabia, então não disse nada.
- Tô me sentindo mal da barriga.
E fui embora sem me despedir do resto.
Cheguei em casa, vi um filme e fui dormir.
Na manhã seguinte me levantei cedo. Fui correr e depois liguei pra Pia. Ela disse que estava na casa dos pais dela, que tinham um churrasco em família. Perguntei se me Convidei e ela ficou quieta. "Não achei que você quisesse vir, vamos lá, te esperamos". Comi com a velha, o velho e os irmãos (ela tem 2 mais velhos) como se fosse o namorado. Quando terminamos, fomos passear no shopping (outra coisa típica de casal). Dei pra ela uma bolsa. Depois fomos pra casa e transamos.
A primeira foda foi meio violenta porque eu ainda tava com raiva do dia anterior e descontrei nela. Mas ela não reclamou. Pelo contrário, gostou.
Depois fiz no estilo missionário. No final, peguei a bunda dela por baixo enquanto levantava as pernas dela e comecei a brincar com um dedo no cu.
Quando tava bem lubrificadinho, mudei de buraco e enfiei a cabeça do pau no cu dela. Esperei ela se acostumar e meti.
Ela gozou de novo com o pau perfurando a bunda dela.
- Aiii, que gostoso que você me faz, me dá assim, assim, nesse ritmo que eu amo.
Eu metia nem muito forte nem muito devagar. Era um vai e vem sistemático. O cu dela apertava meu pau.
- Vou encher sua bunda.
- Sim, siim
Gozei bastante. Depois ela correu pro banheiro. Ouvi um barulho de peido líquido quando a porra saía do cu dela. A porta do banheiro tava aberta.
- O que foi isso?
- Não escuta!!!
E ela fechou a porta.
Mesmo assim ouvi o bidê. Depois ela saiu do banheiro e veio pra cama.
- Vamos tomar banho.
Eu segui ela. Ela ensaboou meu peito e depois lavou meu pau. E enxaguou. Era uma gueixa. Nos demos uns beijos.
- Bom, agora deixa eu terminar de tomar banho, - ela me disse.
Não sei se por raiva da Marianita ou porque eu realmente gostava mais da Pia do que das outras, quando ela voltou pra cama, pedi pra gente viajar juntos uma semana.
Ela ganhava quase melhor que eu, então nem precisava convidar. Mas eu disse que pagava.
- O problema é que meu aluguel tá vencendo e vou me mudar.
- Pra onde você vai?
- Ainda não sei. Meu pai diz que me empresta a grana pra eu comprar algo.
- Mas você tem que sair pra procurar já.
- Pensei em ir no final de semana que vem. Me vem junto? -Sim, claro. -Que bom! Ai, fiquei tão feliz! -Te amo (falei sério) -Eu também.
8 comentários - Sexo con Marianita 7
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Igual, si sigue, están excelentes los relatos, pura vida!!!
Excelente 👍